sexta-feira, dezembro 02, 2016

Regras para o lustre na sala de jantar

Para receber bem, nada como lançar mão de uma iluminação adequada na área de jantar. A melhor solução está nos lustres pendentes, que propiciam um clima aconchegante e adaptável a cada situação. Com regrinhas básicas e dicas de especialistas, você acertará na escolha. 

Dicas certeiras para uma iluminação sempre perfeita

• A luz é fundamental para criar climas diferentes no mesmo espaço. Quando se trata do jantar, o ambiente se torna flexível, como explica Guinter: “A iluminação para um fondue a quatro é bem diferente da indicada para uma pizzada de domingo”. Assim, lance mão de soluções combinadas, a exemplo de lustres pendentes e spots embutidos ou arandelas.

• Como estar e jantar costumam ser unidos, não se esqueça da iluminação no primeiro: crie pontos de destaque em quadros, objetos de decoração, estante e mesa lateral.

• Tire partido da automação: o dimmer permite controlar a intensidade da luz, diminuindo o gasto com energia. Substituto do interruptor, não requer mão de obra especializada na instalação. Uma versão básica sai por R$ 42,80 na C&C. Para quem quiser investir, há sistemas interligados que dimerizam um cômodo ou a casa toda.

 


 Na sala da designer Tatiana Bianconcini e do músico luz”, Marcio Hermes, a escolha recaiu sobre um pendente cônico (da Caisma, por R$ 119 na Etna). Na instalação, dois erros comuns: altura inadequada e lâmpada à mostra. “Apenas as balloon, de bulbo grande e redondo, normalmente usadas em lustres do tipo chapéu, ficam à vista”, ensina a lighting designer Eliana Zielonka, da Klee Iluminação, de Curitiba. Já a altura pede bom senso: “Varia de acordo com o modelo e a direção da luz”, explica Claudia Capello, gerente de produtos da Osram. Nesta sala, foi só ajustar a lâmpada e aproximar o pendente do tampo para tudo ficar em ordem – agora, o foco de luz direcionado pelo cone ilumina o conjunto de modo agradável para os convidados.

 “Como buscamos um clima de comunhão em torno da refeição, a sala de jantar merece um pendente”, ressalta o lighting designer Guinter Parschalk, do Studio ix, de São Paulo. Seguindo a indicação, o antigo plafon deu lugar a um lustre acobreado (modelo TY04, por R$ 156 na Lustres Yamamura) no acolhedor espaço da psicóloga Cassia Simone. Além disso, corrigiu-se outro ponto: a nova luminária foi centralizada sobre a mesa com o auxílio de um desviador. No caso de lustres com esse desenho, a distância em relação ao tampo oscila entre 70 e 90 cm – o ideal é que haja a abertura de luz necessária para clarear toda a superfície, mas sem ofuscar quem está sentado. “Atente sempre para o direcionamento da luz”, indica Eliana.






sexta-feira, novembro 25, 2016

Acessibilidade em banheiros


Acessibilidade em banheiros: conheça as exigências e soluções
Piso nivelado, área para manobras com cadeira de rodas, maçanetas de alavanca e torneiras ao alcance do usuário são alguns dos cuidados necessários ao projeto.





São várias as soluções empregadas em banheiros acessíveis e que mudam de acordo com a necessidade do cliente.

Deve ser um ambiente totalmente utilizável por um cadeirante, mas isso não significa ter aparência de banheiro de hospital. Ele pode ser bonito e ter ótimo astral, assim como um banheiro comum

“O piso deve ser nivelado, sem degraus. E para não ter invasão de água em ambientes contíguos, o indicado é deixar um desnível bisotado de 1 cm em 45º. A primeira providência ao se projetar um banheiro acessível é fazer a porta com 80 cm de largura, no mínimo, mas, preferencialmente, com 90 cm, para a passagem da cadeira de rodas. 

A área desse ambiente exige espaço confortável para as manobras da cadeira de rodas.



BARRAS DE APOIO

A especificação das barras de segurança – que devem ser colocadas ao lado da bacia, pia e boxe –, exige conhecimento do que há disponível no mercado. As barras de apoio podem ser dobráveis ou não. 

A vantagem das dobráveis é que facilitam a manobra da cadeira de rodas, pois permitem que sejam levantadas ou abaixadas, de acordo com a necessidade. Infelizmente, as melhores soluções não são encontradas no Brasil

. Entre as importadas, recomendo as barras que têm o papel higiênico e o botão de descarga na ponta da barra, evitando que a pessoa vire o corpo para essas operações. Há barras de metal, também importadas, que contêm um plástico ABS preto na parte superior, para evitar que o usuário sinta o toque frio do metal de que é feita.

De forma geral as barras comercializadas no mercado nacional deixam a desejar, tanto na estética quanto na função. Outros itens também são encontrados somente no mercado externo como a ducha manual com regulagem de altura e espelho inclinável.


ARMÁRIOS

Em banheiros convencionais, os armários estão normalmente sob as pias, mas nos acessíveis isto é proibido. A altura da pia deve ser de 0,80 m do piso, respeitando uma altura livre de 0,70 m para o usuário colocar os joelhos.

O armário também deve estar em uma altura de fácil acesso ao cadeirante, não podendo ser nem muito alto, nem muito baixo.

Devem ter prateleiras com, no máximo, 1,20 m de altura para que os cadeirantes tenham acesso ao conteúdo. 

A instalação de armários no banheiro deve ser feita de forma comedida, para não restringir a área de circulação do banheiro. Mas é importante lembrar que, muitas vezes, pensamos somente na facilidade de transitar no ambiente, porém, existem outras necessidades específicas de cada usuário, como ter produtos e equipamentos médicos sempre à mão”, acrescenta.

No caso do uso de persianas nas janelas, o melhor é optar pelo manuseio com controle remoto. A lata de lixo com sensor também é um facilitador. 

Já a bacia deve ter uma altura um pouco mais elevada do que a convencional”, diz a arquiteta.Os pisos usados em banheiros acessíveis são os mesmos de qualquer banheiro, como porcelanato, mármore, granito e pastilhas de vidro e porcelana. 

O importante no piso de um banheiro acessível é não ter desnível ou, no máximo, 1 cm e sempre chanfrado, permitindo que a cadeira passe tranquilamente, sem sobressaltos. As maçanetas das portas devem ser de alavanca e as torneiras instaladas ao alcance do braço do usuário.


Algumas soluções bem simples para a área do chuveiro. Uma é a cortina de plástico que, atualmente, apresenta várias opções no mercado. A outra é a instalação de um boxe contendo um acessório chamado ‘mão amiga’: ao abrir a primeira folha do boxe, o acessório recua automaticamente as demais, abrindo-o todo”, sugere. 




O boxe precisa ter um vão de, no mínimo, 80 cm, mas ela indica que chegue a 90 cm, para a passagem e área de manobra da cadeira de rodas.

O uso de um chuveiro regulável formado por uma barra horizontal, que é o apoio da mão, e outra vertical onde a ducha manual sobe e desce, de acordo com a necessidade do usuário. Ele pode tirar o chuveiro e usá-lo como desviador ou colocar o chuveiro na barra na altura que desejar. 


O comando de luz precisa ser acessível. Os interruptores de luz são instalados a 1,15 m do piso, e a iluminação não deve ficar em cima da cuba da pia, e sim na lateral, para que não faça sombra. O mesmo vale para a área do boxe do chuveiro. O uso de tapetes é dispensável.

Fonte: http://www.aecweb.com.br/cont/m/rev/acessibilidade-em-banheiros-conheca-as-exigencias-e-solucoes_10048_0_1

sábado, novembro 19, 2016

Puxador: ter ou não ter? Conheça as vantagens dos móveis sem este acessório







Móveis sem puxadores têm caído no gosto de quem deseja uma decoração mais clean e minimalista. Inicialmente a ideia pode trazer dúvidas quanto ao conforto e a funcionalidade da decoração, mas existem algumas técnicas na fabricação deste tipo de mobiliário que garantem o seu perfeito funcionamento. Ou seja, tudo é uma questão de gosto e adaptação!



Além de dar um aspecto contemporâneo ao ambiente e deixar a decoração visualmente mais limpa, a ausência dos puxadores dão um ar homogêneo aos espaços.


E as vantagens não se resumem apenas à estética: a hora da limpeza também fica muito mais fácil! Enquanto os móveis com puxadores requerem mais atenção e esforço na hora de tirar a sujeira, no mobiliário que não leva estes acessórios basta limpar a superfície lisa e, assim, economizar tempo e energia.

Mas você deve se perguntar: será que a ausência de puxadores dificulta o abre-fecha destes móveis? É aí que entram alguns mecanismos que permitem que esta funcionalidade continue sem causar incômodos. Por exemplo:

Mecanismo tip-on:


Em inglês, tip significa “ponta” e tip-on dá a ideia de pressionar a ponta, ou o cantinho. Neste sistema mecânico, para abrir uma porta basta empurrá-la levemente no canto. Para fechá-la basta uma breve pressão para que ela trave novamente.

Acabamentos chanfrados:


As portas e gavetas são fabricadas com cortes na diagonal praticamente invisíveis que podem ser localizados ao lado, em cima ou embaixo do móvel e permitem colocar as mãos para fazer o movimento de abertura.

Agora que você já conhece as vantagens dos móveis sem puxadores fica mais fácil comparar e decidir qual utilizar na próxima decoração! Lembre-se: ela tem que ficar do jeito que você mais gosta.


http://www.araucopaineis.com.br/

segunda-feira, outubro 17, 2016

Tinta para parede: fosco, semibrilho ou acetinado?

Você sabe que tipo de acabamento escolher: fosco, semibrilho ou acetinado?


Você sabe a diferença entre eles? 
Na verdade, há outros tipos de acabamentos mas os mais utilizados são estes.



Acabamento fosco 

. Se tiver algum defeito na parede, como por exemplo mal acabamento, ondulações, etc. a tinta fosca disfarça melhor.
. Tem maior tendência à proliferação de fungos já que é difícil de limpar.
. Para cores escuras, esta é a mais indicada justamente por não realçar os defeitos da pintura.
. Geralmente esta tinta é mais barata comparada às outras.
. Indicado para parede e teto.

Exemplo:


Acabamento acetinado

. Possui brilho intermediário entre o fosco e semibrilho.
. Facilita a limpeza, ao contrário do fosco.
. Este acabamento permite boa resistência à algas e mofos.
. Indicado para ser aplicado nas paredes, tetos, portas e rodapés.

Exemplo:


Acabamento semibrilho 

. Possui mais brilho que os outros tipos, além de reflexos intensos.
. Indicado para portas e janelas.
. Deve ser aplicado onde não há nenhuma imperfeição.
. Pode ser usado interna e externamente.

Exemplo:


sexta-feira, setembro 02, 2016

Como escolher o tamanho ideal de tapete para qualquer ambiente da sua casa.

Na hora de escolher um tapete não dá para se preocupar apenas com o fato dele ser bonito, de boa qualidade e se vai combinar ou não com o resto da sua decoração. O tamanho do tapete vai influenciar muito para deixar o ambiente mais harmonioso. 


Comprar um tapete no "olhômetro" as vezes pode trazer algumas surpresas. É importante você saber a medida do ambiente e também dos seus móveis, isso vai garantir que você acerte na hora da escolha. A gente tem algumas dicas que podem ajudar você a escolher o tapete certo sem medo de ser feliz.



Na cozinha


O uso do tapete na cozinha tem a finalidade de proteger o piso dos respingos de gordura e água, evitando assim possíveis escorregões.

Eles devem ter o equivalente a largura do item que precisa de proteção (pia, geladeira ou fogão). Isso é o suficiente, pois essas são as áreas que mais vão precisar ser protegidas.

Se sua pia, geladeira e fogão estiverem instalados do mesmo lado da sua cozinha, uma boa opção é medir toda essa extensão e escolher uma passadeira que crie uma base única para essa área de maior tráfego.











Na sala de jantar



A vantagem de se ter um tapete na sala de jantar é a de impedir que seu piso fique danificado com o “vai e vem” das cadeiras.

O tapete ideal para esse ambiente da casa deve seguir o próprio formato da mesa: tapete quadrado para mesas quadradas e tapete redondo para mesas redondas.

Na hora de escolher o tamanho certo deve-se levar em consideração não só a medida do tampo da mesa, mas também das cadeiras afastadas como se as pessoas estivessem sentadas.

Uma boa dica é acrescentar 70 cm de borda a mais do que o tampo da mesa. Isso garante que mesmo durante o uso as cadeiras estejam sempre sobre o tapete.

















Na sala de estar 

Quando falamos em decoração, principalmente na sala de estar, não existe muita regra e nem muito padrão a ser seguido.Levar em consideração o bom senso e o que mais combina com sua personalidade é sempre a melhor saída, porém sempre tem uma dica ou outra que pode seguida para deixar o ambiente mais harmonioso, e uma delas é posicionar o tapete para que fique pelo menos 30 cm debaixo dos móveis.

Fazer isso também ajuda a fixar a peça e evita deslizes. Mas isso não impede que os tapetes na sala sejam usados reunindo vários móveis sobre ele ou também soltos, marcando o comprimento da sala.

Quanto ao tamanho do tapete, deve ser sempre proporcional ao tamanho da sala.















No quarto 

O quarto é o lugar mais íntimo da sua casa, e é exatamente por esse motivo que nesse ambiente vale quase tudo para você se sentir bem. Um tapete vai contribuir muito para deixar seu quarto mais aconchegante, então vale a pena investir no seu bem estar.

Um tapete único, que abrange quase toda a extensão da cama, é bastante utilizado e cai muito bem em quartos grandes. Se optar por esse tipo de tapete, o ideal é que sempre sobre no mínimo 50 cm de borda para fora da cama e deixe livre o espaço onde são colocadas as mesas de cabeceira.

Já os tapetes nas laterais da cama são mais práticos e podem ser utilizados sem muito receio de errar, basta colocar dois tapetes estreitos iguais, um de cada lado, no caso das camas de casal. A medida nesse caso também deve ser a da lateral da cama, descontando o espaço onde ficam dispostas a mesas de cabeceira.






Além dessas opções ainda existe uma infinidade de maneiras de escolher um tapete para seu quarto, como os soltos nos pés da cama, ou os que abrangem completamente a extensão da cama, entre outras. O importante é nunca se esquecer de verificar as medidas da sua cama e a proporção do seu quarto antes de adquirir um tapete, isso evita o risco de comprar um modelo grande ou pequeno demais para o ambiente.






sábado, agosto 27, 2016

Porcelanato Líquido e Piso 3D







O porcelanato líquido, também conhecido como piso epóxi, vem conquistando um espaço cada vez maior nos projetos arquitetônicos e de decoração brasileiros.

Suas duas principais características são o altíssimo grau de brilho e a ausência de emendas: seu acabamento é perfeitamente liso.

Apesar de já ser utilizado há mais tempo em ambientes públicos, institucionais e comerciais (lojas, hospitais, indústrias, cozinhas, quadras esportivas, etc) ele agora começa a ser utilizado em residências de alta classe.

Isso acontece porque os fornecedores requerem aplicação mínima de 100 metros quadrados, o que em geral caracteriza imóveis mais caros e extensos.

No entanto com a rápida popularidade do piso epóxi a tendência é que a exigência de metragem mínima caia, assim como os preços.




Como Funciona o Piso Epóxi ou Porcelanato Líquido


O piso epóxi monolítico não apresenta rejuntes

O porcelanato líquido é um sistema de impermeabilização e acabamento para pisos. Trata-se de uma resina à base de plástico termofixo – ou seja, ele endurece quando adicionado a outros agentes químicos, formando a camada do revestimento epóxi.

Essa manta líquida é aplicada sobre o piso já existente, conferindo atributos de uniformidade, brilho e impermeabilização.

O piso epóxi pode ser: 

Multilayer, ou monolítico: não apresenta rejuntes, trincas ou emendas;

Decorativo: com estampas, padrões, cores e desenhos. Aqui entra a variação 3D e 3D líquido;

Espatulado: muito usado pelas indústrias, pois é resistente a grandes pesos, tráfego excessivo, arraste e produtos químicos;

Auto Nivelante: não possui juntas de dilatação. Indicado para áreas de alto tráfego;

Poliuretano: indicado para áreas internas e externas com bastante circulação. Resistente a raios UV.


É muito importante não confundir o piso epóxi (ou revestimento epóxi) com a tinta epóxi: o primeiro é mais espesso e resistente.

Vantagens do Porcelanato Líquido


Por não possuir rejunte, o porcelanato líquido confere maior uniformidade ao ambiente; somado ao seu alto brilho, o efeito final é bastante leve e sofisticado.

A impressão é a de que o cômodo é mais amplo – sem contar com o fato de que a ausência de emendas evita o acúmulo de sujeiras e fungos.

O piso epóxi é de fácil manutenção, além de ser bastante resistente e durável.

Pode ser aplicado sobre contra-pisos, pisos frios ou até mesmo de madeira. Para isso, a superfície não precisa ser totalmente lisa.

Para conseguir um efeito perfeito do porcelanato líquido para o piso da sua loja ou residência, não dispense a participação de um arquiteto ou decorador.


Porcelanato 3D líquido.


A última moda em porcelanato líquido decorado é o piso 3D líquido.

Conhecido internacionalmente como 3D liquid flooring (ou piso líquido em 3D), ele é caracterizado por imagens hiperrealistas do fundo do mar, como golfinhos, corais, tartarugas marinhas, peixes, tubarões, ondas e areia.

A impressão é a de que se está caminhando sobre a água.

A técnica foi inventada em Dubai, Emirados Árabes, a partir de uma impressora especial capaz de reproduzir em grande escala o desenho escolhido.

Após instalar a ilustração no piso ou parede, aplica-se a resina de porcelanato líquido e um verniz, que só aumentam o efeito líquido.


Porcelanato líquido decorado



A limpeza do dia-a-dia deve ser feita com detergentes neutros. Não use abrasivos.

A primeira limpeza deve ser feita 24 horas após a instalação.

Faça revisões dentro da periodicidade recomendada pelo fornecedor. O desgaste natural do piso pode exigir uma nova aplicação na área.

Evite arrastar móveis e objetos pesados sobre o piso epóxi: ele pode trincar. Proteja os pés com adesivos de feltro para esse fim.

Se o piso trincar, isole o ponto danificado, recolha o material lascado e solicite a visita de empresas especializada.

Fonte de referência: Masterplate – especializada em pisos epoxis, resinados e de concreto polido.

sexta-feira, agosto 12, 2016

Grama Artificial



Se você pretende instalar grama sintética, mas ainda não estão totalmente convencido de que é uma boa ideia, depois de ler este artigo, você vai mudar de opinião! Mesmo sendo uma opção um pouco cara, no final é investimento muito inteligente porque os benefícios de uma grama artificial serão mantidos a longo prazo. 

Quer saber mais? Leia e aprenda um pouco mais sobre esta opção que pode dar aquele toque de beleza natural que você está procurando em sua casa.



​1.Material resistente


As fibras que formam as lâminas da grama são feitas de nylon ou polipropileno e podem ser manufaturadas de diversas maneiras diferentes. Assim como um tapete, ela é usada para cobrir superfícies inteiras. Você pode instalar a grama não só em jardins, mas também em espaços residenciais, comerciais e mesmo industriais.

​2. Pode ser usada em ambientes internos

Outra vantagem maravilhosa da grama sintética é que você pode adaptá-la e colocá-la em qualquer espaço fora do convencional. É possível instalar este tapete verde em áreas internas de sua casa, como o quarto de brincar das crianças, a sala de tevê ou qualquer outro espaço que você deseje que emane a tranquilidade da grama verde.

​3. Nem o cimento ou o porcelanato serão um obstáculo


Se você acha que a cerâmica ou o cimento vão impedir a instalação de grama artificial, vamos dar-lhe a boa notícia: não há problema nenhum! Pelo contrário, essas podem ser superfícies ideais para instalar o tapete de grama, porque vai poupar todo o processo de nivelamento.

​4. Fácil manutenção


Manter a grama artificial é muito simples. Você precisa apenas passar um ancinho para remover folhas mortas e deixar a grama alta. Para remover a poeira, basta esguichar água com uma mangueira. Se você quiser um resultado ainda melhor, não será mais que você gasta aspiração uma ou duas vezes por ano, passe o aspirador um a duas vezes por ano.

​5. Não se preocupe com animais de estimação


Se por algum motivo seus animais de estimação fizerem suas necessidades na grama artificial, não se preocupe, ela não será danificada. No caso de fezes duras, apenas as remova e passe sobre a área uma escova com água para remover detritos. A urina você precisará limpar com a mangueira.

​6. Ela não pega fogo fácil


Ao contrário do que muitos acreditam, a grama artificial não é inflamável. Se a brasa de um cigarro cair e permanecer muito tempo em contato, o máximo que pode acontecer é que a área fique marcada.

​7. Economia de água e tempo

Ao contrário da grama natural, que você precisa fazer uma manutenção e irrigação constante, você não precisa se preocupar com a grama sintética. E o melhor de tudo: ela está sempre verde!

​8. Investimento a longo prazo

Embora a instalação seja cara, certamente vai valer a pena o investimento. Se levarmos em conta tudo o que você economizar em fertilizantes, podador, ou quaisquer outros serviços de máquinas ou de manutenção.

​9. Nada de pragas


Uma preocupação a menos: você não precisa combater insetos indesejáveis ou pragas irritantes. Muitas vezes, eles são o motivo da “dor de cabeça” das pessoas quando elas têm um jardim natural. Com isso, você também economiza em inseticidas.

​10. Fácil instalação


Instalar não é complicado. Seu processo consiste em passos simples que dependem da área onde você está colocando. Em geral, você precisa nivelar o espaço e, para isso, você pode usar o cascalho que também facilita a drenagem. Em seguida, uma malha geotêxtil é colocada para proteger a grama junto aos adesivos de poliuretano especiais para essas instalações.

​11. Existem modelos decorativos, mais charmosos do que os criados para campos de futebol


Entre os modelos de grama artificial se encontra os decorativos que é ideal para jardins terraços e complexos desportivos, pela sua elevada suavidade, conforto sob os pés e alta resistência ao tráfego.

​12. Em resumo: a grama é bonita e funcional

Este tipo de grama é ideal para áreas comerciais, de baixo tráfego. Sua aparência natural, de baixa densidade torna uma das opções mais baratas. E agora que você sabe tudo sobre relva artificial é não só convidamos você a encontrar o que melhor se adapte às suas necessidades. Lembre-se que a sua aquisição ao invés de uma despesa, é um investimento a longo prazo.

Depois de ler estas dicas sobre a grama sintética, você colocaria na sua casa?


quinta-feira, agosto 11, 2016

Quebra-sol | Trespa Brasil



Trespa® nos apresenta seu produto Sunblinds®, quebra-sol, um sistema de placas arquitetônicas desenhadas para o fechamento de fachadas e segundas peles. É ideal para gerar uma boa proteção à radiação, reduzindo a carga térmica necessária para a refrigeração. Seus desenhos permitem o emprego de luz natural, ventilação e não obstaculizam a relação visual com o exterior.


Este produto tem um excelente comportamento no exterior, é muito fácil de manipular e apresenta um baixo conteúdo de energia primaria LCA (Life Cecle Analesis).

As treliças podem ser colocadas em diferentes direções dependendo da orientação solar da fachada. Assim, para uma fachada norte, se utiliza uma treliça horizontal fixa, para uma orientação poente-nascente, horizontais móveis e praticáveis, em uma fachada noroeste – nordeste, lâminas verticais fixas.


SOLUÇÕES PARA CONSTRUÇÃO
Existem 5 soluções construtivas disponíveis no mercado. Cada uma delas, com um desenho particular, que não apenas conta com as funções descritas anteriormente, mas que também pode dar ao projeto uma singular estética:

1. Sistema de Lâminas horizontais fixas: Treliça fixa ou de correr de lâminas fixas horizontais de 0º ou 60º realizada com painel de resinas termo-endurecíveis Trespa Meteon® FR (Fire Retardant) DS (acabamento por ambas as faces). 
As placas irão fixadas com um sistema de clipes em alumínio e fixação oculta com parafusos EJOT segundo a espessura do painel. As lâminas vão fixadas a um marco de alumínio fixo ou de correr.

2. Sistema de Lâminas horizontais móveis: Sistema de lâminas móveis horizontais com placa de Resinas termo-endurecíveis Trespa Meteon® 13 mm FR DS fixada nos extremos e que se fecham no plano vertical mediante sistemas manuais ou motorizados automatizados. 
As lâminas mecanizadas no canto superior e inferior permitem que se fechem no mesmo plano vertical. O conjunto de lâminas horizontais podem ir fixadas a um bastidor de alumínio fixo, de correr ou de abrir.

3. Venezianas de correr: Veneziana de correr composta por uma placa de Resinas termo-endurecíveisTrespa Meteon® de 10 o 13 mm FR DS, sem bastidor perimetral e fixada com um sistema de guias de correr na parte superior e inferior. A placa pode ir mecanizada segundo desenho seguindo as recomendações deTrespa®.

4. Venezianas de abrir: Veneziana de abrir composta por uma placa de Resinas termo-endurecíveis Trespa Meteon® de 10 ou 13 mm FR DS, com bastidor perimetral. O bastidor irá fixado à esquadria da superfície vertical mediante articulações de aço inoxidável. A placa pode ser mecanizada seguindo desenho do arquiteto e seguindo as recomendações da Trespa®.

5. Mecanização Personalizada

Society Hill. TianJin Guoming / LaiYinZhiHua design group
Este edifício está localizado em Tianjing, China, e foi desenhado pelo arquiteto LaieinZhiHua design group. Sua fachada foi revestida com placas Trespa Meteon® Metallics cor vermelho-cobre. 
Em certas zonas a placa é mecanizada por perfurações alargadas, permitindo o ingresso de luz e ventilação, além de gerar um desenho particular na fachada.

- Sistema de Lâminas horizontais móveis + Venezianas de correr 

Veneziana de correr composta por uma placa de Resinas termo-endurecíveis Trespa Meteon® de ≥ 8 mm FR DS com bastidor perimetral e fixada com um sistema de guias de correr na parte superior e inferior ao bastidor. 

O bastidor não deve sobrepassar as medidas indicadas na tabela 2. A placa pode ser mecanizada segundo desenho do arquiteto e seguindo as recomendações entregues pela Trespa®.











Fassade Internat BBZ / Pook, Leiska & Partner





Este edifício de habitação localizado em Magdeburg, Alemanha, utiliza um revestimento de cores alternadas. Placas Trespa Meteon® cores creme, ocre e vermelho carmim vão se alternando, gerando o revestimento.

O ritmo da fachada se transforma no grande atrativo visual deste projeto. Por outro lado, as placas podem ser movidas, mudando o aspecto da fachada e variando a proteção solar.


- Venezianas de abrir


Hotel mod05 / Enrica Mosciaro, Fusina 6 Verona, Itália.


Foi revestido com placas verticais utilizando ripas de Trespa Meteon® da linha Wood Decors® (Italian Walnut, Montreux Amber e Elegant Oak).
Durante a noite, a luz do interior passa por entre as placas, o revestimento adquire um aspecto mais leve. O efeito resulta numa estética bastante atrativa.








Complexo Residencial / Arquiteto Michele Sfregola


Edifício localizado em Barletta, Itália, do arquiteto Michele Sfregola





College of Music / SIZ-IX Architectes






Esta escola se encontra localizada em Tassin La Demie Lune, França. Aqui, o arquiteto de SIZ-IX Architectesdesenha uma fachada rítmica de cor negra e diferentes tonalidades verdes, mecanizando as placas que cobrem as janelas.


Para mais informações, você pode visitar o espaço de TRESPA® em nosso Catálogo de Produtos ou ir diretamente a http://www.trespa.com/pt/






Fonte: http://www.archdaily.com.br/catalog/br/products/3615/quebra-sol-trespa-brasil

domingo, julho 31, 2016

Jardim vertical




Os jardins verticais têm conquistado espaço no paisagismo brasileiro. Eles foram criados para amenizar a falta de áreas verdes nos centros urbanos e também para modificar a paisagem de locais com espaços pequenos.

O jardim vertical é um sistema que pode revestir qualquer tipo de parede ou muro interna ou externamente. Os sistemas podem possuir irrigação automatizada por gotejamento ou o cuidado pode ser feito manualmente, dependendo do tamanho.

A fachada externa verde é uma ótima forma de revitalizar edifícios e combater as ilhas de calor urbano. No caso de paredes internas, a parede verde pode purificar e limpar o ar, pois retém compostos orgânicos voláteis (COV), materiais particulados, fumaça de cigarro, além de manter o conforto térmico agradável.

O CicloVivo separou oito sistemas de jardins verticais que já chegaram ao mercado brasileiro. Cada um deles possui características específicas.

1. Blocos Pré-Moldados

O método de bloco pré-moldado foi criado pela empresa Neo Rex. Eles existem em dois modelos: bloco de concreto fundido, com jardineiras contínuas, e o bloco de concreto socado, com jardineiras em zigue-zague. “Ambos os modelos podem ser instalados rente a muros impermeabilizados ou até sem nenhum apoio, pois os blocos têm nichos para passar vigas de sustentação” explica Roberto Hess, diretor da empresa em entrevista à Revista Natureza. Veja como eles funcionam:


2. Técnica Wall Green

O sistema Wall Green é vendido em kits, que deve ser montado por um sistema de encaixe e forma uma estrutura com capacidade para receber 18 plantas. O sistema modular é do tipo faça você mesmo, e você pode compor jardins verticais ou horizontais, da maneira que preferir. A estrutura é de plástico injetado e pode ser fixada em diferentes tipos de superfícies. O vaso e o sistema de regas precisam ser adquiridos separadamente. O kit pode ser comprado pelo site da Thermogreen.


3. Green Wall Ceramic

A técnica da empresa Green Wall Ceramic utiliza blocos cerâmicos que podem ser fixados em paredes em muros utilizando argamassa. É necessário descascar a pintura da parede para que o bloco seja fixado mais facilmente. Após a instalação é necessário impermeabilizar o painel com produtos atóxicos, como os utilizados em reservatórios de água, para não prejudicar as plantas. As jardineiras podem ser pintadas ou receberem outro tipo de acabamento. Para painéis grandes, é necessário instalar um sistema profissional de irrigação por gotejamento.


4. Treliças e Vasos

Para construir este jardim vertical é necessário primeiramente chumbar uma treliça metálica à parede ou muro. Depois disso é só pendurar vasos meia lua à treliça. A treliça metálica precisa ser tratada para resistir às intempéries. Se o jardim for grande e alto, será preciso investir em um sistema de irrigação. Também pode ser utilizada a tela de alambrado, que já vem pronta e tratada, para utilizar este método. O paisagista Alex Hanazakié especialista na técnica.


5. Técnica PET

Este método, desenvolvido pelo arquiteto Marcelo Rosenbaum, reutiliza garrafas plásticas para compor um lindo jardim vertical. A sugestão é ideal para casas que não têm grandes áreas para jardins. Além disso, se torna também uma solução para os resíduos, que deixam de ser descartados e ganham uma utilidade diferente da original. As garrafas ficam suspensas, amarradas em cordas de varais. Clique aqui para ver o passo a passo.


6. Fibra de Coco

Esta técnica é perfeita para espaços pequenos como varandas e apartamentos. Por ser confeccionada por um material natural, parte dela pode ficar aparente, sem prejudicar o visual. Deve-se impermeabilizar a parede que vai receber o painel antes. O painel de fibra de coco pode ser parafusado na estrutura. A empresa Coquimcomercializa as peças para todo o Brasil.


7. Técnica Vasos Meia Lua

Este sistema é ideal para decorar pequenos espaços. “A distribuição dos vasos depende do estilo e do gosto particular” explica a ceramista Vanisa Cury à Revista Natureza. Utilizar vasos do mesmo material é uma boa solução para garantir a harmonia do jardim vertical, porém não existem regras. No site do paisagista Bruno Carettoni também é possivel encontrar muitas ideias.


8. Técnica Quadro Vivo

Os quadros verdes foram desenvolvidos pela paisagista Gica Mesiara. É só escolher um local iluminado na casa e trazer o verde para dentro. O quadro é fixado com parafusos e buchas. A estrutura é vedada para evitar vazamentos e umidade, o sistema de rega pode ser computadorizado ou manual.


Fonte Revista Natureza e  CicloVivo