Sábado, Julho 31, 2010

GreenWall Ceramic


GreenWall Ceramic é opção prática para a criação de jardins verticais



Ivam Grambek
Utilizados como alternativa à falta de espaço ou para embelezar as paredes, os jardins verticais vieram para ficar e, cada vez mais, paisagistas e clientes apostam no recurso para integrar o verde à casa. Fabricado pela Cerâmica Nova Conquista, o GreenWall Ceramic chega ao mercado como uma opção prática e funcional para a montagem de painéis.
Com design inovador e tecnologia nacional, o módulo cerâmico é feito de uma composição de argila, utilizado para construção de jardins verticais tanto em áreas internas como externas. “O módulo foi desenvolvido pensando na aplicação em qualquer área, servindo como divisória de ambientes, horta vertical de ervas aromáticas, temperos e condimentos, parede de orquidários, plantas exóticas, bromélias e outras. O que conta é a criatividade na execução do projeto”, destaca André Miranda, diretor da Cerâmica Nova Conquista.

Ivam Grambek Projeto do arquiteto e paisagista Sérgio Gonzalez aproveita o muro para cultivar uma horta (3 m2) com manjericão, manjericão- roxo, minitomates, alecrim, pimentas e cheiro-verde. O acabamento é de pastilha de vidro nas cores verde, verde-claro e branco.
Ivam Grambek


Na maioria dos casos, o painel padrão (2,5 x 3 m) pode ser instalado em qualquer parede rígida, desde que estruturada para suportar um excedente de peso. Para composições maiores, o mais indicado é fazer o cálculo estrutural, a fim de evitar problemas futuros. Cada bloco de GreenWall possui 29 cm de comprimento, 25 cm de altura e 19 cm de profundidade e seu assentamento é feito diretamente na alvenaria com argamassa flexível, por meio de amarração, utilizandose, para isso, a meia-peça, módulo que apresenta comprimento de 14,5 cm. Cada m2 de GreenWall (13,5 módulos) custa R$ 149.
O GreenWall Ceramic já é adaptado para escoamento do excesso de água, devendo o instalador prever a captação dessa água na parte inferior. A impermeabilização do painel é obrigatória e deve ser realizada com produtos específicos. “Esses produtos devem ser atóxicos, para não prejudicar o desenvolvimento adequado das espécies”, alerta André. Com relação ao acabamento, o que vale é a criatividade, pois o GreenWall Ceramic permite o uso de uma diversidade de materiais. Algumas sugestões propostas podem ser a aplicação de pintura, pátina, textura e pastilha de vidro, entre outros materiais.

Sidnei Bloch
Para a alvenaria suportar o peso de 566 módulos (40 m2), o arquiteto Edson Moisés da Silva removeu o emboço original e instalou- os diretamente na parede. Bromélia-desombra, chifre-de-veado, avenca, peperônia, columeia e samambaias compõem o painel. Abaixo, o paisagista Jades José Spagnol deixou o muro mais bonito com o jardim vertical (13 m2) composto por orquídea chuva-de-ouro, dracena, samambaia e avenca. O conjunto, com acabamento de tinta preta, utilizou 176 módulos de GreenWall.
Ivam Grambek

Jardim
Após a execução da parede é preciso aguardar sete dias para início do plantio. Respeitado esse período, o plantio das espécies é feito de maneira usual. O substrato fica alojado na parte inferior do módulo, que tem capacidade para 3 kg, e a escolha das espécies deve respeitar o clima e a insolação do local. As plantas ideais para esse tipo de jardim não podem apresentar raízes profundas, nem necessitar de grande quantidade de terra e de água para seu desenvolvimento, para não terem seu crescimento comprometido.
Dependendo do tamanho do painel, a irrigação pode ser feita manualmente, porém, para dimensões maiores, o módulo permite a adaptação de um sistema embutido de irrigação por gotejamento. A facilidade construtiva permite que o produto acondicione soluções de irrigação automáticas, garatindo a qualidade da formação verde após o plantio, além da manutenção descomplicada.

fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/60/artigo179530-2.asp

Sexta-feira, Julho 30, 2010

O jardim perdido

Este jardim, no Sul da Inglaterra, pertenceu à família Tremayne, no século 16.

No entanto, em 1914, a primeira Guerra Mundial levou à morte 16 dos 22 jardineiros que trabalhavam para a família.

A partir daí, totalmente abandonado, o jardim foi gradativamente sendo coberto pelo mato e, assim, desaparecendo.





Em 1991, o escritor e poeta, Thomas Gray, incentivou os moradores da região a formarem um grupo com o objetivo de restaurar o jardim, respeitando todas suas características originais. 
O extenso restauro do jardim demorou 14 anos para ser totalmente concluído, sendo transformado em ponto turístico.  

A atitude do grupo teve êxito notável, não só com a revitalização do jardim, mas também porque colaborou com a economia  local, gerando empregos na região de Heligan.


fonte:   http://blogdepaisagismo.lopes.com.br

Cadê o telhado?


Para compor com projetos contemporâneos aposte nas coberturas planas, herança da arquitetura modernista, que tirou os ornamentos excessivos das edificações




O projeto da arquiteta Beatriz Dutra conta com telhas de barro que ficam escondidas atrás da platibanda de 50 cm, executada em alvenaria. O telhado da casa tem inclinação de 10% e recebeu proteção com manta impermeável. O beiral foi executado em concreto e pintado.
Fotos: Divulgação
As casas modernistas acabaram com o ecletismo na arquitetura e trouxeram suas formas simples, adequadas à vida contemporânea. Uma das características mais marcantes destes projetos é a cobertura plana, em que o telhado fica escondido. Mas como são executadas estas obras? Quais são as diferenças para as coberturas convencionais e os cuidados a serem tomados?
Execução do projeto
"O uso dos 'telhados modernistas' é cada vez mais recorrente na arquitetura. Trata-se de uma cobertura escondida através de platibandas (paredes baixas e isoladas para formar as bordas do telhado).
Com ou sem telhas?
Para a execução é possível utilizar telhas ou não. Se a opção for pelo uso, a cobertura é executada sobre uma lajeforro, que recebe uma estrutura auxiliar para fixação das telhas (podendo ser tesouras, pontaletes ou empenas de alvenaria) que direciona as águas pluviais para calhas embutidas, que por sua vez direcionam para os condutores. As telhas mais usadas são de barro, alumínio ou fibrocimento. Como ficarão escondidas, a aparência não será fator relevante. Já para projetos com coberturas sem telhas,  é preciso a execução de uma laje impermeabilizada, que recebe uma camada de regularização com caimento mínimo de 1% em direção aos coletores de águas pluviais. Em um projeto modernista, utilizamos beirais e platibandas, como elementos predominantes de fachada, que ajudam a esconder o telhado.
Escoamento correto
Para projetos com esse tipo de telhado, a laje plana, escondida pelas platibandas, recebe uma pingadeira de chapa metálica dobrada para impedir que a água escorra pelas paredes.  É indicada a execução desse telhado com uma pequena inclinação. "Se houver telhas planas, deve ficar em torno de 7%. Com telhas de barro, a inclinação é maior, mas é preciso estudar se a altura do telhado ficará baixa o suficiente para não aparecer na fachada"
A inclinação dependerá do comprimento da cobertura e do tipo de telha utilizada. "Para as telhas trapezoidais, a inclinação recomenda é de 5% a 9%. Para as onduladas, de 9% a 18%". "Para cada metro de telha, exige-se 5 cm de altura. Também é muito comum não haver necessidade de recobrimento (uma telha sobre a outra), o que deixa a inclinação ainda menor". 



Na casa projetada pela arquiteta Taina Tikkanen, o telhado foi projetado com telhas
metálicas trapezoidais com inclinação de 9%. A platibanda de 50 cm de altura foi
construída em alvenaria de blocos cerâmicos com pingadeira em chapa metálica dobrada.
Em vez de beiral, Taina optou por algumas lajes de concreto impermeabilizadas com
Vedapren branco, que têm a função de proteger as janelas.



Platibanda
Trata-se de uma pequena parede, de cerca de 1 m de altura, executada com a finalidade de 'arrematar' o topo das edificações, utilizada na maioria dos casos para esconder o telhado. "Elas são executadas em alvenaria, podendo ser uma continuação da parede externa da casa", afirma Nascimento.
A arquiteta Beatriz Dutra conta que utiliza tijolos de barro ou cimento e que não existe uma altura padrão para a platibanda. "Também é possível fazer uma espécie de beiral em concreto, que serve para proteger as paredes externas das chuvas".
É preciso ficar atento à impermeabilização deste elemento. "A mesma proteção da laje deve subir na platibanda, ao menos 30 cm. O canto dela deve ser arredondado e a manta deve ser instalada em uma reentrância que é protegida por um mastique (material impermeável flexível que impede a infiltração nesse ponto vulnerável da manta). O topo da platibanda deve ser protegido por uma pingadeira, que além da chapa metálica dobrada, também pode ser executada em concreto".

Para não entrar água
Se a laje for apenas impermeabilizada, ela deve possuir caimentos para os condutores que devem ser dimensionados em função da área da cobertura. Taina ainda sugere aplicar manta asfáltica sobre primer com proteção mecânica de areia e cimento de, no mínimo 3 cm, com uma malha de tela galvanizada (tipo galinheiro) ou telas plásticas.Se forem utilizadas telhas, são necessários calhas e condutores. Como qualquer telhado, precisamos destes componentes. O ideal é esconder os condutores dentro das paredes para um melhor resultado estético.
Vantagens
As coberturas modernistas tenham custo menor de execução. "Nos dias de hoje, estamos com certa escassez no mercado de madeira. Por isso, a utilização de um sistema convencional tem tornado as construções mais caras. Fora isso, a manutenção da cobertura plana sem telhas, quando bem executada e dimensionada, é praticamente nula.
 A principal diferença para um telhado comum é que, como ele fica escondido, não é preciso utilizar telhas bonitas, que são caras, nem estruturas pesadas ou difíceis de executar. "Por essas mesmas razões, esse tipo de telhado acaba ficando mais barato". A construção também é mais rápida.
Conforto térmico
Se não forem utilizadas telhas, é preciso cuidado para garantir uma temperatura agradável dentro de casa. "Necessitamos adicionar à execução da laje placas de isopor, argila expandida, mantas de fiberglass ou outro material isolante térmico, para que o pavimento sob a laje fique com temperaturas adequadas". Outra opção é usar uma telha de alumínio, tipo 'sanduíche', que recebe poliuretano expandido - além do conforto térmico tem bom desempenho acústico.
Opção sustentável
"Uma tendência atual é utilizar uma cobertura vegetal, o chamado telhado ecológico. Porém é preciso muito planejamento com sistema de drenagem e análise estrutural, para ver se a laje aguenta o peso".




O arquiteto Adérito Nascimento optou pelas telhas trapezoidais de alumínio com injeção de poliuretano expandido para controle térmico e acústico (Thermotelha). O telhado da casa, com inclinação de 5%, fica escondido atrás das platibandas, executadas com 1,40 m de altura. Em alguns pontos da fachada frontal, a platibanda foi construída usando os mesmos materiais das paredes da casa: alvenaria resvestida com massa texturizada. As platibandas mais altas do telhado detrás da casa foram feitas com alvenaria revestida com argamassa de cimento e bianco, simulando concreto aparente. Os beirais foram executados em concreto armado também revestidos com a mesma argamassa. Somente foi feita impermeabilização sobre os beirais de concreto, usando-se manta asfáltica.
fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/44/artigo130173-2.asp

Cerâmica com texturas e estampas

São tendências para pisos e paredes.
















Acessórios: Tuttille
Coleção Artista, da Biancogrês, 33 x 58 cm, R$ 224 o m2


Cachepot: Espaço Til
Lajota cerâmica, da Mosaicor, 30 x 30 cm, R$ 31 o m2
Acessórios: Tuttille

fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/58/artigo175375-4.asp





Quinta-feira, Julho 29, 2010

Especial Niemeyer


O arquiteto em frente ao Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em Niterói Divulgação

A construção da nova capital projetada por Niemeyer, Brasília, aconteceu de 1956 a 1960.

Inauguração de Brasília em 21/04/1960, ápice do governo Juscelino Kubitschek

Obras da Biblioteca Nacional de Brasília em 2005, à frente da Esplanada dos Ministérios Bruno Stuckert/Folha Imagem
Obras da Igreja de Nossa Senhora Aparecida, em 1961. A construção consumiu 12 anos Folha Imagem

A Catedral de Brasília, inaugurada em 1970, incorpora estética modernista de Niemeyer Luiz Claudio Lacerda/Divulgação
Interior da Igreja de Nossa Senhora Aparecida, Catedral de Brasília Kadu Niemeyer
A catedral é ornada por esculturas dos quatro evangelistas, Marcos, Mateus, Lucas e João Tuca Vieira/Folha Imagem

Fachada do Congresso Nacional, inaugurado pelo então presidente Juscelino Kubitscheck AFP
Detalhe do anexo do Congresso Nacional, o famoso prédio em forma de "H" de Niemeyer Tuca Vieira/Folha Imagem

Entrada do Congresso Nacional, que abriga o Senado Federal e a Câmara dos Deputados Tuca Vieira/Folha Imagem

Homem passa por entre as colunas do Palácio do Congresso Nacional Tuca Vieira/Folha Imagem
Prédios da Câmara (no alto) e do Senado (embaixo), projetados por Oscar Niemeyer Sérgio Lima/Folha Imagem

O Palácio do Itamaraty, que é ornado pela escultura ?O Meteoro?, de Bruno Giorgi Lula Marques/Folha Imagem



Escada no interior do Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores Tuca Vieira/Folha Imagem

O Memorial Juscelino Kubitschek, construído em Brasília e inaugurado em 1981 Luiz Claudio Lacerda/Divulgação

Uma coluna de 28 metros sustenta a estátua do presidente Juscelino Kubitschek no memorial Juliana Doretto/Folha Imagem

Vista do conjunto arquitetônico do Complexo Cultural da República, o Museu da República José Varella/Correio Brasiliense

Detalhe do Complexo Cultural da República, em Brasília Bruno Miranda/Correio Brasiliense
Vista noturna do Palácio do Planalto, inaugurado pelo ex-presidente Juscelino Kubitscheck AFP

Construção do Parque do Ibirapuera, em comemoração ao quarto centenário de São Paulo Folha Imagem

O Conjunto do Ibirapuera, projeto de Oscar Niemeyer localizado na capital paulista Luiz Claudio Lacerda/Divulgação

Vista aérea do conjunto arquitetônico do Parque do Ibirapuera, em São Paulo Tuca Vieira/Folha Imagem

O Auditório deveria celebrar o 450º aniversário de SP, mas foi entregue dois anos depois Divulgação

Vista externa da entrada do Auditório do parque Ibirapuera Divulgação

O Auditório do Ibirapuera tem vista para o parque por uma porta retrátil atrás do palco Divulgação

O foyer e acesso à platéia do Auditório do parque Ibirapuera Fernando Morais/Folha Imagem
Detalhe do prédio da Bienal, parte do conjunto arquitetônico do Parque do Ibirapuera Vieira/Folha Imagem
Marquise do Parque Ibirapuera, projetada em 1954, em foto de 2006 Tuca Vieira/Folha Imagem

Em 2006, a Marquise do Ibirapuera tinha problemas como rachaduras e infiltração de água Tuca Vieira/Folha Imagem

Construção da Oca, no Parque do Ibirapuera, em 1954 Folha Imagem

Parte do Complexo da Pampulha, projetado por Niemeyer em Belo Horizonte (MG) Divulgação
Parte do Complexo da Pampulha, projetado por Niemeyer em Belo Horizonte (MG) Divulgação
Parte do Complexo da Pampulha, projetado por Niemeyer em Belo Horizonte (MG) Divulgação
Igreja São Francisco de Assis, parte do conjunto arquitetônico da Pampulha Tuca Vieira/Folha Imagem


Vista lateral da Igreja São Francisco de Assis, parte do conjunto da Pampulha Luiz Claudio Lacerda/Divulgação




Interior da Igreja São Francisco de Assis, parte do conjunto arquitetônico da Pampulha Vailton da Silva Santos/Folha Imagem
Painel pintado por Cândido Portinari no interior da igreja de São Francisco de Assis Caio Caramico Soares

O bairro da Pampulha foi bancado pelo então prefeito de BH, Juscelino Kubitscheck Vailton Silva Santos/Folha Imagem
Vista da Casa do Baile, parte do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, inaugurada em 1943 Alex de Jesus/O Tempo
A Casa do Baile funcionou até 1948 na Pampulha, projeto de Niemeyer construído em 1940 Alex de Jesus/O Tempo
Vista da estação hidroviária de Charitas, em Niterói (RJ), projetada por Oscar Niemeyer Ana Carolina Fernandes/Folha Imagem


O Museu de Arte Contemporânea de Niterói (1991) foi instalado junto à Baía de Guanabara Claudio Lacerda/Divulgação



Vista da Baía da Guanabara e do MAC-Niterói, o "museu do disco voador" Reuters
O Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Niterói (RJ), projeto de Oscar Niemeyer Eduardo Castanho/Divulgação

Forma no Espaço 1, escultura de Niemeyer exposta no Museu de Arte Contemporânea de Niterói Ana Ottoni/Folha Imagem

A estrutura da Fundação Oscar Niemeyer, em Niterói, à época (2004) em fase de finalização Felipe Varanda/Folha Imagem
Interior do Teatro Popular de Niterói, cuja primeira versão do palco desagradou Niemeyer Marcelo Nogare/Folha Imagem

O Tetro Popular, em Niterói, marcou o início das comemorações do centenário de Niemeyer Ana Carolina Fernandes/Folha Imagem

Lateral do Teatro Oscar Niemeyer, conhecido como Tetro Popular, em Niterói (RJ) Ana Carolina Fernandes/Folha Imagem

Edifício Copan, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, no centro de São Paulo Eduardo Knapp/Folha Imagem

Foto do edifício Copan exibida em exposição na galeria Tate Modern, em Londres Andreas Gursky/Divulgação

Fachada do edifício Copan em 2001, que passaria por uma reforma orçada em R$ 20 milhões Ed Viggiani/Folha Imagem
Vista da janela de um dos apartamentos do Edifício Copan, em São Paulo Divulgação
Fundos do Edificio Copan, em março de 2006, que então comemorava 40 anos de construção Tuca Vieira/Folha Imagem

Escadaria de emergência do Copan, um dos maiores edifícios residenciais da América Latina Tuca Vieira/Folha Imagem
Vista geral do Memorial da América Latina, no bairro da Barra Funda, em São Paulo (SP) Divulgação

Lado oposto do Memorial da América Latina, no bairro da Barra Funda, em São Paulo (SP) Leonardo Wen/Folha Imagem

Passarela do Memorial da América Latina, no bairro da Barra Funda, em São Paulo (SP) Leonardo Wen /Folha Imagem

O Memorial, inaugurado em março de 1989, é ornado pela escultura "Mão", também de Niemeyer Antônio Gaudério /Folha Imagem
Inauguração do NovoMuseu Arte Arquitetura Cidade em Curitiba (PR), em novembro de 2002 Alan Marques/Folha Imagem

Visitante passeia sob marquise do Museu Oscar Niemeyer em Curitiba, no Paraná Renato Stockler/Folha Imagem

NovoMuseu Arte Arquitetura Cidade, projetado por Oscar Niemeyer em Curitiba, no Paraná Pedro Ivo Dubra/Folha Imagem

Interior do NovoMuseu Arte Arquitetura Cidade, que tem projeto de Oscar Niemeyer Albari Rosa/Folha Imagem

Interior do NovoMuseu Arte Arquitetura Cidade, que tem projeto de Oscar Niemeyer Albari Rosa/Folha Imagem

Niemeyer assina o projeto da Universidade de Constantine (1996), na Argélia Michel Moch/Divulgação

Universidade de Constantine, na Argélia, projeto criado em 1996 Luiz Claudio Lacerda/Divulgação

Casa de Cultura do Havre (França), obra de Oscar Niemeyer Divulgação

Igreja São Daniel Profeta, construida nos anos 60, projeto cuja autoria Niemeyer renega Marco Antonio Rezende/Folha Imagem

Fachada da sede da editora Mondadori, em Milão (Itália), projetada por Oscar Niemeyer Reprodução
Sede do Partido Comunista Francês em Paris, instalado desde 1967, projeto de Niemeyer Luiz Claudio Lacerda/Divulgação

Sede do Partido Comunista Francês, em Paris Michel Moch/ Divulgação

Imagem da Casa das Canoas, no Rio de Janeiro, obra de Niemeyer realizada em 1952 Luiz Claudio Lacerda/Divulgação

Fachada do edifício Eiffel (São Paulo), projetado em 1956 pelo arquiteto Oscar Niemeyer Greg Salibian/Folha Imagem
Sala de um dos apartamentos do edifício Eiffel (SP), projetado em 1956 por Niemeyer Greg Salibian/Folha Imagem

Antiga sede da Editora Bloch no bairro da Glória, Rio de Janeiro (RJ), projeto de Niemeyer Ana Carolina Fernandes/Folha Imagem
O prefeito de Paris discursa em frente à escultura "A Mão e a Flor", de Niemeyer, em 2007 AFP

Pavilhão do Brasil na Feira de Nova York (1939-40), projeto de Lucio Costa e Niemeyer Divulgação
Pavilhão do Brasil na Feira de Nova York (1939-40), projeto de Lucio Costa e Niemeyer Reprodução/Arquivo Nacional

Interior do pavilhão do Brasil na Feira de Nova York, projeto de Lucio Costa e Niemeyer Reprodução/Arquivo Nacional

Sede da ONU (1946), projetada por um grupo de arquitetos liderados por Oscar Niemeyer Reprodução