terça-feira, agosto 31, 2010
Funcionais, volantes e lindos
Usar um banco apenas como divisória de ambientes ou apoio no corredor é subestimar o seu poder. Versátil, esse móvel pode virar estante, se passar por mesa de centro, peseira de cama e mais.
Biblioteca criativa
Empilhados, os bancos Ipanema, da Butzke, feitos de eucalipto certificado (1,20 x 0,42 x 0,43 m), formam um móvel original para guardar livros e objetos. Com acabamento laqueado, cada um sai por R$ 575, na Isto é Brasil
Poltrona da Marché Art de Vie com almofadas do Empório Beraldin. Banco de ferro, potiche e taça do Depósito São Martinho. Despertador da Art Mix. Vaso rococó e quadrinho amarelo da Corporação de Ofícios. caixas organizadoras da Org Store.Naparede, acrílico sobre tela de Miriam de Los Angeles, da Arterix. Piso patinado da Linha Antiquity, da Indusparquet. Tapete kilim Patchwork, da Século Tapetes.
Mistura boa no jantar
A rusticidade do banco de peroba com pés de bandeira (1,80 x 0,45 x 0,35 m), R$ 390, do Depósito Santa Fé, traz calor ao ambiente que exala elegância e design
Na parede, papel de parede Bobinex, encontrado na Etna, e espelho da Tok&Stok. Mesa de jantar da Estar Móveis e zabutons da Futon&Home. Inspiradas na Panton, poltronas da Bali Express. Banqueta DBOX. Piso patinado da linha Antiquity, da Indusparquet.
Quarto quente
O banco de ferro forgè Albertas (1,20 x 0,50 x 0,45 m), R$ 1.444, da Secrets de Famille, dá o apoio informal e até romântico ao pé da cama
Na parede, tintas acrílicas marrom, da Lukscolor, e em tons de azul, que deram o efeito executado com carimbo, da Coisas da Doris, de onde também são o vaso e a xícara. colcha e almofadas (sobre a cama e decoração), da Casa da Besica. A listrada é do Empório Beraldin.Manta Missoni e caixa da Conceito Firma Casa. Notebook Sony.Mala de chenile da Villa Nova. Gaiola de bamboo da Wharehouse. Poltrona Womb Chair da Tok & Stok. Piso da Indusparquet. Tapete da Tabacow.
fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI159717-16937,00-FUNCIONAIS+VOLANTES+E+LINDOS.html
domingo, agosto 29, 2010
Tecnologia OLED desafia LCD com menor consumo de energia
Uma nova geração de telas ultrafinas e com baixo consumo de energia está abrindo caminho até o mercado, estendendo a duração das baterias a novos limites e talvez representando um futuro desafio aos monitores de cristal líquido (LCD), mais pesados e de maior consumo energético.
Novas telas que brilham sozinhas estão chegando para concorrer com os mais complicados monitores de LCD —os quais requerem iluminação de fundo—, oferecendo imagens de vídeo mais nítidas para celulares inteligentes, consoles de videogame e players portáteis de mídia.
Mas os observadores do setor dizem que vai demorar alguns anos para que surja um vencedor claro entre os novos formatos, capaz de derrotar o LCD.
Os diodos orgânicos emissores de luz (OLED) e as tecnologias de bi-estabilização são os desafiantes mais prováveis ao domínio do LCD.
Uma tela OLED funciona com até 40% menos energia do que um LCD de dimensões comparáveis, e pode ser duas vezes mais fina, porque não precisa da iluminação de fundo.
Tecnologias como essa já estão em uso em aparelhos portáteis de menor porte, como os players de música da Samsung Electronics e da Reigncom, e em um celular ultrafino da Kyocera.
E a Sony planeja vender televisores de pequeno porte equipados com telas OLED a partir do segundo semestre deste ano.
"Nos aparelhos portáteis, são as telas que mais consomem energia. A questão essencial é a energia, e o brilho", disse James Kim, analista da Lehman Brothers na Coréia do Sul.
Os analistas calculam que o iPhone, da Apple, lançado sexta-feira nos Estados Unidos, talvez venha a ser equipado com tela de maior eficiência energética, como os modelos OLED, dada a curta duração das baterias em seus modelos piloto equipados com telas LCD.
"Faz sentido que a Apple adote telas OLED. Eles estão trabalhando para melhorar a questão das baterias", disse Kim Woon-ho, analista na Prudential Investment & Securities.
"Os fabricantes de OLED têm certa expectativa de que a Apple promova essa mudança, embora não existam planos firmes, no momento", acrescentou.
Novas telas que brilham sozinhas estão chegando para concorrer com os mais complicados monitores de LCD —os quais requerem iluminação de fundo—, oferecendo imagens de vídeo mais nítidas para celulares inteligentes, consoles de videogame e players portáteis de mídia.
Mas os observadores do setor dizem que vai demorar alguns anos para que surja um vencedor claro entre os novos formatos, capaz de derrotar o LCD.
Os diodos orgânicos emissores de luz (OLED) e as tecnologias de bi-estabilização são os desafiantes mais prováveis ao domínio do LCD.
Uma tela OLED funciona com até 40% menos energia do que um LCD de dimensões comparáveis, e pode ser duas vezes mais fina, porque não precisa da iluminação de fundo.
Tecnologias como essa já estão em uso em aparelhos portáteis de menor porte, como os players de música da Samsung Electronics e da Reigncom, e em um celular ultrafino da Kyocera.
E a Sony planeja vender televisores de pequeno porte equipados com telas OLED a partir do segundo semestre deste ano.
"Nos aparelhos portáteis, são as telas que mais consomem energia. A questão essencial é a energia, e o brilho", disse James Kim, analista da Lehman Brothers na Coréia do Sul.
Os analistas calculam que o iPhone, da Apple, lançado sexta-feira nos Estados Unidos, talvez venha a ser equipado com tela de maior eficiência energética, como os modelos OLED, dada a curta duração das baterias em seus modelos piloto equipados com telas LCD.
"Faz sentido que a Apple adote telas OLED. Eles estão trabalhando para melhorar a questão das baterias", disse Kim Woon-ho, analista na Prudential Investment & Securities.
"Os fabricantes de OLED têm certa expectativa de que a Apple promova essa mudança, embora não existam planos firmes, no momento", acrescentou.
sábado, agosto 28, 2010
Cubas
Do ateliê Daniele Drummond, a Cuba M tem 38 cm de diâmetro e pode ser encontrada nas cores laranja, vermelho, lilás, turquesa, pistache, branco, caramelo e verde folhagem. A cerâmica é vitrificada e selada a 1240ºC. O preço sugerido é R$1,2 mil
As cubas de resinas da Sicmol estão disponíveis em várias cores e formato. O preço varia entre R$ 100 e R$ 450.
A cuba de cerâmica Milão, da Astra, dispensa o uso de torneira, pois já cumpre a função de saída de água. O preço para o consumidor final deve girar em torno de R$ 650.
Lançamento da Astra, a cuba Las Vegas é feita de silicone e é ideal para áreas litorâneas, já que esse material inibe a ação da maresia. O valor para o consumidor final será, em média, R$ 950.
A linha Milão, da Sicmol, é feita de madeira curvada com a proteção frontal de vidro, vedada para evitar o vazamento de água. O preço de mercado deve variar entre R$ 700 e R$ 800.
Feito de resina de poliéster, a Cuba Redonda com 50 cm de diâmetro foi desenhada por Rubens Szpilman. O formato lembra uma nave espacial invertida. O preço de mercado será de R$ 2,5 mil. Disponível em 30 cores diferentes.
A Cuba Quadrada de 44 x 44 cm do ateliê Daniele Drummond será comercializada após a Revestir. Feita de cerâmica vitrificada, o preço estimado é de R$1,2 mil.
Com cuba de vidro acoplada, o gabinete Ravel, da Astra, é composto por tampo de vidro, detalhes cromados e base de madeira.
fonte: http://casa.abril.com.br
Cubas
A cuba Strip, da Brascor, é feita de Corian, uma superfície sólida mineral. A combinação em preto e branco garante a o visual moderno da peça.
Feita de cerâmica, a Cuba Milão, da Japi, é autossuficiente: não precisa de torneira para funcionar. Com um toque no botão metálico localizado na parte frontal da peça, a água é liberada na forma de cascata.
Personalizável, a cuba Duo, da Brascor, permite que o cliente escolha a cor e o desenho da peça. Também é feita de Corian.
A linha Brasil, da Japi, traz dois modelos produzidos em madeira certificada. As cubas Petrópolis e Guarujá são impermeabilizadas e protegidas contra fungos e insetos que atacam a madeira. A limpeza das peças deve ser feita somente com pano úmido e sabão neutro.
A artista plástica Daniele Drummond cria, a partir da cerâmica de alta temperatura, peças únicas. A Cuba Bowl tem a superfície externa toda desenhada.
O charme deste banheiro feminino, de 4,20 m2, ficou por conta da cuba de apoio vermelha e das pastilhas salpicadas na área da bancada e do box. Detalhe simples e barato, de acordo com a arquiteta. Para que as pastilhas fossem inseridas, os azulejos de 9,5 x 9,5 cm foram cortados na obra no canto superior ou inferior.
A cuba de cerâmica marrom, de 50 x 30 cm, com 18 cm de altura, combina perfeitamente com o vermelho forte deste lavado. Da Espaço 2, sai por R$ 400.
Ousada, a louça em cor preta se destaca em qualquer ambiente. A cuba ICA3, fabricada pela Icasa, mede 39 x 36 cm, com 14,5 cm de altura, e vale R$ 280.
Vencedora do IF Design 2008, a cuba em meia-lua L1036, da Deca, é de fine fireclay. Mede 38 cm de diâmetro, e suas bordas inclinadas têm altura variável entre 9,5 e 19,5 cm. Custa R$ 250.
A cuba Ondina, da Bergan, tem dimensões diferenciadas: 70 x 42 cm, com 11 cm de altura. Feita de corian dupont, custa R$ 1 145,10.
A cuba de apoio Água mede 50 x 38 cm, com 15 cm de altura. A peça de louça faz parte da linha Essencial, da Celite. Vale R$ 353,10.
De poliéster macio, a cuba Almeria, da Produza, é quase quadrada (34 x 34,5 cm, com 14 cm de altura). O interessante é que, em seu interior, o desenho é arredondado. Sai por R$ 930.
Fabricada pela Produza, a cuba de alumínio fundido Espanha mede 36,5 cm de diâmetro e 12 cm de altura. Custa R$ 990.
Com design diferenciado, a cuba de louça Donna tem 43 cm de diâmetro e 52,5 cm de altura e afunila na parte que fica apoiada sobre a bancada. Da Roca, sai por R$ 171,20.
A Hortência (34 x 34 x 14 cm) é de resina de poliéster. Sicmol, R$ 299, na Creare
Nome da linha: Enseada Fabricante: Brascor
Opções de cores: branca
Opções de acabamento: corian
Porque é novidade: A cuba é feita de corian, material sem porosidade, que não acumula cheiro nem microorganismos e possui design inspirado na orla brasileira.
Opções de cores: branca
Opções de acabamento: corian
Porque é novidade: A cuba é feita de corian, material sem porosidade, que não acumula cheiro nem microorganismos e possui design inspirado na orla brasileira.
Lançamento da Brascor, a Craquelada Redonda é constituída pelo material Magic Stone nas laterais e por vidro craquelado em sua superfície. Com diâmetro de 35 cm ela ganha vida ao ser iluminada por neon. Preço estimado de R$1,3 mil.
Pedras de efeito
O aspecto natural é a característica que mais favorece o uso de pedras no jardim. Mesmo rústicas, elas dão um visual sofisticado a muros, paredes e pisos.
Seixos em escalada
Esconder um muro de 4m de altura é um desafio. A primeira alternativa viável geralmente é o plantio de trepadeiras para encobrir a parede e dar profundidade ao jardim. Nesta casa paulistana no alto de Pinheiros, no entanto, essa possibilidade foi descartada por conta da presença de um lençol freático a 1m de profundidade do solo. Como solução, o paisagista Alex Hanazaki usou o muro para criar um cenário e dar impacto à área verde. a parede foi revestida com seixos rolados de rio, colocados um a um sobre um fundo de argamassa. O trabalho artesanal previu o encaixe de pedras menores nos vãos para tirar completamente a visão do cimento. maciços de fórmio (1) ladeiam a parede a fim de suavizar sua altura. O deque de itaúba frisada foi elevado na área de acesso à casa de máquinas da piscina. Alex aproveitou e fez do ressalto um banco. a jabuticabeira (2) ganhou mais terra, sustentada dentro de uma caixa de concreto aparente, que ficará encoberta com o tempo. isso porque, os aspargos-rabo-de-gato (3) foram estrategicamente posicionados no entorno para ninguém notá-la – tarefa nada difícil com tantos elementos para admirar.
Quase um lago
Mesmo fechada em uma caixa de cimento de 1,60m de comprimento, a fonte parece desaguar no caminho de seixos maranhão que percorre este corredor nos Jardins, em São Paulo. autora do jardim com jeitinho brejeiro, a paisagista Paula Galbi apostou em maciços ordenadamente volumosos, que dão a sensação de estarem dentro d’água. Bromélias diversas (1), barbas-de-serpente variegadas (2), clúsias (3), dracenas-arbóreas (4), íris-tigresa (5) e papiros (6) correm pelos dois lados da construção em “U”, aproximando o verde dos grandes panos de vidro.sema finalidade de ser uma área de circulação de pessoas, o corredor foi explorado com espécies mais cheias. ao lado da fonte, que abriga vasos com minipapiros (7) e minicopos-de-leite (8), a paisagista incluiu um banco de sucupira clara. dele, sim, dá para curtir a paisagem.
Mesmo fechada em uma caixa de cimento de 1,60m de comprimento, a fonte parece desaguar no caminho de seixos maranhão que percorre este corredor nos Jardins, em São Paulo. autora do jardim com jeitinho brejeiro, a paisagista Paula Galbi apostou em maciços ordenadamente volumosos, que dão a sensação de estarem dentro d’água. Bromélias diversas (1), barbas-de-serpente variegadas (2), clúsias (3), dracenas-arbóreas (4), íris-tigresa (5) e papiros (6) correm pelos dois lados da construção em “U”, aproximando o verde dos grandes panos de vidro.sema finalidade de ser uma área de circulação de pessoas, o corredor foi explorado com espécies mais cheias. ao lado da fonte, que abriga vasos com minipapiros (7) e minicopos-de-leite (8), a paisagista incluiu um banco de sucupira clara. dele, sim, dá para curtir a paisagem.
fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI159724-16939,00-PEDRAS+DE+EFEITO.html
Saiba como o jornalista Fernando Gazzaneo, que mora em um loft de 30 m² no centro de São Paulo aproveitou bem o espaço pequeno
Com simplicidade e economia, apê de 30 m² fica prático
O apartamento retangular tem distribuição simples. No ambiente reservado ao quarto, a cama também atua como sofá (1). A sala cumpre o papel de estar e canto de leitura. A bancada em uma das laterais (2) é usada como mesa de refeições, acompanhada de charmosas banquetas. Como a metragem é enxuta e não há muitas divisórias, a ventilação e a luz natural são favorecidas. Os móveis foram destinados às regiões rentes às paredes, deixando o centro livre. Assim, Fernando não tem problemas para receber os amigos, que estão sempre na sua casa.
Sobre a cama, ficam as almofadas de 45 x 45 cm. A Punapra (preta e branca, de algodão) custa R$ 43 cada e a Fujian (cru, de poliéster) R$ 51,23 cada no Espaço Til. Os vários pôsteres vieram do amigo Apo Fousek, dono de uma empresa especializada. Os presentes agradaram em cheio, já que o morador é fã de arte pop. Pregado na parede roxa, um dos quadros favoritos é uma sequência de fotos de Otto Stupakoff que retratam o músico Tom Jobim. Este foi encontrado no Instituto Moreira Salles e emoldurado no Lojão, tupo por R$ 240.
Sob o aparador, os banquinhos do tradicional modelo Pop 70 (que fez parte da infância de Fernando), comparecem em roxo fluorescente junto à bancada de refeição. Eles foram encontrados na Tok & Stok, por R$ 29,90 cada. Um dos destaques do canto é o retrato da pintora mexicana Frida Kahlo, assinado pela artista Saramello para a Urban Arts, foi arrematado por R$ 98 no site da loja. A poltrona.
Em todo o apartamento, os poucos móveis são soltos do chão, acoplados às paredes - dessa forma, fica fácil varrer e passar pano úmido no piso cerâmico branco que cobre toda a quitinete. O trabalho em madeira é do Marceneiro Marcos, e saiu por R$ 3663, entre apoiadores, estante e cama. O tapete preto produzido a mão, delimita a área reservada à sala. Foi feito pela artesã Sonia e saiu por cerca de R$ 400. Ao fundo, o armário pequeno: um cabideiro, cinco gavetas, uma sapateira e um maleiro onde ele consegue guardar suas roupas e o enxoval da casa, sem aperto. Quando recebe hóspedes para dormir, abre o colchão inflável (guardado no maleiro) e acolhe a visita com conforto. A poltrona de couro sintético modelo Nest, comprada na Manicor Decorações por R$ 699, ajuda a acomodar as visitas. E se nem ela, nem os banquinhos derem conta de receber tantos amigos em encontros sociais, o tapete assume seu lado cadeira. Sem a menor cerimônia.
Jornalistas adoram ter um monte de espaço para guardar material de consulta. Como sempre foi contra o excesso de móveis no apartamento, Fernando imaginou que prateleiras seriam uma boa alternativa para organizar seus livros e cadernos, sem juntar coisas demais. Apostou em três pranchas acima da bancada do computado e se deu por satisfeito..
No quarto, o tapete cru de chenile (0,90 x 1,50 m) da Espaço Til custou R$ 112,56. Ele combina com a cadeira giratória Rany, que conta com regulagem a gás, da Manincor Decorações, R$ 429. A leitura é parte importante no cotidiano do morador. Por preferir a iluminação indireta, ele espalhou vários abajures pela casa. No teto, o pendente Life, de alumínio escovado, tem cara de modelo de uso industrial. Foi comprado na Telhanorte por R$ 112,90. Sobre a mesa, a luminária articulada Nairóbi, da Tok & Stok, custou R$ 199. Já no batente que dá passagem a corredor, a charmosa luminária japonesa – um fio com bolas vermelhas de papel – foi presente, vindo de uma lojinha na Liberdade, bairro da capital paulista.
fonte: http://casa.abril.com.br/materias/apartamentos/simplicidade-economia-ape-30-m-fica-pratico-586558.shtml#1 Revista Minha Casa
sexta-feira, agosto 27, 2010
Fish House em Cingapura, uma casa ecologicamente correta
A Fish House é um projeto de Guz Architects, uma empresa que pretende produzir arquitetura inspirada pela natureza, mas em escala humana. O projeto Fish House em Cingapura é uma casa ecologicamente correta à beira-mar onde todos os moradores de cada quarto tem vistas para o oceano, bem como para o jardim e para a sua enorme piscina.
“O nosso principal objetivo era criar uma residência com uma integração perfeita da natureza ao seu redor, portanto, a água tinha um papel fundamental para alcançar isso.”
Esta casa é simplesmente surpreendente. Eles conseguiram misturar elementos muito interessantes, como estruturas de madeira, objetos de tecnologia de ponta e um jardim no telhado, que torna o ambiente ser totalmente integrado com seu entorno.
Apê de 25 m²: feminino, descolado e multifuncional
Adorei este projeto, saiu na revista Minha Casa. Muito interessante, Belíssimo, Se eu morasse sozinha meu apê seria nesse estilo.
A quitinete de Denise tem uma planta diferente da convencional, além de um pilar redondo estrutural (1). Para ganhar área livre e ter a sensação de amplitude, Denise investiu em poucos móveis. Na parte mais larga, foi possível reservar uma área para a sala, com o sofá e as estantes, e outra para o quarto, representado pela cama suspensa (2). O pé-direito alto, de 2,90 m, facilitou a instalação do móvel. A televisão fica na parede oposta à da janela, o que possibilita que seja vista do sofá e da cama. O janelão acolhe a entrada de muita luz natural, e por causa disso, a solução foi adotar uma cortina curta, que não sobrecarregasse o ambiente, já enxuto. O tecido encorpado filtra a entrada de luz e colabora na hora de ver TV.
Peça-chave, a mesa de centro Chiclets é assinada pelo designer Felipe Reis. Tem rodízios e foi produzida em tamanho especial para Denise: 1x0,75x0,20m. Saiu por R$ 420 há cerca de um ano. O porta guarda-chuva modelo Hidrante é um cinzeiro sem tampa! Foi comprado nas Lojas Tokyo, por R$ 216. O sofá Origami (1,80 x 0,80 x 0,85 m) de Fernando Jaeger custou R$ 1800 (peça de mostruário), e os barquinhas coloridos que Denise encontrou em uma loja da rua do Gasômetro, em São Paulo, por R$ 10, foram personalizados por Denise com papéis colados.
Charmosa, a minigeladeira fica em plena sala. Dessa forma, poupa espaço na cozinha, que tem apenas 2,20 m2. Mas, para que fizesse parte da decoração do ambiente mais importante do apê, Denise elegeu um modelo retrô e de cor forte, sobre o qual arruma copinhos em uma bandeja – assim, ainda facilita o serviço no dia a dia. O modelo Retrô (48x51x80cm), de 76 litros, é da Brastemp. Fast Shop, R$ 897,83 (ou 10 x R$ 99,90). Para completar, o pinguim arremata o visual descolado.
A manutenção simples do piso frio, de cerâmica, agiliza a limpeza da quitinete. Como Denise tem duas gatinhas, isso é fundamental. Quando recebe os amigos, o que é frequente, Denise oferece, além do sofá, as almofadas com jeitinho de futon, tudo bem informal - cada uma delas sai por R$ 140, na Cinerama. Do lado direito do refrigerador, o rack Access é da mesma linha do modelo de parede. Mede 1,20 x 0,40 x 0,39 m, e é encontrado na Tok & Stok por R$ 220.
Uma das últimas grandes aquisições foi a estante que se estende pela parede de 4m.Com o móvel cheio de nichos, a moradora conseguiu organizar livros, objetos decorativos e mimos como os muitos porta-retratos. O móvel é composto por duas unidades Access pequenas (1,20 x 0,30 x 0,91 m) e uma grande (1,40 x 0,30 x 2,02 m), da Tok & Stok. De MDF com laminado melamínico, a combinação sai por R$ 1018.
Mesmo com pouco espaço, Denise conseguiu delimitar ambientes valendo-se de uma forma esperta de distribuir os móveis: o tapete é entrada para o quarto e os banquinhos demarcam as fronteiras da sala. A cama de casal suspensa feita sob medida pelo Marceneiro Jairo, por R$ 1900, fica cerca de 1 m abaixo do teto – assim Denise pode sentar sem risco de bater a cabeça. Embaixo, sobrou 1,70 m de altura para o closet, que tem duas araras metálicas e uma prateleira alta, fixada na própria estrutura da cama, resistente porque é feita de madeira maciça. O desafio é manter as coisas em ordem, já que ficam aparentes: uma cortina (Cinerama, R$ 140) esconde os pertences quando a preguiça bate mais forte que o desejo de arrumação. De quebra, o varão é aproveitado como guarda-corpo. Lindos, a cadeira de balanço e o lustre completam o ambiente. A primeira, da Zingara Design, foi arrematada por R$ 700 no Mercado Livre, e o último, da Etna, custou R$ 90.
fonte: http://casa.abril.com.br/materias/apartamentos/ape-25-m-feminino-descolado-multifuncional-589397.shtml#4
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