quarta-feira, agosto 31, 2011

A morada de Marrie Poppins




Elemento-símbolo da personagem, o guarda-chuva marca presença no ambiente sofisticado, que apresenta mobiliário em estilo provençal e detalhes femininos



Personagem criada pela escritora australiana Pamela Lyndon Travers, em 1934, Marrie Poppins é a estrela do quarto desenvolvido pela loja Pat Stucchi bébé. “Devido ao sucesso do quarto Marrie Poppins lançado no ano passado, surgiu a ideia da releitura com base nas referências do livro. Assim, o ambiente identifica o mesmo charme e beleza, diferenciando os detalhes e mantendo exclusivamente o toque de elegância presente no conto. Dessa forma, atende as mamães mais exigentes”, explica a empresária Pat Stucchi sobre o espaço em exposição no showroom da loja, em São Paulo.

Forrock.

Depois de um bom tempo fechada em reforma, a casa de shows Forrock estará de volta à ativa. Dia 2 de setembro o Forrock volta a receber shows, com uma estrutura diferente e bem mais confortável - com mudanças na área de bares, na bilheteria, lounge, camarotes e banheiros climatizados, entre outras mudanças que deixaram a casa de cara nova.



terça-feira, agosto 30, 2011

“Color Block”

 Para quebrar a monotonia !
Tendência na moda, o "color blocking" chega ao mundo da decoração distribuindo bloco de cores vibrantes em ambientes, móveis e acessórios. É a atitude atual para fugir dos espaços monocromáticos, clássicos e neutros

O “Color Block” (ou bloco de cores, em português) é tendência que está em alta no mundo da moda. Looks com composição de cores contrastantes, alguns com tonalidades néon, têm rejuvenescido o visual das mulheres. De acessórios a looks completos, surgem combinações sem limites. A regra saiu das passarelas para conquistar o universo da decoração e design de interiores.

O estilo “color blocking” reúne, em apenas um ambiente, diferentes cores vibrantes, alegres e inusitadas. De forma harmônica e equilibrada, arquitetos e decoradores foram buscar na tendência a inspiração para renovar projetos, tanto em detalhes e peças decorativas como em ambientes inteiros. Porém, não basta misturar tons, texturas e cores de forma aleatória.

Para a arquiteta Priscila Toniolo, é preciso estudar os contrastes e a melhor forma de utilizá-los: “Um efeito harmônico usa bases neutras como tons de branco, bege ou marrom”. Cores transmitem mensagens, então, é fundamental que estejam de acordo com a personalidade do morador. Segundo o arquiteto Rogério Castro, “em ambientes íntimos ou de descanso, melhor optar por cores calmas, suaves e românticas”. Cores vibrantes funcionam em ambientes de convivência. “O brasileiro é um povo alegre, hospitaleiro. A cor denota esse traço da nossa cultura”, reforça.

A seguir, selecionamos sugestões de “blocos coloridos” em projetos de profissionais que não têm medo da cor. Melhor dizendo, das muitas cores, ao mesmo tempo e agora!

beaujolais + azul-Tiffany + laranja fechado

lilás + turquesa + pink +
lima


Neza Cesar - designer de interiores
“As cores transformam e por isso precisam estar de acordo com o momento da pessoa. Foi o que aconteceu na escolha do contraste para esse projeto feito para um fotógrafo moderno e eclético. Escolhi cores quentes e fechadas como o vinho Beaujolais e o berinjela, que são mais introspectivas. Já o floral fúscia das poltronas e o laranja fechado do sofá trazem alegria e energia para o ambiente. Procurei o equilíbrio entre tons quentes e cores que esfriam como o azul-Tiffany e verde-maçã, que acalmam e tranquilizam. Essa composição resultou em um projeto estiloso e chique”



Brunete Fraccaroli -
arquiteta
“Embora sejam intensas, as cores se complementam de forma harmônica e deixam o espaço arrojado.
O color
blocking pode ser usado em
qualquer ambiente, desde que haja equilíbrio. É necessário que
combine também com o estilo
das pessoas que viverão no espaço.
Esta sala foi projetada para um casal
jovem e
despojado que desejava um
ambiente funcional, aconchegante e
contemporâneo. As cores precisam
ser aplicadas na medida certa.
Normalmente optamos por uma
tonalidade predominante no
ambiente e completamos com
outras nos detalhes, unindo cor
e elegância.”




rubi + esmeralda + açafrão + azul-califórnia
Tieko Matsuda - arquiteta

“É preciso perder o medo de ousar! O segredo para usar cores vibrantes está em dosá-las de acordo
com o ambiente. Aqui, por exemplo, utilizei cores que provocam o convívio, a descontração e a
alegria. O vermelho estimula o apetite e funciona bem no espaço gourmet. As outras cores destacam
os elementoschave como a bancada verde-esmeralda para recepcionar o banquete e o fogão a lenha
amarelo-açafrão.”




púrpura + verde-cítrico + royal + amarelo-pistache
amarelo-primário + 
azul-metálico +
tomate



Priscila Toniolo & Pablo Trejes - arquitetos
“As cores vibrantes usadas neste projeto tiveram a intenção de remeter ao clima tropical, já que o apartamento se localiza na beira da praia do Campeche, em Florianópolis. O contraste de tons quentes e frios forma um ambiente alegre e luminoso sem exageros. O amarelo-pistache e os tons de púrpura remetem à luminosidade e o calor do sol. Já o verde-cítrico e o azul-royal fazem lembrar o frescor do céu e do mar”

Aurélio Begliomini -
designer de interiores
“Acredito que as cores são muito mais
que panos de fundo para os projetos.
Funcionam como integração ou intersecção
entre os ambientes, não importa de que forma apareçam: em objetos, detalhe de móveis ou
paredes inteiras. Neste projeto usei um quadro
do renomado pintor espanhol David Dalmau.
Esse tom fantástico de azul não briga com a
parede em tom amarelo. No passado, o colorido
era utilizado até de forma mais intensa. Eu
gosto de intensidade, mas prefiro equilíbrio e harmonia”






rosa tutti-frutti + carbono + verde-maçã

tangerina + amarelo-ouro 
+ grafite




Leo Shehtman -
arquiteto
“Escolhi essa mistura de cores porque trabalhei com uma marca conhecida e determinante, a Missoni. A combinação entre os tons de rosa tutti-frutti, verde-maçã e azul-caborno remete a um clima descontraído e alegre, extremamente sofisticado. Essa casamento de cores é uma escolha marcante, por isso pode ser usada em todos os ambientes ou até mesmo nos detalhes”

Graciela Piñero - arquiteta
“Numa fusão entre o real e o virtual,
 propus uma atmosfera transcendental
para este cômodo. Por meio das cores,
pode haver outras possibilidades para
uma simples cozinha. Além disso,
coresfortes transmitem sensação de
resistência  e durabilidade”





verde-floresta + curry + vermelho-primário

laranja + verde-musgo + 
amarelo-metálico



Ana Claúdia S. Carmello & Rozânia B. Nicolau -
arquitetas
“Nossa proposta era sair da linguagem comum para lavanderias e projetar um espaço completamente diferente do habitual. Para isso criamos um ar vintage na composição entre a imagem pin-up e as cores verde-floresta, vermelho-primário e, para completar, amarelo-curry. Com o mix de cores quentes, intensas e vibrantes conseguimos alcançar um estilo retrô”


Patricia Novoa - arquiteta
“Neste espaço, uma bilioteca caseira,
quis apresentar uma nova forma de leitura,
inclusive com a utilização das últimas
tecnologias. As cores empregadas foram fundamentais nesse contexto. A convivência
do amarelo, laranja e verde no mesmo espaço pressupõe ousadia, transgressão e
modernidade - tudo a ver com o conceito
do ambiente”

segunda-feira, agosto 29, 2011

Theatro Municipal de São Paulo

Teatro Municipal de São Paulo ganhou recursos tecnológicos para receber espetáculos que abusam da tecnologia
Para quem conhecia o teatro, a sensação é de que os espaços estão amplos, luminosos. "A tinta antiga tinha um tom de creme que escurece com o tempo. Os detalhes dourados estavam desgastados, apareciam menos", diz Lilian Jaha, arquiteta do corpo técnico do teatro.

Já no palco, os equipamentos são austríacos. Os mesmos instalados na Casa de Ópera de Copenhague, na Dinamarca. Entre outras possibilidades, o sistema permitirá que os cenários sejam trocados em questão de segundos, acionados por um botão.

"O Municipal deixa para trás um modo ultrapassado de fazer espetáculo, entrando em um universo contemporâneo", diz o arquiteto José Augusto Nepomuceno, responsável pelas obras do palco.
As chamadas varas, que sustentam os cenários, ainda funcionavam manualmente. Técnicos do teatro realizavam a movimentação por meio de cordas, com pesos de 20 quilos, que se somavam até levantar a cenografia. Isso limitava o Municipal a comportar apresentações cujos cenários não pesassem mais do que 150 quilos.

Agora, essas estruturas poderão chegar aos 950 quilos. A plateia pode não perceber de imediato a importância da novidade. Mas a mudança deve atrair companhias internacionais, que costumam ter enormes cenários e coreografias que dependem da interação com a cenografia.  

Foto: Paulo Vitale
 
O Theatro Municipal de São Paulo em imagem noturna: edifício chega perto dos 100 anos novo em folha
Após três anos fechado para reformas, o Theatro Municipal de São Paulo finalmente vai reabrir as portas. Com a fachada revitalizada, um palco mais moderno, vitrais e pinturas recompostos e poltronas restauradas (agora com assentos e encontos vermelhos, não mais verdes), o edifício quase centenário está novo em folha.
A extensão da reforma já pode ser sentida logo ao entrar no teatro. O hall de entrada, com sua majestosa escadaria de mármore e esculturas em bronze, parece mais luminoso. "A tinta antiga tinha um tom que escurecia com o tempo", explica a arquiteta Lilian Jaha, do corpo técnico do Municipal. "Os detalhes dourados também estavam desgastados".



Foto: Paulo Vitale 
Hall de entrada: muito mármore e mais luz
Nas paredes do hall, agora há pinturas que imitam veios de mármore, muito próximas do que havia em 1911. "Encontramos essa imitação de mármore (a técnica chama-se escaiola) por baixo da tinta usada na reforma feita nos anos 1980", diz a coordenadora do restauro, Rafaela Calil Bernardes.

Como a pintura original estava muito danificada pela tinta usada naquela reforma, optou-se por pintar novamente as paredes. "No entanto, usamos uma técnica que permite a retirada dessas pinturas sem danificar o que está por baixo. Quem sabe no futuro, em outra reforma, o revestimento original possa ser recuperado", afirma Rafaela.

Do lado de fora, os vitrais receberam uma proteção de vidro, com filtros para raios UVA e UVB. "Esse tipo de luz danifica as pinturas do lado de dentro do Municipal", explica. As esculturas em bronze (seis conjuntos no total) apenas passaram por uma limpeza, já que estavam em bom estado de  conservação.


Foto: Paulo Vitale
 
Visão da plateia do Theatro Municipal de São Paulo: poltronas vermelhas remetem à década de 1950
Mais difícil foi restaurar o arenito, um tipo de pedra que reveste o exterior do edifício. "Trata-se de uma pedra muito frágil, e que retém umidade", diz Rafaela. "Muita gente se pergunta porque Ramos de Azevedo decidiu usar esse material. A única explicação é que ele é mais 'molinho', então pode ser esculpido com mais facilidade."

O arenito do Municipal foi todo retirado de uma mina em Sorocaba, no interior de São Paulo, que foi fechada nos anos 1970. Na reforma do final dos anos 1980, a mina foi reaberta para a retirada das derradeiras pedras para aquele restauro. Mas parte do material não foi usada, e ficou guardada em depósitos da prefeitura por vinte anos.

Essas pedras remanescentes eram tudo que a equipe chefiada por Rafaela tinha para usar na reforma iniciada em 2008. "Havia pouco material disponível, então nós não podíamos desperdiçar", lembra.





Detalhe do Salão Nobre: acesso restrito
Restaurante e Salão Nobre

O restaurante do Teatro Municipal, localizado à direita do hall de entrada, também voltará a funcionar. "A previsão é que ele seja reaberto em julho. Ele estará aberto ao público em geral para o almoço e, no jantar, apenas para frequentadores do teatro em dias de espetáculo", diz Lilian Jaha.

No espaço, há agora duas peças assinadas pelos irmãos Fernardo e Humberto Campana, dois dos mais importantes designers brasileiros: um enorme espelho que lembra a forma de uma colmeia e um sinuoso balcão com revestimento espelhado. A escultura "Diana, a Caçadora", de Victor Brecheret, continua em frente à entrada do salão.

O Salão Nobre, espaço mais suntuoso do Municipal, foi alvo de cuidados especiais. "O piso de madeira do local é muito frágil, então a visitação a essa área será limitada", explica Rafaela. "O público poderá entrar no salão e ficar nas duas extremidades, mas não poderá ir até o centro."

Foi a solução encontrada para permitir o acesso a um dos espaços mais bonitos do prédio sem danificar a área. "Nas extremidades haverá tapetes para proteger o piso e, de lá, o público poderá ver todo o espaço", justifica. Desse local, será feito o acesso às sacadas do Municipal, com vista para a Praça Ramos de Azevedo e o Vale do Anhangabaú.
O novo palco e as cadeiras vermelhas
Em matéria de dificuldade, nada nas obras do Municipal superou o novo palco do teatro. É o que afirma José Augusto Nepomuceno, consultor do projeto. "Foi um inferno na terra", resume, aos risos. O desafio, explica ele, foi colocar um palco de última geração dentro de um edifício centenário.
"Era um palco incompatível com uma cidade como São Paulo", afirma. Antes, as chamadas varas, que sustentam os cenários, funcionavam manualmente e tinham capacidade máxima de 150 quilos. Esse era o peso máximo permitido para os cenários de qualquer espetáculo encenado no local.

Agora, as varas são motorizadas e suportam 900 quilos cada uma. "Com duas delas, posso pendurar um carro de uma tonelada e meia no cenário", brinca Nepomuceno. "Além disso, elas estão mais rápidas. É possível trocar de um cenário para outro em apenas oito segundos."


Se no palco a modernidade é o que chama a atenção, na plateia a novidade mais visível é a cor das poltronas. Sai o verde, entra o vermelho. "As poltronas verdes foram introduzidas na reforma dos anos 1980. Na época, dizia-se que essa era a cor original, que teria sido substituída pelo vermelho nos anos 1950", conta Rafaela.

Mas, segundo ela, não há como ter certeza da cor dos assentos e encostos em 1911. "Não encontramos nenhum relato ou imagem da época", diz. Nos anos 1950, no entanto, é certo que as poltronas eram vermelhas. "Como a configuração da plateia é resultado de uma reforma dessa época, decidimos manter essa área como era então."

Entre 1952 e 1955, o Municipal passou por sua mais radical reforma. Foi nela que a plateia ganhou o seu formato atual, em forma de ferradura - antes, ela era redonda, acompanhando a forma do teto da sala - e teve demolidos uma série de camarotes para a instalação do órgão.

domingo, agosto 28, 2011

Reflexão



Trabalhar é uma arte! É preciso muito jogo de cintura para viver em paz com o seu emprego. Muitas pessoas se esforçam tanto para acertar que acabam pecando pelo excesso. O ideal é encontrar o meio termo para construir uma carreira estável. Pensando nisso, listamos sete erros que com certeza não irão ajudar a alavancar sua carreira. E se você estiver em dúvida de como agir, ao menos já saberá o que não fazer!

Erro 1 – Trabalhar demais…

”É a mais sorrateira das ciladas”, alerta Simon Franco, da Simon Franco Recursos Humanos e autor de Criando o Próprio Futuro (Futura). ”Sem vida pessoal, você deixa de ampliar a visão de mundo e acaba menos interessante e atualizada.” Lois P. Frankel, no livro Mulheres Ousadas Chegam Mais Longe (Gente), vai além: ”Está aí a razão pela qual ninguém é promovido apenas pelo fato de passar 12 horas no escritório”. Outro bom motivo para estabelecer um limite: trabalho além da conta estressa além da conta, e o stress é um notório ladrão da produtividade. ”Lógico que há exceções, mas uma jornada diária de oito horas é bastante razoável”, garante Franco.

Erro 2 – …E sem descanso

”Produzir sem pausas não apenas prejudica a saúde como também faz cair o desempenho”, ensina Franco. Os especialistas em desempenho recomendam um intervalo a cada 90 minutos para conseguir máxima concentração e qualidade em qualquer tarefa. Uma idéia é programar o alarme do computador ou celular e parar mesmo. ”Outro bom hábito: reservar espaço na agenda, no início de cada semana, para pelo menos um almoço com os amigos”, aconselha Frankel. E pense duas vezes antes de cancelar um compromisso pessoal por estar atolada de serviço. Essa tem que ser a exceção, não a regra.

Erro 3 – Dizer sempre sim

A recepcionista Márcia, de 28 anos, era tão solícita que acabava fazendo uma porção de tarefas dos outros. Até que ouviu de uma colega mais experiente: ”Cuidado, ou vai deixar de trabalhar em equipe para trabalhar pela equipe”. Assumir atividades alheias vez ou outra é positivo por permitir que desenvolva novas habilidades. Mas isso não pode ocorrer sempre. ”A profissional deve saber negociar, e isso significa dizer sim e não”, ensina Franco. Do contrário acaba sobrecarregada e, pior, relegando suas responsabilidades. ”O brasileiro, e em especial a mulher, confunde dar limite com ser antipática.” Ledo engano. Dá para recusar algo explicando as razões educadamente.

Erro 4 – Nunca pedir nada

Sabe a frase ”Quem não chora não mama”? Aplica-se bem aqui. Se você não pedir o que deseja, dificilmente receberá. ”Por seis meses, perdi as manhãs organizando a papelada dos processos”, conta a advogada Ana, de 31 anos. ”Até que criei coragem e solicitei à diretoria uma estagiária para me ajudar. Assim, pude centrar esforços na defesa das causas dos clientes.” É melhor falar, mesmo correndo o risco de não poder ser atendida, do que alimentar mágoa, desmotivação… Lógico, é preciso escolher a dedo o momento para tal iniciativa – exigir aumento logo depois da demissão de um colega, por exemplo, está longe de ser uma boa idéia.

Erro 5 – Não falar de você

”Se o mundo não sabe o que você faz, a culpa é sua”, sentencia Franco. É importante divulgar as próprias realizações, fazer marketing pessoal. Vale relatar à chefia suas vitórias (conquistou dois ótimos clientes, conseguiu baixar o custo de um produto…), contar à equipe sobre os cursos dos quais vem participando e engajar-se em projetos pioneiros. E mais: quando estiver preparada para uma promoção, comente. Quando for convidada para representar seu chefe num evento, aceite. Se oferecerem uma posição de peso, idem. ”Quando outras pessoas têm confiança na sua capacidade, você também deve ter”, diz Franco. Abaixo a insegurança!
Erro 6 – Querer ser perfeita
Essa meta custa caro, pois você se martiriza ao pensar que poderia sempre dar mais. Torna o trabalho moroso, já que nada do que faz está bom o suficiente. E ainda perde oportunidades de crescer devido ao medo de errar. O psiquiatra Paulo Gaudencio sugere: ”É preciso parar de correr atrás do 10 e começar a comemorar o 9,5”. Em outras palavras, depois de realizar uma tarefa da melhor maneira possível, encare com naturalidade o que precisar ser refeito. Convém não só aceitar os comentários da chefia como incentivá-los – mantendo a calma, claro, quando não forem positivos. ”Quando souber que falhou feio, melhor assumir a responsabilidade, desculpar-se e tentar corrigir a situação. E, lógico, aprender com tudo isso”, diz Frankel.

Erro 7 – Esquecer de circular

As vagas mais disputadas costumam ser preenchidas por indicação, o famoso Q.I. (quem indica). Por isso, fazer networking é essencial – para você! Os especialistas aconselham freqüentar eventos da área e cultivar as relações profissionais como faz com os pessoais: respondendo a e-mails, ligando de vez em quando, marcando almoços e mantendo-se acessível.

Fonte: Abril

sexta-feira, agosto 26, 2011

Edf: Nilton, Av: Floriano Peixoto




















Edf: Nilton, Av: Floriano Peixoto. (em breve). Campina Grande, PB

Projeto: 3D Arqui-Design

Clínica de Odontologia e D'pil
























Depilação D`pil, pavimento térreo e no 1°pav. Clínica de odontologia.Em breve próximo a prefeitura, no centro de Campina Grande-PB.

quinta-feira, agosto 25, 2011

Projeto - Lanchonete Lewis






     Projeto : Lanchonete - Preocupação em manter um ambiente rústico de acordo com o  desejo do       proprietário.

    Proprietário: Lewis

  Local: Centro , Campina Grande, PB

  Projeto: 3D Arqui-Design - Alexsandro Barros, Lorena Cavalcanti, Laura Braga


quarta-feira, agosto 24, 2011

Projeto ampliação e reforma de apartamento

Projeto ampliação e reforma de apartamento - Katiuscia - Bairro Centenário - Campina Grande - PB

Projeto: 3D Arqui-Design - Alex Barros e Lorena Cavalcanti








Este Projeto tem a assinatura de:







terça-feira, agosto 23, 2011

Reforma - Residência - Coberta e Muro

Reforma - Residência  no Bairro do Catolé - Coberta e Muro

Proprietário : Adalton

Projeto: 3D Arqui-Design

 Foto do local atualmente


Proposta da reforma:


Reforma da Fachada - Loja de Comércio

Reforma da Fachada - Loja de Comércio localizada  no Centro de Campina Grande

Reforma de acordo com as especificações do Iphaep, para retirada de placas fora da norma.

Projeto - 3D Arqui-Design



Reforma de outra fachada de uma futura loja e um primeiro andar de Residência.

Área da cidade que não pode ter reformas drásticas e no projeto foi colocado apenas a porta de rolo na fachada substituindo uma de ferro em péssimo estado de conservação, está de acordo com as normas do Iphaep.








D'Pil - Depilação


Projeto - 3D - ArquiDesign










Suitcase Chairs: poltronas recicladas

Designer sul-africana Katie Thompson cria o Suitcase Sofa

Não dá vontade de fechar essa poltrona e carregá-la para a sua próxima viagem?

Esse é o efeito que causa a coleção Suitcase Chair, da fábrica de móveis de design Recreate, conhecida por dar outros usos para objetos já defasados, estragados ou sem nenhuma utilidade. A responsável por essa reciclagem vintage é a designer sul-africana Katie Thompson que, nessa coleção, colocou em prática a ideia de aproveitar uma mala velha e sem uso para transformá-la em uma poltrona única, descolada e linda!

O mais legal é que as peças são completamente exclusivas, já que a matéria prima – uma mala antiga e estragada – nunca é exatamente igual. Os estofados são de linho, as pernas são feitas de madeira e a estrutura interna é de aço reforçado. Os preços variam entre 1000 e 2000 dólares, sem os custos de envio.

Designer sul-africana Katie Thompson cria o Suitcase Sofa

segunda-feira, agosto 22, 2011

Ilhas Maldivas terá ponte flutuante

Estrutura será sustentada por plataformas circulares de aço, que serão presas por cabos de até 66 m de comprimento fixados ao fundo do mar




Até 2013 deve ser iniciada a construção de uma ponte flutuante nas Ilhas Maldivas, no Oceano Índico. A construção deve ligar a ilha Gulhi Falhu à ilha de Vilingili. A ponte, já aprovada pelo governo, terá 330 m de extensão e será sustentada por plataformas de aço circulares de 4 m de diâmetro e ocas, semelhantes a "patas", para flutuar. De acordo com o arquiteto Jorge Moura, do escritório holandês de engenharia e arquitetura Royalhaskoning, "a inspiração veio de um pequeno inseto que tem um corpo leve e pequeno e consegue flutuar com suas quatro patas grandes e que se mantêm suspensas com a tensão superficial da água".


Divulgação: Royalhaskoning
Ponte flutuará sobre plataformas ocas




As plataformas de aço serão preenchidas com gás para evitar sua corrosão. Mas, segundo o arquiteto, ainda está sendo estudada a possibilidade da utilização de um outro material em substituição ao aço.


A ponte em estrutura metálica terá uma via em sentido único e uma via para pedestres e bicicletas. Será formada por seções de 20 m de extensão com duas plataformas cada, somando 16 pares ao todo. Para se manter na posição, cada plataforma será presa por dois cabos fixados ao fundo do mar, que em alguns pontos pode chegar a até 66 m de profundidade. "Um design convencional implicaria em fundações gigantescas no fundo do mar, que não são só caras e complexas, mas teriam um grande impacto negativo em qualquer forma de vida existente naquele espaço", diz Moura. "Olhando para as Ilhas Maldivas, você pode encontrar um grupo de ilhas deslumbrantes, rodeadas por uma quantidade imensa de água. Me parece natural que eu queira utilizar essa água de algum modo como um suporte estrutural para a ponte", acrescenta.


Plano Geral


A ponte faz parte de um plano geral desenvolvido pelo arquiteto Jorge Moura, do escritório holandês Royalhaskoning, para uma área de 1,1 milhão de m² da ilha. Ainda está sendo estudada a construção de outra ponte, dessa vez com 1.400 m de extensão, que seria executada somente após a construção de todos os equipamentos previstos no plano geral.


O projeto realizado pela Global Projects Development Company prevê, em cinco anos, a construção de 2,5 mil casas, um shopping center, um campus de 100 mil m² para uma faculdade, um hospital, um complexo de escritórios e áreas de lazer com campo de golfe e uma praia pública.


Todas as estruturas da ilha serão construídas de modo a evitar problemas com marés altas e ondas. Além disso, cinco pequenas ilhas, chamadas "cinco maravilhas", serão transformadas em espaços verdes abertos para a população. A fase 1 do projeto já foi finalizada e a segunda fase deve ser iniciada em setembro.
Divulgação: Royalhaskoning
Ponte terá 330 m de extensão


Divulgação: Royalhaskoning
Ponte terá rodovia de sentido único e via para pedestres e bicicletas


Divulgação: Royalhaskoning
Corte da ponte no ponto mais profundo do trajeto


Divulgação: Royalhaskoning
Vista aérea do plano geral

Como acertar ao escolher a cor das paredes

 Dicas de Pintura (Como Criar Efeitos)


Escolher a cor das paredes é um importantíssimo passo, que determinará toda a decoração. Além disso, é vital para fazer com que um cômodo pareça mais amplo, alegre, luminoso, quente.

Antes de pintar, é importante consultar vários mostruários, pois varia muito dependendo da marca da tinta. Escolha um tom mais claro do que você gosta, pois a tinta tende a escurecer uma vez aplicada na parede. Peça ao píntor que realize várias amostras de 1m² sobre várias paredes. Deixe-as secar e as observe em diferentes horas do dia. O efeito ótico varia segundo a quantidade de luz e sua intensidade.

Cores e suas influências

Dicas sobre as Cores

Amarelo Amarelo, alegre e vital: inunda sua casa de luz.
Um cômodo pintado com esses tons desperta o intelecto e estimula a criatividade. Fica perfeito em espaços escuros, pois potencializa a luz natural e também em quartos infantis, cozinhas e banheiros, já que são capazes de criar ambientes com energia. Combina bem com madeiras claras e enfatiza as escuras. Se aplicá-lo em dormitórios, melhor optar pelas tonalidades claras, mais indicado para um ambiente de descanso. Fica muito bem se combinado com complementos e roupas de cama em ocre, beje, marrons ou branco.


Laranja Laranja, fonte de energia: personaliza cada canto.
Com a luminosidade do amarelo e a impulsividade do vermelho, a cor laranja ajuda a se relacionar, desperta o apetite e diminui a fatiga. Os tons mais "escuros" contagiam um cômodo com seu calor. Seus tons mais suaves potencializam a luz e é ideal nos ambientes rústicos. Pode-se usar ainda um tom intenso para expressar personalidade a um canto ou à uma parede. Realça a beleza das madeiras, as fibras vegetais e o couro. Por ser tão versátil, encaixa-se bem em todo tipo de estilo e em qualquer cômodo.

Vermelho Vermelho, vital e envolvente: mostra personalidade.
A cor do fogo aplicada nas paredes transmite vitalidade e desejo de ação.Os tons mais intensos, como o vermelho inglês e o cereja, precisam de cozinhas, salões ou banheiros amplos e luminosos, para poder criar ambientes íntimos e envolventes. Os bordôs mais apagados conseguem espaços acolhedores e de ar natural, sempre que combinados com outros revestimentos e móveis claros. Suas variações mais suaves - como o morango - são muito fáceis de integrar. Transmitem dinamismo e são mais dinâmicos que os anteriores, pode-se  usar, inclusive, em quartos infantis (detalhes). Curiosidade: Uma simples contemplação de uma superfície vermelha pode acelerar o nosso pulso. 

Verde Verde, luminoso e fresco: produz um efeito sedante.
A cor da esperança e da segurança, associada à natureza, é adequada para pintar qualquer ambiente, sobre tudo salas e zonas de trabalho e estudo. Calmante e luminoso, é capaz de criar ambientes acolhedores em sua tonalidade escura; alegrar espaços pequenos se escolhido um verde água ou maçã; encher de personalidade uma parede pintada em pistache. Enquanto que os verdes claros têm um tom mais atrevido, os escuros se revelam mais sofisticados. Ao ser quente e frio - por surgir da mistura do azul e do amarelo -, pode-se combinar o verde com qualquer outra cor.


Azul Azul, relaxante e tranqüilo: ajuda a conciliar o sono.
Evoca o céu e o mar e. Por seu efeito relaxante e tranqüilizador, é perfeito para pintar as paredes de dormitórios, escritórios e as salas de referições diárias. O azul claro é um clássico em quartos de meninos, pois acalma sua energia; o anil alegra ambientes escuros, já que transmite claridade, enquanto que o lavanda cria sensação de profundidade em espaços pequenos, ao alargar visualmente as paredes. Em qualquer tonalidade harmoniza com peças pintadas em branco e ressalta madeiras claras. Fica muito bem se usado em casas costeiras, para recriar salas, banheiros ou cozinhas de estilo mediterrâneo ou marinho.
Dica: Tenha cautela com os tons mais escuros e com ambientes monocromáticos, que levam à introspecção - situação não recomendável para pessoas depressivas. 

Lilás Lilás e rosa, toque ingênuo: casa muito bem com o branco
O rosa representa a beleza e a ingenuidade, ainda que em suas tonalidades escuras se torna mais sofisticado. A lavanda, por outro lado, é a cor da cordialidade e da delicadeza. Com matizes semelhantes, acerta-se em dormitórios infantis e em espaços decorados com móveis brancos. Os rosas pastel e lilás harmonizam bem com as cores frias, enquanto que os tons salmão e coral combinam melhor com os tons quentes. Os tons pálidos ficam melhores em cômodos pequenos, uma vez que se perdem se o espaço for grande. Fica muito bem com a presença de trechos brancos e decoração delicada.
Os tons violetas estão ligados à intuição e a espiritualidade, por isso indicado para locais de meditação. Os seus tons claros acalmam e aconchegam, contudo em tons fortes, pode agravar o estado depressivo. 


Branco Branco, paz: multiplica a luz e o espaço.
É um dos mais utilizados na hora de pintar os espaços pequenos ou com pouca luz natural, como corredores e halls de entrada, pois reflete a luz e dá a sensação de ampliar o espaço. Passa o sentimento de infinito e estimula a imaginação criativa. A cor "osso" é recomendada para salões luminosos, já que valorizam a entrada de luz e combinam com qualquer madeira. Além de tudo, os móveis e os complementos escuros se destacam mais sobre um fundo branco. É perfeito para disfarçar um pilar. Para que o resultado não seja muito frio, convém incorporar telas e detelhas em cores quentes.

Creme Creme e beje passam serenidade e realçam a decoração.
Podem ser quentes ou frias, depende a cor à qual se associe. Elegantes, possuem um efeito calmante, o que os tornam perfeitos para decorar as paredes de salas e dormitórios. De qualquer forma, pela sua neutralidade, encaixam bem em qualquer cômodo e estilo. O resultado é perfeito, quando a intensão for dar profundidade a um corredor estreito, iluminar um espaço escuro ou passar calor a um ambiente frio. Ressaltam a textura de telas (pinturas) e de móveis de madeiras escuras. Para criar um ambiente natural, pode-se utilizar também a mesma gama de neutros em tecidos e complementos.

Terra Tons terra, muito quentes: ambiente natural e sóbrio.
Se associam a pessoas realistas, muito seguras de si mesmas e simbolizam a conexão com a natureza. Em todas suas variedades - areia, argila, terra, terracota... - estas cores quentes recriam salas e dormitórios naturais e frescos, ou cozinhas e banheiros sóbreos e originais. Para caracterizar um cômodo, é aconselhável um forte terracota; e se deseja uma sala mais luminosa, prefira um tom mais dourado e quente como o caramelo.
Sua consistência terrosa proporciona a estas cores um aspecto natural, ainda mais bela quando entra em contato com a luz.


Preto Preto, ausência de cor
É a cor que menos reflete luz. O ideal é que ele seja utilizado moderadamente como recurso para realçar outras cores, em detalhes, do que em grandes áreas. Pode expressar agressividade.

Dicas de Pintura

Para encurtar seu ambiente: Aplique tons escuros nas paredes menores. Essa técnica é recomendada para espaços muito compridos/retangulares.

Para alongar seu ambiente: Aplique cores mais escuras em duas paredes opostas. Essa técnica é ideal para espaços quadrados.

Para rebaixar o teto: Você deve aplicar cores mais claras nas paredes e uma cor mais escura no teto.

Para elevar o teto: Você deve aplicar cores mais escuras nas paredes e uma mais clara no teto.

Para alargar o corredor: Você deve pintar as paredes menores e o teto com tons mais escuros. As outras paredes devem ser pintadas com cores mais leves.

Para alongar a parede: Você deve aplicar duas cores numa mesma perde, com a divisa à meia altura. Pinte com cores mais escuras a parte inferior e utilize tons leves na parte superior.

Para encurtar a parede: Você deve aplicar duas cores numa mesma parede, com divisa à meia altura. Pinte com cores mais claras a parte inferior e utilize tons escuros na parte superior.

Para disfarçar objetos: Pinte a parede com cores próximas a do objeto.

Para valorizar objetos: Pinte a parede com cores contrastantes a do objeto.

As cores frias, como azul, violeta e verde, ampliam o ambiente. São aconselháveis para aqueles que desejam passar uma sensação de espaço e dimensão. 

Cores quentes, como vermelho, amarelo e laranja, tornam o ambiente visualmente menor. Além disso, são estimulantes.

Carnaval, só na avenida. A utilização de muitas cores "alegres" juntas pode causar confusão visual. O contraste impactante, mas com número moderado de cores, é mais bem-vindo. 

Quanto mais escuras, mais "pesadas" são as cores. Por isso, existe a tendência de utilizar tons escuros próximos ao chão, com a finalidade de fundamentar o ambiente. A falta delas torna o cômodo visualmente opressivo, como num hospital. 

Se estiver na dúvida, trabalhe com apenas uma cor, variando seus tons e matizes. Para quebrar a monotonia, detalhes contrastantes e mobília em cores diferentes são aconselháveis. 

O design da mobília fica favorecido se houver contraste entre sua cor e os tons da parede. 

Cores primárias, quando usadas em demasia, cansam a vista. Para áreas grandes, como paredes, prefira tons mais claros da mesma cor. 

Cores complementares são importantes para dar harmonia ao ambiente. Veja qual complementa qual : Azul / Laranja ; Roxo / Amarelo; Vermelho / Verde.

As cores vivas dão um aspecto excitante, principalmente quando utilizada em matrizes contrastantes; já as cores neutras conferem um aspecto calmo e tranqüilo. Elas podem, também, ser quentes (vermelho, amarelo, laranja) ou frias (azul, verde, violeta). A maioria dos decoradores recomenda que seja estabelecido um equilíbrio entre cores quentes e frias. Se as cores frias são predominantes em seus móveis, escolha uma tinta em cor quente para a parede, por exemplo. Vale lembrar que em ambientes tranqüilos, como os de estudo, devem prevalecer cores neutras.
 
Observe alguns exemplos de esquemas decorativos para ambientes:
- esquema decorativo simples: fundo neutro + acessório de tom forte de uma cor.
Ex: ambiente branco ou marfim + acessórios vermelhos.
- esquema decorativo complexo: fundo neutro + acessórios de duas tonalidades diferentes, porém combinados.
Ex: ambiente marfim + acessórios vermelhos e caramelos.
- esquema complexo e harmonioso: fundo neutro + acessórios de três tonalidades diferentes sendo duas cores quentes e uma fria.
Ex: ambiente branco + acessórios de tom laranja, amarelo e verde.
- esquema mais requintado: fundo neutro + acessórios de duas tonalidades, porém uma delas com estamparia.
Ex: ambiente branco + acessórios verde escuro e verde claro com a estamparia em verde e rosa.
- esquema de cores tranqüilizantes: fundo neutro + acessórios de cores frias.
Ex: ambiente branco + acessórios azuis
- esquema de cores que exaltam: fundo neutro + acessórios de cores quentes.
Ex: ambiente branco + acessórios vermelhos