Quarta-feira, Agosto 31, 2011

A morada de Marrie Poppins




Elemento-símbolo da personagem, o guarda-chuva marca presença no ambiente sofisticado, que apresenta mobiliário em estilo provençal e detalhes femininos



Personagem criada pela escritora australiana Pamela Lyndon Travers, em 1934, Marrie Poppins é a estrela do quarto desenvolvido pela loja Pat Stucchi bébé. “Devido ao sucesso do quarto Marrie Poppins lançado no ano passado, surgiu a ideia da releitura com base nas referências do livro. Assim, o ambiente identifica o mesmo charme e beleza, diferenciando os detalhes e mantendo exclusivamente o toque de elegância presente no conto. Dessa forma, atende as mamães mais exigentes”, explica a empresária Pat Stucchi sobre o espaço em exposição no showroom da loja, em São Paulo.

Forrock.

Depois de um bom tempo fechada em reforma, a casa de shows Forrock estará de volta à ativa. Dia 2 de setembro o Forrock volta a receber shows, com uma estrutura diferente e bem mais confortável - com mudanças na área de bares, na bilheteria, lounge, camarotes e banheiros climatizados, entre outras mudanças que deixaram a casa de cara nova.



Terça-feira, Agosto 30, 2011

Submarino inspira apartamento




Mais  de dois anos se passaram até que o cineasta Jeremy Noritz conseguisse deixar o apartamento que comprara em Nova York (pela bagatela de US$ 1,3 milhão) com a sua cara. Num imóvel de 1.800 m² de área construída, a tarefa não foi fácil. Entre 2006 e 2008, Noritz se dedicou a adaptar o espaço para suas necessidades. Por ser solteiro, optou por integrar os ambientes, a fim de criar um autêntico loft dentro do seu apartamento, com apenas um dormitório, dois banheiros e um terraço, além das grandes salas abertas.

Agora, em 2011, o cineasta resolveu vender o imóvel e está pedindo US$ 1,75 milhão. O preço é mais do que justo para um lugar tão grande, ainda mais considerando a sua localização: o bairro de Chelsea, coração de Manhattan. O único porém é o fato de Noritz ter adotado um jeito pouco convencional de decorar sua casa, conhecido como steampunk.

Popular no final da década de 1980, esse estilo é representado pela arte de criar objetos que remetam às inovações tecnológicas do passado e à visão de futuro que se tinha antigamente. Entram nesse jogo símbolos como o zepelim, as engrenagens de relógios e a construção naval. Metais como cobre e bronze envelhecidos, além de madeira, compõem o visual dos cenários steampunk.

Não é diferente no apartamento de Noritz. A porta principal de entrada, por exemplo, foi trazida de um submarino desativado. Os banheiros e os quartos estão separados do resto do loft por tubulações e engrenagens industriais, padrão que se repete no revestimento das demais paredes.

Na venda do apartamento, o cineasta também incluiu a maioria dos objetos steampunk que coletou em antiquários e ferros-velhos, o que significa centenas e centenas de peças industriais e miniaturas de navios, zepelins e antigos submarinos, todos dispostos pelo teto ou expostos em paredes e estantes.

Talvez Noritz demore para encontrar interessados em comprar seu apartamento, mas o espaço já se tornou um dos imóveis que mais curiosidade tem despertado no mercado imobiliário de Nova York.
fonte: Casa Vogue












“Color Block”

 Para quebrar a monotonia !
Tendência na moda, o "color blocking" chega ao mundo da decoração distribuindo bloco de cores vibrantes em ambientes, móveis e acessórios. É a atitude atual para fugir dos espaços monocromáticos, clássicos e neutros

O “Color Block” (ou bloco de cores, em português) é tendência que está em alta no mundo da moda. Looks com composição de cores contrastantes, alguns com tonalidades néon, têm rejuvenescido o visual das mulheres. De acessórios a looks completos, surgem combinações sem limites. A regra saiu das passarelas para conquistar o universo da decoração e design de interiores.

O estilo “color blocking” reúne, em apenas um ambiente, diferentes cores vibrantes, alegres e inusitadas. De forma harmônica e equilibrada, arquitetos e decoradores foram buscar na tendência a inspiração para renovar projetos, tanto em detalhes e peças decorativas como em ambientes inteiros. Porém, não basta misturar tons, texturas e cores de forma aleatória.

Para a arquiteta Priscila Toniolo, é preciso estudar os contrastes e a melhor forma de utilizá-los: “Um efeito harmônico usa bases neutras como tons de branco, bege ou marrom”. Cores transmitem mensagens, então, é fundamental que estejam de acordo com a personalidade do morador. Segundo o arquiteto Rogério Castro, “em ambientes íntimos ou de descanso, melhor optar por cores calmas, suaves e românticas”. Cores vibrantes funcionam em ambientes de convivência. “O brasileiro é um povo alegre, hospitaleiro. A cor denota esse traço da nossa cultura”, reforça.

A seguir, selecionamos sugestões de “blocos coloridos” em projetos de profissionais que não têm medo da cor. Melhor dizendo, das muitas cores, ao mesmo tempo e agora!

beaujolais + azul-Tiffany + laranja fechado

lilás + turquesa + pink +
lima


Neza Cesar - designer de interiores
“As cores transformam e por isso precisam estar de acordo com o momento da pessoa. Foi o que aconteceu na escolha do contraste para esse projeto feito para um fotógrafo moderno e eclético. Escolhi cores quentes e fechadas como o vinho Beaujolais e o berinjela, que são mais introspectivas. Já o floral fúscia das poltronas e o laranja fechado do sofá trazem alegria e energia para o ambiente. Procurei o equilíbrio entre tons quentes e cores que esfriam como o azul-Tiffany e verde-maçã, que acalmam e tranquilizam. Essa composição resultou em um projeto estiloso e chique”



Brunete Fraccaroli -
arquiteta
“Embora sejam intensas, as cores se complementam de forma harmônica e deixam o espaço arrojado.
O color
blocking pode ser usado em
qualquer ambiente, desde que haja equilíbrio. É necessário que
combine também com o estilo
das pessoas que viverão no espaço.
Esta sala foi projetada para um casal
jovem e
despojado que desejava um
ambiente funcional, aconchegante e
contemporâneo. As cores precisam
ser aplicadas na medida certa.
Normalmente optamos por uma
tonalidade predominante no
ambiente e completamos com
outras nos detalhes, unindo cor
e elegância.”




rubi + esmeralda + açafrão + azul-califórnia
Tieko Matsuda - arquiteta

“É preciso perder o medo de ousar! O segredo para usar cores vibrantes está em dosá-las de acordo
com o ambiente. Aqui, por exemplo, utilizei cores que provocam o convívio, a descontração e a
alegria. O vermelho estimula o apetite e funciona bem no espaço gourmet. As outras cores destacam
os elementoschave como a bancada verde-esmeralda para recepcionar o banquete e o fogão a lenha
amarelo-açafrão.”




púrpura + verde-cítrico + royal + amarelo-pistache
amarelo-primário + 
azul-metálico +
tomate



Priscila Toniolo & Pablo Trejes - arquitetos
“As cores vibrantes usadas neste projeto tiveram a intenção de remeter ao clima tropical, já que o apartamento se localiza na beira da praia do Campeche, em Florianópolis. O contraste de tons quentes e frios forma um ambiente alegre e luminoso sem exageros. O amarelo-pistache e os tons de púrpura remetem à luminosidade e o calor do sol. Já o verde-cítrico e o azul-royal fazem lembrar o frescor do céu e do mar”

Aurélio Begliomini -
designer de interiores
“Acredito que as cores são muito mais
que panos de fundo para os projetos.
Funcionam como integração ou intersecção
entre os ambientes, não importa de que forma apareçam: em objetos, detalhe de móveis ou
paredes inteiras. Neste projeto usei um quadro
do renomado pintor espanhol David Dalmau.
Esse tom fantástico de azul não briga com a
parede em tom amarelo. No passado, o colorido
era utilizado até de forma mais intensa. Eu
gosto de intensidade, mas prefiro equilíbrio e harmonia”






rosa tutti-frutti + carbono + verde-maçã

tangerina + amarelo-ouro 
+ grafite




Leo Shehtman -
arquiteto
“Escolhi essa mistura de cores porque trabalhei com uma marca conhecida e determinante, a Missoni. A combinação entre os tons de rosa tutti-frutti, verde-maçã e azul-caborno remete a um clima descontraído e alegre, extremamente sofisticado. Essa casamento de cores é uma escolha marcante, por isso pode ser usada em todos os ambientes ou até mesmo nos detalhes”

Graciela Piñero - arquiteta
“Numa fusão entre o real e o virtual,
 propus uma atmosfera transcendental
para este cômodo. Por meio das cores,
pode haver outras possibilidades para
uma simples cozinha. Além disso,
coresfortes transmitem sensação de
resistência  e durabilidade”





verde-floresta + curry + vermelho-primário

laranja + verde-musgo + 
amarelo-metálico



Ana Claúdia S. Carmello & Rozânia B. Nicolau -
arquitetas
“Nossa proposta era sair da linguagem comum para lavanderias e projetar um espaço completamente diferente do habitual. Para isso criamos um ar vintage na composição entre a imagem pin-up e as cores verde-floresta, vermelho-primário e, para completar, amarelo-curry. Com o mix de cores quentes, intensas e vibrantes conseguimos alcançar um estilo retrô”


Patricia Novoa - arquiteta
“Neste espaço, uma bilioteca caseira,
quis apresentar uma nova forma de leitura,
inclusive com a utilização das últimas
tecnologias. As cores empregadas foram fundamentais nesse contexto. A convivência
do amarelo, laranja e verde no mesmo espaço pressupõe ousadia, transgressão e
modernidade - tudo a ver com o conceito
do ambiente”

Segunda-feira, Agosto 29, 2011

Theatro Municipal de São Paulo

Teatro Municipal de São Paulo ganhou recursos tecnológicos para receber espetáculos que abusam da tecnologia
Para quem conhecia o teatro, a sensação é de que os espaços estão amplos, luminosos. "A tinta antiga tinha um tom de creme que escurece com o tempo. Os detalhes dourados estavam desgastados, apareciam menos", diz Lilian Jaha, arquiteta do corpo técnico do teatro.

Já no palco, os equipamentos são austríacos. Os mesmos instalados na Casa de Ópera de Copenhague, na Dinamarca. Entre outras possibilidades, o sistema permitirá que os cenários sejam trocados em questão de segundos, acionados por um botão.

"O Municipal deixa para trás um modo ultrapassado de fazer espetáculo, entrando em um universo contemporâneo", diz o arquiteto José Augusto Nepomuceno, responsável pelas obras do palco.
As chamadas varas, que sustentam os cenários, ainda funcionavam manualmente. Técnicos do teatro realizavam a movimentação por meio de cordas, com pesos de 20 quilos, que se somavam até levantar a cenografia. Isso limitava o Municipal a comportar apresentações cujos cenários não pesassem mais do que 150 quilos.

Agora, essas estruturas poderão chegar aos 950 quilos. A plateia pode não perceber de imediato a importância da novidade. Mas a mudança deve atrair companhias internacionais, que costumam ter enormes cenários e coreografias que dependem da interação com a cenografia.  

Foto: Paulo Vitale
 
O Theatro Municipal de São Paulo em imagem noturna: edifício chega perto dos 100 anos novo em folha
Após três anos fechado para reformas, o Theatro Municipal de São Paulo finalmente vai reabrir as portas. Com a fachada revitalizada, um palco mais moderno, vitrais e pinturas recompostos e poltronas restauradas (agora com assentos e encontos vermelhos, não mais verdes), o edifício quase centenário está novo em folha.
A extensão da reforma já pode ser sentida logo ao entrar no teatro. O hall de entrada, com sua majestosa escadaria de mármore e esculturas em bronze, parece mais luminoso. "A tinta antiga tinha um tom que escurecia com o tempo", explica a arquiteta Lilian Jaha, do corpo técnico do Municipal. "Os detalhes dourados também estavam desgastados".



Foto: Paulo Vitale 
Hall de entrada: muito mármore e mais luz
Nas paredes do hall, agora há pinturas que imitam veios de mármore, muito próximas do que havia em 1911. "Encontramos essa imitação de mármore (a técnica chama-se escaiola) por baixo da tinta usada na reforma feita nos anos 1980", diz a coordenadora do restauro, Rafaela Calil Bernardes.

Como a pintura original estava muito danificada pela tinta usada naquela reforma, optou-se por pintar novamente as paredes. "No entanto, usamos uma técnica que permite a retirada dessas pinturas sem danificar o que está por baixo. Quem sabe no futuro, em outra reforma, o revestimento original possa ser recuperado", afirma Rafaela.

Do lado de fora, os vitrais receberam uma proteção de vidro, com filtros para raios UVA e UVB. "Esse tipo de luz danifica as pinturas do lado de dentro do Municipal", explica. As esculturas em bronze (seis conjuntos no total) apenas passaram por uma limpeza, já que estavam em bom estado de  conservação.


Foto: Paulo Vitale
 
Visão da plateia do Theatro Municipal de São Paulo: poltronas vermelhas remetem à década de 1950
Mais difícil foi restaurar o arenito, um tipo de pedra que reveste o exterior do edifício. "Trata-se de uma pedra muito frágil, e que retém umidade", diz Rafaela. "Muita gente se pergunta porque Ramos de Azevedo decidiu usar esse material. A única explicação é que ele é mais 'molinho', então pode ser esculpido com mais facilidade."

O arenito do Municipal foi todo retirado de uma mina em Sorocaba, no interior de São Paulo, que foi fechada nos anos 1970. Na reforma do final dos anos 1980, a mina foi reaberta para a retirada das derradeiras pedras para aquele restauro. Mas parte do material não foi usada, e ficou guardada em depósitos da prefeitura por vinte anos.

Essas pedras remanescentes eram tudo que a equipe chefiada por Rafaela tinha para usar na reforma iniciada em 2008. "Havia pouco material disponível, então nós não podíamos desperdiçar", lembra.





Detalhe do Salão Nobre: acesso restrito
Restaurante e Salão Nobre

O restaurante do Teatro Municipal, localizado à direita do hall de entrada, também voltará a funcionar. "A previsão é que ele seja reaberto em julho. Ele estará aberto ao público em geral para o almoço e, no jantar, apenas para frequentadores do teatro em dias de espetáculo", diz Lilian Jaha.

No espaço, há agora duas peças assinadas pelos irmãos Fernardo e Humberto Campana, dois dos mais importantes designers brasileiros: um enorme espelho que lembra a forma de uma colmeia e um sinuoso balcão com revestimento espelhado. A escultura "Diana, a Caçadora", de Victor Brecheret, continua em frente à entrada do salão.

O Salão Nobre, espaço mais suntuoso do Municipal, foi alvo de cuidados especiais. "O piso de madeira do local é muito frágil, então a visitação a essa área será limitada", explica Rafaela. "O público poderá entrar no salão e ficar nas duas extremidades, mas não poderá ir até o centro."

Foi a solução encontrada para permitir o acesso a um dos espaços mais bonitos do prédio sem danificar a área. "Nas extremidades haverá tapetes para proteger o piso e, de lá, o público poderá ver todo o espaço", justifica. Desse local, será feito o acesso às sacadas do Municipal, com vista para a Praça Ramos de Azevedo e o Vale do Anhangabaú.
O novo palco e as cadeiras vermelhas
Em matéria de dificuldade, nada nas obras do Municipal superou o novo palco do teatro. É o que afirma José Augusto Nepomuceno, consultor do projeto. "Foi um inferno na terra", resume, aos risos. O desafio, explica ele, foi colocar um palco de última geração dentro de um edifício centenário.
"Era um palco incompatível com uma cidade como São Paulo", afirma. Antes, as chamadas varas, que sustentam os cenários, funcionavam manualmente e tinham capacidade máxima de 150 quilos. Esse era o peso máximo permitido para os cenários de qualquer espetáculo encenado no local.

Agora, as varas são motorizadas e suportam 900 quilos cada uma. "Com duas delas, posso pendurar um carro de uma tonelada e meia no cenário", brinca Nepomuceno. "Além disso, elas estão mais rápidas. É possível trocar de um cenário para outro em apenas oito segundos."


Se no palco a modernidade é o que chama a atenção, na plateia a novidade mais visível é a cor das poltronas. Sai o verde, entra o vermelho. "As poltronas verdes foram introduzidas na reforma dos anos 1980. Na época, dizia-se que essa era a cor original, que teria sido substituída pelo vermelho nos anos 1950", conta Rafaela.

Mas, segundo ela, não há como ter certeza da cor dos assentos e encostos em 1911. "Não encontramos nenhum relato ou imagem da época", diz. Nos anos 1950, no entanto, é certo que as poltronas eram vermelhas. "Como a configuração da plateia é resultado de uma reforma dessa época, decidimos manter essa área como era então."

Entre 1952 e 1955, o Municipal passou por sua mais radical reforma. Foi nela que a plateia ganhou o seu formato atual, em forma de ferradura - antes, ela era redonda, acompanhando a forma do teto da sala - e teve demolidos uma série de camarotes para a instalação do órgão.

Domingo, Agosto 28, 2011

Reflexão



Trabalhar é uma arte! É preciso muito jogo de cintura para viver em paz com o seu emprego. Muitas pessoas se esforçam tanto para acertar que acabam pecando pelo excesso. O ideal é encontrar o meio termo para construir uma carreira estável. Pensando nisso, listamos sete erros que com certeza não irão ajudar a alavancar sua carreira. E se você estiver em dúvida de como agir, ao menos já saberá o que não fazer!

Erro 1 – Trabalhar demais…

”É a mais sorrateira das ciladas”, alerta Simon Franco, da Simon Franco Recursos Humanos e autor de Criando o Próprio Futuro (Futura). ”Sem vida pessoal, você deixa de ampliar a visão de mundo e acaba menos interessante e atualizada.” Lois P. Frankel, no livro Mulheres Ousadas Chegam Mais Longe (Gente), vai além: ”Está aí a razão pela qual ninguém é promovido apenas pelo fato de passar 12 horas no escritório”. Outro bom motivo para estabelecer um limite: trabalho além da conta estressa além da conta, e o stress é um notório ladrão da produtividade. ”Lógico que há exceções, mas uma jornada diária de oito horas é bastante razoável”, garante Franco.

Erro 2 – …E sem descanso

”Produzir sem pausas não apenas prejudica a saúde como também faz cair o desempenho”, ensina Franco. Os especialistas em desempenho recomendam um intervalo a cada 90 minutos para conseguir máxima concentração e qualidade em qualquer tarefa. Uma idéia é programar o alarme do computador ou celular e parar mesmo. ”Outro bom hábito: reservar espaço na agenda, no início de cada semana, para pelo menos um almoço com os amigos”, aconselha Frankel. E pense duas vezes antes de cancelar um compromisso pessoal por estar atolada de serviço. Essa tem que ser a exceção, não a regra.

Erro 3 – Dizer sempre sim

A recepcionista Márcia, de 28 anos, era tão solícita que acabava fazendo uma porção de tarefas dos outros. Até que ouviu de uma colega mais experiente: ”Cuidado, ou vai deixar de trabalhar em equipe para trabalhar pela equipe”. Assumir atividades alheias vez ou outra é positivo por permitir que desenvolva novas habilidades. Mas isso não pode ocorrer sempre. ”A profissional deve saber negociar, e isso significa dizer sim e não”, ensina Franco. Do contrário acaba sobrecarregada e, pior, relegando suas responsabilidades. ”O brasileiro, e em especial a mulher, confunde dar limite com ser antipática.” Ledo engano. Dá para recusar algo explicando as razões educadamente.

Erro 4 – Nunca pedir nada

Sabe a frase ”Quem não chora não mama”? Aplica-se bem aqui. Se você não pedir o que deseja, dificilmente receberá. ”Por seis meses, perdi as manhãs organizando a papelada dos processos”, conta a advogada Ana, de 31 anos. ”Até que criei coragem e solicitei à diretoria uma estagiária para me ajudar. Assim, pude centrar esforços na defesa das causas dos clientes.” É melhor falar, mesmo correndo o risco de não poder ser atendida, do que alimentar mágoa, desmotivação… Lógico, é preciso escolher a dedo o momento para tal iniciativa – exigir aumento logo depois da demissão de um colega, por exemplo, está longe de ser uma boa idéia.

Erro 5 – Não falar de você

”Se o mundo não sabe o que você faz, a culpa é sua”, sentencia Franco. É importante divulgar as próprias realizações, fazer marketing pessoal. Vale relatar à chefia suas vitórias (conquistou dois ótimos clientes, conseguiu baixar o custo de um produto…), contar à equipe sobre os cursos dos quais vem participando e engajar-se em projetos pioneiros. E mais: quando estiver preparada para uma promoção, comente. Quando for convidada para representar seu chefe num evento, aceite. Se oferecerem uma posição de peso, idem. ”Quando outras pessoas têm confiança na sua capacidade, você também deve ter”, diz Franco. Abaixo a insegurança!
Erro 6 – Querer ser perfeita
Essa meta custa caro, pois você se martiriza ao pensar que poderia sempre dar mais. Torna o trabalho moroso, já que nada do que faz está bom o suficiente. E ainda perde oportunidades de crescer devido ao medo de errar. O psiquiatra Paulo Gaudencio sugere: ”É preciso parar de correr atrás do 10 e começar a comemorar o 9,5”. Em outras palavras, depois de realizar uma tarefa da melhor maneira possível, encare com naturalidade o que precisar ser refeito. Convém não só aceitar os comentários da chefia como incentivá-los – mantendo a calma, claro, quando não forem positivos. ”Quando souber que falhou feio, melhor assumir a responsabilidade, desculpar-se e tentar corrigir a situação. E, lógico, aprender com tudo isso”, diz Frankel.

Erro 7 – Esquecer de circular

As vagas mais disputadas costumam ser preenchidas por indicação, o famoso Q.I. (quem indica). Por isso, fazer networking é essencial – para você! Os especialistas aconselham freqüentar eventos da área e cultivar as relações profissionais como faz com os pessoais: respondendo a e-mails, ligando de vez em quando, marcando almoços e mantendo-se acessível.

Fonte: Abril

Sexta-feira, Agosto 26, 2011

Edf: Nilton, Av: Floriano Peixoto




















Edf: Nilton, Av: Floriano Peixoto. (em breve). Campina Grande, PB

Projeto: 3D Arqui-Design

Clínica de Odontologia e D'pil
























Depilação D`pil, pavimento térreo e no 1°pav. Clínica de odontologia.Em breve próximo a prefeitura, no centro de Campina Grande-PB.

Quinta-feira, Agosto 25, 2011

Projeto - Lanchonete Lewis






     Projeto : Lanchonete - Preocupação em manter um ambiente rústico de acordo com o  desejo do       proprietário.

    Proprietário: Lewis

  Local: Centro , Campina Grande, PB

  Projeto: 3D Arqui-Design - Alexsandro Barros, Lorena Cavalcanti, Laura Braga


Quarta-feira, Agosto 24, 2011

Projeto ampliação e reforma de apartamento

Projeto ampliação e reforma de apartamento - Katiuscia - Bairro Centenário - Campina Grande - PB

Projeto: 3D Arqui-Design - Alex Barros e Lorena Cavalcanti








Este Projeto tem a assinatura de:







Terça-feira, Agosto 23, 2011

Reforma - Residência - Coberta e Muro

Reforma - Residência  no Bairro do Catolé - Coberta e Muro

Proprietário : Adalton

Projeto: 3D Arqui-Design

 Foto do local atualmente


Proposta da reforma:


Reforma da Fachada - Loja de Comércio

Reforma da Fachada - Loja de Comércio localizada  no Centro de Campina Grande

Reforma de acordo com as especificações do Iphaep, para retirada de placas fora da norma.

Projeto - 3D Arqui-Design



Reforma de outra fachada de uma futura loja e um primeiro andar de Residência.

Área da cidade que não pode ter reformas drásticas e no projeto foi colocado apenas a porta de rolo na fachada substituindo uma de ferro em péssimo estado de conservação, está de acordo com as normas do Iphaep.








D'Pil - Depilação


Projeto - 3D - ArquiDesign