Sexta-feira, Setembro 30, 2011

Casas eficientes energeticamente tornam-se acessíveis a pessoas carentes


Empowerhouse é o nome dado a um projeto criado por um grupo de estudantes norte-americanos para a competição “Solar Decathlon”. A ideia foi vencedora do concurso deste ano, cuja proposta é criar casas eficientes energeticamente e torná-las acessíveis a todos.

O projeto alcançou os menores custos de construção de todas as equipes participantes. A Empowerhouse foi concebida como um protótipo de habitação energeticamente eficiente de preço acessível, com a finalidade de tornar as tecnologias verdes disponíveis a todos.

O projeto é um esforço colaborativo entre os estudantes da Parsons The New School for Design, Milano School of International Affairs, Management and Urban Policy at The New School e Stevens Institute of Technology.
Trabalhando em estreita colaboração com a Habitat for Humanity e o Departamento de Habitação e Desenvolvimento da Comunidade de Washington, DC, os alunos desenvolveram um esquema que pode, e vai ser replicado, depois da competição em Deanwood, um bairro carente.

A Empowerhouse será a casa de uma mãe solteira com três filhos pequenos, que visitou o local pela primeira vez no início da Competição.

Ficar abaixo do orçamento foi uma grande preocupação para a equipe, e o projeto foi implacavelmente analisado pelos alunos da Comunidade para o Desenvolvimento de Financiamentos de Projetos da Escola Milano, e, por sua vez, constantemente aperfeiçoado para ter certeza de que iria cumprir as metas do orçamento.

A equipe da Empowerhouse tomou uma nova abordagem para a utilização da energia solar. Através da aplicação dos princípios de construção de uma casa passiva, a equipe foi capaz de reduzir o consumo de energia em 40%, através do design virtualmente hermético. A casa incorpora isolamento de celulose, janelas triplas, e sistemas elétricos micro-mecânico e inteligente, para minimizar a necessidade da energia solar. Isto resultou em um dos menores painéis solares da competição, que normalmente representam uma das maiores despesas na construção verde.

"As equipes de 2011 têm mostrado que casas solares podem ser acessíveis e ainda serem inovadoras", disse Matt Hansen, jurado da catergoria acessibilidade do concurso. "[Empowerhouse] exemplificou verdadeiramente a atitude de ‘posso-fazer’. A casa é baseada nas necessidades de acessibilidade do mercado-alvo da equipe em um contexto urbano: baixos custos iniciais, baixos custos de manutenção e custos de serviços públicos baixos."

A casa passiva tem aproximadamente 79m2, super insolação, otimizando o ganho de luz solar passiva e eliminando as pontes térmicas; possui fornecimento constante de ar fresco mantendo a qualidade do ar interior a padrões altos e captação de água e torneiras de baixo fluxo, que significam uma diminuição no consumo de água da casa.

O Departamento de Energia Solar Decathlon dos EUA desafia equipes a projetar, construir e operar com energia solar casas rentáveis​​, eficientes em termos energéticos e atraentes. O vencedor da competição é a equipe que melhor combina acessibilidade, apelo ao consumidor e excelência de design com a produção de energia e máxima eficiência. Com informações do Arch Daily.






Quinta-feira, Setembro 29, 2011

Simulador

Muita gente tem dificuldade em visualizar a aplicação de alguns produtos e algumas empresas tem criado simuladores para poder resolver este tipo de problema. Segue abaixo alguns links que podem te ajudar:

simulador de cores de ambientes:


simulador de telhado:


simulador de pisos:

Quarta-feira, Setembro 28, 2011

Reforma de Residência - Fachada e telhado


Obra em andamento



Localizada no Bairro da  Conceição, Campina Grande, PB


Projeto: 3D Arqui-Design

Janela inteligente ajuda na economia de energia


Cientistas sul-coreanos tiveram uma grande ideia para economizar energia elétrica em grandes arranha-céus envidraçados: criaram uma janela que alterna entre modo verão e inverno para reduzir o consumo de energia elétrica no edifício.

A ideia é que o vidro escureça quando a temperatura fora do prédio for alta. E quando estiver frio, o vidro se torna transparente. Desta forma, dentro do edifício, não será preciso exagerar na dose de ar-condicionado nem fazer com que o aquecedor trabalhe em tempo integral.

Em dia de muito calor, o vidro reflete boa parte da luz solar que, de outra forma, incidiria diretamente no ambiente interno. Em dias frios, os vidros escuros absorvem o mais que puderem da luz solar para manter o interior aquecido.

Conceitos similares já existem no mercado, mas os sul-coreanos afirmam que a vantagem dessa janela é que ela é capaz de fazer a mudança entre escuro e claro quase que instantaneamente, favorecendo assim maior eficiência na economia de energia. E, além disso, a janela dos sul-coreanos não precisa de equipamentos externos para o controle, ela é capaz de alternar entre claridade e escuridão sozinha.
Como funciona

Ho Sun Lim, Jeong Ho Cho e Jooyong Kim foram os pesquisadores que lideraram o projeto. Eles usaram polímeros especiais, cátions e ânions (são íons positivos ou negativos) e solventes, como o metanol. O resultado foi um vidro muito mais barato de produzir e menos tóxico do que as opções atuais. E, de quebra, com a vantagem de mudar de estado 100% claro a 100% escuro em questão de segundos.

Ao jornal sul-coreano ACS Nano, o time de cientistas afirmou que “esta tecnologia pode ajudar na economia de energia em casas, oferecendo uma nova opção no controle de luz e calor que entra no ambiente”.

Terça-feira, Setembro 27, 2011

Tapetes de Pompons de Lã.

Bem criativa a ideia de criar tapetes de pompons de lã em forma de animaizinhos, a ovelha é a que veio mais a calhar com esta arte, ficou linda!!!

Steven Holl cria condomínio de edifícios "fatiados" para permitir iluminação do entorno

Torres atingiram altura máxima e construção deverá ser finalizada em 2012

Divulgação: Steven Holl
Divulgação: Steven Holl
O Sliced Porosity, condomínio multiuso projetado pelo arquiteto Steven Holl para a cidade de Chengdu, na China, alcançou, na última semana, a sua altura máxima, de 123 m de altura. O projeto é composto por cinco torres, que formam volumes "fatiados". Segundo o arquiteto, as formas foram pensadas a partir de um estudo da exposição ao sol do tecido urbano ao redor. Com esses cortes, a luz ainda consegue chegar às edificações em volta.

Divulgação: Steven Holl
Edifícios atingiram altura máxima de 123 m de altura
As fachadas que são viradas para a rua serão constituídas por uma "grade" de concreto, que seguirá o desenho em todos os edifícios. Já as fachadas de frente para a praça e as inclinadas serão fechadas totalmente em vidro. Alguns edifícios serão ligados por passarelas suspensas. Ainda, alguns vãos criados entre os volumes receberão esculturas. A estrutura do edifício está sendo construída toda em concreto.

Entre os edifícios, há cinco entradas que levam a uma praça pública elevada no centro do condomínio. Segundo Holl, a ideia de colocar os edifícios em volta de uma praça pública transforma o local em um novo espaço urbano, e não em um simples objeto. A praça contará com várias esculturas e terá volumes formados por pedras, rampas, árvores e lagos.

Segundo Holl, todo o condomínio será aquecido e resfriado por energia geotermal e os três lagos da praça terão sistemas de captação de água da chuva. Além disso, serão utilizados vidros para fachada de alta performance e materiais da região, tornando o edifício um candidato à certificação LEED nível ouro.
As torres, que juntas terão 310 mil m² de área construída, abrigarão escritório, apartamentos, lojas, um hotel, cafés e restaurantes. O objetivo é que a obra seja finalizada no último trimestre de 2012.


Cidades brasileiras despejam mais de 5 bi de litros de esgoto sem tratamento por dia

O Brasil melhora muito lentamente na prestação dos serviços de água, coleta e tratamento dos esgotos, mesmo após a retomada dos investimentos no setor, e está distante da tão sonhada “universalização” dos serviços que não acontecerá sem um maior engajamento e comprometimento dos governos federal, estaduais e principalmente os municipais.  Essa é a constatação do mais novo levantamento do Instituto Trata Brasil que avaliou os serviços prestados nas 81 maiores cidades brasileiras, com mais de 300 mil habitantes.
Quatro cidades do estado do Rio de Janeiro estão entre as últimas colocadas no ranking

O levantamento tem base no SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, ano 2009, recém divulgado pelo Ministério das Cidades. As informações são fornecidas espontaneamente pelas empresas prestadoras dos serviços nessas cidades. “São as cidades que concentram a maior parte da população do país e, portanto, também os maiores problemas sociais decorrentes da falta destes serviços”, afirmou Édison Carlos, presidente do Instituto Trata Brasil.

O estudo revelou que, se considerarmos o período entre os anos de 2003 e 2009, houve um avanço de 2,9 pontos percentuais no atendimento de água tratada, 12,1 pontos na coleta de esgotos e de 7,8 pontos percentuais no tratamento dos esgotos. “Apesar de serem números relevantes, são muito baixos para um período de sete anos. Se considerarmos os avanços nos últimos cinco anos, por exemplo, vemos que a melhoria em coleta de esgotos foi de apenas 2,8 pontos percentuais e de 6,7 pontos no tratamento, ou seja, crescimentos insuficientes para a necessidade do Brasil em resolver estas carências”, afirma Carlos.
Pelos números levantados pelo Trata Brasil, em 2009 somente estas 81 grandes cidades despejaram no meio ambiente cerca de cinco bilhões de litros de esgoto sem tratamento por dia, contaminando solo, rios, mananciais e praias do País, com impactos diretos à saúde da população.

O ranking mostra ainda que, no conjunto dos indicadores avaliados, estão entre as melhores cidades do País: Santos (SP), primeiro colocado, com operação estadual; Uberlândia (MG), em segundo, com operação municipal; Franca (SP), em terceiro, com operação estadual; Jundiaí (SP), em quarto, com operação municipal em parceria com o setor privado; Curitiba (PR), com operação estadual em quinto; Ribeirão Preto (SP), em sexto, com operação municipal em parceria com o setor privado; Maringá (PR), em sétimo, com operação estadual; Sorocaba (SP), em oitavo, com operação municipal; seguida de Niterói (RJ) em nono lugar e operação privada e Londrina (PR) em décimo e também com operação estadual na prestação dos serviços

. A cidade de São Paulo ficou com a 22º colocação.

As 10 últimas cidades no ranking foram Canoas (RS), que atende apenas 14% da população com coleta de esgoto; Jaboatão dos Guararapes (PE) com 8% de coleta; Macapá (AP) com 7%; Ananindeua (PA) e Nova Iguaçu (RJ) sem nenhuma coleta; Belém (PA) com 6% de coleta, São João de Meriti (RJ) sem coleta de esgotos; Belford Roxo (RJ) com 1% de coleta; Duque de Caxias (RJ) sem coleta e Porto Velho (RO) com 2% de coleta e que ocupa a última posição.

Carlos afirma: “Um dos pontos de preocupação apontados no novo ranking foi que as dez últimas cidades continuam sendo as mesmas já há três anos, o que reflete a dificuldade em se obter melhorias nestes municípios.”

fonte:  http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/3445

Burle Marx inspira a H.Stern

Pessoal olha que interessante, eu sou super fã do Paisagismo de Burle Marx.

 

Uma grande surpresa para quem ama com a mesma intensidade lindas jóias e um maravilhoso jardim. A marca de jóias brasileira H.Stern lança uma coleção inspirada nos desenhos de um dos maiores paisagistas brasileiros de todos os tempo, Roberto Burle Marx.

5cdb4  joias hstern burle marx Burle Marx inspira a H.Stern


Com brincos, colares, anéis e pulseiras, as coleção é composta por 26 peças exclusivas feitas em ouro amarelo, branco e diversos tons de diamantes. A jóias são divididas em cinco linhas, Caminhos, Grafismo, Luz e Sombra, Pedra do Fogo e Jardim de Pedras, que remetem ao trabalho de Burle Marx.

Fala a verdade é um LUXO!!

E um pouco de Burle MArx para quem não conhece.



fonte: http://www.mulherweb.com.br/burle-marx-inspira-a-h-stern/

Lindas Camas de carrinho

Segunda-feira, Setembro 26, 2011

Evolução histórica dos estacionamentos



Um dos aspectos marcantes do século passado e que ainda permanece atual é o fenômeno da motorização na vida do homem, em suas diversas atividades, especialmente em seu transporte.

A mudança aparente mais notável em nossas cidades é a invasão de milhões de veículos a motor. Os usamos continuamente para ir à escola, trabalho, fazer compras, transportar coisas, passear, etc. Os veículos a motor são, talvez, o fator mais importante para o desenvolvimento de nossas cidades, na comunicação entre os homens, no comércio, nas atividades produtivas e em nossos costumes. Ao mesmo tempo em que o homem adicionou o veículo a motor a sua vida diária, teve que construir caminhos e modernizar as vias de suas cidades. Um pouco mais tarde se deu conta que uma boa parte do tempo o veículo requeria um lugar para ser guardado enquanto seus usuários desenvolviam suas atividades habituais. Para ele devia agregar algo às vias: um lugar para guardar os veículos depois de cada viajem.

Em princípio, utilizou-se para esse fim a própria via pública. Logo verificou-se que nos centros das cidades e ao largo das ruas importantes isso se tornava conflitante porque se necessitava de todo o espaço da via pública para a circulação dos veículos. Deu-se conta, finalmente, de que devia proporcionar ao veículo, um lugar próprio para estacionamento, também fora da via pública e assim foi como nasceram os terrenos e os edifícios de estacionamento.


Adaptar os primeiros terrenos baldios para usá-los como estacionamento de automóveis não apresentou muitas dificuldades; entretanto, o melhor aproveitamento do terreno e a exploração comercial dos lotes de estacionamento não são tão fáceis como se parece e tem requerido a intervenção de pessoas e empresas experimentadas na matéria. Com relação ao projeto e concepção de estacionamento, onde à pouco mais de 60 anos nasceram os primeiros, ainda encontramos em nossas cidades estacionamentos que carecem de tecnologia e estrutura adequadas. Os fatores que devem compor a concepção, projeto e exploração de um estacionamento, para a adequação da oferta e da demanda de espaços, são:

- o projeto geométrico e viário;
- a sinalização horizontal e vertical;
- a comunicação visual
- o regime de entrada e saída de veículo;
- a tecnologia aplicada, entre outros.

A falta de aplicação desses conhecimentos na implantação de um estacionamento ocasionam soluções errôneas e estacionamentos completamente desestruturados.
Nesse contexto, a BrasilPark é reconhecidamente umas das melhores empresas especializadas em planejamento, administração e operação de estacionamentos, oferecendo aos seus parceiros e clientes uma completa estrutura operacional e administrativa, que seguem avançados padrões de qualidade e tecnologia.


Os primeiros estacionamentos foram na rua


Os primeiros espaços de estacionamento existiram nas ruas das cidades e nas garagens de casas de pessoas que possuíam maiores recursos financeiros. De forma natural começou-se a utilizar os espaços próximos aos comércios, edifícios de comerciais e em frente às casas. A procura de espaços de estacionamento foi crescendo em proporção direta ao crescimento dos comércios, negócios e da quantidade de pessoas e veículos que se concentravam especialmente na zona central das cidades.


Em princípio, as ruas principais das cidades, no início do século, admitiam-se o estacionamento de veículos sem restrições. Esta prática durou muitos anos naquelas ruas cujas dimensões assim permitiam. Esse tipo de estacionamento, formando ângulo com a calçada, tem o inconveniente de ser perigoso se o volume do trânsito nas ruas é acentuado. Especialmente a manobra de saída do estacionamento representa um risco maior do que o estacionamento em paralelo à calçada.
Muito rapidamente, a quantidade de veículos estacionados nas ruas começou a apresentar problemas. Os principais aspectos negativos produzidos são: 

a) redução da capacidade da rua;
b) a medida que aumenta a demanda, os condutores tem que caminhar maiores distâncias e,
c) estacionamento em fila dupla.



Mas é especialmente grave o efeito produzido a circulação viária, ao passo que a acumulação de veículos estacionados e aqueles buscando um lugar de estacionamento constituem um dos principais fatores de geração de congestionamento em nossas cidades importantes. A prova disso é que, nas cidades que contam com uma boa oferta de estacionamento fora das ruas, existe menos congestionamento.
O que no princípio foi uma vantagem, o poder de utilizar o estacionamento nas ruas, logo se tornou um problema muito sério. Foi nesse momento que os estacionamentos tomaram grande importância para a vida comercial e econômica das grandes cidades.



Estados Unidos


A extraordinária produção de automóveis que se iniciou depois da primeira guerra mundial, motivou os inventores de várias cidades dos Estados Unidos a construírem edifícios de estacionamento e habilitar terrenos para tal fim. Foi uma resposta franca a demanda de estacionamentos, já que o congestionamento das ruas afetava muitos os centros urbanos.

Um edifício foi construído em 1926 em Winston Sanem, Carolina do Norte. Nele, se utilizaram de plantas de níveis alternados e rampas retas.
Um notável edifício de estacionamento foi construído em Nova Iorque, em 1928. Recebeu o nome de Kent Garage e possuía 24 pisos, com elevadores. Tinha capacidade para guardar 2.000 veículos.



As primeiras legislações sobre estacionamento a que se tem registro, foi um de Columbos, Ohio, de agosto de 1923, que fixava o registro de prover espaços de estacionamento em relação com novos conjuntos de moradias multifamiliares. Em março de 1939, foi aprovada uma lei que obrigaria estacionamentos em hotéis e hospitais.

A partir da década de 20 se iniciou a incessante construção de estacionamentos de todos os tipos, que permitiram o crescimento da oferta, porém, não ao mesmo tempo que o crescimento da demanda. Sem embargo, essa ação permitiu que as ruas das grandes cidades continuassem a alojar o incremento de veículos. Uma das primeiras intenções em regular o uso da via pública para se obter um maior rendimento de cada espaço de estacionamento disponível na rua, foi a instalação de parquímetros, o equipamento que controla o tempo do veículo estacionado.


Esse dispositivo foi iniciado na década de trinta. Em Seatle, Washington, se tomou a decisão de instalar esses equipamentos em 1942, onde foram instalados 1.600 equipamentos, mesmo sob o protesto dos comerciantes do centro, que a cobrança de um valor para uso da via pública afastaria os seus clientes. Os estudos realizados posteriormente constataram um aumento de 30% na rotação dos espaços o que afastou a maioria dos usuários que utilizavam o estacionamento por maior período de tempo. Os motoristas encontravam vagas mais facilmente e os comerciantes comprovaram um aumento nas vendas.

Para se ter uma idéia da quantidade de cidades que já contavam com estacionamentos públicos nos Estados Unidos, na década de quarenta, de 875 cidades, 350 já operavam com um ou mais estacionamentos no centro da cidade.


Imagem de edifícios de estacionamentos com estruturas que podem ser desmontadas e transladadas a outro lugar. Los Angeles, Califórnia

Um dos fatores que contribuíram para equilibrar a oferta com a demanda nos Estados Unidos foi a criação de órgãos governamentais que foram formados com o propósito específico de incentivar a construção de estacionamentos de serviços públicos.





Europa

A Alemanha foi um dos primeiros países da Europa que se empenhou a atender a demanda de espaços de estacionamento. Apesar da derrota sofrida na primeira guerra mundial (1914-1918), na década de vinte, cresceu muito o número de veículos, prejudicando a fluidez da circulação de veículos nas grandes cidades. Já em 1925 a demanda de veículos em Berlim motivou a construção de um edifício de estacionamento, de vários pisos. Por volta dessa data, em Stuttgard, foi construído um edifício de estacionamento com sistema de rampas.

Mais adiante a Ordem dos estacionamentos de Reich, de 1939, estabeleceu pela primeira vez na Alemanha, a base legal que obrigava tanto os proprietários como os construtores a proporcionar os espaços necessários de estacionamento em novas construções, assim como nas reformas e ampliações.

É interessante reproduzir uma parte da introdução da citada Ordem, que dizia:

“O aumento do número de automóveis nas vias públicas exige que as superfícies abertas ao trânsito estejam livres e desimpedidas e sejam ocupadas o menor tempo possível por automóveis parados. Para tal fim é necessário que, quando tenham que estar usualmente muito tempo parados, fiquem estacionados fora da via pública”.

Em 1967 já haviam 26.000 vagas de estacionamentos disponíveis somente no centro de Hamburgo.

Em 1956 foi construído o Centrum Garage, de 350 vagas no centro de Kassel, operando com o sistema de rampa contínua.
No centro de Berna, Suíça, em 1954, foi construído um estacionamento com dois pisos subterrâneos.

Na França se apresenta um caso interessante de estacionamento. A praça Victor Hugo estava ocupada por um mercado deteriorado. Em 1957 a Societé dês Grands Parkings du Sud-Ouest firmou um convênio com as autoridades municipais para construir, em cima, um edifício de estacionamento. Foi construído um edifício combinado, com mercado e um total de 650 vagas de estacionamentos, que funciona com êxito.

Em Milão, Itália, se construiu um notável edifício, em 1965, com sistema de elevadores. A planta é elíptica e era, na época, o estacionamento com escavação mais profunda do mundo, com aproximadamente 27m.
 


Difícil encontrar lugar mais monótono do que um estacionamento de shopping, certo? Aqueles carros e pilares a perder de vista e sinalizações pelo chão capazes de fazer você esquecer rapidamente onde estacionou seu automóvel… Bem, nem sempre. Se parecia impossível fazer algo diferente num lugar como esse, arquitetos e designers estão provando que até um estacionamento pode ter um design inovador e sair do lugar comum.








fonte: http://www.brasilpark.com.br/noticia3.asp
http://www.chivalryclub.com.br/blog/estacionamento-permitido/