sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Ladrilho

Mais do que revestir pisos, eles estão em paredes, bancadas e até correm pelo teto.  Inspire-se nestes 11 modelos (com preços) de 20 x 20 cm.



Os ladrilhos da RochBeton são confeccionados em tons quentes e terrosos com mesclas de verdes e azuis em versões florais, lisas ou geométricas. O modelo Quatro Pontas sai por R$ 100 o m² ou R$ 5 cada um. Como vende sob encomenda, o endereço aceita pedidos personalizados.

Com desenho limpo, o revestimento Bolas, da Terratile, pode ser fabricado em até 60 cores. Esse modelo faz parte da busca de modernização da marca a partir de novos pigmentos, alguns vindos da Alemanha, como os matizes vermelho, roxo e lilás. Custa R$ 180 o m² ou R$ 7,20 a unidade

Inspirada nos desenhos do holandês Maurits Escher, de intrincada geometria, a estampa Gobeto (R$ 138 o m² ou R$ 8,90 a peça) produz inusitado efeito visual. Além do arranjo preto e branco, há 76 cores. A Ladrilar aceita encomenda de tons exclusivos, que custam cerca de 20% mais.

Criada por Marcelo Rosenbaum para a Brasil Imperial, a linha São João resgata a brasilidade típica dos trabalhos desse designer paulista com as estampas balão, xadrez, bandeirinha e palha. Aposta numa versão mais limpa para criar ambientes urbanos atuais. Preço sob consulta..

O Zig Zag, disponível pela Ville Rose Cerâmica, vale R$ 164,80 o m² ou R$ 8 a peça. A loja oferece uma coleção variada que contempla os estilos romântico, clássico e contemporâneo com cerca de 200 modelos. Fabrica os ladrilhos com base numa cartela de 15 cores.

Especializada em restauro de peças de prédios tombados ou casarões antigos, a Ornatos Nossa Senhora da Penha mantém uma oferta de 600 estampas, como a Florão, clássico dos anos 60, vendida por R$ 115 o m² ou R$ 4,60 a unidade. Para substituir os tons rosa, pêssego e pistache, existe uma cartela com 50 cores.

Devido ao arabesco do desenho, a peça à venda na Ibiza segue um padrão clássico com releitura moderna. Estampas mais atuais, algumas assinadas por profissionais, como os arquitetos Sig Bergamin e Gustavo Jansen, são um diferencial da loja. R$ 151 o m² ou R$ 15,90 a peça.

É da Casa Franceza o delicado floral (ref. 329) que custa R$ 30 a placa ou R$ 146 o m². O tom amarelo dourado pode dar lugar a qualquer um dos 22 matizes da paleta de cores. Possui incrementado catálogo com 300 desenhos, cujos preços variam de R$ 110 a R$ 250 o m²

Cheio de detalhes, o ladrilho de nuances mais fechadas (ref. FD 121) tem inspiração colonial bem marcada. Vendido por R$ 170 o m² ou R$ 6,80 a unidade, na Pisos Paulista, vai bem em projetos mais sóbrios. Pode ser executado no matiz desejado pelo cliente – há uma infinidade de tons.

Todo em flor, o modelo de quatro cores da Fábrica de Mosaicos (ref. L01) ganhou o nome de Marroquino. Sai por R$ 330 o m². Os ladrilhos com um só tom estão à venda por R$ 110 o m². Há mais de 300 padrões com estilos art déco, art nouveau, florais e geométricos. A loja aceita pedidos mínimos de 3 m².

Têm visual vibrante as peças da Casa Antiga, como o modelo colonial de misturas quentes que custa R$ 170 o m² ou R$ 10 a unidade. O endereço mantém um acervo com itens fora de linha para compor painéis de patchwork em paredes e pisos. Cria estampas dentro de uma cartela de 54 cores, com custo maior.

Clima de campo na churrasqueira: O morador queria que o canto da churrasqueira, na varanda, tivesse ares de casa de fazenda. Ao projetar o espaço, a designer de interiores Lizandra Maluf e a arquiteta Melissa Ferraz sugeriram cobrir a parede atrás da pia com ladrilhos hidráulicos. “Escolhemos peças com estampas diferentes, mas sempre de tons de azul e amarelo para o resultado ficar harmônico”, diz Lizandra. Após a instalação, os ladrilhos (Ville Rose) foram lavados e receberam verniz óleo fugante, que evita manchas de gordura. O armário é de peroba de demolição (execução da Sevom Rios), e o frigobar, da Brastemp.

Mezanino exibe painel gráfico: No apartamento de dois andares, os arquitetos Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz mandaram quebrar parte da laje da sala para criar esta área de pé-direito duplo. “Queríamos um elemento que ligasse visualmente os dois pavimentos. Por isso, projetamos o painel de ladrilhos hidráulicos. Ele faz um resgate de nossa tradição modernista de unir arte e arquitetura”, conta Rodrigo. Assinada pelo artista plástico Fabio Flaks, a estampa gráfica foi reproduzida em peças de 20 x 20 cm, numeradas para facilitar a montagem. Um instalador experiente, que seguiu um desenho impresso, assentou as peças do painel, de 4,40 x 2,80 m, fabricadas pela Rochbeton. Além disso, houve a supervisão do artista Fabio Flaks.

Tons suaves colorem o terraço: O pequeno terraço, no alto de um prédio, ganhou colorido graças à parede coberta de ladrilhos hidráulicos. “Como no paisagismo impera o verde, quis trazer outras cores para o espaço”, conta a paisagista Claudia Muñoz, autora do projeto. A ideia também era propiciar uma atmosfera feminina para a moradora. “Suaves, os tons de azul, amarelo e rosa cumpriram o propósito sem que eu precisasse recorrer a uma estampa floral”, diz. Sobre os ladrilhos, não foi aplicada nenhuma resina. “Mas isso só é possível em paredes, nunca em pisos.” Plantados em vasos, fícus, buchinho, azaléia e minirrosa ganham realce em frente à parede de ladrilhos (Brasil Imperial). Deque do Empório dos Dormentes, cadeira da Schuster

Estampa valoriza a varanda: Fechar a varanda com vidro foi a solução encontrada pelas arquitetas Camilla Saba Guimarães e Ana Guimarães para criar a área gourmet que o morador queria. “Ele pediu um espaço para receber os amigos que não fosse a cozinha do dia a dia”, conta Camilla. Resistente ao calor, o ladrilho hidráulico valorizou a parede da churrasqueira. “Mandamos o projeto para o fabricante e selecionamos algumas estampas no catálogo da empresa”, diz Camilla. “Recebemos de volta simulações de como ficaria o resultado, o que facilitou a escolha.” Depois de instalados, os ladrilhos da Fábrica de Mosaicos ganharam a proteção de resina acrílica. Balcão de peroba (Marcenaria Via Madeira) com tampo de granito (Itu Mármores). Deque da Eco Madeiras

Piso resgata a tradição artesanal: Para o designer Marcelo Rosenbaum, os ladrilhos hidráulicos são uma expressão da arte popular e da tradição. “O material tem uma produção completamente artesanal. Desde que surgiu, o jeito de fazê-lo permanece o mesmo”, afirma. Por carregar essa memória, o revestimento foi escolhido para o piso do restaurante Dalva e Dito, em São Paulo, cujos ambientes são assinados por Marcelo. “Todo o projeto remete ao período colonial brasileiro. Entre os elementos que evocam essa época, estão os grandes tapetes de ladrilho”, conta. O designer escolheu ladrilhos com estampas e cores de catálogo da Brasil Imperial e com eles criou a composição do piso. Biombo de muxarabi (Artífice) e cadeira do tipo medalhão (Pérola Negra).

Materiais em harmonia na fachada: Linhas contemporâneas caracterizam esta casa, localizada em Teresina. Na fachada, para fazer um contraste, os arquitetos José Ribeiro e Yamara Santos instalaram um mural de ladrilhos hidráulicos. “A estampa suaviza o desenho reto da arquitetura. Além disso, usar um acabamento conhecido gera aconchego”, diz José Ribeiro. A escolha das cores dos ladrilhos – preto, cinza e branco – atualizou o visual do revestimento e garantiu a harmonia com os outros materiais: vidro, textura branca e cerâmica cinza (nos degraus). O painel de ladrilhos (Fábrica de Mosaicos Raimundo Lages) fica resguardado por uma marquise. No interior da casa, poltrona da Lilia Design com tecido do Estúdio Zero.


fonte: http://casa.abril.com.br/materias/materiais-construcao/11-modelos-ladrilhos-hidraulicos-610841.shtml#4

Boxel: um pavilhão de cerveja

Estudantes criam estrutura arquitetônica usando caixas de cerveja recicladas


Engradados de cerveja – daqueles, encontrados em qualquer bar – podem virar material de construção. Criativos, os estudantes da Universidade de Ciências Aplicadas, em Detmold, na Alemanha, recolheram 2 mil caixas plásticas abandonadas e fizeram um pavilhão de verdade, com a ajuda de ripas, parafusos e concreto. A ideia é que o local abrigue eventos, como festas, apresentações e concertos, entre outros. Os alunos foram orientados pelo professor Marco Hemmerling.



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fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI164111-16938,00-BOXEL+UM+PAVILHAO+DE+CERVEJA.html

Cor para renovar a fachada

Prédio chileno da década de 1970 ganha visual mais leve com placas coloridas, que ainda filtram raios ultravioleta


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Os arquitetos chilenos da Murtinho + Raby Arquitectos tinham uma missão: renovar completamente o prédio da Caja de Compensación Los Heroes (uma instituição sem fins lucrativos que administra fundos de segurança social e faz pequenos empréstimos para aposentados), localizado em Santiago, no Chile, sem gastar muito dinheiro. Assim, derrubar ou prédio ou mexer a fundo nas estruturas estava fora de cogitação, já que isso teria um custo muito alto e estouraria o orçamento disponível para a obra. A solução? Transformar completamente a fachada, usando painéis coloridos por toda a extensão. Além de deixar o edifício com um visual muito mais alegre, as placas filtram os raios ultravioleta, protegendo o interior das temperaturas muito elevadas e, consequentemente, diminuindo a necessidade de uso do ar-condicionado.


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fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI195471-16938,00-COR+PARA+RENOVAR+A+FACHADA.html

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Prédio em forma de cacto no Catar

Edifício adaptado ao clima desértico será sede do Ministério de Municípios e da Agricultura


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A paisagem desértica é uma das imagens mais marcantes quando pensamos no Oriente Médio. Por conta disso, o novo prédio do Ministério de Muncípios e da Agricultura no Catar, um emirado da Península Arábica, terá o representativo formato de um cacto gigante. Desenvolvido pelos arquitetos da empresa tailandesa Aesthetics Architects, o edifício não terá apenas uma semelhança visual com a planta típica do clima de deserto. A construção também contará com um sistema que, de acordo com o calor e com a iluminação, abre e fecha as janelas, criando sombras e deixando a temperatura interior mais amena. A inspiração vem da maneira com que o cacto “transpira” durante a noite, para poder reter a água ao longo do dia.


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fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI207919-16938,00-PREDIO+EM+FORMA+DE+CACTO+NO+CATAR.html

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Bjarke Ingels projeta pista de esqui sobre cobertura de usina geradora de energia

Fachada do edifício em concreto terá várias aberturas para entrada de luz natural


O escritório dinamarquês BIG, do arquiteto Bjarke Ingels, venceu um concurso para o desenvolvimento da fachada de uma usina de geração da energia elétrica a partir de lixo, na cidade de Copenhagen, na Dinamarca.

Divulgação: BIG
Usina terá fachada "verde"
O concurso previa o desenvolvimento da fachada da usina Amagerforbraending, mas Ingels fugiu da proposta e transformou o espaço. Segundo o projeto do BIG, a usina de 40 anos será envolvida por uma capa de concreto com várias aberturas, por onde entra a luz natural e onde são colocadas plantas, formando uma parede verde.
A forma da usina fez com que o arquiteto tivesse que aumentar uma das pontas do edifício para acomodar a torre de fumaça. Depois, a "capa" foi estendida para que houvesse espaço para uma área de administração. Por último, um dos lados foi rebaixado, possibilitando o acesso do público à cobertura do edifício.
Para não criar um telhado vazio, o escritório imaginou uma pista de esqui sobre a cobertura, que é viável devido à inclinação do edifício. Segundo o projeto, existirão três pistas de nível diferenciado, que ficarão ativas o ano inteiro. O acesso às pistas será feito através de um elevador adjacente à torre de fumaça, levando ao ponto mais alto do edifício.
A torre receberá um sistema que soltará um anel de fumaça toda vez que uma tonelada de CO2 for liberada pela usina. O sistema armazena a fumaça até o reservatório ficar cheio, quando então o anel é liberado. O objetivo é demonstrar o quanto a usina produz de CO2 diariamente.

Divulgação: BIG
Serão três pistas de esqui com níveis diferenciados

Divulgação: BIG
Perfurações na fachada permitem a entrada de iluminação natural
Divulgação: BIG



Torre soltará um anel de fumaça toda vez que uma tonelada de CO2 for liberada pela usina.

fonte: http://www.piniweb.com.br//construcao/arquitetura/bjarke-ingels-projeta-pista-de-ski-sobre-cobertura-de-usina-208110-1.asp?utm_source=Virtual+Target&utm_medium=email&utm_content=PINIweb.com.br+%7C%A0Bja&utm_campaign=NL+Arq+31%2F01&

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Para fazer um segundo andar

Uma reforma segura para duplicar a moradia exige realização de cálculos específicos e contratação de profissionais capacitados

O primeiro passo é consultar um profissional que faça a sondagem do terreno, pois alguns solos não são resistentes a muita carga. Em seguida, é necessário consultar o calculista (engenheiro que faz o cálculo da construção inicial) e checar a memória das fundações, pilares e vigas, para saber se a estrutura foi dimensionada com “folga de carga” para receber mais peso, como uma laje de piso, elevação dos pilares existentes, novas vigas, revestimentos cerâmicos e outros. Paralelamente, um arquiteto deverá ser contratado para realizar o projeto de ampliação da residência, cuidando para que o novo pavimento seja bem distribuído, fique funcional e criativo. Ele também deve projetar uma escada de acesso ao novo piso, além da realocação do reservatório de água, e ainda criar uma fachada estética.


Não se deve apostar na criação de um pavimento superior quando o calculista der um parecer negativo, alegando que a estrutura não suporta excesso de carga, ou no caso da construção ser implantada sobre um terreno instável, como massapê, ou muito arenoso. O tipo de solo tem influência decisiva na ampliação de uma residência

Reforço nas estruturas

Muitas vezes, o engenheiro calculista encontra uma solução para reforçar o alicerce da casa. Isso pode ser feito com a introdução de jatos de concreto sobre a estrutura ou a criação de novas vigas e pilares. E assim, juntamente com uma boa solução do projeto arquitetônico, o projeto de uma casa de dois andares pode ser realizado.
Acesso e cobertura
Para unir o pavimento térreo ao superior, o arquiteto poderá projetar uma rampa ou escada – esta pode ser linear, helicoidal ou em “L”, em materiais como concreto, madeira ou aço. O profissional poderá projetar a cobertura desse segundo andar com uma laje de forro, um telhado colonial (com madeiras e telhas cerâmicas) ou telhas em fibrocimento.
Analise as possibilidades
Se a ideia dos proprietários for construir um segundo andar parcial, os passos serão os mesmos seguidos no caso de um patamar completo. Porém, a diferença no quadro de cargas tornará a obra mais viável, já que a estrutura será mais leve.


LEGALIZE JÁ
O projeto de duplicação de uma residência precisa de autorização municipal. O arquiteto consultado deve entrar com um pedido de autorização junto à Prefeitura para um projeto de ampliação. Primeiro conseguese o alvará para reforma e, quando a obra estiver pronta, solicita-se novo Habite-se.

sexta-feira, janeiro 28, 2011

SUSTENTABILIDADE – ECO HOME OFFICE

Depois de anos com um escritório no centro da cidade, um casal de arquitetos decidiram mudar seu negócio para um conjugado com sua residência. Assim, eles projetaram este lindo estúdio de trabalho com um home office no andar superior, que combinou design ecológico e estética.

Focando em um design simples e sustentável, o exterior da casa foi revestido com materiais reciclados e o terreno ainda está em uma posição solar que permite utilizar o máximo de energia proveniente do sol para o aquecimento da residência.











quinta-feira, janeiro 27, 2011

{Momento fofura }

Inspiração Laranja


Camas Suspensas

 



Alguns modelos, de diferentes estilos e materiais, para você se inspirar



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Se você está decidido a dar uma cara nova ao seu quatro, vai aí uma dica: camas suspensas. O site de Casa e Jardim selecionou seis modelos, com os mais diversos materiais e estilos para você se inspirar.

Há também opções sustentáveis, em que é possível aproveitar uma porta descartada para fazer o estrado. O suporte é feito geralmente de corda ou correntes de metal. A ideia é válida também para locais abertos, como a varanda de um sítio ou em uma casa de praia.
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 fonte:  http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI204154-16937,00-CAMAS+SUSPENSAS.html

Fachada de cortina

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Duplex com cortinas externas, uma criação austríaca, desempenha papel fundamental no quesito privacidade




Privacidade. Esse, certamente, é o sonho da maioria das pessoas quando o assunto é a própria casa. Foi pensando nisso que o escritório Hertl Architekten, da Áustria, criou um duplex, na cidade de
Kronstorf, inteiramente revestido de cortinas. Instalado na parte externa da construção, o tecido corre de cima a baixo, criando assim uma fachada moderna e totalmente flexível. Ganchos fixos às paredes ajudam a regular a entrada de luz, conforme o abrir e fechar da cortina.

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fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI203953-16938,00-FACHADA+FLEXIVEL.html

quarta-feira, janeiro 26, 2011

Luz que vem do céu

Com a iluminação zenital, grandes áreas e cômodos sem janelas recebem a luminosidade e a ventilação necessárias para tornar os espaços mais funcionais e agradáveis

Iluminação natural, raios de sol e uma brisa refrescante podem ser grandes aliados do projeto luminotécnico. Por isso, muitos profissionais planejam a seguinte composição: misto de lâmpadas e luminárias com a chamada luz zenital. Por meio dela, a luz penetra através de aberturas na cobertura, mantendo uma boa distribuição de claridade, principalmente em espaços com grandes profundidades e dimensões, nos quais janelas não suprem a necessidade de uma boa ventilação e iluminação.

Existem vários elementos que propiciam esse efeito, e o aproveitamento da luz natural dependerá do recurso zenital escolhido. Entre eles estão os Lanternins - aberturas da parte superior do telhado, indicadas para ambientes quentes e com pé-direito alto; a Claraboia - abertura na cobertura que oferece uma ótima estética; a Cúpula (domo) - abóboda que dá a sensação de que a estrutura é maior; e o Átrio - espaço central aberto ou com fechamento translúcido.

Existem vários elementos que propiciam esse efeito, e o aproveitamento da luz natural dependerá do recurso zenital escolhido. Entre eles estão os Lanternins - aberturas da parte superior do telhado, indicadas para ambientes quentes e com pé-direito alto; a Claraboia - abertura na cobertura que oferece uma ótima estética; a Cúpula (domo) - abóboda que dá a sensação de que a estrutura é maior; e o Átrio - espaço central aberto ou com fechamento translúcido.

Ricardo Breda Para proporcionar mais claridade para a casa em que vive com o marido e a filha, a arquiteta Maria Fernanda Rodrigues projetou uma claraboia no pavimento intermediário, onde está localizada a área íntima. O elemento zenital, com estrutura de alumínio e cobertura de policarbonato, foi executado no telhado do sótão, exatamente sobre a caixa da escada. Permite que a luz natural chegue ao hall de distribuição dos quartos e valoriza a estética do espaço.
Maíra Acayaba
Caixilhos de alumínio, vidro e madeira são os elementos predominantes neste projeto, assinado pelos arquitetos Juan Pablo Rosenberg e Marina Acayaba. Para ligar os dois pavimentos, os profissionais optaram por uma escada vazada com degraus de pranchões de peroba de 80 cm de largura, a qual permite que a luz natural chegue ao acesso para o andar inferior. Já a abertura zenital superior, na foto ao lado, oferece luminosidade natural para o banheiro da residência, dispensando a abertura de uma janela na fachada para servir o ambiente.
Nesta residência, a arquiteta Simone Bigoto trabalhou com diferentes alturas e planos, interligando os volumes com a iluminação zenital. A entrada da residência, com pé-direito de 6 m, ganhou muita claridade graças à claraboia sobre a escada e às bandeiras na alvenaria. Eesses recursos foram executados em  alumínio com pintura epóxi branca e vidros temperados de 10 m - materiais que oferecem leveza, segurança e uma bonita estética ao projeto. Pedro Abude


Gui Morelli No projeto desta casa, os arquitetos Tânia Regina Parma e Newton Massafumi Yamato optaram pela estrutura metálica aparente e por muito vidro, que deixa a luz natural entrar à vontade. Os brises que compõem a cobertura ocupam aproximadamente 95% da construção e foram feitos de plástico reciclado e materiais orgânicos. Na área da escada, a iluminação zenital oferece ainda mais leveza e claridade. Nela, a luz também incide no grande vão à frente, que toma todo o pé-direito e se integra à cobertura de aço.
Nesta casa, o arquiteto Guilherme Torres utilizou vários recursos que permitem a incidência de iluminação natural. O spa, instalado dentro da área de lazer, recebeu cobertura retrátil acionada por controle remoto e vidros com películas de proteção contra os raios ultravioleta. No banheiro do quarto de hóspedes, o domo oferece a entrada de uma luz mais sutil durante todo o dia. E esse recurso zenital tem abertura de 15 cm para a troca de ar e uma tela metálica que evita a entrada de insetos. Beto Consorte
Marcelo Scandaroli Com o estudo da posição solar em mãos, o arquiteto Fernando Sá pôde projetar uma residência com muitas aberturas, permitindo que o sol entre e aqueça os espaços nas melhores horas do dia. Além das grandes portas e janelas de vidro, foram criadas bandeiras sobre as estruturas e claraboias em pontos estratégicos. Um bom exemplo da utilização de iluminação zenital está na pérgula de cumaru com cobertura de vidro, bem acima do jardim interno - ponto de interligação entre os dois módulos da casa.

fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/65/artigo206396-2.asp