quinta-feira, abril 21, 2011

Casa de fibra de maconha: resistente a furacões



Dispostos a construir uma casa com pegada zero de carbono, os arquitetos da University of Bath, na Inglaterra, optaram por dois materiais não muito convencionais no ramo da construção civil, mas que prometem cair nas graças dos profissionais do setor: a fibra de maconha e a palha.

Isso porque, “sem querer”, os arquitetos acabaram descobrindo que a combinação desses dois materiais garantem paredes tão fortes à casa que ela é capaz de resistir a furacões e oscilações intensas de temperatura – o que, cá entre nós, não é nada mau em tempos de ameaça de eventos climáticos extremos.

Batizada de BaleHaus e projetada em parceria com o escritório de arquitetura ModCell, a casa foi idealizada durante sete meses, até os profissionais descobrirem a maneira ideal de construí-la. E, depois de pronta, passou por uma série de testes que atestaram sua resistência e segurança.

Já pensou se a moda pega?

fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/redacao/casa-fibra-maconha-resistente-furacoes-287121_post.shtml

Jardim dentro de casa

Três bambus-mossô, plantados em aberturas no assoalho de madeira, chamam a atenção no meio do living nesta casa em São Paulo. As árvores esguias, que chegam até o teto do ambiente com pé-direito duplo, reforçam a proposta de integração total das áreas internas e externas no projeto do escritório Bernardes Jacobsen.




Leonardo Finotti


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI210199-16775,00-JARDIM+DENTRO+DE+CASA.html

quarta-feira, abril 20, 2011

iluminação com garrafa de vinho

9895136_da93ca414a_o Luminárias com velhas garrafas de vinho
As luminárias Corkscrew, são peças lindas criadas pelo designer David Guilfoose e parecem uma ótima ideia para um projeto de fim de semana.

Utilizando velhas garrafas de vinho, o designer prendeu com um fio de cobre em espiral em torno da vela e suspendeu tudo com uma argola de metal. A argola sustenta toda a estrutura e deixa também o copo com a vela em suspensão. Cada luminária está à venda por US$38,00.

9895137_8ea492dc9a_o Luminárias com velhas garrafas de vinho













fonte: http://www.ecoblogs.com.br/ecoblog/luminarias-com-velhas-garrafas-de-vinho/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+com%2FcKvK+%28Ecoblogs%29

segunda-feira, abril 18, 2011

A moda dos móveis retrôs

Como tirar proveito das peças antigas sem transformar a casa em um museu

Guilherme Pupo

Na sala do empresário paranaense Márcio Sasso, de 40 anos, o passado é iluminado por fitas de LED automatizadas. O foco é um sofá-carro rosa, réplica adaptada de um Chevrolet Bel Air, com banco de couro e peças cromadas, ícone dos anos 50. “Alguns objetos antigos têm história para contar”, diz o empresário, que encomendou também um jukebox (máquina de música dos anos 60 que funciona a partir de moedas). “É esse conteúdo que desejo trazer para o mobiliário de minha casa.” 

Por trás da aquisição de objetos novos com cara de antigos – o estilo retrô – está a nostalgia de ícones que marcaram época, dizem os especialistas. “É como se esses símbolos emprestassem o significado do que foram para a casa onde estão”, diz o consultor americano Lino Levon, especialista em decoração retrô. Boa parte dos consumidores, no entanto, tem outra explicação para esse movimento: “O retrô é uma alternativa aos móveis pré-fabricados comuns à indústria de planejados atual”, diz Carmen Moura, que tem em sua casa uma porta feita com parte da asa de um caça modelo FW-190, usado na Segunda Guerra Mundial. “Hoje em dia, a gente visita as lojas de móveis e parece que tudo é igual.” 

A demanda por réplicas fez crescer o mercado de imitações. Lojas modernas como Etna e Tok&Stok passaram a dar mais atenção a reproduções de mobiliários antigos. “O desenho pode ter algumas décadas, mas a tecnologia e os materiais são atuais”, diz Edson Coutinho, coordenador de design e tendências da Tok&Stok. 

A loja Certas Coisas Vintage (certascoisasvintage.com.br), onde Sasso comprou seu carro-sofá, passou a vender não só peças novas com cara de velhas, mas também antiguidades: há longarinas de cinemas dos anos 50 e até cadeirões infantis da década de 20. São as peças vintage, objetos antigos conservados ou restaurados. 

A moda não se restringe ao mobiliário. A Samsung vai lançar, em parceria com a Tok&Stok, uma TV de tubo inspirada em seus primeiros modelos, e a Brastemp está expandindo sua linha retrô. 

   Divulgação   Divulgação   Divulgação
As peças deste quadro estão à venda pelo site desmobilia.com.br. Não há estoque, são únicas

Se adquirir a réplica ficou fácil, combinar o velho e o novo é o desafio. “O exagero pode transformar a casa em uma espécie de museu artificial”, diz João Livoti, da Desmobília (desmobilia.com.br). A estratégia, segundo ele, é colecionar, no máximo, meia dúzia de objetos antigos por ambiente. 

Ou eleger um cômodo da casa para investir no retrô. Às vezes nem é preciso se deslocar até a loja para aderir a essa moda. Móveis antigos herdados de parentes podem cumprir bem a função. E ainda preservam a memória da família. 

Projeto Banheiro Ecologicamente Correto

Estudo de Case -  Escritório Cria Arquitetura

O espaço foi recebido em fase de acabamento, tendo sido construído de maneira convencional.
A estratégia proposta após a avaliação do espaço foi a adoção de medidas que diminuíssem os impactos gerados por esta construção convencional, ou seja:
  • Tornar o ambiente menos dependente do uso e consumo de água e energia;
  • Criar um ambiente menos emissor de poluentes, portanto, mais saudável, melhorando a qualidade da atmosfera interior da edificação;
  • Aperfeiçoar a relação do ambiente com seu entorno, utilizando a iluminação e outros recursos naturais como ferramentas.
Conceito do Projeto


A dinâmica do espaço é determinada pelo movimento gerado pela composição de planos, que também induzem percursos e delimitam usos.

O ambiente ganha um clima acolhedor pela predominância de tons naturais e iluminação amarelada. A cor branca é utilizada como moldura, destacando os materiais , além de auxiliar na reflexão da luz e na ampliação do espaço.

O layout é trabalhado de forma integrada, com harmonia e eficiência, garantido o cuidado com a natureza e com as pessoas.
  • Contempla as normas de acessibilidade;
  • Garante que o uso efetivo do banheiro não impeça sua visitação;
  • Composição, forro, painel e passarela de madeira: delimita a área das cabines e define os lados masculino e feminino;
  • Divisórias de solocimento determinam o hall de entrada;
  • Um sistema de cortinas: garante privacidade. 
O projeto utiliza os conceitos de sustentabilidade, economizando:
  • Redução do consumo de energia;
  • Melhoria do conforto termo-acústico;
  • Redução do consumo de água;
  • Aumento da qualidade da atmosfera interior do ambiente;
  • Redução e minimização de resíduos;
  • Consumo consciente;
  • Uso consciente de madeiras. 
fonte: http://www.criaarquiteturasustentavel.com.br/projeto-eco-banheiro.html

Patchwork


 Separados, pedaços de tecidos ou de papéis com estampas diferentes são apenas retalhos. Unidos, porém, eles somam forças e formam o patchwork, que pode ser usado com graça para diversos fins na decô.

Para dar toques de modernidade ao quarto de uma adolescente, a arquiteta Andrea Murao fez a cabeceira com vários tecidos estampados. Na tapeçaria, veludo, sarja e toile de jouy cobrem o painel de madeira com espuma. Alta e com avanços nas laterais, a peça ficou aconchegante
Edu Castello / Casa e Jardim


Um jeito de aplicar o patchwork em móveis é começar por um estofado pequeno, como uma poltrona. Neste exemplo, encosto, assento e braços são revestidos com estampas diferentes. O projeto é da Garimpo-Fuxique
Marcos Antonio / Casa e Jardim


A jovem Alice Faiwichow aproveita o quarto em que a cabeceira de patchwork é a sensação. A peça teve o revestimento idealizado por sua mãe, Doris Sochaczewski, com tecidos arrematados em leilão
Ricardo Corrêa / Casa e Jardim


A decoradora Neza Cesar usou tecidos variados para cobrir a cabeceira da cama, um artifício rápido e fácil para renovar o visual do quarto. Ela partiu de um tema, o floral, para nortear a escolha das demais estampas e cores
Marcos Antonio / Casa e Jardim


A ausência de encosto e braços do sofá é compensada por almofadas. Algumas delas, feitas pelos próprios moradores, com panos de prato e jogos americanos comprados em Nova York. No chão, patchwork de tapetes persas. Projeto de Maurício Arruda
Marcelo Magnani / Casa e Jardim

As designers de interiores Maria Fernanda Corrêa e Fernanda Coifman fizeram uma cabeceira colorida que utrapassa o limite da parede e invade o teto em cima da cama. Feita de gesso, a peça é revestida de patchwork com vários tecidos estampados – jacquard, linho e veludo
Edu Castello / Casa e Jardim


O divertido tapete de patchwork completa o visual bem-humorado e divertido deste ambiente. Três bancos empilhados, pintados de cores diferentes, funcionam como estante
Dulla / Casa e Jardim



A designer de interiores Maristella Zanini de Toledo aproveitou generosas sobras de tecidos de algodão para criar estas cortinas de 90 cm de largura cada. Embora o modelo seja simples, o ideal é contratar uma boa costureira para que os tecidos sejam bem cortados e costurados uns aos outros
Marcos Antonio / Casa e Jardim


Amostras de papéis de parede foram usadas para preencher apenas a área atrás do sofá. Coladas ao léu, com sobreposições em alguns pontos, dão movimento ao ambiente. Se a ideia fosse repetida nas demais paredes, o visual ficaria carregado
Marcos Antonio / Casa e Jardim


Projetos laureados têm escala urbana

Iluminação externa da Grande Mesquita de Abu Dabi, Speirs & Major Associates, Radiance Award

Iluminação externa da Grande Mesquita de Abu Dabi, Speirs & Major Associates, Radiance Award
Prêmio de lighting design destaca papel simbólico da luz

A premiação promovida anualmente pela Associação Internacional de Lighting Designers (Iald) é heterogênea, tanto pela variedade de programas quanto pela distribuição territorial dos trabalhos participantes. Do apartamento nos Estados Unidos à mesquita em Abu Dabi, há diferenças marcantes de partido, tecnologia, estética, referências culturais, funcionais e de escala entre os concorrentes, embora prevaleçam sofisticados artifícios de automação da luz combinados a aspectos como sustentabilidade, racionalidade de manutenção e significação cultural.
A iluminação da mesquita Xeque Zayed Bin Sultan Al Nahyan, conhecida como a Grande Mesquita de Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos, recebeu o prêmio máximo na edição 2010 do certame, o Radiance Award. Os autores do projeto de luminotécnica, membros da equipe do escritório europeu Speirs & Major Associates, conceberam o enredo de uma grande encenação luminosa sobre as superfícies das fachadas, cúpulas e minaretes do colossal templo. Para atingir o objetivo de fazer da luz um instrumento icônico, entraram em cena duas referências religiosas islâmicas: a dinâmica lunar e o posicionamento dos fiéis na direção da cidade de Meca.
Mesquita Xeque Zayed Bin Sultan Al Nahyan...
Mesquita Xeque Zayed Bin Sultan Al Nahyan...
... conhecida como a Grande Mesquita de Abu Dabi
... conhecida como a Grande Mesquita de Abu Dabi
Museu da Nova Acrópole (Atenas), Arup Lighting, Excellence and Sustainability Award
Museu da Nova Acrópole (Atenas), Arup Lighting, Excellence and Sustainability Award
O edifício parece se transformar de acordo com o calendário lunar por meio da coloração da luz incidente, até se tornar uma enorme e homogênea massa branca no período de Lua cheia. Nesse processo, são sete as nuances de cor manipuladas a cada dois dias em um processo vagaroso de transição. Isso demandou uma série de projetores e acessórios especiais para o preciso enquadramento da luz na mesquita, sem que houvesse a interferência de reflexos ou vazamentos de raios no espaço envoltório.

Já a referência a Meca é realizada por meio da projeção de imagens de nuvens em movimento sobre a mesquita, direcionadas como se proviessem da cidade sagrada. A sincronia dos equipamentos, o percurso da imagem através dos elementos arquitetônicos e o seu encadeamento a referências de posicionamento geográfico via satélite constituíram o principal desafio do projeto, demandando até mesmo a criação de um software especial para o comando integrado dos 1,2 mil projetores.

Embora no caso da mesquita esteja circunscrito a um contexto cultural e religioso específico, esse viés simbólico da luz, aplicado à grande escala da cidade, esteve presente em vários dos trabalhos premiados este ano pela Iald. É o que se verifica, por exemplo, no projeto britânico em que a iluminação de uma ponte de pedestres esteve a serviço da indução da exploração do além-rio pela população e pelos investidores; na revitalização do waterfront de uma cidade na Suécia, em que a luz presta homenagem ao passado industrial através da transformação de um antigo guindaste numa estrutura espetacular; nas pontes dinamarquesas sobre rodovia de alto tráfego, que receberam iluminação “revigorante”, como elogiaram os jurados; na instituição financeira norte-americana cuja edificação é articulada por um volume de vidro com leds.

No que se refere à economia de recursos, o bom aproveitamento da luz natural, associado à iluminação que sinaliza apenas setores e fluxos da arquitetura, foi o mote do projeto premiado com a distinção de design sustentável. Trata-se da luminotécnica do Museu da Nova Acrópole (arquitetura de Bernard Tschumi e Michael Photiadis Associates), em Atenas, assinada pela equipe de Arup Lighting.

Em sua 27ª edição, a premiação criada em 1983 contou com cerca de 200 concorrentes. Foram sete os integrantes do júri, cinco deles pertencentes à associação, além de um arquiteto e um especialista em sustentabilidade. A classificação dos projetos depende da pontuação concedida individualmente pelos jurados a uma série de itens preestabelecidos pelo edital. O trabalho com maior pontuação é laureado com o prêmio máximo, denominado Radiance Award.

Luminotécnica do Museu da Nova Acrópole
Luminotécnica do Museu da Nova Acrópole
Luminotécnica assinada pela equipe de Arup Lighting
Luminotécnica assinada pela equipe de Arup Lighting
Infinity Bridge (Stockton on Tees, Reino Unido), Speirs & Major Associates
Infinity Bridge (Stockton on Tees, Reino Unido), Speirs & Major Associates
Lighting Design: Jonathan Speirs, Sandra Downie, Karl Reger, Iain Ruxton e Speirs & Major Associates
Lighting Design: Jonathan Speirs, Sandra Downie, Karl Reger, Iain Ruxton e Speirs & Major Associates
Além dele, há as premiações Excellence e Merit, bem como a eventual concessão de menções honrosas. Desse modo, a quantidade de obras distinguidas varia anualmente, dependendo do desempenho dos projetos em relação ao sistema de pontuação do júri. Em 2010, foram 23 os premiados. A relação completa e imagens dos vencedores podem ser obtidas no site www.iald.org.

Västra Eriksberg Crane and Dock (Gotemburgo, Suécia), Ljusarkitektur
Västra Eriksberg Crane and Dock (Gotemburgo, Suécia), Ljusarkitektur
Västra Eriksberg Crane and Dock recebe prêmio de Excelência da IALD
Västra Eriksberg Crane and Dock recebe prêmio de Excelência da IALD

Pontes em Nyborg (Dinamarca), AF -
Hansen & Henneberg

First National Bank Metro Crossing (Council Bluffs, EUA),
RDG Planning & Design

First National Bank Metro Crossing recebe o prêmio IALD de Excelência

Restauração do Utah State Capitol (Salt Lake City, EUA),
Randy Burkett Lighting Design

Revitalização do Chipotle Mexican Grill (Nova York),
Arc Light Design

Lighting Design: David Singer (Principal), Wesley Burdett (Parcial), Alejandro Bulaevsky (Parcial) e Arc Light Design  fonte: http://www.arcoweb.com.br/lightning/premiacao-anual-iald-projetos-laureados-25-08-2010.html

Nova descoberta sobre energia ameaça a existência dos painéis solares atuais

Nova descoberta sobre energia ameaça a existência dos painéis solares atuais
 



Desafiando uma teoria da física que se mantém há um século, pesquisadores da Universidade de Michigan descobriram que campos magnéticos que surgem das ondas de luz são 100 milhões de vezes mais fortes do que acreditamos, criando novas possibilidades para absorção de energia solar.

De acordo com a PhysOrg, a descoberta aconteceu quando os pesquisadores utilizaram uma fonte de luz em um material não elétrico:

A luz tem componentes elétricos e magnéticos. Até então, os cientistas pensavam que os efeitos do campo magnético eram tão fracos que podiam ser ignorados. O que Rand e seus colegas descobriram é que na intensidade certa, quando a luz está viajando por um material que não conduz eletricidade, o campo de luz pode gerar efeitos magnéticos 100 milhões de vezes mais fortes do que pensávamos antes. Nas condições ideais, os efeitos magnéticos criam uma força equivalente ao efeito elétrico.

Com a tecnologia atual, a luz a luz precisa ser focada em uma intensidade de 10 milhões de watts por centímetro quadrado, que é bem mais forte do que a intensidade natural do sol. No entanto, eles estão trabalhando com materiais que permitem fontes de luz menos intensas para produzir energia (atualmente, eles trabalham com lasers).

Os pesquisadores acreditam que a descoberta pode levar a criação de uma “bateria ótica”, que não utilize semicondutores e não precisem absorver luz (que libera o calor durante o processo). Ou seja, essa tecnologia pode ser mais barata e mais eficiente. Eles acreditam que com mais pesquisas e melhores materiais, é possível alcançar 10% de eficiência, valor que os atuais painéis comerciais de absorção de luz solar atingem

quinta-feira, abril 14, 2011

Fiat lança objetos de decoração baseados no Fiat 500 de 1970

Projeto é chamado de ‘Fiat 500 Design Collection’.

Coleção inclui um sofá, uma mesa e um console.

 

Baseada em réplicas da versão de 1970 do Fiat 500, a fabricante italiana de veículos lança uma linha de móveis. Com a abertura nesta quinta-feira (14) do 50 º Salone del Mobile em Milão (Itália), a montadora apresentou a prévia do projeto chamado "Fiat 500 Design Collection".
Mesa 'Picnic' faz parte da coleção de móveis inspirada no Fiat 500 (Foto: Divulgação) 
Mesa 'Picnic' faz parte da coleção de móveis inspirada no Fiat 500 (Foto: Divulgação)

Em parceria com a empresa de design de interiores Meritalia, também italiana, a Fiat criou três peças de decoração que levam a frente do carrinho como tema: a mesa Picnic (foto), o bar Cincin e o sofá Panorama. Quem se interessar pelas peças inusitadas, a montadora disponibiliza o canal de vendas na internet fiat500design.com, mas os preços são divulgados apenas sob consulta.

De acordo com a Fiat, cada nome é inspirado por uma visão do 500 retratado em um parque, onde as pessoas podem desfrutar de uma paisagem romântica, organizar um piquenique com os amigos ou comemorar com um brinde.

fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2011/04/fiat-lanca-objetos-de-decoracao-baseados-no-fiat-500-de-1970.html

 

quarta-feira, abril 13, 2011

Casa com grife: Cris Barros assina linha de decoração

Estilista cria peças de home wear para a rede Riachuelo


A fórmula das coleções de moda assinadas por estilistas famosos e vendidas a preços mais acessíveis, em grandes lojas de departamento, tem feito sucesso no Brasil. Depois de invadir o universo fashion, a onda chega ao mercado de decoração. Isso porque, junto com as roupas criadas por Cris Barros, a Riachuelo também apostou numa coleção de home wear, de autoria da estilista. Por enquanto, a linha traz roupas de cama e jogos de toalhas com cores e estampas românticas.

Editora Globo
A linha para a casa tem assinatura de Cris Barros
fonte:http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI225500-16802,00-CASA+COM+GRIFE+CRIS+BARROS+ASSINA+LINHA+DE+DECORACAO.html

segunda-feira, abril 11, 2011

Charlie Sheen’s



A estrela do seriado Two and A Half Men, Charlie Sheen, e sua então mulher, Brooke Mueller, colocaram sua mansão em Los Angeles a venda por mais de 3 milhões de dólares.











fonte: http://hookedonhouses.net/2009/10/29/charlie-sheens-mediterranean-style-home-in-l-a/

Casa favorece fluidez da luz e do espaço





Trabalhar na cidade, morar longe dela. A ideia da vida nos subúrbios, cada vez mais impossibilitada pelas dificuldades de locomoção das grandes metrópoles de hoje, ainda é viável em alguns pontos do globo. É o caso de Pilar, nos arredores de Buenos Aires, onde fica esta casa, quase um refúgio campestre em plena capital argentina.

O proprietário é um advogado que trabalha no centro da cidade, mas que escapa de volta para o retiro assim que o dia termina, para encontrar a esposa e suas duas crianças. A casa é vizinha de um campo de golfe, numa área repleta de árvores antigas. Com a privacidade garantida, o casal encomendou ao escritório do arquiteto portenho Andrés Remy um projeto que privilegiasse as aberturas e o contato com o verde externo.

Numa casa em que muitas das paredes não passam de imensas janelas, o único elemento a delimitar uma fronteira visual entre interior e exterior é uma parede de pedras rústicas que conduz do jardim à entrada. Esta parede é também o grande contraponto a uma construção onde o branco reina soberano – nas fachadas e no mármore de Carrara que reveste o piso interno e dá nome à casa, Casa Carrara.

Para além das enormes janelas, a ligação entre o lado de fora e a parte interna é quase uma obsessão. Faz-se ainda mais evidente pela presença da água, que rodeia a casa na forma de uma grande piscina e de um espelho d’água, este último repetido no hall de entrada, como que a confundir qual espelho está dentro e qual está fora. Há ainda uma cascata interna, que escorre do primeiro andar para o térreo num plano vertical de vidro, reforçando, como se precisasse, a fluidez da luz e da água pela casa.