domingo, novembro 29, 2009
Maquete Eletrônica
quinta-feira, novembro 26, 2009
Arquitetura Sustentável - O que é um projeto sustentável
O projeto de arquitetura sustentável contesta a idéia do edifício como obra de arte e o compreende como parte do habitat vivo , estreitamente ligado ao sítio, à sociedade, ao clima, a região e ao planeta. Se compromete a difundir maneiras de construir com menor impacto ambiental e maiores ganhos sociais, sem contudo, ser inviável economicamente.
A elaboração de um projeto de arquitetura na busca por uma maior sustentabilidade deve considerar todo o ciclo de vida da edificação, incluindo seu uso, manutenção e sua reciclagem ou demolição. O caminho para a sustentabilidade não é único e muito menos possui receitas, e sim depende do conhecimento e da criatividade de cada parte envolvida.
“É extremamente importante que o profissional tenha em mente que todas as soluções encontradas não são perfeitas, sendo apenas uma tentativa de busca em direção a uma arquitetura mais sustentável. Com o avanço tecnológico sempre surgirão novas soluções mais eficientes.” (YEANG,1999)
Os principais benefícios são:
- redução dos custos de investimento e de operação;
- imagem, diferenciação e valorização do produto;
- redução dos riscos;
- mais produtividade e saúde do usuário;
- novas oportunidades de negócios;
- satisfação de fazer a coisa certa.
quarta-feira, novembro 25, 2009
A casa ecológica
A "Casa Ecológica" foi idealizada objetivando demonstrar procedimentos adequados do ponto de vista ecológico na construção civil e abrigar atividades relacionadas à educação ambiental.
Destaca-se que o conceito de "Casa Ecológica" passa, necessariamente, pela adoção de critérios coerentes com a política de gerenciamento ambiental, quer seja na escolha dos materiais construtivos, como nas técnicas de aproveitamento dos condicionantes naturais (sol e vento), no tratamento dos resíduos oriundos do uso (p. ex. esgoto) e na busca de racionalização e eficiência energética.
Tal técnica foi escolhida em função de o sistema possibilitar a união dos aspectos positivos da madeira com a resistência do aço proporcionando grande flexibilidade nas soluções arquitetônicas, com garantia de durabilidade e pouca manutenção.
Além disso, o sistema permite o desmonte e remonte da edificação em outro local de condições semelhantes – condição desejável para a Casa -, rapidez de montagem, facilidade de manutenção e possibilidade de desenvolvimento de habitação de interesse social por ajuda mútua e/ou mutirão.

As diretrizes principais constituíram-se no uso de materiais construtivos renováveis - na medida do possível -, aproveitamento dos condicionantes naturais (sol e vento), no tratamento dos resíduos oriundos do uso e na busca de racionalização e eficiência energética.
No aspecto relacionado à escolha dos materiais, a madeira foi eleita como matéria prima fundamental, especialmente considerando ser este o único material realmente renovável na construção civil tradicional.
Procurando aliar os conceitos ambientais com a situação deficitária de habitação no país, o projeto foi desenvolvido para servir de parâmetro para moradias de médio poder aquisitivo, podendo, com alterações, vir a ser produzida em série para conjuntos habitacionais destinadas às famílias de baixa renda.
Durante as pesquisas preliminares, foram constatados procedimentos urbanos – como por exemplo o desperdício de água e energia – facilmente evitados a partir de modificações de hábitos.
Para auxiliar na criação de uma mentalidade de “não desperdício”, a Casa foi projetada para servir de laboratório demonstrativo/informativo de procedimentos ecologicamente corretos. Além disso, procurou-se dotar a Casa de elementos demonstrativos das soluções arquitetônicas, já que a tomada de decisões dos profissionais da construção civil muitas vezes são oriundos do desconhecimento de técnicas e desenhos alternativos que proporcionem conforto ao usuário, economia e adequação aos princípios de conservação ambiental.
Adicional aos objetivos propostos, a questão estética foi fundamental na elaboração dos conceitos já que buscava-se uma tipologia edificatória caracteristicamente urbana, sem contudo desvincular do padrão “casa” presente na memória coletiva.
terça-feira, novembro 24, 2009
A ZERO HOUSE

segunda-feira, novembro 23, 2009
Estádios sustentáveis e ecoarenas
Com os projetos para a Copa de 2014, o Brasil pode vir a ser o primeiro país do mundo a ter feito todo o campeonato em estádios sustentáveis.
Com os projetos de estádios da Copa de 2014 andando a todo vapor, Fifa e arquitetos propõem a construção das chamadas ecoarenas. Esse momento único pode marcar o Brasil como o primeiro país do mundo a ter feito todo o campeonato mundial de futebol em estádios sustentáveis.
“Não poderíamos ficar de fora. Durante 70 anos, nosso foco foi o esporte”, diz Vicente de Castro Mello, sócio do escritório que elaborou a proposta de readequação do Estádio Mané Garrincha
sexta-feira, novembro 20, 2009
Persianas
Todos os tipos de persianas podem ser motorizados e por isso, automatizados. Persianas automatizadas podem ser controladas por painel na parede, controle remoto ou computador pessoal.
Além de criar esses efeitos e sensações, as persianas proporcionam mais privacidade ao espaço onde se encontram.
quinta-feira, novembro 19, 2009
Tomadas e plugs
O argumento para a padronização é facilidade e segurança à população. O brasileiro já teve mais de 12 tipos de plugues e oito de tomadas nacionais ou importados, obrigando-o a utilizar adaptadores muitas vezes. Dependendo do formato ou potência do aparelho, o consumidor pode ser vítima de choque ou provocar curto-circuito ao ligar o produto à tomada.
O que sai de cena?
Os pinos chatos deixam de existir com o novo padrão, permanecendo apenas os terminais redondos. Também será proibida a fabricação dos benjamins (comumente chamados de “T” por conta do formato), pois serão substituídos por soluções mais seguras e com limites de ligações encadeadas que a rede elétrica possa suportar. Isso evitará a sobrecarga de um único ponto da rede elétrica, exigindo mais planejamento nas instalações.
Como será o novo padrão?
O mercado terá dois modelos de plugues e tomadas com dois (bipolar) ou três pinos redondos (bipolar com aterramento). Portanto, aquele pino plano retangular será descartado. O terceiro pino redondo, em um dos plugues, servirá como fio terra evitando que o usuário leve um choque ao ligar aparelhos com corrente elétrica excedente.
Em quanto tempo a padronização estará concluída?
Como mudanças grandes exigem cuidados ainda maiores e no Brasil as coisas andam muito vagarosamente, o padrão que teve sua redação alterada em 2002 só será definitivamente implementado em 2010, último prazo para que formatos incoerentes sejam comercializados. Os usuários não possuem data para adequação, mas o próprio mercado fará com que o consumidor adeque suas residências, pois à partir de 2010 não serão mais encontrados aparelhos com plugues fora do padrão estabelecido à venda no mercado brasileiro.
Muitos eletrodomésticos e eletroeletrônicos já estão adaptados, como TVs e geladeiras. No entanto, o prazo final é junho de 2011. A partir de 1º de janeiro de 2010, empresas não poderão mais fabricar e importar equipamentos com plugues antigos e, até o dia 1º de outubro do mesmo ano, não poderão mais comercializar esses aparelhos com o varejo. Em 1º de janeiro de 2011, o comércio varejista não poderá mais vender, de forma avulsa, plugues e tomadas do modelo antigo e até junho não poderão mais ser vendidos pelo comércio, produtos com o padrão antigo.
O que muda com a existência desse novo modelo?
Como dito, a nova regra estabelece que os plugues sejam padronizados em dois modelos: pino redondo com 2 terminais e pino redondo com 3 terminais, sendo 1 terminal terra. O encaixe do plugue deverá ter o formato hexagonal e as tomadas onde o encaixe será feito terão um baixo relevo de 8 a 12 milímetros de profundidade, criando uma espécie de buraco onde o plugue ficará acomodado, evitando folgas e exposição dos terminais metálicos e consequentemente diminuindo riscos de choques elétricos – uma das principais preocupações do novo formato.
O fio terra
No ano de 2006, o Presidente Lula regulamentou uma lei que obriga que todas as construções possuam rede de aterramento em suas instalações elétricas. A norma regulamentadora de tomadas e plugues também determina que alguns eletrodomésticos sejam fabricados seguindo o padrão de 3 pinos, entre eles a geladeira, lavadora e secadora de roupas, por conta de seu alto consumo de energia. O plugue com 2 terminais continuará sendo utilizado pela maioria dos aparelhos.
Adequação das residências
O padrão NBR 14136 foi feito com base em estudos nacionais e internacionais, levando em conta uma série de fatores, incluindo-se o fator compatibilidade. É sabido que a grande maioria da população brasileira terá dificuldades em adequar sua rede elétrica residencial por falta de recursos financeiros ideais.
Com o lançamento dos padrões, a grande maioria dos aparelhos utilizados em uma residência, continuará no padrão 2 pinos e o mesmo é 100% compatível com a maioria das tomadas elétricas existentes nas residências brasileiras. Isso reduzirá drasticamente a necessidade da troca de tomadas para aquisição de bens como ventiladores, liquidificadores ou ferros de passar – aparelhos mais baratos e com vida útil reduzida – e reduzindo a obrigatoriedade para aparelhos com alto consumo como geladeiras e máquinas de lavar roupa, que possuem uma vida útil longa e não estão acessíveis à população de baixa renda.
Minha humilde opinião
A questão pode parecer simples, mas é complexa. Meu grande receio é que, como aqueles kits de primeiros socorros - que eram obrigatórios em todos os carros e depois tornaram-se quinquilharia devido a não obrigatoriedade - em alguns anos a ABNT reveja o modelo e mude tudo novamente.
Pensando nisso e sabendo que a troca de um modelo pelo outro não é tão simples quanto parece ser, minha dica é cautela. Para aqueles que irão construir agora e já tem eletrodomésticos com a tomada modelo antigo, mesclem a existência de modelos novos e antigos, tomando o cuidado de planejar onde cada tomada será colocada. O mesmo vale para quem está fazendo reforma.
Aos que não tem nada e começarão do zero, tanto na construção quanto na mobília, acho que deve analisar o modelo dos plugs dos produtos adquiridos para, então, decidir qual a melhor opção a ser adotada.
Em qualquer dos casos, é sempre importante ter um bom engenheiro elétrico e um eletricista para saber coordenar esse processo. Boa sorte!

























