domingo, dezembro 13, 2009

Estágio - Escritório



Projetos realizados durante o estágio no escritório, atuando como arquiteta colaboradora:

Abrigo Cães e Gatos - Projeto para proporcionar um melhor conforto para os animais.

Buscamos, dentro do possível, proporcionar ao cão e o gato uma vida o mais próxima possível da vida natural que ele teria em seu habitat.

Levamos em consideração os seguintes fatores:

· O sol como o mais importante medicamento para a saúde e prevenção de doenças
a posição para melhor incidência de sol
a utilização da radiação solar como esterilizador ambiental.

· Móveis e utensílios cama, sistema hidráulico com bebedouro automático, e sistema sanitário e de limpeza.

· Proteção térmica contra o frio e o calor. Ventilação.

· Praticidade - para um canil tranquilo e silencioso

· Manejo (limpeza - produtos e freqüência, etc..)








sábado, dezembro 12, 2009



Estava devendo uma foto do meu escritório.

Estágio - Escritório



sexta-feira, dezembro 11, 2009

Bambu, madeira do futuro

Há milênios, esse material dá forma a casas tradicionais em países como o Japão e a China. Nos últimos anos, pesquisas na construção civil avalizaram sua resistência e durabilidade. Arquitetos do mundo todo redescobriram o bambu e passaram a usá-lo em modernas obras públicas. Belo, leve e renovável, ele tem tudo para se firmar como alternativa à madeira e contribuir para uma arquitetura mais sustentável.

A necessidade de repensar o consumo de materiais na construção para torná-la mais sustentável do ponto de vista ambiental atrai olhares para a exploração de novas alternativas. É o caso do bambu, visto como a promessa para este século.

De crescimento rápido (em três anos, está pronta para o corte), essa gramínea gigante chama a atenção, a princípio, pela beleza. Mas sua resistência também surpreende: de frágil, ela não tem nada. "Sua compressão, sua flexão e sua tração já foram amplamente testadas e aprovadas em laboratóroi.





Brasil. Nesta casa de 229 m2 no Rio de Janeiro, cerca de mil varas de bambu-mossô (com 7,80 m de altura) compõem a estrutura e a cobertura. O fechamento das paredes levou tela metálica do tipo galinheiro para o suporte da argamassa, feita com cimento, areia e cal. Internamente (à dir.), o bambu valorizou a decoração e integrou a casa à mata. Projeto da arquiteta Celina Llerena.



China. Finalizada em 2002, esta casa nos arredores de Pequim situa-se num condomínio de 100 unidades projetado por dez arquitetos asiáticos perto da Muralha da China. Desenhada pelo escritório japonês Kengo Kuma & Associates, mede 720 m2 e emprega o bambu – abundante na região – em pilares, no piso e no forro. Apaixonado pelo material, o arquiteto Kengo Kuma enxerga nele um símbolo do intercâmbio cultural entre os dois países asiáticos (a espécie foi levada ao Japão pelos chineses). Neste projeto, o arquiteto desenvolveu um artifício para empregar o bambu com mais segurança em pilares: retira os nós (tipo de divisões internas) das varas para torná-las ocas e insere perfis metálicos e concreto nelas para deixá-las mais estáveis.



Alemanha. O fechamento deste estacionamento em Leipzig, inaugurado em 2004, foi todo feito com bambu. Segundo os arquitetos do escritório alemão HPP Hentrich Petschnigg & Partner KG, a opção não teve nada de experimental: baseou-se em pesquisas que pipocaram na Europa depois da Expo 2000 em Hannover, onde o pavilhão colombiano, desenhado pelo arquiteto Simón Vélez, empregou essa matéria-prima. As varas têm diâmetros entre 10 e 12 cm e estão 7,5 cm afastadas umas das outras – o que permite a ventilação do interior. Se chover, a água não molha os carros, já que as vagas estão distantes deste paredão. Duas aberturas zenitais redondas (abaixo) localizam-se sobre as rampas de acesso aos cinco níveis.





Colômbia. O arquiteto colombiano Simón Vélez, mundialmente conhecido pelo emprego do bambu em seus projetos, é pioneiro e grande divulgador da técnica (a montagem do pavilhão colombiano na Expo 2000, em Hannover, Alemanha, teve esse fim). Costuma utilizá-lo em obras de grande porte, como estruturas de telhados, pontes e catedrais, para demonstrar sua resistência e seu alto potencial construtivo. Atento aos problemas sociais, vê no uso do bambu para a construção a possibilidade de gerar emprego e moradia acessível a pessoas de baixa renda. Mas nem por isso deixa de projetar casas de alto padrão. Esta, localizada em Cali, foi erguida nos anos 1990 e mistura alvenaria, madeira e bambu (presente na estrutura do telhado).


Projetos pelo mundo

Fora do Brasil, alguns arquitetos têm apostado no bambu em projetos públicos de traços marcantes, que conciliam natureza e tecnologia num contraste agradável ao olhar. Em Leipzig, na Alemanha, a fachada do novo estacionamento do zoológico municipal foi construída com varas de bambu presas em cintas de aço. Perto de Madri, na Espanha, o Aeroporto Internacional de Barajas surpreende os usuários com seu enorme forro, que torna leve o visual da estrutura de concreto e aço.

Em locais como esse, de uso intenso, a opção pelo material é resultado da confiança na sua durabilidade e resistência, já que manutenções freqüentes não seriam bem-vindas.

Graças a tratamentos químicos, o amido é retirado, inibindo pragas que poderiam comprometer as varas. Em áreas externas, os produtores recomendam aplicar verniz naval para proteger do calor, do frio e da chuva.

Casas de fibra

Moradias de bambu são mais comuns do que se imagina. A organização chinesa International Network for Bamboo and Rattan (Inbar) estima que mais de 1 bilhão de pessoas habitam construções desse tipo em todo o mundo. "

A maioria delas, no entanto, foi erguida em países em desenvolvimento, com técnicas tradicionais que estão se perdendo.

Em contrapartida, a Colômbia e o Equador mantêm programas de habitações populares que privilegiam o bambu por causa do baixo custo e, com isso, estão formando mão-de-obra capacitada. Para os arquitetos especializados no assunto, o desafio é trafegar por duas frentes: resgatar conhecimentos e divulgar o bambu para combater o déficit habitacional, e apagar a idéia de que ele seria um material menos nobre aprimorando técnicas para a aplicação em projetos de alto padrão como os que você vê nestas páginas.

Jóia nacional

Das cerca de 1 300 espécies conhecidas, há pelo menos 400 no Brasil. Graças às pesquisas realizadas em universidades, alguns arquitetos têm experimentado o bambu em seus projetos.

Proteger da umidade do solo e das intempéries também faz diferença . Como diz a sabedoria popular, toda casa de bambu deve ter "uma boa bota e um bom chapéu".


Checklist do bambu

Contrate um arquiteto. Ele irá calcular corretamente as medidas das varas para o uso estrutural e tomará cuidados como o dimensionamento do beiral e a proteção da fundação.

Pré-requisitos. As espécies indicadas para a construção são: guadua, gigante e mossô (as varas sempre devem ter mais de 10 cm de diâmetro). É fundamental que o material tenha sido cortado após os 3 anos de vida, do contrário, poderá sofrer rachaduras. Em geral, os maduros apresentam manchas de fungos (que saem com pano úmido), enquanto os verdes exibem varas mais vistosas.

Tratamento. Os bons fornecedores vendem o bambu já protegido. A melhor opção é o tratamento conhecido como boucherie, em que se substitui a seiva por um composto químico formado de cloro, cromo e boro, igual ao usado no eucalipto .

Há também a proteção feita em autoclave, por defumação e por imersão em água. Nas aplicações internas, a impermeabilização com verniz, seladora ou stain a cada dois anos preserva o bambu por longos períodos. Já o uso externo requer manutenção com verniz naval.



Fonte: Arquitetura & Construção

quinta-feira, dezembro 10, 2009

11 de dezembro – DIA DO ARQUITETO




Dia 11 de dezembro é uma linda data pra todos nós arquitetos: é o nosso dia.

Por ser bem no finzinho do ano, é também um dia propício para refletirmos sobre o nosso ano profissional, avaliarmos acertos e erros, ver no que podemos ser melhores no ano que vem.

Dia do Arquiteto e do Engenheiro

É dia de homenagear os engenheiros, arquitetos e agrimensores. A data marca a publicação do Decreto-Lei nº 23569, que regulamenta as três profissões.

Parabéns !!!

O que é Arquitetura de interiores?

Falar de arquitetura de interiores sem antes falar de arquitetura é uma tarefa muito complicada. Isso porque ao projetarmos uma casa ou outra edificação qualquer, nós, arquitetos, levamos sempre em consideração o que irá acontecer dentro desses espaços. Os ambientes são dimensionados de acordo com os usos e necessidades de cada cliente.

A arquitetura de interiores, de um modo geral, se resume ao aproveitamento máximo dos espaços internos tendo como objetivos a beleza e a harmonia entre os elementos, conforto e funcionalidade para os usuários.

Na hora de elaborar um projeto de arquitetura de interiores, muitos fatores são levados em consideração como insolação e ventilação. A localização e os usos do imóvel também são analisados para se estudar as necessidades e restrições na legislação vigente. Mas um outro fator, talvez o mais importante a se considerar, é o perfil do usuário, das pessoas que irão utilizar esse espaço. Os gostos, preferências, culturas e hábitos devem aparecer no projeto para que as pessoas sintam-se bem no local que escolherem para morar ou trabalhar.

E agora, um assunto que interessa a todos: o quanto se quer e se pode gastar na obra. Deixar sua casa confortável não é luxo e não precisa custar caro. A arquitetura de interiores pode estar presente desde o início ou adaptar o que já existe, dependendo de cada situação.

O projeto de interiores pode e deve ser elaborado juntamente com o projeto arquitetônico. Em casos de reformas, o projeto pode ser desenvolvido de duas maneiras: a primeira é através da distribuição dos espaços de acordo com usos e fluxos de pessoas em uma sala de planta livre, por exemplo.

Pode-se estudar a separação das áreas social e íntima em uma residência ou o isolamento de locais com muitos ruídos do atendimento ao público numa empresa. A segunda maneira e a mais utilizada é a transformação dos espaços existentes para receberem novos usos, como converter casas em escritórios, consultórios ou estabelecimentos comerciais ou transformar um quarto que não se usa mais em home theater.

Vale a pena lembrar que, por formação, o arquiteto tem conhecimento de questões estruturais, o que lhe permite a construção de forros e paredes para delimitar espaços ou a demolição das mesmas para ampliações, sempre tomando por base e estrutura existente.

Um bom arquiteto vai juntar todo seu conhecimento com os anseios do cliente. O nosso trabalho é sempre fundamentado em esclarecer sobre todas as decisões que serão tomadas e nunca impor nossa vontade sobre a do proprietário.

terça-feira, dezembro 08, 2009

Grama no Telhado



O grande volume de prédios ajuda a formar "ilhas de calor" em grandes cidades. Uma das formas de reduzir esse problema é forrar os tetos dos edifícios com telhados verdes, verdadeiros jardins suspensos. Um exemplo é o jardim que cobre o Palácio do Anangabaú (foto), sede da Prefeitura de São Paulo. Com isso, estima-se que a temperatura seja reduzida em 1 grau.


Fonte: Contrublog e Revista Info Exame - julho/2009.

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Natal Eco-Friendly

Se você não tem tempo para comprar uma árvore de natal, não tem espaço para guardá-la depois ou mora em apartamento e não tem onde plantá-la, a solução é alugar uma!

Portobello_Blog_Christmas_tree_

Isso mesmo. O arquiteto Scott Martin da empresa The Living Christmas Company, em Los Angeles, bolou a ideia que funciona da seguinte maneira: você escolhe sua árvore pelo site, eles entregam na sua casa, e na data combinada eles pegam a árvore na sua casa e a replantam!

Você pode escolher a espécie, o tamanho e preço. A entrega é feita com caminhões que usam biodiesel. Se você se apegar à árvore, pode adotá-la, acompanhar seu crescimento e usá-la em todos os Natais.

Um Natal ecológico, sem derrubar árvores, comprar árvores de plástico ou jogar fora por não ter tempo de cuidar.

Infelizmente a novidade não está disponivel do Brasil. Fica a dica!


Fonte: Portobelo

sábado, dezembro 05, 2009

Privada do futuro!


Essa é boa! E aposto que a mulherada vai adorar!!
É a evolução da bacia sanitária, transformando-se em mictório com um simples toque em um botão.
Ele gira e aparece o assento! Tem um design lindo e promete acabar com as brigas entre os casais em torno do dilema do fechamento da tampa da privada!!









E para completar, possui sistema de higienização a partir de vapor d'água e raios ultravioleta.

Deu na Época

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Destaque

Fiquei surpresa quando abri o site e tinha um destaque para a maquete eletrônica q eu tinha feito.








Essas foram as imagens finais da maquete que eu fiz para o projeto da arquiteta que me contratou.



quarta-feira, dezembro 02, 2009







terça-feira, dezembro 01, 2009

A continuação ..




Outra parte da maquete eletrônica q estou fazendo.







domingo, novembro 29, 2009

Maquete Eletrônica

Estou trabalhando na elaboração de umas maquetes eletrônicas para o projeto de outra arquiteta, essa é a planta do apt, feito no 3ds Max.











quinta-feira, novembro 26, 2009

Arquitetura Sustentável - O que é um projeto sustentável

Hoje os edifícios são os principais responsáveis pelos impactos causados à natureza, pois consomem mais da metade de toda a energia usada nos países desenvolvidos e produzem mais da metade de todos os gases que vem modificando o clima.

O projeto de arquitetura sustentável contesta a idéia do edifício como obra de arte e o compreende como parte do habitat vivo , estreitamente ligado ao sítio, à sociedade, ao clima, a região e ao planeta. Se compromete a difundir maneiras de construir com menor impacto ambiental e maiores ganhos sociais, sem contudo, ser inviável economicamente.

A elaboração de um projeto de arquitetura na busca por uma maior sustentabilidade deve considerar todo o ciclo de vida da edificação, incluindo seu uso, manutenção e sua reciclagem ou demolição. O caminho para a sustentabilidade não é único e muito menos possui receitas, e sim depende do conhecimento e da criatividade de cada parte envolvida.

“É extremamente importante que o profissional tenha em mente que todas as soluções encontradas não são perfeitas, sendo apenas uma tentativa de busca em direção a uma arquitetura mais sustentável. Com o avanço tecnológico sempre surgirão novas soluções mais eficientes.” (YEANG,1999)


Os principais benefícios são:

  • redução dos custos de investimento e de operação;
  • imagem, diferenciação e valorização do produto;
  • redução dos riscos;
  • mais produtividade e saúde do usuário;
  • novas oportunidades de negócios;
  • satisfação de fazer a coisa certa.

quarta-feira, novembro 25, 2009

A casa ecológica


Um exemplo no Brasil.

A "Casa Ecológica" foi idealizada objetivando demonstrar procedimentos adequados do ponto de vista ecológico na construção civil e abrigar atividades relacionadas à educação ambiental.

Destaca-se que o conceito de "Casa Ecológica" passa, necessariamente, pela adoção de critérios coerentes com a política de gerenciamento ambiental, quer seja na escolha dos materiais construtivos, como nas técnicas de aproveitamento dos condicionantes naturais (sol e vento), no tratamento dos resíduos oriundos do uso (p. ex. esgoto) e na busca de racionalização e eficiência energética.

Tal técnica foi escolhida em função de o sistema possibilitar a união dos aspectos positivos da madeira com a resistência do aço proporcionando grande flexibilidade nas soluções arquitetônicas, com garantia de durabilidade e pouca manutenção.

Além disso, o sistema permite o desmonte e remonte da edificação em outro local de condições semelhantes – condição desejável para a Casa -, rapidez de montagem, facilidade de manutenção e possibilidade de desenvolvimento de habitação de interesse social por ajuda mútua e/ou mutirão.





As diretrizes principais constituíram-se no uso de materiais construtivos renováveis - na medida do possível -, aproveitamento dos condicionantes naturais (sol e vento), no tratamento dos resíduos oriundos do uso e na busca de racionalização e eficiência energética.

No aspecto relacionado à escolha dos materiais, a madeira foi eleita como matéria prima fundamental, especialmente considerando ser este o único material realmente renovável na construção civil tradicional.

Procurando aliar os conceitos ambientais com a situação deficitária de habitação no país, o projeto foi desenvolvido para servir de parâmetro para moradias de médio poder aquisitivo, podendo, com alterações, vir a ser produzida em série para conjuntos habitacionais destinadas às famílias de baixa renda.

Durante as pesquisas preliminares, foram constatados procedimentos urbanos – como por exemplo o desperdício de água e energia – facilmente evitados a partir de modificações de hábitos.

Para auxiliar na criação de uma mentalidade de “não desperdício”, a Casa foi projetada para servir de laboratório demonstrativo/informativo de procedimentos ecologicamente corretos. Além disso, procurou-se dotar a Casa de elementos demonstrativos das soluções arquitetônicas, já que a tomada de decisões dos profissionais da construção civil muitas vezes são oriundos do desconhecimento de técnicas e desenhos alternativos que proporcionem conforto ao usuário, economia e adequação aos princípios de conservação ambiental.

Adicional aos objetivos propostos, a questão estética foi fundamental na elaboração dos conceitos já que buscava-se uma tipologia edificatória caracteristicamente urbana, sem contudo desvincular do padrão “casa” presente na memória coletiva.


terça-feira, novembro 24, 2009

A ZERO HOUSE




A Zero House é uma casa auto-suficiente que promete acabar com muitas das despesas de uma casa comum. Como podem ver na imagem de cima, possui um telhado alargado que é constituído por painéis solares, sendo possível a produção de energia. Essa energia é armazenada numa bateria, sendo utilizada em todas as actividades caseiras que necessitem dela. Caso a sua produção tenha atingido o seu máximo potencial, é suficiente para abastecer energeticamente a casa durante uma semana, mesmo que, durante esse tempo, o Sol teime em não aparecer.




Na sua parte superior, a Zero House possui ainda um reservatório de água da chuva com capacidade para mais de 10000 litros. A partir desse depósito, a água é distribuída pelas diferentes partes da casa através da força da gravidade, não havendo necessidade de se recorrer a sistemas de bombeamento de água eléctricos.



Para que a casa se torne ainda mais independente, tanto a o redireccionamento de lixo orgânico como o escoamento de águas residuais é feito para um mecanismo digestivo localizado por baixo da habitação, formando-se um composto orgânico que apenas necessita de ser removido do depósito duas vezes por ano.








A Zero Home é totalmente automatizada, gerindo todos estes procedimentos amigos do ambiente de forma imperceptível para o utilizador. Possui sala de estar, cozinha, casa de banho e dois quartos, estando já mobilada de origem. Tem luz LED ajustável no tecto e nas paredes que aguenta até 100000 horas de utilização contínua, sem necessidade de se substituir qualquer lâmpada nesse espaço de tempo.



A Zero House é, então, um conceito do arquitecto Scott Specht bastante pertinente no panorama ambiental actual, tornando-se numa das vias mais cómodas que ajudarão o homem na luta contra os flagelos ambientais que ameaçam a humanidade num futuro não muito longínquo.