quinta-feira, dezembro 17, 2009

Light Steel Framing

Estava ajudando uma colega com a maquete para o tcc dela que usava estrutura de Steel Framing, vou aproveitar e falar um pouco sobre:




Moradia construída segundo o sistema Light Steel Framing podendo observar-se o esqueleto metálico antes da aplicação do revestimento estrutural.



Light Steel Framing é uma designação utilizada internacionalmente para descrever um sistema construtivo que utiliza o aço galvanizado como principal elemento estrutural. São estruturas que não utilizam tijolo ou cimento, sendo que o betão (ou: concreto) é apenas empregue nas fundações ou caves. O sistema também é conhecido por Estruturas em Aço Leve, construção LSF ou construção com aço galvanizado.

O Light Steel Framing (LSF), assim conhecido mundialmente, é um sistema construtivo de concepção racional. Por ser um sistema industrializado, possibilita uma construção a seco com grande rapidez de execução.


A grande vantagem do Light Steel Framing é tempo de obra. Pode-se construir uma casa em até três meses. Isto comparado com o prazo de construção do método convencional em alvenaria que pode ser de até 12 meses é muito pouco tempo! Além disso temos uma obra seca. Ou seja, uma obra onde o acumulo de detritos e utilização de água são mínimos.

A escolha dos materiais e de mão de obra é essencial na velocidade de construção e no desempenho do sistema. Para trabalharmos com o LSF, precisamos estar com o projeto definido previamente. Já que a casa pode vir com varias de suas partes pré - montadas de fabrica.Os materiais de acabamento também. Visto que pelo tempo de obra, não podemos perder tempo com divagações e alterações de obra.

O que pode ser um engessamento da criatividade, gera mais organização no planejamento da construção. Tanto pelo arquiteto como pelo contratante. O resultado é um orçamento muito preciso do custo, antes do inicio da obra. Muito mais tranqüilidade para quem esta investindo e facilidade na obtenção de financiamentos.


Apesar de ser considerada uma tecnologia nova, a origem do Light Steel Framing remonta ao inicio do século XIX. Na verdade, historicamente inicia com as habitações em madeira construídas pelos colonizadores no território americano naquela época.

A partir daí, as construções em madeira, conhecidas por ”Wood Frame”, tornaram-se a tipologia residencial mais comum nos Estados Unidos. Aproximadamente um século mais tarde, em 1933, com grande desenvolvimento da indústria do aço nos estados unidos, foi lançado na Feira Mundial de Chicago, o protótipo da uma residência em Light Steel Framing que utilizava estrutura de aço substituindo a estrutura de madeira.

O uso dos perfis de aço passou a ser mais vantajoso devido a maior resistência e eficiência a estrutural do aço e a capacidade da estrutura de resistir a catástrofes naturais como terremotos e furacões.



Assim, Light Steel Framing poderá traduzir-se por Estruturas em Aço Leve.



Edifício construído segundo o sistema Light Steel Framing podendo observar-se o esqueleto metálico parcialmente coberto com o revestimento estrutural, as placas de OSB.



Pormenor de estrutura de cobertura metálica pelo interior de um edifício construído segundo o sistema Light Steel Framing.

Vantagens:

Segurança estrutural;

Conforto;

Isolamento térmico;

Equilíbrio da humidade no ambiente;

Isolamento acústico;

Rapidez de construção;

Ganho em tempo;

Redução de custos;

Versatilidade na construção;

Construção sustentável;

Reabilitação urbana.



Quantidade de perfis montantes estruturais num edifício construído segundo o sistema Light Steel Framing.

Apesar das vantagens da construção LSF e das preocupações ambientais, o preço continua a constituir um factor importantíssimo na tomada de decisão . Algumas pessoas confundem este tipo de edifícios com construções pré-fabricadas e imaginam que o preço deverá ser muito mais baixo que os praticados na construção vulgar.

Na verdade, uma construção Light Steel Framing é tão pré-fabricada quanto uma em alvenaria. Tal como os tijolos já vêm prontos de fábrica e depois sobrepostos no local, o mesmo acontece com os perfis, que usualmente necessitam de ser cortados em obra. As entidades bancárias não financiam pré-fabricados visto que a obra pode, em teoria, ser desmontada e deslocada. Num edifício com estrutura metálica só é possível demolir o edifício tal como em qualquer outro caso, sendo que o aspecto final é rigorosamente igual ao de qualquer outra casa.

E naturalmente o acesso ao crédito decorre como habitualmente em qualquer construção vulgar. As construções Light Steel Framing são completamente iguais, tanto pelo exterior como pelo interior a qualquer outra construção.

O que varia é a estrutura metálica que lhe confere mais segurança e os materiais de isolamento térmico e acústico que lhe garantem mais conforto.

Empregam-se os mais recentes materiais, eficientes e tecnicamente evoluídos actualmente disponíveis no mercado da construção civil. Os níveis de segurança e conforto são muito superiores à habitação média que usualmente se constrói usando o cimento e o tijolo. Naturalmente, a maior qualidade tem o seu custo.

Apesar disso, as construções com estrutura em aço são comercializadas por valores semelhantes a qualquer outra habitação. Isto é possível devido à menor utilização de mão de obra, a uma gestão eficiente dos profissionais envolvidos e à racionalização dos meios de transporte e maquinaria.

Ou seja, menos tempo de construção resulta numa poupança substancial de recursos o que permite alcançar valores finais competitivos. Além disso, o custo inicial também pode ser rentabilizado com o passar do tempo devido a uma menor manutenção e a uma considerável poupança energética na climatização.



Pormenor de acabamento de telhado numa moradia com estrutura em Light Steel Framing.



Parafusos de cabeça sextavada com broca, adequados para construção Light Steel Framing.



Reconstrução de cobertura com mansardas em edifício antigo usando o sistema Light Steel Framing.


Urbanização de edifícios com estrutura em aço indiferenciáveis dos vulgares.

quarta-feira, dezembro 16, 2009

Preço – Sanitário Acessível

Quanto custa adaptar um sanitário para pessoas com deficiência?

Para matar a curiosidade e também para pessoas interessadas terem um parâmetro, aí vai esse post. Peguei as informações do blog arquitetura acessível.

O sanitário acessível tem um custo especial.

Vou passar os preços de um sanitário adaptado padrão, encontrado em agências bancárias.

O total fica em R$1.873,50 !

Não precisamos usar esses produtos, como por exemplo a bacia sanitária com essa abertura frontal.

Basta que o vaso sanitário tenha altura de 45 centímetros. Esse vaso com abertura frontal é utilizado por pessoas que tem bolsa de colostomia, porém, não está na Norma de Acessibilidade.

As barras de apoio devem seguir medidas da Norma e serem bem afixadas. Existem sanitários em que foram adaptados corrimãos que sobraram da escada!

De acordo com os padrões da NBR 9050/2004.


Fonte: arquitetura acessível de Thaís Frota

terça-feira, dezembro 15, 2009

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Casa Pro

Estágio - Escritório



Projetos realizados durante o estágio no escritório, atuando como arquiteta colaboradora:

Colaborei com os arquitetos responsáveis pelo projeto, atuando no quadro de áreas, cotas e numeração de lotes.

ATMOSPHERA GREEN RESIDENCE




domingo, dezembro 13, 2009

Estágio - Escritório



Projetos realizados durante o estágio no escritório, atuando como arquiteta colaboradora:

Abrigo Cães e Gatos - Projeto para proporcionar um melhor conforto para os animais.

Buscamos, dentro do possível, proporcionar ao cão e o gato uma vida o mais próxima possível da vida natural que ele teria em seu habitat.

Levamos em consideração os seguintes fatores:

· O sol como o mais importante medicamento para a saúde e prevenção de doenças
a posição para melhor incidência de sol
a utilização da radiação solar como esterilizador ambiental.

· Móveis e utensílios cama, sistema hidráulico com bebedouro automático, e sistema sanitário e de limpeza.

· Proteção térmica contra o frio e o calor. Ventilação.

· Praticidade - para um canil tranquilo e silencioso

· Manejo (limpeza - produtos e freqüência, etc..)








sábado, dezembro 12, 2009



Estava devendo uma foto do meu escritório.

Estágio - Escritório



sexta-feira, dezembro 11, 2009

Bambu, madeira do futuro

Há milênios, esse material dá forma a casas tradicionais em países como o Japão e a China. Nos últimos anos, pesquisas na construção civil avalizaram sua resistência e durabilidade. Arquitetos do mundo todo redescobriram o bambu e passaram a usá-lo em modernas obras públicas. Belo, leve e renovável, ele tem tudo para se firmar como alternativa à madeira e contribuir para uma arquitetura mais sustentável.

A necessidade de repensar o consumo de materiais na construção para torná-la mais sustentável do ponto de vista ambiental atrai olhares para a exploração de novas alternativas. É o caso do bambu, visto como a promessa para este século.

De crescimento rápido (em três anos, está pronta para o corte), essa gramínea gigante chama a atenção, a princípio, pela beleza. Mas sua resistência também surpreende: de frágil, ela não tem nada. "Sua compressão, sua flexão e sua tração já foram amplamente testadas e aprovadas em laboratóroi.





Brasil. Nesta casa de 229 m2 no Rio de Janeiro, cerca de mil varas de bambu-mossô (com 7,80 m de altura) compõem a estrutura e a cobertura. O fechamento das paredes levou tela metálica do tipo galinheiro para o suporte da argamassa, feita com cimento, areia e cal. Internamente (à dir.), o bambu valorizou a decoração e integrou a casa à mata. Projeto da arquiteta Celina Llerena.



China. Finalizada em 2002, esta casa nos arredores de Pequim situa-se num condomínio de 100 unidades projetado por dez arquitetos asiáticos perto da Muralha da China. Desenhada pelo escritório japonês Kengo Kuma & Associates, mede 720 m2 e emprega o bambu – abundante na região – em pilares, no piso e no forro. Apaixonado pelo material, o arquiteto Kengo Kuma enxerga nele um símbolo do intercâmbio cultural entre os dois países asiáticos (a espécie foi levada ao Japão pelos chineses). Neste projeto, o arquiteto desenvolveu um artifício para empregar o bambu com mais segurança em pilares: retira os nós (tipo de divisões internas) das varas para torná-las ocas e insere perfis metálicos e concreto nelas para deixá-las mais estáveis.



Alemanha. O fechamento deste estacionamento em Leipzig, inaugurado em 2004, foi todo feito com bambu. Segundo os arquitetos do escritório alemão HPP Hentrich Petschnigg & Partner KG, a opção não teve nada de experimental: baseou-se em pesquisas que pipocaram na Europa depois da Expo 2000 em Hannover, onde o pavilhão colombiano, desenhado pelo arquiteto Simón Vélez, empregou essa matéria-prima. As varas têm diâmetros entre 10 e 12 cm e estão 7,5 cm afastadas umas das outras – o que permite a ventilação do interior. Se chover, a água não molha os carros, já que as vagas estão distantes deste paredão. Duas aberturas zenitais redondas (abaixo) localizam-se sobre as rampas de acesso aos cinco níveis.





Colômbia. O arquiteto colombiano Simón Vélez, mundialmente conhecido pelo emprego do bambu em seus projetos, é pioneiro e grande divulgador da técnica (a montagem do pavilhão colombiano na Expo 2000, em Hannover, Alemanha, teve esse fim). Costuma utilizá-lo em obras de grande porte, como estruturas de telhados, pontes e catedrais, para demonstrar sua resistência e seu alto potencial construtivo. Atento aos problemas sociais, vê no uso do bambu para a construção a possibilidade de gerar emprego e moradia acessível a pessoas de baixa renda. Mas nem por isso deixa de projetar casas de alto padrão. Esta, localizada em Cali, foi erguida nos anos 1990 e mistura alvenaria, madeira e bambu (presente na estrutura do telhado).


Projetos pelo mundo

Fora do Brasil, alguns arquitetos têm apostado no bambu em projetos públicos de traços marcantes, que conciliam natureza e tecnologia num contraste agradável ao olhar. Em Leipzig, na Alemanha, a fachada do novo estacionamento do zoológico municipal foi construída com varas de bambu presas em cintas de aço. Perto de Madri, na Espanha, o Aeroporto Internacional de Barajas surpreende os usuários com seu enorme forro, que torna leve o visual da estrutura de concreto e aço.

Em locais como esse, de uso intenso, a opção pelo material é resultado da confiança na sua durabilidade e resistência, já que manutenções freqüentes não seriam bem-vindas.

Graças a tratamentos químicos, o amido é retirado, inibindo pragas que poderiam comprometer as varas. Em áreas externas, os produtores recomendam aplicar verniz naval para proteger do calor, do frio e da chuva.

Casas de fibra

Moradias de bambu são mais comuns do que se imagina. A organização chinesa International Network for Bamboo and Rattan (Inbar) estima que mais de 1 bilhão de pessoas habitam construções desse tipo em todo o mundo. "

A maioria delas, no entanto, foi erguida em países em desenvolvimento, com técnicas tradicionais que estão se perdendo.

Em contrapartida, a Colômbia e o Equador mantêm programas de habitações populares que privilegiam o bambu por causa do baixo custo e, com isso, estão formando mão-de-obra capacitada. Para os arquitetos especializados no assunto, o desafio é trafegar por duas frentes: resgatar conhecimentos e divulgar o bambu para combater o déficit habitacional, e apagar a idéia de que ele seria um material menos nobre aprimorando técnicas para a aplicação em projetos de alto padrão como os que você vê nestas páginas.

Jóia nacional

Das cerca de 1 300 espécies conhecidas, há pelo menos 400 no Brasil. Graças às pesquisas realizadas em universidades, alguns arquitetos têm experimentado o bambu em seus projetos.

Proteger da umidade do solo e das intempéries também faz diferença . Como diz a sabedoria popular, toda casa de bambu deve ter "uma boa bota e um bom chapéu".


Checklist do bambu

Contrate um arquiteto. Ele irá calcular corretamente as medidas das varas para o uso estrutural e tomará cuidados como o dimensionamento do beiral e a proteção da fundação.

Pré-requisitos. As espécies indicadas para a construção são: guadua, gigante e mossô (as varas sempre devem ter mais de 10 cm de diâmetro). É fundamental que o material tenha sido cortado após os 3 anos de vida, do contrário, poderá sofrer rachaduras. Em geral, os maduros apresentam manchas de fungos (que saem com pano úmido), enquanto os verdes exibem varas mais vistosas.

Tratamento. Os bons fornecedores vendem o bambu já protegido. A melhor opção é o tratamento conhecido como boucherie, em que se substitui a seiva por um composto químico formado de cloro, cromo e boro, igual ao usado no eucalipto .

Há também a proteção feita em autoclave, por defumação e por imersão em água. Nas aplicações internas, a impermeabilização com verniz, seladora ou stain a cada dois anos preserva o bambu por longos períodos. Já o uso externo requer manutenção com verniz naval.



Fonte: Arquitetura & Construção

quinta-feira, dezembro 10, 2009

11 de dezembro – DIA DO ARQUITETO




Dia 11 de dezembro é uma linda data pra todos nós arquitetos: é o nosso dia.

Por ser bem no finzinho do ano, é também um dia propício para refletirmos sobre o nosso ano profissional, avaliarmos acertos e erros, ver no que podemos ser melhores no ano que vem.

Dia do Arquiteto e do Engenheiro

É dia de homenagear os engenheiros, arquitetos e agrimensores. A data marca a publicação do Decreto-Lei nº 23569, que regulamenta as três profissões.

Parabéns !!!

O que é Arquitetura de interiores?

Falar de arquitetura de interiores sem antes falar de arquitetura é uma tarefa muito complicada. Isso porque ao projetarmos uma casa ou outra edificação qualquer, nós, arquitetos, levamos sempre em consideração o que irá acontecer dentro desses espaços. Os ambientes são dimensionados de acordo com os usos e necessidades de cada cliente.

A arquitetura de interiores, de um modo geral, se resume ao aproveitamento máximo dos espaços internos tendo como objetivos a beleza e a harmonia entre os elementos, conforto e funcionalidade para os usuários.

Na hora de elaborar um projeto de arquitetura de interiores, muitos fatores são levados em consideração como insolação e ventilação. A localização e os usos do imóvel também são analisados para se estudar as necessidades e restrições na legislação vigente. Mas um outro fator, talvez o mais importante a se considerar, é o perfil do usuário, das pessoas que irão utilizar esse espaço. Os gostos, preferências, culturas e hábitos devem aparecer no projeto para que as pessoas sintam-se bem no local que escolherem para morar ou trabalhar.

E agora, um assunto que interessa a todos: o quanto se quer e se pode gastar na obra. Deixar sua casa confortável não é luxo e não precisa custar caro. A arquitetura de interiores pode estar presente desde o início ou adaptar o que já existe, dependendo de cada situação.

O projeto de interiores pode e deve ser elaborado juntamente com o projeto arquitetônico. Em casos de reformas, o projeto pode ser desenvolvido de duas maneiras: a primeira é através da distribuição dos espaços de acordo com usos e fluxos de pessoas em uma sala de planta livre, por exemplo.

Pode-se estudar a separação das áreas social e íntima em uma residência ou o isolamento de locais com muitos ruídos do atendimento ao público numa empresa. A segunda maneira e a mais utilizada é a transformação dos espaços existentes para receberem novos usos, como converter casas em escritórios, consultórios ou estabelecimentos comerciais ou transformar um quarto que não se usa mais em home theater.

Vale a pena lembrar que, por formação, o arquiteto tem conhecimento de questões estruturais, o que lhe permite a construção de forros e paredes para delimitar espaços ou a demolição das mesmas para ampliações, sempre tomando por base e estrutura existente.

Um bom arquiteto vai juntar todo seu conhecimento com os anseios do cliente. O nosso trabalho é sempre fundamentado em esclarecer sobre todas as decisões que serão tomadas e nunca impor nossa vontade sobre a do proprietário.

terça-feira, dezembro 08, 2009

Grama no Telhado



O grande volume de prédios ajuda a formar "ilhas de calor" em grandes cidades. Uma das formas de reduzir esse problema é forrar os tetos dos edifícios com telhados verdes, verdadeiros jardins suspensos. Um exemplo é o jardim que cobre o Palácio do Anangabaú (foto), sede da Prefeitura de São Paulo. Com isso, estima-se que a temperatura seja reduzida em 1 grau.


Fonte: Contrublog e Revista Info Exame - julho/2009.

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Natal Eco-Friendly

Se você não tem tempo para comprar uma árvore de natal, não tem espaço para guardá-la depois ou mora em apartamento e não tem onde plantá-la, a solução é alugar uma!

Portobello_Blog_Christmas_tree_

Isso mesmo. O arquiteto Scott Martin da empresa The Living Christmas Company, em Los Angeles, bolou a ideia que funciona da seguinte maneira: você escolhe sua árvore pelo site, eles entregam na sua casa, e na data combinada eles pegam a árvore na sua casa e a replantam!

Você pode escolher a espécie, o tamanho e preço. A entrega é feita com caminhões que usam biodiesel. Se você se apegar à árvore, pode adotá-la, acompanhar seu crescimento e usá-la em todos os Natais.

Um Natal ecológico, sem derrubar árvores, comprar árvores de plástico ou jogar fora por não ter tempo de cuidar.

Infelizmente a novidade não está disponivel do Brasil. Fica a dica!


Fonte: Portobelo

sábado, dezembro 05, 2009

Privada do futuro!


Essa é boa! E aposto que a mulherada vai adorar!!
É a evolução da bacia sanitária, transformando-se em mictório com um simples toque em um botão.
Ele gira e aparece o assento! Tem um design lindo e promete acabar com as brigas entre os casais em torno do dilema do fechamento da tampa da privada!!









E para completar, possui sistema de higienização a partir de vapor d'água e raios ultravioleta.

Deu na Época

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Destaque

Fiquei surpresa quando abri o site e tinha um destaque para a maquete eletrônica q eu tinha feito.








Essas foram as imagens finais da maquete que eu fiz para o projeto da arquiteta que me contratou.



quarta-feira, dezembro 02, 2009







terça-feira, dezembro 01, 2009

A continuação ..




Outra parte da maquete eletrônica q estou fazendo.