sábado, julho 10, 2010

Casa ecológica produz toda a energia que consome

Modelo construído no prédio da Panasonic, em Tóquio, usa tecnologia verde.

 

Imagine viver em uma casa totalmente ecológica que, em vez de consumir energia extra, produz a sua própria e emite uma taxa zero de carbono. Por enquanto, isso não é realidade, mas a Panasonic montou uma casa-modelo, com toda a tecnologia verde, no prédio da empresa, em Tóquio, no Japão. Embora nenhuma família viva no local e nem todos os produtos instalados sejam produzidos e vendidos no mercado, o espaço é aberto para a visitação pública e mostra como seria o funcionamento de uma construção com quatro quartos, equipada com sistemas ecoeficientes de ventilação, iluminação, geração de energia e aquecimento.

Veja como funciona:
 

 Divulgação
O sistema de ventilação equilibra as
temperaturas interna e externa



TEMPERATURA
Com um sistema moderno, que combina ventilação natural e mecânica, o ar frio é captado no verão e o ar quente, no inverno, por baixo da casa. Assim, a temperatura interna fica equilibrada em qualquer estação. O ar-condicionado também é inteligente e funciona por meio de um sensor: se a pessoa está fazendo uma atividade leve, como ler um livro, o ar fica automáticamente mais fraco e, se está se exercitando, por exemplo, o fluxo é mais intenso.





 Divulgação
Lâmpadas de LED e sensores na iluminação


ILUMINAÇÃO
Além de aproveitar a luz natural, com amplas aberturas para deixar o sol entrar nos ambientes internos, a casa ecológica também conta com a tecnologia para economizar energia na iluminação. Lâmpadas de LED foram instaladas pela casa toda: elas consomem seis vezes menos do que as comuns e duram mais tempo: de acordo com a Panasonic, as lâmpadas EverLED podem funcionar por até 19 anos. Além disso, sensores apagam e acendem as luzes da casa automaticamente, conforme o movimento das pessoas, e aumentam e diminuem a sombra para aproveitar ao máximo a luz natural.




 
Divulgação
Eletrodomésticos modernos reutilzam a água



ÁGUA
Com eletrodomésticos modernos, é possível economizar água. A lavadora e secadora da casa ecológica consome menos energia porque a água é reaproveitada durante as lavagens e uma bomba de calor seca as roupas, sem precisar usar tanta eletricidade. Detalhes, como o material especial usado nas peças sanitárias, também ajudam: os vasos, pias e banheiras ficam limpos por mais tempo, porque são mais resistentes e aos quais a sujeira é menos aderente, exigindo menos lavagens.


 Divulgação
Painéis captam a energia solar
ENERGIA
Ao isolar aparelhos eletrônicos com uma camada de vácuo, a eficiência energética é mais intensa, ou seja, dá para usar mais, gastando menos eletricidade. O U-Vacua pode ser instalado nos eletrodomésticos com essa intenção. Outra tecnologia é o Heat Pump, que capta o calor do ar e o transforma em energia para alimentar o ar-condicionado, o aquecedor de água, as lavadoras e secadoras.

A casa também é equipada com painéis que captam a energia solar e possui aparelhos que combinam hidrogênio com o oxigênio do ar, produzindo energia. A peça também aquece a água, que pode ser usada nos chuveiros e no sistema de aquecimento de piso. Um acumulador também capta toda a energia extra produzida e a armazena, para uso futuro. 
 
 
 

sexta-feira, julho 09, 2010

Edifício será construído em Miami e terá certificação ecológica

Prédio norte-americano ultrapassará atual mais alto do mundo.

O recorde de altura do famoso Burj Khalifa, de Dubai, está com os dias contados. É que o edifício Miapolis, planejado para ser construído em Miami, nos Estados Unidos, deve ganhar o título de mais alto do mundo, ultrapassando a torre do Oriente Médio em 183 metros. Além disso, o projeto norte-americano será o maior, em território norte-americano, com certificação LEED, selo que marca obras sustentáveis.


Os 160 andares do prédio serão divididos entre unidades residenciais, hotéis, restaurantes e lojas, além de espaços de entretenimento, como jardins, auditórios, parques de diversão e mirantes. Assinada pela empresa Kobi Karp Architechts, a construção contará com energia eólica, telhados verdes, tecnologia para o reaproveitamento da água das chuvas e compensação das emissões de carbono. 


quinta-feira, julho 08, 2010

Normas de desempenho passam a valer


Desde 12 de maio, entraram em vigor as normas ABNT NBR 15.575. Elas são as primeiras do país a estabelecer parâmetros que permitem avaliar o desempenho de edificações. Dirigidas a prédios habitacionais de até cinco pavimentos, também devem se tornar referência dos contratantes para outros tipos de edifício. Entre as novidades, elas definem responsabilidades dos agentes envolvidos, do incorporador ao usuário, e trazem novos parâmetros de projeto e especificação. Embora a NBR 15.575 já esteja valendo só se tornará obrigatória para projetos protocolados nas prefeituras a partir de 12 de novembro desse ano.
Depois de décadas de trabalho, foi publicado o texto final da Norma de Desempenho para Edifícios Habitacionais de até cinco pavimentos. Criada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) com a participação de mais de 100 agentes do setor de construção civil, a Norma estabelece critérios e métodos de avaliação do desempenho de sistemas construtivos, como: estrutura, pisos internos, vedações internas e externas, coberturas e instalações hidrossanitárias. Em outras palavras, significa dizer que o construtor terá de garantir, já no memorial, a qualidade, o prazo de vida útil, o prazo de garantia e o desempenho de cada sistema da obra comercializada e a integração de todos eles na construção do empreendimento. 
Mas essa regra deverá valer a partir de 12/05/2010, quando o documento entra em vigor oficialmente. Até lá, as incorporadoras e construtoras têm dois anos para se adequarem às novas diretrizes.
Além de estabelecer parâmetros mais objetivos para a atividade imobiliária, a Norma poderá, depois de sua aplicação, balizar ações judiciais e a relação de compra/venda de imóveis. Isto porque apesar de o documento não ser lei, o Código de Defesa do Consumidor considera abusiva a prática de venda de produtos não-conformes; os contratos de imóveis prevêem a oferta de um produto em acordo com normas vigentes e o código de ética dos engenheiros afirma que o cumprimento de normas é uma obrigação.


O texto aprovado, com mais de 700 contribuições de profissionais relativos à atividade, ficou sob consulta nacional por dois meses. Para ter acesso à Norma de Desempenho, é preciso comprar cada uma das seis partes que compõem o documento no site www.abntnet.com.br, ou por telefone (11) 3017-3600. A impressão ou arquivo virtual da parte 1, referente a requisitos gerais, sai por R$ 106,90; desempenho de sistemas estruturais, por R$ 73.50; de pisos internos, R$ 86.95; de coberturas e sistemas de vedações verticais internas e externas, R$ 106.90 cada e sistemas hidrossanitários, R$ 73.50.

Lustres com lâmpadas de LED

 

Além do advento tecnológico, as peças garantem um visual moderno em ambientes como salas e halls


A tendência LED ganha cada vez mais espaço no universo na decoração. Depois de complementar sofáscortinas, paredes e tantos outros artigos, agora é a vez dos lustres.
As lâmpadas modernas dão uma pitada de estilo a ambientes como salas e halls e são uma ótima pedida para os fãs de tecnologia.


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI129789-16937,00-LUSTRES+COM+LAMPADAS+DE+LED.html

A sagrada Família

 Sou Fascinada pela Sagrada Família:



Templo Expiatório da Sagrada Família, também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico  da cidade catalã de Barcelona  (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão  Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. 

Financiado unicamente por contribuições privadas, o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí. No momento presente o mês de setembro de 2010 é apontado para a conclusão do interior e abertura ao culto e visitas enquanto para a sua consagração está prevista a data de 7 de novembro de 2010.
A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. 

O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres: quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2010) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.



quarta-feira, julho 07, 2010

As lajes,o que são e como se dividem ?

As lajes


As mais comuns são as de concreto armado, executadas no local, ou as pré-moldadas de concreto, compostas de vigotas "T" ou vigotas treliçadas e lajotas (tavelas).
As lajes pré-moldadas são as mais econômicas e mais simples de executar.
O índice de isolamento: As lajes são estruturas destinadas a servirem de cobertura, forro ou piso para uma edificação.
Feitas de concreto armado, elas podem ser pré-moldadas ou concretadas no próprio local.
As lajes concretadas no local, também chamadas de lajes maciças de concreto armado, devem ser projetadas por um profissional habilitado, que também orientará e acompanhará a sua execução.

Quais os tipos de lajes mais usadas?

Podem ser de dois tipos básicos: as maciças e as nervuradas.
As lajes maciças são mais utilizadas em obras grandes e especiais, necessitando de cálculo apropriado executado por especialista.
Dentro do tipo nervurado estão as lajes pré-fabricadas, também chamadas de mistas, que tem utilização mais ampla, atendendo também as obras de menor porte.
As lajes pré-fabricadas são aquelas constituídas por vigas ou vigotas de concreto e blocos que podem ser de diversos materiais, sendo mais utilizados os de cerâmica e os de concreto. Dependendo do tipo de vigota utilizada, as lajes pré-fabricadas podem ser: protendidas, comum ou treliçadas.

Protendidas, comum ou treliçadas

a. Protendidas

A laje protendida possui um tipo de armadura especial e, sendo na maior parte destinada a obras maiores onde é necessário resistir a grandes cargas e se tem grandes vãos, não entraremos em detalhes.

b. Laje comum

As vigotas possuem formato de um "T" invertido e tem internamente uma armadura de barras de aço.
Os blocos (ou lajotas) usados são predominantemente de cerâmica, tendo em média 32cm de largura. As alturas normais dos blocos são 7cm, 10 cm, 12 cm, 15 cm e 20 cm).

Em lajes de forro pode ser utilizado o tipo comum até vãos de 4,30m com espessura de 10cm e, para lajes de piso até 4,80m com espessura de 12cm (mas antes, verificar com o fabricante as limitações). 

As vigotas são fabricadas geralmente com comprimentos variando de 10cm em 10cm.

Este tipo de laje pode apresentar trincas depois de pronta porque o concreto da capa não adere perfeitamente às vigotas, pois as mesmas tem a superfície muito lisa.
Durante o transporte das vigotas dentro da obra, elas também podem trincar, dependendo do comprimento que tenham, por isso deve-se ter muito cuidado ao manusear para não danificar as peças.

A laje pré-moldada 

 

As lajes pré-moldadas são constituídas por vigas ou vigotas de concreto e blocos conhecidos como lajotas ou tavelas.

As lajotas e as vigotas montadas de modo intercalado formam a laje.
O conjunto é unido com uma camada de concreto, chamada de capa, lançada sobre as peças.
As lajes pré-moldadas comuns vencem vãos até 5m entre os apoios.
Em geral, os seus comprimentos variam de 10cm em 10cm.
Outro tipo de vigota, conhecido como vigota treliçada, utilizam vergalhões soldados entre si formando uma treliça. Essa laje pode vencer vãos de até 12m entre apoios.
A execução das lajes pré-moldadas é muito rápida e fácil, mas o fabricante deve fornecer o projeto completo da laje, incluindo as instruções de montagem, a espessura da capa de concreto e os demais cuidados que devem ser seguidos à risca. acústico é uma característica dos elementos construtivos completos e não de uma das suas capas, e por este motivo não se pode falar de índice de isolamento acústico de um material isolante.
A incorporação de Lãs de Vidro no interior dos elementos construtivos (enchendo os buracos) contribui para alcançar índices de isolamento acústicos elevados graças à sua elevada elasticidade, funcionando como uma mola.

Ao construir uma laje pré-moldada deve ter-se em mente os seguintes aspectos:

a ) A laje deve ser protegida com um telhado, caso contrário apresentará infiltração de águas da chuva.

NOTA: Caso não possa construir um telhado logo após a construção da laje, tome as seguintes providências: O concreto da capa deverá ser mais forte (mais rico em cimento), com uma maior espessura e com um aditivo impermeabilizante.

Dê um caimento (0,5cm para cada metro é suficiente) na laje que facilite o escoamento das águas. A superfície deverá ficar bem desempenada.

A colocação de um revestimento na laje, só poderá ser executado, caso seja feito o prévio tratamento de impermeabilização necessária, no caso consulte um especialista.

b) Quando ocorrerem trincas na parte superior das paredes onde se apóiam a laje é sinal de que a necessária cinta de concreto ou foi mal feita ou não foi executada.

Somente um técnico habilitado pode orientá-lo para sanar o problema.


c) Uma laje de forro não permite a construção de outro piso sobre ela. Consulte um técnico habilitado para saber como proceder o reforço ou a substituição da laje.

d) A ferragem adicional pode ser dispensada no caso de vãos de até 2,50m. Para vãos maiores deve-se seguir as instruções do fabricante ou técnico habilitado, quanto à quantidade e posição daquela ferragem ou da negativa.

Revestimento

Para o revestimento da laje proceder como se fosse alvenaria.

Como escolher um piso ecologicamente correto

Dois dos materiais mais comuns para pisos, carpete e vinil, ameaçam a saúde do ambiente e da sua casa. Cerca de 70% dos revestimentos de piso dos Estados Unidos são os carpetes, em sua maioria feitos de náilon. . Por que isso é um problema? O náilon é feito com petróleo, assim a sua fabricação representa um uso tremendo de recursos não-renováveis. O carpete também abriga alergênicos e pode conter substâncias químicas que causam doenças.

Vinil, conhecido como cloreto de polivinil ou PVC, também é feito com petróleo e a sua produção gera dioxina, um perigoso carcinógeno que pode causar problemas de saúde. Nem o vinil e nem o carpete são biodegradáveis.

Como escolher um piso que seja bom para o ambiente e para a casa? Vários materiais naturais para piso estão disponíveis aos consumidores. Eles são renováveis e contêm o mínimo de processamento industrial. A opção por um piso ecológico pode reduzir o seu rastro ambiental, além de reduzir os níveis de toxicidade em sua casa e aumentar a eficiência energética.

Ao pensar num novo piso para a sua casa, considere os materiais naturais



Antes de escolher qualquer piso, vejamos alguns fatores que devem ser considerados.

  • Estética: como o piso vai ficar na casa?
  • Orçamento: quanto os materiais e a instalação vão lhe custar? Uma auto-instalação pode reduzir os altos custos de um material de revestimento.
  • Manutenção: será fácil de limpar? Ele requer um trabalho adicional ao longo de sua vida útil?
  • Desempenho: o quanto esse piso vai se desgastar? Você tem filhos, animais domésticos, uma banda de rock ou muitos sapatos pontiagudos? Alguns pisos são resistentes ao tráfico intenso e suportam mais do que outros. O desempenho também está ligado à função da sala. Por exemplo, o carpete não é uma boa opção para cozinhas, banheiros ou porões, pois estes ambientes apresentam mais umidade do que os outros. Mas o carpete seria uma opção para a sua sala de estar se você deseja um piso extremamente confortável para as suas reuniões de família.

Tenha isso em mente ao considerar diferentes métodos de revestimentos. Vamos começar pela questão da estética. Você gosta do visual do carpete e do vinil, mas ainda deseja evitar potenciais ameaças à sua casa e ao meio ambiente? Na próxima página, nós descobriremos se todo carpete é prejudicial e como obter o visual do vinil de maneira natural.

Opções de pisos ecológicos: carpete e linóleo

Nem todo carpete é ruim para o ambiente. O carpete pode ser feito de materiais naturais, como a lã extraída do pêlo de ovelha ou das lhamas. O carpete de lã oferece uma opção extremamente durável, res­istente ao fogo, resistente às manchas e hipoalergênica quando comparado aos carpetes sintéticos. Este tipo de revestimento é ideal para áreas com grande tráfego por causa das fibras maleáveis que retornam à posição normal após sofrerem pressão. Tapetes de lã podem ser aspirados, mas deve-se tomar cuidado ao limpá-los com certos produtos químicos. Eles são luxuosos, mas há um custo por todo esse luxo. 

O carpete de lã é significativamente mais caro do que outros carpetes.


Sisal
rackermann © istockphoto.com
Sisal
Uma opção mais barata e mais amiga ao meio ambiente é um tapete feito de qualquer uma das várias fibras naturais. O sisal é uma fibra das folhas da planta agave que resulta num revestimento durável, fácil de limpar e que absorve ruídos. A alga marinha é outra opção. Ela cresce debaixo d'água, é barata quando comparada às outras fibras naturais e é fácil de cuidar. Ela é um pouco mais escura, então pode ser a melhor opção para esconder o rastro de sujeira deixado pelas crianças e pelos animais domésticos. A juta é a fibra natural mais leve, mas também a menos durável e uma das mais caras. Entre outras fibras, estão a abaca, que é um material nodoso da família da banana, e a fibra de coco, que é obtida das cascas de coco. A fibra de coco seca rapidamente, tornando-a uma boa opção para um local úmido como o banheiro.


Algumas pessoas adoram a textura rústica das fibras naturais, mas alguns materiais como o sisal, podem causar coceira, então sinta cada um deles antes de decidir. Embora alguns desses materiais estejam disponíveis para a casa toda, eles são mais comumente tapetes de área, pois eles se expandem e encolhem quando molham.

Se as plantas não fazem a sua cabeça, você pode optar pelo linóleo, uma manta que inclui o revestimento vinílico. Você pode pensar que não, mas na verdade, o linóleo é um produto natural feito de óleo de linhaça, serragem de cortiça e de madeira, resinas de árvore, sedimentos do solo e pigmentos. O linóleo natural custa mais do que o vinil, mas dura de 10 a 20 anos mais. É fácil de limpar, embora ele precise ser encerado regularmente. Caso você risque o linóleo, você pode polir a marca e isso funciona bem em cozinhas e banheiros. Entretanto, algumas pessoas são sensíveis ao cheiro do óleo de linhaça. Então, passe algum tempo perto de um piso de linóleo antes de colocá-lo em casa.


As cores vibrantes são uma das marcas do linóleo natural; a empresa Forbo oferece um produto com o nome de "Marmoleum", que possui as cores de uma rocha extraída, e outro produto chamado "Artoleum", que possui cores vivas extraídas das imagens de ressonância magnética. O linóleo natural pode ser adquirido em muitas lojas de construção e revestimentos, mas por causa de muitas pessoas acharem que vinil e linóleo são sinônimos, certifique-se de checar o rótulo para garantir que o projeto fique natural. A instalação da folha de linóleo é complicada, então se procura por um projeto que possa ser feito por você mesmo, talvez seja melhor optar pelos ladrilhos de linóleo.


Ainda não se animou com os materiais naturais para pisos? Não se preocupe pois ainda não terminamos. 


Opções de piso de terra e cortiça

"Flutuando no ar" é uma frase que geralmente serve para descrever uma felicidade eufórica. A cortiça como revestimento para piso pode ser o jeito mais próximo de literalmente atingir esse estado. O piso de cortiça é extremamente macio porque é feito de pequenas bolsas de ar comprimido. As bolsas de ar se mantêm com o tempo. Então, se o piso amassar, ele acabará retornando à posição normal. A cortiça também absorve ruídos e oferece um bom isolamento térmico. Ela tem uma boa resistência à água, fazendo dela uma boa opção para cozinhas e banheiros. Com os devidos cuidados, a cortiça pode durar de quatro a cinco vezes mais do que um piso vinílico.

Comparada em custo com os pisos de madeira, a cortiça é um dos pisos mais fáceis para a auto-instalação, sobretudo os ladrilhos de cortiça que são encaixados. O material esponjoso também pode fazer você flutuar no ar por ele ser amigo do meio-ambiente. Ela é extraída da casca do carvalho sem danificar a árvore e a casca se regenera sozinha.

Onde encontrar materiais de construção naturais


Alguns destes métodos, como o bambu e a cortiça, já fazem sucesso entre os construtores e estão disponíveis em muitas lojas de artigos para a casa. Outros, como o piso de terra, podem vir da terra do seu próprio quintal. Se você estiver à procura de um desses materiais, um bom ponto de partida são os fornecedores online.
Muitas crianças ouvem em algum momento que não devem sujar o piso limpo com terra trazida de fora da casa. Mas e se o piso já for feito de terra? Alguns milhares de pisos de terra foram instalados nos Estados Unidos, sobretudo no oeste, onde os métodos de construção com terra como o tijolo cru, o saco de terra e a terra batida já são populares.

O revestimento de terra é feito com uma mistura de argila, areia e visgo pressionada no piso. Ele precisa de algumas semanas para secar e o piso é protegido com óleo de linhaça e cera alveolada. Essa proteção o torna resistente à água, para que esfregar o chão com água não resulte num lamaçal. Mas os pisos de terra ainda não são recomendados para locais com muita umidade, como banheiros e cozinhas.



Piso de terra
Um piso de terra finalizado


Esses pisos podem cortar os custos com aquecimento por causa da boa massa térmica oferecida pelo material terroso. A massa térmica avalia a capacidade de um material manter-se aquecido e dispersar o calor quando a casa começa a esfriar. O método é barato, com pisos de terra custando US$ 5 cada metro quadrado em comparação com os US$15 ou mais para os pisos de madeira. 

A instalação requer muito trabalho e com poucos pedreiros experientes em revestimentos terrosos, este provavelmente será um projeto de faça você mesmo. O seu gosto pelo visual dos pisos terrosos será uma questão de preferência pessoal. Alguns realmente gostam de como o piso amadurece, e um construtor o comparou com um "sofá velho de couro rachado". Todavia, apreciar o visual de couro envelhecido significa aceitar que um piso de terra realmente racha, amassa e risca facilmente.

Piso de madeira sustentável

Um piso de madeira nos traz à mente imagens de uma floresta totalmente derrubada? Existe um jeito fácil de aliviar a sua consciência ambiental. A madeira certificada pelo Forest Stewardship Council (FSC) cumpre critérios rígidos relacionados à gestão da floresta e aos assuntos ecológicos. A madeira aprovada pelo FSC recebe um selo e até um número especial para que se possa saber de qual floresta ela foi retirada. Esse tipo de madeira está se tornando mais disponível enquanto o número de florestas aprovadas aumenta. Cerca de 15,5 milhões de acres de floresta foram certificados nos Estados Unidos em 2005, comparados com os 1,4 milhões em 1995.

As madeiras disponíveis incluem a maioria dos tipos mais comumente utilizados nos pisos de madeira, incluindo carvalho, cerejeira e bordo, e a madeira aprovada pelo FSC é comparável em custo com outras madeiras.

Muitas pessoas adoram a beleza dos pisos de madeira, que são duráveis e fáceis de cuidar. Porém, os pisos de madeira podem ser barulhentos quando não devidamente isolados, e riscam facilmente. Os pisos de madeira são econômicos, pois você mesmo é capaz de instalá-los.



Bambu
Roel Smart © istockphoto.com
Os pisos de bambu possuem várias tonalidades, como essa parecida com a do piso de madeira
O bambu é uma planta gigante e muito resistente. Ele é uma das plantas de crescimento mais rápido do mundo e pode ser extraído uma vez em poucos anos, ao contrário dos ciclos de vida mais longos das madeiras. Além disso, a extração não afeta as raízes da planta de bambu. Para criar um piso, as varas ocas são fatiadas em tiras chatas e tratadas com conservantes para que elas se mantenham unidas. A instalação do piso de bambu é similar à do piso de madeira. Os pisos de bambu mantêm um peso elevado e são mais duráveis e resistentes do que os pisos de madeira. Porém, eles podem custar um pouco mais por metro quadrado.
É importante verificar os tipos de conservantes utilizados para tratar o bambu, já que eles podem conter substâncias químicas que resultam em VOCs. Outras pessoas já expressaram preocupação com o bambu que não é extraído de maneira ambientalmente responsável em alguns países. Por exemplo, existem evidências de que florestas naturais foram desmatadas a fim de abrir espaço para mais bambu e o bambu não possui um processo de certificação similar ao do Forest Stewardship Council. Se você estiver pensando seriamente no bambu,

O que é um VOC?


Ao comprar um piso, você pode ter observado a sigla "VOC" muitas vezes. VOC - Volatile Organic Compound - significa composto orgânico volátil. Quando compostos orgânicos do carpete, das tintas, dos materiais de limpeza e de vernizes são liberados no ar durante um processo conhecido como "liberação de gás," eles se misturam a outros compostos e substâncias químicas para gerarem os VOCs. Embora muitos desses compostos não sejam prejudiciais sozinhos, eles podem causar uma toxicidade dentro de casa e podem gerar problemas de saúde como asma, perda de memória e câncer. Os VOCs liberados pelos carros causam poluição. Optar por produtos rotulados com VOC baixo pode melhorar a saúde de sua casa.


terça-feira, julho 06, 2010

Cazaquistão ganha barraca gigante


Com 100 metros de altura, ela abriga até praias e cascatas artificiais.
Inauguração em Astana coincide com aniversário do presidente do país.

 


Khan Shatyr, considerada a 'maior barraca do mundo', durante sua inauguração nesta terça-feira (6) em Astana, no Cazaquistão. Projetava pelo arquiteto britânico Norman Foster, ela tem 100 metros de altura e abriga lojas, praias e cascatas artificiais, um minicampo de golfo e jardins. Sua inauguração coincide com o aniversário de 70 anos do presidente do país asiático, Nursultán Nazarbayev. (Foto: Reuters)

Arquiteto Santiago Calatrava divulga projeto do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro


Edifício de 12,5 mil m² terá coletores solares móveis na fachada e zona de microclima com espelho d'água em torno do prédio, para reduzir temperatura.

 


O arquiteto espanhol Santiago Calatrava divulgou nesta segunda-feira, 21 de junho, as primeiras imagens do Museu do Amanhã, que será instalado no Píer Mauá, zona portuária do Rio de Janeiro. Inspirado em elementos da Floresta Atlântica, o projeto prevê a construção de um edifício de 12,5 mil m² com coletores solares móveis na fachada. O investimento é estimado em R$ 130 milhões.
Museu do Amanhã, por Santiago Calatrava

Segundo informações da Fundação Roberto Marinho, o Museu do Amanhã terá dois níveis conectados por rampas. No térreo, ficarão a loja, auditório, restaurante, salas de exposições temporárias e salas de pesquisa e ações educativas, além das áreas administrativas do museu. Já no pavimento superior estarão as salas das exposições permanentes, um belvedere para contemplação da vista e um café.
fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/arquiteto-santiago-calatrava-divulga-projeto-do-museu-do-amanha-no-176826-1.asp

Energia sustentável


O uso de clarabóias e o sistema duplo de pele de vidro com baixa emissão de calor – forma um grande bolsão de ar – que minimiza o aquecimento interno, conseqüentemente, economizando o ar condicional, principal vilão de alto consumo de energia.

O vidro usado também, como parede de alvenaria externa proporciona iluminação natural durante o dia – são recursos para obtenção de luz natural durante o dia, economizando energia elétrica.

O Sol é fonte de energia renovável, tanto como fonte de calor, quanto de luz, é uma das energias mais promissoras para enfrentamento dos desafios do novo milênio. Além de abundante e permanente, não polui e nem prejudica o ecossistema. No Brasil, onde se encontram bons índices de insolação em qualquer território, este tipo de energia soma características positivas e vantajosas. O Sol irradia anualmente o equivalente a 10.000 vezes a energia consumida pela população mundial neste mesmo período .

Na Energia Solar Fototérmica existe vários tipos de coletores, entretanto, os coletores solares planos são largamente utilizados para aquecimento de água em residências, devido ao conforto proporcionado e à redução do consumo de energia elétrica.



A arquitetura vem buscando harmonizar as concentrações ao clima e características locais – é a adoção de soluções urbanísticas adaptadas às condições específicas (clima e hábitos de consumo) de cada lugar. Também busca, ainda, o aproveitamento do calor proveniente do Sol, adequando-o com isolantes ou não, conforme as condições climáticas, para paredes, circulação de ar e de água, iluminação, conservação de alimentos entre outros, com o uso de matérias de conteúdo energético tão baixo quanto possível.

Energia Solar Fotovoltaica é a da conversão direta da luz em eletricidade. O efeito fotovoltaico é percebido através da diferença de potenciais nos extremos de um material semicondutor. A célula fotovoltaica é a unidade fundamental do processo de conversão.No Brasil, por exemplo, 15% da população não possuem acesso à energia elétrica. O atendimento a essa parte de brasileiros se torna difícil, pois vive em núcleos populacionais esparsos, típicos das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte.

Observa-se nos grandes centros urbanos, como na capital paulista e na cidade do Rio de Janeiro a utilização deste meio de geração de energia em projetos arquitetônicos prediais de grande porte ou residenciais para as classes A e B. O caminho vai ser longo até se chegar a uma utilização considerável de energia sustentável em ambientes residências.

A indústria de eletro-eletrônicos já produz aparelhos de consumo mais baixo e o mercado busca lançamentos mais eficientes para uso doméstico, diminuindo o consumo de energia elétrica e protegendo o meio ambiente.

Algumas vantagens são indiscutivelmente sabidas: menores custos operacionais beneficiam os usuários com menores contas de luz e custos de manutenção; aumento de confiabilidade, reduzindo curto-circuito; maior tempo de vida para os produtos etc.


fonte: http://sustentart.blogspot.com/2008/11/energia-sustentvel.html

sábado, julho 03, 2010

CHALÉ ESTILO SUÍÇO

A empresa tecARCHITECTURE projetou essa casa com estilo rústico-chique, como as tradicionais chalés da Suíça. Apesar de um telhado convencional, essa descolada casa de vidro apresenta tudo o que há de mais contemporâneo e original.  A fachada minimalista possui paredes de vidro e seu terraço é aberto e convidativo, com uma vista espetacular.  Cada quarto é naturalmente iluminado (o sol chega a todas as peças) e possui decorações em branco e chão em madeira, fazendo com que o luxo seja o ponto principal dessa arquitetura.

 
http://www.obravipblogs.com.br/arquitetura/arquitetura-casas/chale-estilo-suico/

Um dos prédios mais altos do mundo vai virar ‘verde’

Um dos edifícios mais altos do mundo – o Taipei 101, com 509 metros de altura e 101 andares – deve passar por uma extensa reforma no valor de US$ 1,8 milhão (cerca de R$ 3,09 mi), para se tornar o arranha céu ecológico mais alto do mundo.






Edifício deve se tornar arranha-céu ecológico mais alto do mundo.
A administração do prédio, um marco de Taiwan, espera receber um certificado do programa americano Liderança em Design de Energia e Meio Ambiente (LEED, na sigla em inglês), o maior programa de certificados deste tipo e também o que mais cresce.

A corporação financeira de Taiwan, proprietária do prédio, anunciou o investimento nos próximos 18 meses para cortar o uso de energia e de água e diminuir as emissões de carbono em até 10%.


Para isso, deverão ser instalados novos e mais eficientes sistemas de energia e encanamento. A administração também pretende encorajar as 10 mil pessoas que trabalham no prédio a reciclar, manter o ar-condicionado a uma temperatura de 26 graus e usar o transporte público.

A administração também vai pedir aos ocupantes que comprem comida nos arredores, para cortar a emissão de carbono das entregas de refeições.

A vice-presidente assistente do Taipei 101, Kathy Yang, disse que o projeto deve gerar uma economia de US$ 615 mil (cerca de R$ 1,06 milhão) por ano e atrair como novos locatários empresas que desejam ser ambientalmente responsáveis.

“É realmente importante para a indústria da construção olhar para a questão ambiental, levá-la a sério”, disse Yang. “Então, queremos mostrar para o mundo que mesmo um edifício alto como o nosso pode começar a fazer isso, que podemos fazer o melhor para nos tornar um edifício ‘verde’.”

Como se fossem cidades verticais, os arranha-céus do mundo estão entre alguns dos maiores poluidores em zonas urbanas.

Construído em 2004, o Taipei 101 já foi projetado com algumas características de respeito ao meio-ambiente. O prédio coleta água da chuva, que é usada nas descargas e para regar seu jardim, e suas janelas, de duas folhas de vidro, ajudam a evitar que o calor do exterior entre no edifício.

Há cerca de 3.500 prédios em todo o mundo com certificado de ambientalmente responsável, mas a administração do Taipei 101 espera que ele seja o primeiro arranha-céu a obter o documento.

sexta-feira, julho 02, 2010

Quem é quem entre fissuras, trincas e rachaduras

A empolgação passou. Você já desfruta do aconchego do seu lar e está feliz da vida. Aí um dia assim meio sem querer, olhando em torno e apreciando a obra que você produziu você se depara com uma “rachadura” e, claro, se desespera. Mas será mesmo uma rachadura? Não seria uma trinca ou quem sabe uma fissura?


   Pois é. Isso, realmente, nunca sabemos direito pois, estamos acostumados a chamar tudo de rachadura. Mas, elas são diferentes. Requerem intervenções diferentes na sua solução e podem ser mais ou menos preocupantes. Então, vamos entender melhor isso.


 Fissuras: Apresentam-se como aberturas finas e compridas, mas de pouca profundidade.         Normalmente são superficiais atingindo a massa corrida ou a pintura. Portanto inofensivas. Apesar disto, nada bonitas ou agradáveis.




Trinca: É mais acentuada e profunda provocando a separação das partes. O que pode vir a ser indicativo de que algo grave pode estar ocorrendo. Por isso requer um estado de atenção.


 Rachadura: Abertura grande, acentuada e profunda, também com divisão das partes e de gravidade acentuada uma vez que afetando a alvenaria e elementos estruturais como vigas, colunas e laje, por exemplo, comprometem a estabilidade da edificação tornando-se um risco à segurança dos usuários.


O aparecimento deste tipo de problema tem relação com a qualidade da obra, tanto dos materiais quanto da dosagem de argamassa e concreto, aplicação e a fatores externos como: oscilação de temperatura, infiltração, fadiga por cargas repetitivas e temporárias e fatores estruturais. Por apresentar causas diversas precisam de uma avaliação especializada para a correta intervenção e solução do problema.


   Se a patologia detectada é apenas uma fissura estável a solução é mais simples. Mas fique atento pois, normalmente, tudo começa com uma fissura. Por isso é importante acompanhar para saber se ela se estabiliza ou não. Em caso negativo esta evolução levará a trincas ou rachaduras indicando a presença de uma enfermidade mais grave.

   As trincas  e rachaduras precisam de uma investigação minuciosa afim de preservar a segurança da edificação e, claro, de quem a utiliza. Por isso o ideal é chamar um engenheiro civil e solicitar um laudo técnico

   Para a elaboração do laudo técnico o engenheiro realizará um estudo das causas. Assim entenderá melhor o problema antes de definir a conduta a ser adotada para a solução do mesmo. E apontará, também, outras possíveis patologias encontradas, definindo as prioridades a serem sanadas. A partir disto você terá a segurança necessária para decidir o que fazer antes de reformar.

   Garantias de que nenhuma destas enfermidades irão aparecer na sua edificação você não terá, mas é possível preveni-las fazendo, antes de construir, um bom projeto, um estudo do solo, usando materiais de qualidade, escolhendo mão de obra profissional competente e cobrando controle na execução dos procedimentos construtivos.


Hotel Design – Sax Praga

Hotel temático.  Localizado em Praga, num edifício do século XIV que já abrigou de tudo um pouco e, em 1994, foi decorado por Nadi Sadovska e Jaromír Pitzinger para virar um hotel.

 A fachada, bem clássica. Ele é o prédio da direita.

Ele é temático porque o conceito proposto é recuperar o design dos anos 50, 60 e 70 sem releituras – vintage, mesmo. Cada quarto é diferente do outro, os lençóis, pisos, paredes e móveis são escolhidos a dedo para passar toda a atmosfera dessas 3 décadas de design do século XX.



O lobby já dá o gostinho dos móveis, luminárias e cores que estão espalhados pelo hotel.


Representando os anos 50 estão, entre outros, Arne Jacobsen (da Egg, Formiga e Swan), Charles e Ray Eames (da La Chaise e cadeiras de plástico) e Florence Knollová (ex-presidente da Knoll), os designers clássicos do modernismo.

Olha que sonho ter essas cadeiras no quarto... uma Swan e uma cadeira de balanço dos Eames...


Dos anos 60 eles trouxeram a arte pop. Verner Panton e Eero Saarinen também marcam presença. O futurístico vem dos anos 70, assim como o psicodélico, cores fortes, vibrantes, padronagens e formas inesperadas.

No quarto a gente já observa as estampas, o colorido meio pop meio psicodélico.



 Essa parede no banheiro é perfeita!


quinta-feira, julho 01, 2010

Projeto luminotécnico otimiza distribuição da luz artificial




A luz está presente em nossas vidas desde o mais tênue momento. É ela que dá sentido aos objetos nos permitindo identificar formas e criando a sensação das cores. A partir da invenção da lâmpada começamos a usufruir da luz artificial aprendendo a controlar sua quantidade e qualidade e não paramos mais. Desenvolvemos complexos sistemas e integramos o conceito de iluminação aos ambientes domésticos, profissionais e de entretenimento.

   O conceito de iluminação envolve a arte de aplicar e distribuir a luz natural ou artificial em um espaço ou ambiente de forma a atender as necessidades humanas de bem estar, visibilidade e realização de tarefas e as de arquitetura, imprimindo estilo e ambientando espaços, criando efeitos e destacando objetos.

   O uso da luz natural envolve a elaboração de projetos voltados para o máximo aproveitamento dos recursos naturais. O que significa privilegiar o uso de clarabóias, janelas e portas em quantidade e posição que possam maximizar a ação do sol como fonte de iluminação.  Já para a luz artificial emprega-se a luminotécnica. Que é o estudo das técnicas de iluminação artificial aplicadas à ambientes internos e externos.

   Este estudo objetiva alcançar a otimização da iluminação, produzindo um sistema correto, sem defeitos e que estimule os sentidos através da exata distribuição da luz, integrando a artificial a natural. Levando em conta, também, nossas expectativas e desejos por conforto luminoso, qualidade, controle facilitado, baixo custo, flexibilidade para reposicionamento de luminárias, modulação de intensidade e sensores de acionamento.
   
Os sistemas de iluminação que incluem lâmpadas, luminárias e controles como dimmer, timers, interruptores e detectores de movimento, são a primeira decisão a ser tomada em um projeto luminotécnico. E para definir o mais adequado é preciso estabelecer:

   – Como as luminárias serão distribuídas no ambiente, ou seja, a iluminação geral, a localizada e a de tarefa.
   – Como as luminárias distribuirão a luz?  de forma direta ou indireta? 
   – E qual a ambientação/função que desejamos, como o que será efeito, destaque, decoração e qual a modulação adequada.

   Partindo destes conceitos não será tão aterrorizante encarar a tarefa de pensar na iluminação de sua casa.

Plástico reciclado é usado para construir casas sustentáveis



  Em tempos de sustentabilidade inovar e descobrir novas alternativas construtivas é cada dia mais importante. Quem há alguns anos atrás, poderia pensar em construir móveis de materiais como plástico? Imagine então erguer uma casa com este material. Pois foi exatamente isso que fez uma empresa na Grã-Bretanha.

   A companhia Affresol construiu uma casa com 18 toneladas de plástico reciclável. Utilizando a tecnologia a empresa desenvolveu um produto chamado de Thermo Poly Rock que produzido a partir da mistura de lixo reciclável com resina e polímeros TPR forma placas mais resistentes que concreto, aprova de água, duráveis, resistentes a infestações de insetos, não inflamáveis, 100% recicláveis e capazes de proporcionar um excelente isolamento térmico, entre outras características.

   Construir casas populares de qualidade e de baixo custo é um grande desafio para os governos. 

Principalmente em momentos em que moradias são destruidas por tragédias exigindo a ação da arquitetura de emergência. Contar com esta nova tecnologia para oferecer moradia barata sem deixar de lado a qualidade, promovendo a sustentabilidade e encontrando uma solução para o lixo que se acumula nas grandes cidades, é mais uma opção da qual os governos poderão lançar mão na solução do problema de moradia para as comunidades carentes.

   E é exatamente isso que está fazendo o governo do País de Gales, juntamente com organizações ambientais, ao apoiar o projeto da empresa que já lançou uma linha de casas verdes e construções portáteis modulares de quatro toneladas e que já prevê para logo a construção do primeiro condomínio popular feito de plástico.

  Enquanto isso aqui no Brasil duas empresas, localizadas no Rio Grande do Sul,  a Plásticos Vipal e a Royal do Brasil , já detém a tecnologia para a contrução de casas de com perfis de PVC que podem ser preenchidos com concreto ou  outros materiais. O sistema já foi testado, aprovado e executado com sucesso.

fonte: http://poloservicos.wordpress.com/