quarta-feira, julho 14, 2010

home theater

A sala de home theater ocupa lugar de honra em muitas residências. Embora sejam os convidaddos principais do ambiente, os aparelhos não devem interferir no charme da decoração. Veja exemplos de projetos modernos e funcionais


 

O espaço do home theater tem madeira canela de demolição sobre o piso e a parede em que fica a porta de entrada 

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Neste ambiente, harmonia rústica entre a peroba de demolição, que começa no teto e desçe até o meio do piso, e o limestone 

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A escolha de tons claros como base da decoração do espaço deve-se ao fato de o ambiente integrar living, sala de jantar e leitura

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O painel da TV foi revestido com um papel de parede cuja estampa clássica, em contraste com o pufe colorido e a poltrona suspensa, imprimi modernidade ao ambiente em tons de cinza, preto e branco.

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Os cartazes de cinema, adquiridos em viagens pelos moradores, dão graça e diversão à sala de home theater, onde predominam as cores cáqui e bege.
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A madeira em tom médio não atrapalha a imagem da TV e o móvel parece flutuar a 35 cm do piso. No alto, a estante tem nichos para peças decorativas e spots com lâmpadas dicroicas para iluminação indireta.

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A sala com home theater moderniza a proposta colorida e psicodélica da década de 1970.

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A mangueira com lâmpadas xenon, embutida em um rasgo no teto, proporciona luz difusa que não interfere na imagem da TV, além de valorizar a textura dos tijolos.

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Em vez de fazer em marcenaria uma torre, encaixada no painel de parede e no móvel baixo, os moradores preferiram pôr no lugar um armário chinês, que serve de apoio a três ambientes. Além de mantas e DVDs, são guardadas ali as louças do jantar.
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Para atender às expectativas dos moradores, o home theater, a sala de jantar, o escritório e a cozinha dividem o mesmo ambiente. Os tons amarronzados contribuem para o clima de aconchego.
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No living de 80m, a proposta é de um espaço multifuncional e aconchegante. A estante de madeira se prolonga num painel sustentado por prateleiras que abrigam a lareira.
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Discreta, a TV de tela fina fica pregada na parede com molduras de gesso produzindo o efeito de lambri.

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Nesta confortável sala de home theater, os caixilhos de alumínio com vidro temperado valorizam a entrada de luz.
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As linhas retas predominam nesta sala de home theater. A estante e o aparador tem acabamento gofrato em branco.

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O painel assimétrico de madeira zebrano e laca fendi conta com gavetas para guardar CDs e DVDs.
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A sala do home theater foi decorada no estilo oriental. A iluminação, discreta, é bem aconchegante e o painel foi feito de madeira sucupira.
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De laca branca, a estante espaçosa ocupa toda a extensão da parede. Ali, cabem de livros ao home theater.
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A decoração da sala de 19 m² prioriza a disposição dos móveis. Com boa distância do painel do home theater, feito com carvalho americano e prateleiras laqueadas, todo mundo assiste a um bom filme com conforto.

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O painel de ébano de de massacar dá profundidade ao home theater. O acabamento da estante é de laca preta.

 fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,GF77810-16766,00-HOME+THEATER.html#fotogaleria=19










Poltrona com design de boca

Peça cria atmosfera sensual no ambiente


O último lançamento do estúdio de design italiano Sand&Birch é essa poltrona em formato de boca, batizada Roxanne. A ideia, segundo o fabricante, é que os lábios vermelhos que compõem a peça remetam a um clima de luxúria e sensualidade. Pode ser encontrada em duas versões: em poliuretano coberto de tecido ou poliuretano com pintura de verniz.

 fonte: Por Casa e Jardim Online

terça-feira, julho 13, 2010

Casa na árvore



Quem nunca quis ter uma casa na árvore quando criança? Esta é sua grande oportunidade! Confira nossos melhores achados: Uma empresa canadense desenvolveu a Free Spirit Spheres. Esferas que mudam a base convencional da construção, e usam a floresta como nova base, ideais para relaxar, meditar, fotografar e sair um pouco da rotina. Cada esfera é suspensa por quatro pontos no topo e mais quatro na base. Forte suficiente para aguentar sua estrutura e conteúdo.



Já o escritório alemão Baumraum, levou em consideração a superpopulação das cidades, e a dificuldade de encontrar um lar-doce-lar, para criar esta casa na árvore com um design bem bacana. Momento perfeito para procurar por um lugar para viver em contato com a natureza!



Neste caso, a sustentabilidade se juntou ao luxo. O Club Med, luxuosa rede de resorts, delegou à Edouard François a missão de construir uma espécie de refúgio para quem cansou da vida urbana. O projeto consiste em uma série de suítes que lembram um amendoim, localizadas em Aldiana, ao sul do Senegal.



Para quem gostou da idéia, seguem outros modelos:

segunda-feira, julho 12, 2010

1 ano de aniversário



12 de julho de 2010, o blog está completando o seu primeiro aniversário!


O número de visitas chegou a mais de 60.000 acessos.
Com o blog conquistamos novos amigos,  fornecedores, parceiros, elogios de amigos, parentes e clientes.

O blog além de ser uma forma de comunicação é uma ferramenta de distração e informação que tenho como referências para estudos e pesquisas.

Obg pessoal pelo carinho, pelo apoio,pelas sugestões, pelos elogios e pelas críticas. 
Espero continuar por muito tempo postando novas informações sobre o maravilhoso mundo da arquitetura.

Com carinho, Lorena




Como adaptar a casa ao cadeirante

Você sabe o que é acessibilidade? Com certeza já deve ter ouvido este termo. 
Acessibilidade é dar possibilidade e condição de acesso, circulação, aproximação e alcance a um usuário de cadeira de rodas. 
Os espaços públicos ainda não estão totalmente adaptados às necessidades do cadeirante, mas a sua residência tem que estar ajustada. Nada melhor do que poder chegar em casa e desfrutar de liberdade.

A finalidade principal da acessibilidade é dar total independência ao morador, priorizando a circulação. O espaço não precisa ser muito grande, mas é importante que seja bem projetado para as necessidades da pessoa e que permita que o cadeirante se movimente no giro de 360º. 
Para começar, é preciso eliminar qualquer desnível, deixando o piso regular, estável e antiderrapante, facilitando o acesso a qualquer ambiente. Se a diferença de alturas for inevitável, deve-se prever rampas de acesso. Isso se aplica também para o deslocamento entre pavimentos. Este deslocamento pode ser feito ainda por elevadores especiais.

Outra preocupação é quanto a altura dos móveis, equipamentos, janelas e interruptores. 

O cadeirante deve alcançar qualquer objeto da casa sem ajuda de terceiros. Existem normas técnicas que definem padrões a serem seguidos, mas o importante é verificar a necessidade e medidas específicas de cada pessoa. O vão das portas deve ter, no mínimo, 80 cm e as circulações e corredores pelo menos 1,20 m de largura.
Nos banheiros o ideal é prever barras de apoio ao lado do vaso sanitário e dentro dos boxes do chuveiro. Estas barras devem ter 70 cm de comprimento e precisam estar a 75 cm do chão. No boxe ainda é possível instalar bancos fixos para facilitar o banho. É importante também retirar colunas e armários sob os lavatórios, para facilitar a aproximação da cadeira de rodas. 
Esta regra vale também para pia da cozinha. As torneiras devem estar ao lado da pia. Os fogões tradicionais podem ser substituídos por cooktops.

A decoração do ambiente também deve ser bem pensada para não dificultar o acesso do cadeirante. A disposição dos móveis deve permitir a circulação sem empecilhos. Tapetes devem ser abolidos, pois podem atrapalhar o percurso. 
Espaço para rotação da cadeira de rodas
Dimensões padrão da cadeira de rodas
Uma dica especial é prever uma inclinação de 10º para frente na instalação dos espelhos.


As adaptações necessárias na casa que vai receber um cadeirante são todas listadas por uma norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e tem como objetivo dar mais espaço de circulação para a cadeira de rodas e mais áreas de apoio. O interessante é que muitas dessas alterações servem também para ajudar a adaptar um imóvel para idosos, bem como para quem necessita do apoio de muletas, andadores e bengalas.

Dimensões da cadeira de rodas


Áreas gerais da casa
- A altura indicada para colocar objetos que permaneçam ao alcance das mãos como interruptores de luz, botões, interfones é entre 80 cm a 1,20m.

- As tomadas podem estar instaladas entre 60 a 75 cm do chão.

- Desníveis são resolvidos com rampas.

- Atenção ao piso, de preferência não muito polido, os antiderrapantes são mais indicados.

- Para o giro completo do cadeirante em um cômodo ou corredor o diâmetro deve ser de 1,50. Para a rotação em 180º o espaço deve ter 1,50 m de comprimento por 1,20 m de largura e para se mover a 90º o espaço livre de 1,20 X 1,20 m.

Espaço para rotação da cadeira de rodas


- Portas necessitam de vãos mínimos de 80 cm, mas o ideal é que sejam de 90 cm.
- Maçaneta tipo alavanca é a mais indicada.
- Para o alcance da maçaneta a distância entre a porta e a lateral da parede deve ser de no mínimo 60 cm.
- É indicado que os móveis tenham cantos arredondados para evitar batidas.
- Observe se os tapetes não são muito elevados e se permitem o rolamento da cadeira.


corredor
Banheiro
- Ao menos na área de banho é essencial que o piso seja antiderrapante para evitar escorregões.
- Na área de banho, a posição indicada das barras para transferências é de 76 cm em relação ao piso. Elas devem ter 80 cm de comprimento.
- Manter um banquinho no banheiro ajuda na hora de ensaboar-se. Se preferir fixá-lo à parede, o ideal é que esteja à altura de 46 cm.
- A porta do box, como todas as outras da casa deve ter no mínimo 80 cm de largura para a passagem.
banheiro

- Uma pia suspensa favorece o encaixe da cadeira sob ela. O ideal é que esteja a uma altura de 80 cm do piso. Com altura livre abaixo dela de 70 cm.
- Espelhos fixados com a inclinação de 10 graus para a frente fazem com que a pessoa, mesmo sentada, se enxergue por inteiro.
- O adaptador para o sanitário tem altura de 9 cm. Se for construir, consulte a possibilidade de em vez de usar um adaptador, construir um desnível em que o vaso seja instalado mais alto.
- É necessária a reserva de uma área de transferência, lateral ou frontal ao vaso com 80 cm de largura por 1,10 m de comprimento.
- Barras para apoio e transferência devem ser instaladas em uma lateral e atrás do vaso. Nos casos em que só há espaço para a transferência frontal, as barras devem estar em ambos os lados.
- O tamanho ideal para banheiros sem chuveiro é de 1,50 X 1,70 m.
Cozinha
- O alcance máximo padrão para quem está sentado é de 1,35 m. É importante observar esta altura para instalação de armários. E ter o cuidado de as maçanetas estarem na parte de baixo das portas.
- A pia deve ser instalada em uma altura entre 0,80 a 1,20 do chão, com espaço para encaixar a cadeira embaixo.
- A altura da mesa entre 75 e 90 cm do chão.

Quarto
- A altura ideal para cama é a mesma da cadeira de rodas.
- As fechaduras das janelas devem obedecer à altura máxima de alcance que é de 1,35 m. É importante que tenham o parapeito mais abaixo.
- O espaço para encaixe da cadeira em escrivaninhas é entre 95 cm e 1,15 m (o mesmo do comprimento da cadeira).

Dimensões para alcance manual

Dimensões para alcance manual



Fonte: IG e ABNT NBR 9050 - Norma Brasileira de Acessibilidade a Edificações, Mobilário, Espaços e Equipamentos Urbanos.

Como adaptar o banheiro do cadeirante

Sabemos que para a reforma de um banheiro destinado a um deficiente físico ou um idoso, devemos levar em consideração o espaço do ambiente, as necessidades de apoio, a altura dos móveis e as prevenções contra quedas . Vamos agora , detalhar um pouco mais essas considerações.

  • As barras de apoio destinadas ao chuveiro devem ser presas na parede a uma altura de 90 cm do piso . O comprimento ideal das barras de apoio é de 80 cm .

  • As barras de apoio de quem utiliza o vaso sanitário possuem comprimento mínimo de 80cm e devem ser fixadas na parede a uma altura de 76 com do chão .

  • A distância entre a barra de apoio e a parte lateral do vaso sanitário varia entre 20cm e 25cm, a fim de garantir, ao usuário, melhor liberdade de movimentos durante a utilização do vaso sanitário.

  • Caso o banheiro seja muito pequeno , é recomendável a troca da porta convencional (de abrir e fechar) por uma porta sanfonada ( ou “de correr”).
fonte: http://maisreforma.wordpress.com/2008/09/24/como-adaptar-o-banheiro-do-cadeirante/

    Design moderno e sustentável para as ruas.



    Foi inspirado em uma flor que a Philips apresentou uma nova idéia de iluminação para espaços públicos. Chamado de Light Blossom, o poste de luz possui design semelhante ao de uma flor e seu funcionamento também, uma vez que, seu sistema tem como princípio básico o de permanecer aberto durante o dia e fechar-se durante a noite, como a maioria das flores. Esse movimento está diretamente ligado ao conceito da iluminação que aproveita a energia solar ou eólica para que o poste funcione.




    O Light Blossom possui em suas pétalas células solares que retêm a energia da luz do sol durante o dia e armazena-a para alimentá-lo durante a noite. Dessa forma, dependendo da posição do sol, a flor gira em pequenos e curtos movimentos para se adequar à melhor posição que aproveite mais a recepção da luz solar, como um girassol.



    Agora você deve estar fazendo a mesma pergunta que fiz quando pensei em dias nublados. Como funciona esse poste se não houver sol? E não é que tudo foi pensado! Respeitando o conceito de energia sustentável do projeto, para dias nublados e chuvosos, o funcionamento do sistema muda. Ao invés da flor permanecer aberta para reter a energia da luz solar, ela continua aberta com um reposicionamento mais fechado das pétalas, mas para que o vento a faça girar como uma turbina e então, a energia é convertida por meio de um rotor.



    Além do poste de acender no topo (flor), ele também possui pontos de luz espalhados pelo cilindro do poste (tronco). Esses pontos funcionam somente com a presença de pessoas por perto, quando se acendem. E se apagam automaticamente quando as pessoas se afastam. O projeto visa o controle do consumo de energia focado no consumo eficiente e sustentável, através de uma solução inteligente e de design moderno.

    http://www.physorg.com/news143438150.html

    http://www.simplicityevent.philips.com/global/?exp=tomorrow:light_blossom

    Ponte com Piezoeletricidade. Você conhece?



    Á primeira vista a ponte Goshiki-Zakura-Ohashi em Tóquio pode até parecer comum, mas é quando suas luzes se acendem que a diferença aparece: iluminação a base de piezoeletricidade.  Piezoelectricidade é a capacidade que alguns cristais tem de gerar correntes elétricas como resposta a uma pressão mecânica. Foi instalada na ponte uma série de pequenos geradores capazes de transformar micro vibrações derivadas do movimento dos veículos em energia que iluminam a ponte.

    Atualmente, a eletricidade é capaz de cobrir as necessidades energéticas de uma única ponte, mas já está sendo estudado o uso em outras pontes na cidade de Tóquio.  Esse sistema deveria ser utilizado em todas as estradas, pontes e rodovias, pois é uma fonte renovável de energia.


    fonte:  http://www.reprint-blog.com.br/favblog/category/sustentabilidade.aspx?page=7

    domingo, julho 11, 2010

    Tipos de Construções Sustentáveis



    Tipos de Construçõe Sustentáveis

    Os principais tipos de Construção Sustentável resumem-se, praticamente, a dois modelos: a) construções coordenadas por profissionais da área e com o uso de ecomateriais e tecnologias sustentáveis modernos, fabricados em escala, dentro das normas e padrões vigentes para o mercado; e b) sistemas de autoconstrução (que incluem diversas linhas e diretrizes), que podem ou não ser coordenados por profissionais (e por isso são chamados de autoconstrução). Incluem grande dose de criatividade, vontade pessoal do proprietário e responsável pela obra e o uso de soluções ecológicas pontuais (para cada caso).

    - Construídas com materiais sustentáveis industriais - Construções edificadas com ecoprodutos fabricados industrialmente, adquiridos prontos, com tecnologia em escala, atendendo a normas, legislação e demanda do mercado. É a mais viável para áreas de grande concentração urbana, porque se inserem dentro do modelo sócio-econômico vigente e porque o consumidor/cliente tem garantias claras, desde o início, do tipo de obra que estará recebendo. Raras vezes quem opta por este tipo de construção - clientes de médio e alto padrão- utiliza soluções artesanais ou caseiras.

    - Construídas com resíduos não-reprocessados (Earthship), reuso de materiais de origem urbana, tais como garrafas PET, latas, cones de papel acartonado, etc. Comum em áreas urbanas ou em locais com despejo descontrolado de resíduos sólidos, principalmente onde a comunidade deve improvisar soluções para prover a si mesma a habitação. É também um modelo criativo de Autoconstrução, que ocorre muito nas periferias dos centros urbanos ou junto a profissionais com espírito criativo.

    - Construídas com materiais de reuso (demolição ou segunda mão). Esse tipo de construção incorpora produtos convencionais e prolonga sua vida útil, e requer pesquisa de locais para compra de materiais, o que reduz seu alcance e reprodutibilidade. Este sistema construtivo emprega, em geral, materiais convencionais fora de mercado. É um híbrido entre os métodos de Autoconstrução e a construção com materiais fabricados em escala, sendo que estes não são sustentáveis em sua produção.

    - Construção alternativa. Utiliza materiais convencionais, encontrados no mercado, conferindo-lhes funções diferentes das originais. É um dos modelos principais no seio das comunidades carentes. Exemplo: aquecedor solar que utiliza peças de forro de PVC como painel para aquecimento de água e caixa dágua comum como boiler. Sistema de Autoconstrução que se assemelha muito ao Earthship.

    - Construções naturais. Faz uso de materiais naturais disponíveis no local da obra ou adjacências (terra, madeira, bambu, etc.), utilizando tecnologias sustentáveis de baixo custo e dispêndio energético. Exs.: tratamento de efluentes por plantas aquáticas, energia eólica por moinho de vento, bombeamento de água por carneiro hidráulico, blocos de adobe ou terra-palha, design solar passivo. Método construtivo adequado principalmente para áreas rurais ou quando se dispõe de áreas que permitam boa integração com elemento vegetal, nas quais haja pouca dependência das habitações vizinhas e dos fornecimentos (água, luz, esgoto) pelo Poder Público. Sistema que se insere nos princípios da Autoconstrução (caso da Permacultura).

    Cozinha para Cadeirantes

    Um dos melhores arquitetos e designers da Itália está atento aos Portadores de Necessidades Especiais. O renomado Marco Miscioscia, recentemente desenvolveu para uma empresa americana a Valcucine, o projeto de uma cozinha totalmente acessível, mas também esteticamente agradável.

    A cozinha é toda em aço inoxidável e as bancadas permitem facilmente o acesso da cadeira de rodas, possui ainda um sistema de encaixes para  que possamos manusear panelas e outros utensílios sem o risco de escorregar ou escapar de nossas mãos, evitando assim acidentes para os desastrados.

    Se você é do tipo de cadeirante  que simplesmente gosta de cozinhar, vai se encantar com essa cozinha assinada com o nome de Hability. Detalhe: Tudo foi ergonomicamente estudado para que todos possam utilizar a cozinha também.

    Espero que essa tendência chegue logo aqui Brasil.








    piano_inox

    sábado, julho 10, 2010

    Pergolados

    O sol atravessa com delicadeza as pérgulas e o espaço ganha mais aconchego. Saiba mais sobre esses elementos funcionais e convidativos.

    As estruturas são simples, mas o resultado é encantador. Os pergolados são excelentes opções para compor um cantinho de descanso e reunião para um bate-papo no jardim, nas áreas de lazer ou até mesmo como extensão da fachada da residência. É possível deixá-los descobertos ou, para dar mais encanto a estes caramanchões, fazer uma cobertura com espécies vegetais, trepadeiras que sobem pelas estruturas e as cobrem de charme.

    Debaixo das pérgulas, o uso pode ser variado. Que tal um cantinho para descansar e ler um livro, ou até mesmo um verdadeiro espaço gourmet para receber amigos ao redor da mesa? A função do espaço determinará a área envolvida pela estrutura e a altura. Geralmente, a medida recomendada é de 2,30 m, mas alguns arquitetos preferem deixar o pé-direito mais baixo para tornar o espaço mais aconchegante e confortável, principalmente quando o ambiente for de relaxamento.

    Materiais
     
    Para executar as estruturas, é possível utilizar madeira, bambu, ferro ou concreto, mas lembre-se que é preciso aplicar tratamento adequado e escolher o material que mais combina com o estilo da residência e do projeto paisagístico. A madeira e o bambu precisam passar por tratamento contra insetos e impermeabilizantes para ficar mais resistentes. Os materiais ferrosos também pedem atenção. Aço e ferro devem receber tratamento galvanizado antiferrugem e não são recomendados para regiões litorâneas, por causa da ação da maresia.

    Segredo na instalação
     
    Se a opção for por pergolados de madeira e ferro, uma boa dica é chumbálos com concreto para que não tenham contato direto com o solo e ganhem maior tempo de vida. Se a pérgula for de alvenaria, ela deve ser estrutural e em caso de terrenos de solo instável, é preciso executar sapatas.

    À noite
     
    Para permitir que a área seja também aproveitada à noite, é possível incluir luzes nas pérgulas, desde que haja um projeto de iluminação e pontos de elétrica por perto. Todo o planejamento deve ser feito, de preferência, na fase de construção da casa e do jardim, para que a parte elétrica seja bem dimensionada e instalada.


    Foto: Luiz Calazans
    Para admirar a paisagem
     
    Uma área contemplativa à meia-sombra é a proposta deste cantinho projetado pela arquiteta Flávia Ralston. O pergolado está fixado nas alvenarias de uma das fachadas com toras de madeira roliça de 25 a 30 cm. Sobre o piso de seixos beges com bolachas - sobras dos cortes das madeiras usadas na construção - duas chaises convidam à contemplação da paisagem verde que se mostra à frente da casa.






































     


    Coberto de flores



    Na entrada do Horto das Palmeiras, um grande pergolado recepciona os visitantes. O projeto da arquiteta Dayse Bianchi Abtibol e da paisagista Darcy Brouck é estruturado em madeira de lei ipê e cabos de aço, e coberto pela bela flor-de-jade de cor turquesa.

    Para compor um cenário completo, há um jardim logo atrás formado por palmeiras laca, peperômia tricolor, palmeira metálica, singônio e alpinia. Essa composição pergolado e jardim emoldura a entrada do Horto e forma um ambiente aconchegante e de extraordinária beleza.

     

    Protegido da chuva
    Projetado para o descanso longe do sol, o pergolado de madeira está apoiado sobre um deque. A proposta da arquiteta Suzy Melo incluiu uma cobertura de policarbonato para proteger os moradores. Para trazer mais vida ao espaço, na parede de alvenaria ao fundo, onde foi fixada parte da estrutura da pérgula, foram instaladas placas de fibra de coco com vasos de orquídeas da proprietária.






    http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/42/artigo123987-3.asp