terça-feira, julho 20, 2010

Cortinas

Elas são fundamentais para aquecer a casa e criar um clima de aconchego. Feitas de voile, seda, linho e até de retalhos de tecidos, as cortinas vestem os ambientes.

 

A cortina de voile branco foi a solução decorativa para este armário aberto. A peça corre num trilho embutido atrás da sanca de gesso.

Neste apartamento masculino, a cortina de gaze de linho tem efeito translúcido e leve. A peça, com pregas macho, colabora com a entrada de luz suave.

No dormitório infantil, a cortina de sarja segue o tema de floresta da decoração. O desenho da árvore é formado por duas peças que correm em um varão de madeira, presas por argolas.

Costurados sobre o forro de tergal, os dois xales de algodão listrado sugerem um visual diferenciado a esta copa e parecem alongar o pé-direito de 2,80 – a mesma altura das cortinas.
Os panôs de seda e algodão trazidos do Egito pela proprietária deste apartamento foram transformados em cortina e deram à sala uma atmosfera étnica.

O conjunto de cortina romana de gaze de linho e xales de seda dosa a entrada de luz e arremata a decoração da sala de estar. O branco traz a sensação de amplitude.

As cortinas de tricô de algodão foram feitas pela moradora da casa. Uma graça!
O emprego de dois tons densos e dramáticos deu uma bela composição a esta sala de TV, pois berinjela e bordô são cores próximas. O tom de vinho da cortina de voile de seda dá acolhimento ao filtrar a luz natural.

O móvel escuro, de traços limpos, não obstrui a visão da janela e contrasta com a claridade da luz externa, que é reforçada pela cortina clara.

Envidraçado, o terraço pode ser integrado ao quarto. Se preciso, a privacidade dos ambientes é resgatada com o fechamento das cortinas de voile.

O predomínio dos tons neutros é quebrado com texturas e cores. A cortina prata, segundo a arquiteta Deborah Roig, dá um toque de modernidade à sala, que tem uma linguagem mais clássica.
O home theater ganhou classe com a cortina de três camadas. Nos cantos, fica o xale de seda rústica forrado, em tom de marrom. A cortina do meio, de linho cru, deixa a luz entrar. Por trás, o blecaute é fechado apenas na hora de assistir a filmes.

Para dar volume à cortina de seda, foram feitas pregas americanas. Outro truque foi colocar um forro de tergal. O projeto do ambiente leva a assinatura de Eduardo Wolf.

Painéis retos de seda pendem do teto somente para decorar e filtrar sutilmente a luz do sol. Foram presos num trilho suíço, que tem mecanismo de deslizamento lavável e corre com mais facilidade que os trilhos comuns.
Sobras aleatórias de tecidos, de tamanhos variados, compõem a cortina. O segredo está em cortar e costurar com capricho um pano ao outro e não deixar o conjunto muito volumoso, para destacar a diversidade de estampas.
Os apliques na seda indiana verde-escura formam desenhos e texturas na cortina deste dormitório. O xantungue bege faz o fundo, com leve franzido de pregas fêmeas, e é uma referência à colcha da cama, também de seda e com pespontos de couro.
A barra e as faixas de seda dourada são o centro das atenções no tecido de organza da cortina. Para proteger a seda do sol, forro de voile. O acionamento da cortina, que corre em trilho oculto por cortineiro de gesso, é motorizado.

Voile é um tecido barato e, aqui, é usado nas cortinas. Se a opção for pelos coloridos, fica simples substituí-los, caso o morador enjoe dos tons. Nesta decoração, não houve custo de execução, pois estão amarrados, lembrando sáris.
Três tecidos - voile laranja, voile vermelho e seda vermelha - formam a cortina. Cortados em tiras de 18 cm de largura, os tecidos foram sobrepostos e costurados no cabeçote revestido de seda. Resultado: um jogo sutil de transparência e cor.

Luzinhas de Natal podem ser usadas o ano todo, dando um toque de humor à casa. Há modelos decorados de flores, minilanternas japonesas ou minicúpulas, como estas. Use-as para enfeitar ambientes, enroladas no varão da cortina.

No lugar de um forro sob a cortina foi usado um painel feito com varetas de junco, que atenua a entrada da luz natural e cria jogos de sombras.

As paredes em tons de berinjela e ameixa absorvem toda a atenção. A cortina colorida é o ponto alto da sala de estar com lareira, recheada de peças antigas e contemporâneas. O resultado é divertido e retrô.

fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,GF70091-16765,00-CORTINAS.html#fotogaleria=23


Luz consciente: luminária feita com PETs

Designer cria abajur de mesa com 10 garrafas de refrigerante


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Olhando assim, nem parece que essa luminária de mesa foi feita apenas com dez garrafas PET e papelão reciclado. O trabalho é da designer britânica Sarah Turner. Ela recortou o fundo das embalagens e dobrou as tiras para trás, deixando o plástico em um formato parecido com o de uma flor. No centro, uma lâmpada ilumina a peça inteira. A parte interna da base foi construída com papelão. Cada abajur sai por 280 libras, sem contar os custos de transporte e entrega, que variam de acordo com a localidade. Sarah também faz luminárias de tamanho grande, usando embalagens maiores de refrigerante. O modelo pode ser encomendado para mesa (340 libras) ou para o chão (360 libras). 

 
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http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI108398-16802,00-LUZ+CONSCIENTE+LUMINARIA+FEITA+COM+PETS.html

segunda-feira, julho 19, 2010

Da época da colonização do Brasil

Arquitetura resiste aos séculos e ainda se faz presente em muitas casas pelo País



A arquitetura é típica das antigas fazendas paulistas de café. Dentre os itens que caracterizam o estilo estão as pedra da base do imóvel, as amplas janelas e as telhas cerâmicas.
As janelas azuis são elementos característicos da fachada de um imóvel colonial: altas, emolduradas, com abas para o fechamento.

O estilo colonial chegou aqui há muito tempo, junto com os portugueses na época da colonização do Brasil, e se mantém até hoje na nossa arquitetura. A construção charmosa é inconfundível: casas simples, brancas, com janelas azuis, pedras, grandes beirais, amplas aberturas, telhas cerâmicas e os centenários ladrilhos hidráulicos. Alguns desses elementos certamente se fazem presentes em projetos desse estilo.
Em rigor, as residências coloniais eram construídas sem fundações, pilares ou colunas, pois praticamente toda a alvenaria era feita em pedra ou taipa. No decorrer da história, a execução foi se aperfeiçoando e as pequenas casas, tomando lugar nas formações das cidades. De casas simples de colonizadores, tornaram-se grandes fazendas dos barões do café.
O estilo colonial foi ganhando o toque brasileiro, adaptando-se ao modo de vida da época. As casas passaram a ser cercadas por extensas varandas com beirais generosos onde os moradores passavam o fim de tarde conversando, e as aberturas ganharam maiores dimensões para amenizar o calor nos ambientes internos.

Casa de fazenda

Um exemplo para ilustrar o estilo colonial de arquitetura no Brasil é este imóvel localizado no interior de São Paulo, na região de Botucatu, construído para ser a sede de uma fazenda que já abrigou plantações de soja e milho, além de gado.
Há pouco tempo, a decoradora Fabienne Loulou Chalabi reformou a residência. Segundo ela, o imóvel foi construído há décadas e a arquitetura já tinha esse estilo, mas faltavam alguns detalhes para deixá-la ainda mais característica.

"Aplicamos azulejo hidráulico no piso da varanda, que é um material típico de arquitetura colonial. Fizemos uma composição de modo a ficar com o formato de um tapete", explica. O banheiro também ganhou o mesmo revestimento. A decoradora se preocupou também em dar à residência a mesma cor das antigas casas de fazenda. Sendo assim, usou muito branco, azul e amarelo. "Há fazendas com portas e janelas amarelas, mas o mais comum em imóveis coloniais é que sejam azuis", conta. As esquadrias amplas e altas receberam abas e molduras. O pé-direito alto, característico do estilo, foi recuperado e o living se mostra imponente com seus 4 m de altura.

O estilo foi mantido e reforçado, mas a planta do projeto ganhou um toque contemporâneo com a integração de espaços e criação de novos, como a área do spa. Prova de que é possível, mesmo depois de tantos séculos, ter uma charmosa casa colonial adaptada à vida contemporânea sem perder o estilo.










Para provar que é possível aliar o estilo colonial ao jeito contemporâneo de viver, a casa ganhou uma área de spa.
Peças de ladrilho também foram aplicadas na varanda que acompanha toda a residência. Além dos azulejos decorados que formam os tapetes, há faixas personalizadas que contornam a varanda.




















Os centenários ladrilhos hidráulicos não podem faltar e ganharam espaço nesse banheiro. Um grande tapete feito com esse revestimento toma o piso completamente.



A piscina de formato retangular acompanha a linguagem do projeto. O entorno recebeu piso cerâmico rústico.



Uma sala ampla é um dos principais cômodos do imóvel colonial. Atente para as portas altas de madeira que fazem a ligação do estar com as varandas.
Pé-direito alto e uso de madeira também são característicos. Neste projeto o material se faz presente no piso e na estrutura do telhado aparente.Fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/56/artigo167999-2.asp







Parede de PET

Escritório no Japão usou garrafas para criar paredes recicladas


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A parede separa os ambientes sem prejudicar a iluminação
Ser sustentável não é só economizar energia elétrica ou separar o lixo. É ter ideias criativas para reutilizar materiais que iriam para o lixo e transformá-los em obras de arte. Este foi o pensamento dos donos da Danone Waters, no Japão, implementado pelo Klein Dytham arquitetura. As paredes do escritório da empresa são feitas de garrafa PET empilhadas da própria marca, proporcionando uma boa qualidade na iluminação do ambiente e baixíssimo custo na mão-de-obra.


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 fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI120838-16938,00-PAREDE+DE+PET.html

domingo, julho 18, 2010

Parede de revistas


Åke E:son Lindman
 
De perto, a parede é assim
Algumas pessoas têm mania de fazer coleção de tudo, desde tampinha de garrafa a conchas do mar. Mas chega um momento em que é necessário deixar a energia fluir e se desfazer dessas quinquilharias. Mas o que fazer com estes objetos que já foram tão queridos? Se forem revistas – muitas delas –, aqui vai uma ideia do escritório de arquitetura sueco Elding Oscarson. Em um de seus projetos, uma agência de design gráfico em Estocolmo, foi criada uma parede cheia de revistas. O interessante é que o foco está na lombada e no calhamaço de folhas, dando um efeito de edições empilhadas. Abaixo, alguns ângulos do ambiente.


Åke E:son Lindman
Åke E:son Lindman
Åke E:son Lindman





fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI123097-16774,00-PAREDE+DE+REVISTAS.html

Portfolio

 http://lorenaprojetos.blogspot.com

sábado, julho 17, 2010

Iluminação

Cobertura iluminada por LED, acabamento feito com plástico reciclado e efeito de píxels surpreendem em projetos de construções diferentes



Prédio com formato de instrumentos musicais, casa de ponta-cabeça e até cidades flutuantes... A cada dia nos deparamos com projetos arquitetônicos reais que parecem até coisa de cinema.

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Shanghai Corporate Pavilion
Desenvolvido pelos arquitetos chineses do Atelier Feichang Jianzhu, o prédio tem o acabamento todo feito de capas de CDs reaproveitadas. A parede com lâmpadas LED multicoloridas, controladas por um computador, cria um efeito diferente quando escurece.

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Yas Hotel
O projeto do hotel Yas, que fica em Abu Dhabi, prevê a maior cobertura de lâmpadas LED do mundo, com 217 metros de extensão. Criado pelos arquitetos da empresa norte-americana Asymptote Architects, o prédio tem inauguração prevista para outubro de 2010.

Divulgação
My dream, your vision
Olhe bem para essa foto: parece uma imagem de computador, ampliada ao ponto de aparecerem os píxels, aqueles pequenos quadradinhos coloridos. Na verdade, este é o projeto de um prédio assinado pela empresa de Cingapura, Design Act. A estrutura é formada por 3.866 cubos com diferentes níveis de opacidade.


fonte:http://revistacasaejardim.globo.com

Criando um clima


Com um projeto luminotécnico bem executado o home theater fica ainda mais acolhedor e sofisticado, tornando-se o espaço perfeito para relaxar e assistir a um bom filme


O sofá é confortável, a tela e o som têm qualidade de cinema, mas para que o ambiente fique perfeito, a iluminação é fundamental. Para criar um clima aconchegante, a luz indireta e periférica é a mais indicada e, de preferência, com lâmpadas quentes, amareladas e âmbar, que são mais confortáveis e não distorcem as cores. A aposta nos circuitos independentes e no dimmer pode gerar a intensidade luminosa desejada, combinações interessantes e novos cenários.

A lâmpada ideal

As mais indicadas são as halógenas, grupo que inclui dicroicas, minidicroicas, PAR e AR, que possibilitam uma iluminação pontual e permitem o uso de dimmer. A dicroica é uma boa opção para a luz pontual e a AR funciona muito bem para destacar objetos de decoração, pois é uma luz de foco fechado, que não ofusca. A arquiteta Roseana Monteiro também indica o uso da fluorescente T5.



O requinte da luz
Os 30 m² do home theater criado pelos arquitetos Adriano Stancati e Daniele Guardini, da A+D Arquitetura + Design (Campinas Decor 2009), possuem um sistema de automação que cria cenas por luz indireta. Atrás da parede de gesso há lâmpadas fluorescentes T5 (36W - cor 830) dimerizadas. Os nichos e degraus possuem fitas de LED (2W) na cor âmbar e a luz geral fica por conta dos spots embutidos no teto equipados com minidicroicas (25W) com ângulo de 32 graus. O rebaixo chanfrado no teto de gesso acartonado, bem como os rasgos e nichos, recebem lã de rocha de 96 kg/m³ para garantir uma perfeita eficiência acústica. Dispersas pelo ambiente, velas de LED, da Philips, complementam o projeto luminotécnico.
Foto: Leandro Farchi


Fotos: Marcelo Dantas
Indireta e embutida
Os arquitetos Gustavo e Claudia Pimenta e a designer de interiores Patrícia Franco projetaram um home theater (28 m²) com um sistema de automação que permitiu a criação de circuitos independentes e dimerizados. "Optamos por um trabalho de gesso para embutir a iluminação indireta, com mangueira luminosa para trazer o clima de cinema ao ambiente", explicam. O rebaixo abriga ainda minidicroicas (35W) voltadas para a parede e para os nichos, além de lâmpadas AR 70 (50W) com luz focada no móvel da tevê.
Fotos: Marcelo Dantas


Simplicidade que valoriza
O desafio da arquiteta Glaucya Taraskevicius foi criar uma iluminação adequada ao espaço do home theater e que ainda pudesse destacar a decoração. Para tanto, o teto foi rebaixado, possibilitando a iluminação embutida. Para destacar os objetos de decoração e a poltrona, Glaucya apostou em spots equipados com AR 70 (50W) - de foco mais definido e que não ofusca. O circuito de iluminação se completa com as lâmpadas AR 111 (50W) e um círculo de minidicroicas que proporcionam mais aconchego.
Foto: J. Vilhora
Teto trabalhado
Diferenciado, o home theater projetado pelo arquiteto Luiz Maganhoto e pelo designer de interiores Daniel Casagrande tem o teto trabalhado em prismas de gesso com a função de rebater o som e melhorar a acústica. Neles, foram embutidos spots equipados com lâmpadas AR 111 (50W), instaladas acima de cada poltrona. Para cuidar da luz periférica, os profissionais trabalharam com minidicroicas de foco fechado que destacam os quadros nas laterais da sala. De cada lado da tela de projeção, dois pontos, também de minidicroicas, iluminam as caixas de som. Para complementar o projeto, AR 70 (50W) com foco dirigido foram posicionadas sobre a mesa, além de um pendente e abajures.
Fotos: Roger Dipold
Fotos: Roger Dipold

Muitas cenas
Para esconder a fiação do projetor e abrigar as peças de iluminação embutida, o teto do nível inferior do home theater foi rebaixado. Nas laterais, a arquiteta Roseana Monteiro acomodou painéis de madeira retroiluminados com lâmpadas fluorescentes T5 amareladas e dimerizadas, que proporcionam maior conforto visual e mais eficiência com menos calor. Os painéis ainda ganharam arandelas com lâmpadas bipino. Com circuitos independentes, a variedade de lâmpadas e o controle da intensidade da luz permitem a criação de diversos cenários. Os pontos de minidicroicas acomodados próximo ao rack auxiliam no manuseio dos equipamentos.
Foto: Leandro Farchi

Projeto adaptado
Transformar a sala de tevê em home theater exigiu da arquiteta Roseana Monteiro criatividade para adequar o espaço de 14 m² à nova confi guração. "Tivemos alguma difi culdade para passar mais fi os para alimentar as luminárias, pois os conduítes não comportavam a nova fi ação", comenta. O painel que abriga a tevê foi retroiluminado com duas lâmpadas fl uorescentes T5, proporcionando uma luz mais difusa. A iluminação geral fi ca por conta de dois rasgos paralelos no gesso equipados com uma sequência de três minidicroicas. Para garantir a criação de diferentes cenários, o acendimento alternado das lâmpadas e a dimerização são controlados no próprio interruptor.
Foto: Divulgação

Estrelas de fibra
O trabalho da arquiteta Sueli Adorni, desenvolvido em parceria com a PuntoLuce, criou uma iluminação indireta através da fibra ótica que adorna o teto. "O céu estrelado, além de fornecer este tipo de iluminação, trouxe charme extra ao ambiente", comenta a profissional. A iluminação direta fica a cargo de dicroicas (50W) embutidas no forro de gesso. O abajur (Grifes e Design) complementa a ambientação.
Foto: Martin Smick 
fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/47/artigo143478-2.asp

sexta-feira, julho 16, 2010

Supermercado-selva


Na entrada da loja, um lago com girafas tomando banho – com direito a chafariz. Em cima da fachada, um gorila. Calma, não é um zoológico, mas o mercado americano Jungle Jim , cuja proposta é criar uma experiência de compra totalmente original.
Tudo começou em Fairfield, Ohio, em 1974 com um empreendedor, Jim Bonaminio, de modos bastante excêntricos – costuma comprar itens de parques de diversão para decorar a loja.

Com o passar do tempo, seu pequeno negócio se tornou uma grande loja (recebe mais de 50 mil pessoas por semana) hoje conhecida por vender alimentos do mundo todo, a Jungle Jim's International Market. Ele importa comida de 75 países.
A variedade de itens é impressionante. São 1400 queijos diferentes; mais de 12 mil rótulos de vinho e 1.200 cervejas diferentes. Mais de 150 mil produtos estão à venda.

Mas a atração da loja não está só na variedade da oferta. Está também no clima que "Jungle" Jim Bonaminio criou na loja, cheia de detalhes que a tornam praticamente um parque temático.

Na peixaria, um enorme barco, toda sorte de objetos de navegação e um grande tanque com peixes vivos onde o cliente escolhe o que quer levar. Na seção de molhos, por exemplo, um carro de bombeiro decora o teto do corredor.

Na seção de comida asiática, imitações de casas típicas; na de comida indiana uma réplica dos táxis para uma pessoa; na de comida britânica Robin Hood, Maid Marion e o cavalo branco Lancelot aparecem em tamanho real entre as prateleiras. Tudo com peças de decoração que fogem totalmente do convencional.

O bom humor está presente em toda a loja, como o semáforo que muda de cor no meio de um cruzamento de corredores. Ou o banheiro, que foi inclusive premiado. À primeira vista parece aqueles banheiros químicos usados em eventos ao ar livre, mas é só abrir a porta para perceber a “brincadeira”.

Na verdade, é uma porta para entrar em um amplo e reluzente banheiro. Até mesmo as promoções puxam pela galhofa. Em uma delas, o cliente ia seguindo pistas pela loja até encontrar cupons ou produtos com preços especiais.

Fora todo o mise en scène, as lojas também organizam eventos – como música ao vivo na seção de comida mexicana e festivais temáticos.

Existe uma programação de cursos de culinária – que são levados muito à sério – para os “foodies”, como a loja chama seus consumidores fãs da boa mesa.

Tanta coisa assim acontecendo, as lojas do Jim já viraram ponto turístico. E ele cobra por isso. No site, pode-se agendar visitas monitoradas pela loja ao preço de US 5 por pessoa. “Ônibus também são aceitos”, avisa o site.

Prédio arco-íris dá a previsão do tempo

Iluminada por LEDs, torre em Bruxelas mostra se as temperaturas aumentam ou diminuem no dia seguinte


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Na hora de sair de casa, é difícil saber se é melhor levar casaco ou guarda-chuva. Sem olhar a previsão do tempo, as chances de ser pego desprevenido em uma tempestade ou onda de calor acaba aumentando. Esse prédio, em Bruxelas, facilitará a vida de quem passar por ele, nesse sentido.

Todo iluminado por LEDs, ele parece um arco-íris e, de acordo com as cores, é possível saber como estará o clima no dia seguinte. As 72 mil lâmpadas ficam atrás das 4.200 janelas da torre. Cada cor representa uma quantidade de graus. As cores frias, como o violeta e o azul, anunciam uma queda de temperatura, enquanto as mais quentes, como o amarelo, o laranja e o vermelho, prometem calor.

O projeto é da empresa belga Lab-au.
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fonte:http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI154905-16938,00-PREDIO+ARCOIRIS+DA+A+PREVISAO+DO+TEMPO.html