domingo, agosto 22, 2010

5 dicas imbatíveis para vender a sua casa

Você está pensando em colocar no mercado o seu imóvel? Saiba que uma boa propaganda com fotos de qualidade ajuda - e muito - a capturar a atenção de futuros compradores. Veja como 

 Vender ou alugar uma casa nem sempre é uma tarefa fácil. Mesmo se você for contar com a ajuda de uma imobiliária, algumas medidas simples e baratas podem valorizar ainda mais o seu imóvel.

 

 

 1 - Aparência é tudo! Capriche na pintura, faça uma revisão em encanamentos e na fiação elétrica. Um pequeno jardim bem cuidado também colabora para conquistar um futuro comprador.

2 -
Enfatize as comodidades locais que valorizam o seu imóvel. Deixe claro, por exemplo, qual é a proximidade do metrô, do ponto de ônibus ou as facilidades do comércio local.

3 -
O seu imóvel é rico em áreas verdes, varandas ou terraços? Tal comodidade agrega mais valor ao preço final da compra.

4 -
Ao divulgar a sua casa na internet não se esqueça de priorizar pela qualidade das fotografias. Opte pelos ângulos diagonais, que ampliam a sensação de espaço do ambiente e não deixe de registrar a vista do apartamento. E um último aviso: evite o uso objetos de decoração em excesso, pois eles podem prejudicar a visão geral dos cômodos.

5 -
Pequenos detalhes que não são facilmente observados à primeira vista devem ser mencionados, mas com sutileza. Descreva quais materiais foram utilizados na construção, a posição do nascer do sol e alguns dos detalhes de acabamento.


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI164872-16940,00-DICAS+IMBATIVEIS+PARA+VENDER+A+SUA+CASA.html

sábado, agosto 21, 2010

Prédio chinês é lançado e se destaca pelo enorme telhado verde



Prédio possui grande telhado verde que servirá de área de encontro

Diante de tantas construções convencionais que estamos acostumados a ver nas ruas, é normal que um grande bloco composto por várias cavidades seja estranho aos nossos olhos. Mas há sustentabilidade por trás de tamanha ousadia arquitetônica. O edifício TED, como foi chamado, foi desenvolvido por um grupo de arquitetura chinês para ser uma área de uso misto em Taiwan e é um grande quadrado com 57m de altura.

O edifício intercala uma série de cavidades (que permitem maior ventilação e um fluxo maior de pessoas), com um parque verde localizado no terraço. A função do telhado verde é atenuar problemas ambientais, como excesso de poluição, poeira e barulho, presença de ilhas de calor, por exemplo, além de atrair espécies de animais.



As cavidades no prédio servem como entrada de ar

O recorte na fachada principal do TED atua quase como uma rua, permitindo que os visitantes caminhem através do edifício. Para fazer o uso inteligente do espaço, os arquitetos utilizaram um grande túnel em espiral que vai do chão até o último piso. Além disso, este piso verde servirá como área de encontro.

Não há informações sobre a data de inauguração do prédio, entretanto, o projeto serve de inspiração para tantas construções brasileiras.

sexta-feira, agosto 20, 2010

Em edifício histórico, vidro e metal criam espaço para as minas

Inaugurado na segunda quinzena de junho, o Museu das Minas e do Metal, em Belo Horizonte, ocupa um imóvel histórico na praça da Liberdade, habilitado para o novo programa por Paulo e Pedro Mendes da Rocha. Volumes envidraçados, que contêm elevador e escadas, e blocos em forma de U, com revestimento metálico em tom vermelho, foram as soluções que os arquitetos - pai e filho escolheram para resolver a circulação interna.


O convite veio pouco antes de Paulo Mendes da Rocha ser contemplado com o Pritzker, em 2006: sem ter nenhuma obra em Minas Gerais, ele foi chamado pelo governo do estado para desenvolver um dos projetos do Circuito Cultural Praça da Liberdade, programa idealizado para dar novo uso aos edifícios históricos que ficariam desocupados com a transferência da administração pública para a Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves.

A proposta previa que o imóvel construído em 1897 (projeto do pernambucano José de Magalhães), cujo último ocupante foi a Secretaria da Educação estadual, abrigasse o Centro de Indústria, Arte e Cidade (Ciac). A pretensão inicial não prosperou, mas foram mantidos a idéia de uso cultural e o convite ao arquiteto, que desenvolveu a adaptação do prédio para receber o Museu das Minas e do Metal, financiado pelo grupo EBX (do empresário Eike Batista), que atua na área de mineração. O grupo informa ter investido 25 milhões de reais no projeto.


As mais de 40 atrações do Museu das Minas e do Metal são, sobretudo, virtuais e interativas, tratando de temas que vão da importância dos metais na vida das pessoas à sua relevância para a economia do país. Os espaços expositivos espalham-se pelo três pavimentos aflorados da edificação (no embasamento ficam a biblioteca, a administração e a reserva técnica). No térreo, chamado de nível Liberdade, são apresentadas informações sobre a cidade de Belo Horizonte, a praça da Liberdade e a implantação do museu. No primeiro andar estrutura-se o Museu das Minas e no segundo estão distribuídos os equipamentos com as atrações do Museu do Metal (por exemplo, uma maquete interativa que exibe as operações de uma mina de ferro).

A intervenção no prédio de Belo Horizonte se aproxima do projeto do Museu da Língua Portuguesa (leia PROJETO DESIGN 315, maio de 2006), dos mesmos arquitetos, não só por apostar na interatividade e compartilhar também o autor do projeto museológico, Marcelo Dantas. Em ambos os casos, a principal exigência era acrescentar às edificações um sistema de circulação eficiente para receber um grande número de visitantes. Diferente do museu paulista, porém, no mineiro o acréscimo evidencia-se também na parte externa, estabelecendo um contra ponto com a construção original.
O projeto concentrou-se no corpo posterior. Acrescentado ao prédio original na década de 1960 e arquitetonicamente irrelevante, ele foi parcialmente removido e sobre a parte remanescente implantou-se o volume cego, composto de chapas metálicas de cinco milímetros. Também metálicas, fundações que independem da construção anterior sustentam a nova edificação, evidenciada pela cor vermelha dada pela pintura automotiva.


O pavimento novo, em forma de U, envolveu o vazio existente entre o edifício histórico e seu anexo. A conexão criou uma galeria que se junta aos salões expositivos do prédio antigo. Foram agregados ao bloco contemporâneo dois volumes de vidro laminado que equacionam a circulação de visitantes. 

O primeiro, que contém um elevador para passageiros e cargas, fica no extremo norte da edificação; o outro abriga a escada.

Se externamente o destaque da intervenção são os volumes novos, no interior chama a atenção o grande vazio central, o coração do espaço, que tem a altura de três andares. A cobertura envidraçada dessa área, segundo os autores, consolida uma intervenção executada nos anos 1980. Ela foi atualizada com o emprego de uma estrutura metálica de vigas-calha de seção Vede vidros transparentes.

Casa Carbono Zero




As construções antigas, algumas do início do século XX, contrastam com a arquitetura moderna que cresce junto com a cidade de Aarhus, segunda maior da Dinamarca. Uma delas ganhou destaque em todo mundo graça à sua sustentabilidade: a Home For Life.

Desenvolvida em uma parceria entre a VKR Holding, VELUX, VELFAC, SONNENKRAFT, WindowMaster e AART Architects, a casa foi o resultado final de um projeto experimental que busca construir casa ecológicas por toda Europa: o Active Houses.

Construída em 2009, a casa tem 191 metros quadrados, três quartos e um amplo jardim. Mas o que mais se destaca é a eficiente energética da habitação. Com um desenho que prioriza o uso de iluminação e ventilação naturais, somado a um sistema de painéis fotovoltaicos e aquecedores solar, a casa consegue produzir mais energia do que utiliza, gerando uma “sobra” que neutralizará todas as emissões da construção até 2049.




Bombas calor e coletores solar cobrem uma área de 7,2 m2, o suficiente para aquecer a casa e toda a água utilizada pelos moradores. Outros 50 m2 são cobertor por painéis solares que geram 5.500 kWh anuais utilizados na iluminação artificial e no abastecimento dos dispositivos eletroeletrônicos.

Um sistema de controle do clima interno da casa garante a maximização da eficiência energética e economia de energia. Janelas verticais e horizontais permitem maior entrada de luz e ventilação naturais, cobrindo 40% da superfície da casa (em contraste com a média de 20 a 25% de cobertura da maioria das casas).

“A casa cobre todos os seus requisitos de energia principalmente através da coleta da energia solar e da sua conversão em calor e eletricidade, combinando soluções naturais com tecnologias avançadas e tornando-a neutra em emissões de CO2”, explica o arquiteto da AART Architects, Anders Tyrrestrup.


Test drive
Para provar que a casa sustentável é uma opção de moradia melhor que as tradicionais, os organizadores convidaram uma família para se mudar para o local e relatar sua experiência para todo o mundo.

Assim, há mais de um ano a família Simonsen detalha em seu blog como é viver em uma casa inteligente e ecologicamente correta. Os textos (em dinamarquês) contam experiências inusitadas, como aprender a lidar com as janelas que se abrem a todo o momento, as luzes que se apagam automaticamente e a constante visita de jornalistas e curiosos.


fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/home-for-life-propoe-casa-100-carbono-neutro

quinta-feira, agosto 19, 2010

BANHEIRO PARA TODAS AS HORAS

Esta proposta, assinada pelo lighting designer Guinter Parschalk, do Studio iX, garante boa iluminação tanto para os usos mais práticos do ambiente, como fazer a barba ou a maquiagem, até os mais relaxantes, caso da hidromassagem com cromoterapia. Um sistema de automação controla os circuitos independentes e permite vários cenários e combinações de luz.

1 - Luz geral
Luminária embutida (modelo Lux, da Iluminar, à venda na Wall Lamps) com uma lâmpada fluorescente compacta FLC de 26 w e uma halógena AR70 de 50 w.
2 - Cromoterapia
Forro luminoso Sky (Lumini) com 32 lâmpadas fluorescentes T5 de 28 w (oito de cada cor: branco, azul, vermelho e verde). A regulagem por dimmergera diferentes cenários.
3 - Espelho iluminado
Ideal para a maquiagem e o barbear, a luz branca, indireta e difusa das quatro lâmpadas fluorescentes T5 de 28 w era pouca sombra.
4 - Forro luminoso
Fechado com vidro jateado, tem quatro lâmpadas fluorescentes T5 de 28 w para uma luz difusa e geral, e quatro spots halógenos PAR 30 de 35 w que auxiliam na maquiagem por reproduzir bem as cores. São ligados em circuitos independentes.



O jeito de usar a casa mudou muito nos últimos dez anos. Entraram em cena espaços integrados e com múltiplos papéis, que exigem uma luz mais dinâmica e flexível. Tudo isso aliado às inúmeras possibilidades proporcionadas pela automação. Por isso os profissionais relutam em formular uma regra para cada ambiente. Mas, em linhas gerais, há basicamente três tipos de iluminação (e cada uma pode servir a diferentes funções: leitura, trabalho...).
A difusa, que ilumina todo o espaço, é indicada para escritórios, cozinhas e banheiros - locais que também podem beneficiar-se de pontosde luz direta, mais estimulante, para clarear só o plano de trabalho. E, por fim, a indireta com foco rebatido, que, dependendo do caso, gera luz difusa e traz aconchego e intimidade (recomendada para home theaters e quartos). "Além dessas, há ainda a luz de efeito, de caráter mais cênico, que trabalha com fachos e cores, e a de destaque, que focaliza objetos ou elementos arquitetônicos", explica a luminotécnica Vanessa Masson.

Como escolher entre tantos recursos? "Tudo depende da necessidade e do perfil dos moradores, dos acabamentos utilizados, das funções que serão cumpridas no ambiente e, claro, de quanto se pretende gastar", alerta Guinter Parschal

Na pós-graduação de Iluminação e design de interiores que estou cursando tive a oportunidade de ter aula com  o professor Guinter Parshalk.

Comerciante demora 20 anos para construir castelo em Pernambuco

O comerciante Edvonaldo Torres, 47 anos, construiu um castelo ao longo de 20 anos, na cidade de Pesqueira (PE). A construção passa dos dois mil metros quadrados e tem cerca de 40 metros de altura. São duas grandes salas, que se dividem em dois andares da casa e cerca de seis quartos para abigar apenas um casal.

A mulher de Torres, Kaline Cavalcanti, de 39 anos, ainda não sabe descrever com precisão os cômodos da casa. "Acho que são seis quartos, eu acredito, mas não pergunte o número de banheiros", disse ela, enquanto analisava a planta do castelo. Só ao redor da piscina são mais de 40 leões de concreto e outras estátuas de diversos animais no jardim.

O enderço do castelo é a cidade de Pesqueira, que tem pouco mais de 66 mil habitantes e se orgulha de ser considerada pacata, com os tradicionais pontos turísticos de um município do interior como a praça, o coreto, mas também por abrigar o "Castelo do Torres".

Castelo construído na cidade de Pesqueira demorou cerca de 20 anos para ficar como está Foto: Divulgação/Prefeitura Municipal de Pesqueira) 

A obra foi construída ao redor de uma antiga casa do comerciante. Não há um projeto preliminar, apenas reconstruções feitas para ampliar a residência anterior. "Comecei a construção há 20 anos. Fui parando e recomeçando conforme minhas condições financeiras e psicológicas. Talvez ainda demore uns dez anos para concluir o trabalho. Não sei ao certo se chegarei a terminá-la, pois cansa, desanima e até dá vontade de desistir, mas eu gosto desta casa."

Torres disse que gosta mais dos minaretes ao estilo de Gaudi. "Os vizinhos são todos meus amigos, talvez por isso não reclamem. Mas tenho consciência que minha construção incomoda muita gente, afinal de contas, são 20 anos de poeira e barulho, além do constante fluxo de curiosos atraídos pelo estilo diferente da arquitetura."


Apesar dos 20 anos de construção, castelo ainda está inacabado (Foto: Divulgação/Prefeitura Municipal de Pesqueira) 

O comerciante disse que a rua onde está o castelo, que é residencial, perdeu um pouco em privacidade depois que começou a erguer a obra. "O principal motivo do meu arrependimento é o terreno que escolhi para fazer o castelo. Infelizmente não dá mais para recomeçar em outro lugar. Eu quis esse estilo para chamar a atenção, provocar impacto visual, criar um ponto turístico para a cidade de Pesqueira."

Torres afirmou que chega a se arrepender do castelo que construiu. "Apesar de não ter sido uma idéia bem pensada, o objetivo era atrair pelas formas exóticas e talvez criar um cartão postal. Não sei o que ainda falta para terminar, nem quando vou terminar."

Ele disse que o castelo chega a ter vida própria. "Virou uma mania e uma obsessão. Acho que vou morrer sem concluir a obra. Eu não me contento apenas em olhar a construção. Preciso participar como pedreiro, ajudante e até jardineiro. Este é o prazer maior. Funciona como terapia, lazer."


fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1226616-5598,00-COMERCIANTE+DEMORA+ANOS+PARA+CONSTRUIR+CASTELO+EM+PERNAMBUCO.html

quarta-feira, agosto 18, 2010

10 dicas para cuidar melhor das suas orquídeas

A sua orquídea pode manter-se vistosa e saudável com poucos produtos químicos, é só lançar mão de alguns ingredientes caseiros, como a canela em pó e o sabão de coco, e ficar atento aos sinais que a planta dá. Abaixo, alguns ensinamentos:





1. Prefira os vasos de barro aos de plástico. Apesar de serem mais caros, os primeiros têm mais porosidade e drenam melhor a água. Se optar pelos plásticos, fique de olho nas regas para não encharcar demais a planta.

2. Se a base da orquídea estiver a menos de um dedo da boca do vaso, é preciso trocá-la de moradia. Procure deixá-la dois dedos de altura abaixo da boca do vaso.

3. Para acomodá-la no novo vaso, repare de qual lado surgem os novos brotos – esta é a frente da orquídea. A parte posterior deve ser encostada em um dos lados do vaso para firmar o desenvolvimento do exemplar.

4. Para a troca de vaso, acrescente chips de fibra de coco ou musgo à planta. Este último precisa ser lavado com água para tirar o excesso de areia.

5. Antes de cortar a orquídea, esterilize a tesoura (com um maçarico portátil ou no fogão). Deixe esfriar para depois usá-la. Importante: repita a operação antes de mexer com outra orquídea para evitar a transmissão de doenças.

6. Quando descartar uma folha, passe canela em pó no local do corte. O ingrediente é um cicatrizante natural.

7. Manchas na folhagem podem ser amenizadas com fumo de corda. Ferva o fumo em água por uma hora até que vire uma solução concentrada, que deve ser diluída em água. Borrife sobre as folhas repetidas vezes, até que dê resultado.

8. Cochonilhas e pulgões podem ser eliminados das folhas com sabão de coco. Use uma escova para esfregar as folhas.

9. Repare na coloração da folhagem. Se estiver escura, mude a orquídea de local. Quanto mais contato com a luz, mais ela irá florir.

10. Instale plaquinhas plásticas de identificação em suas orquídeas. Além do nome da espécie, anote o período de sua última floração. A próxima florada pode ser estimulada com NPK 10 30 20, que tem mais concentração de fósforo.



Fonte de pesquisa: Revista Casa e Jardim

Os hotéis mais originais do mundo

Lugares que buscam atrair hóspedes com mais do que apenas bons serviços

Com turistas cada vez mais exigentes, há mais hotéis que não se conformam em oferecer uma simples cama. Seja uma torre no meio da floresta, um avião aposentado, uma caverna ou até um submarino, o setor de hotelaria investe na originalidade para atrair esse público. Confira alguns dos hotéis mais originais em termos de estrutura ao redor do mundo!

O Ariaú Amazon Towers, a 50 quilômetros de Manaus, tem 250 suítes e duas piscinas em sete torres ao nível do topo das árvores e são interligadas por seis quilômetros de passarelas de madeira, o que garante um belo passeio em meio à floresta amazônica.
 
Hotel Yunak Evleri, composto por 30 suítes-caverna dos séculos V e VI.

Escavado em uma montanha da Capadócia turca, o hotel Yunak Evleri é composto por 30 suítes-caverna, que remontam aos séculos V e VI, e por uma casa do século XIX.

A forma original de cada caverna foi respeitada. Por isso, cada quarto tem estrutura diferente, com atmosfera única e todas as comodidades, tentando manter, segundo seus proprietários, uma ponte entre o passado longínquo e a modernidade.


As Free Spirit Spheres permitem ao viajante dormir suspenso entre árvores em Vancouver (Canadá).

Em Vancouver, no Canadá encontram-se as as Free Spirit Spheres, ptrês esferas feitas de madeira e fibra de vidro, suspensas entre as árvores por um entrecruzado de cordas. A diária nas esferas (Eve, Eryn e Melody) - equipadas com uma, duas ou três camas, uma mesa e uma pequena cozinha - custam entre US$ 125 e US$ 190.


Arena de touradas de San Pedro em Zacatecas (México), do século XIX, transformada em um luxuoso hotel
A arena de touradas de San Pedro, no México, também foi transformada em um luxuoso hotel.


Suíte cockpit do Jumbo 474, transformado em hotel no aeroporto sueco de Arlanda
Avião também virou hotel: em Estocolmo, na Suécia, um Jumbo 474 foi reformado, adquiriu ares aconchegantes e ofereces suítes luxuosas 'estacionado' no aeroporto de Arlanda.

fonte : http://viagem.br.msn.com/galeriadefotos.aspx?cp-documentid=25261957&page=5

Peter Gasper


Um dos pioneiros do lighting design brasileiro, Peter Gasper iniciou sua vida profissional como cenógrafo de teatro, televisão e cinema. A vontade de estudar iluminação.

veio nos anos 1970, quando ele percebeu que a luz poderia ser uma ferramenta para a cenografia, uma aperfeiçoando a outra. Hoje Gasper atua também iluminando obras arquitetônicas, com destaque para as de Oscar Niemeyer.

 Luminotécnica seria a ciência da luz, enquanto o lighting designer pensa também no escuro como elemento de comunicação. O estudo das sombras é tão importante quanto o da luz, assim como a pausa é importante para a música.

Casas de plástico podem se tornar opções sustentáveis e baratas

 Produto é impermeável, resistente ao fogo e não apodrece

Há dois anos, a empresa também fabrica casas inteiras de plástico.


Plástico é alternativa barata a materiais como tijolos, cimento e madeira

Material se mostra viável pelo baixo custo, por ser impermeável e ter longa vida útil

Com o boom imobiliário contribuindo para jogar nas alturas o preço dos imóveis e o aquecimento global batendo à porta, uma solução para os dois problemas pode ser a casa de plástico. É uma alternativa barata ao sistema tradicional de tijolos, cimento e madeira.

As vantagens do material em relação à madeira incluem o fato de ser impermeável, à prova de fogo, que não apodrece e que tem vida útil de ao menos 50 anos. Por falar em tempo, ela leva menos tempo para ser construída que uma casa tradicional, já que é pré-fabricada.

“Uma casa de plástico, em média, sai 40% mais barato (que uma normal)”, afirma o engenheiro Joaquim Caracas, sócio-diretor da empresa Impacto Protensão, empresa que vende o plasterit, placa plástica usada para construção de lajes e moradias.

Há dois anos, a empresa também fabrica casas inteiras de plástico. Hoje, cerca de 300 delas estão prontas, mas, por enquanto, são só alugadas. “Precisamos da certificação de que as casas seguem as normas da ABNT para podermos vendê-las”, explica Caracas. Segundo ele, a Universidade Federal do Ceará analisa o material e deve emitir um parecer em três meses.

Até lá, o plasterit já é usado em algumas construções no Nordeste do Brasil, como o quartel da Guarda Municipal de Maracanaú (Ceará), salas de aula, canteiros de obras de grandes empreiteiras e casas de luxo em serras.

Pousadas móveis
No futuro, Caracas pretende investir em pousadas, setor forte na economia cearense. “Vamos fazer planos para quem não tem dinheiro para construir uma pousada”, diz o engenheiro. “Funcionaria assim: ele aluga o terreno, usa a casa pelo tempo que quiser e nós repartimos os lucros.”
Quando o empresário não tiver mais interesse no empreendimento, a casa pode ser desmontada e tirada do terreno, afirma Caracas.

No exterior
No País de Gales, uma empresa desenvolveu produto semelhante, chamado TPR (Thermo Poly Rock), a partir de plástico reciclado e minerais. A ideia é que o material seja usado na construção de moradias populares em breve.

fonte: http://meioambiente.terra.com.br/interna.php?canal=5&id=111&id_img=285&img_clicada=2

terça-feira, agosto 17, 2010



O tão acalentado sonho da casa própria, enfim tornou-se realidade.  Seja um imóvel novo ou usado, antes de qualquer coisa é preciso dar a ele a sua cara. E isso, às vezes, não se refere apenas à decoração. Envolve também uma reforma para adaptá-lo melhor as suas necessidades. E é aí que as coisas podem complicar, pois apesar de ser um direito seu promover e executar obras no imóvel é preciso, antes, o consentimento da prefeitura.

   O Código de Obras e Edificações – COE da cidade de São Paulo “disciplina os procedimentos administrativos e executivos e as regras gerais e específicas a serem obedecidas no projeto, licenciamento, execução, manutenção e utilização de obras, edificações e equipamentos, dentro dos limites dos imóveis em que se situam…” destacando o direito do proprietário de promover e executar obras. Contudo é preciso dar conhecimento e ter o consentimento prévio da PMSP, respeitando os direitos dos seus vizinhos e da legislação municipal.

   Agora você deve estar pensando que estamos falando de obras e construções de vulto e que, no seu caso, se for uma reforma pequena, nada disso será necessário. Engano seu. Reformas também precisam do consentimento e aprovação da prefeitura. Ou seja, você precisará de um Alvará de aprovação e de um Alvará de execução.

   Para entender melhor estas exigências é preciso conhecer o conceito de obra e de pequena reforma, de acordo com o COE.

OBRA: É a realização de trabalho em imóvel, desde seu início até sua conclusão, cujo resultado implique na alteração de seu estado físico anterior.

REFORMA: obra que implicar em uma ou mais das seguintes modificações, com ou sem alteração de uso: área edificada, estrutura, compartimentação vertical, volumetria.

PEQUENA REFORMA: reforma com ou sem mudança de uso na qual não haja supressão ou acréscimo de área, ou alterações que infrinjam a legislação edilícia e de parcelamento, uso e ocupação do solo.

   Ou seja, na prática, significa que mesmo uma simples troca de piso, de janelas ou uma instalação hidráulica precisa ser comunicada a prefeitura. E isso não é tudo. Há também restrições ao uso de materiais como no caso do Amianto, elemento presente em algumas telhas, uma vez que é um componente cancerígeno e que pode permanecer por dias no ambiente.

   E, claro, se a reforma pretender aumentar a área do imóvel à atenção deve ser redobrada com relação à legislação, pois é preciso respeitar os limites de área construída de acordo com o plano diretor da cidade sob pena de multas ou embargo podendo chegar, inclusive, a demolição da obra.

   O que parecia algo simples e restrito a você e aos domínios internos da sua residência, na verdade envolve muito mais do que você imaginava. Mas isso não significa que você não possa seguir com seu projeto de deixar sua casa do jeitinho que você quer. Basta respeitar as regras e seguir adiante com a reforma sem dores de cabeça.

   Para dar entrada ao pedido de reforma na prefeitura você precisará reunir a seguinte documentação:

- Cópia da planta aprovada
-  Auto de conclusão
-  Cópia do IPTU
-  Cópia do registro do imóvel
-  Cópia do RG do(s) proprietário (s)
-  Duas vias da planta em que a reforma é solicitada
-  Planta nova e cópia da carteira do CREA- Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, do responsável pela obra. Ao final será preciso retornar a prefeitura com a planta definitiva para solicitar o Habite-se que é o documento que certifica a regularidade da obra.

   Realizar seu sonho pode dar um pouquinho de trabalho, mas não precisa ser um processo traumático e penoso. Para isso procure fazer tudo de forma regularizada e contratando sempre um profissional especializado.  Lembrando também que é preciso respeitar o entorno, ou seja, o direito dos imóveis circundantes, pois caso haja qualquer alteração ocasionada pela obra que você promove a responsabilidade por eventuais consertos é sua.  E se sua reforma foi concluída antes que você soubesse de tudo isso não se desespere. Procure sua prefeitura. Informe-se e regularize a situação. Como diz o velho e bom ditado popular, “antes tarde do que nunca”.

Nichos de alvenaria


 

 

Armários de cozinha costumam ser caros. Uma opção para baratear é fazer nichos de alvenaria embaixo da pia. Se não quiser uma aparência tão rústica, mescle com os móveis planejados. Certamente já ficará mais em conta.

fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI85839-16776,00-NICHOS+DE+ALVENARIA.html

segunda-feira, agosto 16, 2010

ILUMINAÇÃO PARA HOME THEATER

Centro social deste apartamento, o home theater foi desenhado para acomodar confortavelmente os amigos da família para uma sessão de cinema. A cena sugerida para receber os convidados antes da projeção emprega todas as luzes acesas, porém dimerizadas. Projeto de interiores de Jóia Bergamo, de São Paulo, e luminotécnico da Puntoluce.


"Natural ou elétrica, a luz é um meio de comunicação. Oitenta por cento das informações que recebemos vêm através da visão", diz o lighting designer Guinter Parschalk, de São Paulo. Devido à sua variação de cor e intensidade ao longo do dia, ela interfere no organismo e garante nossa sobrevivência. "Por tudo isso, a iluminação não é um mero apêndice da arquitetura", constata o arquiteto Nelson Solano Vianna, consultor em conforto ambiental, de São Paulo.


O planejamento luminotécnico faz parte do projeto arquitetônico e, para fazê-lo, o arquiteto considera tanto as atividades exercidas no espaço quanto a incidência da luz natural. Nesse processo, ele pode contar com a consultoria de profissionais especializados, que dimensionam a captação e o controle da claridade, estabelecem os pontos e tipos de iluminação artificial necessários e, com isso, garantem eficiência energética e conforto para os moradores. 

O projeto de luminotécnica compõe-se de desenhos (plantas, cortes, perspectivas e detalhes) e memorial descritivo com as especificações de lâmpadas, luminárias e demais equipamentos. "Para conseguir instalações flexíveis e bem dimensionadas, a elétrica e a automação devem ser pensadas em conjunto com a iluminação e a arquitetura ou o projeto de interiores", alerta Vanessa Masson, luminotécnica da empresa paulista Wall Lamps.


Fonte: Arquitetura & Construção  http://fernandaguizi.blogspot.com/search/label/Luminot%C3%A9cnica

Vasos iluminados

Empresa norte-americana cria vasos inteiramente iluminados por LEDs. Peças podem decorar áreas externas e interna.

 Cansado dos modelos comuns de vasos disponíveis no mercado? Estas peças, completamente iluminadas podem ser a solução. Até as plantas mais simples vão ganhar um visual diferenciado, se forem cultivadas em espaços assim.

O lançamento é da empresa norte-americana Rotoluxe. Iluminado com lâmpadas LED – consideradas eficientemente energéticas –, o produto está disponível em diferentes cores e tamanhos. O maior deles tem 44 cm de diâmetro. Além disso, as peças são todas produzidas com plástico reciclado. 

 

 fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI161796-16939,00-VASOS+ILUMINADOS.html

Charles & Ray Eames

Charles Eames, nasceu em Saint-Louis, EUA, estudou arquitetura na Washington University. Em 1936 ganha uma bolsa para a Cranbrook Academy of Arts, onde foi contemporâneo de Harry Bertoia e Eero Saarinen. Ali, em 1940, conheceu Ray Kaiser (1912-1989), californiana, artista plástica por formação, que mais tarde se tornaria sua esposa, e que frequentava o curso de tecelagem, na época já artista conhecida, enquanto C.Eames dirigia o departamento de Design Industrial. Entre 39 e 40 C.Eames trabalhou no atelier de Eliel Saarinen, com quem ganha em 1940 o concurso do MoMA, Organic Design in Home Furnishings.
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A guerra, e sua contratação pela Marinha para o desenvolvimento do projeto de talas e macas permitiu aos Eames o desenvolvimento de ampla pesquisa na moldagem de contraplacados. Em 1946, já era consagrado e foi objeto da primeira retrospectiva pessoal dedicada a um só design no MoMA., onde ainda, dois anos depois, em 1948, ganharia também o concurso internacional, Competition for Low-Cost Furniture Design, com cadeiras em fibra de vidro moldadas e que podiam ser produzidas em série. Ainda com sua mulher, criou vários móveis para a Herman Miller, na década de 50. como poltrona Charles Eames de 1956, baseada num protótipo exibido no concurso Organic Design in Home Furniture.

Garrafas no lugar de tijolos

A casa foi construída com milhares de garrafas recicladas


Casa na Argentina é construída com milhares de garrafas PET recicladas


Garrafas PET podem ser reaproveitadas de muitas maneiras, mas dá para pensar que elas seriam o material principal na construção de uma casa? A residência sustentável, batizada de La casa de botellas, foi criada pela família Santa Cruz e fica em Puerto Iguazú, na Argentina. Paredes, móveis, colunas, varanda... Tudo é feito de material reutilizado. Apesar de não serem profissionais da arquitetura, os membros da família criaram uma forma de estruturar as garrafas, sem perder a simetria. Além disso, Alfredo Santa Cruz, o chefe da família, construiu uma casa parecida, mas em versão menor, para sua filha brincar na área externa.

No projeto, foram utilizadas 1200 garrafas de plástico para as paredes, outras 120 para os sofás e mais 200 para as camas. A família também reaproveitou 1300 caixinhas tipo Tetra Pack para o teto e 140 capas de CDs para as portas e janelas. Como se tudo isso não fosse suficiente, os Santa Cruz ainda oferecem cursos para famílias pobres, ensinando as mesmas técnicas de construção.

 fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI123624-16938,00-GARRAFAS+NO+LUGAR+DE+TIJOLOS.html

domingo, agosto 15, 2010

Projeto concorrendo ao concurso da Biancogres

Garrafas de refrigerante viram cadeira de design



A Navy Chair (foto), cadeira ícone da marca Emeco, ganha uma nova versão graças à parceria com a Coca-Cola. Antes toda de alumínio, a 111 Navy Chair será produzida com, pelo menos, 111 garrafas de plástico recicladas. Sua composição contém 60% de PET plástico, pigmentos e fibra de vidro. Estima-se que 3 milhões de PETs plásticos sejam reusados anualmente para a produção da peça. Disponível em seis cores.



fonte:http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI133576-16802,00-GARRAFAS+DE+REFRIGERANTE+VIRAM+CADEIRA+DE+DESIGN.html

sábado, agosto 14, 2010

Alta no preço dos imóveis não é temporária

O aumento de preços pode ser explicado por vários motivos, inclusive pela queda da taxa básica de juro, que fez com que os brasileiros buscassem outras modalidades de investimento para garantir uma maior rentabilidade. Entre elas, estavam os imóveis.

Além disso, a crise global prejudicou o investimento em renda variável, bastante sensível a abalos econômicos. “Quem tinha dinheiro na bolsa ficou retraído e procurou algo mais seguro, como o imóvel, tanto residencial quanto comercial”.

A alta demanda não foi causada somente por investidores, mas por pessoas em busca da casa própria. O crédito mais facilitado, apesar do ritmo mais lento de concessões causado pela crise, e o deficit habitacional pressionaram a busca por imóveis, ainda mais com os incentivos dados pelo governo, por meio do programa Minha Casa, Minha Vida.

Tombamento

O que é o tombamento de imóveis? O proprietário de um imóvel tombado perde os direitos sobre ele?

 

A Constituição Federal de 1988 trouxe no artigo 216, a definição do que vem a ser um bem que constitua patrimônio cultural brasileiro.

Tais bens devem "guardar referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos de formadores da sociedade brasileira", nos quais se incluem "as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais" e também, "os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico".

Ainda pelo texto constitucional, fica definido que cabe ao Poder Público proteger o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação.

Quem pode tombar um patrimônio

Nesse sentido, o artigo 23 da Constituição estabelece que é de competência comum da União, dos Estados e dos Municípios proteger os bens de valor histórico, artístico e cultural, os monumentos, as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos, assim como impedir a destruição e a descaracterização de obras de arte e outros bens de valor histórico, artístico ou cultural.

Como instrumento de proteção, encontramos o "tombamento" que, em síntese, trata-se de um ato pelo qual a Administração Pública, após análise dos elementos técnicos que instruem o respectivo processo administrativo, reconhece que o bem se reveste dos valores aos quais faz menção a Constituição e, por conseguinte, decide-se pela necessidade de sua conservação. Por conta disso, a administração pública determina a sua preservação e a inclusão do bem no Livro dos Tombos.

Conforme nos ensina a ex-desembargadora, Professora Lúcia Valle Figueiredo na obra "Disciplina Urbanística da Propriedade", Malheiros Editores, o tombamento é "ato vinculado. Em outro falar, sem a existência de determinados pressupostos fáticos explícitos na lei, e sem obediência rigorosa ao devido processo legal, não se poderá verificar".

Os níveis de tombamento

O bem pode ser tombado pela União, por meio do Iphan (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), ou pelos órgãos estaduais e municipais criados para essa finalidade. No caso do Estado de São Paulo, o órgão competente para tanto é o Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico), e no caso do Município de São Paulo, o Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo).

Conforme o nível de proteção definido pelo respectivo órgão ao bem tombado, este poderá (a) tornar-se inútil ao proprietário particular, (b) ter sua utilização parcialmente reduzida ou (c) não sofrer nenhum prejuízo com o tombamento;

Tornando-se inútil o bem tombamento para o proprietário particular, configura-se caso de desapropriação indireta, cuja solução está na fixação de justa indenização.
Havendo apenas redução no potencial econômico ou utilização reduzida, o Poder Público está, na prática, instituindo uma servidão sobre o bem, o que também deve ser objeto de indenização na proporção do que tenha sido atingido.

Por fim, não havendo prejuízo ao proprietário, nada há indenizar.

Reformas, adaptações e manutenção

Um imóvel tombado, conforme o nível de proteção estabelecida no respectivo ato de tombamento (resolução), pode sofrer restrições que não permitam ao seu proprietário realizar qualquer alteração, mas tão e exclusivamente, o seu restauro, de modo a efetivamente preservar integralmente a situação do bem.
Em outras circunstâncias, é permitido fazer adaptações ou reformas, cabendo, no entanto, obter prévia autorização do órgão de proteção do patrimônio tombado.

A preservação deve ser prestigiada; tanto quanto os demais direitos fundamentais também garantidos na Constituição Federal, como o da propriedade privada e o da livre iniciativa. E justamente por conta disso é que, ao se definir pelo tombamento de um determinado bem, as razões que embasam essa decisão devem estar fartamente demonstradas, sem contaminação de qualquer conceito ideológico ou preconcebido.

No caso da Cidade de São Paulo, o Conpresp, vinculado à Secretaria Municipal de Cultura, possui uma interessante página disponibilizada pela internet, onde é possível saber a relação dos bens tombados, as resoluções do Conselho e a legislação relativa a tombamento.

 fonte: http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/leis-e-direitos/o-que-e-o-tombamento-de-imoveis-o-proprietario-de-um-imovel-tombado-perde-os-direitos-sobre-ele.jhtm

sexta-feira, agosto 13, 2010

Lustre verde no jardim



Trocou o lustre da sala por um mais moderno? Em vez de jogar o antigo fora, dê a ele um novo uso. Com um pouco de criatividade, é possível transformar a peça em um suporte com vasos para suas plantinhas, que pode ser usado tanto na área externa, como dentro de casa. A ideia é de Renee Garner, do blog norte-americano Modish. Se você não tiver um pendente, dá para garimpar em lojas de demolição. Fica ótimo pendurado no galho de uma árvore no jardim, por exemplo.

fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI160054-16939,00-LUSTRE+VERDE+NO+JARDIM.html

Efeito descascado na parede

Parece que esta parede está completamente envelhecida e com a pintura descascada. Na verdade, a pintura e a fonte não existem: o efeito ao fundo é criado pelo painel com impressão 100% poliéster da Giclée. Efeito interessante para áreas externas.




fonte:http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI154536-16774,00-EFEITO+DESCASCADO+NA+PAREDE.html

quinta-feira, agosto 12, 2010

Novo uso para os discos de vinil

Designers alemães transformam as mídias antigas em diversos objetos para a casa: tem fruteira, suporte para papel-toalha, relógio de parede e até luminária pendente.

 

 

 Luminária feita com disco de vinil: 89,90 euros

 

Só porque as vitrolas perderam espaço para aparelhos de som mais modernos e hoje – salvo raras exceções – são usadas apenas com função decorativa, não significa que os discos de vinil precisam ir para o lixo. Os designers alemães da Lockengeloet perceberam isso e descobriram novas maneiras de usar essas mídias retrôs em casa. Com as peças, eles produzem objetos como relógios de parede, fruteiras, suporte para papel-toalha e até luminárias. Alguns discos são derretidos e ganham outras formas, dependendo do resultado que os profissionais desejarem alcançar. Veja alguns dos produtos de vinil reciclado feitos pelos designers alemães:


 
Em cima, à esq., fruteira (19 euros); abaixo; suporte para papel-toalha (49,90) e à direita, relógio de parede (59,90 euros)




 Versão nacional
No Brasil, o relógio de parede feito a partir de um disco de vinil está à venda na Imaginarium. A peça tem diâmetro de 30 cm e custa R$ 42,80.












fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI104403-16802,00-NOVO+USO+PARA+OS+DISCOS+DE+VINIL.html