sábado, agosto 28, 2010

Cubas




A cuba Strip, da Brascor, é feita de Corian, uma superfície sólida mineral. A combinação em preto e branco garante a o visual moderno da peça.




Feita de cerâmica, a Cuba Milão, da Japi, é autossuficiente: não precisa de torneira para funcionar. Com um toque no botão metálico localizado na parte frontal da peça, a água é liberada na forma de cascata.





Personalizável, a cuba Duo, da Brascor, permite que o cliente escolha a cor e o desenho da peça. Também é feita de Corian.



A linha Brasil, da Japi, traz dois modelos produzidos em madeira certificada. As cubas Petrópolis e Guarujá são impermeabilizadas e protegidas contra fungos e insetos que atacam a madeira. A limpeza das peças deve ser feita somente com pano úmido e sabão neutro.


A artista plástica Daniele Drummond cria, a partir da cerâmica de alta temperatura, peças únicas. A Cuba Bowl tem a superfície externa toda desenhada.

 O charme deste banheiro feminino, de 4,20 m2, ficou por conta da cuba de apoio vermelha e das pastilhas salpicadas na área da bancada e do box. Detalhe simples e barato, de acordo com a arquiteta. Para que as pastilhas fossem inseridas, os azulejos de 9,5 x 9,5 cm foram cortados na obra no canto superior ou inferior.



A cuba de cerâmica marrom, de 50 x 30 cm, com 18 cm de altura, combina perfeitamente com o vermelho forte deste lavado. Da Espaço 2, sai por R$ 400.


 A transparência do vidro de 15 mm se confunde com a da água na cuba Canoa, que mede 77 x 37 cm. Da Bergan, custa R$ 827,33.


 Ousada, a louça em cor preta se destaca em qualquer ambiente. A cuba ICA3, fabricada pela Icasa, mede 39 x 36 cm, com 14,5 cm de altura, e vale R$ 280.


Vencedora do IF Design 2008, a cuba em meia-lua L1036, da Deca, é de fine fireclay. Mede 38 cm de diâmetro, e suas bordas inclinadas têm altura variável entre 9,5 e 19,5 cm. Custa R$ 250.



A cuba Ondina, da Bergan, tem dimensões diferenciadas: 70 x 42 cm, com 11 cm de altura. Feita de corian dupont, custa R$ 1 145,10.



A cuba de apoio Água mede 50 x 38 cm, com 15 cm de altura. A peça de louça faz parte da linha Essencial, da Celite. Vale R$ 353,10.


 De poliéster macio, a cuba Almeria, da Produza, é quase quadrada (34 x 34,5 cm, com 14 cm de altura). O interessante é que, em seu interior, o desenho é arredondado. Sai por R$ 930.



Fabricada pela Produza, a cuba de alumínio fundido Espanha mede 36,5 cm de diâmetro e 12 cm de altura. Custa R$ 990.


 Com design diferenciado, a cuba de louça Donna tem 43 cm de diâmetro e 52,5 cm de altura e afunila na parte que fica apoiada sobre a bancada. Da Roca, sai por R$ 171,20.

A Hortência (34 x 34 x 14 cm) é de resina de poliéster. Sicmol, R$ 299, na Creare

 
 Nome da linha: Enseada Fabricante: Brascor
Opções de cores: branca
Opções de acabamento: corian
Porque é novidade: A cuba é feita de corian, material sem porosidade, que não acumula cheiro nem microorganismos e possui design inspirado na orla brasileira.


 Lançamento da Brascor, a Craquelada Redonda é constituída pelo material Magic Stone nas laterais e por vidro craquelado em sua superfície. Com diâmetro de 35 cm ela ganha vida ao ser iluminada por neon. Preço estimado de R$1,3 mil.



Pedras de efeito

O aspecto natural é a característica que mais favorece o uso de pedras no jardim. Mesmo rústicas, elas dão um visual sofisticado a muros, paredes e pisos.

 

 Seixos em escalada

Esconder um muro de 4m de altura é um desafio. A primeira alternativa viável geralmente é o plantio de trepadeiras para encobrir a parede e dar profundidade ao jardim. Nesta casa paulistana no alto de Pinheiros, no entanto, essa possibilidade foi descartada por conta da presença de um lençol freático a 1m de profundidade do solo. Como solução, o paisagista Alex Hanazaki usou o muro para criar um cenário e dar impacto à área verde. a parede foi revestida com seixos rolados de rio, colocados um a um sobre um fundo de argamassa. O trabalho artesanal previu o encaixe de pedras menores nos vãos para tirar completamente a visão do cimento. maciços de fórmio (1) ladeiam a parede a fim de suavizar sua altura. O deque de itaúba frisada foi elevado na área de acesso à casa de máquinas da piscina. Alex aproveitou e fez do ressalto um banco. a jabuticabeira (2) ganhou mais terra, sustentada dentro de uma caixa de concreto aparente, que ficará encoberta com o tempo. isso porque, os aspargos-rabo-de-gato (3) foram estrategicamente posicionados no entorno para ninguém notá-la – tarefa nada difícil com tantos elementos para admirar. 



Quase um lago

Mesmo fechada em uma caixa de cimento de 1,60m de comprimento, a fonte parece desaguar no caminho de seixos maranhão que percorre este corredor nos Jardins, em São Paulo. autora do jardim com jeitinho brejeiro, a paisagista Paula Galbi apostou em maciços ordenadamente volumosos, que dão a sensação de estarem dentro d’água. Bromélias diversas (1), barbas-de-serpente variegadas (2), clúsias (3), dracenas-arbóreas (4), íris-tigresa (5) e papiros (6) correm pelos dois lados da construção em “U”, aproximando o verde dos grandes panos de vidro.sema finalidade de ser uma área de circulação de pessoas, o corredor foi explorado com espécies mais cheias. ao lado da fonte, que abriga vasos com minipapiros (7) e minicopos-de-leite (8), a paisagista incluiu um banco de sucupira clara. dele, sim, dá para curtir a paisagem.

fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI159724-16939,00-PEDRAS+DE+EFEITO.html

Saiba como o jornalista Fernando Gazzaneo, que mora em um loft de 30 m² no centro de São Paulo aproveitou bem o espaço pequeno

Com simplicidade e economia, apê de 30 m² fica prático



O apartamento retangular tem distribuição simples. No ambiente reservado ao quarto, a cama também atua como sofá (1). A sala cumpre o papel de estar e canto de leitura. A bancada em uma das laterais (2) é usada como mesa de refeições, acompanhada de charmosas banquetas. Como a metragem é enxuta e não há muitas divisórias, a ventilação e a luz natural são favorecidas. Os móveis foram destinados às regiões rentes às paredes, deixando o centro livre. Assim, Fernando não tem problemas para receber os amigos, que estão sempre na sua casa.


 Sobre a cama, ficam as almofadas de 45 x 45 cm. A Punapra (preta e branca, de algodão) custa R$ 43 cada e a Fujian (cru, de poliéster) R$ 51,23 cada no Espaço Til. Os vários pôsteres vieram do amigo Apo Fousek, dono de uma empresa especializada. Os presentes agradaram em cheio, já que o morador é fã de arte pop. Pregado na parede roxa, um dos quadros favoritos é uma sequência de fotos de Otto Stupakoff que retratam o músico Tom Jobim. Este foi encontrado no Instituto Moreira Salles e emoldurado no Lojão, tupo por R$ 240.


Sob o aparador, os banquinhos do tradicional modelo Pop 70 (que fez parte da infância de Fernando), comparecem em roxo fluorescente junto à bancada de refeição. Eles foram encontrados na Tok & Stok, por R$ 29,90 cada. Um dos destaques do canto é o retrato da pintora mexicana Frida Kahlo, assinado pela artista Saramello para a Urban Arts, foi arrematado por R$ 98 no site da loja. A poltrona.

 

 Em todo o apartamento, os poucos móveis são soltos do chão, acoplados às paredes - dessa forma, fica fácil varrer e passar pano úmido no piso cerâmico branco que cobre toda a quitinete. O trabalho em madeira é do Marceneiro Marcos, e saiu por R$ 3663, entre apoiadores, estante e cama. O tapete preto produzido a mão, delimita a área reservada à sala. Foi feito pela artesã Sonia e saiu por cerca de R$ 400. Ao fundo, o armário pequeno: um cabideiro, cinco gavetas, uma sapateira e um maleiro onde ele consegue guardar suas roupas e o enxoval da casa, sem aperto. Quando recebe hóspedes para dormir, abre o colchão inflável (guardado no maleiro) e acolhe a visita com conforto. A poltrona de couro sintético modelo Nest, comprada na Manicor Decorações por R$ 699, ajuda a acomodar as visitas. E se nem ela, nem os banquinhos derem conta de receber tantos amigos em encontros sociais, o tapete assume seu lado cadeira. Sem a menor cerimônia.


 Jornalistas adoram ter um monte de espaço para guardar material de consulta. Como sempre foi contra o excesso de móveis no apartamento, Fernando imaginou que prateleiras seriam uma boa alternativa para organizar seus livros e cadernos, sem juntar coisas demais. Apostou em três pranchas acima da bancada do computado e se deu por satisfeito..



 No quarto, o tapete cru de chenile (0,90 x 1,50 m) da Espaço Til custou R$ 112,56. Ele combina com a cadeira giratória Rany, que conta com regulagem a gás, da Manincor Decorações, R$ 429. A leitura é parte importante no cotidiano do morador. Por preferir a iluminação indireta, ele espalhou vários abajures pela casa. No teto, o pendente Life, de alumínio escovado, tem cara de modelo de uso industrial. Foi comprado na Telhanorte por R$ 112,90. Sobre a mesa, a luminária articulada Nairóbi, da Tok & Stok, custou R$ 199. Já no batente que dá passagem a corredor, a charmosa luminária japonesa – um fio com bolas vermelhas de papel – foi presente, vindo de uma lojinha na Liberdade, bairro da capital paulista.

fonte: http://casa.abril.com.br/materias/apartamentos/simplicidade-economia-ape-30-m-fica-pratico-586558.shtml#1  Revista Minha Casa

sexta-feira, agosto 27, 2010

Fish House em Cingapura, uma casa ecologicamente correta

A Fish House é um projeto de Guz Architects, uma empresa que pretende produzir arquitetura inspirada pela natureza, mas em escala humana. O projeto Fish House em Cingapura é uma casa ecologicamente correta à beira-mar onde todos os moradores de cada quarto tem vistas para o oceano, bem como para o jardim e para a sua enorme piscina.

“O nosso principal objetivo era criar uma residência com uma integração perfeita da natureza ao seu redor, portanto, a água tinha um papel fundamental para alcançar isso.”

 

Esta casa é simplesmente surpreendente. Eles conseguiram misturar elementos muito interessantes, como estruturas de madeira, objetos de tecnologia de ponta e um jardim no telhado, que torna o ambiente ser totalmente integrado com seu entorno. 






































Apê de 25 m²: feminino, descolado e multifuncional

Adorei este projeto, saiu na revista Minha Casa. Muito interessante, Belíssimo, Se eu morasse sozinha meu apê seria nesse estilo. 

Saiba como a advogada Denise Tunchel, que mora sozinha no espaço compacto em São Paulo fez ótimo proveito dos ambientes.


 A quitinete de Denise tem uma planta diferente da convencional, além de um pilar redondo estrutural (1). Para ganhar área livre e ter a sensação de amplitude, Denise investiu em poucos móveis. Na parte mais larga, foi possível reservar uma área para a sala, com o sofá e as estantes, e outra para o quarto, representado pela cama suspensa (2). O pé-direito alto, de 2,90 m, facilitou a instalação do móvel. A televisão fica na parede oposta à da janela, o que possibilita que seja vista do sofá e da cama. O janelão acolhe a entrada de muita luz natural, e por causa disso, a solução foi adotar uma cortina curta, que não sobrecarregasse o ambiente, já enxuto. O tecido encorpado filtra a entrada de luz e colabora na hora de ver TV.



 Peça-chave, a mesa de centro Chiclets é assinada pelo designer Felipe Reis. Tem rodízios e foi produzida em tamanho especial para Denise: 1x0,75x0,20m. Saiu por R$ 420 há cerca de um ano. O porta guarda-chuva modelo Hidrante é um cinzeiro sem tampa! Foi comprado nas Lojas Tokyo, por R$ 216. O sofá Origami (1,80 x 0,80 x 0,85 m) de Fernando Jaeger custou R$ 1800 (peça de mostruário), e os barquinhas coloridos que Denise encontrou em uma loja da rua do Gasômetro, em São Paulo, por R$ 10, foram personalizados por Denise com papéis colados.

 Charmosa, a minigeladeira fica em plena sala. Dessa forma, poupa espaço na cozinha, que tem apenas 2,20 m2. Mas, para que fizesse parte da decoração do ambiente mais importante do apê, Denise elegeu um modelo retrô e de cor forte, sobre o qual arruma copinhos em uma bandeja – assim, ainda facilita o serviço no dia a dia. O modelo Retrô (48x51x80cm), de 76 litros, é da Brastemp. Fast Shop, R$ 897,83 (ou 10 x R$ 99,90). Para completar, o pinguim arremata o visual descolado.

 A manutenção simples do piso frio, de cerâmica, agiliza a limpeza da quitinete. Como Denise tem duas gatinhas, isso é fundamental. Quando recebe os amigos, o que é frequente, Denise oferece, além do sofá, as almofadas com jeitinho de futon, tudo bem informal - cada uma delas sai por R$ 140, na Cinerama. Do lado direito do refrigerador, o rack Access é da mesma linha do modelo de parede. Mede 1,20 x 0,40 x 0,39 m, e é encontrado na Tok & Stok por R$ 220.

 Uma das últimas grandes aquisições foi a estante que se estende pela parede de 4m.Com o móvel cheio de nichos, a moradora conseguiu organizar livros, objetos decorativos e mimos como os muitos porta-retratos. O móvel é composto por duas unidades Access pequenas (1,20 x 0,30 x 0,91 m) e uma grande (1,40 x 0,30 x 2,02 m), da Tok & Stok. De MDF com laminado melamínico, a combinação sai por R$ 1018.


Mesmo com pouco espaço, Denise conseguiu delimitar ambientes valendo-se de uma forma esperta de distribuir os móveis: o tapete é entrada para o quarto e os banquinhos demarcam as fronteiras da sala. A cama de casal suspensa feita sob medida pelo Marceneiro Jairo, por R$ 1900, fica cerca de 1 m abaixo do teto – assim Denise pode sentar sem risco de bater a cabeça. Embaixo, sobrou 1,70 m de altura para o closet, que tem duas araras metálicas e uma prateleira alta, fixada na própria estrutura da cama, resistente porque é feita de madeira maciça. O desafio é manter as coisas em ordem, já que ficam aparentes: uma cortina (Cinerama, R$ 140) esconde os pertences quando a preguiça bate mais forte que o desejo de arrumação. De quebra, o varão é aproveitado como guarda-corpo. Lindos, a cadeira de balanço e o lustre completam o ambiente. A primeira, da Zingara Design, foi arrematada por R$ 700 no Mercado Livre, e o último, da Etna, custou R$ 90.


fonte: http://casa.abril.com.br/materias/apartamentos/ape-25-m-feminino-descolado-multifuncional-589397.shtml#4

Lembranças engaioladas

Belíssima instalação artística “Recuerdos Enjaulados” concebida pelo grupo Luzinterruptus com 400 gaiolas douradas funcionando como luminárias na Plaza de Ministriles. As gaiolas continham lembranças pessoais dos moradores e visitantes no bairro de Lavapiés em Madrid.

As gaiolas ficaram expostas durante 20 dias em janeiro deste ano, levando aproximadamente 35hs para a sua montagem com a ajuda de um guindaste.



fonte: http://rodrigobarba.com/blog/2010/08/24/lembrancas-engaioladas/

terça-feira, agosto 24, 2010

A primeira impressão

O hall apresenta a casa e, por isso, merece atenção no momento em que o projeto é definido

A sensação de bem-estar de uma casa deve ser transmitida logo que se chega. Esta é uma das funções do hall, que deve ser bem planejado e decorado, para cumprir este papel. Além disso, o ambiente deve apresentar a casa e conduzir quem entra. No hall acontece o primeiro ponto de contato entre o visitante e o ambiente interno. Depois da fachada, é o elemento que incitará curiosidade sobre a proposta do projeto. Além disso, deve permitir facilidade de fluxo e ser acolhedor, já que deve receber com conforto - diz-se que o hall funciona como ante-sala de espera.  E é justamente por essas características que o hall deve receber, na concepção da planta da casa, atenção especial do profissional. 

Recursos
Não há regras para a projeção de um hall de entrada, mas algumas soluções são comuns e proporcionam resultados interessantes. A iluminação, aliada a efeitos arquitetônicos e decorativos, pode criar a atmosfera necessária. "Ela normalmente é suave e sem exageros", explica Kethlen Durski, da KRD Arquitetura. A iluminação indireta é ideal para deixar um clima aconchegante e não ofuscar, mas a direta, focada nos elementos certos, é uma solução para valorizá-los.

O arquiteto também pode apostar em recursos mais ousados, como quedas d'água, ou nos tradicionais espelhos, papéis de parede, aparadores, nichos e obras de arte. Porém, é preciso cautela para não exagerar na quantidade de móveis e objetos, pois é um espaço de passagem. Invista somente no necessário para acomodar os pertences dos visitantes, e tornar o espaço interessante. Na hora de escolher os materiais e a decoração, não se esqueça de que é preciso harmonizar a entrada com o ambiente seguinte. O estilo, as cores e os revestimentos devem ser pensados de acordo com os cômodos que vêm a seguir. Vale lembrar que, se o hall for pequeno, as cores escuras devem ser usadas com cautela. Os tons claros podem ser bons aliados, neste caso.

Outro elemento importante para o sucesso do projeto é a porta de entrada. "Ela deve ter coerência com o restante da casa, desde o conjunto arquitetônico, até a proposta de decoração", afirma Cidomar Biancardi.
O pé-direito também deve ser levado em consideração. Se for alto, ajuda na ventilação e transmite ideia de grandeza. Além disso, possibilita o uso de portas altas, grandes vãos verticais e diversas opções de iluminação. Porém, tudo dependerá do projeto da casa e da impressão desejada. Um pé-direito baixo pode trazer a sensação de aconchego e conforto térmico - importante para regiões de clima frio.


Soluções diferenciadas
Para o espaço de 42 m², a arquiteta Josanda Ferreira escolheu elementos que pudessem proporcionar claridade e leveza. O destaque do hall de tons neutros é o espelho d'água, construído a um nível abaixo do piso. Uma claraboia acima do tanque, amplas janelas e detalhes de círculos abertos na porta são responsáveis pela entrada da iluminação natural. O piso escolhido - mármore crema marfil, com peças de 15 x 15 cm - é o mesmo aplicado no projeto todo, dando continuidade visual ao hall. O forro de madeira do teto delimita o espaço de entrada. O pé-direito deste ambiente é de 2,80 m. 

 Diversos acessos
A proposta deste hall de 10,8 m², desenvolvido pela arquiteta Adriana Consulin, é a de funcionar como um espaço de distribuição. Nele, encontram-se os principais acessos da casa: as portas da garagem, a entrada e o acesso à escada. A ideia foi a de um ambiente imponente, mas ao mesmo tempo delicado. A opção foi pela projeção de um pé-direito baixo, com 2,60 m, para criar a sensação de horizontalidade. O piso é revestido de granito flameado e porcelanato branco polido e a parede, de pintura de massa corrida lisa e detalhes de couro. A porta de madeira de demolição mede 1,60 x 2,60 m, e ganhou pintura branca na parte voltada para o interior. Os espelhos em ângulos diversos funcionam como uma escultura na parede, e a iluminação direcionada valoriza esse recurso.

 Aposta na iluminação
A ideia de Sonia Engler para este hall foi de um espaço imponente e contemporâneo, que disfarça a área pequena de 3 m². Neste caso, o terreno em aclive possibilitou a criação de um pé-direito de 4 m, e a divisão do hall em dois níveis. No primeiro, foi projetado um lavabo e uma chapelaria, do lado direito. A iluminação dos degraus de mármore arabescado chama atenção. No fundo, um grande espelho trabalhado, com moldura de demolição, quebra o clima futurista e amplia visualmente o espaço. A grande porta de entrada acompanha a altura do pé-direito e é um elemento importante na composição.

Na linguagem da casa
Rústico, o hall de 5,20 m² dessa residência foi desenvolvido pelo arquiteto Cidomar Biancardi. O piso é o mesmo aplicado nos demais espaços, a fim de servir como uma prévia do interior: arenito vermelho, dividido em placas de 40 x 40 cm. A parede da esquerda foi revestida de argamassa apicoada e selada com verniz, e nas demais foi feita uma pintura acrílica sobre massa corrida, na cor branco-neve. Outro detalhe interessante é que os móveis e objetos de arte utilizados são herdados da família dos proprietários da casa. A porta é revestida de almofadas de madeira paginadas. Como o pé-direito não é muito alto (2,80 m), a iluminação é feita por duas minidicróicas e duas AR 111.


fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/43/artigo128031-2.asp

Cozinha flutuante é construída com 1700 garrafas PET



Localizada em Vancouver, Canadá, esta sala de jantar flutuante pode chamar atenção pela beleza e sofisticação. No entanto, por debaixo de muito luxo, há a simplicidade dos materiais reciclados. Foram usadas cerca de 1700 garrafas PET para que o ambiente pudesse se sustentar em cima das águas.

Desenvolvida pelo escritório Good Weather, a sala de jantar é também um projeto acadêmico da Fish Foundation, organização que tem como objetivo formar novos chefs de cozinha que se preocupem com a pesca sustentável.

Mais de 1700 garrafas plásticas foram usadas como piso no projeto
 
A "cozinha-balsa" pode acomodar cerca de 12 pessoas e abre todas as noites. Para a construção do piso, as garrafas foram arrumadas em fileiras e sobrepostas por um piso de madeira, o que garantiu a segurança do projeto.

Até setembro, os chefs da cozinha flutuante estarão ministrando um curso sobre vinhos. Para fazer parte do time seleto, o interessado terá que desembolsar cerca de R$400.

 fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/cozinha-flutuante-e-construida-com-1700-garrafas

segunda-feira, agosto 23, 2010

The CS House, Portugal



Desenhada por Pitagoras Architects e construída em Guimarães, Portugal, esta é a CS House, uma casa magnífica com piscina, oferecendo inúmeros terraços individuais na frente e um deles coberto por uma fachada da casa para desfrutar do ar livre.

 De acordo com  os arquitetos, a casa possuia um terreno com um declive acentuado  e foi construída de acordo com a topografia irregular do terreno. a proposta dos arquitetos foi construir o com 3 andares distintos. 

No segundo andar que está situado ao nível da rua estão localizados a entrada e a garagem. No primeiro andar estão localizados os espaços privados  e no térreo estão situados os espaços sociais e o contato direto com o solo na área de lazer.

Todos os andares são  contemplados com varandas e pátios que são abertos para a paisagem, criando várias possibilidades de aproveitamento de luz e aproveitamento do espaço de acordo com as estações do ano. 


Uma arquitetura marcante que resulta em um contraste com a utilização de todo o seu volume  na cor branca com as suas grandes aberturas e uso de diferentes materiais.


fonte: http://www.contemporist.com/2010/08/15/the-cs-house-by-pitagoras-architects/

Papel de parede interativo

Além de revestir as paredes, o papel controla a iluminação, o som e até envia mensagens

 


Interruptores, botões, controle remotos... Nada disso será necessário quando esse papel de parede chegar à sua casa. É que os designers norte-americanos da High-Low Tech criaram o Living wall (“parede viva”, em português), que será apresentado pela primeira vez na feira New Materiality, em Boston. A ideia é que a casa possa ser controlada pelo papel de parede. Funções como apagar e acender luzes, controlar o som e até enviar mensagens para amigos poderão ser realizadas por meio de toques na parede. “É um jeito bonito e discreto de enriquecer os ambientes com computação”, dizem os criadores do papel de parede.

 fonte:http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI164822-16937,00-PAPEL+DE+PAREDE+INTERATIVO.html

Jardim da Juliana Paes: global tem um deck delicioso

Nesta área de lazer, o corredor lateral era 40 cm mais baixo que a borda da piscina. Isso comprometia o uso do espaço, que parecia mais estreito, e incomodava a moradora, a atriz Juliana Paes. 

Para incorporá-lo, a paisagista Mônica Chaffin, sócia de Luciana Leal no escritório carioca Terratech, sugeriu nivelar o terreno com um deck de cumaru. “Assim, escondemos também caixas de gordura, esgoto e o acesso às máquinas da piscina, além de criar um ambiente de estar”, aponta ela. Plantas que aceitam bem a farta insolação compõem o jardim.O pé de jasmim-manga também foi um pedido dela”.




Por exigirem pouca manutenção, diferentes bromélias, como a imperial (Vriesea imperialis), forram o canteiro.

 Pequenos arbustos de triális (Galphimia brasiliensis) formam uma moldura em volta do banco. “Nativa e resistente, essa espécie floresce o ano inteiro”.

 As flores fúcsia do jasmim-manga (Plumeria sp.) surgem principalmente na primavera e no verão e exalam um aroma suave. “É uma árvore de porte pequeno, que gosta de muito sol”.

fonte:  http://casa.abril.com.br/materias/jardins/jardim-juliana-paes-global-tem-deck-delicioso-584047.shtml

domingo, agosto 22, 2010

Cabeceiras de vários estilos e materiais

Sonhos de cabeceiras: painéis originais estofados ou de madeira, biombo articulável e madeira torneada com jeito antigo são algumas das opções para complementar sua cama box com estilo.



 A arquiteta Adriana Da Riva queria conferir ao seu quarto um toque original e uma atmosfera tranquila. “Decidi projetar o biombo no lugar da cabeceira e escolhi cores claras”, explica ela. A estrutura, executada pela Marcenaria A Inglesa, foi revestida de laminado de madeira com tratamento especial para ficar com um fundo de tom acinzentado. Sobre ele, aplicou-se pintura azulpálido (Coral, ref. 50BG74/130*). O painel central mede 3,10 m de comprimento x 1,26 m de altura, enquanto as abas articuláveis têm 60 cm. Almofadas, manta da Missoni e luminária com cúpula da Conceito Firma Casa, porta-travesseiros da Lady Decorações.

 


































 Linhas sóbrias e elegantes definem o quarto do casal projetado pelas arquitetas Denise Abdalla e Christiane Sacco. “Na parede, instalamos um painel de madeira (Marcenaria Filarte) com pintura fosca, nicho forrado de palha de seda (Nani Chinelato) e equipado com iluminação embutida”, explica Denise. A proposta ganha o complemento da cabeceira revestida de couro, da Artefacto (modelo Valencia, 2,21 x 1,20 m de altura, por 4 551,68 reais), fixada no painel. Na lateral, o criado feito sob medida recebe uma luminária de Philippe Starck da La Lampe. A colcha, os porta-travesseiros e o cobertor são da Blue Gardenia.


Com um painel colorido que faz as vezes de cabeceira, o quarto discreto ficou cheio de vida. “Sempre utilizo em meus projetos as criações de marchetaria da artista plástica Tissi Mousinho. A cliente viu uma delas e pediu um desenho especial para seu quarto”, conta a arquiteta Paula Neder, que assina a ambientação. “Desenvolvi esse trabalho em placas de 80 x 60 cm de altura, que foram fixadas diretamente na parede, totalizando 5,50 m”, explica Tissi. A composição de folhas de madeira +de várias cores (2,5 mil reais, o metro quadrado) revela uma inspiração modernista e é realçada pela luminária do Estúdio Grabowsky e pelo criado-mudo art déco.




O contraste entre a parede rústica de tijolos à vista e as linhas clássicas dos móveis cria uma agradável surpresa neste quarto de casal. O ponto alto do ambiente é a cabeceira (modelo Nice, 1,60 x 1,35 m de altura. Preço: 8,4 mil reais) da Madeira Bonita. A peça de madeira entalhada e acabamento dourado é estofada e revestida de sarja e vem com um suporte próprio de fixação. Nas laterais, foram instaladas as duas mesinhas redondas e a cômoda, com tampo e frente de gavetas revestidas de espelho bisotado.


Para o quarto de um jovem médico solteiro, o designer de interiores Hans Heim propôs um ambiente moderno com poucos elementos, porém marcantes. No lugar da cabeceira, ele instalou um painel de MDF com laqueação brilhante (3 x 1,20 m de altura). A peça conta com nicho fechado por vidro jateado, que apoia uma serigrafia de Claudio Tozzi. “A estrutura fica afastada 10 cm da parede, de forma a dar espaço à iluminação _ uorescente de cor amarelada”, explica Heim. A roupa de cama é da MMartan, e a mesa lateral Tulipa, da Arquivo Contemporâneo.


A peça de pau-marfim, com acabamento canela, mede 1,80 m x 25 cm x 1,30 m de altura (6 110 reais), mas pode ser feita em qualquer tamanho. “O nicho no painel central é perfeito para acomodar os itens do dia a dia, como brincos, remédios e cremes, deixando o criado livre e organizado”, explica a arquiteta. No detalhe, a escrivaninha-penteadeira é uma opção de complemento (7 543 reais).

 
Reunir estilo e praticidade era o objetivo das arquitetas Gabriela Prado, Eliane Zogbi e Veridiana Zobar no projeto deste quarto. “Pensamos em utilizar algo com um visual de marcenaria personalizada, mas que pudesse ser comprado pronto”, conta Gabriela sobre a cabeceira da Quartos & Etc.

fonte: http://casa.abril.com.br/materias/moveis/sonhos-cabeceiras-587594.shtml#8