terça-feira, setembro 07, 2010

Casa Eucaliptus - Andre Eisen

Eu  acho muito interesante esse projeto de  Andre Eisen , No blog dele encontramos disponibilizadas as imagens e comentários do projeto. Vale a pena conferir. Parabéns pelo Projeto e pelo destaque.
 
Concluída em novembro de 2008 e localizada em um terreno em declíve acentuado, esta residência implanta-se paralelamente às cirvas de nível, dentro de uma área de reserva florestal em Campos do Jordão, São Paulo, e possui 50m2.


A vista para o vale está voltada para face sul e é totalmente aproveitada por grandes paineis de vidro que dão acesso ao deck. Na face norte a visão da rua fica protegida, com janelas baixas que permitem apenas a entradada luz solar para que o calor seja armazenado durante o dia de forma passiva, evitando o super aquecimento dos ambientes sem comprometer a privacidade do casal.


Com a proposta de uma construção sustentável e ecologicamente correta, o projeto incorpora materiais e técnicas construtivas que minimizam ao máximo o impacto ambiental da obra. Foram usadas estratégias projetuais pertinentes, como o aproveitamento de energia solar passiva nas aberturas,isolamento térmico entre as paredes (lã de rocha reciclada) e placas solares para o aquecimento da água (com sistema de gás integrado como apoio).

Estrutura:

Para o contraventamento estrutural foram utilizados cabos de aço 3/8" verticamente (face sul e face norte) e horizontalmente (logo abaixo do vigamento do piso, dando ao mesmo tempo segurança e flexibilidade para esta estrutura simples e leve.


As vigas principais da cobertura usam o sistema conhecido como “vagão” para conseguir vencer o vão de aproximadamente 7m sem a necessidade de um pilar central, deixando o espaço livre e garantindo que as vigas não sofram deformações.

A inclinação dos pilares, que promove a sensação de amplitude no espaço interno, é possível devido aos conectores metálicos que os ligam às sapatas, isolando assim os pilares da umidade proveniente do solo.



95% da sobra de material foi utilizada, permitindo a composição da parede da cozinha (pedaços de cedrinho restantes do madeiramento da cobertura), bancada da cozinha e armário (antiga placa indicativa da fazenda onde se localiza a casa e restos de deck), bancada do banheiro (estruturados com sobra de caibros dos montantes das paredes) e acabamentos de pínus (sobra do revestimento externo) para o reservatório de água quente e fechamento da hidromassagem.


Concebida para um casal, sua planta se organiza de forma simples, em apenas um pavimento, onde o banheiro divide o dormitório do casal da sala de estar, que está integrada com a cozinha.



Equipe construção: Luciano Silva dos Santos, Everton Sobral, Osmar Aparecido, Andre Eisenlohr.
Colaboradores: Arq. Cyssa Martins, Eng. João Carlos R. Neto, Renan Lima, Mac III, Rancho Sto. Antonio.

fonte: http://andreeisenlohr.blogspot.com/search?updated max=2010-05-09T11%3A41%3A00-07%3A00&max-results=30

segunda-feira, setembro 06, 2010

Niemeyer, 103 anos, projeto na Espanha




























fonte: http://colunas.casaejardim.globo.com/arquitetando/

VeloPark é o edifício mais sustentável do Parque Olímpico de Londres

Em 12 de Julho de 2007 a ODA (Olympic Delivery Authority) anunciou o projeto vencedor do concurso do VeloPark, velódromo em construção em Leyton, na ala leste de Londres, para o Parque Olímpico de 2012. O trabalho foi desenvolvido por um consórcio composto pela Hopkins Architects, pela Expedition Engineering, pelo grupo BDSP Partnership e pela Grant Associates.



O velódromo londrino tem capacidade para 6 mil pessoas - 3,5 mil na arquibancada inferior e 2,5 mil na superior. A ausência de pilares na área central era uma das premissas do projeto para que não houvesse barreiras visuais entre os espectadores e a pista de corrida de 250 m. A cobertura do edifício imita a dupla curvatura da pista de corrida, com uma diferença de 12 m entre os pontos mais baixo e mais elevado da estrutura.

Em termos de sustentabilidade, o projeto prevê ventilação natural no verão e sistemas de aquecimento e ventilação mecânica para o inverno. A cobertura proporciona a entrada de iluminação natural, que pode ser complementada por um sistema de iluminação artificial para suprir as demandas da transmissão televisiva. Uma das exigências do edital era a de que de cada edifício deveria ser projetado de modo a reduzir em 15% as emissões de carbono - o velódromo alcançou a marca de 34%, tornando-se a construção mais "verde" do Parque Olímpico.


                                                         
A obra, que será entregue no início de 2011, é resultado de dois anos de projeto e cerca de 20 meses de construção, afirmam Bode e Tubertini. Eles explicam que, no início, o grupo trabalhou em três pontos: descobrir a principal utilização do espaço (treinos, competições simples, corridas televisionadas, etc.) e projetar com este foco; solucionar o que chamaram de "problemas passivos", que incluíam a ventilação para o grande público e a os ruídos que vazavam para a vizinhança residencial; e envolver no projeto as pessoas que faziam parte da construção e operação do velódromo, de modo a obter melhores resultados quanto à eficiência energética do projeto.

Bode e Tubertini observam que no Brasil, os arquitetos costumam trabalhar "sozinhos" durante o anteprojeto e o projeto, contratando as consultorias apenas na fase de detalhamento. Eles recomendam, em especial para os projetos ligados às Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016, "que esse modelo seja deixado de lado, confiando na contribuição de equipes multidisciplinares desde a concepção até a realização da obra".

A ausência de pilares na área central era uma das premissas do projeto para que não houvesse barreiras visuais entre os espectadores e a pista de corrida.
Estrutura ondulada da cobertura terá desnível de 12m, acompanhando o formato da pista interna.
 
 
 

domingo, setembro 05, 2010

Casa sobre rodas

Você gosta do seu bairro, mas não aguenta mais os novos vizinhos? A solução é fácil. Pegue sua casa sobre rodas e, simplesmente, coloque-a em outro lugar. Brincadeiras à parte, estas divertidas residências móveis estão espalhadas pelos Estados Unidos.

 Martin-House-To-Go, criada pela designer Julie Martin

Esta casa fica em Raleigh, nos Estados Unidos.


 A residência móvel projetada por Waskman e Culdesac Studio para a Vodafone.

 A Neverwas Haul tem estilo vitoriano e 75% do material é reaproveitado.


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI168427-16940,00-CASA+SOBRE+RODAS.html

sábado, setembro 04, 2010

Cozinha saudável

Acabamento com tecnologia antibacteriana é a solução para deixar livre de fungos e bactérias o ambiente dedicado à preparação e degustação de alimentos.

Os armários e a mesa embutida foram executados com painéis de MDF (Duratex) nos padrões Teca Bali e Branco Diamante. As tintas também têm proteção antibacteriana. O acrílico branco Metalatex Bacterkill contrasta com o colorido acrílico Superlavável Acetinado da parede do fundo (ambas da Sherwin William).

Manter a cozinha protegida dos micro-organismos nocivos à saúde é uma tarefa difícil, especialmente quando o espaço oferece boas condições para a proliferação dessas espécies. Esse era o problema da executiva Karina Von Staa. A casa onde a família vive há sete anos é bastante úmida, tem encanamentos antigos e um vazamento na caixa-d'água agravou ainda mais a situação.

A solução para deixar o ambiente mais saudável foi promover uma reforma geral para substituição de todos os acabamentos. Com auxílio da designer de interiores Letícia Ribeiro, da Sign Casa, a proprietária optou por materiais com a tecnologia antimicrobiana Microban, que inibe o desenvolvimento de micro-organismos e evita a incrustação de sujeira.

A proteção é aplicada na matéria-prima do produto, durante a fabricação; por isso, não desgasta com o tempo nem com materiais de limpeza e tem durabilidade igual à vida útil do acabamento, prazo que varia de acordo com o fabricante.


Para a manutenção não é necessário nenhum procedimento especial, apenas os hábitos normais de higienização. Mas é importante ressaltar que a proteção Microban não dispensa a rotina de limpeza, pois ela age inibindo os microorganismos e sua proliferação, e não a sujeira.

A reforma teve início com a seleção de acabamentos que utilizam a tecnologia antimicrobiana feita pela proprietária e pela designer de interiores. O piso estampado deu lugar ao porcelanato Polar 46 x 46 cm (Gyotoku), utilizado também como rodapé no contorno do armário.

No ambiente, os interruptores e tomadas da linha Decor (Schneider Electric), além da proteção contra fungos e bactérias, já estão no novo padrão determinado pela portaria do Inmetro. A parede do fogão foi revestida com laminado Címbalo Branco Mate (Fórmica). Com o mesmo material, a porta de correr (90 x 215 cm) recebeu ainda uma camada de verniz Poliulack acetinado (Sayerlack).

No total, o investimento na reforma, incluindo acabamentos, móveis e a mão de obra, foi de R$ 52 mil. Mas, se considerarmos apenas os produtos que receberam tecnologia Microban, o aumento no valor final de cada um é em torno de 0,5% a 7,0%, variando de acordo com a matéria-prima e valor agregado à peça.


Cristais de quartzo e resina (Silestone) no padrão Bege Olimpo compõem a estrutura utilizada em toda a extensão da bancada e rodameio da pia. No detalhe, o azulejo com bolor cobria a parede atrás do armário. A infestação de fungo nessa área agravou- se por causa do vazamento na caixa-d'água da casa.


fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/61/artigo182726-2.asp

quinta-feira, setembro 02, 2010

Em Breve

quarta-feira, setembro 01, 2010

PASTILHA DE CÔCO


REVESTIMENTOS de PAREDE
Os revestimentos são especialmente indicados quando se deseja um acabamento diferenciado em pouco tempo de execução. Sem sujeira, sem bagunça e nem quebra-quebra eles tem um efeito milagroso na decoração: cola-se e o ambiente fica outro. Outra de suas vantagens é a durabilidade - de oito a dez anos, sendo muito mais resistente que a pintura.
Existe uma grande variedade de padronagens, texturas e acabamentos: papel de parede, palha coreana e natural, fibra de vidro e pastilhas de côco.
Pastilha de Côco - Revestimento Ecológico
O pastilhado EKOBE é um revestimento natural recomendado para utilização em pisos, paredes e mobiliário. Fabricado a partir da casca dura do côco da Bahia este produto da natureza não causa impacto ambiental.
As pastilhas são feitas com tamanhos de 2 x 2 cm e 3 x 3 cm, em várias texturas e tonalidades, conferindo aos projetos de arquitetura e design uma ótima solução de acabamento ecológico.

 
Pastilhado de Côco Rústico

42 x 42 cm/ 42 x 84 cm

Cada pastilha tem a dimensão de 20mm. Elaborado a partir da parte exterior da casca de côco, as pastilhas apresentam um relevo convexo, de superfície irregular, formando o seu conjunto uma superfície irregularmente uniforme de cor escura.


  
Pastilhado de Côco Natural

42 x 42 cm/ 42 x 84 cm

Cada pastilha tem a dimensão de 20mm. Elaborado a partir da parte interior da casca de côco, as pastilhas apresentam um relevo convexo, de superfície irregular, formando o seu conjunto uma superfície irregularmente uniforme de cor clara.


  

Pastilhado de Côco Polido

42 x 42 cm/ 42 x 84 cm

Cada pastilha tem a dimensão de 20mm. As pastilhas apresentam uma superfície lisa com textura natural do côco, formando o seu conjunto uma superfície lisa com textura uniforme de cor escura.



Pastilhado de côco natural clareada
Medida: 20 x 20 mm

As pastilhas apresentam um relevo côncavo de superfície irregular de cor Marfim

A superfície obtida é extremamente agradável ao tato.



   
Pastilhado de Côco Natural

42 x 42 cm/ 42 x 84 cm

Cada pastilha tem a dimensão de 30mm. Elaborado a partir da parte interior da casca de côco, as pastilhas apresentam um relevo côncavo, de superfície irregular, formando o seu conjunto uma superfície irregularmente uniforme de cor clara.


Pastilhado de Côco Rústico

42 x 42 cm/ 42 x 84 cm

Cada pastilha tem a dimensão de 30mm. Elaborado a partir da parte exterior da casca de côco, as pastilhas apresentam um relevo convexo, de superfície irregular, formando o seu conjunto uma superfície irregularmente uniforme de cor escura.













fonte: http://www.studiocenternet.com.br/site2/eco.asp

terça-feira, agosto 31, 2010

Acenda a torneira

Torneira lançada por marca italiana é iluminada por lâmpadas LED.

 

 

Depois desta torneira, você vai poder tirar até as manchinhas mais escondidas da sua louça. Isso porque ela tem, ao redor do bocal, uma bela estrutura iluminada por 30 lâmpadas tipo LED. Criada pelos designers da marca italiana Nobili SpA, a peça decora a pia de um jeito original. Os controles para abrir a torneira e acender a luz são separados. Portanto, dá para deixar a luz acesa, mesmo quando você não está lavando a louça e vice-versa. A peça tem preço sob consulta e, por enquanto, não está à venda no Brasil.

fonte:http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI166524-16937,00-ACENDA+A+TORNEIRA.html

Funcionais, volantes e lindos

Usar um banco apenas como divisória de ambientes ou apoio no corredor é subestimar o seu poder. Versátil, esse móvel pode virar estante, se passar por mesa de centro, peseira de cama e mais.

 Biblioteca criativa


Empilhados, os bancos Ipanema, da Butzke, feitos de eucalipto certificado (1,20 x 0,42 x 0,43 m), formam um móvel original para guardar livros e objetos. Com acabamento laqueado, cada um sai por R$ 575, na Isto é Brasil


Poltrona da Marché Art de Vie com almofadas do Empório Beraldin. Banco de ferro, potiche e taça do Depósito São Martinho. Despertador da Art Mix. Vaso rococó e quadrinho amarelo da Corporação de Ofícios. caixas organizadoras da Org Store.Naparede, acrílico sobre tela de Miriam de Los Angeles, da Arterix. Piso patinado da Linha Antiquity, da Indusparquet. Tapete kilim Patchwork, da Século Tapetes.
 
 

Mistura boa no jantar

A rusticidade
do banco de peroba com pés de bandeira (1,80 x 0,45 x 0,35 m), R$ 390, do Depósito Santa Fé, traz calor ao ambiente que exala elegância e design

Na parede, papel de parede Bobinex, encontrado na Etna, e espelho da Tok&Stok. Mesa de jantar da Estar Móveis e zabutons da Futon&Home. Inspiradas na Panton, poltronas da Bali Express. Banqueta DBOX. Piso patinado da linha Antiquity, da Indusparquet.


 Quarto quente

O banco de ferro
forgè Albertas (1,20 x 0,50 x 0,45 m), R$ 1.444, da Secrets de Famille, dá o apoio informal e até romântico ao pé da cama


Na parede, tintas acrílicas marrom, da Lukscolor, e em tons de azul, que deram o efeito executado com carimbo, da Coisas da Doris, de onde também são o vaso e a xícara. colcha e almofadas (sobre a cama e decoração), da Casa da Besica. A listrada é do Empório Beraldin.Manta Missoni e caixa da Conceito Firma Casa. Notebook Sony.Mala de chenile da Villa Nova. Gaiola de bamboo da Wharehouse. Poltrona Womb Chair da Tok & Stok. Piso da Indusparquet. Tapete da Tabacow.


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI159717-16937,00-FUNCIONAIS+VOLANTES+E+LINDOS.html

domingo, agosto 29, 2010

Tecnologia OLED desafia LCD com menor consumo de energia





Uma nova geração de telas ultrafinas e com baixo consumo de energia está abrindo caminho até o mercado, estendendo a duração das baterias a novos limites e talvez representando um futuro desafio aos monitores de cristal líquido (LCD), mais pesados e de maior consumo energético.

Novas telas que brilham sozinhas estão chegando para concorrer com os mais complicados monitores de LCD —os quais requerem iluminação de fundo—, oferecendo imagens de vídeo mais nítidas para celulares inteligentes, consoles de videogame e players portáteis de mídia.

Mas os observadores do setor dizem que vai demorar alguns anos para que surja um vencedor claro entre os novos formatos, capaz de derrotar o LCD.

Os diodos orgânicos emissores de luz (OLED) e as tecnologias de bi-estabilização são os desafiantes mais prováveis ao domínio do LCD.

Uma tela OLED funciona com até 40% menos energia do que um LCD de dimensões comparáveis, e pode ser duas vezes mais fina, porque não precisa da iluminação de fundo.

Tecnologias como essa já estão em uso em aparelhos portáteis de menor porte, como os players de música da Samsung Electronics e da Reigncom, e em um celular ultrafino da Kyocera.

E a Sony planeja vender televisores de pequeno porte equipados com telas OLED a partir do segundo semestre deste ano.

"Nos aparelhos portáteis, são as telas que mais consomem energia. A questão essencial é a energia, e o brilho", disse James Kim, analista da Lehman Brothers na Coréia do Sul.

Os analistas calculam que o iPhone, da Apple, lançado sexta-feira nos Estados Unidos, talvez venha a ser equipado com tela de maior eficiência energética, como os modelos OLED, dada a curta duração das baterias em seus modelos piloto equipados com telas LCD.

"Faz sentido que a Apple adote telas OLED. Eles estão trabalhando para melhorar a questão das baterias", disse Kim Woon-ho, analista na Prudential Investment & Securities.

"Os fabricantes de OLED têm certa expectativa de que a Apple promova essa mudança, embora não existam planos firmes, no momento", acrescentou.

sábado, agosto 28, 2010

Cubas



Do ateliê Daniele Drummond, a Cuba M tem 38 cm de diâmetro e pode ser encontrada nas cores laranja, vermelho, lilás, turquesa, pistache, branco, caramelo e verde folhagem. A cerâmica é vitrificada e selada a 1240ºC. O preço sugerido é R$1,2 mil


As cubas de resinas da Sicmol estão disponíveis em várias cores e formato. O preço varia entre R$ 100 e R$ 450.


A cuba de cerâmica Milão, da Astra, dispensa o uso de torneira, pois já cumpre a função de saída de água. O preço para o consumidor final deve girar em torno de R$ 650.


Lançamento da Astra, a cuba Las Vegas é feita de silicone e é ideal para áreas litorâneas, já que esse material inibe a ação da maresia. O valor para o consumidor final será, em média, R$ 950.
A linha Milão, da Sicmol, é feita de madeira curvada com a proteção frontal de vidro, vedada para evitar o vazamento de água. O preço de mercado deve variar entre R$ 700 e R$ 800.



Feito de resina de poliéster, a Cuba Redonda com 50 cm de diâmetro foi desenhada por Rubens Szpilman. O formato lembra uma nave espacial invertida. O preço de mercado será de R$ 2,5 mil. Disponível em 30 cores diferentes.
A Cuba Quadrada de 44 x 44 cm do ateliê Daniele Drummond será comercializada após a Revestir. Feita de cerâmica vitrificada, o preço estimado é de R$1,2 mil.


 Com cuba de vidro acoplada, o gabinete Ravel, da Astra, é composto por tampo de vidro, detalhes cromados e base de madeira.

fonte: http://casa.abril.com.br