quinta-feira, novembro 18, 2010

Pátinas

As pátinas são formas de acabamento que visam transformar a aparência original da madeira ou metal, geralmente usadas para envelhecer ou dar aparência de muito uso.

Pátina Envelhecida , esta técnica se presta bem à aplicação em oratórios, imagens sacras - em gesso ou madeira - assim como em moveis, molduras de quadros, porta-retratos e uma grande variedade de objetos de decoração, como pés de abajures, arcas, mesinhas, etc...
Deve ser usada em tom sobre tom para conseguir um resultado de muito efeito e categoria.
Porém a técnica permite as mais variadas combinações de cores e tons.

Material utilizado:

  • Peça a ser texturizada
  • . Tinta branco neve diluída conforme recomendação do fabricante, preparada com corantes .
    . Corantes azul rei, amarelo, ocre e preto (ou aqueles a gosto)
    . Palha de aço ou bombril
    . Cera incolor em pasta
    . Betume diluído com aguarrás
    . 2 (dois) pincéis, um para cada cor de tinta, ou se preferir, 1 único pincel bem lavado após a utilização com uma cor.
    . Estopa ou pedaços de malha
    . Flanela (opcional)
Obs: Deixe "à mão" e prontos os materiais que serão utilizados, uma vez que esta técnica requer que se aplique a ferramenta com a tinta recém-pintada e ainda molhada !
 

Ferramenta

Esta Técnica utiliza como ferramenta principal a palha de aço ou bombril.
Quanto mais fina for a "boneca" de palha de aço, mas "requintado" será o acabamento.
Quanto mais grossa, mais rústico será.
Enrola-se nas palmas das mãos o bombril até conseguir fazer uma bolinha.
Faça várias bolinhas mais ou menos do mesmo tamanho e com a mesma quantidade de material.
Não há a necessidade de se enrolar com força.
Quanto menor a pressão, mais os fios soltos se encaixam e entram para o interior da "boneca".
Devem ser feitas tantas "bonecas" quantas forem necessárias para a conclusão do serviço, uma vez que a tinta deve estar ainda recente e molhada para se riscar a peça ou a superfície.

Passo a passo

Limpar a superfície a ser texturizada
Preparar a tinta que servirá de fundo para a superfície já pronta e pintada de branco.
Pátina

Esta técnica fica com excelente finalização com fundo bege e acabamento em azul, conforme poderá ser visto nas fotos que virão a seguir.
A cor bege foi obtida pela mistura dos corantes ocre, preto e amarelo, em proporções pequenas de preto ( uma ou duas gotas para "fechar" o ocre e o amarelo).

Pintar a peça com pincel ou rolo.
Tecnica da Pátina Envelhecida
Em qualquer técnica, a aplicação da tinta deverá ser no sentido dos "veios" da madeira.

Espere secar completamente.
Em peças de madeira, sempre arranhar com palha de aço no sentido dos "veios" , nunca transversal ou perpendicularmente, como na pátina estrie, (ver pátina estrie).

Com a cera incolor em pasta, aplicar uma primeira demão com uma estopa ou pano de algodão e esperar secar por uns 15 minutos .
Tecnica da Pátina

Com um pedaço de estopa limpa, pano de malha de algodão ou flanela, (verifique se a peça já esta bem seca para não remover a tinta bege), lustrar com o cuidado .
Passar cera incolor novamente, repetindo por mais duas vezes, encerando-se a superfície num total de 3 vezes.

Preparar a tinta cor azul, em tonalidade forte, (colonial) e passar na peça após o último lustre.

Tecnica da Pátina Envelhecida

Após secagem completa.
Com um pedaço de estopa ou malha de algodão, passar cera novamente na peça (desta vez, uma demão somente).
 Pátina Envelhecida
Lustrar a peça com estopa ou flanela limpa, espere secar por meia hora.


Prepare o betume diluído em aguarrás, as bonecas de bombril ou palha de aço fina e passe uma demão do betume em toda a peça ou superfície.
Tecnica da Pátina Envelhecida
O betume suja muito as mãos é melhor usar luvas plásticas ou cirúrgicas.

 


Em seguida, retirar o excesso de betume com pedaço de malha ou estopa.
Tecnica da Pátina

Com a "boneca" de bombril, passar na peça, arranhando-a num único sentido e fazendo os riscos paralelos entre si.
Se preferir, passar, às vezes, um pouco inclinado, como na foto acima, dando aparência de peça mais envelhecida e usada ao longo do tempo.
 Pátina Envelhecida As riscas paralelas dão uma aparência menos natural, porém igualmente de excelente acabamento .

Poderá surgir na peça um esverdeado, resultado da mistura do betume com o azul e o bege, o que dá um bonito efeito na peça
.Pátina


Deixar secar bem a peça, de preferência de um dia para outro.
Tecnica da Pátina Envelhecida
Encerar e lustrar.
A peça poderá ser envernizada com verniz fosco ou brilhante, ao invés de encerar.

Esta técnica pode ter muitas variações desde as cores aos riscos e acabamentos.
Tudo dependerá de gosto e um pouco de prática.

Por isto não comece diretamente na peça que quer patinar, arranje um pedaço de madeira e treine,
teste as cores e o acabamento, depois de tudo decidido e testado comece então a sua obra.
 
















 fonte: http://www.fazfacil.com.br/artesanato/patina_envelhecida.html

{Momento. Fofura}

quarta-feira, novembro 17, 2010

Monte uma horta em um painel de madeira

Fã de cozinhar para os amigos nos fins de semana, quando prepara pratos no caramanchão próximo à piscina, o proprietário desta casa na zona oeste carioca encomendou à paisagista Ana Paula Souza uma horta de temperos com tudo a que tinha direito.






Ganchos de aço inox penduram as jardineiras de chapa de zinco (0,55 x 0,15 x 0,15 m) no painel de cumaru maciço. Tudo da Hortinha.












Identificados com placas de cerâmica, os temperos devem ser podados constantemente para brotar mais.











 Os canteiros inferiores (1,30 x 0,30 x 0,35 m) embutem jardineiras plásticas. “A maior profundidade acomoda mudas de raízes grandes, como as pimentas”, diz a paisagista, que empregou cascas de pínus como forração.









 Arco-íris na janela
O apartamento pequeno não impediu o morador, que adora preparar receitas para a mulher e os filhos, de ter hortaliças à mão. “Aproveitei o único espaço possível: a janela da cozinha”, revela o arquiteto Neto Porpino, de São Paulo, autor do projeto. Ele encaixou uma chapa de vidro incolor 10 mm de 1,78 x 0,15 m (Golden Glass) em dois suportes metálicos e sobre ela dispôs oito vasos em cachepôs de plástico colorido (Albano). Como a esquadria é do tipo máximo-ar, as plantas não atrapalham o abre e fecha.


fonte: http://casa.abril.com.br/materias/jardins/monte-horta-painel-madeira-608285.shtml

terça-feira, novembro 16, 2010

Design vazado para prédio sustentável em Miami

Janelas redondas por toda a fachada deixam o visual diferente e aumentam a intensidade da iluminação natural







Novos prédios são erguidos todos os dias no mundo inteiro, mas alguns, como este, em Miami, têm características especiais. Nomeado de COR, este projeto, assinado pelos arquitetos suíços da Oppenheim, é um deles, a começar pelo design inusitado. Toda vazada, com janelas arredondadas, a fachada foi não tem apenas um apelo estético. A ideia é que a intensidade da iluminação natural seja maior, diminuindo as horas de uso da luz elétrica. Além disso, a ventilação e a temperatura interna também poderão ser mais bem aproveitadas. O edifício, que abrigará unidades residenciais e comerciais, também contará com placas fotovoltáicas para captar a energia solar, entre outras medidas sustentáveis.

fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI186594-16938,00-DESIGN+VAZADO+PARA+PREDIO+SUSTENTAVEL+EM+MIAMI.html

domingo, novembro 14, 2010

Churrasco sem fumaça

Churrasco sem fumaça na varanda

É possível criar um sistema eficiente de exaustor, que não deixe nenhum tipo de vestígio de fumaça.

É possível desde que o sistema de exaustão seja motorizado e se dê por meio de um duto, com uma chaminé que fique no topo do prédio. Dessa maneira, a fumaça não afetará os moradores.


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI112216-16795,00-CHURRASCO+SEM+FUMACA+NA+VARANDA.html

quinta-feira, novembro 11, 2010

UEPB - Reforma no presídio Feminino.

Trabalhando - Fazendo levantamento fotográfico.





{.Momento. Fofura.]



quarta-feira, novembro 10, 2010

As cores do ano

A cada início de temporada, estudiosos e empresas dos mercados da moda e da decoração se apressam para ditar tendências e adaptar conceitos de cor e de estilo. Em 2010, os tons previstos apareceram - e muito - em lindas composições nos projetos de quarto de bebê. Veja como!

 

Os conceitos seguidos para que se ditem as tendências de cores e estilo são os mais variados. Para 2010, aguçar e representar os sentidos foram as apostas dos especialistas nas cores. Nas paletas do ano, azuis e violetas se mostraram em tons mais aquosos, marcando um momento de introspecção. Já os vermelhos apresentaram-se mais rosados e, por vezes, acrescidos de um tom alaranjado e mais luminoso.

Os amarelos foram inspirados nos tons naturais como mel e os campos de trigo. Enquanto os verdes vieram das águas profundas, exaltando a esperança e a natureza. Por fim, os marrons e neutros mantiveram a atmosfera natural e reforçaram a influência dos tons terrosos. Nos quartos de bebê, o azul foi belissimamente explorado, tanto em projetos masculinos, quanto em femininos, seguido pelo vermelho que, cada vez mais, se mostra forte e presente em paredes, enxoval e acessórios. Amarelos e alaranjados, verdes e marrons foram usados de modo mais tímido, mas encantaram ainda assim.
As paletas mais alegres convivem em harmonia pela simplicidade de suas cores. Isso se faz pela emoção dos vermelhos e a sensação de dia a dia dos verdes, azuis e amares. Tudo em delicadas composições

 

Mais delicado, o violeta dá lugar ao seu tom pastel: o lilás. No projeto da arquiteta Carla Basiches, a cor aparece nos detalhes do enxoval, nas amarrações do kit de berço, nos acessórios, na pintura das paredes e no papel listrado do painel de madeira com recortes de borboletas vazadas. Celina Dias Bebê

 

O azul foi explorado em três tons no projeto masculino. Sempre quebrado pelo branco, aparece em listras na parede, no toile de Jouy de parede e roupa de berço, e no bordado richilieu dos protetores. Projeto: Mariela Romano
O mobiliário branco, em composição com o piso de taco em cor natural mel, permitem que o destaque das cores laranja e verde se desse por meio de enxoval e acessórios, como no futon com almofadas que formou um sofá que vida cama de apoio, e na cortina de voal com tiras de algodão. Projeto: Família Ripinica
Muito em voga, os marrons e beges reforçam as influências terrosas, assim como das nuances de areia e caqui. No ambiente masculino, sem muitos elementos ou tema definido, a arquiteta Ludmila Grammont faz uso dos tons neutros nas paredes, no piso, nas prateleiras e na madeira natural do berço, estrela do espaço. Casa Pronta Kids
Os violetas estão cada vez mais discretos, em composição com tons neutros ou contrastantes. O quadro de madeira tem fundo forrado de tecido xadrez e aplicação de galhos, flores e pássaros de tecido. Canto de Anjo. 
Como não poderia ser diferente, os marrons e neutros exaltam os tons terrosos, mas essa neutralidade pode se mostrar muito fina também. Um exemplo é a dupla de caixa laqueada com detalhes de fita de cetim e strass, coordenada com porta-retratos. Decoragora.

Crédito: Kit Gaion
Em tons mais delicados, os verdes foram inspirados nas águas profundas e destacam o sentimento da esperança. O quadro com tema selva tem moldura de madeira e aplicação de tecido. Formatual Baby & Kids.

Os azuis e violetas se apresentaram mais aquosos e introspectivos, mas, no quarto do bebê, a mistura de diferentes tonalidades deu belos resultados. O quadro de madeira tem fundo jeans, moldura revestida de tecido com detalhe de pérolas e aplique de menina. Atelier RA

 fonte: http://decorababy.uol.com.br/ESDB/ambientes-enxoval/38/artigo187340-4.asp

Da terra nasce o lar

Quando adquiriu o terreno de 1.000 m² no alto da montanha, em Ubatuba (SP), o arquiteto Sergio Leal sabia que tinha um desafio pela frente: o acesso. A dificuldade em chegar ao topo da serra o fez retardar a construção de sua casa de veraneio. Foram anos até que sua amiga, a arquiteta Marcia Macul, lhe deu uma ideia: erguer ali uma casa sustentável, ecológica, econômica. O uso de recursos locais, como terra, pedras, bambu e mão de obra, barateou em aproximadamente 40% o custo da obra, se comparada à construção de alvenaria. E com o projeto voltado à sustentabilidade, cerca de 50% do trabalho também foi reduzido. "A execução não foi fácil, devido à novidade da construção, mas tornou- se prática e rápida, economizando tempo e dinheiro"


Construção caiçara
O arquiteto explica que a casa de 110 m² foi desenhada na área mais plana da propriedade, o que
poupou maquinário e mão de obra para a terraplanagem: "Fizemos um pequeno recorte no local definido e aproveitamos a mesma terra retirada para realizar a construção". O material deu origem aos pilares de sustentação: em vez dos comuns, feitos de cimento, o profissional optou por uma técnica antiga, a taipa de pilão. Nesse método, primeiramente, é preciso peneirar toda a terra a ser usada, junta-se então "baba de cupim" - apesar do nome, esse não é um produto encontrado na natureza e, sim, um aditivo industrializado à base de óleo e resíduos vegetais, criado para estabilização de solo, usado em pavimentação de asfalto - e, por fim, soca-se a mistura num pilão.


Sustentabilidade é economia por inteiro

Esse conceito não está ligado apenas ao respeito à natureza ou à redução de gastos. Para seguí-lo, "é preciso pensar de forma macro", como explica Sergio Leal. A contratação de mão de obra local, estimulando o desenvolvimento regional, também faz parte do pensamento. Dessa forma, os carpinteiros de Ubatuba Mané da Almada e Baeco do Sertão do Ubatumirim, a quem Sergio faz questão de citar, tiveram participação importante e estratégica. A redução de recursos naturais, como água, e a tentativa de evitar desperdício durante a obra são outras obrigatoriedades, como diz o arquiteto: "Tudo o que é possível reduzir ou reciclar está inserido nessa ideia".





Contribuição da história

O madeiramento estrutural é convencional, teve de sair do depósito e subir a serra para ocupar sua função. Mas as portas e janelas foram feitas no local, com as sobras do material comprado. Para executá-las, usou-se a técnica de encaixe (sem o uso de pregos), típica de construções bandeirantistas. Essa sabedoria popular também ajudou a reduzir o custo da obra.






 Natureza, grande aliada

A casa de três quartos, dois banheiros e sala e cozinha integradas foi posicionada para potencializar o sistema de ventilação e tirar proveito da vista para o mar. "O estilo é bem caipira e simples", conclui Sergio, que ainda pretende instalar aquecedor solar alternativo com garrafas PET e rede hidráulica com captação de água da chuva.



O bambu que havia ho terreno deu origem ao mezanino e ajudou a criar detalhes para melhorar a ventilação 
 




Os sistemas de hidráulica e elétrica são aparentes, o que diminui problemas e evita gastos com instalação


fonte: http://portalcasaecia.uol.com.br/ESCM/economia-obra/1/artigo188940-3.asp