segunda-feira, novembro 29, 2010

Blocos

Projeto diferente para prédio comercial ganha prêmio em Barcelona. Unidades parecem peças de Lego encaixadas umas nas outras


Uns são mais altos, outros mais baixos, outros, ainda, mais espaçosos... Apesar de modernos, os prédios comerciais não costumam ser tão inovadores no formato. Este projeto, assinado pelos arquitetos da empresa indiana Sanjay Puri, é tão diferente, que ganhou um prêmio no Festival Mundial de Arquitetura, que aconteceu em Barcelona, na Espanha. Isso porque os escritórios não foram distribuídos em um prédio comum e sim “empilhados”. As unidades são individuais, mas possuem integração externa. De fora, elas lembram peças encaixadas de Lego. Cada ‘bloco’ é um escritório diferente.






 fonte : http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI188558-16938,00-ESCRITORIOS+EM+BLOCOS.html

sábado, novembro 27, 2010

Ripas em desencontro

Cobrir muros com plantas, além de caro, exige manutenção demasiada. Em vez de um jardim vertical, você pode reunir vasos, pendurar plantas em painéis e usar estruturas de madeira para dar vazão a diferentes ideias.

 Em alturas diferentes, as caixas de cumaru distribuem-se ao longo da parede com, da esq. para a dir., maranta, avenca, columeia, mais maranta e renda-portuguesa. As peças são forradas com zinco para preservar a madeira e isolá-la de umidade.
Ripas em desencontro

Uma garagem de 70 m² não passa despercebida, ainda mais configurada com esta estrutura de madeira, pensada pela paisagista Drica Diogo, da Pateo arquitetura e Paisagismo, para a casa na riviera de São Lourenço, litoral de São Paulo. A pérgola de cumaru, sem pilares, calculada sobre um vão de 12 m de comprimento, e coberta por vidro, foi sustentada por uma estrutura metálica revestida de madeira. “a intenção era diminuir o peso da cobertura”.


Na parede, a solução encontrada pelo escritório foi usar placas de ripas de madeira com larguras alternadas e desenhos desencontrados a fim de esconder a casa do caseiro. “a paginação em forma de tabuleiro de xadrez dá leveza estética, movimento e alivia o peso da estrutura metálica”,. Caixas com espécies pendentes foram parafusadas na parede e apoiadas na estrutura. O piso de mosaico português tem um desenho em dois tons. 

fonte:  http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI167230-16939,00-PAREDES+SUTILMENTE+VERDES.html

Banheiro exótico na Guatemala tem plantas por todos os lados


Ter plantas no banheiro é uma ideia comum, mas ter uma floresta inteira é algo bastante inusitado. Nem por isso, é impossível. Este ambiente, que fica na área externa de uma fazenda de macadamias na Guatemala, surpreende pela quantidade de verde, que quase esconde as louças. Além da folhagem, o banheiro tropical, flagrado por um dos blogueiros norte-americanos do One Projetc Closer, tem detalhes interessantes, como a pia, que é sustentada por duas colunas de pedras rústicas.

 

fonte:http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI183158-16939,00-UMA+FLORESTA+NO+BANHEIRO.html

Pensilvânia tem maior crisântemo do mundo


Ela levou 18 meses para chegar a seu atual tamanho, mas tanto tempo sob cuidados especiais deu resultado: a Thousand Bloom ganhou o título de maior crisântemo do mundo. Cultivada com uma técnica especial japonesa, chamada Ozukuri, a planta cresceu aos cuidados da horticultora Yoko Arakawa. Durante todo o período de crescimento, os ramos foram orientados por um molde de arame, que fez com que eles tomassem o formato desejado. Ao todo, são 991 flores, distribuídas em uma meia sfera de 3,31 metros de diâmetro. A planta pode ser vista pelo público no Festival de Crisântemos do Longwood Garden, na Pensilvânia.





fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI189594-16939,00-PENSILVANIA+TEM+MAIOR+CRISANTEMO+DO+MUNDO.html

quinta-feira, novembro 25, 2010

{:Momento.Fofura:}


O ninho de Quetzacoatl

O ninho de Quetzacoatl é uma enorme casa em forma de cobra, criada pelo arquiteto mexicano Javier Senosiain. Seu nome vem do deus asteca do conhecimento, que tinha forma de um híbrido entre uma cobra e um pássaro.
Depois de ter criado a casa “Nautilus”, Senosian resolveu criar um projeto ainda mais arrojado. Como está localizado em um terreno muito irregular, cheio de cavernas, o ninho de Quetzacoatl foi muito difícil de ser concluído – especialmente se você considerar que o designer não devia alterar a paisagem original, devido às árvores do local.
E, acredite ou não, o ninho de Quetzacoatl é a casa de alguém e não apenas um projeto arquitetônico. Apesar do seu design excêntrico é uma prova de que os humanos podem viver em harmonia com a natureza e, ao mesmo tempo, com conforto. 





quarta-feira, novembro 24, 2010

LED já ilumina como as lâmpadas dicróicas, com mais economia


Atenta aos avanços da tecnologia e à sua iminente popularização, Lâmpadas Golden investe 35% em pesquisa e desenvolvimento no lançamento da linha Ultra LED.

O uso da tecnologia LED (diodo emissor de luz) na iluminação ainda é tímido no Brasil, mas há estimativas de crescimento, mesmo porque aos poucos os profissionais do setor estão se apropriando da nova tecnologia e definindo para quais aplicações seu uso é mais indicado. No entanto, a tecnologia LED conta com vantagens indiscutíveis em relação às lâmpadas incandescentes. Como não têm um filamento que possa queimar, os LEDs têm uma vida mediana até 25 vezes maior e proporcionam economia superior em mais de 80%, em comparação às lâmpadas incandescentes. Ao invés de um filamento, os LEDs são iluminados pelo movimento de elétrons em um semicondutor e são ampliados em uma lâmina, como um chip de computador.

Atenta ao aumento da procura por LEDs para as mais diversas aplicações, a Lâmpadas Golden acaba de lançar a linha Ultra LED, que conta com duas opções de modelo: Dicróica e PAR16. Extremamente eficientes, estes LEDs atingem, com apenas 5W de potência, uma intensidade luminosa muito próxima à proporcionada pela lâmpada dicróica incandescente, que é de 50W.

A vida mediana estimada das lâmpadas da linha Ultra LED é de 25 mil horas, uma vantagem importante a ser levada em conta para aplicações onde a troca constante poderia se tornar um problema, como por exemplo em ambientes muito altos ou de difícil acesso. A Ultra LED da Golden está disponível nas opções de temperatura de cor amarela (3000K) e branca (6000K), um diferencial diante das lâmpadas dicróicas tradicionais, disponíveis somente na temperatura de cor amarela.

Fonte: Segs

Designer cria pendentes inspirados em comprimidos farmacêuticos


Os remédios nem sempre precisam ser associados a coisas negativas. O designer neozelandês Tim Wigmore, por exemplo, usou compridos farmacêuticos como inspiração para criar uma luminária diferente. Assim como as pílulas, o pendente tem o formato de uma cápsula e é dividido em duas partes. Metade é coberta por uma estrutura de madeira e a outra parte é de vidro e acomoda a lâmpada, que é de LED. A peça pode ser feita com diferentes tipos de madeira, mas, por enquanto, é apenas um conceito.

Design Latino Americano

Um pouco da América Latina em New York














segunda-feira, novembro 22, 2010

Poderia Malásia tem uma "prisão vertical?



Os jovens arquitetos malásios Chow Khoon Toong, Ong Tien Yee e Beh Ssi Cze criaram o conceito da Prisão Vertical. A ideia é que os presos sejam separados da sociedade em uma forma de colônia, em vez de barras de muros. Ou seja, isolá-los pela altura. Grandes colunas sustentam a estrutura a vários metros do chão. Essas colunas são equipadas com elevadores que levam pessoal e equipamentos para cima. 

Na própria estrutura, a movimentação da equipe de guarda se dá por espécie de vagões, ou pods, cada qual com seu objetivo delineado e com equipamentos voltados à função, por exemplo: médico, bombeiro e blindado para tropa de choque no caso de algum levante. No processo de reabilitação, os presos estão isolados da sociedade mas sem estar, de fato, fora dela, e por isso eles trabalhariam para manter a própria colônia e para suprir a comunidade de algum serviço que ela necessite.

O design também se fundamenta na ideia da prisão de Alcatraz, por sua dificuldade de fuga. A única forma de fugir da Prisão Vertical seria saltar do alto da estrutura, um ato que certamente levaria à morte. Os criadores ressaltam que é preciso um policiamento eficiente para controlar a colônia.

Segundo os arquitetos, o conceito nasceu porque verificaram, por meio de pesquisas, que o encarceramento é apenas uma solução temporária, já que, durante o tempo de cárcere, os presos acabam por se ressocializar em uma comunidade interna, muitas vezes criminosa. O design venceu uma eleição como melhor conceito arquitetônico de arranha-céu conduzido pela revista de arquitetura e design norte-americana Evolo, fundada em 2006. Não há previsão de construção, mas os designers detalharão mais o conceito no caso de interesse de investidores.






A idéia do designer surgiu como, em suas próprias palavras, "estudos revelam que as infracções pós-libertação são muito elevados e que a prisão do criminoso é apenas uma solução temporal, porque eles não têm a oportunidade de reabilitar em uma comunidade desejável.
 
 Este projecto examina a possibilidade de criar uma prisão vertical no céu onde os presos terão de trabalhar e viver em uma comunidade que contribuirá para a cidade-sede abaixo. 

 O presídio terá campos agrícolas, fábricas e usinas recicláveis que serão operados pela infratores, como forma de retribuir à comunidade.  Eles vão viver "livre" até que tenham completado sua sentença e estão preparados para voltar às suas comunidades.
 
  A prisão vertical tem o seu próprio sistema de transporte que consiste em diferentes "pods" para os oficiais, os prisioneiros, bombeiros e outros trabalhadores. "

 

  Assim, uma prisão sem muros, mas com um longo caminho a queda - é uma idéia interessante, e se na situação de um motim uma unidade de controle blindado motim com capacidade roping rápidos permitem para a rápida implantação da equipe de controle de distúrbios, enquanto a unidade de controle blindado motim servir como uma base de operação móvel e plataforma de observação para controlar e monitorar a situação de cima.
 
  É um conceito único e fascinante, ea idéia de permitir que presidiários para ajudar a apoiar a sua própria comunidade, enquanto a pagar de volta para a sociedade é grande.

  No entanto, como você se sentiria se uma prisão situada várias centenas de metros acima de você?  E mais importante, eles poderiam simplesmente saltarei se amarrar folhas suficiente juntos?

fonte: http://www.asianinfrastructure.com/news/newsmalaysia-vertical-prison-evolo/ 

Pele de vidro

A técnica de "Pele de Vidro" é usada pelos arquitetos e engenheiros em grandes áreas ininterruptas, criando fachadas atraentes e consistentes. 


Com muito vidro sendo usado na obra, o ganho solar pode ser alto, a menos que todos os índices sejam controlados, o que é perfeitamente possível com a seleção correta dos vidros, pois é possível restringir a luz e o ganho solar acrescentando cor ou trabalhando com os índices de reflexão.


Seja no hemisfério norte, seja nas terras quentes do sul, o vidro só será um aliado da arquitetura sustentável se o projeto calcular o efeito do clima sobre o material.

Integrar ambientes, filtrar a luz natural e dar leveza à construção são qualidades conhecidas do vidro. Não por acaso, desde que surgiu (na Antiguidade), o material ganhou superfícies cada vez maiores na arquitetura. Hoje, na onda da construção sustentável, ele é usado no hemisfério norte como peça-chave em projetos de greenbuilding e no Brasil desponta como um produto cada vez mais comum nas planilhas dos profissionais preocupados com o meio ambiente. Segundo eles, já existem alguns tipos de vidro que garantem maior luminosidade e menor penetração de calor, reduzindo iluminação artificial e uso de aparelhos de ar condicionado, respectivamente. "Ele é hoje um dos principais elementos construtivos para a sustentabilidade, especialmente nos prédios de escritórios, pois combate o maior vilão de um edifício: o consumo de energia", afirma Roberto Aflalo, arquiteto responsável pelo edifício Rochaverá, da Tishman Speyer, que está sendo erguido em São Paulo para receber o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), selo americano de greenbuilding.

Berlim, Alemanha (2005)
(foto acima: Reinhard Gorner) A bolha que abriga esta biblioteca da Universidade Livre de Berlim é toda fechada com painéis opacos e translúcidos intercalados, numa alternância que promove a luminosidade natural mais confortável possível no interior do edifício. Algumas unidades abrem e ventilam a área interna durante 60% do ano. O controle de temperatura é feito por um sistema de serpentinas, responsável por uma economia de 35% no consumo de energia. Projeto do escritório inglês Foster + Partners. 

Dübendorf, Suíça (2006)
Inovação, eficiência energética, iluminação natural e uso da energia solar: cada um desses quatro itens já rendeu um prêmio ao novo centro de pesquisas aquáticas do instituto suíço Eawag. O projeto, assinado pelo escritório suíço Bob Gysin + Partner BGP, deu origem a um livro da Holcim Foundation, fundação que incentiva a construção sustentável, e é considerado um exemplo nessa área. Isso porque o edifício, construído apenas com materiais recicláveis, emprega energia solar e reúso de água, e quase não emite gás carbônico por ser praticamente auto-suficiente em energia (o sistema aproveita o calor dos computadores, das pessoas, das luzes internas, do sol e da terra). Nesse sentido, os brises de vidro que envolvem toda a fachada desempenham um papel fundamental. Controlados eletronicamente, orientam-se de acordo com a estação do ano: no inverno, permitem a entrada dos raios solares para aquecer o interior, no verão, inclinam-se para refleti-los.
Stuttgart, Alemanha (2002)
Na casa do arquiteto alemão Werner Sobek, a fachada envidraçada influencia o conforto térmico e o baixo consumo de energia. Os painéis de vidro triplo (33 mm de espessura) contribuem para a baixa transmissão de calor: há gás argônio entre as três lâminas e uma película plástica entre a lâmina central e a externa (o isolamento corresponde ao de uma camada de lã de rocha de 10 cm). Com isso, a temperatura interna fica estável, sem superaquecimento no verão nem resfriamento no inverno. O produto foi desenvolvido pelo fabricante alemão Glas Fischer. 'No frio, aquecemos as mãos nos painéis enquanto cristais de gelo se formam na face externa', descreve Ursula, mulher do arquiteto.


 São Paulo (2003)
Brises de 3 x 1 m, presos a uma estrutura metálica tubular, protegem a fachada de concreto do Centro de Cultura Judaica. Para facilitar a manutenção, o arquiteto Roberto Loeb optou por painéis fixos. O ângulo em relação à fachada foi determinado para amenizar a insolação máxima à qual o prédio está sujeito. 'Com isso, conseguimos atenuar a temperatura interna em até 3 oC', calcula o arquiteto Luis Capote, que participou do projeto. Isso não é suficiente para dispensar o ar-condicionado, mas contribui para que o equipamento não precise estar regulado na potência máxima. Os brises são compostos de duas lâminas de 10 e 8 mm, separadas por uma película fumê que filtra a luz natural.



Para tirar proveito do vidro, é preciso adequá-lo a cada projeto. No hemisfério norte, os arquitetos contam com simulações computadorizadas (ainda não disponíveis no Brasil) que consideram a quantidade, o tipo e o melhor posicionamento do material, de forma a otimizar o desempenho do material, reduzindo assim gastos com iluminação e com o uso de aparelhos de ar condicionado. "Mal utilizado, o vidro aumenta o consumo de energia e transmite dez vezes mais calor que uma parede de alvenaria", pondera o arquiteto italiano Carlo Magnoli, alertando para um problema típico dos países tropicais. Especialista em eficiência energética, o professor Roberto Lamberts, da Universidade Federal de Santa Catarina, concorda: "O efeito estufa que a carga térmica proveniente do vidro provoca no ambiente interno funciona muito bem no clima frio, mas no Brasil é problemático".

Nada que os recursos arquitetônicos de um bom projeto não resolvam. Sejam brises, coberturas longas, varandas fartas. "É preciso estudar caso a caso e saber dosar a proporção entre áreas opacas e transparentes", avisa Rosana Caram, professora da Escola de Engenharia de São Carlos. Para repensar o uso indiscriminado do vidro em fachadas, o Ministério de Minas e Energia elaborou um projeto que, atualmente, está em processo de consulta pública. Depois de uma avaliação do condicionamento do ar, da iluminação e da fachada, feita pelo Inmetro, prédios comerciais, públicos e de serviços poderão receber uma etiqueta que indica seu nível de eficiência energética. "No quesito fachada, calculamos a área envidraçada, o tipo de vidro e a proteção solar prevista", conta Roberto Lamberts, um dos autores da proposta.


São Paulo (2007)
Ainda em construção numa das principais vias de acesso de São Paulo, a Marginal Pinheiros, o Rochaverá, edifício empresarial da Tishman Speyer, reúne tecnologias ambientais que, juntas, devem gerar uma economia mensal de até 35% no consumo de energia elétrica. Em relação à fachada, as quatro torres do projeto de Roberto Aflalo contaram com uma consultoria especializada que partiu da recomendação da entidade certificadora – o Conselho de Greenbuilding dos Estados Unidos – para definir a área a ser coberta com vidros. 'O LEED recomenda que um edifício tenha até 50% de superfícies transparentes', conta Roberto. A sugestão, diz ele, ajuda a distribuir as vantagens do vidro de aumentar iluminação natural sem, com isso, intensificar o uso de aparelhos de ar condicionado. Feitos os cálculos, a medida ideal para o projeto ficou com um terço de cortina de vidro laminado de alto desempenho e o restante de granito, como se vê na ilustração ao lado.



fonte: http://casa.abril.com.br/arquitetura/livre/edicoes/0244/portas/mt_247215.shtml

{Sofisticação}

Uma piscina é essencial para deixar uma casa com um ambiente mais agradável e sofisticado, mas algumas se tornam um verdadeiro diferencial e chamam muito a atenção pela imponência.

sábado, novembro 20, 2010

{ Sonho.do.dia}

Viver em uma casa com uma linda Vista para o mar.

Esta casa é  um sonho.  Espetaculares  vistas do Mediterrâneo,com grandes espaços aproveitando a iluminação natural.




Com um ar de Versalhes










fonte: http://www.elmueble.com/Casas/Tendencias

Especialização - Iluminação Cênica - IPOG