sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Ladrilho
fonte: http://casa.abril.com.br/materias/materiais-construcao/11-modelos-ladrilhos-hidraulicos-610841.shtml#4
Boxel: um pavilhão de cerveja
Estudantes criam estrutura arquitetônica usando caixas de cerveja recicladas
Engradados de cerveja – daqueles, encontrados em qualquer bar – podem virar material de construção. Criativos, os estudantes da Universidade de Ciências Aplicadas, em Detmold, na Alemanha, recolheram 2 mil caixas plásticas abandonadas e fizeram um pavilhão de verdade, com a ajuda de ripas, parafusos e concreto. A ideia é que o local abrigue eventos, como festas, apresentações e concertos, entre outros. Os alunos foram orientados pelo professor Marco Hemmerling.
fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI164111-16938,00-BOXEL+UM+PAVILHAO+DE+CERVEJA.html
Cor para renovar a fachada
Prédio chileno da década de 1970 ganha visual mais leve com placas coloridas, que ainda filtram raios ultravioleta
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Prédio em forma de cacto no Catar
Edifício adaptado ao clima desértico será sede do Ministério de Municípios e da Agricultura
A paisagem desértica é uma das imagens mais marcantes quando pensamos no Oriente Médio. Por conta disso, o novo prédio do Ministério de Muncípios e da Agricultura no Catar, um emirado da Península Arábica, terá o representativo formato de um cacto gigante. Desenvolvido pelos arquitetos da empresa tailandesa Aesthetics Architects, o edifício não terá apenas uma semelhança visual com a planta típica do clima de deserto. A construção também contará com um sistema que, de acordo com o calor e com a iluminação, abre e fecha as janelas, criando sombras e deixando a temperatura interior mais amena. A inspiração vem da maneira com que o cacto “transpira” durante a noite, para poder reter a água ao longo do dia.
fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI207919-16938,00-PREDIO+EM+FORMA+DE+CACTO+NO+CATAR.html
quarta-feira, fevereiro 02, 2011
Bjarke Ingels projeta pista de esqui sobre cobertura de usina geradora de energia
Fachada do edifício em concreto terá várias aberturas para entrada de luz natural
O escritório dinamarquês BIG, do arquiteto Bjarke Ingels, venceu um concurso para o desenvolvimento da fachada de uma usina de geração da energia elétrica a partir de lixo, na cidade de Copenhagen, na Dinamarca.
O concurso previa o desenvolvimento da fachada da usina Amagerforbraending, mas Ingels fugiu da proposta e transformou o espaço. Segundo o projeto do BIG, a usina de 40 anos será envolvida por uma capa de concreto com várias aberturas, por onde entra a luz natural e onde são colocadas plantas, formando uma parede verde.
A forma da usina fez com que o arquiteto tivesse que aumentar uma das pontas do edifício para acomodar a torre de fumaça. Depois, a "capa" foi estendida para que houvesse espaço para uma área de administração. Por último, um dos lados foi rebaixado, possibilitando o acesso do público à cobertura do edifício.
Para não criar um telhado vazio, o escritório imaginou uma pista de esqui sobre a cobertura, que é viável devido à inclinação do edifício. Segundo o projeto, existirão três pistas de nível diferenciado, que ficarão ativas o ano inteiro. O acesso às pistas será feito através de um elevador adjacente à torre de fumaça, levando ao ponto mais alto do edifício.
A torre receberá um sistema que soltará um anel de fumaça toda vez que uma tonelada de CO2 for liberada pela usina. O sistema armazena a fumaça até o reservatório ficar cheio, quando então o anel é liberado. O objetivo é demonstrar o quanto a usina produz de CO2 diariamente.

| Usina terá fachada "verde" |
A forma da usina fez com que o arquiteto tivesse que aumentar uma das pontas do edifício para acomodar a torre de fumaça. Depois, a "capa" foi estendida para que houvesse espaço para uma área de administração. Por último, um dos lados foi rebaixado, possibilitando o acesso do público à cobertura do edifício.
Para não criar um telhado vazio, o escritório imaginou uma pista de esqui sobre a cobertura, que é viável devido à inclinação do edifício. Segundo o projeto, existirão três pistas de nível diferenciado, que ficarão ativas o ano inteiro. O acesso às pistas será feito através de um elevador adjacente à torre de fumaça, levando ao ponto mais alto do edifício.
A torre receberá um sistema que soltará um anel de fumaça toda vez que uma tonelada de CO2 for liberada pela usina. O sistema armazena a fumaça até o reservatório ficar cheio, quando então o anel é liberado. O objetivo é demonstrar o quanto a usina produz de CO2 diariamente.
| Serão três pistas de esqui com níveis diferenciados |
| Perfurações na fachada permitem a entrada de iluminação natural |
| Torre soltará um anel de fumaça toda vez que uma tonelada de CO2 for liberada pela usina. fonte: http://www.piniweb.com.br//construcao/arquitetura/bjarke-ingels-projeta-pista-de-ski-sobre-cobertura-de-usina-208110-1.asp?utm_source=Virtual+Target&utm_medium=email&utm_content=PINIweb.com.br+%7C%A0Bja&utm_campaign=NL+Arq+31%2F01& |
terça-feira, fevereiro 01, 2011
Para fazer um segundo andar
Uma reforma segura para duplicar a moradia exige realização de cálculos específicos e contratação de profissionais capacitados
Não se deve apostar na criação de um pavimento superior quando o calculista der um parecer negativo, alegando que a estrutura não suporta excesso de carga, ou no caso da construção ser implantada sobre um terreno instável, como massapê, ou muito arenoso. O tipo de solo tem influência decisiva na ampliação de uma residência
Reforço nas estruturas
Muitas vezes, o engenheiro calculista encontra uma solução para reforçar o alicerce da casa. Isso pode ser feito com a introdução de jatos de concreto sobre a estrutura ou a criação de novas vigas e pilares. E assim, juntamente com uma boa solução do projeto arquitetônico, o projeto de uma casa de dois andares pode ser realizado.
Acesso e cobertura
Para unir o pavimento térreo ao superior, o arquiteto poderá projetar uma rampa ou escada – esta pode ser linear, helicoidal ou em “L”, em materiais como concreto, madeira ou aço. O profissional poderá projetar a cobertura desse segundo andar com uma laje de forro, um telhado colonial (com madeiras e telhas cerâmicas) ou telhas em fibrocimento.
Analise as possibilidades
Se a ideia dos proprietários for construir um segundo andar parcial, os passos serão os mesmos seguidos no caso de um patamar completo. Porém, a diferença no quadro de cargas tornará a obra mais viável, já que a estrutura será mais leve.
LEGALIZE JÁ
O projeto de duplicação de uma residência precisa de autorização municipal. O arquiteto consultado deve entrar com um pedido de autorização junto à Prefeitura para um projeto de ampliação. Primeiro conseguese o alvará para reforma e, quando a obra estiver pronta, solicita-se novo Habite-se.
sexta-feira, janeiro 28, 2011
SUSTENTABILIDADE – ECO HOME OFFICE
Depois de anos com um escritório no centro da cidade, um casal de arquitetos decidiram mudar seu negócio para um conjugado com sua residência. Assim, eles projetaram este lindo estúdio de trabalho com um home office no andar superior, que combinou design ecológico e estética.
Focando em um design simples e sustentável, o exterior da casa foi revestido com materiais reciclados e o terreno ainda está em uma posição solar que permite utilizar o máximo de energia proveniente do sol para o aquecimento da residência.
quinta-feira, janeiro 27, 2011
Camas Suspensas
Alguns modelos, de diferentes estilos e materiais, para você se inspirar
Se você está decidido a dar uma cara nova ao seu quatro, vai aí uma dica: camas suspensas. O site de Casa e Jardim selecionou seis modelos, com os mais diversos materiais e estilos para você se inspirar.
Há também opções sustentáveis, em que é possível aproveitar uma porta descartada para fazer o estrado. O suporte é feito geralmente de corda ou correntes de metal. A ideia é válida também para locais abertos, como a varanda de um sítio ou em uma casa de praia.
fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI204154-16937,00-CAMAS+SUSPENSAS.html
Fachada de cortina
Duplex com cortinas externas, uma criação austríaca, desempenha papel fundamental no quesito privacidade
Privacidade. Esse, certamente, é o sonho da maioria das pessoas quando o assunto é a própria casa. Foi pensando nisso que o escritório Hertl Architekten, da Áustria, criou um duplex, na cidade de
Kronstorf, inteiramente revestido de cortinas. Instalado na parte externa da construção, o tecido corre de cima a baixo, criando assim uma fachada moderna e totalmente flexível. Ganchos fixos às paredes ajudam a regular a entrada de luz, conforme o abrir e fechar da cortina.
fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI203953-16938,00-FACHADA+FLEXIVEL.html
quarta-feira, janeiro 26, 2011
Luz que vem do céu
Com a iluminação zenital, grandes áreas e cômodos sem janelas recebem a luminosidade e a ventilação necessárias para tornar os espaços mais funcionais e agradáveis
Iluminação natural, raios de sol e uma brisa refrescante podem ser grandes aliados do projeto luminotécnico. Por isso, muitos profissionais planejam a seguinte composição: misto de lâmpadas e luminárias com a chamada luz zenital. Por meio dela, a luz penetra através de aberturas na cobertura, mantendo uma boa distribuição de claridade, principalmente em espaços com grandes profundidades e dimensões, nos quais janelas não suprem a necessidade de uma boa ventilação e iluminação.
Existem vários elementos que propiciam esse efeito, e o aproveitamento da luz natural dependerá do recurso zenital escolhido. Entre eles estão os Lanternins - aberturas da parte superior do telhado, indicadas para ambientes quentes e com pé-direito alto; a Claraboia - abertura na cobertura que oferece uma ótima estética; a Cúpula (domo) - abóboda que dá a sensação de que a estrutura é maior; e o Átrio - espaço central aberto ou com fechamento translúcido.
Existem vários elementos que propiciam esse efeito, e o aproveitamento da luz natural dependerá do recurso zenital escolhido. Entre eles estão os Lanternins - aberturas da parte superior do telhado, indicadas para ambientes quentes e com pé-direito alto; a Claraboia - abertura na cobertura que oferece uma ótima estética; a Cúpula (domo) - abóboda que dá a sensação de que a estrutura é maior; e o Átrio - espaço central aberto ou com fechamento translúcido.
| Para proporcionar mais claridade para a casa em que vive com o marido e a filha, a arquiteta Maria Fernanda Rodrigues projetou uma claraboia no pavimento intermediário, onde está localizada a área íntima. O elemento zenital, com estrutura de alumínio e cobertura de policarbonato, foi executado no telhado do sótão, exatamente sobre a caixa da escada. Permite que a luz natural chegue ao hall de distribuição dos quartos e valoriza a estética do espaço. |
| Caixilhos de alumínio, vidro e madeira são os elementos predominantes neste projeto, assinado pelos arquitetos Juan Pablo Rosenberg e Marina Acayaba. Para ligar os dois pavimentos, os profissionais optaram por uma escada vazada com degraus de pranchões de peroba de 80 cm de largura, a qual permite que a luz natural chegue ao acesso para o andar inferior. Já a abertura zenital superior, na foto ao lado, oferece luminosidade natural para o banheiro da residência, dispensando a abertura de uma janela na fachada para servir o ambiente. |
| Nesta residência, a arquiteta Simone Bigoto trabalhou com diferentes alturas e planos, interligando os volumes com a iluminação zenital. A entrada da residência, com pé-direito de 6 m, ganhou muita claridade graças à claraboia sobre a escada e às bandeiras na alvenaria. Eesses recursos foram executados em alumínio com pintura epóxi branca e vidros temperados de 10 m - materiais que oferecem leveza, segurança e uma bonita estética ao projeto. |
| No projeto desta casa, os arquitetos Tânia Regina Parma e Newton Massafumi Yamato optaram pela estrutura metálica aparente e por muito vidro, que deixa a luz natural entrar à vontade. Os brises que compõem a cobertura ocupam aproximadamente 95% da construção e foram feitos de plástico reciclado e materiais orgânicos. Na área da escada, a iluminação zenital oferece ainda mais leveza e claridade. Nela, a luz também incide no grande vão à frente, que toma todo o pé-direito e se integra à cobertura de aço. |
| Nesta casa, o arquiteto Guilherme Torres utilizou vários recursos que permitem a incidência de iluminação natural. O spa, instalado dentro da área de lazer, recebeu cobertura retrátil acionada por controle remoto e vidros com películas de proteção contra os raios ultravioleta. No banheiro do quarto de hóspedes, o domo oferece a entrada de uma luz mais sutil durante todo o dia. E esse recurso zenital tem abertura de 15 cm para a troca de ar e uma tela metálica que evita a entrada de insetos. |
| Com o estudo da posição solar em mãos, o arquiteto Fernando Sá pôde projetar uma residência com muitas aberturas, permitindo que o sol entre e aqueça os espaços nas melhores horas do dia. Além das grandes portas e janelas de vidro, foram criadas bandeiras sobre as estruturas e claraboias em pontos estratégicos. Um bom exemplo da utilização de iluminação zenital está na pérgula de cumaru com cobertura de vidro, bem acima do jardim interno - ponto de interligação entre os dois módulos da casa. |
fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/65/artigo206396-2.asp
Marcadores:
iluminação,
iluminação natural,
luminotécnica
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