quinta-feira, abril 28, 2011

Acompanhamento de obra

Residência Verbena e Oliveiros

Fotos do local  antes da reforma


 O projeto:








 Acompanhamento da obra:
Obra em andamento:





 Projeto: 3d arqui design -Alex Barros, Lorena Cavalcanti e Laura Braga.




Sala de vigilância da CHESF

Projeto feito através da Usina de Projetos





terça-feira, abril 26, 2011

Rio Tâmisa, em Londres, terá teleférico de quase 50 milhões de libras

Sistema de transporte ficará pronto antes da Olimpíada de 2012


O Grupo Mace será responsável pela construção do primeiro teleférico sobre o rio Tâmisa, em Londres. As cabines do teleférico serão conduzidas por meio de fios de aço de 50 mm de diâmetro, que cruzarão o rio e terão aproximadamente 1 km de extensão, ligando a península de Greenwich e as docas reais. O projeto é assinado pelo escritório Aedas.

Divulgação: Mace Group

Torres de aço de 90 m de altura darão sustentação aos cabos. Cada uma das 34 cabines poderá transportar até 10 passageiros. "Será uma nova e excitante travessia do rio e nós estamos orgulhosos em participar do projeto", disse Mark Reynolds, chefe executivo do grupo.

A construção deverá custar aproximadamente 50,5 milhões de libras e deverá ficar pronta antes dos jogos olímpicos de 2012, que serão realizados em Londres. Segundo o grupo, aproximadamente 2,5 mil pessoas deverão ser transportadas de um lado a outro do rio por hora.

Divulgação: Mace Group 

                

domingo, abril 24, 2011

À moda antiga

Dois visuais que sempre figuraram em ambientes infantis - o romântico e o retrô - unem-se para encantar ainda mais o primeiro ambiente do bebê


Uma atmosfera nostálgica repleta de mix de estampas e cores - nas quais o marrom faz parceira ora com o rosa ora com o azul -, móveis de família e objetos de decoração garimpados com esmero vem rondando o imaginário dos pais, que encontram no estilo retrô romântico a fonte ideal para criar um clima aconchegante e repleto de boas lembranças e excelentes vibrações para seus bebês. 

A palavra derivada do prefixo latino retro - que carrega o significado de para trás ou em tempos passados - ressurgiu à cena muito mais em referência a um estilo atemporal, que traz imbricado a qualidade, por isso a durabilidade que ultrapassa gerações. "Dizem que a moda sempre volta, mas o estilo retrô é a demonstração mais evidente de todas, pois incorpora os projetos das décadas de 1950, 1960 e 1970, inspirando sempre a criação de novas peças. O melhor disso tudo é que conseguimos ousar na decoração, sendo ela contemporânea ou clássica".

Transposto a uma fase em que a mulher está mais sensível e com um imaginário repleto de lembranças de sua infância, a ternura romântica adiciona o ingrediente perfeito para florescer um estilo delicado, aconchegante e atemporal - o retrô romântico -, perfeito para acolher o novo integrante da família.

"O sentimento de tempos passados marca presença em todas as atividades do projeto, desde a decoração em si, como nos tecidos, móveis, cartela de cores etc. Talvez o aspecto mais interessante seja um grau de versatilidade que permite que cada temporada tenha sua identidade especial".

Pequenos detalhes, grandes efeitos

É sabido que pequenos detalhes fazem a diferença. E se por meio deles conseguimos modificar um ambiente, é na tendência retro romântico que certamente eles são extremamente valiosos, até porque muitos desses elementos carregam consigo não apenas um apelo decorativo, mas as memórias da família passadas com carinho para o mais novo integrante do clã através de objetos, móveis e acessórios que atravessam gerações. Por isso, misturar objetos de diferentes épocas e estilos, mas que conversem entre si, respeitem uma unidade e o espaço físico, são alguns dos passos fundamentais para se encontrar a harmonia - e não trazer a impressão de um monte de relíquias empilhadas sem propósito no quarto do bebê. 

"O primeiro passo é clarear tudo. Das paredes ao mobiliário, elegendo como cor base o branco", indica a decoradora Viviane Caetano, proprietária da Anos 60 Decoração, ressaltando a necessidade de traduzir a tendência em algo ora mais finas ora mais espessas; poás, grandes e pequenos; padronagens geométricas; e florais de temática liberty, as bem miúdas importadas da década de 1970.

As cores e estampas também podem tingir paredes, forrar a poltrona de amamentação, embalar kits de higiene, se instalar em objetos e acessórios de decoração. "Os papéis de parede com as mesmas padronagens dos tecidos que encapam os estofados, em fundo em tons pastel, são ótimos instrumentos para reviver a história. Um truque excelente é usá-los para envolver os móveis e principalmente as gavetas. Os modelos que já vêm aromatizados são úteis para criar um clima e amenizar o cheiro forte, ou de mofo, dessas peças antigas que poderiam por ventura incomodar o bebê.
Lembrando que os adesivos de parede também entram nessa onda", aconselha Viviane. extremamente delicado. 

Se a ideia é clarear o mobiliário - que, no caso dos herdados, podem ser repaginados -, o enxoval pode ousar, flertando com o mix de estampas características do retrô romântico, como listras, ora mais finas ora mais espessas; poás, grandes e pequenos; padronagens geométricas; e florais de temática liberty, as bem miúdas importadas da década de 1970.

As cores e estampas também podem tingir paredes, forrar a poltrona de amamentação, embalar kits de higiene, se instalar em objetos e acessórios de decoração. "Os papéis de parede com as mesmas padronagens dos tecidos que encapam os estofados, em fundo em tons pastel, são ótimos instrumentos para reviver a história. Um truque excelente é usá-los para envolver os móveis e principalmente as gavetas.

Os modelos que já vêm aromatizados são úteis para criar um clima e amenizar o cheiro forte, ou de mofo ,dessas peças antigas que poderiam por ventura incomodar o bebê. Lembrando que os adesivos de parede também entram nessa onda".

fonte: http://decorababy.uol.com.br/ESDB/ambientes-enxoval/41/a-moda-antiga-dois-visuais-que-sempre-figuraram-em-213446-1.asp

Arquitetura sustentável no MAM

Construções que levam em conta a preservação do meio ambiente são o foco de duas mostras do Museu de Arte Moderna, em São Paulo


Divulgação
Parque residencial Sandgrubenweg, na Áustria. Projeto do grupo Ritsch, Hörbuerger,
Schweizer e Kuess
 
Não dá mais para pensar no mundo sem se preocupar com sua preservação. Cada vez mais, o design, a decoração e a arquitetura se ligam à sustentabilidade, em um caminho que – felizmente – parece não ter mais volta. Duas exposições simultâneas, em cartaz no MAM (Museu de Arte Moderna), em São Paulo, até 26 de junho, jogam os holofotes sobre as construções “verdes”.

Morada ecológica, com curadoria da arquiteta e jornalista francesa Dominique Gauzin-Müller, é uma exposição itinerante com origem em Paris. Com fotos de mais de 50 projetos, realizados em diversas partes do mundo, o objetivo é abordar as novidades da arquitetura contemporânea e a influência da sustentabilidade nas construções e no desenvolvimento urbano. Tudo com um olhar voltado também para o futuro. “Foi uma pesquisa apaixonante a respeito de um conceito ao mesmo tempo tangível e em pleno movimento: como adaptar o mundo à crise energética e às mudanças climáticas. A exposição apresenta pesquisas sem encerrá-las: a próxima década será ainda mais prolífica”, explica Dominique.

O evento simultâneo Razão e ambiente aborda o mesmo assunto, mas, desta vez, com foco no Brasil. As principais referências são os trabalhos de Lucio Costa, Lina Bo Bardi e Sergio Bernardes. Com curadoria do arquiteto Lauro Cavalcanti, a mostra tem 25 obras que destacam o pioneirismo da arquitetura brasileira modernista na utilização de soluções ecológicas e seus desdobramentos nas construções sustentáveis de hoje. “Razão e ambiente quer sublinhar que as rupturas do modernismo brasileiro estiveram sempre permeadas pelos melhores aspectos de nossa tradição construtiva. E, por meio de alguns exemplos contemporâneos, reintroduzir a arquitetura, em suas dimensões técnica, artística e social, no centro do debate ecológico atual”, diz Lauro.

Confira algumas das fotografias que poderão ser vistas pelo público nas exposições:
Divulgação
O arquiteto Frank Lloyd Wright projetou esta casa nos Estados Unidos em 1925
Divulgação
À esq., 100 moradias sociais, na França, de Jakob Macfarlane. À dir., interior de casa projetada por Werner Sobek na Alemanha

Divulgação
À esq., desenhos de Sergio Bernardes. À dir., de Lina Bo Bardi

quinta-feira, abril 21, 2011

Casa de fibra de maconha: resistente a furacões



Dispostos a construir uma casa com pegada zero de carbono, os arquitetos da University of Bath, na Inglaterra, optaram por dois materiais não muito convencionais no ramo da construção civil, mas que prometem cair nas graças dos profissionais do setor: a fibra de maconha e a palha.

Isso porque, “sem querer”, os arquitetos acabaram descobrindo que a combinação desses dois materiais garantem paredes tão fortes à casa que ela é capaz de resistir a furacões e oscilações intensas de temperatura – o que, cá entre nós, não é nada mau em tempos de ameaça de eventos climáticos extremos.

Batizada de BaleHaus e projetada em parceria com o escritório de arquitetura ModCell, a casa foi idealizada durante sete meses, até os profissionais descobrirem a maneira ideal de construí-la. E, depois de pronta, passou por uma série de testes que atestaram sua resistência e segurança.

Já pensou se a moda pega?

fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/redacao/casa-fibra-maconha-resistente-furacoes-287121_post.shtml

Jardim dentro de casa

Três bambus-mossô, plantados em aberturas no assoalho de madeira, chamam a atenção no meio do living nesta casa em São Paulo. As árvores esguias, que chegam até o teto do ambiente com pé-direito duplo, reforçam a proposta de integração total das áreas internas e externas no projeto do escritório Bernardes Jacobsen.




Leonardo Finotti


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI210199-16775,00-JARDIM+DENTRO+DE+CASA.html

quarta-feira, abril 20, 2011

iluminação com garrafa de vinho

9895136_da93ca414a_o Luminárias com velhas garrafas de vinho
As luminárias Corkscrew, são peças lindas criadas pelo designer David Guilfoose e parecem uma ótima ideia para um projeto de fim de semana.

Utilizando velhas garrafas de vinho, o designer prendeu com um fio de cobre em espiral em torno da vela e suspendeu tudo com uma argola de metal. A argola sustenta toda a estrutura e deixa também o copo com a vela em suspensão. Cada luminária está à venda por US$38,00.

9895137_8ea492dc9a_o Luminárias com velhas garrafas de vinho













fonte: http://www.ecoblogs.com.br/ecoblog/luminarias-com-velhas-garrafas-de-vinho/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+com%2FcKvK+%28Ecoblogs%29

segunda-feira, abril 18, 2011

A moda dos móveis retrôs

Como tirar proveito das peças antigas sem transformar a casa em um museu

Guilherme Pupo

Na sala do empresário paranaense Márcio Sasso, de 40 anos, o passado é iluminado por fitas de LED automatizadas. O foco é um sofá-carro rosa, réplica adaptada de um Chevrolet Bel Air, com banco de couro e peças cromadas, ícone dos anos 50. “Alguns objetos antigos têm história para contar”, diz o empresário, que encomendou também um jukebox (máquina de música dos anos 60 que funciona a partir de moedas). “É esse conteúdo que desejo trazer para o mobiliário de minha casa.” 

Por trás da aquisição de objetos novos com cara de antigos – o estilo retrô – está a nostalgia de ícones que marcaram época, dizem os especialistas. “É como se esses símbolos emprestassem o significado do que foram para a casa onde estão”, diz o consultor americano Lino Levon, especialista em decoração retrô. Boa parte dos consumidores, no entanto, tem outra explicação para esse movimento: “O retrô é uma alternativa aos móveis pré-fabricados comuns à indústria de planejados atual”, diz Carmen Moura, que tem em sua casa uma porta feita com parte da asa de um caça modelo FW-190, usado na Segunda Guerra Mundial. “Hoje em dia, a gente visita as lojas de móveis e parece que tudo é igual.” 

A demanda por réplicas fez crescer o mercado de imitações. Lojas modernas como Etna e Tok&Stok passaram a dar mais atenção a reproduções de mobiliários antigos. “O desenho pode ter algumas décadas, mas a tecnologia e os materiais são atuais”, diz Edson Coutinho, coordenador de design e tendências da Tok&Stok. 

A loja Certas Coisas Vintage (certascoisasvintage.com.br), onde Sasso comprou seu carro-sofá, passou a vender não só peças novas com cara de velhas, mas também antiguidades: há longarinas de cinemas dos anos 50 e até cadeirões infantis da década de 20. São as peças vintage, objetos antigos conservados ou restaurados. 

A moda não se restringe ao mobiliário. A Samsung vai lançar, em parceria com a Tok&Stok, uma TV de tubo inspirada em seus primeiros modelos, e a Brastemp está expandindo sua linha retrô. 

   Divulgação   Divulgação   Divulgação
As peças deste quadro estão à venda pelo site desmobilia.com.br. Não há estoque, são únicas

Se adquirir a réplica ficou fácil, combinar o velho e o novo é o desafio. “O exagero pode transformar a casa em uma espécie de museu artificial”, diz João Livoti, da Desmobília (desmobilia.com.br). A estratégia, segundo ele, é colecionar, no máximo, meia dúzia de objetos antigos por ambiente. 

Ou eleger um cômodo da casa para investir no retrô. Às vezes nem é preciso se deslocar até a loja para aderir a essa moda. Móveis antigos herdados de parentes podem cumprir bem a função. E ainda preservam a memória da família. 

Projeto Banheiro Ecologicamente Correto

Estudo de Case -  Escritório Cria Arquitetura

O espaço foi recebido em fase de acabamento, tendo sido construído de maneira convencional.
A estratégia proposta após a avaliação do espaço foi a adoção de medidas que diminuíssem os impactos gerados por esta construção convencional, ou seja:
  • Tornar o ambiente menos dependente do uso e consumo de água e energia;
  • Criar um ambiente menos emissor de poluentes, portanto, mais saudável, melhorando a qualidade da atmosfera interior da edificação;
  • Aperfeiçoar a relação do ambiente com seu entorno, utilizando a iluminação e outros recursos naturais como ferramentas.
Conceito do Projeto


A dinâmica do espaço é determinada pelo movimento gerado pela composição de planos, que também induzem percursos e delimitam usos.

O ambiente ganha um clima acolhedor pela predominância de tons naturais e iluminação amarelada. A cor branca é utilizada como moldura, destacando os materiais , além de auxiliar na reflexão da luz e na ampliação do espaço.

O layout é trabalhado de forma integrada, com harmonia e eficiência, garantido o cuidado com a natureza e com as pessoas.
  • Contempla as normas de acessibilidade;
  • Garante que o uso efetivo do banheiro não impeça sua visitação;
  • Composição, forro, painel e passarela de madeira: delimita a área das cabines e define os lados masculino e feminino;
  • Divisórias de solocimento determinam o hall de entrada;
  • Um sistema de cortinas: garante privacidade. 
O projeto utiliza os conceitos de sustentabilidade, economizando:
  • Redução do consumo de energia;
  • Melhoria do conforto termo-acústico;
  • Redução do consumo de água;
  • Aumento da qualidade da atmosfera interior do ambiente;
  • Redução e minimização de resíduos;
  • Consumo consciente;
  • Uso consciente de madeiras. 
fonte: http://www.criaarquiteturasustentavel.com.br/projeto-eco-banheiro.html

Patchwork


 Separados, pedaços de tecidos ou de papéis com estampas diferentes são apenas retalhos. Unidos, porém, eles somam forças e formam o patchwork, que pode ser usado com graça para diversos fins na decô.

Para dar toques de modernidade ao quarto de uma adolescente, a arquiteta Andrea Murao fez a cabeceira com vários tecidos estampados. Na tapeçaria, veludo, sarja e toile de jouy cobrem o painel de madeira com espuma. Alta e com avanços nas laterais, a peça ficou aconchegante
Edu Castello / Casa e Jardim


Um jeito de aplicar o patchwork em móveis é começar por um estofado pequeno, como uma poltrona. Neste exemplo, encosto, assento e braços são revestidos com estampas diferentes. O projeto é da Garimpo-Fuxique
Marcos Antonio / Casa e Jardim


A jovem Alice Faiwichow aproveita o quarto em que a cabeceira de patchwork é a sensação. A peça teve o revestimento idealizado por sua mãe, Doris Sochaczewski, com tecidos arrematados em leilão
Ricardo Corrêa / Casa e Jardim


A decoradora Neza Cesar usou tecidos variados para cobrir a cabeceira da cama, um artifício rápido e fácil para renovar o visual do quarto. Ela partiu de um tema, o floral, para nortear a escolha das demais estampas e cores
Marcos Antonio / Casa e Jardim


A ausência de encosto e braços do sofá é compensada por almofadas. Algumas delas, feitas pelos próprios moradores, com panos de prato e jogos americanos comprados em Nova York. No chão, patchwork de tapetes persas. Projeto de Maurício Arruda
Marcelo Magnani / Casa e Jardim

As designers de interiores Maria Fernanda Corrêa e Fernanda Coifman fizeram uma cabeceira colorida que utrapassa o limite da parede e invade o teto em cima da cama. Feita de gesso, a peça é revestida de patchwork com vários tecidos estampados – jacquard, linho e veludo
Edu Castello / Casa e Jardim


O divertido tapete de patchwork completa o visual bem-humorado e divertido deste ambiente. Três bancos empilhados, pintados de cores diferentes, funcionam como estante
Dulla / Casa e Jardim



A designer de interiores Maristella Zanini de Toledo aproveitou generosas sobras de tecidos de algodão para criar estas cortinas de 90 cm de largura cada. Embora o modelo seja simples, o ideal é contratar uma boa costureira para que os tecidos sejam bem cortados e costurados uns aos outros
Marcos Antonio / Casa e Jardim


Amostras de papéis de parede foram usadas para preencher apenas a área atrás do sofá. Coladas ao léu, com sobreposições em alguns pontos, dão movimento ao ambiente. Se a ideia fosse repetida nas demais paredes, o visual ficaria carregado
Marcos Antonio / Casa e Jardim


Projetos laureados têm escala urbana

Iluminação externa da Grande Mesquita de Abu Dabi, Speirs & Major Associates, Radiance Award

Iluminação externa da Grande Mesquita de Abu Dabi, Speirs & Major Associates, Radiance Award
Prêmio de lighting design destaca papel simbólico da luz

A premiação promovida anualmente pela Associação Internacional de Lighting Designers (Iald) é heterogênea, tanto pela variedade de programas quanto pela distribuição territorial dos trabalhos participantes. Do apartamento nos Estados Unidos à mesquita em Abu Dabi, há diferenças marcantes de partido, tecnologia, estética, referências culturais, funcionais e de escala entre os concorrentes, embora prevaleçam sofisticados artifícios de automação da luz combinados a aspectos como sustentabilidade, racionalidade de manutenção e significação cultural.
A iluminação da mesquita Xeque Zayed Bin Sultan Al Nahyan, conhecida como a Grande Mesquita de Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos, recebeu o prêmio máximo na edição 2010 do certame, o Radiance Award. Os autores do projeto de luminotécnica, membros da equipe do escritório europeu Speirs & Major Associates, conceberam o enredo de uma grande encenação luminosa sobre as superfícies das fachadas, cúpulas e minaretes do colossal templo. Para atingir o objetivo de fazer da luz um instrumento icônico, entraram em cena duas referências religiosas islâmicas: a dinâmica lunar e o posicionamento dos fiéis na direção da cidade de Meca.
Mesquita Xeque Zayed Bin Sultan Al Nahyan...
Mesquita Xeque Zayed Bin Sultan Al Nahyan...
... conhecida como a Grande Mesquita de Abu Dabi
... conhecida como a Grande Mesquita de Abu Dabi
Museu da Nova Acrópole (Atenas), Arup Lighting, Excellence and Sustainability Award
Museu da Nova Acrópole (Atenas), Arup Lighting, Excellence and Sustainability Award
O edifício parece se transformar de acordo com o calendário lunar por meio da coloração da luz incidente, até se tornar uma enorme e homogênea massa branca no período de Lua cheia. Nesse processo, são sete as nuances de cor manipuladas a cada dois dias em um processo vagaroso de transição. Isso demandou uma série de projetores e acessórios especiais para o preciso enquadramento da luz na mesquita, sem que houvesse a interferência de reflexos ou vazamentos de raios no espaço envoltório.

Já a referência a Meca é realizada por meio da projeção de imagens de nuvens em movimento sobre a mesquita, direcionadas como se proviessem da cidade sagrada. A sincronia dos equipamentos, o percurso da imagem através dos elementos arquitetônicos e o seu encadeamento a referências de posicionamento geográfico via satélite constituíram o principal desafio do projeto, demandando até mesmo a criação de um software especial para o comando integrado dos 1,2 mil projetores.

Embora no caso da mesquita esteja circunscrito a um contexto cultural e religioso específico, esse viés simbólico da luz, aplicado à grande escala da cidade, esteve presente em vários dos trabalhos premiados este ano pela Iald. É o que se verifica, por exemplo, no projeto britânico em que a iluminação de uma ponte de pedestres esteve a serviço da indução da exploração do além-rio pela população e pelos investidores; na revitalização do waterfront de uma cidade na Suécia, em que a luz presta homenagem ao passado industrial através da transformação de um antigo guindaste numa estrutura espetacular; nas pontes dinamarquesas sobre rodovia de alto tráfego, que receberam iluminação “revigorante”, como elogiaram os jurados; na instituição financeira norte-americana cuja edificação é articulada por um volume de vidro com leds.

No que se refere à economia de recursos, o bom aproveitamento da luz natural, associado à iluminação que sinaliza apenas setores e fluxos da arquitetura, foi o mote do projeto premiado com a distinção de design sustentável. Trata-se da luminotécnica do Museu da Nova Acrópole (arquitetura de Bernard Tschumi e Michael Photiadis Associates), em Atenas, assinada pela equipe de Arup Lighting.

Em sua 27ª edição, a premiação criada em 1983 contou com cerca de 200 concorrentes. Foram sete os integrantes do júri, cinco deles pertencentes à associação, além de um arquiteto e um especialista em sustentabilidade. A classificação dos projetos depende da pontuação concedida individualmente pelos jurados a uma série de itens preestabelecidos pelo edital. O trabalho com maior pontuação é laureado com o prêmio máximo, denominado Radiance Award.

Luminotécnica do Museu da Nova Acrópole
Luminotécnica do Museu da Nova Acrópole
Luminotécnica assinada pela equipe de Arup Lighting
Luminotécnica assinada pela equipe de Arup Lighting
Infinity Bridge (Stockton on Tees, Reino Unido), Speirs & Major Associates
Infinity Bridge (Stockton on Tees, Reino Unido), Speirs & Major Associates
Lighting Design: Jonathan Speirs, Sandra Downie, Karl Reger, Iain Ruxton e Speirs & Major Associates
Lighting Design: Jonathan Speirs, Sandra Downie, Karl Reger, Iain Ruxton e Speirs & Major Associates
Além dele, há as premiações Excellence e Merit, bem como a eventual concessão de menções honrosas. Desse modo, a quantidade de obras distinguidas varia anualmente, dependendo do desempenho dos projetos em relação ao sistema de pontuação do júri. Em 2010, foram 23 os premiados. A relação completa e imagens dos vencedores podem ser obtidas no site www.iald.org.

Västra Eriksberg Crane and Dock (Gotemburgo, Suécia), Ljusarkitektur
Västra Eriksberg Crane and Dock (Gotemburgo, Suécia), Ljusarkitektur
Västra Eriksberg Crane and Dock recebe prêmio de Excelência da IALD
Västra Eriksberg Crane and Dock recebe prêmio de Excelência da IALD

Pontes em Nyborg (Dinamarca), AF -
Hansen & Henneberg

First National Bank Metro Crossing (Council Bluffs, EUA),
RDG Planning & Design

First National Bank Metro Crossing recebe o prêmio IALD de Excelência

Restauração do Utah State Capitol (Salt Lake City, EUA),
Randy Burkett Lighting Design

Revitalização do Chipotle Mexican Grill (Nova York),
Arc Light Design

Lighting Design: David Singer (Principal), Wesley Burdett (Parcial), Alejandro Bulaevsky (Parcial) e Arc Light Design  fonte: http://www.arcoweb.com.br/lightning/premiacao-anual-iald-projetos-laureados-25-08-2010.html

Nova descoberta sobre energia ameaça a existência dos painéis solares atuais

Nova descoberta sobre energia ameaça a existência dos painéis solares atuais
 



Desafiando uma teoria da física que se mantém há um século, pesquisadores da Universidade de Michigan descobriram que campos magnéticos que surgem das ondas de luz são 100 milhões de vezes mais fortes do que acreditamos, criando novas possibilidades para absorção de energia solar.

De acordo com a PhysOrg, a descoberta aconteceu quando os pesquisadores utilizaram uma fonte de luz em um material não elétrico:

A luz tem componentes elétricos e magnéticos. Até então, os cientistas pensavam que os efeitos do campo magnético eram tão fracos que podiam ser ignorados. O que Rand e seus colegas descobriram é que na intensidade certa, quando a luz está viajando por um material que não conduz eletricidade, o campo de luz pode gerar efeitos magnéticos 100 milhões de vezes mais fortes do que pensávamos antes. Nas condições ideais, os efeitos magnéticos criam uma força equivalente ao efeito elétrico.

Com a tecnologia atual, a luz a luz precisa ser focada em uma intensidade de 10 milhões de watts por centímetro quadrado, que é bem mais forte do que a intensidade natural do sol. No entanto, eles estão trabalhando com materiais que permitem fontes de luz menos intensas para produzir energia (atualmente, eles trabalham com lasers).

Os pesquisadores acreditam que a descoberta pode levar a criação de uma “bateria ótica”, que não utilize semicondutores e não precisem absorver luz (que libera o calor durante o processo). Ou seja, essa tecnologia pode ser mais barata e mais eficiente. Eles acreditam que com mais pesquisas e melhores materiais, é possível alcançar 10% de eficiência, valor que os atuais painéis comerciais de absorção de luz solar atingem

quinta-feira, abril 14, 2011

Fiat lança objetos de decoração baseados no Fiat 500 de 1970

Projeto é chamado de ‘Fiat 500 Design Collection’.

Coleção inclui um sofá, uma mesa e um console.

 

Baseada em réplicas da versão de 1970 do Fiat 500, a fabricante italiana de veículos lança uma linha de móveis. Com a abertura nesta quinta-feira (14) do 50 º Salone del Mobile em Milão (Itália), a montadora apresentou a prévia do projeto chamado "Fiat 500 Design Collection".
Mesa 'Picnic' faz parte da coleção de móveis inspirada no Fiat 500 (Foto: Divulgação) 
Mesa 'Picnic' faz parte da coleção de móveis inspirada no Fiat 500 (Foto: Divulgação)

Em parceria com a empresa de design de interiores Meritalia, também italiana, a Fiat criou três peças de decoração que levam a frente do carrinho como tema: a mesa Picnic (foto), o bar Cincin e o sofá Panorama. Quem se interessar pelas peças inusitadas, a montadora disponibiliza o canal de vendas na internet fiat500design.com, mas os preços são divulgados apenas sob consulta.

De acordo com a Fiat, cada nome é inspirado por uma visão do 500 retratado em um parque, onde as pessoas podem desfrutar de uma paisagem romântica, organizar um piquenique com os amigos ou comemorar com um brinde.

fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2011/04/fiat-lanca-objetos-de-decoracao-baseados-no-fiat-500-de-1970.html

 

quarta-feira, abril 13, 2011

Casa com grife: Cris Barros assina linha de decoração

Estilista cria peças de home wear para a rede Riachuelo


A fórmula das coleções de moda assinadas por estilistas famosos e vendidas a preços mais acessíveis, em grandes lojas de departamento, tem feito sucesso no Brasil. Depois de invadir o universo fashion, a onda chega ao mercado de decoração. Isso porque, junto com as roupas criadas por Cris Barros, a Riachuelo também apostou numa coleção de home wear, de autoria da estilista. Por enquanto, a linha traz roupas de cama e jogos de toalhas com cores e estampas românticas.

Editora Globo
A linha para a casa tem assinatura de Cris Barros
fonte:http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI225500-16802,00-CASA+COM+GRIFE+CRIS+BARROS+ASSINA+LINHA+DE+DECORACAO.html