terça-feira, junho 21, 2011

Conselho elege os melhores edifícios altos do mundo

Frank Gehry, Wilkinson Eyre, Sauerbruch Hutton e Norman Foster assinam os projetos arquitetônicos dos prédios vencedores


O Council on Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH) anunciou hoje (15) em Chicago, Estados Unidos, os vencedores do "Best Tall Building" 2011, premiação que tem como objetivo eleger as melhores edificações altas de quatro regiões: Américas, Ásia e Oceania, Europa e Oriente Médio e África.

Os vencedores desta edição foram o Eight Spruce Street (Nova York), projetado pelo arquiteto Frank Gehry; Guangzhou International Finance Center (Guanzhou), de Wilkinson Eyre; KfW Westarkade (Frankfurt),  de Sauerbruch Hutton; e o The Index (Dubai), de Norman Foster.

De acordo com o Conselho, os edifícios foram escolhidos pelo design, inovações técnicas e atributos sustentáveis. Segundo o presidente do comitê da premiação, Richard Cook, "o ano não foi só um recorde em termos de número de participantes, mas também pela qualidade dos edifícios". Entre os vencedores, um será escolhido como o melhor edifício alto do mundo. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 27 de outubro, em Chicago.

Confira os vencedores:

América
Eight Spruce Street, Nova York (EUA)
Altura: 265 m
Projeto arquitetônico: Frank Gehry

Divulgação


O edifico chama a atenção pela fachada metálica ondulada, de modo que cada apartamento tenha uma planta diferenciada. Apesar disso, o júri afirma que o edifício pode ser caracterizado como um prédio típico de Nova York, pois foi construído no mesmo padrão dos outros arranha-céus.

O interior dos apartamentos se adapta a cada irregularidade da fachada, criando um espaço harmônico. Esse é o edifício residencial mais alto da América do Norte, "fazendo grande diferença na população urbana e na diversificação de seu entorno", de acordo com Cook.

Ásia e OceaniaGuangzhou International Finance Center, Guangzhou (China)
Altura: 440 m
Projeto arquitetônico: Wilkinson Eyre
Divulgação


De acordo com o júri, a forma esbelta do edifico é ao mesmo tempo elegante e simples. Com forma triangular arredondada, o edifício alcança sua maior largura após percorrer um terço de sua altura, e vai afinando até o topo. Com essa aerodinâmica, o edifício sofre menos com a ação do vento, reduzindo também a necessidade de uma estrutura mais complexa.

A estrutura metálica, em formato de losangos, é visível do externo do prédio. Segundo o Conselho, é a maior estrutura desse tipo existente no mundo.

Europa
KfW Westarkade, Frankfurt (Alemanha)
Altura: 56 m
Projeto arquitetônico: Sauerbruch Hutton
Divulgação


O KfW Wesarkade é considerado um dos edifício comerciais mais eficientes do mundo, pois utiliza aproximadamente metade da energia que a média de um edifício comercial europeu e um terço de um norte-americano. A fachada dupla do edifício permite que o vento seja capturado e auxilie na ventilação natural. Além disso, sua forma, que lembra uma serra, bloqueia parte da luz solar, assim como sua cavidade segura o calor e o expele com o vento.

A fachada do edifício é toda envidraçada, enquanto os painéis que bloqueiam a luz solar são coloridos, mas dependendo de onde se vê, as cores não aparecem. Segundo o júri, o edifício se integra com o entorno, mas acaba se destacando pelo uso da cor.

Ásia e Oriente Médio
The Index, Dubai (Emirados Árabes Unidos)
Altura: 326 m
Projeto arquitetônico: Norman Foster
Divulgação


O edifício conta com 520 apartamentos de luxo e outros 25 andares de escritórios, que são separados por um lobby com pé-direito duplo com vista para toda a cidade de Dubai. No térreo, há uma área aberta, para permitir a socialização dos trabalhadores e moradores.

A forma do edifício chama a atenção por mostrar para quem vê de fora toda a organização interna e também o sistema estrutural. A "divisão" do edifício em três tornou possível a construção de escritórios com vãos maiores. 

segunda-feira, junho 20, 2011

Nossos acessos - Obg pelo carinho amigos.

domingo, junho 19, 2011

Análise Sísmica de Estruturas em Engenharia Civil

Análise Sísmica de Estruturas em Engenharia Civil
A acção dos sismos pelas terríveis consequências que podem infligir, tanto em termos humanos como materiais, em áreas densamente povoadas, continuam a ser, de longe, as solicitações dinâmicas com maior relevo na análise estrutural. Um dos aspectos mais importantes e que permite de algum modo distinguir estas acções das restantes, assenta no facto de serem de muito difícil, senão impossível, previsão.

O seu efeito devastador pode, no entanto, ser atenuado através de uma análise cuidada do comportamento das estruturas quer in situ, depois de terem sido submetidas a uma acção sísmica real, permitindo, por exemplo, a detecção de falhas nos processos construtivos, quer por modelação numérica. Neste caso, procura-se simular o mesmo acontecimento aplicando ao modelo um movimento tão próximo da realidade quanto possível.

Hoje em dia os meios informáticos que se encontram à disposição de investigadores e projectistas são cada vez mais sofisticados, permitindo que modelos cada vez mais eficientes intervenham na análise deste tipo de problemas. Os elementos finitos ao permitir simular, com rigor, uma grande variedade de fenómenos físicos e leis de comportamento nas mais diversas áreas da engenharia, são neste campo uma das ferramentas mais poderosas e versáteis aplicadas à modelação numérica de sistemas estruturais.

Análise Sísmica de Estruturas em Engenharia Civil
Neste contexto a acção dos sismos assume um papel primordial na análise do comportamento dinâmico das estruturas, revelando uma importância acrescida, em particular, quando estas estruturas apresentem grandes dimensões no espaço ou se encontrem em contacto com domínios fluidos. Por outro lado, e dado que estas acções se propagam através do maciço de fundação divergindo para todos os meios que directa ou indirectamente com ele contactam, na simulação numérica do sistema estrutural deve dedicar-se especial atenção a este factor, permitindo-se que os diversos meios intervenientes possam interactuar entre si de acordo com a realidade.

No entanto, existem meios que não podem ser integralmente representados por estes modelos, meios que apresentam uma geometria tal que uma ou várias das suas dimensões assumem valores desproporcionadamente grandes em relação às restantes, como é o caso das fundações e das albufeiras das barragens, havendo necessidade de restringir o seu volume de influência a limites considerados razoáveis através da imposição de fronteiras fictícias. Ao funcionarem como elementos puramente reflectores estas barreiras impedem a normal propagação das acções perturbando o comportamento dos modelos estruturais que se encontram nestas condições. Este assunto foi abordado por diversos investigadores nesta área donde resultaram algoritmos que permitem a simulação, na grande maioria dos casos aproximada, de situações deste tipo, nomeadamente através da implementação de amortecedores de características especiais sobre o contorno externo fictício do sistema.

Análise Sísmica de Estruturas em Engenharia Civil

Análise Sísmica de Estruturas em Engenharia Civil
Este problema pode ser evitado se se considerar um volume para o meio envolvente suficientemente extenso de modo a que o próprio amortecimento do material seja capaz, por si só, de absorver as tensões impedindo que a sua acção se faça sentir novamente sobre a estrutura. Na maior parte dos casos esta não é, porém, a via mais eficiente, já que o problema pode assumir proporções impraticáveis ou envolver um esforço computacional exagerado. Este assunto tem merecido a atenção de muitos investigadores dedicados à dinâmica das estruturas e que têm procurado ultrapassar esta dificuldade simulando condições de fronteira especiais.

Para certos casos, existem algoritmos que possibilitam a obtenção da solução exacta, ou seja, que permitem simular o comportamento dinâmico do meio suposto infinito, ou de grandes dimensões, modelando apenas parte desse meio. No entanto, dadas as particularidades da sua formulação, estas fronteiras, designadas por consistentes, só podem ser implementadas em problemas pouco complexos e cuja análise se efectue no domínio da frequência.

Embora as acções dinâmicas que actuam nos sistemas estruturais resultem de mecanismos extremamente diversificados, tais como o vento, o ruído das máquinas, o movimento das pessoas, quando se trabalha no domínio da engenharia estrutural os sismos continuam a ser, de longe, a solicitação dinâmica mais importante pelas consequências catastróficas que podem infligir, sobretudo em áreas densamente povoadas.
Apesar dos mecanismos que estão na origem destas acções não serem completamente conhecidos sabe-se, no entanto, que estão directamente relacionados com o movimento das placas tectónicas sobre a crosta terrestre. Os maciços rochosos e os solos por influência, funcionam deste modo como o meio natural de transmissão destas acções aos restantes elementos que com eles contactam.

Assim, ao pretender analisar-se o comportamento de estruturas solicitadas por acções deste tipo, é importante que o modelo adoptado permita que os diversos meios intervenientes possam interactuar, tal como acontece em situações reais, devendo procurar simular-se com a maior exactidão possível não só a estrutura a analisar mas todo o meio que a rodeia e, acima de tudo, o modo como estes elementos se relacionam entre si. Para além deste aspecto, deve ainda considerar-se com bastante cuidado o modo como a acção deve ser introduzida no modelo global.

Ao solicitar um dado conjunto estrutural, seja por exemplo uma barragem fundada num maciço rochoso, por uma acção sísmica, coloca-se a questão importante de saber onde é que deve intervir, se na fronteira do maciço rochoso, se em todos os pontos do sistema ou apenas em alguns e, neste caso, em quais. Antes ainda de se responder a estas perguntas, lembra-se que estas acções, ao propagarem-se através do solo, transmitem-se à estrutura através dos pontos da superfície que lhes são comuns, neste caso a superfície de contacto entre a barragem e o maciço rochoso de fundação.

Análise Sísmica de Estruturas em Engenharia Civil
Os registos sísmicos que servem de apoio a muitos dos trabalhos que se realizam nesta área, correspondem, quer a valores efectivamente observados em campo, quer a acelerogramas gerados artificialmente, na grande maioria dos casos de acordo com disposições regulamentares. Assim, ao impor que sobre um sistema estrutural actue uma determinada lei de deslocamentos ou acelerações, deve procurar-se que estas acções intervenham nos pontos onde efectivamente os valores foram registados ou para os quais as leis foram geradas.

Autor: João Paulo Miranda Guedes
Excerto Adaptado
Imagens: AESP, University of Maryland
http://www.engenhariacivil.com/

Aquecer a casa no frio



No frio, a vontade de ficar em casa curtindo a deliciosa combinação sofá, edredon, pipoca e um bom filme é irresistível. Infelizmente, nem sempre é possível, pois as tarefas do dia a dia nos obrigam a enfrentar os ares gelados. Mas o que podemos fazer é preparar a casa, torná-la mais aconchegante e quentinha, para nos acolher no fim do dia e finais de semana.

Seguindo as 10 dicas elaboradas pelo arquiteto Marcelo Rosset, curtir o inverno poderá proporcionar sensações e momentos muito agradáveis.
1. Aquecedor portátil para os dias mais frios ou mesmo aparelhos de ar condicionado com aquecimento;

2. Utilização de tapetes mais felpudos que tragam conforto térmico para os pés, evitando o contato com pisos muito frios;

3. Utilização de mantas de tricô ou linha com efeito decorativo nos sofás que possam ser utilizadas quando a pessoa, por exemplo, assiste televisão;

4. Lareira portátil de biocombustível que, além de proporcionar um visual bonito, aquece o ambiente;

5. Utilizar almofadas decorativas com tecidos como lã, tricô ou peles sintéticas que oferecem mais aconchego;

6. Utilização de abajours com lâmpadas amareladas;
7. Utilização de velas aromáticas;

8. Torneiras elétricas em pias de cozinha e banheiros para aquecimento da água. Para isso basta ter uma tomada elétrica próximo do ponto a ser instaladas;

9. Revestimento de paredes com papéis de parede também oferecem conforto térmico;

10. Cortinas e persianas complementam o visual da casa e também aquecem os ambientes.

sábado, junho 18, 2011

Tipos de acabamento

Boleado, meia cana, chanfrado, bisotê.

Veja abaixo esses e mais outros tipos de acabamentos que dão o toque final à sua pedra.


Outros tipos de acabamento



Acabamentos usados em superfícies de pisos:

POLIDOS:

O material recebe acabamento lustrado que, se executado de acordo com os normativos técnicos de polimento a abrasivo cerâmico, define o fechamento dos poros e uma maior durabilidade do brilho das pedras.


Utilização: ambientes internos e fachadas.

OBS:
Conforme a escala de brilho e reflexão, que varia de 0 a 100, um polimento aceitável deve chegar a 85 pontos de grau de reflexão. Um bom polimento no granito, não pode levar produtos químicos como a cera e a resina, pois atingem brilho inicial, mas com o passar do tempo vão se desgastando e o brilho desaparece, além de dar um custo elevado para repolimento.

BRUTOS:
Material natural sem nenhum tratamento. Apresenta excelentes características anti-derrapante.


Utilização: áreas externas.
OBS: esse acabamento merece atenção redobrada, pois o material pode não mostrar exatamente a beleza dos detalhes da pedra, porém, se tratada com uma resina acrílica, pode atingir resultados satisfatórios.

LEVIGADO:
Material de superfície semi-polida, de modo a apresentar um acabamento rústico.
Utilização: áreas externas e internas.

FLAMEADO:
Material de face queimado com fogo, possui superfície anti-derrapante, e apresenta a beleza dos detalhes da pedra.
Utilização: áreas externas.

APICOADO:
Material com acabamento de face à base de impacto de martelo diamantado. Tem sido pouco utilizado após as descobertas do flameado.
Utilização: áreas externas.

Mármore e granito

Diferenças entre o Granito e o Mármore: Saiba como escolher a melhor opção

Mármore
  Granito



Antes de escolher entre o mármore ou granito, é preciso saber as características, aplicações e usos indicados para cada um. É possível diferenciar um tipo de mármore ou granito de outro pela sua cor e desenhos das nuances. No entanto, cada tipo possui características específicas: um mármore pode ser mais poroso que outro, por exemplo. 

O mármore é composto por um mineral e por calcita. Já o granito é formado por três minerais (a mica, feldspato e quartzo). Na prática, isso significa que o granito é bem mais duro, resistente e menos poroso do que o mármore, que risca com mais facilidade. No mercado, existem disponíveis mármores e granitos nacionais ou importados. Um dos fatores que influi na oferta e preço desses diversos tipos é sua raridade: quanto mais raro, mais caro. 

O Brasil possui muitas jazidas de granito e está entre os grandes exportadores de granito do mundo, mas sua produção de mármores ainda é pequena. Por isso, o produto importado também ocupa espaço no mercado brasileiro. 

Para diferenciar o Mármore do Granito: Risque com uma faca ou canivete (uma peça de metal) a superfície do material, de preferência em uma parte que não fique visível. O mármore ficará marcado e o granito, em menor proporção devido à sua dureza. Outra diferença é o próprio visual: o granito é mais mesclado, enquanto a coloração do mármore é mais uniforme. 

Ambos possuem alta qualidade, o importante é saber quais as aplicações mais indicadas para um e para o outro. Aplicações: como escolher? O mármore deve ser utilizado preferencialmente em ambientes internos. Isto, porque o material sofre com a ação do tempo (possui sensibilidade à chuva ácida) e da poluição. 

Também deve ser evitada a utilização de mármore em áreas de tráfego intenso, pois desgasta-se mais facilmente. Outro ambiente a ser evitado é a cozinha: por ser poroso, absorve gordura. Além do mais, não tendo resistência contra ácido, pode adquirir manchas e perda de brilho com produtos como vinagre, limão ou materiais de limpeza pesados. 

O mármore é mais indicado que o granito para revestimento de paredes internas, porque é mais leve. Ambos são indicados para piso interno, no entanto é preciso o cuidado de impermeabilizar o contrapiso, no caso de aplicação em andar térreo. Além do mais, é recomendável utilizar cimento branco nos mais sensíveis, como granito claros e mármores, para não correr risco de alterar sua cor. 

Neste caso, evite os mármores mais porosos, que correm o risco de manchar-se com a umidade, apesar da impermeabilização. Se ainda tiver dúvidas quanto às suas aplicações, lembre-se que o mármore é menos resistente à riscos, mais macio e poroso. O granito, mais pesado e mais resistente. 

Cuidados a serem tomados: Qualquer peça de mármore ou granito requer apenas pano úmido. Se necessitar utilizar detergente, escolha sempre o neutro incolor. Nunca utilize produtos como água sanitária ou produtos ácidos ou corrosivos. No caso do mármore, é preciso, ainda, tomar muito cuidado com líquidos: café, refrigerantes, produtos oleosos, etc. 

Como são porosos, tendem a absorver líquidos. A dica é limpar o local imediatamente, utilizando apenas água e detergente neutro incolor. Tome cuidado, também, ao utilizar o granito polido: em pisos externos, torna-se escorregadio, porém, existem alternativas como o granito apicoado ou flameado que ficam antiderrapantes. Por outro lado, é uma excelente opção para a bancada da cozinha, por ser bastante higiênico. 

Aula UEPB - Campus de Campina Grande e Catolé do Rocha

Aula para os professores da UEPB, pela Usina de projetos, um convênio entre a eletrobrás, PaqtcPB e UEPB. Autocad

quinta-feira, junho 16, 2011

Design de Luminárias Contemporâneas Recicladas e Sustentáveis


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As luminárias contemporâneas Idaa e Anemoni são novidades para uma iluminação de design elegante ideal para salas, halls e outros espaços, que apresentam um aspecto escultural. A luminária Anemoni é projetada por uma coluna com emissão de luz em alumínio em laca branco mate com base em aço inoxidável.

Já a Luminária Idaa possui uma cúpula especial e escultural montada em argolas, também em alumínio, branco ou preto. Os projetos destas luminárias foram desenvolvidos com base em reciclagem de materiais mantendo a sustentabilidade durante todo o processo de elaboração. Estas luminárias são bons exemplos para criar um belo destaque em qualquer decoração dado o design e o aspecto visual que apresentam.


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Fonte: Marcos Cesar interiores

Cidade inglesa converterá reservatórios de água em casas de veraneio



A cidade de Lancashire, no noroeste da Inglaterra, promoveu um concurso internacional de arquitetura para converter um conjunto de tanques de água desativado, na zona rural do município, em residências de veraneio.

A competição - que desafiou os participantes a adaptar os reservatórios em duas casas com coberturas verdes, iluminação zenital e fachadas envidraçadas - foi vencido pelo arquiteto inglês Ian Simpson.


Sua proposta transforma o tanque maior em uma residência de seis cômodos, enquanto o reservatório menor é convertido em uma casa com dois quartos.

Ambas serão locadas pela prefeitura da cidade, a fim de estimular o turismo e a economia da região.


Tanto a cobertura zenital quanto as fachadas envidraçadas favorecerão a iluminação natural dentro das residências, além de integrar visualmente os ambientes com a paisagem rural do entorno.

Para a cobertura verde foram escolhidas espécies de forração e arbustos nativas.

Todas as soluções deverão garantir o isolamento térmico das residências, que contarão ainda com paineis fotovoltaicos em quantidade suficiente para o fornecimento da energia necessária para todo consumo diário.
 

segunda-feira, junho 13, 2011

Afinal, que cor é essa?


LATERAL
Design de Guilherme Torres, a mesa lateral Fruit (40x45 cm ou 40x55 cm) em laca quartzo, está à venda na DBox

OLD FASHION
Com desenho retrô, o sofá (230x98x75 cm) do Estúdio Glória foi restaurado e customizado pela estilista Karina Vargas

LUMINÁRIA DE CHÃO
Da 4x Wipfli, a luminária de chão (167x30 cm) tem cúpula em tecido de algodão plissado e pé de madeira torneada

Nem verde, nem azul. A cor sensação do momento não tem definição, mas atende por muitos nomes: acqua, turquesa, quartzo, azul Tiffany (devido ao tom-ícone propagado pela badalada joalheria), verde-esmeralda e até mesmo aspargo. A confusão no mobiliário e na arquitetura de interiores se justifica porque existe mesmo uma charmosa variação. Quem arrisca um palpite?


ON THE WALL
Novidade apresentada na feira Heimtextil, o papel de parede Lumini explora tons frios, entre eles o acqua, na estampa de arabescos


OVAL
Da Divano Móveis, a mesa tem base em alumínio fundido com pintura automotiva e contra-tampo em MDF com pintura em laca na cor acqua

COBOGÓ
Tormijo, mesa lateral ou de centro com design de Felipe Protti para a FG Home. Em MDF com pintura automotiva em laca acrílica na cor quartzo

PETISQUEIRAS
Na cor azul-turquesa, bowls e bandeja em cerâmica nacional no conjunto da Again



MULTIPEÇAS
Da Kare, conjunto turquoise, em craquelê, com xícaras, pratos e bowls

GIGANTES
Peças decorativas em cerâmica turquesa da Vasos Artes & Ofícios: garrafão, nos tamanhos P (145x55x55 cm) e G (175x55x55 cm) e cantil (97x75x75 cm)



"É uma cor relacionada com os tons de água e simboliza a energia restauradora e a busca por equilíbrio. É versátil e ameniza os marrons e cinzas, compartilha a alegria com os laranjas e torna-se sofisticada com os metálicos."
Deise Marchezano de Melo, especialista em cores da Lukscolor







LAQUEADO
Aparador Eiffel, de Paulo Sartori, em laca verde-turquesa, novidade da Essenza Design.. A peça está disponível na medida de 200x50x80 cm e é produzida em MDF.

POLTRONA
Do Estúdio Em2Design, poltrona inspirada na fachada do Hotel Altis, em Lisboa. Na medida 62x66,5x 85,5 cm. Estrutura em MDF com acabamento em laca

"É uma tonalidade relacionada ao mar e ao céu que transmite segurança, tranquilidade, é calma e relaxante. Vai ao encontro da busca atual por bem-estar e qualidade de vida."
Erica Tagutti, consultora de pinturas decorativas da Suvinil

MUITOS ASSENTOS
Sofá Oliver, da Golden Line, no tamanho 320x94x80 cm. Tem pés de alumínio e revestimento em suede e microfibra

PIXELMANIA Também da Em2Design, o gaveteiro Pixel foi inspirado nos modelos típicos asiáticos, com seus múltiplos nichos. Tons diferentes de laca foram aplicados em suas gavetas, formando um caleidoscópio pixelado de cores.O móvel mede 900x480x1230 cm. Estrutura em MDF

ABAJUR
Da designer Cristina Bertolucci, o abajur turquesa (66x32 cm) remete às formas dos corais misturadas à cor do mar. Base metálica com revestimento de gesso impermeabilizado e cúpula em algodão

POLTRONA + BANQUETA NANI
Assinada por Rejanne Carvalho, a dupla de poltrona e banqueta Nani, da DBox, em laca emborrachada

quinta-feira, junho 09, 2011

Acompanhamento de obra





 Residência no bairro do Catolé , Campina Grande em fase de conclusão .




 Residência em Bodocongó, Campina Grande, em fase de conclusão.

Projetos 3d arquiDesign - Alex Barros, Lorena Cavalcanti e Laura Braga

terça-feira, junho 07, 2011

Transparência e conforto

Tradicionais na arquitetura, os blocos de vidro trazem funcionalidade aos ambientes, oferecendo luminosidade, cores, proteção e leveza




 
Foto: Divulgação Sicmol
Claridade e conforto térmico e acústico para os ambientes. Para conseguir essas características, os tradicionais blocos ou tijolos de vidro são a opção de muitos arquitetos, que preferem gastar menos sem prejudicar a estética do projeto.

"A utilização de materiais translúcidos para vedar ambiente é uma maneira eficaz de trazer luz natural para o interior, reduzindo o consumo de energia elétrica. Os blocos de vidro possuem ainda extensa variedade de texturas e até mesmo cores, o que oferece leveza, harmonia e aconchego aos espaços", destaca o arquiteto William Hanna. A arquiteta Thelma Christina concorda que é possível utilizar os tijolos de vidro com criatividade e elegância. "Com eles, uma cozinha, por exemplo, pode parecer mais ampla e contar com luz natural para o preparo de alimentos e a realização de refeições. Da mesma forma, são boas opções para locais que necessitam de privacidade, como as áreas de chuveiro", acrescenta a profissional.
 


O bloco incolor apresenta transparência de quase 80% e protege o espaço do fogo durante um bom tempo. "Eles são realmente seguros se aplicados com técnica e têm coeficiente de condução térmica de 2,9 W/h contra 6,0 W/h do vidro plano, ou seja, com um coeficiente menor, proporcionam maior isolamento", defende Pedro Almeida, gerente de Logística e Produto da Seves Glassblocks do Brasil.
Aplicação 

Hanna alerta que, no assentamento, é importante utilizar uma argamassa própria, um espaçador para cada unidade, uma esponja úmida para retirar o excesso de argamassa e rejunte com cimento branco ao final do processo. Outro aspecto importante são as dimensões. Em um painel de blocos de vidro, elas são limitadas em altura e largura em 5 m. "Para a construção de um painel com mais de 25 m2, é preciso contar com vigas e pilares de reforço. Já paredes curvas e de áreas externas deverão ser sempre reforçadas com ferro de 5 mm, vertical e horizontalmente, em qualquer medida", esclarece a diretora comercial da Sicmol, Ângela Sebba.


Modelos, medidas e investimento

Os tijolos de vidro, geralmente, medem 19 x 19 x 8 cm. Porém, atualmente, os fabricantes oferecem modelos em várias medidas, como 24 x 24 x 8 cm, 30 x 30 x 10 cm, 33 x 33 x 12 cm e 42 x 42 x 12 cm.
Quanto às cores, há muitas variações. "Há modelos com coloração no próprio vidro, em versões metalizadas ou comuns; coloração por injeção de tinta no interior dos blocos, todos na versão metalizada; e coloração no próprio vidro".

Como o acabamento oferece luminosidade e bom isolamento termoacústico, não necessita de pintura e tem fabricação no Brasil, pode se revelar com bom custo x benefício para a obra. "Dependendo do modelo e solução, os custos podem variar de R$ 6 a R$ 30 a unidade."

Foto: Divulgação Seves Glassblock/ Foto: Gerson Li

Destaque do banheiro

No projeto deste banheiro máster, a arquiteta Beth Choueri aproveitou o painel de blocos de vidro da fachada do edifício para oferecer uma luminosidade diferenciada, destacando o ambiente em relação aos demais banheiros. Foi usado um modelo incolor, na medida 20 x 20 cm.

Fotos: Fran Parente
Clima ideal
Ao utilizar o bloco de vidro, o arquiteto Rogério Perez ofereceu luminosidade constante e manteve a privacidade deste espaço dedi cado ao descanso da sauna.
O mod elo transparente, com textura ondulada (C&C), tem 19,5 x 19,5 x 10 cm. No lavabo, abaixo, blocos de vidro formam a parede curva, conferindo luz e leveza ao espaço.


Passagem sob os blocos
Para facilitar a locomoção da sauna para a piscina e vice-versa, a arquiteta Lúcia Helena Bellini projetou uma passagem sob a parede de blocos de vidro ondulados (Margem Projetos). Na medida 20 x 20 cm, o material oferece claridade, além de uma sensação de frescor ao refletir a água.


Proteção e claridade
Neste banheiro, os profissionais da Tieppo & Gonzalez Arquitetura de Interiores optaram por blocos de vidro de 10 x 10 cm (C&C) para fechar a área do chuveiro. O material impede que a água se espalhe e ainda traz claridade para a banca da, já que reflete a luz vinda da janela.
Foto: Divulgação /Fotos: Lucas Fonseca




Foto: Leandro Farchi /Fotos: Divulgação Seves Glas
Luz natural e privacidade
Neste espaço projetado pelo arquiteto Aquiles Nícolas Kílares, o painel de tijolos de vidro separa o lavabo do living, garantindo iluminação natural à entrada do primeiro ambiente. Os blocos de 19 x 19 x 8 cm contribuíram ainda para aumentar a privacidade dos usuários do cômodo.
Esta banheira de blocos de vidro, assinada pela arquiteta Simon e Lourenço, recebeu o modelo Bolha, da Sicmol, que, por ser transparente, dá leveza a o formato da peça . Para a a plicação, foi utilizada a Arga 100 Plus Colorida (Ceramfix), que assenta e rejunta simultaneamente. Cada bloco sai por R$ 11,69.



Foto: Divulgação Seves Glassblock
Blocos diferenciados
Uma das novidades da Seves Glassblocks do Brasil é a linha Pégasus (fotos acima).
Com ela, é possível construir paredes com juntas de até 2 mm, contra as de 10 mm de modelos convencionais.

"Temos ainda a linha Tecnology, que pode ser usada em assoalhos - modelos com face única - e mezaninos - tijolos de face dupla".
Alguns projetos inovam com jogos de luzes atrás dos painéis, criando um efeito inusitado.

"Já os modelos que fogem do formato padrão, quadrado, têm terminais lineares e curvos, e os retangulares são recomendados para paredes curvas.

Há também os angulares (corner blocks), usados em viradas de direção a 90º", completa o gerente. O destaque da Sicmol é a linha Ocean.

"Trata-se de um produto incolor, com luminosidade superior e design diferenciado. Com ele, realmente, é possível surpreender na estética", garante a diretora comercial.

fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/70/artigo218951-2.asp

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Copa 2014 – a importância do controle de orçamento de obras

No dia 30 de outubro de 2007, o mundo assistiu à eleição do Brasil como país sede da Copa do Mundo de 2014. Praticamente 4 anos se passaram desde o anúncio realizado em Zurique, na sede da FIFA, e as obras previstas não mostram uma evolução satisfatória desde então. Já faz algum tempo que os órgãos públicos brasileiros vêm sofrendo inúmeras cobranças de diversos setores para acelerarem as construções dos estádios. Nas últimas semanas, as maiores cobranças ao governo vieram da própria imprensa brasileira. A menos de 4 anos para a Copa do Mundo no Brasil, vamos entender de que forma esta demora pode afetar o governo brasileiro em diversas outras áreas.

Semana passada, a revista Veja, em sua edição de número 2.218, apresentou uma matéria de 10 páginas detalhando a situação dos estádios brasileiros que estarão na Copa. A situação diagnosticada é grave: segundo a reportagem, se o ritmo das obras continuar da mesma maneira, o Brasil estará pronto para o evento apenas em 2038. A revista revela que dos R$ 23,7 bilhões previstos para o orçamento total, apenas R$ 590 mil foram investidos, 7,5% do total.


Para realizar a reportagem, a revista organizou uma verdadeira operação aérea, com fotógrafos sobrevoando cada um dos 12 estádios previstos para abrigar as seleções de todo o mundo. Exceção feita ao estádio Castelão, no qual o ritmo das obras anda dentro do prazo para 2013, todas as outras reformas estão atrasadas. As situações mais críticas, conforme a reportagem, estão nas sedes Curitiba, Natal e São Paulo: na primeira, há um entrave entre o Atlético Paranaense e o Estado para decidir quem irá desembolsar os R$ 130 milhões da obra; em Natal, o Estádio Machadão dará lugar à Areia das Dunas, mas ele ainda precisa ser demolido; em São Paulo, as obras do futuro estádio do Corinthians só começaram nesta semana, no dia 30/05.

Entre as possíveis razões para o atraso elencadas pela Veja, estão: o fato de se ter 12 cidades-sedes, que dificulta a centralização dos investimentos; a falta de um órgão para gerenciar, fiscalizar e cobrar a execução dos projetos – na África do Sul, por exemplo, o governo arcou com 98% dos gastos e controlou o cronograma; dificuldade de se obter recursos rapidamente – as obras não conseguem financiamentos no prazo adequado frente ao BNDES, que, por sua vez, retém a verba porque os contratantes não cumprem as obrigações contratuais; por fim, o velho costume de que em cima da hora o dinheiro costuma aparecer – no Pan, que também tinha obras atrasadas, o orçamento total foi de R$ 4 bilhões, dez vezes a projeção inicial.

Além dos estádios

Um estudo realizado pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) prevê que nove aeroportos brasileiros não ficarão prontos a tempo da Copa 2014. De acordo com o instituto, as obras dos aeroportos de Manaus, Fortaleza, Brasília, Guarulhos, Salvador, Campinas e Cuiabá só ficariam prontas em 2017, tomando por base os prazos médios de elaboração de projetos e licenciamentos do país. Os de Confins e Porto Alegre já estão com projetos básicos prontos, entretanto, também não ficariam prontos dentro do prazo. Veja aqui a matéria da Folha.com sobre o estudo.

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, admitiu a preocupação do governo com o cumprimento dos prazos, após o seminário Infraestrutura de Transporte no Brasil, realizado em São Paulo, no dia 27/5. “Tudo nos preocupa, porque queremos fazer um evento de máxima qualidade, mas os desafios na área de transporte são muito maiores que a Copa do Mundo”, afirmou a ministra.


Douglas Vivian, especialista do setor de serviços da TOTVS, acredita que os aeroportos ficarão prontos a tempo, mas chama atenção para as falhas apresentadas até então. “Possivelmente, as obras serão entregues, mesmo que de forma parcial e a qualquer custo, para enfim termos a tão esperada Copa do Mundo. O fato é que todos esses atrasos comprovaram a nossa incompetência em planejar e executar, o que, aliado aos interesses políticos, demonstra que ainda não estamos suficientemente maduros para mostrarmos ao mundo todo o potencial do Brasil”.

Mesmo com todas as dificuldades apontadas, Douglas tem confiança de que o Brasil irá sediar uma boa Copa do Mundo. “Tenho certeza de que vamos aproveitar esta grande oportunidade para crescer como país e como povo, mostrando a todos o orgulho de ser brasileiro. Esta é a hora de passar por cima de tudo e fazer com que o mundo veja o nosso poder de superação, desta vez planejando com empenho e organização”.

fonte: Blog da TOTVS