sábado, julho 09, 2011

Evoluídas e charmosas

Para quem mora em lugares frios, uma dica ótima.
Fixas, móveis ou cenários 3D, as lareiras transformaram-se em objetos de decoração e podem ocupar e aquecer qualquer espaço da residência.

Quando o frio aperta, aumenta a vontade de ficar em casa com os amigos. Um bate-papo regado a um vinho de qualidade pode se tornar ainda mais agradável junto ao calor de uma lareira.

Antigamente, tais estruturas eram privilégio de quem morava em casa, pela necessidade da chaminé. Hoje em dia, graças aos novos tipos de abastecimento, mais práticos e econômicos, as lareiras podem ser instaladas em apartamentos e espaços menores. Além disso, com os desenhos cada vez mais elaborados, as peças ganharam também funções estéticas. "Elas são contemplativas e, muitas vezes, viram o ponto focal de uma decoração", diz o arquiteto Filipe Bender. 

No entanto, há quem ainda sinta falta do calor da madeira queimando. Nesse caso, é possível encontrar lareiras feitas de metal ou alvenaria, que podem ser executadas sob medida, prontas para embutir. Um nicho adequado e que se encaixe no perfil arquitetônico da residência fica à escolha do proprietário. Vale lembrar que, nesse sistema, é necessário ter uma chaminé para condução da fumaça. 

A maioria acaba escolhendo os modelos à gás, os elétricos e os ecológicos, que utilizam biofluido à base de etanol. "As lareiras a gás podem ser alimentadas por botijões comuns ou GLP (gás liquefeito de petróleo) encanado", explica Bender. Nesse caso, as peças devem possuir uma válvula para bloquear a passagem do gás. Esse esquema, por ser altamente inflamável, requer um profissional capacitado para fazer a instalação.


Na planta da casa localizada no Morumbi, em São Paulo, já constava a lareira. Porém, com design mais quadrado, convencional. A arquiteta Vivian Calisse, da Capolavoro, desenvolveu um nicho de cimento queimado para dar amplitude e integrar a lareira às grandes dimensões do ambiente. A peça funciona a lenha.





Para transformar a varanda em uma extensão do living e deixar o ambiente agradável tanto em dias quentes como nos dias mais frios, a arquiteta Karina Afonso instalou uma lareira a gás da Construflama. A estrutura foi feita em mármore travertino, o mesmo que reveste o chão da área.


1- Da Planika Fires, a lareira chamada de "Hot Chocolate" é também uma mesa de centro. Ela é feita em madeira veener natural e conta com um recipiente com capacidade para um litro de combustível natural. A lareira funciona ininterruptamente por até três horas e meia. R$ 22.298,20, na Obra Vip.

2- Também da Planika Fires, a lareira "Single" é feita de resina poliéster e fibra de vidro. O acabamento é executado em laca na cor branca ou vermelha. Com 23 cm de altura e 80 cm de diâmetro, a lareira funciona por até quatro horas com um litro de Biofuel. R$ 8.998,20, na Obra Vip.

3- Em formato de L, a lareira da Planika Fires é feita em madeira com vidro duplo temperado. Ela funciona a álcool 99,5% ou 92,8%. O recipiente tem capacidade para dois litros, que mantêm a chama acesa durante até oito horas. O produto não produz fumaça, fuligem nem cinzas, e não precisa de chaminé. R$ 17.998,20, na Obra Vip.

4- Combinando fogo, concreto e vidro, a lareira "Jar" é ideal para quem não tem muito espaço. Da Obra Vip, ela funciona com Biofuel. Um litro do combustível rende até três horas. A peça tem 75 cm de altura e 41 cm de diâmetro. R$ 7.180,74 na Obra Vip.

5- Com formas arredondadas, a lareira "Bubble", da Planika Fires, é feita em resina poliéster, fibra de vidro e poliuretano. A pintura em um tom alaranjado dá uma cara mais moderna à peça. Ela funciona com Biofuel, tem 56 cm de altura e 90 cm de diâmetro. R$ 9.158,20, na Obra Vip.

6- A minilareira "Fire Place", da Waise, é perfeita para quem deseja unir charme e praticidade. Pequena, com 36,5 cm de altura e 24,5 cm de diâmetro, ela cabe em qualquer ambiente. A peça é composta por suporte de inox para armazenar o bioetanol em gel, tampa protetora para inserir a chama, base de alumínio e cuba em vidro temperado transparente. R$ 741,60, na Obra Vip.


Mais do que simplesmente aquecer o ambiente, a lareira da Construflama, desenhada pela designer de interiores Jóia Bergamo, chama atenção de quem passa pelo living. O espaço amplo comportou uma estrutura de mármore exuberante, que se estende até o teto. A lareira funciona a gás, que vem direto da cozinha por meio de uma tubulação embutida.





A arquiteta Mariela Klann Fonteyne projetou a suíte Lua de Mel na Casa Hotel Campinas com base no conceito de hotel-boutique. A lareira da Construflama, que usa o álcool como combustível, foi acomodada entre o quarto e o banheiro. A peça foi executada em uma caixa de aço cheia de areia e rodeada por argila expandida, apoiada sobre uma mesa com pés em inox e tampo em ráfia.






No terraço de inverno criado para a Mostra Artefacto Beach & Country 2009 pela arquiteta Denise Barretto, a lareira, além de aquecer, faz as vezes de escultura. O volume metálico na cor preta foi fixado na laje por braçadeiras e, dentro do ambiente, contrasta com os revestimentos frios e em tonalidades mais claras.





O projeto que a arquiteta Cilene Monteiro Lupi expôs na Mostra Artefacto 2010 privilegiou soluções ecologicamente corretas. Assim, ela optou por uma lareira abastecida com biodiesel. A caixa dupla de inox com queimador interno foi embutida num nicho feito em mármore.

 
ELÉTRICAS
1- Além de aquecer o ambiente, a lareira elétrica da Dimplex purifica o ar. Ela conta com um sistema de filtragem integrado que remove esporos, pólen, poeira e outros agentes alérgicos. Tanto a chama, conseguida graças a um efeito 3D, como o aquecimento, são regulados por controle remoto. Preço sob consulta.

2- Com a aparência de uma lareira tradicional, o modelo DF23, da Dimplex, conta com o efeito 3D de chama patenteado pela empresa. Funciona por controle remoto e pode ser instalado em qualquer ambiente, basta apenas um disjuntor e tomada corretamente dimensionada e exclusiva para o equipamento. Preço sob consulta.



3- Na vertical, a lareira elétrica da Dimplex, além de economizar energia e não poluir o ambiente com a emissão de gases, garante a segurança do usuário com o resfriamento do vidro frontal. O aquecimento e a purificação do ar, assim como a intensidade da chama em 3D, são regulados por controle remoto.

4- Quem fica inseguro com o fogo, pode optar por uma peça que aquece com uma chama de "mentirinha". Da K3 Imports, a Lareira elétrica aquece um ambiente de 25 m² em 20 minutos, sem a necessidade de qualquer combustível. O efeito visual fica por conta de uma tela de LCD. Pode ser comprada também com um aparador.



 

Diferente, a Lareira Elétrica Opti-Myst, da Entreposto, reproduz perfeitamente a chama de uma lareira convencional, efeito obtido com vapor d'água iluminado por lâmpadas xênon. As toras são pintadas a mão e iluminadas internamente com lâmpadas LED que variam de intensidade, dando a sensação de brasa queimando. Regulada por controle remoto, aquece o ambiente sem ressecar o ar.




Unindo conforto à ideia de sustentabilidade, a lareira da Líder Interiores é feita em padrão demolição. Os acabamentos e encaixes em linhas retas proporcionam a instalação rápida em qualquer tipo de parede. As medidas são: 100 cm de altura, 100 cm de largura e 33 cm de profundidade. Custa a partir de R$ 4.680,00.
Os modelos ecológicos, alimentados por biofluido, liberam uma quantidade mínima de CO2, não produzindo fumaça ou cheiro. 

Por não precisarem de tomadas, dutos nem chaminés, essas lareiras são encontradas em diversas formas e materiais. "Nos quesitos instalação e custo-benefício, a lareira ecológica ganha das lareiras tradicionais e pode ser instalada em qualquer ambiente dentro de casa", afirma a arquiteta Cilene Monteiro Lupi. Para ela, outra grande vantagem é otimizar a manutenção e a limpeza. 


Os avanços tecnológicos permitiram um outro tipo de lareira, as elétricas. Elas são como aquecedores de ar e algumas contam até com sistemas de purificação. A diferença em relação aos equipamentos tradicionais usados para aquecer o ambiente é que a aparência lembra a de uma lareira tradicional, a lenha. 

Telas de LCD exibem chamas em efeito 3D que podem ser controladas remotamente. Algumas podem, inclusive, ser instaladas em nichos que imitam dutos de chaminés.

Para a arquiteta Mariela Klann, existem duas principais diferenças entre as lareiras de hoje em dia e as movidas a lenha.

"A primeira é a grande variedade de opções de combustíveis contra a única opção da madeira, e a outra é que as lareiras de antigamente eram feitas sob medida para cada local, o que exigia mão de obra especializada e projeto detalhado", afirma. 

Com tantas alternativas no mercado, só passa frio quem quer. Escolha o modelo mais adequado para a sua casa ou apartamento e enfrente o inverno com muito charme.

fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/71/artigo224098-6.asp

quinta-feira, julho 07, 2011

Linha Caruaru ... de Marcelo Rosenbaun


Os móveis inspirados na Feira de Caruaru ganharam chão e, do agreste do Pernambuco, chegaram ao Mercosul.  A Linha Caruaru, criada em 2009 para a Micasa e produzida pela Artefama,  foi vencedora do prêmio Salão Design Móvel Sul 2010, na categoria móveis, modalidade Indústria. 





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Para o lançamento da Linha Caruaru, montamos uma exposição com os móveis na loja Micasa.

A cena ficou assim:
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Ao som de O Sertanejo Escandinavo, trilha especialmente assinada pelo Jackson Araujo.


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Sofá suspenso por balões?


Trinta e quatro minutos de filme. Isso bastou para que a empresa h220430 desenvolvesse um design inovador para um sofá.  O curta metragem francês “Le Ballon Rouge” de 1953, conta a histoíria de um pequeno garoto que ao caminho da escola encontra um balão vermelho e, ao divertir-se com o novo brinquedo, descobre que este possui uma mente e vontade própria e começa a segui-lo por toda parte.

Mas, diferente do filme, os balões do sofá Balloon Bench não possuem vontade própria, mas parecem ter. A Ilusão de ótica que o design proporciona é de que os balões estão realmente suspendendo o sofá. Porém, são estruturas em formato de balões  fixadas ao teto que sustentam todo o peso da parte inferior que serve como assento.  Os balões ainda são belíssimas luminárias.  Deste modo, proporcionam um ar ainda mais mágico, assim como o filme, para o ambiente.

Foto por:  Ikunori Yamamoto
Fonte: Criadesign

O design dos escritórios da Skype, Facebook e Google.

Explorando seus espaços com tecnologia e criatividade algumas empresas chamam a atenção por oferecer em seus ambientes de trabalho propostas novas e criativas que estimulam o trabalho de seus funcionários. 

Destacamos algumas empresas onde esses aspectos são bastante visíveis. 

Os escritórios da empresa Skype em Londres e Estocolmo são fortes exemplos de inovação. O escritório em Estocolmo prioriza a comunicação, que é símbolo da empresa, através do visual moderno composto por móveis que se interligam. O escritório de Londres também tem em sua estética a comunicação e a diversão, pois inclui além de móveis divertidos, uma espécie de touro mecânico que serve como uma válvula de escape para os funcionários.



A empresa Facebook, comandada pelo jovem Mark Zuckerberg prioriza em seus ambientes o lazer e a liberdade.

Todos os funcionários possuem autonomia para modificar ambientes, desenhar e escrever em suas paredes, além de posicionar os móveis da maneira que lhes convir. O espaço é moderno e parece dialogar com os funcionários. O lazer fica por conta dos interativos para música, games e esportes.


Já o escritório da empresa Google em Londres teve como briefing o entretenimento e a funcionalidade. O resultado foi uma criação inspirada em um resort, com ambientes que simulam cabines e cadeiras de praia, móveis coloridos e um ambiente com uma visão do mar e horizonte.


O visual dessas empresas confirma que deve ser mais do que estimulante trabalhar em escritórios onde a inovação e criatividade são peças fundamentais.

SP vai pagar R$ 26 mi por projeto de iluminação

São Paulo - De olho no potencial turístico da Copa do Mundo de 2014, a Prefeitura de São Paulo vai pagar R$ 26,2 milhões para uma empresa desenvolver projetos de iluminação para locais históricos da cidade. Nove pontos serão contemplados, além da reformulação do padrão de iluminação urbana de todas as ruas do centro histórico. 

A assinatura do contrato, porém, depende de autorização do Tribunal de Contas do Município (TCM). O encerramento da licitação foi publicado ontem no Diário Oficial da Cidade - apenas um consórcio apresentou proposta e foi o vencedor. O TCM havia enviado ofício à Prefeitura em junho pedindo a suspensão do certame por causa de possíveis irregularidades. A Prefeitura já se justificou e espera que a autorização para a contratação saia nos próximos dias.

A empresa contratada terá 18 meses para apresentar um projeto de iluminação de destaque para algumas das principais atrações turísticas e históricas no centro da cidade, como a Catedral da Sé, Largo São Francisco, Pátio do Colégio, Viaduto do Chá e Igreja da Consolação. A previsão é de que cerca de 3.900 novos pontos de luz sejam instalados para valorizar as formas e a arquitetura desses locais. Também é responsabilidade da contratada providenciar a autorização dos órgãos de patrimônio para a mudança na iluminação - a maioria é tombada.

Uma das novidades previstas é a instalação de projetores e iluminação cenográfica com telas de LED nos edifícios e nas ruas do centro. Atenção especial será dada também às faixas de pedestres. A previsão é de que tudo esteja pronto até 2014. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.