terça-feira, agosto 16, 2011

Tirando onda


Projetada pelos arquitetos do Iredale Pedersen, esta casa de férias encarna o clima ideal para os que cutem um fim de semana longe das loucuras das grandes cidades. A morada em frente à praia da Flórida, na Austrália, faz a combinação perfeita: sol, mar e boa arquitetura. 

A obra de apenas um piso tem todo seu espaço alinhado e estruturado com madeira de plantações de pinheiros, pré-fabricados e transportados para o local especialmente para a construção. 

No interior, vidros proporcionam luz natural nos ambientes. Já no décor, o branco predomina todo o espaço. Outros materiais como chapas de fibrocimento e aço, também foram utilizados no projeto, colunas finas de aço suportam todo o telhado denso e ondulado.










segunda-feira, agosto 15, 2011

Casinha de dormir

Quarto de gêmeas tem camas encaixadas em recuo na parede. A ideia é simular duas pequenas casinhas


Os pais precisavam dividir o quarto entre duas irmãs gêmeas, do jeito mais agradável possível. Então, surgiu a ideia de transformar as camas em casinhas, onde as meninas poderiam brincar durante o dia e descansar à noite. Com recuos na parede, eles criaram este espaço divertido, com direito a telhadinhos e cortinas, onde as camas são encaixadas. Na parede, uma pintura feita pela tia das meninas, a artista Morgan Bricca, complementa o ambiente deixando-o ainda mais romântico e feminino. 


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A cama é encaixada em um recuo, com forma de casinha
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Repare que nas laterais internas das "casinhas" há prateleiras para colocar as luminárias e outros objetos pessoais das meninas

Café e lavanderia ao mesmo tempo

Estabelecimento diferente em Oslo, na Noruega, tem restaurante para que os clientes aproveitem enquanto as roupas são lavadas


Aqui no Brasil nem tanto, mas nos Estados Unidos e na Europa, é comum as pessoas lavarem suas roupas fora de casa, em estabelecimentos que “emprestam” as máquinas de lavar e secar. Este espaço, em Oslo, capital da Noruega, serve para isso, mas tem um diferencial.

Enquanto esperam até que as peças estejam limpas e secas, os clientes podem aproveitar para comer, beber e bater um papo no charmosíssimo restaurante/café, com decoração vintage, que funciona no mesmo lugar. A lavanderia, que se chama Laundromat, ainda tem sinal de wi-fi e mais de 4 mil livros para emprestar a quem vai ficar um tempo por ali, aguardando.


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A lavanderia diferente fica em Oslo, capital da Noruega
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Enquanto esperam as roupas ficarem limpas, os clientes podem passar o tempo neste charmoso café
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Telefones antigos decoram uma das paredes
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A coleção de canecas enfeita a prateleira
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Impossível se entendiar: são cerca de 4 mil livros oferecidos aos clientes

domingo, agosto 14, 2011

Arquiteto alemão projeta casas modulares que produzem mais energia do que consomem

Eu falei a algum tempo da Zero House

“Triple Zero” é uma marca desenvolvida por Werner Sobek para definir as demandas que um edifício deve cumprir para satisfazer as aspirações quanto à sustentabilidade ambiental. Os três zeros significam: consumo zero de energia, emissão zero de carbono e zero resíduos na construção e desconstrução.



A construção não requer energia. A energia gerada por fontes alternativas dentro e fora do edifício ou a porção imediata da propriedade sobre a qual o edifício está é pelo menos igual à demanda energética primária do edifício usada para aquecimento, arrefecimento, água quente, energias auxiliares e energia para todas as aplicações domésticas típicas.

O edifício não produz emissões de CO2. O valor de referência é a demanda total de energia primária, que é então convertida em emissões de CO2. Nenhum processo de queima é permitido no prédio ou na propriedade.
O desperdício é zero quando se trata de construção e desconstrução do edifício. Ao final do seu ciclo de vida todos os elementos da construção podem ser totalmente reciclados, ou seja, nenhum dos componentes precisam ser incinerados ou enviados para um aterro sanitário. O terreno pode ser devolvido à natureza sem problemas de contaminação ou acúmulo de resíduos.

A engenharia alemã tem sido anunciada como inovadora na área de sustentabilidade e com a ajuda do aclamado arquiteto e engenheiro estrutural, Sobek, parece também estar empurrando o movimento das casas pré-fabricadas.

Sobek e sua empresa de design de engenharia conceberam uma série de casas pré-fabricadas, modernas e modulares. Projetadas para serem elegantes e sustentáveis usam sistemas pré-fabricados leves, peças modulares e foram especialmente projetadas para serem eficientes em termos energéticos.

A característica mais importante é que essas casas produzem mais energia do que consomem. Portanto, podem agir como pequenas centrais também.


O destaque aqui vai para a casa R128, que é uma casa de vidro e aço, e utiliza materiais totalmente ecológicos e recicláveis. Suas peças são leves e modulares, o que facilita o transporte e a construção. A casa experimental que fica em Stuttgart, na Alemanha, foi construída em apenas 11 semanas. 

No interior, a residência não possui portas ou paredes e é controlada por sensores de movimento e comandos de voz. A casa também é energeticamente eficiente, com painéis solares no telhado e painéis de vidro que ajudam a manter a temperatura ambiente confortável durante todo o ano.

fonte: http://www.ciclovivo.com.br

sábado, agosto 13, 2011

Artacho Jurado - Arquitetura Proibida


A São Paulo da década de 1950 viu brotar em seus pontos nobres um novo estilo de construção residencial: apartamentos amplos, de fachadas extensamente decoradas e criados para satisfazer a expectativa do público da classe média emergente na época, o que implicava oferecer aos moradores um conjunto de instalações até então inusitadas em condomínios, como jardins de inverno, solário, piscina, salão de leitura, salão de festas e grandes saguões de circulação.

O idealizador dessas edificações era João Artacho Jurado, empresário que soube aliar em seus projetos quesitos como boa localização, conforto, espaço, baixo preço de venda e, até, recursos para garantir o barateamento de contas de manutenção do condomínio, de modo que o consolidasse como opção atraente de habitação.

No livro Artacho Jurado: Arquitetura Proibida, Ruy Eduardo Debs Franco faz um balanço da trajetória e legado de Jurado, nos quais se mesclam inovações arquitetônicas, ousadia empresarial, autodidaxia e controvérsias estéticas. Com sua publicação, coloca-se em discussão mais um aspecto da história da urbanização e produção arquitetônica na capital paulista.

Bretagne, Cinderella, Parque das Hortencias, Apracs (Scarpa ao contrário)... Só pelos nomes, tão distantes da realidade paulistana, não dá para imaginar que esses prédios contam um dos episódios mais interessantes da arquitetura da capital.

Todos foram projetados pelo empreendedor autodidata João Artacho Jurado (1907-1983) e partilham cores, formatos e materiais inusitados para o período em que foram construídos, em meados do século 20.

Devido à sua ousadia, Artacho, que não se formou em arquitetura, foi muito criticado por arquitetos da época. João Artacho Jurado foi um empresário paulista, proprietário da Construtora Monções, depois com nome alterado para Scarpa.

Artacho Jurado começou a trabalhar na década de 1930 e sua produção se aprofundou nas décadas de 40 e 50. Apesar de não ser arquiteto, idealizava os prédios e pedia para algum arquiteto assinar as plantas. Artacho não frequentou escolas pois seu pai, que era anarquista, se recusava a deixar seu filho jurar a bandeira, cerimônia obrigatória nas escolas da época.

Numa época de arquitetura racionalista, Jurado pregou a exuberância.

Misturou pilotis, pastilha, gradis, ornatos, boulevards internos, piscinas sinuosas nas coberturas, curvas acintosamente decorativas. Forma não era função, definitivamente. Era um “hollywoodiano”, um Gaudi dos anos 50. O espetáculo não era apenas o que saía de sua prancheta, mas também as estratégias de comercialização. Afinal, ele era empreiteiro antes de ser arquiteto. 

Sua arquitetura reflete os sonhos hollywoodianos do pós-guerra em uma mistura de estilos e linguagens: o moderno, o nouveau, o déco e o clássico. Visando a classe média-alta e alta, seus edifícios eram projetados com uma série de serviços e opções de lazer: piscina, terraço com bar na cobertura, onde eram promovidas as festas de inauguração.

Constantemente fiscalizado pelo CREA, nas placas de suas obras seu nome não podia figurar em tamanho maior do que o nome do engenheiro responsável. No entanto, Artacho Jurado dificilmente obedecia à imposição, aumentando a ira de alguns arquitetos, que consideravam ultrajante sua atuação profissional, visto que ele não era arquiteto formado.

O reconhecimento de suas obras foi tardio, uma vez que nunca lhe foi permitido assiná-las

sexta-feira, agosto 12, 2011

Patchwork Império artesanal


Técnica das mais lembradas quando o assunto é exercitar a criatividade, o patchwork não sai da mira dos decoradores. Utilizando materiais diversos como tecidos, couros e peles, o processo de unir e costurar retalhos em novas formas e propósitos amadureceu tanto que conquistou súditos, empresas, estúdios e admiradores a serviço da sofisticação


Espelho de parede oval, modelo Império, 90x53 cm, da Rojemac para Dayan Casa, por R$ 744. 
Vaso Arcade Bohemia, 36 cm, da Rojemac para Dayan Casa, por R$ 213. Baú de couro, Cecilia 
Dale, R$ 5.450. Lareira Elétrica Opti-Myst, com chama 3D, da Entreposto, R$ 14.998. Castiçal 
de cristal, modelo Star Garden, na Star Home, por R$ 958. Tapete de patchwork, em couro lavado
laranja, na Século Tapetes, R$ 16.300. Poltrona Flavia, folheada em prata, com assento em patchwork
de pelo de coelho, na Star Home. Preço sob consulta. Também em patchwork, manta de pelo de 
coelho, cinza natural, 1,30 x1,80 m, na Star Home, por R$ 1.886.




Rococó, Violão e Oval, as molduras em patchwork são da Coisas da Doris. Preços entre 
R$ 150 e R$ 490. Pufe redondo, com pés pintados e revestido com tecidos coloridos e poás, 
44x25 cm. R$ 593, na Estar Móveis. Banquinho retangular, com pés pintados e em tecidos
coloridos, 51x37x26 cm; R$ 593, na Estar móveis. Xícaras de chá com pires, da Presentes 
Mickey, por R$ 24 cada


Painel em patchwork, executado pela artista plástica Silvia Schmidt, com tecidos da Regatta 
Tecidos Especiais, Larmod e Paranatex. Porta-joias em prata antiga, da Rojemac para Dayan Casa.
Jogo de cama, modelo Gstaad, em patchwork, 100% algodão, na Casa Almeida. R$ 799 o kit com
três peças (almofadas à parte). Travesseiros Trisoft Eco, feitos 100% de fibra de garrafa PET
reciclada. R$ 21,99 cada.




Customizados, a poltrona mosaico mede 76x84x94 m e custa a partir de R$ 1.164 (o preço varia de
acordo com o tecido utilizado) e o pufe mosaico, com rodízios, 50x50 cm, a partir de R$ 677. 
Na Fomatual Baby & Kids.Tapete Leon, da Coleção Art Déco 2011, com formas geométricas
dos "loucos anos 20" que remetem ao patchwork, 100% nylon Por R$ 836,46 o m², na Avanti.
Mesa de canto, modelo Faux Bambu. Na Vila Vitória, R$ 3.850

Poltronas em patchwork de veludo liso e devorê. Na Bya Barros, R$ 5.900 cada. 
Almofada Goas, 40x35 cm, com patchwork em pelo de coelho, R$ 360, na Kare.
Banqueta em patchwork de tecidos, 54x30x100 cm, em madeira e tecido de algodão, 
R$ 850, na Kare.

 fonte: http://revistadcasa.uol.com.br/ESDC/Edicoes/50/artigo224281-3.asp

quinta-feira, agosto 11, 2011

Mesa de centro tem formato de polvo





Mote para algumas peças de mobiliário criadas pelo designer norte-americano Jesse Shaw, o polvo é a principal inspiração por trás da apropriadamente nomeada Octopus Table, esta inventiva mesinha de centro.

No formato do animal de tentáculos, o móvel possui uma estrutura composta de seis longos braços de resina que sustentam o tampo de vidro, com o auxílio de seis perninhas menores. Para o designer, a intenção da peça, com suas linhas leves e graciosas, é trazer tranquilidade aos ambientes da casa.

De acordo com Shaw, o polvo é um exemplo de animal capaz de alterar o seu formato para adaptar-se ao meio ambiente. Não à toa, portanto, o móvel pode ser disposto em duas posições distintas: quando virada ao contrário, a base se assemelha a uma flor de lótus sob a água. Outra qualidade da Octopus Table é o fato de que suas pernas são desmontáveis, o que facilita o transporte da peça.

Foto: divulgação

Fonte: http://casavogue.globo.com/design/mesa-de-centro-tem-formato-de-polvo/

Escorregador em estação de trem acelera passagem





A vida apressada dos moradores de Utrecht, na Holanda, ficou um pouco mais divertida depois da instalação do chamado “acelerador de transferência” na estação de trem de Overvecht. Na verdade, a construção nada mais é do que um escorregador bem parecido com os encontrados em playgrounds, mas tem um tamanho ideal para adultos.

O objetivo não foi apenas dar mais leveza ao cotidiano das pessoas, mas também criar um atalho para os pedestres que não quiserem perder tempo descendo escadas. O “acelerador de transferência” foi instalado pela empresa de arquitetura HIK Ontwerpers, e faz parte do projeto da reforma e revitalização da estação.

O local foi aberto em 1995, mas sofreu grande depredação com o tempo e a falta de cuidados. A reinauguração aconteceu no início deste mês e, além do escorregador, o novo prédio traz mais áreas verdes e espaços para relaxar.

Living Architecture: construções se adaptam à natureza


Para provar que é possível construir de forma original e sem destruir a natureza, a ONG Living Architecture encomendou a construção da Balancing Barn, uma casa de campo que fica suspensa no ar, para respeitar o relevo íngreme do terreno onde foi erguida
.


Era uma vez, em um distante e esquecido vale nas pradarias do Kingdom of East Angles, no interior da Inglaterra, uma fazenda onde havia um pequeno lago e um celeiro... suspenso! É quase uma ilusão de ótica e, apesar da ideia principal do projeto ter sido, justamente, a valorização do ambiente local, não há como passar despercebido pela exuberante Balancing Barn.

O antigo celeiro virou casa de campo, que foi encomendada pela Living Architecture - uma organização não-governamental fundada pelo filósofo e escritor suíço Alain de Botton - e projetada pelo escritório holandês MVRDV, que procura colocar simplicidade, praticidade, humanidade e bom humor em suas criações.

O projeto manteve o relevo íngreme do terreno intocado, deixando metade da viga da casa - 15 metros - suspensa no ar. O design é todo minimalista: a construção foi posicionada em simetria com a trajetória das árvores da estrada que dá acesso à casa e o aço polido do exterior funciona como espelho que reflete a paisagem natural dos prados do entorno.

A Balancing Barn tem quatro dormitórios e está disponível para aluguel aos finais de semana por cerca de 500 reais a diária. Excelente opção para quem quer passar um momento, literalmente, em perfeito equilíbrio!

fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/living-architecture-arquitetura-sustentavel-balancing-barn-632446.shtml

 

quarta-feira, agosto 10, 2011

O étnico com toques naturais

Elementos étnicos e peças inspiradas nas formas da natureza (às vezes literalmente) compõem, de forma harmônica, a decoração dessa suíte em Miami Beach, na Flórida. Objetos e materiais orgânicos estão em toda a parte: no tronco de árvore da mesinha de centro, no tapete de zebra, na concha que forma a base do abajur da antessala ou nas folhas que constituem o encosto das cadeiras ao lado da cama. O jogo de cores suaves – beges, amarelos, rosa e laranja – traz vida ao ambiente, realçada pela luz que penetra pela janela e atravessa as divisórias permeáveis.

Fonte: Casa Vogue

{ Momento fofura}


A atmosfera pop reina soberana neste living em uma residência londrina. Pintada de preto, a lareira se transforma numa grande moldura que ressalta ainda mais o colorido da Marilyn de Andy Warhol. Esta obra, aliás, é o ponto de partida do projeto: as cores do mobiliário foram selecionadas a dedo para dialogar com o esquema cromático criado por Warhol. Completando a cena, nada mais natural do que a escolha de cadeiras Panton para a mesa de jantar – afinal, como deixar Verner Panton de fora quando o tema em questão é o pop?

fonte: http://casavogue.globo.com/interiores/decor-do-dia-pop-traz-frescor-e-ousadia/

Centro Aquático de Londres, criação de Zaha Hadid para a Olimpíada de 2012, fica pronto



Cobertura em forma de onda com 160 m de extensão 

garante fluidez e conecta o edifício ao entorno.




Três pilares de concreto suportam 2,8 mil t de treliças metálicas, que por sua vez sustentam uma 
cobertura metálica de 160 m de extensão com vão-livre, revestida por 11 mil m² de painéis d
e alumínio. Esse é o grande destaque do Centro Aquático de Londres, criação de Zaha Hadid
para a Olimpíada de 2012 que acaba de ficar pronta.


Divulgação: ODA
Estruturas temporárias contrastam com a forma da estrutura principal




A cobertura em forma de onda tem vão-livre que acompanha toda a sua extensão, segundo a arquiteta
anglo-iraquiana, para "garantir fluidez ao projeto e se enquadrar ao entorno".


O primeiro passo da obra foi a colocação de aproximadamente 2,4 mil estacas de concreto para a
fundação do centro. Depois, foi iniciada a construção dos três pilares que sustentam a estrutura da 
cobertura.  A estrutura metálica do telhado foi montada no chão, antes de sua instalação sobre os
pilares.


Uma das principais discussões sobre o projeto esteve relacionada ao uso de 2,8 mil t de
aço na estrutura, quase dez vezes mais do que o material usado no Velódromo de Londres,
que também tem cobertura curva. Jim Heverin, diretor do projeto no escritório de Zaha, 
afirmou que a quantidade de aço utilizada na estrutura foi necessária para assegurar a
estabilidade do edifício, e que esse número não poderia ser reduzido.


As três piscinas do edifício, duas de 50 m, sendo uma principal, e outra de 25 m, são 
construídas no eixo longitudinal da estrutura, seguindo a direção da cobertura. Juntas, 
acumulam aproximadamente 
10 milhões de litros d'água. O equipamento também abriga uma área para aquecimento dos atletas.


Para os jogos, o centro contará com duas instalações temporárias de arquibancadas montadas nas
laterais da estrutura. Construídas em aço, as instalações retas e simples, cobertas por uma membrana 
de PVC, contrastam com o  formato do edifício principal. Somadas, terão capacidade para acomodar
17,5 mil pessoas.


Depois dos jogos, o equipamento central abrigará três mil assentos, e o espaço aberto nas
laterais, que atualmente conecta as duas instalações de arquibancadas,  será fechado com vidro
para garantir a iluminação natural.


A construção durou aproximadamente três anos, sob custo de US$ 438 milhões.
Para a obra, foi necessária a demolição das estruturas existentes no canteiro e a
remediação do solo, que estava contaminado por uso industrial. 
Divulgação: ODA
Telhado segue forma de onda
Divulgação: ODA
Três piscinas acumulam aproximadamente 10 milhões de litros d'água
Divulgação: ODA
Forma do telhado permite espaço interno sem colunas
Divulgação: ODA
Área ocupada por instalações temporárias será fechada com vidro

terça-feira, agosto 09, 2011

Casa da Barbie Arquiteta tem painéis fotovoltaicos e cobertura verde

Ting Li e Maja Paklar venceram concurso de ideias realizado pelo Instituto Americano de Arquitetos com projeto sustentável para o brinquedo


As arquitetas Ting Li e Maja Paklar venceram concurso realizado pelo Instituto Americano de Arquitetos (AIA) para o projeto da casa da boneca Barbie Arquiteta. O brinquedo pertence à linha "I Can Be" (Eu Posso Ser, em português) de uma fabricante que traz a boneca em várias profissões, com o objetivo de inspirar meninas a escolher uma carreira. O projeto vencedor recebeu 8.470 votos do público.



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Telas na cor rosa funcionariam como brises    

O projeto conceitual prevê uma casa de cinco pavimentos, com 453 m² de área interna e 186 m² de área externa, que seria construída na praia de Malibu, nos Estados Unidos. A casa teria dois volumes retangulares e dois quadriculares, sobrepostos e ligados por uma escada em espiral, que giraria em torno de um tubo oco que funcionaria como closet. Um sistema computadorizado traria a roupa que a Barbie escolhesse para o quarto.

O projeto propõe uma residência um pouco mais alta que o nível do mar, seguindo a topografia do terreno. O acesso principal seria feito pela praia, através de uma escada.

As arquitetas incorporaram ao projeto itens de sustentabilidade, tais como painéis fotovoltaicos, telhado verde, telas metálicas sombreiam a fachada, descargas com sistema dual flush e economia de energia. A fachada, em sua maior parte em vidro, permitiria a vista para as montanhas e o mar de todos os pavimentos.



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Projeto conceitual propõe casa sustentável para a boneca Barbie Arquiteta    

O andar térreo abrigaria a sala de estar, de jantar e a cozinha. No primeiro pavimento, estariam localizados a biblioteca, o escritório e uma varanda ajardinada.

O quarto e um banheiro ficariam no segundo andar, enquanto o espaço do terceiro pavimento abrigaria uma sala de meditação e uma academia. No topo da casa, haveria uma estufa e o telhado verde. A casa não tem garagem, já que a boneca usaria somente sua motocicleta do tipo Vespa para se locomover.


 fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/casa-da-barbie-arquiteta-tem-paineis-fotovoltaicos-e-telhado-verde-226600-1.asp



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Fórum do Meio Ambiente, em Brasília, deverá receber primeiro selo Leed do Centro-Oeste



Com projeto do escritório Zanettini Arquitetura em co-autoria com a arquiteta Sandra Henriques, edifício foi implantado no eixo norte-sul para aproveitar a ventilação cruzada e iluminação natural nos ambientes internos





Divulgação: Zanettini Arquitetura
Foi inaugurado o Fórum do Meio Ambiente e da Fazenda Pública do Distrito Federal, em Brasília. 
O projeto do escritório Zanettini Arquitetura, em co-autoria com a arquiteta Sandra Henriques, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), deverá ser a primeira obra da região Centro-Oeste do País a ser reconhecida pelo Green Building Council Brasil como sustentável por atender aos requisitos da certificação Leed.
O edifício de 6,2 mil m² com cinco pavimentos, todo estruturado em aço, foi implantado longitudinalmente no eixo norte-sul para aproveitar ao máximo a ventilação cruzada e iluminação natural nos ambientes internos. De acordo com o escritório de arquitetura, os terraços verdes e vazios existentes em todos os pavimentos servem para "humanizar o ambiente".

A preocupação com o sombreamento das áreas internas demandou a criação de terraços em balanço em todos os pavimentos e a colocação de telas em aço inoxidável, tensionadas e afastas 80 cm da fachada. Além disso, as superfícies leste e oeste são cegas, evitando a incidência da radiação solar direta e ganhos térmicos indesejáveis oriundos destas orientações. Com isso, houve grande economia de energia pelo abrandamento da carga térmica anterior.



Divulgação: Zanettini Arquitetura

A estrutura que se desenvolve em uma malha de 1,25 m X 1,25 m, lajes steel deck, fechamentos e divisórias em drywall foram pensados para proporcionar espaços e sistemas flexíveis, para que futuras modificações no espaço possam ser feitas mais rapidamente. Ainda, esses sistemas agilizaram a construção do edifício e deixaram o canteiro de obras mais limpo.

"A proposta aborda o desafio de minimizar o impacto ambiental da construção, resultando em ambientes internos e externos que garantam o conforto ambiental do usuário, eficiência energética do edifício e sistemas, possibilidade de utilização de energia limpa, economia de água com reutilização de águas cinzas e pluviais para fins não potáveis e adoção de metais eficientes e integração com a paisagem do entorno", relata o escritório.

Segundo Marco Aurélio B. G., engenheiro civil da Caenge Ambiental, responsável pela obra, "foram aplicados 20% de materiais reciclados na obra e 40% de materiais regionais, produzidos em um raio de 800 km de distância do local. Também utilizamos a gestão sustentável de resíduos, garantindo que 75% dos resíduos gerados fossem reaproveitados ou reciclados". Além disso, toda a madeira utilizada nas paredes divisórias é comprovadamente proveniente de reflorestamento. As tintas, mantas e colas utilizadas foram testadas em laboratórios independentes de forma a garantir a conformidade dos produtos às normas técnicas mais restritivas de liberação de COV´s (Compostos Orgânicos Voláteis).

Divulgação: Zanettini Arquitetura

Divulgação: Zanettini Arquitetura

Divulgação: Zanettini Arquitetura

Divulgação: Zanettini Arquitetura

Divulgação: Zanettini Arquitetura

Divulgação: Zanettini Arquitetura
Ficha Técnica:

Fórum do Meio Ambiente e da Fazenda Pública do Distrito Federal
Data de inauguração: 29 de abril de 2011
Localização: Brasília, DF 
Área construída: 6.282,36 m²
Autor do projeto arquitetônico: Siegbert Zanettini
Co-autoria do projeto arquitetônico: Sandra Henriques

Escritório Zanettini Arquitetura

fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/forum-do-meio-ambiente-em-brasilia-recebe-primeiro-selo-leed-213801-1.asp

Caixa Econômica Federal constrói primeira agência em steel framing


Após inaugurar obra no Distrito Federal, banco planeja a construção de mais 25 unidades com o sistema.

 

A Caixa Econômica Federal (CEF) construiu sua primeira agência com sistema steel framing em maio e deve replicar a experiência em 25 das próximas unidades que pretende construir.

Divulgação: Brasgips
Estrutura da agência foi construída com perfis leves de aço
De acordo com o engenheiro da Brasgips Josélio S. Rodrigues Júnior, responsável pela obra, o sistema foi empregado na Agência Paranoá (DF) pelo baixo custo e por ser considerado um modelo sustentável de construção. 

O metro quadrado da obra custou cerca de R$ 650. O edifício tem 700 m² de área útil.
 

O engenheiro ainda afirma que a rapidez na construção favoreceu a escolha do sistema. A obra, iniciada em março deste ano, durou 60 dias. 

Os componentes da estrutura chegaram prontos ao canteiro para a montagem sobre a fundação em radier. Para a cobertura, foram utilizadas telhas de aço termoacústicas do tipo sanduíche.

 
Após a instalação da cobertura, placas cimentícias de 10 mm e placas de OSB (Oriented Stand Board) foram utilizadas para o fechamento do empreendimento. 

Após essa etapa, foram executadas as vedações internas com drywall, seguidas pelo embutimento das instalações elétricas e hidráulicas e depois pelos acabamentos.

 
Com sete tipologias projetadas, as próximas agências construídas com o sistema deverão ter áreas entre 100 m² e 700 m².

Divulgação: Brasgips
Edifício foi finalizado em 60 dias

Divulgação: Brasgips
Componentes já chegam prontos ao canteiro de obras

Divulgação: Brasgips
Placas de OSB foram utilizadas para fechamento

fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/tecnologia-materiais/caixa-economica-federal-constroi-primeira-agencia-em-steel-framing-225960-1.asp

 
Sequência de montagem de uma casa em steel framing com 250 m² e de uma habitação popular: