quarta-feira, setembro 07, 2011

Clínica de Ortopedia - Campina Grande - Altamir Cavalcanti



Algumas fotos da clínica, eu não tirei fotos do local assim q  foi feita a construção e a reforma, já modificaram algumas coisas.



 Detalhe na recepção

Banheiros Maculino e Feminino




                                                  feminino                                 masculino


As portas e janelas são de PVC e Vidro

 Pérgola - Para ventilação e iluminação natural.


 Lavabo Reversível  entre o dois consultórios médicos

 Detalhe do mobiliário projetado



 hall

 Parede com revestimento de barita para blindagem  da sala de raio x

terça-feira, setembro 06, 2011

Hall - Reforma de Apartamento




Projeto 3D ARQUI-DESIGN




Edifício envidraçado com sete andares em formatos diferentes é concluído no Japão


Unidades se conectam por espaços abertos nos pavimentos, tornando cada espaço único. Kazuo Sejima, do escritório Sanaa, assina o projeto





Divulgação
O edifício comercial Shibaura House, desenhado pela arquiteta Kazuyo Sejima, vencedora do Prêmio Pritzker com Ryue Nishizawa (Sanaa), acaba de ser concluído na região industrial de Shibaura, em Tóquio, Japão. O prédio tem sete pavimentos, todos em formatos diferentes, em uma área de aproximadamente 1.000 m². A planta possibilita a flexibilidade de uso dos cômodos, que podem ser adaptados para eventos como reuniões, conferências, atividades recreativas, aulas e exibições.
As unidades se conectam por meio de espaços abertos no chão de cada andar, tornado cada espaço único e criando programas diferentes. Grande parte da ligação entre os pavimentos é feito por uma escada circular.


Para favorecer a iluminação natural, as quatro fachadas são de vidro, com estrutura metálica tensionada. Em dois espaços do edifício retangular a fachada é retraída, formando áreas abertas no prédio. No terceiro e quarto pavimentos, é possível visualizar no edifício aparente a escada circular.


Veja mais imagens do edifício:



Divulgação

Divulgação




Divulgação
Divulgação

fonte: http://www.piniweb.com.br//construcao/arquitetura/edificio-envidracado-com-sete-andares-em-formatos-diferentes-e-concluido-228259-1.asp


Roy Lichtenstein




Roy Fox Lichtenstein (Nova Iorque, 27 de outubro de 1923 — Nova Iorque, 29 de setembro de 1997) foi um pintor estado-unidense identificado com a Pop Art.

Na sua obra, procurou valorizar os cliches das histórias em quadradinhos como forma de arte, colocando-se dentro de um movimento que tentou criticar a cultura de massa.

O seu interesse pelas histórias em quadradinhos (banda desenhada), como tema artístico, começou provavelmente com uma pintura do rato Mickey, que realizou em 1960 para os filhos. Nos seus quadros a óleo e tinta acrílica, ampliou as características da banda desenhada e dos anúncios comerciais, e reproduziu à mão, com fidelidade, os procedimentos gráficos. Empregou uma técnica pontilhista conhecida como Pontos Ben-Day para simular os pontos reticulados das histórias. Cores brilhantes, planas e limitadas, delineadas por um traço negro, contribuíam para o intenso impacto visual.

Com essas obras, o artista pretendia oferecer uma reflexão sobre a linguagem e as formas artísticas. Os seus quadros, desvinculados do contexto de uma história, aparecem como imagens frias, intelectuais, símbolos ambíguos do mundo moderno. O resultado é a combinação de arte comercial e abstracção.


“Closes” expressivos


A idéia com seu trabalho, é a de que quadros de uma historia, quando separados dela passa emoções e situações que mesmo abstraídas do contexto podem ser percebidas.



fonte: http://conceptinside.wordpress.com/2010/11/05/roy-lichtenstein/

segunda-feira, setembro 05, 2011

Por dentro do loft de uma ex-modelo em NY



Uma ex-modelo e DJ internacional é a proprietária deste apartamento dúplex localizado no descolado bairro de Chelsea, em Nova York.  Recentemente renovado com projeto da designer Daun Curry, do escritório Modern Declaration, o espaço ganhou em conforto e personalidade, sem perder o jeitão de loft.

A decoração aposta em acabamentos e móveis eco-friendly, como o piso, a cama, os criados-mudos e a mesa de jantar, todos feitos com bambu de reflorestamento. Peças de acrílico e tapetes de lã e seda definem o caráter dos ambientes nos dois pavimentos. As paredes brancas são pontuadas por fotos de família preto e brancas, quadros de arte abstrata e peças de tapeçaria.

Os diferentes acabamentos de madeira – listrada, com bolinhas ou texturas de pena-de-avestruz – combinam com dois móveis desenhados por Curry e feitos sob medida para o apartamento. Chamado BuvezChaise-Moi, um deles é uma cadeira gigante que reina no centro de um dos livings. Feita à mão, ela tem estrutura de madeira preta fosca e assento forrado com algodão preto pintado com bolinhas cor-de-rosa.

Outro móvel customizado é o chandelier, que recebe o sugestivo nome “Carmen”. Feito com penas e cristais, ele lembra uma cascata e é sustentado por placas e molduras cromadas. Para dar um toque pessoal ao loft, a proprietária fez questão de completar o décor com alguns de seus objetos mais valiosos, como luminárias feitas de bronze e folhas de palmeiras, e uma coleção de esculturas em papel machê mergulhado em ouro 24 quilates.


domingo, setembro 04, 2011

{Momento Fofura}


Relax minimalista na Argentina

No terreno de uma antiga adega com 100m de frente e 400m de profundidade, em um bairro afastado do centro da cidade de Mendoza, está o Hotel Entre Cielos, um dos mais exclusivos locais de hospedagem da Argentina.

Rodeado de vinhedos, pomares e bosques de álamos – além da estonteante vista para a Cordilheira dos Andes – o hotel conta com apenas 15 quartos, todos com uma decoração clássica onde predominam as cores quentes e aconchegantes. As acomodações contam com hidromassagens onde se pode tomar banhos de vinho. Associado ao hotel, o Spa Hammam oferece tanto aos hóspedes quanto aos demais interessados uma série de serviços de relaxamento e beleza.

Apesar do estilo clássico do mobiliário dos quartos, por toda parte impera o moderno, dentro de um conceito pensado pelos arquitetos do escritório argentino A4 Estudio. Minimalista, a arquitetura aposta tanto na sutileza das linhas retas quanto na mineralidade do concreto para conquistar os hóspedes com uma sensação imediata de relaxamento e de desconexão com o mundo lá de fora.

Uma série de espaços externos, com gramados e rampas, separam o estacionamento do hotel, propondo ao hóspede que, logo ao chegar, esqueça de sua rotina. A partir daí e até a chegada aos quartos, o local reserva uma série de surpresas que combinam um cuidadoso projeto de iluminação e o refinamento do estilo moderno do edifício. A fachada de concreto aparente dá personalidade e contrasta com a madeira e com o projeto de iluminação onde cores e diferentes tons de luz estão presentes por toda parte.


No hotel somente os planos de concreto aparente delimitam o espaço. Caminhar por entre seus corredores, tanto na direção das suítes quanto na direção dos espaços comuns, é uma experiência única. Já no Spa, a sensação é de total isolamento com relação ao exterior. 

Ali, duchas, saunas e salas de massagem seguem pelo perímetro da fachada, totalmente independentes da luz externa, exceto por pequenas aberturas nas paredes e no teto por onde entram suaves feixes de luz natural.

Se no hotel o que dá o tom é a contemplação da decoração do quarto ou da natureza do entorno, no Spa se propõe um momento de total introspecção. O elemento de integração é a rampa de acesso: enquanto no hotel uma rampa aberta sobe acima de um jardim, no Spa o caminho é de descida, entre paredes feitas com cana, rumo a um subsolo. (FABIO DE PAULA).

sexta-feira, setembro 02, 2011

Projeto Igreja no Catolé






Igreja Localizada no Bairro do Catolé - Campina Grande, PB
Projeto: 3D- ARQUIDESIGN

A cobertura da estilista Lisa Perry

A cobertura da estilista Lisa Perry, em Nova York, dá destaque a obras incríveis da pop art e a cores marcantes.


Muito do gosto da estilista americana Lisa Perry vem da lembrança do décor de sua casa de infância, em Chicago, que tinha elementos do minimalismo japonês, e do seu grande amor pelos objetos e móveis dos anos 1960 e 70. Em seu apartamento no Soho, com uma vista incrível para o rio Hudson, dá para perceber a total influência da pop art em sua vida e da predileção por uma cartela de cores primárias. "Elas me remetem aos grandes artistas que sempre amei, como Mondrian, Robert Indiana e Ellsworth Kelly.

A SALA DE ESTAR tem sofá branco da marca Cappellini, almofadas pretas e brancas de Verner Panton e tela do artista Roy Lichtenstein.





O HALL, com as obras Still Life, de Tom Wesselmann (à esq.), e Rosa, de Martial Raysse. O banco é uma criação de Estelle Laverne do início dos anos 1960.


Casa com ares de museu

SALA DE JANTAR: mesa de fibra de vidro rosa, original dos anos 1970, cadeiras Juli, da Cappellini, e, na parede, uma tela de Tom Wesselmann. A SALETA DO QUARTO tem poltronas e pufe de couro e aço criados por William Plunkett. Na parede, fotos de William Klein (acima) e Louise Dahl Wolf (abaixo). O tapete foi feito sob encomenda.

Tenho uma verdadeira aversão às cores que não são puras", diz a estilista, que produz roupas de corte reto e tons fortes e tem uma loja com seu nome na Madison Avenue, em Nova York. Para realçar as cores vibrantes em seu amplo apartamento, Lisa decidiu deixar paredes e pisos brancos. Os cômodos parecem temáticos: há um escritório em que o vermelho impera, uma sala amarela, um quarto branco - e uma imensa obra de Roy Lichtenstein, que toma conta da sala de estar. O resultado é uma cobertura com ares de museu de arte moderna.

NO CORREDOR, há uma litografia de Victor Vasarely (à esq.). Na parede da frente, Baby Ruth, trabalho de Mel Ramos. Ao lado, mais uma obra de Roy Lichtenstein.


Clima pop

O QUARTO PRINCIPAL, com cadeira de acrílico e assento de couro, criados por Erwin e Estelle Laverne, e banco Tato, da marca Baleri. Cabeceira feita sob encomenda com painel de bolas de plástico. Na parede, tela de Martial Raysse. DETALHE DA COZINHA: travessas, pratos, copos e talheres da década de 1960 inspirados na pop art.

Existem obras originais espalhadas pelos corredores, pelo hall e até pela cozinha - como a série de hambúrgueres de Andy Warhol. Criar esse clima pop e vibrante não foi uma tarefa fácil: Lisa teve bastante trabalho para reformar e mobiliar o apartamento para que ele transmitisse todo o universo que ela tinha em sua cabeça. Muitos móveis e tapetes foram feitos sob encomenda para a estilista. "Foi muito bom ver as minhas ideias se transformarem gradualmente em realidade. A minha casa agora tem as inspirações de uma designer que ama pop art, Pierre Cardin e Audrey Hepburn."

O CORREDOR que dá acesso ao escritório tem na parede um trabalho de Claes Oldenburg (à esq.) e outro do artista James Rosenquist (à dir.).


fonte: http://elle.abril.com.br/estilo-de-vida/casa-decoracao/decoracao-anos-1970-lisa-perry-pop-art-apartamento-622015.shtml





quinta-feira, setembro 01, 2011

Luminotécnica de loja, Porto Alegre-RS



No lobby de pé-direito duplo, luminárias do sistema Spiegel fornecem luminosidade para a circulação central  e têm comando associado à variação da luz natural
Automação regula a luz artificial à iluminação natural
Em funcionamento desde o primeiro semestre, a Conte Freire, loja feminina situada no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre , tem projeto luminotécnico desenvolvido pela arquiteta Cristina Maluf. A proposta se adapta ao conceito contemporâneo da loja e funciona como elemento que desperta interesse pelo estabelecimento, mesmo quando ele está fechado. A automação permite acionar a iluminação interna de acordo com a luminosidade natural.

A “loja-conceito” Conte Freire reúne, no mesmo espaço, moda, design, artesanato, cultura e informação . O projeto de arquitetura de Pedro Simch e José Rocco transformou um antigo galpão na loja de 850 metros quadrados , com dois pavimentos, além de uma cabana para realização de eventos, no fundo do lote. A intenção dos autores era despertar curiosidade nos que transitam pela rua Padre Chagas, considerada a mais badalada de Porto Alegre. A fachada do imóvel foi respeitada, mas aberturas foram feitas no segundo pavimento , para dar maior imponência à edificação.

O projeto luminotécnico de Cristina Maluf complementa o conceito de contemporaneidade da loja. A claridade ao longo das paredes é fornecida pelas sancas de luz indireta e lâmpadas fluorescentes de 32 watts (3 mil kelvins). Em dias muito claros, as sancas funcionam em equilíbrio com a iluminação natural por meio de automação . “A iluminação permanece ligada até de madrugada, e as pessoas que transitam pela rua percebem o interior e sentem-se atraídas sem que a luz de destaque esteja totalmente acesa”, explica Cristina.

Por causa da automação e da necessidade de dimerização , a iluminação de destaque interna foi elaborada com halógenas dicróicas, todas com filtro anti-UV, em luminárias modulares para quatro lâmpadas. Os fachos foram definidos conforme o altura do espaço : no térreo, com pé-direito de três metros e prateleiras de exposição de até 2,20 metros, foram utilizadas lâmpadas de 20 watts com 60 graus; no pavimento superior, com o forro em arco, elas têm 50 watts e 38 graus; e a área em que o pé-direito chega a sete metros recebeu lâmpadas de 50 watts e dez graus.

No lobby de entrada da loja, ligado ao ambiente de estar e espera, a iluminação conta com o reforço de abajures nas laterais dos sofás e um grande lustre de ferro com pingentes de cristal de rocha lapidados à mão, fixado no centro da primeira abertura zenital. “Para complementar a iluminação do setor , que apresenta pé-direito duplo, foram colocadas oito luminárias do sistema Spiegel . Elas fornecem luminosidade para a circulação central e ficam com seu comando associado à intensidade da luz natural que entra através da segunda abertura zenital”, explica a autora.

Os balcões de atendimento e, no segundo pavimento, o do bistrô são iluminados por grandes luminárias pendentes , desenhadas especialmente para o projeto. A escada que leva ao andar superior, com degraus de vidro, recebeu luminárias embutidas no piso para lâmpadas AR 70, com oito graus de abertura nos degraus mais altos e 24 nos mais baixos.

O jardim teve a iluminação executada com lâmpadas halógenas dicróicas de 50 watts/38 graus , que, embutidas no piso, destacam a abundante vegetação existente, complementada pelo projeto do paisagista Kiko Simch. A cabana rústica, ao fundo da loja, foi iluminada com arandelas metálicas com direcionamento do facho de luz para baixo e spots para lâmpadas dicróicas de 50 watts/38 graus.



As luzes acesas até de madrugada atraem a atenção,
sem que a iluminação de destaque fique totalmente ligada

A Conte Freire ocupa um antigo galpão de pé-direito duplo e seu projeto luminotécnico também se apropria da luz natural

No lobby foi colocado um grande lustre de ferro,
com pingentes de cristal de rocha lapidados à mão

As luminárias do bistrô, no segundo pavimento,
foram desenhadas exclusivamente para a loja

A iluminação de destaque foi elaborada com lâmpadas halógenas dicróicas, todas com filtro anti-UV
fonte: Texto resumido a partir de reportagem
de Adilson Melendez
Publicada originalmente em PROJETO DESIGN
Edição 309 Novembro de 2005

Como conservar as latas de tinta


fonte: http://www.bemsimples.com/br/videos/1102936956001-lar_express_como_conservar_as_latas_de_tinta