terça-feira, setembro 13, 2011

Escadas com tapetes coloridos



Para quem acha que tapete na escada fica brega está muito enganado. Lá fora essa moda está bem forte e é sinônimo de luxo. Principalmente  os tapetes coloridos, que tornam os ambientes mais vivos e modernos. Claro que a combinação colorida precisa ter a ver com o restante da decoração para não ficar escandaloso. Veja as imagens a seguir e repare como as escadas com tapetes ficam bonitos e modernos e dão um diferencial muito bacana na casa.


Circulação constante em casas que não são térreas e elemento visual marcante no ambiente, a escada merece especial atenção para garantir o conforto e a segurança dos moradores.


Às vezes, o material mais seguro para os degraus (anti-derrapante), não é o mais bonito ou prático, já que absorve sujeira, por isso, uma boa medida é forrar as escadas com tapetes ou carpetes, de preferência aqueles de fibras mais grossas e trabalhadas, que evitam escorregar. (Via Casos de Casa e Adroaldo Tapetes Do Mundo's)



segunda-feira, setembro 12, 2011

Família constrói casa de vidro na cobertura

Cada vez mais densa e concorrida, Londres é uma cidade onde ninguém desperdiça espaço. Nenhum espaço.

Prova disso é esta cobertura idealizada por Tonkin Liu e Richard Rogers para uma família de seis pessoas, chamada de Roof Garden Apartment, o “apartamento no jardim do telhado”. Aqui, paisagismo e tecnologia de ponta aplicada à arquitetura formam uma belíssima parceria.

Os proprietários levaram seis anos desde que pediram autorização para construir a cobertura até se mudaram para a caixa de vidro e aço, onde a vegetação tem um papel de destaque. Além de criar um espaço onde seus filhos pudessem crescer com mais liberdade, eles pensavam em trazer mais verde para o bairro de Shoreditch.



Inteiramente montado com estrutura metálica branca sobre um edifício vitoriano, o volume de dois andares acaba por se transformar em um jardim vertical, com plantas que sobem pelas colunas e seguem pelas vigas. O resultado é uma vegetação – de trepadeiras a pequenas árvores frutíferas – que pode ser vista da rua e até mesmo de longe, perdida no skyline cinzento da capital inglesa.

Chega-se ao imóvel a partir de uma passarela que começa em um edifício vizinho e termina na cobertura da estrutura de metal. Ela reúne um imenso deque e espaço para as células fotovoltaicas que garantem parte da energia consumida pelos moradores.

O andar intermediário abriga cinco dormitórios de tamanhos idênticos, além de dois banheiros e um quarto de brincar. No pavimento inferior, além de cozinha e salas de jantar e estar, estão um escritório e a suíte máster.

No verão, o vigor das folhas evita que o apartamento esquente ou se ilumine em excesso. No inverno, por outro lado, as plantas secas garantem a entrada do calor e da luz necessários. Parte da cobertura conta com domos por onde passa a luz que ilumina os banheiros do andar do meio. FABIO DE PAULA)
 
fonte: http://casavogue.globo.com/arquitetura/familia-constroi-casa-de-vidro-na-cobertura/

Arquiteto propõe construção de torres para bombear água no Sudão

Edifícios projetados pelo polonês Hugon Kowalski seriam construídos com materiais fabricados no local e teriam uso misto



O arquiteto polonês Hugon Kowalski propôs a construção de conjuntos de três edifícios para bombear água de um lago subterrâneo de 31 mil m² na cidade de Darfur, no Sudão. O país, com 2,5 milhões de metros quadrados, tem apenas 2% de área irrigável.


Divulgação: Archi-World Academy
Torres serão construídas com tijolos produzidos no local

 

Com a proposta conceitual, Kowalski venceu o primeiro "Intermediate Prize of the Archi-World Academy Awards 2011-2013", que reconhece projetos de economia de energia de todo o mundo e segue com premiações intermediárias até 2013.

 

De acordo com o arquiteto, as torres teriam o formato da árvore Baobab, comum na região. Os edifícios de cada grupo simbolizariam as três religiões e culturas principais do local: o islamismo, o cristianismo e o animismo.

 

Os edifícios seriam construídos com tijolos fabricados no próprio local, com uma mistura de solo, cimento e água. De acordo com o arquiteto, "a escolha do material reflete a necessidade de implementar tecnologias alternativas e balanceadas".

 

As torres seriam compostas por uma parte subterrânea, para abrigar um laboratório para análise e tratamento da água, bombas d'água, reservatórios e sistemas de distribuição de água filtrada. Na parte superior, até o 11° pavimento, estariam localizados um hospital, posto de vacinação, clube, reservatório de comida, biblioteca, salas de aula e escritórios. Nos seis andares acima seriam construídos apartamentos para os trabalhadores locais.

 

A água, mantida em constante circulação e a temperatura aproximada entre 6 °C e 11 °C, possibilitaria o resfriamento dos edifícios. A geração de energia por meio de painéis solares auxiliaria na redução da temperatura, diminuindo o risco de superaquecimento na parte superior. Aberturas no topo dos edifícios também contribuiriam para a ventilação, de modo que o ar circule de forma diagonal pelas estruturas.

 

O arquiteto ainda afirma que a evaporação da água de um dos reservatórios manteria o átrio dos edifícios em uma temperatura adequada até para o cultivo de plantas. A construção também teria sistemas de coleta de água de chuva para reuso interno. 
 
 

Divulgação: Archi-World Academy
Torres terão 17 pavimentos e terão hospitais, reservatórios d'água e apartamentos

Divulgação: Archi-World Academy
Salas de aula também serão construídas

Divulgação: Archi-World Academy
Projeto conceitual bombearia água de lago subterrâneo                                                                                                              fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/arquiteto-propoe-construcao-de-torres-para-bombeamento-de-agua-subterranea-228430-1.asp















Estádio em Vancouver recebe a maior cobertura retrátil do mundo


Geiger Engineers
A estrutura primária da cobertura é formada por 36 cabos de aço que se unem no anel de compressão, trabalhando como 18 pontes suspensas

Quando foi construído, em 1983, o estádio BC Place em Vancouver, Canadá, possuía a maior cobertura suspensa a ar na época. Porém, junto com reformas de modernização do estádio, a cobertura também passaria por mudanças, principalmente para aumentar as possibilidades de uso do estádio e economizar energia.

Como era suspensa a ar, a cobertura original era pressurizada, em uma operação contínua de ventiladores que mantinham a pressão. Outra questão era a necessidade de derreter a neve que se depositava na cobertura, o que demandava um gasto expressivo de energia.

"Desde o começo não se queria uma nova cobertura suspensa a ar, porque ela tem algumas vulnerabilidades e, do ponto de vista operacional, cria restrições ao uso do estádio", conta David Campbell, engenheiro do Geiger Engineers e chefe do projeto estrutural da cobertura.

A nova cobertura, chamada de Blue-Sky Roof, será, por sua vez, a maior cobertura retrátil sustentada por cabos do mundo. Com dimensões de 159 m x 236 m, a área retrátil tem aproximadamente 7.350 m², no centro da cobertura. A maior parte da cobertura é fixa, cobrindo a arquibancada de 60 mil lugares. Assim, quando se abre a parte retrátil da cobertura, a arquibancada permanece coberta e o campo fica exposto. A abertura leva 20 minutos para ser completada.

A membrana da cobertura é feita de fibra de vidro e PTFE (politetrafluoretileno), material translúcido. "Sob a borda da cobertura há um grande clerestório [parte da parede de uma nave iluminada naturalmente], feito de filme de ETFE (etileno tetrafluoretileno), quase tão translúcido como vidro", completa Campbell.

A escolha deste projeto pelo dono (BC Pavilion Corporate) foi motivada pela estética arquitetônica e pela funcionalidade da cobertura retrátil, conta Campbell: "A ideia é que o estádio ficasse 'selado' como um espaço fechado no inverno e, no verão, com a opção de aberto ou fechado. Em pelo menos seis meses do ano ele não será aberto".


















Restrição e solução
"Havia muitas restrições ao projeto, por conta do prédio já existente (o estádio) e da área local, que é limitada", conta Campbell. Inicialmente, a equipe pensou em construir sobre o topo da edificação e usá-la como suporte. "Mas isso seria muito difícil de ser executado, porque a cobertura original era muito leve, pois era suspensa a ar." No final, manteve-se a intenção de fazer uma cobertura bastante leve, ainda que mais pesada que a original.
São 36 mastros em volta do estádio para sustentar a estrutura e a cobertura, que será amarrada aos cabos de aço. Cada mastro tem 47 m de altura.
Assim, neste tipo particular de estrutura, a estrutura primária são os 36 cabos radiais, visualmente apoiados para cima. "A estrutura primária não se move, mas sim apenas o revestimento, e os cabos ficam abertos, o que visualmente é aceitável", comenta Cambpell.

"Provavelmente o maior desafio na execução", conta Campbell, "foi a elevação". As peças são relativamente pesadas, e o acesso seria difícil porque não era possível posicionar uma grua fora do estádio. "Toda a infraestrutura teve que ser elevada pelo interior - o campo. E alcançar além dos assentos demandou o uso de uma grande grua", acrescenta.

Uma torre central temporária foi erguida para sustentar a cobertura até que ela fosse plenamente executada e pudesse se suportar sozinha. A massa da estrutura está concentrada fora do perímetro do estádio. Os mastros de 47 m são elevados em pares opostos, unidos por um cabo de 9 cm de diâmetro. Ao mesmo tempo, 36 vigas formam um anel que estabiliza a estrutura. Com todos os mastros erguidos, a torre temporária é removida.





Após a estrutura primária ter sido elevada, o desafio seguinte foi executar a rede de cabos e todas as treliças. A estrutura primária, uma vez finalizada, sustenta-se sozinha, e então o restante da estrutura foi feito no nível do campo.
Há também outros cabos radiais vindos do topo do perímetro que descem ao nó central, e cabos radiais inferiores, do nó central ao perímetro. Entre os dois, em um plano vertical, estão os cabos de suporte, "como os suportes em uma ponte suspensa - neste caso, o cabo superior seria como uma catenária em uma ponte suspensa, e o cabo inferior é onde se localiza a cobertura", explica Campbell. Assim, pode-se dizer que a estrutura primária da cobertura "assemelha-se a um conjunto de 18 pontes suspensas", cada uma com 200 m de comprimento.

"Em uma seção através do centro da edificação, é possível ver, cruzando o teto, o que parece uma ponte suspensa; a cobertura é suspensa pelos cabos radiais como o tabuleiro da ponte", esclarece Campbell. Além disso, "o componente horizontal das forças dos cabos equilibra-se no anel de compressão de aço", diz o engenheiro.


Geiger Engineers
O anel de aço no topo da cobertura faz a resistência da componente horizontal das forças dos cabos
Este tipo de cobertura está sendo comparado com uma roda de bicicleta. "A maior parte dos sistemas em cabos têm um anel de compressão, que equilibra as forças do cabo na elevação da cobertura", conta Campbell.

Há alguns tipos de conexão na rede de cabos. Os cabos radiais superiores e inferiores, que vão do perímetro ao nó central, e os cabos de suporte estão conectados com braçadeiras. No nó central todos os 72 cabos (36 superiores e 36 inferiores) conectam-se em uma só peça, o anel de aço. São dois discos que comprimem os cabos, com cerca de 175 mm de espessura e 5,1 m de diâmetro.

Geiger Engineers
O levantamento da cobertura foi feito por dentro do estádio, pois não havia espaço do lado de fora para as gruas

A parte retrátil terá camada dupla da membrana. Segundo Campbell, "não era possível conseguir a firmeza que queríamos apenas com uma membrana simples". Assim, esta parte da cobertura será inflada. Para fechar, o ar será retirado e o tecido puxado por roldanas hidráulicas instaladas nos cabos de aço até a parte central do estádio, sendo armazenado no centro da caixa que comporta os telões de vídeo.






Para evitar vazamentos, um volume cilíndrico de membrana vedará a conexão entre as duas partes da cobertura. Segundo testes realizados pela equipe de engenharia, chuvas com ventos de até 100 km/h não devem passar pela cobertura, que também resistirá às tempestades de neve da região.



Os mastros de 47 m de altura ficam permanentemente levantados. A massa da cobertura concentra-se fora do perímetro do estádio
As membranas da cobertura também são altamente reflexivas, reduzindo o ganho de calor. Elas também são translúcidas e, juntamente com o clerestório, permitem a entrada de luz natural. No verão, com o topo da cobertura aberto, o prédio opera como um local ao ar livre e não precisa de resfriamento. No inverno, o estádio fechado é aquecido e os sistemas operam como um prédio fechado. A cobertura traz, segundo Campbell, economia de 25% de energia.

Toda a reforma do estádio, que inclui reforço da estrutura de concreto, troca da fachada envidraçada, além de melhorias no campo, nos refeitórios, nos vestiários e na parte mecânica da arena, custou aproximadamente US$ 563 milhões.

fonte: http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/173/artigo226545-3.asp















domingo, setembro 11, 2011

Patrimônio Histórico

Achei muito interesante compartilhar com vocês essa informação do blog Retalhos Históricos de Campina Grande  - blog do qual um dos responsáveis é meu querido amigo Emmanuel Sousa - http://cgretalhos.blogspot.com/2011/09/curiosidade-centro-antigo-de-cgrande.html.
 Vale a pena Conferir!!
De acordo com o Decreto Estadual Nº. 25.139 de 2004, ficou demarcado a área que corresponde ao chamado Centro Antigo de Campina Grande. O Decreto "criou a proteção para os conjuntos arquitetônicos das principais ruas do centro campinense, ratifcando e consolidando a importância patrimonial que lhes fora atribuída pelo programa Campina Déco" (Queiroz, 2010).



A  cópia do Decreto :




Fonte Pesquisada:

QUEIROZ, Marcus Vinicius Dantas de. "ART DÉCO EM CAMPINA GRANDE (PB):
VALORIZAÇÃO, PATRIMONIALIZAÇÃO E ESQUECIMENTO"
. in Revista UFG / Julho 2010 / Ano XII n
º

sábado, setembro 10, 2011

Cobertura em Recife exibe décor eclético

Achei este projeto muio interessante!! Faz parte do meu estilo pessoal, assim por mim eu gosto muito de cores nos ambientes, mas como a gente sempre tem seguir o gosto dos clientes e fazer de acordo com o desejo deles as vezes não trabalho com cores fortes, mas achei belíssimo esse projeto que saiu na Revista Casa Vogue e vou compartilhar com vocês.


Gosto muito do trabalhos desses Arquitetos que são de Recife. Eu sou uma pessoa muito alegre e acho que  cores alegres nos fazem se sentir mais felizes, Adoro muito os filmes de Almodovár em que ele destaca muito as cores. Mas vamos voltar para o ponto principal dessa postagem, o apartamento:








Estéticos e absolutamente ecléticos. Assim são os arquitetos Turíbio e Zezinho Santos, proprietários desta cobertura dúplex, de mil m², em frente à praia de Boa Viagem, em Recife. Ali, há peças de Mestre Cornélio a Philippe Starck, passando por Gaetano Pesce, Achille Castiglioni e Mestre Galdino. Sem contar um par de cadeiras Thonet autênticas, adquiridas em uma galeria de Budapeste. Tudo fica em perfeita harmonia. Ao observar o mar, que parece entrar pelas amplas aberturas do apartamento, a sensação é de que não existem limites. O mesmo ocorre quando se olha para o lado de dentro.



Os arquitetos formam um casal e são sócios desde 2008 no escritório Santos & Santos Arquitetura. Eles estavam convencidos do potencial do apartamento que tinham em mãos.

Por isso, transformaram o imóvel, originalmente com distribuição convencional, em uma espécie de open space. Novas áreas que surgiram a partir da eliminação de saletas e grandes volumes hoje acolhem diferentes funções. “Era uma espécie de ‘casa de fazenda’ montada em cima de um edifício, com uma série de pequenos ambientes e divisões. Procuramos limpar a planta”, conta Zezinho Santos.
Como resultado da reforma, o andar de baixo é composto de dois salões, o principal com pé-direito duplo, sala de jantar, dois quartos de hóspedes e lavabo.

A adaptação da planta-baixa às necessidades atuais foi o ponto principal, sempre levando em conta estética e funcionalidade. O andar de cima é um lugar mais íntimo, onde os espaços também foram redimensionados.








O banheiro da suíte principal, com vista para o mar e look total white, gera um ritmo silencioso – convite ao relax.









Aspecto importante, aliás, é a adoção do branco como set para valorizar a expressão da vasta e diversificada coleção de móveis, objetos de design e obras de arte, tudo conforme a filosofia de vida livre do casal. “Não temos preconceitos com períodos, origem, tema ou valor de mercado”, conta Zezinho. “Qualquer coisa que atraia o nosso olhar – e, possivelmente, nos faça sorrir – pode entrar lá em casa”, completa Turíbio.






Os ambientes animados pelas obras de arte e peças importantes do design contemporâneo revelam a alma, o bom gosto e a capacidade de reunir tais elementos com desenvoltura. “Estamos sempre mexendo na decoração, mudando, abrindo espaço para coisas novas”, acrescenta. Elemento que suscita o entusiasmo desses arquitetos é a arte popular.




Nordestinos, os profissionais sempre propõem em seus projetos o contraste que esse tipo de arte oferece em relação a peças mais clássicas e atuais. O resultado costuma ser um conjunto que une duas palavras: beleza e liberdade. (ADRIANA FRATTINI)




* Matéria publicada em Casa Vogue #312

sexta-feira, setembro 09, 2011

Momento de Reflexão

Pessoal hoje eu senti a necessidade de agradecer a todos que sempre me deram uma oportunidade, acreditaram e acreditam no nosso trabalho e em especial a Deus, que sempre iluminou o meu caminho e me fez acreditar e ter sempre esperança para fazer o que mais gosto na vida. 
 
Chegou um momento em minha vida em que pude associar todas as coisas que ouvia, via ou experimentava à bondade e à glória da divina presença de Deus. Senti crescer em mim o desejo de me dar profundamente conta da presença de Deus.

É claro que ainda há momentos, até mesmo dias, em que me vejo correndo de um lado para o outro, sentindo medo, acreditando que não sou capaz de superar as dificuldades que surgem no viver diário, deixando meu ego prevalecer. Entretanto, a verdade acaba sempre explodindo em minha mente, fazendo-me lembrar de minha herança e identidade espirituais.

Sou um ser humano normal, sujeito a todas as oscilações! Mas sei que sou constantemente amada e abraçada pelo espírito de Deus! Que imensa bênção!

Com esta certeza começo meu dia de trabalho. A passagem do domingo para a segunda-feira é tranquila, serena. Em meus pensamentos recorro a esta oração e descubro que ser guiada pelo Senhor no serviço é uma dádiva.

Entregue seu trabalho ao Senhor e peça-lhe que o abençoe.
Senhor,

Peço-te que me mostres qual é o trabalho que devo fazer. Caso seja algo diferente do que estou fazendo agora, revela-me. Se é algo que devo fazer além do que já estou fazendo, revela-me também.
Seja o que for que tu me chamaste para fazer agora e no futuro, peço-te que me dês a força e energia para fazê-lo bem. Capacita-me para que eu possa realizar meu trabalho com sucesso. Que eu possa encontrar grande realização e satisfação em todos os aspectos dele, mesmo nas partes mais difíceis e desagradáveis.
Entrego meu trabalho a ti, Senhor, sabendo que tu o estabelecerás. Que eu possa amar o trabalho que eu faço e fazer o trabalho que eu amo. De acordo com tua Palavra, peço-te que não me falte diligência em meu trabalho, mas que permaneça fervorosa de espírito, servindo-te em tudo o que fizer.

Estabelece as obras de minhas mãos, para que aquilo que eu faço encontre favor entre os outros e seja uma bênção para muitos. Que eu possa ser sempre para tua glória.
Amém

Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; confirma sobre nós as obras das nossas mãos, sim confirma a obra das nossas mãos.
Salmo 90:17

Tenho muito que agradecer também aos  meus amigos, familiares, leitores, amigos leais que conheci através do blog e do twitter., clientes, fornecedores, parceiros, colegas que sempre estão me dando força e impulso p continuar e crescer no trabalho, faço com muito carinho este blog que está chegando a marca de 1 milhão de acessos, e  trabalho com pessoas especiais, que sempre se ajudam em equipe, e que são uma verdadeira família. Espero poder vim aqui milhares de vezes para poder agradecer sempre tudo de bom que está acontecendo na minha vida, na carreira, no lado pessoal,  acadêmico, em tudo.  :)

"Senhor, tu nos darás a paz, porque tu es o que fizeste em nos todas as nossas obras." - Isaías 26; 12 - Deus é muito bom! Até amanha. =*

Escadas esculturais


De simples elementos de ligação, as escadas passaram a assumir papel requintado nos projetos arquitetônicos. Inspire-se nessas belas estruturas!



Fotos: Jomar Bragança
DEGRAUS CONTÍNUOS

A escada é o único elemento de divisão entre os ambientes de estar e jantar, o que explica seu desenho escultural. A estrutura conta com dois pavimentos e um patamar para facilitar o percurso. O arquiteto Carlos Alexandre Dumont revela por que escolheu trabalhar com uma configuração não vazada. "Dessa maneira, garanto privacidade às áreas que se posicionam abaixo da estrutura." Sobre a escada, um rasgo permite iluminação natural durante o dia, e ainda inclui luminárias com lâmpadas dicroicas da Iluminar, garantindo acessibilidade à noite.




Segurança, funcionalidade, estética e boa localização. Os arquitetos são unânimes ao elencar os quesitos fundamentais para se projetar uma escada. E, para que esses itens sejam, de fato, traduzidos pela estrutura, é preciso alguns cuidados. Antes de tudo, deve-se considerar a circulação do ambiente e identificar o melhor posicionamento da escada, o que varia muito de acordo com o estilo de vida dos proprietários. Algumas medidas também são essenciais para tornar a escada um local acessível e funcional. "Para uso residencial, recomenda-se que a escada tenha largura mínima de 90 cm", declara a arquiteta Deborah Roig.  
 
Os degraus devem ter entre 16 e 18,5 cm de altura e largura entre 26 e 30 cm.

Em casos de vãos muito grandes, recomenda-se prever a existência de um patamar. "Isso porque lances com mais de 12 degraus podem se tornar cansativos", atesta o coordenador de projetos da InTown Arquitetura e Construção, Yuri Amaral Pereira.

Ao escolher os materiais de revestimento, deve-se priorizar os de fácil manutenção e que não escorreguem, cuidando para que a opção dialogue com a decoração já existente, para a estrutura não ficar fora de contexto. Madeira, limestone (mármore), concreto aparente e pintado e estrutura metálica com pintura automotiva estão na lista dos mais especificados, ainda que com ressalvas de alguns profissionais. "Consideramos o mármore e o granito elementos muito pesados para revestir uma escada.

Fotos: Marcelo Magnani
ESTRUTURA METÁLICA

"A escada foi pensada para ser parte integrante do living-home e também da suíte e deveria ser leve, de maneira a combinar com o estilo do loft", conta a arquiteta Deborah Roig. A profissional trabalhou com estrutura metálica, pela facilidade na execução, e degraus suspensos, que garantem mais leveza à composição. Como revestimento, lançou mão de pintura preta para proporcionar continuidade visual, uma vez que tanto o pavimento térreo como o superior têm assoalho ebanizado. A escada é acompanhada por luminárias que distribuem foco luminoso para cima e para baixo e atuam como balizadoras.


 
Fotos: Nicola Labate CONCRETO E SEIXOS ROLADOS

A arquiteta Cilene Monteiro Lupi utilizou uma escada suspensa com o intuito de garantir ao ambiente aspecto clean e leve. A escada, prevista com degraus chumbados apenas na parede, foi executada em concreto e conta com seixos rolados. O corrimão de metal branco, adquirido na Alvi Fama, ajuda a compor o ambiente clean e minimalista; o guardacorpo de vidro temperado transparente (Alvi Fama) também dialoga com o local, além de proporcionar uma circulação segura.
Fotos: Rogério Maranhão
CONCRETO BRUTO SUSPENSO

Os proprietários desejavam que a escada tivesse um aspecto de escultura, justamente pelo fato de o elemento se localizar na fachada principal e ficar exposto, cercado de painéis de vidro. O arquiteto Rodrigo Fagá previu uma estrutura de concreto bruto, em lance único, com degraus suspensos e vazados, apenas encostados na parede de tom chocolate. A coloração também foi aplicada nas portas de acesso do pavimento superior, o que permitiu a camuflagem dessas esquadrias e a descaracterização da escada como elemento de ligação, corroborando o apelo escultural. A iluminação aparece instalada no forro acartonado a cinco metros de altura e as peças embutidas com lâmpadas AR70 parecem "riscar" a parede lateral.
DEGRAUS VAZADOS DE MADEIRA

O arquiteto Jadson Amorim tinha o desafio de imprimir destaque à escada que se localiza no ponto central da residência. "Os proprietários queriam algo marcante, que chamasse a atenção ao adentrar a residência", conta o profissional que não hesitou em trabalhar com volumetria. A escada composta por dois patamares em linha reta foi revestida por blocos de madeira sem emendas; as peças inteiriças são apenas encaixadas em suportes de ferro fixos à parede, responsáveis por configurar o modelo suspenso dos degraus. A estrutura é acompanhada de um corrimão de aço inox polido fixo à parede. No quesito iluminação, embutidos com lâmpadas tipo halopin, adquiridos na Iluminar.




A beleza da forma perde para o peso do material", opina Yuri Amaral Pereira. Os guarda-corpos e os corrimões também contribuem para a segurança das escadas, e a dica é optar por materiais leves em suas composições. No entanto, nem sempre os projetos contemplam tais estruturas. "Geralmente isso ocorre quando se tem a intenção de trabalhar com elementos soltos", declara o arquiteto Rodrigo Fagá, "ou mesmo por determinação dos proprietários".

A iluminação é outro item importante nesse contexto, "mas deve ser trabalhada com cuidado para que não ofusque o objeto. O foco sempre deve ser a escada", orienta Yuri Amaral Pereira. As luzes balizadoras são as mais requisitadas. "É possível utilizar uma luminária degrau sim, outro não, ou mesmo a cada dois degraus", sugere a arquiteta Deborah Roig. Assumindo papel de objetos de arte, as escadas tornam-se cada vez mais intrigantes na materialidade, estrutura ou ambos.
Fotos: Denílson Machado / MCA Studio
CONCRETO ARMADO
"Trabalhamos com a ideia de integrar a escada ao restante do apartamento, mantendo visual limpo e contemporâneo que unisse interior e exterior", Yuri Amaral Pereira, da InTown Arquitetura e Construção. A estrutura foi projetada em concreto armado in loco e é acompanhada por corrimão em tubo de aço galvanizado, elemento executado pela F.A.S. Filho Serralheria. A composição recebeu pintura automotiva branca. A escada ainda conta com luminárias de embutir, com lâmpadas dicroicas, adquiridas na Archote Iluminação




quinta-feira, setembro 08, 2011

Isay Weinfeld

Isay Weinfeld privilegia a vista da paisagem de Punta del Este, no Uruguai, em hotel que reúne 20 bangalôs com formas depuradas e materiais rústicos.

Restaurante, spa, bar, piscina e 20 bangalôs distribuídos em 480 hectares: as diferentes edificações unem materiais como concreto, madeira, vidro e pedras para dar forma ao conforto dos visitantes




Como em uma imagem de ovelhas pelo campo, os bangalôs do Hotel Las Piedras estão implantados nos 480 hectares de um terreno em Punta del Este, Uruguai. "São animais que parecem sempre quietos, parados, estáticos.



Uma aqui, outra ali. E achei que os bangalôs tinham que ser como as ovelhas", conta Isay Weinfeld, arquiteto que assina o projeto. "Mas isso é muito subjetivo", adverte logo em seguida - Isay deixa as interpretações para outros tantos olhos, que não os seus. "Não gosto muito de falar dos meus trabalhos. Isso aprendi quando fazia cinema: não interessam as minhas razões, interessa o que você achou, o que passou na sua cabeça. Você pode ver coisas que talvez eu nem tenha pensado. As suas percepções podem não ser as mesmas que as minhas", adverte.

O formato de bagalô em vez de um edifício único, no entanto, tem uma razão: a vontade de construir um espaço aconchegante e intimista. A simplicidade das linhas se combina ao franco diálogo com o ambiente em que estão implantados - e Isay enfrentou as dificuldades impostas pela topografia: um terreno de pedras e muito acidentado. 

Para se manterem alinhados, a base de pedra em todos os bangalôs foi fundamental. "A intenção é que todos tivessem vista. Não queria que ficassem ordenados, para que existisse um movimento entre eles - mais para baixo, mais para cima. A implantação dos outros espaços, como bar, sauna e piscina, aconteceu à medida que se percebeu como os espaços ficariam mais ordenados e mais fáceis de se comunicar."

Os 20 bangalôs (de 80 m² e 120 m2), a preservação de uma casa e de um anexo que existiam no local, e até o urbanismo do Las Piedras procuram tirar o máximo proveito da paisagem. "O terreno tem muitas pedras, um lugar único como nunca tinha visto", afirma o arquiteto. Os apartamentos combinam concreto, detalhes em madeira e a base de pedra local. 


A sinergia com o ambiente também é sentida na decisão do arquiteto de manter um imóvel já existente no terreno. Ampliado, passou a abrigar a recepção do hotel e espaços como a biblioteca e o restaurante do café da manhã. "A casa foi aumentada várias vezes, mas a cara da arquitetura permaneceu. Era simples, pequena, charmosa, e foi totalmente refeita e ampliada, mas que ficou lá." 

A mão de Isay Weinfeld está em cada detalhe. "Uma obra contemporânea e gelada não é comigo.
O conforto é minha meta sempre, mais ainda em um hotel", afirma o arquiteto, que desenhou todo o mobiliário fixo e selecionou o que era solto. "Escolho a flor dos 48 vasos que têm no lobby e os 5 mil livros. Faço da urbanização do projeto até a escolha do lápis. É uma característica que acho rara. Mas, se fosse para fazer a arquitetura dos bangalôs e pronto, eu não faria", afirma. 
Foi em busca de conforto para os hóspedes que um lounge de vidro manteve-se no terreno. Inicialmente construído como estande de vendas, à medida que o hotel ficava pronto, decidiu-se incorporar o espaço ao complexo - um edifício com uma parede cega e três fachadas de vidro - por achar que poderia faltar um local maior para reuniões de famílias. 

Completam o projeto o spa de 800 m2 e o bar de aço corten marrom que atravessa a paisagem ao lado de uma piscina encravada nas pedras, mais uma vez criando sinergia entre o rústico e o contemporâneo. 



THE HUMAN AND THE NATURAL


The bungalow format instead of a single building for the Las Piedras Hotel is for a reason: the desire to build a cozy and intimate space. The simplicity of the lines combines with the open dialogue with the environment in which they are set, in a 480 hectares lot. Architect Isay Weinfeld faced the challenges of the topography: a very uneven rocky lot. For the bungalows to be aligned, the stone base was fundamental. "The intention is for everyone to have a view. I didn't want them to be one behind the other, so that there was some movement between them - more downwards, more upwards. The installation of other spaces, such as the bar, a sauna and swimming-pool, happened because the spaces would be more orderly and easier to communicate with one another", he explains. Synergy with the environment is also felt in the architect's decision to keep an already existing building. Amplified, now shelters the hotel reception and spaces such as the library and the breakfast cafeteria. "The house was expanded many times, but the architectural characteristics remained. It was simple, small, charming, completely rebuilt and expanded, but remained there." The annex was refurbished to become the restaurant's headquarters. Further there is an 800 m2 spa and the brown corten steel bar crossing the landscape near a swimming-pool carved in the rocks, once more creating a synergy between the rustic and the contemporary.