quinta-feira, outubro 06, 2011

Kuwait International Airport terá edifício formado por três asas simétricas

Norman Foster projeta aeroporto com fachadas de 1,2 km




O arquiteto Norman Foster divulgou ontem (3) o projeto para o Aeroporto Internacional do Kuwait, que terá sua construção iniciada em 2012. O edifício tem uma forma de trevo, com três asas simétricas nos portões de embarque. Cada uma dessas asas tem uma fachada de 1,2 km de extensão, que se abrem a partir do centro do edifício, de 25 m de altura.
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Divulgação: Foster + Partners
Edifício será formado por asas simétricas

 

Todo o aeroporto foi planejado a partir da cobertura central, com um vão de 60 m, delineada por aberturas cobertas com vidro que filtram a entrada da luz e impedem a entrada direta da radiação solar no edifício. Para aproveitar a grande quantidade de insolação da região, painéis fotovoltaicos serão instalados por todo o telhado.

 

A cobertura do aeroporto será sustentada por colunas cônicas de concreto, cujo design vem "do contraste entre a solidez da pedra e a forma e o movimento dos barcos de pesca da região". Ao todo, serão 78 colunas no perímetro do edifício e outras 12 internas.

 

A fachada principal do aeroporto será formada por várias aberturas, também baseadas nas colunas que sustentam a cobertura. Dessa forma, serão formadas aberturas arredondadas de 45 m de extensão, que serão fechadas com vidro, aumentando ainda mais a iluminação do interior do aeroporto. O projetista almeja a certificação Leed nível ouro, tornando-se o primeiro terminal de passageiros do mundo a obter esse nível.

 

O edifício será dividido em cinco pavimentos, sendo um no subsolo. Cada pavimento recebe uma função, como embarque, desembarque, lojas e bagagens, com o mínimo de circulação vertical possível, para criar um ambiente confortável para os passageiros. Inicialmente, o aeroporto terá capacidade para 13 milhões de passageiros por ano. Existe a possibilidade de expansão do primeiro edifício e a construção de outro terminal. Com isso, a expectativa é que o aeroporto possa acomodar até 50 milhões de passageiros anualmente.


Além da obra do aeroporto, uma linha de metrô deve ser construída para transportar os passageiros até o centro do Kuwait.

Divulgação: Foster + Partners
Cobertura terá aberturas em vidro para iluminação interna

Divulgação: Foster + Partners
Pavimentos terão atividades separadas para garantir conforto aos passageiros

Divulgação: Foster + Partners
Aberturas nas fachadas seguem formas das colunas

Divulgação: Foster + Partners
Esteiras rolantes auxiliarão transporte dos passageiros

Divulgação: Foster + Partners
Asas foram planejadas a partir do vão central

Divulgação: Foster + Partners
Obra deverá ser iniciada em 2012

Divulgação: Foster + Partners
Aeroporto terá capacidade inicial para 13 milhões de passageiros por ano

Divulgação: Foster + Partners
Colunas seguem a forma dos barcos de pesca da região

Divulgação: Foster + Partners
Acesso ao aeroporto poderá ser feito por carro ou por metrô

Divulgação: Foster + Partners
Master Plan permite a construção de um segundo terminal
Divulgação: Foster + Partners
Cobertura terá paineis fotovoltaicos fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/norman-foster-projeta-aeroporto-com-fachadas-de-12-km-238601-1.asp    

quarta-feira, outubro 05, 2011

Pufe muffin




É demais não é?

terça-feira, outubro 04, 2011

MPF ilumina sede na cor rosa para marcar combate e prevenção ao câncer de mama


O câncer de mama constitui-se na primeira causa de morte dentre as neoplasias em mulheres. Na Paraíba, 550 mulheres foram acometidas pelo câncer em 2010

Pelo segundo ano consecutivo a sede do Ministério Público Federal na Paraíba, em João Pessoa, estará iluminada na cor rosa, durante o mês de outubro, para lembrar a luta mundial de combate e prevenção ao câncer de mama.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, o câncer de mama constitui-se na primeira causa de morte dentre as neoplasias em mulheres e tanto a incidência como a mortalidade têm aumentado. A detecção precoce é fundamental para controlar o câncer, reduzir internações e a mortalidade.

De acordo com dados publicados em setembro de 2001 pela The Lancet (publicação científica na área médica, especializada em oncologia), em três décadas, o numero de casos de câncer de mama mais que dobrou no mundo.

De 641.000 casos em 1980, passou para 1.643.000 em 2010. Ainda segundo o estudo, o câncer de mama matou 425.000 mulheres em 2010, das quais 68 000 tinham entre 15 e 49 anos nos países em desenvolvimento.

No Brasil, segundo o Inca, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas. As estimativas feitas para 2010, válidas também para 2011, foram de 49 mil novos casos de mulheres acometidas pelo câncer.

Destas mulheres, estima-se a morte de 10 mil por ano, por fatores que vão desde a detecção tardia do câncer até a longa demora na fila de espera pelo tratamento através do Sistema Único de Saúde (SUS). Na Paraíba, o Inca estimou em 550 o número de novos casos de mulheres acometidas pelo câncer de mama em 2010.

A campanha – O objetivo da campanha é conscientizar as mulheres sobre a necessidade de se detectar precocemente o nódulo cancerígeno.

De acordo com o Inca, o diagnóstico precoce aumenta a chance de cura câncer de mama, devendo o exame clínico das mamas ser realizado em todas as mulheres que procuram o serviço de saúde, independente da faixa etária.

Conforme recomendação do Ministério da Saúde, a mamografia deve ser feita anualmente pelas mulheres de 40 a 49 anos, e, pelo menos, a cada dois anos, pelas mulheres de 50 a 69 anos.

Iluminação rosa - A ação de iluminar ambientes de acesso público na cor rosa - cor símbolo da luta contra o câncer de mama, durante o mês de outubro é uma forma prática de divulgar para a população a luta contra o câncer de mama.

A tradição, que surgiu nos Estados Unidos, se espalhou pelo mundo e a campanha já iluminou vários monumentos como a Torre de Pisa, na Itália, o Arco do Triunfo, em Paris, a Casa Branca, em Washington, e até as Pirâmides do Egito.

No Brasil, já foram iluminados a estátua do Cristo Redentor (RJ), a Pinacoteca (SP), a Ópera de Arame (PR), o memorial Juscelino Kubitschek (DF), dentre outros prédios públicos e monumentos em vários estados.

Tijolinho

O tijolo é um material versátil, que combina tanto em decorações rústicas quanto nas mais sofisticadas. No teto, as molduras de gesso devem ser, de preferência, lisas e retas, sem muitos detalhes.



Evelyn Müller e Patricia Cardoso
A parede de tijolinhos aquece a sala deste loft, com pé-direito de 7 m de altura
 
 
 Valorizados pela iluminação natural, piso de tacos e parede de tijolos aparentes. 
 




 

sábado, outubro 01, 2011

Pele de vidro

A técnica de "Pele de Vidro" é usada pelos arquitetos e engenheiros em grandes áreas ininterruptas, criando fachadas atraentes e consistentes. 


Com muito vidro sendo usado na obra, o ganho solar pode ser alto, a menos que todos os índices sejam controlados, o que é perfeitamente possível com a seleção correta dos vidros, pois é possível restringir a luz e o ganho solar acrescentando cor ou trabalhando com os índices de reflexão.

Seja no hemisfério norte, seja nas terras quentes do sul, o vidro só será um aliado da arquitetura sustentável se o projeto calcular o efeito do clima sobre o material.

Integrar ambientes, filtrar a luz natural e dar leveza à construção são qualidades conhecidas do vidro. Não por acaso, desde que surgiu (na Antiguidade), o material ganhou superfícies cada vez maiores na arquitetura. Hoje, na onda da construção sustentável, ele é usado no hemisfério norte como peça-chave em projetos de greenbuilding e no Brasil desponta como um produto cada vez mais comum nas planilhas dos profissionais preocupados com o meio ambiente. Segundo eles, já existem alguns tipos de vidro que garantem maior luminosidade e menor penetração de calor, reduzindo iluminação artificial e uso de aparelhos de ar condicionado, respectivamente. "Ele é hoje um dos principais elementos construtivos para a sustentabilidade, especialmente nos prédios de escritórios, pois combate o maior vilão de um edifício: o consumo de energia", afirma Roberto Aflalo, arquiteto responsável pelo edifício Rochaverá, da Tishman Speyer, que está sendo erguido em São Paulo para receber o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), selo americano de greenbuilding.

Berlim, Alemanha (2005)
(foto acima: Reinhard Gorner) A bolha que abriga esta biblioteca da Universidade Livre de Berlim é toda fechada com painéis opacos e translúcidos intercalados, numa alternância que promove a luminosidade natural mais confortável possível no interior do edifício. Algumas unidades abrem e ventilam a área interna durante 60% do ano. O controle de temperatura é feito por um sistema de serpentinas, responsável por uma economia de 35% no consumo de energia. Projeto do escritório inglês Foster + Partners. 

Dübendorf, Suíça (2006)
Inovação, eficiência energética, iluminação natural e uso da energia solar: cada um desses quatro itens já rendeu um prêmio ao novo centro de pesquisas aquáticas do instituto suíço Eawag. O projeto, assinado pelo escritório suíço Bob Gysin + Partner BGP, deu origem a um livro da Holcim Foundation, fundação que incentiva a construção sustentável, e é considerado um exemplo nessa área. Isso porque o edifício, construído apenas com materiais recicláveis, emprega energia solar e reúso de água, e quase não emite gás carbônico por ser praticamente auto-suficiente em energia (o sistema aproveita o calor dos computadores, das pessoas, das luzes internas, do sol e da terra). Nesse sentido, os brises de vidro que envolvem toda a fachada desempenham um papel fundamental. Controlados eletronicamente, orientam-se de acordo com a estação do ano: no inverno, permitem a entrada dos raios solares para aquecer o interior, no verão, inclinam-se para refleti-los.
Stuttgart, Alemanha (2002)
Na casa do arquiteto alemão Werner Sobek, a fachada envidraçada influencia o conforto térmico e o baixo consumo de energia. Os painéis de vidro triplo (33 mm de espessura) contribuem para a baixa transmissão de calor: há gás argônio entre as três lâminas e uma película plástica entre a lâmina central e a externa (o isolamento corresponde ao de uma camada de lã de rocha de 10 cm). Com isso, a temperatura interna fica estável, sem superaquecimento no verão nem resfriamento no inverno. O produto foi desenvolvido pelo fabricante alemão Glas Fischer. 'No frio, aquecemos as mãos nos painéis enquanto cristais de gelo se formam na face externa', descreve Ursula, mulher do arquiteto.


 São Paulo (2003)
Brises de 3 x 1 m, presos a uma estrutura metálica tubular, protegem a fachada de concreto do Centro de Cultura Judaica. Para facilitar a manutenção, o arquiteto Roberto Loeb optou por painéis fixos. O ângulo em relação à fachada foi determinado para amenizar a insolação máxima à qual o prédio está sujeito. 'Com isso, conseguimos atenuar a temperatura interna em até 3 oC', calcula o arquiteto Luis Capote, que participou do projeto. Isso não é suficiente para dispensar o ar-condicionado, mas contribui para que o equipamento não precise estar regulado na potência máxima. Os brises são compostos de duas lâminas de 10 e 8 mm, separadas por uma película fumê que filtra a luz natural.



Para tirar proveito do vidro, é preciso adequá-lo a cada projeto. No hemisfério norte, os arquitetos contam com simulações computadorizadas (ainda não disponíveis no Brasil) que consideram a quantidade, o tipo e o melhor posicionamento do material, de forma a otimizar o desempenho do material, reduzindo assim gastos com iluminação e com o uso de aparelhos de ar condicionado. "Mal utilizado, o vidro aumenta o consumo de energia e transmite dez vezes mais calor que uma parede de alvenaria", pondera o arquiteto italiano Carlo Magnoli, alertando para um problema típico dos países tropicais. Especialista em eficiência energética, o professor Roberto Lamberts, da Universidade Federal de Santa Catarina, concorda: "O efeito estufa que a carga térmica proveniente do vidro provoca no ambiente interno funciona muito bem no clima frio, mas no Brasil é problemático".

Nada que os recursos arquitetônicos de um bom projeto não resolvam. Sejam brises, coberturas longas, varandas fartas. "É preciso estudar caso a caso e saber dosar a proporção entre áreas opacas e transparentes", avisa Rosana Caram, professora da Escola de Engenharia de São Carlos. Para repensar o uso indiscriminado do vidro em fachadas, o Ministério de Minas e Energia elaborou um projeto que, atualmente, está em processo de consulta pública. Depois de uma avaliação do condicionamento do ar, da iluminação e da fachada, feita pelo Inmetro, prédios comerciais, públicos e de serviços poderão receber uma etiqueta que indica seu nível de eficiência energética. "No quesito fachada, calculamos a área envidraçada, o tipo de vidro e a proteção solar prevista", conta Roberto Lamberts, um dos autores da proposta.


São Paulo (2007)
Ainda em construção numa das principais vias de acesso de São Paulo, a Marginal Pinheiros, o Rochaverá, edifício empresarial da Tishman Speyer, reúne tecnologias ambientais que, juntas, devem gerar uma economia mensal de até 35% no consumo de energia elétrica. Em relação à fachada, as quatro torres do projeto de Roberto Aflalo contaram com uma consultoria especializada que partiu da recomendação da entidade certificadora – o Conselho de Greenbuilding dos Estados Unidos – para definir a área a ser coberta com vidros. 'O LEED recomenda que um edifício tenha até 50% de superfícies transparentes', conta Roberto. A sugestão, diz ele, ajuda a distribuir as vantagens do vidro de aumentar iluminação natural sem, com isso, intensificar o uso de aparelhos de ar condicionado. Feitos os cálculos, a medida ideal para o projeto ficou com um terço de cortina de vidro laminado de alto desempenho e o restante de granito, como se vê na ilustração ao lado.



fonte: http://casa.abril.com.br/arquitetura/livre/edicoes/0244/portas/mt_247215.shtml

sexta-feira, setembro 30, 2011

Casas eficientes energeticamente tornam-se acessíveis a pessoas carentes


Empowerhouse é o nome dado a um projeto criado por um grupo de estudantes norte-americanos para a competição “Solar Decathlon”. A ideia foi vencedora do concurso deste ano, cuja proposta é criar casas eficientes energeticamente e torná-las acessíveis a todos.

O projeto alcançou os menores custos de construção de todas as equipes participantes. A Empowerhouse foi concebida como um protótipo de habitação energeticamente eficiente de preço acessível, com a finalidade de tornar as tecnologias verdes disponíveis a todos.

O projeto é um esforço colaborativo entre os estudantes da Parsons The New School for Design, Milano School of International Affairs, Management and Urban Policy at The New School e Stevens Institute of Technology.
Trabalhando em estreita colaboração com a Habitat for Humanity e o Departamento de Habitação e Desenvolvimento da Comunidade de Washington, DC, os alunos desenvolveram um esquema que pode, e vai ser replicado, depois da competição em Deanwood, um bairro carente.

A Empowerhouse será a casa de uma mãe solteira com três filhos pequenos, que visitou o local pela primeira vez no início da Competição.

Ficar abaixo do orçamento foi uma grande preocupação para a equipe, e o projeto foi implacavelmente analisado pelos alunos da Comunidade para o Desenvolvimento de Financiamentos de Projetos da Escola Milano, e, por sua vez, constantemente aperfeiçoado para ter certeza de que iria cumprir as metas do orçamento.

A equipe da Empowerhouse tomou uma nova abordagem para a utilização da energia solar. Através da aplicação dos princípios de construção de uma casa passiva, a equipe foi capaz de reduzir o consumo de energia em 40%, através do design virtualmente hermético. A casa incorpora isolamento de celulose, janelas triplas, e sistemas elétricos micro-mecânico e inteligente, para minimizar a necessidade da energia solar. Isto resultou em um dos menores painéis solares da competição, que normalmente representam uma das maiores despesas na construção verde.

"As equipes de 2011 têm mostrado que casas solares podem ser acessíveis e ainda serem inovadoras", disse Matt Hansen, jurado da catergoria acessibilidade do concurso. "[Empowerhouse] exemplificou verdadeiramente a atitude de ‘posso-fazer’. A casa é baseada nas necessidades de acessibilidade do mercado-alvo da equipe em um contexto urbano: baixos custos iniciais, baixos custos de manutenção e custos de serviços públicos baixos."

A casa passiva tem aproximadamente 79m2, super insolação, otimizando o ganho de luz solar passiva e eliminando as pontes térmicas; possui fornecimento constante de ar fresco mantendo a qualidade do ar interior a padrões altos e captação de água e torneiras de baixo fluxo, que significam uma diminuição no consumo de água da casa.

O Departamento de Energia Solar Decathlon dos EUA desafia equipes a projetar, construir e operar com energia solar casas rentáveis​​, eficientes em termos energéticos e atraentes. O vencedor da competição é a equipe que melhor combina acessibilidade, apelo ao consumidor e excelência de design com a produção de energia e máxima eficiência. Com informações do Arch Daily.






quinta-feira, setembro 29, 2011

Simulador

Muita gente tem dificuldade em visualizar a aplicação de alguns produtos e algumas empresas tem criado simuladores para poder resolver este tipo de problema. Segue abaixo alguns links que podem te ajudar:

simulador de cores de ambientes:


simulador de telhado:


simulador de pisos:

quarta-feira, setembro 28, 2011

Reforma de Residência - Fachada e telhado


Obra em andamento



Localizada no Bairro da  Conceição, Campina Grande, PB


Projeto: 3D Arqui-Design

Janela inteligente ajuda na economia de energia


Cientistas sul-coreanos tiveram uma grande ideia para economizar energia elétrica em grandes arranha-céus envidraçados: criaram uma janela que alterna entre modo verão e inverno para reduzir o consumo de energia elétrica no edifício.

A ideia é que o vidro escureça quando a temperatura fora do prédio for alta. E quando estiver frio, o vidro se torna transparente. Desta forma, dentro do edifício, não será preciso exagerar na dose de ar-condicionado nem fazer com que o aquecedor trabalhe em tempo integral.

Em dia de muito calor, o vidro reflete boa parte da luz solar que, de outra forma, incidiria diretamente no ambiente interno. Em dias frios, os vidros escuros absorvem o mais que puderem da luz solar para manter o interior aquecido.

Conceitos similares já existem no mercado, mas os sul-coreanos afirmam que a vantagem dessa janela é que ela é capaz de fazer a mudança entre escuro e claro quase que instantaneamente, favorecendo assim maior eficiência na economia de energia. E, além disso, a janela dos sul-coreanos não precisa de equipamentos externos para o controle, ela é capaz de alternar entre claridade e escuridão sozinha.
Como funciona

Ho Sun Lim, Jeong Ho Cho e Jooyong Kim foram os pesquisadores que lideraram o projeto. Eles usaram polímeros especiais, cátions e ânions (são íons positivos ou negativos) e solventes, como o metanol. O resultado foi um vidro muito mais barato de produzir e menos tóxico do que as opções atuais. E, de quebra, com a vantagem de mudar de estado 100% claro a 100% escuro em questão de segundos.

Ao jornal sul-coreano ACS Nano, o time de cientistas afirmou que “esta tecnologia pode ajudar na economia de energia em casas, oferecendo uma nova opção no controle de luz e calor que entra no ambiente”.

terça-feira, setembro 27, 2011

Tapetes de Pompons de Lã.

Bem criativa a ideia de criar tapetes de pompons de lã em forma de animaizinhos, a ovelha é a que veio mais a calhar com esta arte, ficou linda!!!

Steven Holl cria condomínio de edifícios "fatiados" para permitir iluminação do entorno

Torres atingiram altura máxima e construção deverá ser finalizada em 2012

Divulgação: Steven Holl
Divulgação: Steven Holl
O Sliced Porosity, condomínio multiuso projetado pelo arquiteto Steven Holl para a cidade de Chengdu, na China, alcançou, na última semana, a sua altura máxima, de 123 m de altura. O projeto é composto por cinco torres, que formam volumes "fatiados". Segundo o arquiteto, as formas foram pensadas a partir de um estudo da exposição ao sol do tecido urbano ao redor. Com esses cortes, a luz ainda consegue chegar às edificações em volta.

Divulgação: Steven Holl
Edifícios atingiram altura máxima de 123 m de altura
As fachadas que são viradas para a rua serão constituídas por uma "grade" de concreto, que seguirá o desenho em todos os edifícios. Já as fachadas de frente para a praça e as inclinadas serão fechadas totalmente em vidro. Alguns edifícios serão ligados por passarelas suspensas. Ainda, alguns vãos criados entre os volumes receberão esculturas. A estrutura do edifício está sendo construída toda em concreto.

Entre os edifícios, há cinco entradas que levam a uma praça pública elevada no centro do condomínio. Segundo Holl, a ideia de colocar os edifícios em volta de uma praça pública transforma o local em um novo espaço urbano, e não em um simples objeto. A praça contará com várias esculturas e terá volumes formados por pedras, rampas, árvores e lagos.

Segundo Holl, todo o condomínio será aquecido e resfriado por energia geotermal e os três lagos da praça terão sistemas de captação de água da chuva. Além disso, serão utilizados vidros para fachada de alta performance e materiais da região, tornando o edifício um candidato à certificação LEED nível ouro.
As torres, que juntas terão 310 mil m² de área construída, abrigarão escritório, apartamentos, lojas, um hotel, cafés e restaurantes. O objetivo é que a obra seja finalizada no último trimestre de 2012.


Cidades brasileiras despejam mais de 5 bi de litros de esgoto sem tratamento por dia

O Brasil melhora muito lentamente na prestação dos serviços de água, coleta e tratamento dos esgotos, mesmo após a retomada dos investimentos no setor, e está distante da tão sonhada “universalização” dos serviços que não acontecerá sem um maior engajamento e comprometimento dos governos federal, estaduais e principalmente os municipais.  Essa é a constatação do mais novo levantamento do Instituto Trata Brasil que avaliou os serviços prestados nas 81 maiores cidades brasileiras, com mais de 300 mil habitantes.
Quatro cidades do estado do Rio de Janeiro estão entre as últimas colocadas no ranking

O levantamento tem base no SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, ano 2009, recém divulgado pelo Ministério das Cidades. As informações são fornecidas espontaneamente pelas empresas prestadoras dos serviços nessas cidades. “São as cidades que concentram a maior parte da população do país e, portanto, também os maiores problemas sociais decorrentes da falta destes serviços”, afirmou Édison Carlos, presidente do Instituto Trata Brasil.

O estudo revelou que, se considerarmos o período entre os anos de 2003 e 2009, houve um avanço de 2,9 pontos percentuais no atendimento de água tratada, 12,1 pontos na coleta de esgotos e de 7,8 pontos percentuais no tratamento dos esgotos. “Apesar de serem números relevantes, são muito baixos para um período de sete anos. Se considerarmos os avanços nos últimos cinco anos, por exemplo, vemos que a melhoria em coleta de esgotos foi de apenas 2,8 pontos percentuais e de 6,7 pontos no tratamento, ou seja, crescimentos insuficientes para a necessidade do Brasil em resolver estas carências”, afirma Carlos.
Pelos números levantados pelo Trata Brasil, em 2009 somente estas 81 grandes cidades despejaram no meio ambiente cerca de cinco bilhões de litros de esgoto sem tratamento por dia, contaminando solo, rios, mananciais e praias do País, com impactos diretos à saúde da população.

O ranking mostra ainda que, no conjunto dos indicadores avaliados, estão entre as melhores cidades do País: Santos (SP), primeiro colocado, com operação estadual; Uberlândia (MG), em segundo, com operação municipal; Franca (SP), em terceiro, com operação estadual; Jundiaí (SP), em quarto, com operação municipal em parceria com o setor privado; Curitiba (PR), com operação estadual em quinto; Ribeirão Preto (SP), em sexto, com operação municipal em parceria com o setor privado; Maringá (PR), em sétimo, com operação estadual; Sorocaba (SP), em oitavo, com operação municipal; seguida de Niterói (RJ) em nono lugar e operação privada e Londrina (PR) em décimo e também com operação estadual na prestação dos serviços

. A cidade de São Paulo ficou com a 22º colocação.

As 10 últimas cidades no ranking foram Canoas (RS), que atende apenas 14% da população com coleta de esgoto; Jaboatão dos Guararapes (PE) com 8% de coleta; Macapá (AP) com 7%; Ananindeua (PA) e Nova Iguaçu (RJ) sem nenhuma coleta; Belém (PA) com 6% de coleta, São João de Meriti (RJ) sem coleta de esgotos; Belford Roxo (RJ) com 1% de coleta; Duque de Caxias (RJ) sem coleta e Porto Velho (RO) com 2% de coleta e que ocupa a última posição.

Carlos afirma: “Um dos pontos de preocupação apontados no novo ranking foi que as dez últimas cidades continuam sendo as mesmas já há três anos, o que reflete a dificuldade em se obter melhorias nestes municípios.”

fonte:  http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/3445

Burle Marx inspira a H.Stern

Pessoal olha que interessante, eu sou super fã do Paisagismo de Burle Marx.

 

Uma grande surpresa para quem ama com a mesma intensidade lindas jóias e um maravilhoso jardim. A marca de jóias brasileira H.Stern lança uma coleção inspirada nos desenhos de um dos maiores paisagistas brasileiros de todos os tempo, Roberto Burle Marx.

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Com brincos, colares, anéis e pulseiras, as coleção é composta por 26 peças exclusivas feitas em ouro amarelo, branco e diversos tons de diamantes. A jóias são divididas em cinco linhas, Caminhos, Grafismo, Luz e Sombra, Pedra do Fogo e Jardim de Pedras, que remetem ao trabalho de Burle Marx.

Fala a verdade é um LUXO!!

E um pouco de Burle MArx para quem não conhece.



fonte: http://www.mulherweb.com.br/burle-marx-inspira-a-h-stern/

Lindas Camas de carrinho