domingo, outubro 09, 2011

As bibliotecas públicas mais lindas e modernas.

UC San Diego’s Geisel Library

The Baiyun Mountain of Books

The Andre Malraux Library

Public Library for Lodz designed by Maciek Grelewicz

The National Library of Belarus With LED Display

Modern Library University at Tokyo Japan by Toyo Ito

The Idea Store Whitechapel in London


Seattle Public Library’s Central Library 

The Czech National Library 

Black Diamond at the Royal Library Copenhagen

Philadelphia’s Parkway Central Library

Modern Library Design by Bosch & Fjord

A Casa Meera



A Casa Meera projetada pelos arquitetos Guz e construído em Cingapura é o tipo de construção que mostra como aproveitar ao máximo o espaço disponível.  

Os edifícios vizinhos da Meera são bastante perto para que a casa tem duas paredes sólidas em cada lado significava para preservar a privacidade, tanto quanto possível, enquanto a frente e de trás da casa você irá obter acesso ao calor do sol, ver o oceano e o telhado coberto de grama. 

Isso mesmo, a Casa Meera está coberta de grama, mas isso não é o único elemento surpresa deste projeto maravilhoso. Basta verificar a escada ou que piscina que é separado por uma parede de vidro a partir do nível mais baixo da casa.



sábado, outubro 08, 2011

Bolhas nas Paredes‏

A Solução para Bolhas nas Paredes‏

Impermeabilização antes da pintura, uma forma de evitar problemas futuro

  As bolhas de ar que se formam na pintura podem ter várias causas, mas todas relacionadas à aderência da tinta à superfície.

   Em paredes externas, por exemplo, elas são causadas em grande parte pelo uso da massa corrida PVA, um produto indicado apenas para superfícies internas.

 A Construcolor comercializa o fundo preparador à base de água Van Blaster, recomendado tanto para áreas externas quanto para internas, que reforça e uniformiza a parede, solucionando problemas nas superfícies.
GetAttachmentCAJ7S02I11 A Solução para Bolhas nas Paredes‏

Bolhas na pintura e manchas em paredes e rodapés indicam infiltração e falhas no processo construtivo. Ambientes úmidos podem provocar alergia e problemas respiratórios.

Não adianta pintar sobre paredes úmidas. A umidade pode acabar com todo o serviço. Essa é a observação que a Otto Baumgart/Vedacit, fabricante de produtos químicos para a construção civil, faz questão de alertar não apenas aos pintores, mas também a consumidores em geral.

A pintura feita sobre superfícies úmidas provoca o aparecimento de bolhas, eflorescências, manchas, mofos e destacamentos na pintura. Essas situações resultam ainda em ambientes insalubres, que podem comprometer a saúde dos seus usuários com graves problemas alérgicos e respiratórios.

As paredes estão sujeitas à infiltração da água de chuva e da própria umidade do solo. As chuvas, geralmente, provocam manchas de umidade internamente, a partir do meio das paredes. Já a umidade do solo deixa os rodapés úmidos até cerca de um metro a partir do piso. E, em caso de terra encostada na face exterior da parede, a umidade pode se manifestar em toda a estrutura.

Para evitar situações como essas, é preciso prevenir ou reparar os problemas de umidade antes do processo de pintura: é fundamental impermeabilizar as estruturas e superfícies. 

O primeiro passo, ensina a Otto Baumgart/Vedacit, é conhecer as três principais causas da umidade nas paredes:
Batidas de chuva: infiltração pelas águas da chuva, que penetram pelas fachadas devido à impermeabilização mal feita ou à ausência de impermeabilização da argamassa externa.

Capilaridade: ocorre nos rodapés e nas áreas externas em contato direto com o solo. As paredes absorvem a água do solo através dos alicerces não impermeabilizados.

Paredes de encosta: a umidade provém da terra encostada em paredes não impermeabilizadas, através das quais a água penetra no interior dos edifícios.

A maneira correta, econômica e eficaz de evitar problemas com a umidade é impermeabilizar os alicerces e as paredes durante a construção, utilizando na argamassa de assentamento e de revestimento o impermeabilizante definitivo Vedacit, que age dentro da massa e não superficialmente como uma pintura.
Depois de cobrir o alicerce com uma camada de massa impermeável – com 1,5 cm de espessura e descer 15 cm pelas laterais – é preciso esperar pela secagem e pintar com duas demãos da tinta asfáltica Neutrol.

No caso de umidade nas paredes internas, o essencial é corrigir o problema antes da aplicação da pintura de acabamento. A Otto Baumgart/Vedacit indica três diferentes maneiras para se fazer isso:
Vedapren Parede: indicado para o caso de batidas de chuva, já que é aplicado externamente – lixar a parede, removendo a pintura anterior; aplicar Vedapren Parede, pintura impermeável contra batidas de chuva, em duas ou três demãos, sendo que a primeira pode ser diluída em até 10% de água. O produto dispensa o uso de seladora e pode ser usado já como acabamento. Na cor branca, Vedapren Parede pode ser pigmentado ou receber tinta acrílica ou látex.
Vedajá: para corrigir umidade em rodapés, no caso de ausência ou deficiência de impermeabilização nos alicerces – remover todo o revestimento, deixando a superfície limpa e ligeiramente úmida; aplicar Vedajá, revestimento impermeável contra infiltrações, com broxa ou trincha, em duas, três ou quatro demãos cruzadas, com intervalo de seis horas entre elas. Na seqüência, aplicar o chapisco com Bianco, adesivo de alto desempenho, e refazer o revestimento.

Argamassa com Vedacit: para o caso de batidas de chuva e para paredes de encosta – remover o revestimento antigo e aplicar a argamassa impermeável feita com Vedacit, usando colher de pedreiro, na espessura de 1 a 1,5 centímetros, apertando-a contra a parede. Após a argamassa ter perdido o brilho superficial, dar acabamento com desempenadeira de madeira.


Para evitar o surgimento de fissuras, a argamassa não pode ser aplicada sob sol intenso. Em caso de superfície muito seca, recomenda-se umedecê-la previamente. Os procedimentos normais de pintura devem ser realizados após a secagem total da argamassa, ou seja, 28 dias após o término dos serviços.

quinta-feira, outubro 06, 2011

Kuwait International Airport terá edifício formado por três asas simétricas

Norman Foster projeta aeroporto com fachadas de 1,2 km




O arquiteto Norman Foster divulgou ontem (3) o projeto para o Aeroporto Internacional do Kuwait, que terá sua construção iniciada em 2012. O edifício tem uma forma de trevo, com três asas simétricas nos portões de embarque. Cada uma dessas asas tem uma fachada de 1,2 km de extensão, que se abrem a partir do centro do edifício, de 25 m de altura.
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Divulgação: Foster + Partners
Edifício será formado por asas simétricas

 

Todo o aeroporto foi planejado a partir da cobertura central, com um vão de 60 m, delineada por aberturas cobertas com vidro que filtram a entrada da luz e impedem a entrada direta da radiação solar no edifício. Para aproveitar a grande quantidade de insolação da região, painéis fotovoltaicos serão instalados por todo o telhado.

 

A cobertura do aeroporto será sustentada por colunas cônicas de concreto, cujo design vem "do contraste entre a solidez da pedra e a forma e o movimento dos barcos de pesca da região". Ao todo, serão 78 colunas no perímetro do edifício e outras 12 internas.

 

A fachada principal do aeroporto será formada por várias aberturas, também baseadas nas colunas que sustentam a cobertura. Dessa forma, serão formadas aberturas arredondadas de 45 m de extensão, que serão fechadas com vidro, aumentando ainda mais a iluminação do interior do aeroporto. O projetista almeja a certificação Leed nível ouro, tornando-se o primeiro terminal de passageiros do mundo a obter esse nível.

 

O edifício será dividido em cinco pavimentos, sendo um no subsolo. Cada pavimento recebe uma função, como embarque, desembarque, lojas e bagagens, com o mínimo de circulação vertical possível, para criar um ambiente confortável para os passageiros. Inicialmente, o aeroporto terá capacidade para 13 milhões de passageiros por ano. Existe a possibilidade de expansão do primeiro edifício e a construção de outro terminal. Com isso, a expectativa é que o aeroporto possa acomodar até 50 milhões de passageiros anualmente.


Além da obra do aeroporto, uma linha de metrô deve ser construída para transportar os passageiros até o centro do Kuwait.

Divulgação: Foster + Partners
Cobertura terá aberturas em vidro para iluminação interna

Divulgação: Foster + Partners
Pavimentos terão atividades separadas para garantir conforto aos passageiros

Divulgação: Foster + Partners
Aberturas nas fachadas seguem formas das colunas

Divulgação: Foster + Partners
Esteiras rolantes auxiliarão transporte dos passageiros

Divulgação: Foster + Partners
Asas foram planejadas a partir do vão central

Divulgação: Foster + Partners
Obra deverá ser iniciada em 2012

Divulgação: Foster + Partners
Aeroporto terá capacidade inicial para 13 milhões de passageiros por ano

Divulgação: Foster + Partners
Colunas seguem a forma dos barcos de pesca da região

Divulgação: Foster + Partners
Acesso ao aeroporto poderá ser feito por carro ou por metrô

Divulgação: Foster + Partners
Master Plan permite a construção de um segundo terminal
Divulgação: Foster + Partners
Cobertura terá paineis fotovoltaicos fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/norman-foster-projeta-aeroporto-com-fachadas-de-12-km-238601-1.asp    

quarta-feira, outubro 05, 2011

Pufe muffin




É demais não é?

terça-feira, outubro 04, 2011

MPF ilumina sede na cor rosa para marcar combate e prevenção ao câncer de mama


O câncer de mama constitui-se na primeira causa de morte dentre as neoplasias em mulheres. Na Paraíba, 550 mulheres foram acometidas pelo câncer em 2010

Pelo segundo ano consecutivo a sede do Ministério Público Federal na Paraíba, em João Pessoa, estará iluminada na cor rosa, durante o mês de outubro, para lembrar a luta mundial de combate e prevenção ao câncer de mama.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, o câncer de mama constitui-se na primeira causa de morte dentre as neoplasias em mulheres e tanto a incidência como a mortalidade têm aumentado. A detecção precoce é fundamental para controlar o câncer, reduzir internações e a mortalidade.

De acordo com dados publicados em setembro de 2001 pela The Lancet (publicação científica na área médica, especializada em oncologia), em três décadas, o numero de casos de câncer de mama mais que dobrou no mundo.

De 641.000 casos em 1980, passou para 1.643.000 em 2010. Ainda segundo o estudo, o câncer de mama matou 425.000 mulheres em 2010, das quais 68 000 tinham entre 15 e 49 anos nos países em desenvolvimento.

No Brasil, segundo o Inca, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas. As estimativas feitas para 2010, válidas também para 2011, foram de 49 mil novos casos de mulheres acometidas pelo câncer.

Destas mulheres, estima-se a morte de 10 mil por ano, por fatores que vão desde a detecção tardia do câncer até a longa demora na fila de espera pelo tratamento através do Sistema Único de Saúde (SUS). Na Paraíba, o Inca estimou em 550 o número de novos casos de mulheres acometidas pelo câncer de mama em 2010.

A campanha – O objetivo da campanha é conscientizar as mulheres sobre a necessidade de se detectar precocemente o nódulo cancerígeno.

De acordo com o Inca, o diagnóstico precoce aumenta a chance de cura câncer de mama, devendo o exame clínico das mamas ser realizado em todas as mulheres que procuram o serviço de saúde, independente da faixa etária.

Conforme recomendação do Ministério da Saúde, a mamografia deve ser feita anualmente pelas mulheres de 40 a 49 anos, e, pelo menos, a cada dois anos, pelas mulheres de 50 a 69 anos.

Iluminação rosa - A ação de iluminar ambientes de acesso público na cor rosa - cor símbolo da luta contra o câncer de mama, durante o mês de outubro é uma forma prática de divulgar para a população a luta contra o câncer de mama.

A tradição, que surgiu nos Estados Unidos, se espalhou pelo mundo e a campanha já iluminou vários monumentos como a Torre de Pisa, na Itália, o Arco do Triunfo, em Paris, a Casa Branca, em Washington, e até as Pirâmides do Egito.

No Brasil, já foram iluminados a estátua do Cristo Redentor (RJ), a Pinacoteca (SP), a Ópera de Arame (PR), o memorial Juscelino Kubitschek (DF), dentre outros prédios públicos e monumentos em vários estados.

Tijolinho

O tijolo é um material versátil, que combina tanto em decorações rústicas quanto nas mais sofisticadas. No teto, as molduras de gesso devem ser, de preferência, lisas e retas, sem muitos detalhes.



Evelyn Müller e Patricia Cardoso
A parede de tijolinhos aquece a sala deste loft, com pé-direito de 7 m de altura
 
 
 Valorizados pela iluminação natural, piso de tacos e parede de tijolos aparentes. 
 




 

sábado, outubro 01, 2011

Pele de vidro

A técnica de "Pele de Vidro" é usada pelos arquitetos e engenheiros em grandes áreas ininterruptas, criando fachadas atraentes e consistentes. 


Com muito vidro sendo usado na obra, o ganho solar pode ser alto, a menos que todos os índices sejam controlados, o que é perfeitamente possível com a seleção correta dos vidros, pois é possível restringir a luz e o ganho solar acrescentando cor ou trabalhando com os índices de reflexão.

Seja no hemisfério norte, seja nas terras quentes do sul, o vidro só será um aliado da arquitetura sustentável se o projeto calcular o efeito do clima sobre o material.

Integrar ambientes, filtrar a luz natural e dar leveza à construção são qualidades conhecidas do vidro. Não por acaso, desde que surgiu (na Antiguidade), o material ganhou superfícies cada vez maiores na arquitetura. Hoje, na onda da construção sustentável, ele é usado no hemisfério norte como peça-chave em projetos de greenbuilding e no Brasil desponta como um produto cada vez mais comum nas planilhas dos profissionais preocupados com o meio ambiente. Segundo eles, já existem alguns tipos de vidro que garantem maior luminosidade e menor penetração de calor, reduzindo iluminação artificial e uso de aparelhos de ar condicionado, respectivamente. "Ele é hoje um dos principais elementos construtivos para a sustentabilidade, especialmente nos prédios de escritórios, pois combate o maior vilão de um edifício: o consumo de energia", afirma Roberto Aflalo, arquiteto responsável pelo edifício Rochaverá, da Tishman Speyer, que está sendo erguido em São Paulo para receber o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), selo americano de greenbuilding.

Berlim, Alemanha (2005)
(foto acima: Reinhard Gorner) A bolha que abriga esta biblioteca da Universidade Livre de Berlim é toda fechada com painéis opacos e translúcidos intercalados, numa alternância que promove a luminosidade natural mais confortável possível no interior do edifício. Algumas unidades abrem e ventilam a área interna durante 60% do ano. O controle de temperatura é feito por um sistema de serpentinas, responsável por uma economia de 35% no consumo de energia. Projeto do escritório inglês Foster + Partners. 

Dübendorf, Suíça (2006)
Inovação, eficiência energética, iluminação natural e uso da energia solar: cada um desses quatro itens já rendeu um prêmio ao novo centro de pesquisas aquáticas do instituto suíço Eawag. O projeto, assinado pelo escritório suíço Bob Gysin + Partner BGP, deu origem a um livro da Holcim Foundation, fundação que incentiva a construção sustentável, e é considerado um exemplo nessa área. Isso porque o edifício, construído apenas com materiais recicláveis, emprega energia solar e reúso de água, e quase não emite gás carbônico por ser praticamente auto-suficiente em energia (o sistema aproveita o calor dos computadores, das pessoas, das luzes internas, do sol e da terra). Nesse sentido, os brises de vidro que envolvem toda a fachada desempenham um papel fundamental. Controlados eletronicamente, orientam-se de acordo com a estação do ano: no inverno, permitem a entrada dos raios solares para aquecer o interior, no verão, inclinam-se para refleti-los.
Stuttgart, Alemanha (2002)
Na casa do arquiteto alemão Werner Sobek, a fachada envidraçada influencia o conforto térmico e o baixo consumo de energia. Os painéis de vidro triplo (33 mm de espessura) contribuem para a baixa transmissão de calor: há gás argônio entre as três lâminas e uma película plástica entre a lâmina central e a externa (o isolamento corresponde ao de uma camada de lã de rocha de 10 cm). Com isso, a temperatura interna fica estável, sem superaquecimento no verão nem resfriamento no inverno. O produto foi desenvolvido pelo fabricante alemão Glas Fischer. 'No frio, aquecemos as mãos nos painéis enquanto cristais de gelo se formam na face externa', descreve Ursula, mulher do arquiteto.


 São Paulo (2003)
Brises de 3 x 1 m, presos a uma estrutura metálica tubular, protegem a fachada de concreto do Centro de Cultura Judaica. Para facilitar a manutenção, o arquiteto Roberto Loeb optou por painéis fixos. O ângulo em relação à fachada foi determinado para amenizar a insolação máxima à qual o prédio está sujeito. 'Com isso, conseguimos atenuar a temperatura interna em até 3 oC', calcula o arquiteto Luis Capote, que participou do projeto. Isso não é suficiente para dispensar o ar-condicionado, mas contribui para que o equipamento não precise estar regulado na potência máxima. Os brises são compostos de duas lâminas de 10 e 8 mm, separadas por uma película fumê que filtra a luz natural.



Para tirar proveito do vidro, é preciso adequá-lo a cada projeto. No hemisfério norte, os arquitetos contam com simulações computadorizadas (ainda não disponíveis no Brasil) que consideram a quantidade, o tipo e o melhor posicionamento do material, de forma a otimizar o desempenho do material, reduzindo assim gastos com iluminação e com o uso de aparelhos de ar condicionado. "Mal utilizado, o vidro aumenta o consumo de energia e transmite dez vezes mais calor que uma parede de alvenaria", pondera o arquiteto italiano Carlo Magnoli, alertando para um problema típico dos países tropicais. Especialista em eficiência energética, o professor Roberto Lamberts, da Universidade Federal de Santa Catarina, concorda: "O efeito estufa que a carga térmica proveniente do vidro provoca no ambiente interno funciona muito bem no clima frio, mas no Brasil é problemático".

Nada que os recursos arquitetônicos de um bom projeto não resolvam. Sejam brises, coberturas longas, varandas fartas. "É preciso estudar caso a caso e saber dosar a proporção entre áreas opacas e transparentes", avisa Rosana Caram, professora da Escola de Engenharia de São Carlos. Para repensar o uso indiscriminado do vidro em fachadas, o Ministério de Minas e Energia elaborou um projeto que, atualmente, está em processo de consulta pública. Depois de uma avaliação do condicionamento do ar, da iluminação e da fachada, feita pelo Inmetro, prédios comerciais, públicos e de serviços poderão receber uma etiqueta que indica seu nível de eficiência energética. "No quesito fachada, calculamos a área envidraçada, o tipo de vidro e a proteção solar prevista", conta Roberto Lamberts, um dos autores da proposta.


São Paulo (2007)
Ainda em construção numa das principais vias de acesso de São Paulo, a Marginal Pinheiros, o Rochaverá, edifício empresarial da Tishman Speyer, reúne tecnologias ambientais que, juntas, devem gerar uma economia mensal de até 35% no consumo de energia elétrica. Em relação à fachada, as quatro torres do projeto de Roberto Aflalo contaram com uma consultoria especializada que partiu da recomendação da entidade certificadora – o Conselho de Greenbuilding dos Estados Unidos – para definir a área a ser coberta com vidros. 'O LEED recomenda que um edifício tenha até 50% de superfícies transparentes', conta Roberto. A sugestão, diz ele, ajuda a distribuir as vantagens do vidro de aumentar iluminação natural sem, com isso, intensificar o uso de aparelhos de ar condicionado. Feitos os cálculos, a medida ideal para o projeto ficou com um terço de cortina de vidro laminado de alto desempenho e o restante de granito, como se vê na ilustração ao lado.



fonte: http://casa.abril.com.br/arquitetura/livre/edicoes/0244/portas/mt_247215.shtml