quinta-feira, outubro 13, 2011

Banheiros com acessibilidade para pessoas com deficiência física e idosos


COMO CONSTRUIR

Diretrizes de projeto e execução para banheiros com acessibilidade

O banheiro necessita atender às diferentes características das pessoas que vão utilizá-lo e isso deve ocorrer de uma forma segura e independente. O termo que define um projeto que atenda ao maior número de pessoas possíveis é o Desenho Universal, e requer considerar as habilidades ou dificuldades de utilização de um espaço pelas pessoas ao longo de toda a vida.

Considera-se, em nossa sociedade, que a privacidade seja um fator preponderante para que as funções orgânicas e de higiene pessoal possam ser efetuadas adequadamente, sendo que somente entre as crianças ainda pequenas a falta de privacidade não representa um problema. O usuário portador de deficiência não consegue, muitas vezes, entrar no ambiente em que esteja localizada a bacia sanitária, pias e chuveiro devido a dimensões inadequadas, portas com vãos estreitos e peças e metais sanitários dispostos de uma forma inacessível para uma pessoa com mobilidade reduzida.

O impacto social e psicológico que pode causar a esse usuário é grande, desestimulando a saída para outros ambientes que não podem ser utilizados com privacidade sem a ajuda de terceiros e muitas vezes tendo na própria residência a necessidade de auxílio devido às características inadequadas dos equipamentos e do ambiente. Hoje, diz-se que uma proposta arquitetônica cria ou suprime uma deficiência.

Pesquisas recentes em APO (Avaliação Pós-Ocupação) têm apontado que, apesar dos avanços em termos de normalização, legislação e interesse, ainda que isolados, de algumas escolas de arquitetura, o atendimento aos quesitos básicos de acessibilidade ou do Desenho Universal está ainda longe da incorporação cotidiana nas atividades de projetos executivos. Além disso, há casos em que se verifica uma interpretação equivocada da NBR 9050/94 resultando em projetos que, por vezes, oferecem mais barreiras que acessos.

Assim, pelas razões já expostas, o banheiro de uso residencial ou situado em espaços de uso coletivo e tal como ocorre há muitas décadas nos países desenvolvidos é um dos ambientes internos da edificação que tanto para pessoas com dificuldades permanentes quanto para aquelas com dificuldades temporárias deve ser simplesmente acessível. Daí ter procurado destacá-lo como exemplo prático neste artigo.

Por que executar um projeto detalhado de acessibilidade?
Detalhes que muitas vezes são imperceptíveis para uma pessoa que utiliza um espaço sem ter alguma dificuldade de locomoção podem se tornar impeditivos se essa pessoa estiver utilizando bengala, cadeira de rodas ou alguma prótese. Imagine uma pessoa sentada em um vaso sanitário sem poder alcançar o papel higiênico, nem levantar-se para pegá-lo. Isso ocorre inúmeras vezes, não por um desrespeito às pessoas com alguma dificuldade de locomoção, mas por falta de detalhamento no projeto e critérios na execução.

Outra necessidade é o planejamento prévio para execução da obra em locais cujos parâmetros de acessibilidade devam ser respeitados. Caso o projeto preveja paredes de gesso acartonado, é necessário deixar reforços internos, nos locais onde serão fixadas barras de apoio e transferência, para suportar o peso de uma pessoa. A localização e altura dos pontos hidráulicos e elétricos devem ser adequadas para que não se torne necessário quebrar as paredes para uma reforma posterior. A drenagem deve ser projetada para que um desnível máximo de 0,015 m (chanfrado a 45o) entre o piso do boxe do chuveiro e o restante do piso do banheiro seja suficiente. Isso reduz o risco de alguém escorregar e cair no piso molhado do boxe.

Assim sendo, serão elencados os critérios que devem ser adotados no desenvolvimento de um projeto e posterior construção de um banheiro para que atenda às necessidades de um maior número de pessoas possíveis, segundo o conceito do Desenho Universal.


Espaço interno

Detalhes técnicos de projeto e execução de um banheiro a serem respeitados:


  • Localização
    Em edifícios públicos, os sanitários acessíveis devem estar próximos ao local de maior fluxo de pessoas, junto a refeitórios, auditórios ou salas de espera. Devem estar em conjunto com os demais sanitários e ter uma comunicação visual que determine a direção. Os sanitários acessíveis devem ser sinalizados com o símbolo internacional de acesso.





  • Antecâmara
    A maioria das antecâmaras ou anteparos visuais não permite a circulação de uma pessoa em cadeira de rodas. Para que isso seja possível é necessária uma área de 1,20 x 1,20 m, livre de obstáculos, para que a pessoa possa fazer um giro de 90o.





  • Portas de entrada
    Para permitir a abertura da porta com autonomia por uma pessoa em cadeira de rodas, deve ser deixado um espaço de 0,60 m de parede, do lado da maçaneta (que deve ser do tipo alavanca). Caso seja impossível de executar, devido às dimensões reduzidas do ambiente, existem sistemas simples de automatização para abertura de portas. As portas dos banheiros, bem como as dos boxes acessíveis, devem ter um vão livre de, no mínimo, 0,80 m. Quando a abertura for invertida, ou seja, abrir para fora do banheiro, torna-se necessário a instalação de uma barra horizontal na parte interna do ambiente a uma altura de 0,80 m do piso e próxima às ferragens, para facilitar o fechamento por uma pessoa sentada em uma cadeira de rodas. Caso se opte por uma porta de correr, o trilho deve ser instalado na parte superior.





  • Espaço interno
    Nos banheiros residenciais e sanitários públicos, uma pessoa em cadeira de rodas deve poder girar 360o e, para isso, é necessário um espaço livre de 1,50 m de diâmetro. Essa área pode avançar 0,25 m sob pias sem coluna e bancadas suspensas.





  • Lavatórios
    Os lavatórios devem ser instalados a uma altura de 0,80 m do piso e possuir uma altura livre na parte inferior de 0,70 m para permitir a aproximação de uma cadeira de rodas. Esse espaço, chamado de área da aproximação, é a previsão da inserção na área de piso de um retângulo de 0,80 x 1,10 m podendo avançar sob a pia suspensa. Para tanto, não devem ser escolhidas pias com coluna, saias superiores a 0,10 m de altura ou gabinetes que interfiram na utilização da pia. Existem modelos de pias nas quais o sifão está próximo à parede, adequados em residências de pessoas com muita dificuldade de locomoção, quando o sifão atrapalha a aproximação e utilização da pia.





  • Chuveiro
    Caso o fechamento do chuveiro seja com boxe, suas portas devem ter vão livre de 0,80 m. O ambiente deve ser provido de bancos retráteis de 0,45 m de profundidade por 0,70 m de comprimento, instalados a uma altura de 0,46 m do piso. Deve ser, ainda, prevista uma área de transferência de 0,80 x 1,10 m dentro ou fora do boxe para permitir a transferência da cadeira de rodas para o banco interno. Quando a área de transferência estiver fora do boxe, o vão de passagem deve ser livre de obstáculo em pelo menos 0,80 m. Devem ser previstas barras horizontais e verticais.





  • Metais
    Os misturadores devem ser monocomando e estar no máximo a 0,50 m da face frontal do lavatório e seu design deve ser do tipo alavanca ou cruzeta. Torneiras com sensores são indicadas para sanitários públicos. Nos chuveiros, os metais devem ser instalados a uma altura entre 0,80 m e 1,00 m e, obrigatoriamente, com ducha manual afixada em altura acessível.


    Bacia sanitária e pia


    Detalhe de barra de apoio







  • Boxe acessível
    As dimensões mínimas de boxe sanitário acessível devem ser de 1,50 m na parede que for instalada a bacia por 1,70 m, quando a porta abrir para fora ou for de correr. Ou seja, deve ter dimensões que permitam a transferência frontal e lateral para a bacia sem sobreposição com a área de varredura da porta.





  • Bacia sanitária
    As bacias sanitárias têm como padrão a altura de 38 cm. Para o uso específico por portadores de deficiência física, a altura final da peça deve ser de 46 cm. Além do aumento de altura da bacia, há outros pontos a serem levados em conta:
    a) A louça, bem como o assento, deve ter uma fixação mais resistente, para evitar acidentes
    b) Deve existir área de transferência com dimensões de 0,80 x 1,10 m, ao lado e à frente do vaso sanitário e instalação de barras de apoio

    Há, basicamente, três maneiras para adaptar as bacias existentes à altura necessária:
    1) Utilizar assento da bacia sanitária especial que, por ser mais espesso, garante que a altura final da bacia (altura em relação ao assento) seja de 0,46 m, conforme recomendado em norma técnica. Esse tipo de adaptação é indicado em ambientes residenciais e não em sanitários públicos. A manutenção inadequada das ferragens de fixação pode ocasionar sérios acidentes
    2) Colocação de base na bacia, aumentando a altura final. Nesse caso, o ideal é que a base tenha uma projeção coincidindo com a base da bacia. É aceitável um avanço de até 5 cm (para cada lado) em relação à base da bacia. Esse é um dos maiores erros em projetos, ocasionado degraus, patamares que tornam a utilização da bacia impraticável
    3) Aquisição de bacias já com a medida solicitada (algumas empresas já as fabricam) ou a utilização de bacias suspensas, o que torna a adaptação da altura mais fácil, já que há mobilidade quanto à altura de instalação da peça. Mas, uma vez instalada a peça sanitária, sua altura está fixada, não sendo aconselhada para problemas físicos temporários. Essa peça tem, ainda, a colocação e usos limitados a banheiros com instalações hidráulicas e tubulações previamente planejadas e cuidadosamente preparadas


    Bacia suspensa





  • Bacia com caixa acoplada
    Conforme o design e inclinação da parte posterior da caixa acoplada, o ato de sentar na bacia torna-se mais cômodo, não interferindo com o tampo da louça. A caixa acoplada deve ter um ângulo de inclinação maior que 90o em relação com o assento. Quanto menor é esse ângulo, mais difícil torna-se manter a tampa aberta, dificultando o seu uso por pessoas com deficiência. As barras devem ser instaladas acima da caixa acoplada, respeitando-se o espaço para manutenção.





  • Barras de apoio e transferência
    As barras são utilizadas, principalmente, para que uma pessoa se transfira de uma cadeira de rodas para o vaso sanitário, chuveiro ou banheira e também para apoio de pessoas idosas, usuários de muletas ou bengalas em boxes, banheiras, ao lado de peças sanitárias e mictórios. Junto às bacias sanitárias, elas devem ter o comprimento de 0,90 m, devendo ser instaladas na horizontal, a 0,76 m de altura do piso tanto na parede lateral como de fundo da bacia sanitária. Devem ter boa empunhadura, com diâmetro entre 30 e 45 mm, e estar firmemente fixadas em paredes ou divisórias a uma distância mínima de 40 mm. As extremidades devem estar fixadas ou justapostas nas paredes com formato recurvado. As barras de apoio e seus elementos de fixação e instalação devem ser de material resistente à corrosão, conforme NBR 10283.

    Na impossibilidade de instalação de barras nas paredes laterais serão admitidas barras laterais articuladas ou fixas (com fixação na parede de fundo), desde que sejam observados os parâmetros de segurança e de dimensionamento e que barras e apoios não interfiram na área de giro e transferência.


    Bacia sanitária e acessórios

    Boxe e chuveiro

    Papeleira







  • Válvula de descarga
    O acionamento do mecanismo de descarga deve ficar dentro do alcance manual do usuário considerando crianças e idosos. Uma altura de 1,00 m a partir do piso é adequada. O manuseio deve ser com uma só mão e com esforço físico mínimo.





  • Papeleira
    Tratando-se de papeleiras embutidas ou que avancem menos de 10 cm em relação à parede, a parte pela qual se retira o papel deve estar localizada a 0,40 m do piso e a uma distância máxima de 0,15 m da borda frontal da bacia. No caso de papeleiras que, por conta das dimensões, não atendam a esse parâmetro, o acesso ao papel deve estar entre 1,00 m e 1,10 m do piso, sobre a barra de apoio e transferência.





  • Acessórios e equipamentos elétricos
    A área de manuseio dos acessórios como toalheiros, saboneteiras e registros deve estar localizada entre 0,80 m e 1,00 m de altura do piso. Tomadas e interruptores também devem estar a essa altura e permitir a aproximação, alcance e manuseio de uma pessoa em cadeira de rodas, especialmente aqueles que estejam próximos a bancadas de pias para utilização de barbeadores, secadores ou interruptores para acender luzes sobre os espelhos. Os comandos de aquecedores devem estar entre 0,80 m e 1,20 m e ser instalados interfones ou sistemas de segurança próximos à bacia sanitária.





  • Espelhos
    A maioria dos espelhos em banheiros públicos não permite a visualização de uma criança, pessoa com estatura muito reduzida ou em cadeira de rodas. Para que isso aconteça, devem ser instalados a 0,90 m de altura do piso ou, acima disso, deve estar inclinado frontalmente a 10o.


    Elétrica





    Banheiro residencial
    O banheiro residencial é um espaço que requer como uma das condições básicas privacidade, higiene e adequada iluminação e ventilação, bem como a segurança dos equipamentos e materiais de acabamento como pisos, metais e louças. Existem elementos que são básicos em um projeto para que esse ambiente possa ser adequado para atender às necessidades pessoais do usuário.

    O piso deve ser antiderrapante, mesmo quando molhado. O mobiliário e os tampos de granitos devem ter cantos arredondados e a largura livre da porta de acesso de 0,80 m. Se necessário, deve-se inverter sua abertura, ou instalar porta de correr. O espaço interno, para possibilitar o giro de uma pessoa em cadeira de rodas, deve incluir um espaço livre circular com diâmetro de 1,50 m, podendo ultrapassar em, no máximo, 0,25 m sob a pia ou sob qualquer obstáculo acima de 0,70 m. É necessário possibilitar o espaço de transferência (0,80 x 1,10 m) frontal e lateral à bacia, bem como ao chuveiro.

    A drenagem do boxe deve ser feita por grelhas, preferencialmente próximas à parede, pois algumas rodas de cadeiras de banho podem danificar o ralo. Desníveis no boxe e soleiras nunca serão superiores a 0,015 m, mesmo assim, serão chanfrados a 45o. As barras de apoio são fundamentais para evitar acidentes no banheiro, principalmente em chuveiros ou banheiras. Suporte de toalhas de rosto e banho, prateleiras para apoio de xampu e saboneteiras devem estar ao alcance do usuário, considerando crianças e pessoas sentadas.


    Acessórios

    fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/noticias/banheiros-com-acessibilidade-para-pessoas-com-deficiencia-fisica-e-idosos-80195-1.asp





  • terça-feira, outubro 11, 2011

    Mostra Morar Mais por Menos Curitiba


    Parceiros: MOSTRA MORAR MAIS APOSTA NO CONSUMO CONSCIENTE
    Em sua quinta edição, evento apresenta soluções criativas e inovadoras levando em conta a questão ambiental


    13 – Estúdio Sustentável – Vinícius Trevisan
    Com 31 metros quadrados, o ambiente projetado pelo profissional Vinícius Trevisan segue o estilo sofisticado sustentável. Desenvolvido a partir da mistura de materiais, texturas e elementos que criam uma atmosfera aconchegante e elegante, o Estúdio Sustentável foi pensado para solteiros ou casais jovens. Além do desafio de montar uma residência em uma área reduzida, o arquiteto também buscou aliar charme e sustentabilidade na construção do espaço, por meio da utilização de itens reaproveitados e de produtos regionais. “O estúdio atende às necessidades básicas de vivência. Os destaques do ambiente são os materiais empregados, que garantiram a redução dos custos, a habilidade na execução e o pleno reaproveitamento”, explica. Paredes cobertas com azulejos produzidos a partir de embalagens de doces de festa, luminárias desenvolvidas com produtos naturais, mobiliário construídos com materiais reciclados, piso de reaproveitamento de obras e revestimento de paredes com folhas de bananeira são alguns elementos que fazem parte do estúdio. “Priorizei também o uso de objetos ecologicamente corretos e procurei aproveitar obras de artistas regionais para valorizar e fomentar a produção local, gerando empregos e divulgando a região por meio da arte e do artesanato”, finaliza Vinícius.
     
    16 – Copa e Cozinha do Apartamento Compacto – Vanessa Niczay
    Em 11 metros quadrados, a designer de interiores Vanessa Niczay projetou um ambiente para pessoas modernas, antenadas e que apreciam a praticidade, mas sem deixar o lúdico e o elegante de lado. A profissional traz um espaço moderno e funcional, de estilo contemporâneo, para os que gostam dos momentos de cozinhar e servir. “Ousadia foi a palavra de ordem na Copa e Cozinha. Optei por linhas retas, cores e texturas contrastantes para valorizar a área. Além disso, o planejamento fez toda a diferença”, explica. O ambiente segue os conceitos de sustentabilidade e do baixo custo. Móveis planejados feitos de MDF, um material amigo do meio ambiente, deixaram os espaços, até mesmo os menores, funcionais. Artigos do artesanato local estão na decoração. O resultado: uma cozinha charmosa e acolhedora para reunir família e amigos para uma boa refeição. 

    19 – Sala de Jantar e Copa/Cozinha – Thiago Florenzano
    Conforto, sofisticação e elegância fazem parte dos ambientes projetados pelo arquiteto Thiago Florenzano. Pensados para famílias contemporâneas e que prezam pela comodidade, os espaços são ao mesmo tempo práticos, exclusivos e requintados. A Copa/Cozinha recebeu mobiliário futurístico, com linhas curvas que destacam o ambiente e levam a forma orgânica ao limite. Praticidade é a palavra de ordem deste espaço, onde tudo está à mão do usuário. Já na Sala de Jantar, a difusão de cores e formas, mescladas com objetos clássicos e mobiliário moderno, proporciona um clima intimista e refinado. “O material para a construção dos móveis possui selo verde. Além disso, priorizamos o reaproveitamento e o uso de produtos que reduzem o impacto ambiental”, explica. Quadros do artista Luiz de Souza dão o toque final à decoração dos espaços.


    27 – Quarto do Solteiro – Andressa Tonial, Camila Casagrande e Karine Liebl
    Em um espaço reduzido, de apenas 11 metros quadrados, as arquitetas Andressa Tonial, Camila Casagrande e Karine Liebl tiveram o desafio de projetar um quarto multiuso para um homem solteiro que mora na casa dos pais e que busca conforto, praticidade e privacidade. O mobiliário, desenhado pelas profissionais, mescla materiais sofisticados e rústicos. A iluminação indireta compõe um cenário charmoso. “Optamos por fazer a iluminação com lâmpadas de LED e utilizamos produtos de fornecedores que se preocupam com o meio ambiente”, destacam. A lareira a álcool posicionada bem em frente à cama esquenta o quarto nas frias noites curitibanas. O resultado: um ambiente de estilo contemporâneo, belo e agradável.
     

    37 – Sala de Estar – Cristiane Costa Maciel e Sony Luczyszyn
    As arquitetas Cristiane Costa Maciel e Sony Luczyszyn pensaram em um casal jovem, desenvolto e sem preconceitos ao projetar a Sala de Estar, de 30 metros quadrados. Com a proposta de um ambiente contemporâneo, as profissionais optaram por uma marcenaria moderna, de linhas retas, que foi desenvolvida especialmente para a mostra. O sofá rosa-choque faz contraste com as chapas de MDF com efeito laqueado que revestem os móveis, deixando o espaço único e irreverente. A sustentabilidade fica por conta da utilização de materiais reciclados, como restos de madeira e tapete de retalhos de couro, e do destaque aos produtos locais. A cortina artesanal, confeccionada com linho desfiado, e a mesa de centro, construída com madeira de demolição, demonstram o cuidado e a preocupação com o meio ambiente. Além disso, todos os materiais utilizados possuem certificado de procedência e são comprometidos com a proteção ambiental. Um quadro que retrata o pinhão, um dos símbolos do Paraná, foi criado especialmente para o ambiente pela artista Tereza de Leon, além de esculturas da artista Elizabeth Titton. A sala cria uma atmosfera aconchegante, e ao mesmo tempo, desprendida e clean.  

    Nas mãos dos profissionais da Morar Mais por Menos “O chique que cabe no bolso”, pneus reutilizados se transformam em um balcão; canetas esferográficas são empregadas para a confecção de uma luminária; saquinhos de chá usados compõem a moldura de um espelho; e embalagens de doces de festa e folhas de bananeira revestem as paredes. Estas e muitas outras ideias criativas e que incentivam o consumo consciente estão na quinta edição da mostra de decoração, que já se consolidou com o conceito de mesclar ambientes acessíveis, sofisticados e sustentáveis. 

    O evento acontece em Curitiba entre os dias 06 de outubro e 15 de novembro, em um imóvel no bairro São Francisco. Este ano, a mostra vai incentivar o uso da bicicleta como forma de diminuir o impacto ambiental causado pela utilização de carros e minimizar os engarrafamentos. Há um bicicletário no local, e quem visitar a mostra utilizando esse meio de transporte paga apenas metade do valor da entrada. “A ideia é estimular as pessoas a adotarem esse meio de locomoção, que é mais econômico, saudável e limpo”, explicam os arquitetos Francisca Cury e Léo Pletz, licenciados locais da Morar Mais.

    Outro destaque é que a casa está 80% adaptada, com elevadores especiais, para permitir e facilitar o acesso de pessoas com deficiência física, dificuldades de locomoção e de idosos.
    O conceito adotado este ano é o de Condomínio Clube, assim é possível apresentar inúmeros tipos de moradia, desde os espaços mais compactos, como apartamentos de 20 m², até os mais amplos, como casas de 200 m². Os visitantes poderão conhecer soluções para ambientes residenciais, comerciais e corporativos, além de paisagismo. No total, serão 58 ambientes assinados por mais de 90 profissionais locais.
    A transparência e o respeito aos consumidores são outros pontos da Morar Mais que têm conquistado os visitantes. Em todos os ambientes, existe um quadro descrevendo detalhadamente os itens utilizados na decoração, com o respectivo fornecedor e preço.

    Sobre a Morar Mais por Menos
    Nascida no Rio de Janeiro, a Mostra Morar Mais por Menos está presente em Curitiba, Salvador, Brasília, Goiânia, Cuiabá e Belo Horizonte. Seu conceito inovador atrai um número cada vez maior de visitantes. A mostra cativa por apresentar soluções que tornam o design de interiores mais acessível e criativo. Além disso, a Morar Mais aposta na brasilidade, valorizando o artesanato local e utilizando apenas nomes em português para seus ambientes.

    Serviço:
    Mostra Morar Mais por Menos “O chique que cabe no bolso”
    Data: De 06 de outubro a 15 de novembro
    Local: Rua Kellers, 520 - esquina com a Rua Martin Afonso - Bairro São Francisco
    Horário de funcionamento:
    De terça à sexta-feira, das 15h às 21h
    Sábados, das 14h às 21h
    Domingos e feriados, das 13h às 20h
    Valor do ingresso: R$ 24,00 – Meia entrada: R$ 12,00 (maiores de 60 anos, estudantes e para quem for de bicicleta) – Assinantes da Gazeta do Povo: R$ 18,00


    segunda-feira, outubro 10, 2011

    O Cristo Redentor

    Trabalhando em condições precárias, e a 710 metros de altura, operários levaram cinco anos para construir um monumento que tinha como pilar o concreto armado, conceito que era novidade naqueles tempos .


    coleção aguinaldo silvaAndaimes, ferro, vergalhões: o Cristo foi erguido como se fosse um prédio, e só depois entrariam em cena os detalhes artísticos

    Construir uma estátua com a representação da imagem de Jesus Cristo em um pico de platô pequeno, a 710 metros de altura do chão, sem estrada de rodagem alguma nem água por perto, era um desafio dos mais difíceis na década de 20. Além disso, sua forma criava outras dificuldades: muita gente achava que os braços, abertos e esticados, despencariam com os primeiros ventos — lá em cima eles batem com mais força que no solo urbano e não raro ultrapassam 100 quilômetros por hora.

    O concurso para escolher o melhor projeto para o Cristo Redentor havia sido vencido, em 1921, por Heitor da Silva Costa, arquiteto e engenheiro carioca, morador do bairro do Flamengo. Ele passaria os anos seguintes arredondando os desenhos, mandando construir maquetes, fazendo e refazendo cálculos matemáticos e chefiando missões brasileiras a Paris, cidade à qual foram encomendados serviços artísticos do escultor franco-polonês Paul Landowski, autor da cabeça e das mãos da estátua. Somente em 1926, sob a batuta do encarregado das obras, Heitor Levy, a construção seria iniciada.





    Esse monumento de 38 metros de altura, fincado no topo do Corcovado, justifica sua presença no rol dos grandes feitos da engenharia. "As duras condições de trabalho e os recursos parcos tornaram mais criativas as soluções técnicas adotadas", explica o engenheiro baiano Maurício Brayner, autor de um recente estudo sobre o tema, na Fundação Getulio Vargas. Ele destaca como foi acertada a escolha do concreto armado. O material era uma novidade no estilo art déco e baixou o preço final do empreendimento, que fora inicialmente idealizado em metal, como a Estátua da Liberdade, em Nova York. "Heitor da Silva Costa desistiu por considerar feio o efeito do cobre a longa distância e por temer que em uma guerra o monumento acabasse sendo destruído, com a finalidade de virar peças de artilharia", acrescenta.

    arquivo o cruzeiro/em/d.a. pressMaquete de Landowski

    Silva Costa foi meticuloso. A altura e a posição da estátua, por exemplo, foram definidas com base em observações particulares, ele próprio olhando para o Corcovado de vários locais, incluindo as cidades (na época longínquas) de São Gonçalo e Niterói. O ângulo de visão da Praia de Botafogo foi escolhido como ponto frontal porque dali o monumento aparecia com cerca de 10% da altura do maciço que lhe serve de pedestal natural, o que o engenheiro considerava adequado, numa boa proporção. Além disso, o Redentor seria visualizado de frente pelos visitantes que chegassem, por mar, à Baía de Guanabara.

    Na obra, a dificuldade começaria já desde o papel. As plantas necessárias para alinhar o perfil externo do acabamento aos moldes internos do concreto foram feitas por uma equipe de dez desenhistas, "numa extensão de 16 quilômetros, se as respectivas folhas fossem alinhadas uma depois da outra", como descreveu o próprio Silva Costa à Revista do Clube de Engenharia. Também não era nada fácil o acesso de materiais e de operários ao canteiro. Cimento, areia, brita, vergalhões e milhares de pequeninos triângulos de esteatita (pedra-sabão) eram transportados de trem até perto daquela faixa de terra mais ou menos plana, de 15 metros de diâmetro, no mirante até então chamado de Chapéu do Sol, cume do Morro do Corcovado. Não havia líquido por perto, nem para beber, nem para fazer cimento. Bombeava-se a água de uma fonte num riacho distante 300 metros dali.


    Desenhos com cálculos matemáticos

    Para fazer uma base quadrada de 9 metros de lado, foi preciso que na rocha virgem — um gnaisse duro de roer — fosse aberto com dinamite um poço de 4 metros de profundidade. Os vergalhões foram chumbados a mão, e todo o concreto era preparado no local, erguido até as formas previstas nos desenhos por toscas gruas e aplicado manualmente pela equipe do mestre executor Levy — que se mudou de mala e cuia para o Corcovado e lá viveu por cinco anos, chegando a se converter ao catolicismo (era judeu). A obra foi realizada em lajes sucessivas e superpostas, doze ao todo, a cada 10 metros, com quatro pilares centrais, processo comum em prédios de hoje, mas uma novidade arriscada nos anos 20. Os pisos são menores perto do topo e os dois últimos pilares estão levemente inclinados para a frente, cerca de 5 graus, sustentando a cabeça de 3,75 metros de altura e 20 toneladas. Ela foi feita de concreto a partir de um molde de gesso que havia sido enviado, recortado em cinquenta partes, por Paul Landowski e remontado peça por peça num sítio, em São Gonçalo, de propriedade do engenheiro Levy.
      
    coleção aguinaldo silvaCenário das obras no topo da montanha

    As únicas vigas de aço da obra sustentam as mãos e estão presas no concreto da estrutura dos braços de 29,6 metros de comprimento, a qual não é perfeitamente simétrica — pelo projeto, o esquerdo é 60 centímetros menor, e sua estrutura interna, além de diferente, é mais angulada em direção à mão que no lado oposto. Mas esses são detalhes imperceptíveis a olhos nus e leigos. Na construção, usaram-se inicialmente andaimes de madeira, mas uma ventania afetou a estrutura, trocada então por trilhos de bonde. O Cristo foi realmente feito para suportar qualquer intempérie. A resistência do conjunto inteiro ao empuxo, no caso de ventos em turbilhão, é quase quatro vezes maior do que a que poderia ser normalmente adotada em construções do gênero, edifícios, no caso — especialistas em obras e engenharia costumam afirmar que o Cristo Redentor, por sua estrutura e pelo modo como foi erguido, nada mais é do que um prédio de dez andares.
      
    Cabeça do Cristo no sítio de Levy

    O acabamento com triângulos de pedra-sabão pré-cozida foi escolhido pelas propriedades da esteatita, que não racha, não se dilata e é impermeável. Resistente a ácidos, tem talco em sua composição, o que reduz o efeito do atrito com o vento. Um detalhe: foram equipes de mulheres católicas, e não operários, as responsáveis por colar em folhas, uma a uma, milhares de peças de pedra-sabão, que em seguida seriam aplicadas diretamente no cimento da estátua.

    Ao fim e ao cabo, a cidade estava orgulhosa do feito. E seu principal realizador, Silva Costa, ficou todo bobo. "Fomos mais rápidos e mais eficientes que os construtores da Estátua da Liberdade", costumava comparar, em conversas com os amigos. Argumentava que o Brasil tinha parcos recursos tecnológicos, menos dinheiro que os americanos (todo ele fruto de doações) e que, mesmo assim, o Cristo foi erguido em cinco anos, menos da metade do tempo que levou a obra nova-iorquina. Tinha também notória satisfação por poder exibir um dado em particular: foram dezenas de arquitetos, outros tantos engenheiros, centenas de colaboradores, mais de 1 000 operários, e nenhum acidente grave registrado. Como por milagre, e as fotos mostram gente se equilibrando a 40 metros do solo, sem capacete, colete ou cinto, ninguém morreu na obra do Cristo.


    acervo bel noronhaNa foto ao lado, repara-se que ainda não havia escadas que levassem à base do monumento

    O acabamento com triângulos de pedra-sabão pré-cozida foi escolhido pelas propriedades da esteatita, que não racha, não se dilata e é impermeável. Resistente a ácidos, tem talco em sua composição, o que reduz o efeito do atrito com o vento. Um detalhe: foram equipes de mulheres católicas, e não operários, as responsáveis por colar em folhas, uma a uma, milhares de peças de pedra-sabão, que em seguida seriam aplicadas diretamente no cimento da estátua.

    AUGUSTO MALTA/fmisO clima de festa no dia da inauguração


    Ao fim e ao cabo, a cidade estava orgulhosa do feito. E seu principal realizador, Silva Costa, ficou todo bobo. "Fomos mais rápidos e mais eficientes que os construtores da Estátua da Liberdade", costumava comparar, em conversas com os amigos. Argumentava que o Brasil tinha parcos recursos tecnológicos, menos dinheiro que os americanos (todo ele fruto de doações) e que, mesmo assim, o Cristo foi erguido em cinco anos, menos da metade do tempo que levou a obra nova-iorquina. Tinha também notória satisfação por poder exibir um dado em particular: foram dezenas de arquitetos, outros tantos engenheiros, centenas de colaboradores, mais de 1 000 operários, e nenhum acidente grave registrado. Como por milagre, e as fotos mostram gente se equilibrando a 40 metros do solo, sem capacete, colete ou cinto, ninguém morreu na obra do Cristo.

    Empresa desenvolve lâmpada recarregável com energia solar



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    Desenvolvida  pela empresa americana Nokero, a lâmpada  recarregável com energia solar é a primeira a ser produzida neste segmento.  Atualmente a empresa disponibiliza dois modelos (N100 e N200), além de placas para captura da luz solar e um box promocional com 144 unidades. Ainda, oferece o serviço de gravação de logomarcas de empresas no bulbo do produto, para campanhas promocionais e/ou brindes. A lâmpada pode ser utilizada como uma lanterna ou fixa em paredes e usada em comunidades carentes que utilizam lampiões. Além disso, a empresa garante durabilidade de 5 anos e certificação CE. 

    Fonte: ElcioFernando e http://www.portaldeiluminacao.com.br

    domingo, outubro 09, 2011

    As bibliotecas públicas mais lindas e modernas.

    UC San Diego’s Geisel Library

    The Baiyun Mountain of Books

    The Andre Malraux Library

    Public Library for Lodz designed by Maciek Grelewicz

    The National Library of Belarus With LED Display

    Modern Library University at Tokyo Japan by Toyo Ito

    The Idea Store Whitechapel in London


    Seattle Public Library’s Central Library 

    The Czech National Library 

    Black Diamond at the Royal Library Copenhagen

    Philadelphia’s Parkway Central Library

    Modern Library Design by Bosch & Fjord

    A Casa Meera



    A Casa Meera projetada pelos arquitetos Guz e construído em Cingapura é o tipo de construção que mostra como aproveitar ao máximo o espaço disponível.  

    Os edifícios vizinhos da Meera são bastante perto para que a casa tem duas paredes sólidas em cada lado significava para preservar a privacidade, tanto quanto possível, enquanto a frente e de trás da casa você irá obter acesso ao calor do sol, ver o oceano e o telhado coberto de grama. 

    Isso mesmo, a Casa Meera está coberta de grama, mas isso não é o único elemento surpresa deste projeto maravilhoso. Basta verificar a escada ou que piscina que é separado por uma parede de vidro a partir do nível mais baixo da casa.



    sábado, outubro 08, 2011

    Bolhas nas Paredes‏

    A Solução para Bolhas nas Paredes‏

    Impermeabilização antes da pintura, uma forma de evitar problemas futuro

      As bolhas de ar que se formam na pintura podem ter várias causas, mas todas relacionadas à aderência da tinta à superfície.

       Em paredes externas, por exemplo, elas são causadas em grande parte pelo uso da massa corrida PVA, um produto indicado apenas para superfícies internas.

     A Construcolor comercializa o fundo preparador à base de água Van Blaster, recomendado tanto para áreas externas quanto para internas, que reforça e uniformiza a parede, solucionando problemas nas superfícies.
    GetAttachmentCAJ7S02I11 A Solução para Bolhas nas Paredes‏

    Bolhas na pintura e manchas em paredes e rodapés indicam infiltração e falhas no processo construtivo. Ambientes úmidos podem provocar alergia e problemas respiratórios.

    Não adianta pintar sobre paredes úmidas. A umidade pode acabar com todo o serviço. Essa é a observação que a Otto Baumgart/Vedacit, fabricante de produtos químicos para a construção civil, faz questão de alertar não apenas aos pintores, mas também a consumidores em geral.

    A pintura feita sobre superfícies úmidas provoca o aparecimento de bolhas, eflorescências, manchas, mofos e destacamentos na pintura. Essas situações resultam ainda em ambientes insalubres, que podem comprometer a saúde dos seus usuários com graves problemas alérgicos e respiratórios.

    As paredes estão sujeitas à infiltração da água de chuva e da própria umidade do solo. As chuvas, geralmente, provocam manchas de umidade internamente, a partir do meio das paredes. Já a umidade do solo deixa os rodapés úmidos até cerca de um metro a partir do piso. E, em caso de terra encostada na face exterior da parede, a umidade pode se manifestar em toda a estrutura.

    Para evitar situações como essas, é preciso prevenir ou reparar os problemas de umidade antes do processo de pintura: é fundamental impermeabilizar as estruturas e superfícies. 

    O primeiro passo, ensina a Otto Baumgart/Vedacit, é conhecer as três principais causas da umidade nas paredes:
    Batidas de chuva: infiltração pelas águas da chuva, que penetram pelas fachadas devido à impermeabilização mal feita ou à ausência de impermeabilização da argamassa externa.

    Capilaridade: ocorre nos rodapés e nas áreas externas em contato direto com o solo. As paredes absorvem a água do solo através dos alicerces não impermeabilizados.

    Paredes de encosta: a umidade provém da terra encostada em paredes não impermeabilizadas, através das quais a água penetra no interior dos edifícios.

    A maneira correta, econômica e eficaz de evitar problemas com a umidade é impermeabilizar os alicerces e as paredes durante a construção, utilizando na argamassa de assentamento e de revestimento o impermeabilizante definitivo Vedacit, que age dentro da massa e não superficialmente como uma pintura.
    Depois de cobrir o alicerce com uma camada de massa impermeável – com 1,5 cm de espessura e descer 15 cm pelas laterais – é preciso esperar pela secagem e pintar com duas demãos da tinta asfáltica Neutrol.

    No caso de umidade nas paredes internas, o essencial é corrigir o problema antes da aplicação da pintura de acabamento. A Otto Baumgart/Vedacit indica três diferentes maneiras para se fazer isso:
    Vedapren Parede: indicado para o caso de batidas de chuva, já que é aplicado externamente – lixar a parede, removendo a pintura anterior; aplicar Vedapren Parede, pintura impermeável contra batidas de chuva, em duas ou três demãos, sendo que a primeira pode ser diluída em até 10% de água. O produto dispensa o uso de seladora e pode ser usado já como acabamento. Na cor branca, Vedapren Parede pode ser pigmentado ou receber tinta acrílica ou látex.
    Vedajá: para corrigir umidade em rodapés, no caso de ausência ou deficiência de impermeabilização nos alicerces – remover todo o revestimento, deixando a superfície limpa e ligeiramente úmida; aplicar Vedajá, revestimento impermeável contra infiltrações, com broxa ou trincha, em duas, três ou quatro demãos cruzadas, com intervalo de seis horas entre elas. Na seqüência, aplicar o chapisco com Bianco, adesivo de alto desempenho, e refazer o revestimento.

    Argamassa com Vedacit: para o caso de batidas de chuva e para paredes de encosta – remover o revestimento antigo e aplicar a argamassa impermeável feita com Vedacit, usando colher de pedreiro, na espessura de 1 a 1,5 centímetros, apertando-a contra a parede. Após a argamassa ter perdido o brilho superficial, dar acabamento com desempenadeira de madeira.


    Para evitar o surgimento de fissuras, a argamassa não pode ser aplicada sob sol intenso. Em caso de superfície muito seca, recomenda-se umedecê-la previamente. Os procedimentos normais de pintura devem ser realizados após a secagem total da argamassa, ou seja, 28 dias após o término dos serviços.