domingo, outubro 30, 2011

Uso do concreto bruto

Concreto armado, moldado na obra ou pré-moldado - com ele, a arquitetura moderna avançou no país com suas grandes aberturas e seus enormes vãos livres sob volumes em balanço, vencendo a lei da gravidade. Nos últimos 50 anos, este material tomou conta da cidade, embora muita gente torça o nariz para o tom cinza concreto da paisagem paulistana.


Um dos arquitetos brasileiros que mais e melhor usam o concreto é o capixaba Paulo Mendes da Rocha, vencedor do prêmio Pritzker em 2006. É dele a casa, acima, que fica no bairro do Butantã, em São Paulo. Observe a plasticidade do material nas linhas retas e precisas da construção que valorizam os espaços e a passagem da luz natural. Chamado de brutalismo, o estilo dos projetos dele expõe as marcas das madeiras usadas para dar forma às estruturas de concreto. E a beleza está exatamente nisso: mostrar como a obra é feita, nua e crua, sem pintura ou qualquer revestimento.


Os detalhes da construção também estão explícitos na casa projetada por ele para a família Gerassi, no Alto de Pinheiros. Na obra de 1990 foram usadas grandes estruturas de concreto pré-moldado, semelhantes às empregadas em pontes e viadutos. Repare, na foto ao lado, os encaixes das peças sobrepostas que são o teto e a base do volume suspenso.

Outro projeto de Mendes da Rocha, mais famoso e polêmico, é o Mube – Museu Brasileiro da Escultura, obra de 1986, no Jardim Europa, também em São Paulo. Quase escondido no terreno, causa estranheza e curiosidade. Veja nas foto abaixo. Mesmo do lado de fora é possível admirar seus espaços abertos, livres e de multiuso. Mas vale visitá-lo para experimentar as sensações de se sentir abraçado pelo concreto bruto.




O trabalho deve ser realizado por profissionais capacitados para evitar problemas futuros e garantir durabilidade."O produto tem de ser executado com fôrmas adequadas e equipamentos específicos para eliminar bolhas e imperfeições." diz o arquiteto Lourenço Gimenes.


Durante a aplicação, é possível definir a textura.O aspecto pode ser mais rudimentar ou liso, depende do projeto e da escolha dos moradores.

Para quem decidiu apostar no material depois que as paredes da casa estiverem prontas, é possível aplicá-lo com painéis de fechamento ou peças pré-moldadas.

Outra vantagem indiscutível, segundo Gimenes, é a economia. “O material dispensa o desenvolvimento de outras etapas da obra, como emboço e reboco. Além disso, não é preciso gastar com outros revestimentos.”

A manutenção é simples e, se realizada da maneira correta, sua parede pode ficar novinha durante muitos anos. “Não use sabão ou detergente. Limpe sempre com água sob pressão e aplique verniz ou silicone depois da execução (principalmente em áreas externas), já que o material é poroso e tende a envelhecer”, recomenda

sábado, outubro 29, 2011

7 incríveis cidades verdes do futuro

Já imaginou como serão as metrópoles do amanhã? Confira sete fantásticos projetos de arquitetura urbana sustentável que aparecem como solução para driblar os efeitos das mudanças climáticas ou simplesmente para melhorar nossa qualidade de vida



Lilypad: um refúgio à prova de inundações

Eventos climáticos extremos têm deixado milhares de desabrigados em todo o mundo. Na Tailândia, que enfrenta sua pior inundação em meio século, pelo menos 9 milhões já foram afetados. Se as previsõesde elevação dos níveis dos mares se concretizarem, será preciso encontrar um novo lar para os refugiados climáticos.

A solução para nos manter a tona vem do visionário arquiteto belga Vicent Callebaut, que criou a cidade flutuante Lilypad. O complexo é formado por arcas, cada uma com capacidade de abrigar até 50 mil pessoas – quantidade semelhante ao número de habitantes da cidade portuária de Constitución, no Chile, que no ano passado foi invadida por uma onda de 8 metros, obrigando os moradores a se retirar para as montanhas.

Com design inspirado em uma flor, a plataforma flutuante tem de tudo: um lago que recolhe a água da chuva e serve de reservatório natural para a água potável, um ecossistema próprio formado por montanhas, rios e jardins suspensos, além de toda infraestrutura urbana necessária para o povoamento humano. A energia virá de fontes renováveis, solar e eólica e cada cidade será carbono neutra.



Ziggurat, ecopirâmide para 1 milhão de pessoas

Dubai é hoje um dos maiores canteiros de obra do mundo. Seu mais recente projeto é uma cidade auto-sustentável chamada Ziggurat, com capacidade para 1 milhão de habitantes.

O escritório de arquitetura Timelink, um dos pioneiros em design ambiental, revisitou o passado para conceber este centro futurista, que se baseia em antigos templos da Mesopotâmia, em formato piramidal, considerados uma “ponte” entre o céu e a terra.

A cidade projetada pelos arquitetos de Dubai deverá ser carbono neutra, com 2,3 quilômetros quadrados voltados só para geração de energia renovável. As áreas verdes vão se dividir em espaços de lazer e de agricultura irrigada e todo o lixo gerado será reciclado ou transformado em energia.


PTC, centro de eco business em Cingapura

Com uma economia moderna, centrada na indústria, educação e principalmente no planejamento urbano, Cingapura, no Sudeste Asiático, quer concluir até 2020, o seu primeiro centro para eco negócios.

Desenvolvido pela empresa JTC Corporation em parceria com a Universidade de Nanyang, o Parque CleanTech (CTP) vai servir de base para empresas de pesquisa e desenvilmento de tecnologias limpas e soluções urbanas sustentáveis.

Seguindo preceitos da construção ecológica, o projeto faz parte de um plano de desenvolvimento sustentável lançado pelo governo local para os próximos 30 anos. Quando estiver conluído, o CTP poderá abrigar uma população ativa de 20 mil trabalhadores.



Mentougou Eco Valey


A área montanhosa de Miaofeng, localizada a cerca de 30 km a oeste de Pequim, está com os dias contados para se tornar uma espécie de Vale do Silício ecológico. Próxima à metrópole urbana de Beijing, a nova cidade vai combinar institutos de pesquisa científicas com foco em inovação, meio ambiente e desenvolvimento de tecnologias de ecoeficiência urbana.

Além disso, o projeto prevê a criação de vilas sustentáveis, com capacidade para até 50 mil pessoas. Quem assina o design é a empresa finlandesa Eriksson Architects, em colaboração com a consultoria Eero Paloheimo.

Com ambições de ser neutra em carbono, o Mentougou Eco Valey pretende reduzir em um terço a sua pegada ambiental, quando comparada a de uma cidade tradicional e de tamanho similar. Atualmente, o projeto aguarda aprovação das autoridades chinesas para poder captar recursos junto a investidores.



Torres autossuficientes seria solução para Seoul

Buscando conciliar crescimento urbano, sustentabilidade e qualidade de vida, os arquitetos coreanos da Mass Studies projetaram o Seoul Commune 2026.

Trata-se de um conjunto de torres sustentáveis em formato orgânico, que podem ter entre 16 e 53 andares, no bairro de Apgujongdong, uma das regiões mais densamente povoadas do mundo, em Seoul. Além de apartamentos, cada torre abrigaria restaurantes, teatros, um complexo de compras, além de outras opções de lazer.

Autossuficientes em energia, as torres possuem uma cobertura de cristais fotovoltaicos, além de um revestimento verde composto de plantas, que ajuda a controlar a temperatura interna dos edifícios.



Zorlu, um reduto ecológico na Turquia

O tráfego de veículos e pessoas no centro histórico de Istambul, na Turquia, é tão intenso que os gestores da cidade estão tentando multiplicar o número de centros urbanos locais para preservar as áreas mais antigas. Zorlu Ecocity faz parte desse plano.

Como uma cidade dentro de outra, esse centro sustentável e 100% planejado serviria à comunidade como uma cidade comum, um lugar para ser viver e trabalhar – só que sem o caos do trânsito, a aridez da paisagem e a poluição sonora e visual caracteristicamente urbanoides.

Suas 14 torres verdes terão entre 8 e 26 apartamentos cada e abrigarão residências, escritórios, hotéis e até mesmo um centro de repouso para idosos. E nada de estacionamento nas ruas, atrapalhando o trânsito e a travessia de pedestres: a cidade poderá receber até seis mil carros em um porão subterrâneo de sete andares. Farta de espaços verdes, o projeto de Zorlu foi concebido pelo badalado escritório oriental de 'eco-arquitetura' Yeang Llewelyn Davies.


Dalian Aeropolis, uma “cidade equilibrada”

Outra iniciativa que reúne eficiência energética e baixo impacto ambiental é o projeto Dalian Aeropolis, chamada por seus criadores, o escritório NDA, em Shangai, de “cidade equilibrada”. O conceito baiseia-se num modelo sustentável de desenvolvimento econômico, cultural e social em torno de um aeroporto internacional na cidade de Dalian, no norte da China.

Além do complexo aeroportuário, o projeto prevê um bairro central de negócios diretamente conectado a um trem de alta velocidade, um parque tecnológico de pesquisa, áreas de lazer e um santuário marinho, cada parte sendo pensada de maneira integrada. A proposta de remodelação da cidade portuária foi aprovada pelo conelho municipal e deve ser executada entre 2013 e 2016.

CELEIRO DO SÉCULO 15 VIRA CASA CHARMOSA



O uso do vidro combinado com as históricas fachadas de pedra fazem desse projeto de adaptação um caso exemplar. Antigo celeiro na ilha de Guernsey – território inglês localizado no Canal da Mancha –, a construção data do século 15 e foi convertida em residência pelos arquitetos do estúdio londrino Mooarc.
Chamada La Concha, a casa tornou-se um dos endereços mais exclusivos da ilha graças a uma remodelação que preservou as características originais da estrutura, adicionando elementos como ventilação natural e materiais recicláveis.
Na área do antigo celeiro, o primeiro pavimento abriga a cozinha e a sala de jantar, enquanto o mezanino abriga o living. Um salão de jogos com varanda separa os ambientes sociais dos quartos e banheiros, instalados na parte de trás da residência.
O bloco privativo ocupa toda largura do terreno a fim de permitir uma ligação visual entre a sala de jantar e o quintal. Esse volume conecta-se ao celeiro por um corredor de vidro que parece perfurar ambas as construções, ao mesmo tempo em que revela as características originais da antiga construção. (FABIO DE PAULA)

http://casavogue.globo.com/arquitetura/celeiro-do-seculo-15-vira-casa-charmosa/
fonte: 

sexta-feira, outubro 28, 2011

{Momento Fofura}


É tao lindo ne!! eu não lembro de onde foi a fonte, mas adorei o detalhe da iluminação, da luminária e o ladrilho hidraúlico na parede, contraste perfeito nas cores. 

quinta-feira, outubro 27, 2011

MORAR MAIS BRASÍLIA 2011

Olá amigos e leitores, vou disponibilizar o material que recebi dos parceiros do Morar mais por Menos. 

MORAR MAIS POR MENOS COMEÇA EM BRASÍLIA 

Evento de arquitetura e decoração que acontece nas principais cidades do país chega para surpreender o público 

Entre os dias 26 de outubro e 04 de dezembro Brasília receberá umas das maiores mostras de arquitetura e decoração do país, o Morar Mais por Menos. O local escolhido para sediar o evento foi a Casa do Candango, na 603 Sul. A principal proposta do Morar Mais é possibilitar a decoração de uma casa, escritório ou jardins com conforto e elegância sem desembolsar quantias estrondosas, dispondo de profissionais qualificados, soluções criativas e inovação de idéias. 

Além de um local de arte e beleza, onde a preocupação social, ambiental e respeito pelo consumidor se unem, o Morar Mais em Brasília será um espaço de encontro com os amigos. “Teremos saraus, música ao vivo e projeções de cinema”, acrescentou William Brandão, licenciado do Morar Mais na cidade. O evento acontece em Brasília desde 2007, mas a partir desse ano Brandão, empresário e artista multidiscilpinar, que há quinze anos está à frente da Agência Fato, especializada em eventos, marketing e assessoria de imprensa, é o novo licenciado. 

Em todo o país, o Morar Mais por Menos está focado em cinco pilares: é pioneiro em sustentabilidade, investindo em ambientes que buscam soluções e materiais alternativos, recicláveis, reaproveitáveis e certificados, além de focar na economia de energia e água; defende a inclusão social, valorizando os trabalhos artesanais de ONGs e cooperativas de artesãos, possibilitando chances de negócios para quem trabalha informalmente; a brasilidade, que consiste na valorização de produtos nacionais para compor o ambiente; dispor as novidades em tecnologia e inovação, mostrando trabalhos inéditos e tecnologia de ponta para compor ambientes, mostrar a realidade atual; e o conceito de vendas, totalmente inovador, pois possibilita interação entre os visitantes, profissionais e as marcas utilizadas. 

Outro diferencial do evento é a exposição do preço dos itens e de todo o projeto no próprio ambiente. Além disso, cada ambiente dispõe de fichas de visitação, para que o cliente possa preencher caso tenha interesse em alguma peça. Assim, os lojistas retornam o contato com os interessados, possibilitando fácil acesso aos produtos e serviços. Sem contar que algumas lojas oferecem descontos durante a mostra. 

O Morar Mais por Menos Brasília não é apenas uma boa oportunidade de deixar a casa mais bonita sem pesar no bolso, como também a de morar melhor, se comprometendo com a sustentabilidade. Os profissionais vão mostrar aos visitantes que podem reaproveitar no projeto o que antes iria para o lixo ou estava sem uso em casa. Reciclando ou reformando tudo vira luxo. Além disso, estrangeirismos como home theater e closet, são substituídos por sala de cinema e quarto de vestir. É a valorização do que é nosso, da nossa identidade. 

Além de um conteúdo estético e de qualidade impressionante, o Morar Mais conta ainda com a arquitetura modernista do prédio da Casa do Candango para acrescentar mais beleza ao evento. Construído nos anos 70, o espaço, que estava desativado há 10 anos, foi revitalizado e as benfeitorias serão usados no futuro em benefício do trabalho social desenvolvido pela entidade.

O evento cresce a cada edição. No Rio de Janeiro, onde começou, o público já aumentou em 300% desde 2004. Em Brasília a expectativa é que o novo formato atraia o dobro de visitantes da última edição.


DESCRITIVO DOS AMBIENTES MORAR MAIS BRASÍLIA 2011


Cozinha da Casa – Renata Dutra
A cozinha da família foi pensada como o coração da casa, resgatando o conceito da cozinha brasileira, uma área de encontro da família, também uma área social, de receber visitas e celebrar. Por isso ela não possui TV, ou outras tecnologias para incentivar a as pessoas a interagirem.

Sala de Jantar - Cynthia Rondelli

O projeto une dois conceitos: o rústico e o moderno, que representam respectivamente o cerrado e Brasília. A Sala de Jantar, que reúne amigos é como Brasília, que reúne pessoas do mundo todo. Por este motivo resolvi prestar homenagem a Brasília, cidade que escolhi como minha.

Banheiro do Bebê - Juliana Sarkis
O espaço projetado para um casal de gêmeos possui as paredes revestidas com tecidos e vidro, ambos fáceis de limpar. O destaque principal ficou por conta do efeito céu estrelado com o uso da fibra ótica. O ambiente ficou delicado e aconchegante para transmitir tranqüilidade para os bebês.

Quarto do Hotel - Filipe Monte Serrat, Manuela Dantas e Virginia Manfrinato

Conceitual, o projeto é minimalista e elegante. O ambiente, neutro e acolhedor, dispõe de espaço amplo, circulações generosas, iluminação linear e indireta, voltada para o chão. O espaço tira partido do móvel multiuso: é cabeceira de cama, apoio para o minibar e mesa de trabalho. A cama foi substituída por base de alvenaria e o closet é composto com telhas plásticas e estrutura metálica. As fotografias permitem decoração sofisticada e acessível.


Salão de Eventos Multiuso – Joanne Viana e Ana Zarbini
É um espaço de diversão que proporciona ao visitante um transe emocional mediante o contato humano à arquitetura efêmera, com visuais que mudam constantemente e transformam o espaço, fisicamente imutável, em outro a cada segundo. Traz para Brasília um novo conceito de arquitetura para espaços de diversão como bares, restaurantes, lounges, shows e as mais diversas festas.

SERVIÇO:
Mostra Morar Mais - O chique que cabe no bolso
Local: Casa do Candango – SGAS 603
Horário: De terça a domingo, das 12h às 22h
Data: 26 de outubro até 04 de dezembro
Ingresso: R$ 30 inteira e R$ 15 meia entrada
Informações: (61) 3242-4789

quarta-feira, outubro 26, 2011

LUMINÁRIA BALÃO


Perfeitas tanto para quartos de crianças quanto para qualquer outro ambiente frequentado por marmanjos, estas luminárias de parede em formato de balão são puro estilo. Feitas em plástico e metal, dispensam muitas explicações e garantem um visual absolutamente incrível. Criação da "Haoshi Design", cada balãozinho mede 32 x 20,5 x 13 cm e custa 100 dólares na loja online. "Infladamente legaus"!


Como usar materiais e móveis de demolição na decoração da casa

Peças antigas e materiais de demolição deixam a decoração da sua casa criativa e inovadora


Como reaproveitar materiais de demolição para a sua casa
















Resgatar peças antigas e reaproveitar materiais de demolição, além de ser uma proposta ecológica, significa valorizar uma história. Em uma loja de material de demolição nada é comum. Banheiras antigas, colunas e estátuas, fontes de água e luminárias externas exóticas, portas e mais portas com todo tipo de entalhe na madeira são amostras do que se pode ver.

Mas não é só em lojas especializadas que é possível garimpar peças antigas. Vale olhar com mais cuidado para objetos antigos de parentes e amigos. Veja como reaproveitar alguns materiais de demolição para a decoração da sua casa.


Porta de madeira
As portas de antigamente eram os verdadeiros generais da casa: altas, largas, corpulentas e fortes. Em uma loja de materiais de demolição dá para encontrar portas antigas com vidro, escotilhas, desenhos com ferro, molduras mil.

Grade de ferro
Nas fachadas das casas brasileiras dos anos 40 e 50 era comum ver portões e grades de ferro. Hoje são procuradas em lojas de antiguidades para ornar a parede do jardim e da casa.

Luminária de ferro
Empresta seu charme e enche de luz o jardim e a entrada da casa. São vendidas em postes ou apenas a luminária, que vai bem em qualquer canto.

Vitral colorido
Eles foram usados em igrejas para mostrar cenas religiosas. Tiveram origem no Oriente e difundiram-se pela Europa na Idade Média. Seus temas ficaram mais variados e hoje essas peças especiais podem ser encontradas em lojas de antiguidades e de material de demolição.

Candelabro de ferro
Quando não havia eletricidade nas casas, não podiam faltar velas acesas para retardar o anoitecer. A eletricidade já chegou, mas os candelabros, garimpados em lojas de velharias, ainda inspiram novas histórias.

Azulejos
São as peças usadas mais populares, procuradas para repor azulejos quebrados - já que a maioria sai de linha um ano após o lançamento. Em lojas apelidadas de “cemitério de azulejos” há modelos bem antigos, que podem virar painéis na parede. Ou revestir uma mesa, um balcão e o que a criatividade mandar.

Janelas
Elas eram mais altas e largas e traziam mais claridade e ventilação ao ambiente numa época em que não existia ar condicionado. Tem de todo tipo: estilo colonial, francês, português, com janelinhas de vidro e venezianas. E pode ser usada de vários jeitos: de enfeite na parede, como passa-prato da cozinha para a sala... E até, veja só, como janela mesmo.

Tijolos
Além da melhor qualidade, os tijolos antigos têm formatos interessantes, são mais quadrados e maiores do que os fabricados hoje.

terça-feira, outubro 25, 2011

LUMINÁRIA JAPONESA ‘ENCENA’ O PESO DA LUZ




O designer japonês Kouichi Okamoto encontrou uma forma criativa de provocar uma reflexão sobre o peso que a luz exerce na vida dos seres humanos: a luminária Weight of the Light, delicada estrutura feita de diferentes materiais.

Seu projeto contempla uma balança feita com um cabo de aço e madeira. De um lado dela, saquinhos não-inflamáveis envolvem 16 lâmpadas. Do outro, uma pedra de 12 quilos mantém o conjunto equilibrado.

Um dos produtos expostos na Tokyo Design Week 2011, a Weight of the Light é um convite a pensar sobre a importância da luz, seu valor efêmero e, principalmente, o impacto ambiental que tem o consumo de energia.





fonte: 
http://casavogue.globo.com/design/luminaria-japonesa-encena-o-peso-da-luz/

Qual o melhor revestimento para seu piso?


Porcelanato claro valoriza a madeira e os móveis


Boas escolhas no piso são fundamentais para ter uma casa fácil de limpar! Mais que isso, são importantes para quem pensa em deixar a casa bonita e superdecorada. Mas antes de sair comprando móveis, cortinas e tapetes, é importante garantir que o piso esteja perfeito - assim como as paredes e o tetos. Para tanto, é preciso reparar as irregularidades do piso e fazer a melhor escolha de revestimento. 

Aqui, você encontra as indicações para azulejos (decorados, lisos e neutros), pastilhas e falsas pastilhas, cerâmicas, porcelanatos, vinílicos, laminados e carpete de madeira. Siga nossas dicas e faça a melhor opção para você, seu bolso e sua casa.


CERÂMICAS E PORCELANATOS 
Bons para: todos os tipos de ambientes! Para áreas sociais, escolha modelos lisos. Cerâmicas que imitam madeira estão fora de moda. Na dúvida, opte por peças de 30 cm x 30 cm, formato recomendado para todos os ambientes. Para economizar na limpeza, escolha pisos escuros. Assim, você vai prestar menos atenção se um fio de cabelo cair sobre o piso do seu banheiro. Evite assentá-los na diagonal. Isso diminui a sensação de espaço.

AZULEJOS LISOS E NEUTROS 
Bons para: banheiro, cozinha e lavanderia. Cerâmicas e porcelanatos lisos estão bombando nas lojas de materiais de construção. Quanto maior o ambiente, maior o tamanho do revestimento. Evite rejuntes escuros em azulejos claros. 

PASTILHAS E FALSAS PASTILHAS 


Boas para: banheiro com chuveiro, lavabo e cozinha. Muito usadas nos anos 60 e 70, as pastilhas voltaram à moda. Há modelos de vidro, louça e cerâmica. Quanto mais próximos do vermelho, mais caros. Uma opção econômica para obter o mesmo efeito é a falsa pastilha. 
Evite usar em: sala e quartos, porque esse tipo de acabamento não combina com ambientes secos. 

AZULEJOS DECORADOS 
Bons para: banheiro, cozinha e sala de jantar. O jeito moderno de usar azulejos é escolher um modelo liso, de preferência em tons claros, e fazer apenas uma faixa ou arremate com peças decoradas. Além de bonito, fica bem mais barato. 

VINÍLICOS, LAMINADOS E CARPETES DE MADEIRA 


Bons para: ambientes secos. Qualquer um desses revestimentos pode ser aplicado sobre um piso já existente, desde que a superfície esteja firme e plana. Além disso, a instalação é rápida e não faz sujeira.Os modelos vinílicos estão disponíveis em cores lisas, que fazem os ambientes parecerem maiores. 
Evite usar em: áreas úmidas e expostas ao vapor, além de casas no litoral. 


Quebra-galho dos bons!



Cansou do azulejo da cozinha? O taco da sala está desgastado? Confira as novidades que mudam o visual desses revestimentos sem quebra-quebra 

Quando usar AZULEJOS DECORADOS 
Esta é a solução mais rápida e barata para quem enjoou dos azulejos do banheiro ou da cozinha: tinta esmalte epóxi. Certifique-se de aplicar sobre a superfície bem limpa e seca. Para melhorar a aderência, use o fundo epóxi Premium antes da tinta. 

Quando usar TINTA ÓLEO SOBRE VERNIZ 
Para modernizar superfícies de madeira envernizada, pinte-as com tinta óleo colorida. Outra opção é lixar e remover todo o verniz da parede e aplicar extrato de nogueira, um tingidor natural que escurece o tom. Depois, é só aplicar novamente o verniz. 

Quando usar PISO SOBRE PISO 
Para cobrir um piso antigo com um novo revestimento cerâmico, avalie se a superfície não está oca e assente as novas peças com argamassa adequada. Chame um profissional para realizar o serviço. 

Quando usar PISO LAMINADO ou VINÍLICO SOBRE PISO ANTIGO
O pré-requisito básico para colocar piso vinílico num ambiente é uma superfície plana e regular. Por isso, se você tem tacos ou cerâmicas em bom estado e nivelados, pode instalar esse revestimento sobre eles.

Torre verde em Milão deverá ter autossuficiência energética





A cidade de Milão deve ganhar até o final de 2014 um condomínio vertical cujo projeto promete optimizar, recuperar e produzir a própria energia.


Denominado Bosco Verticale - em português, bosque vertical - o conjunto inclui duas torres residenciais cobertas por árvores de médio porte, que deverão amenizar a influência do frio e do calor dentro dos apartamentos.


Outra influência no microclima local será a redução da quantidade de partículas e o aumento da umidade - Milão é uma das cidades mais poluídas da Europa.


A irrigação das plantas será feita com água de reuso proveniente do próprio edifício, e sistemas de captação de energia eólica e solar fornecerão toda energia elétrica consumida por seus moradores.



De acordo com os arquitetos, se o condomínio fosse horizontal, ele ocuparia 50 mil metros quadrados de área construída e e 10 mil metros quadrados de áreas verdes.

O projeto faz parte do BioMilano, programa da prefeitura de Milão que pretende ocupar com habitação a zona rural do município.

LUMINÁRIA TEM CÚPULA QUE LEVITA


Levitação de objetos – essa é a especialidade de um casal de holandeses da cidade de Eindhoven. O trabalho de Angela e Ger Jansen nada tem a ver com mágica, mas com tecnologia. Ela é designer, ele é engenheiro mecatrônico, e juntos eles cuidam da Crealev, que acaba de criar a linha de luminárias Light Light.

Como uma ilusão de ótica, as cúpulas dos abajures que compõem a série parecem ter sido fatiadas, fazendo com que a parte de cima do conjunto “flutue” sobre o espaço vazio. Na verdade, o que faz as cúpulas levitarem é um sofisticado sistema de controle associado ao uso de componentes eletromagnéticos de última geração. Para compensar o gasto de energia, a linha funciona somente com lâmpadas do tipo LED, mais econômicas.


Com design inspirado nos clássicos abajures de mesa, o modelo Silhouette consiste em uma base artesanal de madeira com acabamento brilhante preto. O cabo de alimentação é coberto com um elegante tecido preto. Já a cúpula em forma de cone é feita com tecido preto do lado de fora, e branco na parte interna, além de vidro espelhado na parte inferior, onde estão os recortes por onde atravessa a luz.

A luminária Eclipse, por outro lado, tem design de linhas modernas. Sua base de linhas retas também é feita à mão, mas com vidro transparente, que permite ver a passagem do cabo de alimentação até o tambor. A cúpula pode ser preta fosca ou com acabamentos prateados e reflexivos, ambas com a parte interna na cor branco perolizado. Sua parte inferior também é revestida com vidro espelhado magnético, com recortes por onde a luz se dissipa.




segunda-feira, outubro 24, 2011

Água inspira nova galeria de Zaha Hadid


Zaha Hadid acaba de celebrar a inauguração do terceiro edifício de sua autoria construído na cidade onde vive e trabalha: Londres. Ali, a grife espanhola de banheiros Roca abriu um misto de showroom e espaço de exposições construído de acordo com o desenho inconfundível da arquiteta iraquiana.
Com 1.100 m², a Roca London Gallery é marcada por formas curvas, e combina concreto, vidro e metal, além de diversas superfícies internas arredondadas e forradas com fibra de vidro, plástico rígido e acrílico, todos na cor branca.
A versatilidade dá o tom: além da recepção e dos ambientes para mostruários, o showroom conta com lounges, espaços para exposições de arte, um bar e salas de reunião.

O conceito geral vem da água e de seus movimentos, como uma referência ao tipo de produto comercializado pela grife espanhola. Situado ao lado do Chelsea Harbour, quase na beira do Rio Tâmisa, a Roca London Gallery se impõe na paisagem e deve se tornar mais um ponto de efervescência cultural da capital inglesa.
“Nosso trabalho é impregnado da beleza das formas da natureza. Utilizando uma linguagem formal derivada do movimento da água, a  Roca London Gallery é como um corpo que foi erodido e moldado pela fluidez, gerando uma seqüência de espaços dinâmicos, esculpidos por essa fascinante interação entre arquitetura e natureza”, explica a arquiteta.




fonte: http://casavogue.globo.com/arquitetura/agua-inspira-nova-galeria-de-zaha-hadid/#