sexta-feira, novembro 11, 2011

Arquiteto japonês cria casa em minúsculo pedaço de terreno




Você já deve ter escutado que espaço no Japão é um item absolutamente raro. Qualquer pedaço de chão precisa ser muito bem utilizado, o que faz com que surjam obras capazes de nos deixar surpresos.

Um bom exemplo disso é a criação do arquiteto Kota Mizuishi. Em um minúsculo pedaço de terreno, ele ergueu uma casa completa, com direito a cozinha, banheiro, quartos e sala de jogos. Tudo isso avaliado em US$ 200 mil.














IGREJAS FEITAS DE OSSOS CELEBRAM OS MORTOS

O encanto por tudo aquilo que é assustador aflora, e o lado oculto da vida sai das sombras para brincar de nos aterrorizar. Que tal então conhecer algumas construções erguidas em torno de um dos temas que mais nos amedronta?


É o caso da igreja de Nossa Senhora da Conceição dos Capuchinhos (acima), em Roma, onde ossos de mais de 4 mil freiras decoram as paredes. Erguida entre os anos de 1500 e 1870, sua arquitetura em estilo barroco e rococó – com três esqueletos completos logo no portão de entrada – serviu de inspiração para o marquês de Sade.


Já a igreja de San Bernardino alle Ossa, em Milão, parece uma igreja como qualquer outra, tanto de fora quanto por dentro. Suas catacumbas, porém, guardam ossadas do século 13, dispostas em forma de crucifixos.


Em um subúrbio da cidade tcheca de Kutna Hora, a capela de Sedlec é feita com os ossos de 70 mil pessoas. Dos chandeliers aos arcos e portas, tudo na igreja construída a partir de 1511 é feito com os restos de cidadãos que morreram na região.


Na Polônia, a mais antiga das igrejas de ossos foi erguida a partir de 1176 na cidade de Kudowa-Zdrój, com restos de combatentes mortos em guerras. Os próprios padres e monges da região deram início à construção da capela Czermna, e são seus ossos que ocupam a parte mais importante da nave central e do altar.


Pouco conhecida dos brasileiros, mas muito popular em Portugal, a Capela dos Ossos é uma das principais atrações do núcleo medieval da cidade de Évora, na região do Alentejo. Construída por franciscanos durante o século 16, ela tem todas as paredes internas feitas com ossos. Dois esqueletos intactos – um de um adulto, outro de uma criança – são mantidos dentro de celas, acorrentados às paredes.


Longe dali, em Lima, o mosteiro de San Francisco serviu de sepulcro para os moradores da cidade até 1808. Atualmente, o local é considerado patrimônio cultural da humanidade pela Unesco, e suas catacumbas, que guardam passagens secretas para outros edifícios históricos da capital peruana, reservam poços circulares inteiramente revestidos com caveiras e fêmures.

Fonte: http://casavogue.globo.com/arquitetura/igrejas-feitas-de-ossos-celebram-os-mortos/

quinta-feira, novembro 10, 2011

Economia que cai do céu

Antes que o aguaceiro do verão desabe, instale em casa um sistema para recolher e reutilizar as águas pluviais. Além de ambientalmente correta, a medida reduz o consumo de água tratada e o valor da conta



Atualmente, edifícios empresariais e novos condomínios residenciais incluem um circuito de aproveitamente de água de chuva já no projeto. Em prédios antigos, o sistema pode ser instalado em áreas comuns, como jardins

O verão está próximo, e com ele vêm as chuvas típicas da temporada, principalmente nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. Esta, portanto, é a época perfeita para planejar e instalar em casa um sistema de captação de águas pluviais. Além do aspecto sustentável, a iniciativa pode ser benéfica para o bolso. Afinal, ao usar a água gratuita que cai do céu, você reduz o consumo de água tratada fornecida pela concessionária e, por tabela, o valor da fatura.

Seja por meio de circuitos planejados para esse fim, de cisternas ou de um simples balde colocado ao ar livre, não é de hoje que a humanidade recolhe as águas das chuvas para uso em diversas situações. Em regiões onde a escassez de água é severa, como o interior da África, ninguém pensa duas vezes para cozinhar ou beber tal água. Nas grandes cidades, não apenas mais bem abastecidas, mas também mais poluídas, a recomendação é que a aplicação seja restrita às tarefas que não requerem água potável.









Desenvolvido pela paisagista Benedito Abbud, o sistema Tec Garden, da Remaster, é ideal para irrigação de jardins sobre lajes com aproveitamento de águas pluviais






O básico 

É do telhado, principalmente, que se capta a maior parte da água pluvial usada em uma residência. Outras superfícies impermeáveis, como um quintal cimentado, também podem funcionar como áreas de captação.

Por meio de calhas, a água da chuva é recolhida a um reservatório. Os primeiros litros são desprezados, por serem mais sujos – foram responsáveis pela lavagem do telhado, por assim dizer. Antes de ser armazenada, a água passa por um filtro físico, que retira sujeiras, folhas de árvores e outros detritos. Uma bomba, que conduz o líquido a uma caixa-d’água paralela, separada da reserva potável, completa o aparato.

A tal bomba pode representar uma armadilha. Seu consumo de energia elétrica, se não for bem dimensionado, chega a anular a economia financeira e a ambiental. Para evitar o problema, a arquiteta Consuelo Jorge, que usa água de chuva em sua casa há cinco anos, instalou uma bomba fotovoltaica – ou seja, movida a luz solar. A energia elétrica da rede só é usada quando não há sol suficiente.



O Tec Garden deve ser instalado sobre uma área de laje impermeabilizada, dispensando a aplicação de massa para regularização dos caimentos e o uso de ralos. Esta solução consiste em pedestais com “pavios”, que suportam as placas de piso elevado e criam, assim, um vão para o reservatório de água. Sobre o conjunto são colocados a manta geotêxtil e o produto anti-raiz, elementos que garantem o fluxo de água sem interrupções ou entupimentos 



Para ambientes internos, o sistema de irrigação pode ser usado até em vasos. Econômico, dispensa o uso de bombas e, portanto, o consumo de energia elétrica 

Onde instalar 

A situação dos imóveis em construção é a mais confortável, porque rede de coleta, reservatório e tubulação para distribuir a água da chuva podem ser previstos ainda no projeto.

Em casas já construídas, um sistema mais simples (e econômico) prevê o uso da água de chuva apenas em rega de jardins e lavagem de quintal e carro. Se a intenção for estender a aplicação às descargas, será preciso instalar tubulação e caixa-d’água paralelas às que conduzem e armazenam água potável. Ou seja, quebra-quebra de piso e paredes. Em prédios, quando o circuito não foi previsto na planta, fica inviável instalar a tubulação em todos os apartamentos – e o uso fica restrito ao jardim e à lavagem de áreas comuns.

Onde usar 

Rega do jardim, lavagem de carro e piso e descarga nos vasos sanitários são aplicações adequadas para a água da chuva. Para cozinhar, beber, tomar banho ou abastecer piscinas, seria necessário um processo de tratamento para tornar a água potável, de acordo com as regras do Ministério da Saúde.

“Em pequena escala, em instalação individual, a operação de tratamento é cara, ficaria inviável”, explica o engenheiro civil Paulo Augusto Romera e Silva, que, entre outras atribuições, é colaborador da Universidade da Água (Uniágua), ONG com sede na cidade de São Paulo dedicada à proteção da água no planeta.

No bolso

“A instalação desse sistema é relativamente barata”, diz Romera e Silva. Isso, ele destaca, se não for preciso construir tubulação completa, paralela à já existente – com uma segunda rede hidráulica obviamente sairá mais cara. Nas residências que incluem o circuito de captação e uso de águas pluviais ainda no projeto, segundo a arquiteta Consuelo Jorge, o investimento se paga em cerca de cinco anos.

Quanto à conta de água, o cálculo fica mais complicado, porque a Sabesp trabalha com tarifas progressivas e por faixas de consumo. Mas, para se ter uma ideia, há empresas que calculam que o uso não-potável da água, como no caso de descargas, rega de jardim e lavagem de pisos e carros, chega a representar 50% de toda a água consumida. Já pensou em reduzir sua fatura à metade (ou quase isso)? Consuelo Jorge usa sua própria casa como exemplo. “Em uma casa de 430 m², gasto R$ 100 em conta de água por mês.”

Segundo Romera e Silva, na capital paulista, por exemplo, desconsideradas as variações por região da cidade, chove em média 1.400 milímetros por ano. O que significa que cada metro quadrado de área impermeável recebe 1.400 litros de chuva por ano. Portanto, um telhado de 200 m² de área poderia captar cerca de 280 mil litros de água por ano. Que venha a chuva!



Com formato inovador, o Fortlev Slim tem capacidade para até 2 mil litros e é ideal para espaços reduzidos. Para garantir a proteção da água contra incidência direta de luz solar, calor e entrada de animais e insetos, a matéria-prima é aditivada com agentes anti-UV e o produto é composto por uma tampa encaixável e uma calha separadora de folhas. 

Compacto, o sistema Pluvi Home, da Hydro Z, consiste em um taque de recalque de 500 litros com filtros integrados, o que permite a rápida instalação em residências e pequenos comércios, com baixo investimento 




quarta-feira, novembro 09, 2011

edifício Sugamo Shinkin

Você imaginava que existia um banco colorido assim? 

A arquiteta que criou o projeto,Emmanuelle Moureaux quis causar exatamente esse impacto nas pessoas ao ter se baseado no slogan do banco: "we take pleasure in serving happy customers". 

Fã de cores, Emmanuelle colocou no exterior do edifício Sugamo Shinkin, camadas com 12 cores diferentes que a noite ficam iluminadas. 

No interior, a decoração colorida é trazida pelo mobiliário e paredes que deixam o local ainda mais alegre. Será que as filas seriam mais divertidas no Sugamo Shinkin? Quero abrir uma conta já!








Caixas de ovos ganham utilidade nas mãos de designers





Algumas pessoas levam a sério a frase que diz que “nada se perde, tudo se transforma”. É a partir daí que surgem ideias de reaproveitamento. Com este pensamento, diversos artistas criam alternativas para o uso das caixas de ovos.

Usando a imaginação é possível transformar materiais que iriam para o lixo em artigos de decoração exclusivos. Este é o caso da designer norte-americana Fanny Chen, que faz vasos modernos com caixas de ovos. As peças decoram as mesas de salas, cozinhas e escritórios e têm a vantagem de serem inquebráveis.


Já o designer também norte-americano Victor Vetterlein encontrou uma maneira de transformar um abajur em um objeto sustentável. Ele desenvolveu uma técnica para criar luminárias. Para fazê-las, Vetterlein utiliza quatro embalagens de ovos. O material é molhado e deixado em um molde por muitos dias, até que seque completamente, só depois a luminária é montada. O designer batizou o objeto de “Trash me”.


O estúdio Atema Architecture, localizado nos Estados Unidos, criou uma mesa original e intitulou-a de “Auto-Cannabilistic Table”. Utilizando caixas de ovos, cola de trigo, terra e algumas sementes, a mesa serve ao mesmo tempo como horta caseira. No local é possível cultivar ervas e algumas espécies de flores. Ao longo do tempo a peça se decompõe.


O estúdio australiano Goldenhen teve uma ideia diferente, criando uma casa inteira com caixas de ovos. A construção precisou de centenas de embalagens e para sustentar a casa foram usados alguns potes de tinta e uma estrutura interna de madeira.


Informações e imagens via Revista PEGN. e 

Viver em uma casa inteligente

terça-feira, novembro 08, 2011

LOFT EM NY RECUPERA AR INDUSTRIAL ORIGINAL




Recuperar a alma industrial deste loft situado em Tribeca, Nova York, foi o desafio apresentado por seus proprietários à designer de interiores Jane Kim. Além de aproximar o apartamento do perfil desejado, o projeto conseguiu criar interação entre os ambientes sociais e privativos, além de tirar o máximo de proveito da luz natural que entra pelas grandes janelas.

O apartamento passou anteriormente por uma reforma que havia escondido com tinta e gesso as características originais do imóvel. O projeto de Jane Kim removeu essas intervenções, recuperando as paredes de tijolo aparente, as colunas de metal e a madeira dos pisos.

Além disso, a escolha dos móveis procurou dialogar com esse aspecto fabril, tanto nos sofás de couro da grande sala quanto nas cadeiras e mesa de refeições, feitas com madeira e metal, e nos acabamentos rústicos da marcenaria que compõe a cozinha.

Nos três quartos, o aspecto urbano também se faz presente, tanto em função das paredes de tijolo aparente quanto pelas luminárias de visual industrial. Paredes de vidro opaco deslizantes separam os dormitórios da sala e, quando abertas, dão a impressão de que a residência consiste em um único salão.

Além dos revestimentos de mármore, o vidro e o aço também compõem os acabamentos dos dois banheiros, onde banheiras de cor acetinada ocupam posição central. No lavabo, peças de demolição trazidas de fábricas desativadas são o complemento ideal para a parede de concreto aparente.


segunda-feira, novembro 07, 2011

Segurança do trabalho



Uma pesquisa do SindusCon-SP e do Ministério do Trabalho e Emprego, com base em informações coletadas pela Fundacentro (Fundação Jorge Duprat de Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho), estima em 4.098 o número de acidentes fatais na construção civil brasileira em 1997, o que representa uma média de 342 ocorrências por mês. Apenas para se ter uma idéia, esse número de óbitos, que foi analisado e avalizado pelos trabalhadores, seria suficiente para dizimar toda a população residente no balneário fluminense de Armação de Búzios em dois anos. 


Além de elevadas em termos absolutos, as estatísticas indicam que o setor possui uma média de acidentes fatais - 0,259 por mil trabalhadores - superior à média internacional, estimada em 0,201 mortes por mil empregados. Uma tragédia para milhares de famílias, amigos e para as empresas das vítimas, visto que as construtoras são quase unânimes em afirmar que o impacto psicológico de um óbito em um canteiro de obras é devastador. 


Os acidentes que causaram afastamento profissional durante o ano de 1997, segundo a pesquisa, foram responsáveis por mais de 110 mil dias de trabalho jogados no lixo. Um prejuízo econômico para as empresas equivalente à compra de cerca de 10,7 mil toneladas de cimento. A maior parte dos acidentes - e não poderia ser diferente, até mesmo pelas características da construção civil brasileira, fatiada por milhares de pequenas empresas - ocorre em pequenas construtoras. 


Correção e prevenção é o que indicam a pesquisa do SindusCon-SP e do Ministério do Trabalho e Emprego e também o estudo do engenheiro Marcelo Costella batizado "Análise dos acidentes do trabalho e doenças profissionais ocorridas na atividade de construção civil no Rio Grande do Sul em 1996 e 1997". Segundo Costella, cerca de 85% dos acidentes do Estado ocorreram em pequenas ou microempresas. O dado coincide com a percepção de construtores, consultores e fornecedores de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). "As empresas pequenas, que não possuem profissionais de segurança, costumam se preocupar pouco com a prevenção de acidentes", afirma Alain Clement Lesser Lévy, diretor da I. C. Leal, importadora paulista de EPIs. 


De acordo com a NR-18 (Norma Regulamentadora nº 18 do Ministério do Trabalho), os equipamentos de proteção individual devem ser fornecidos de forma gratuita para os empregados sempre que as medidas de proteção coletiva não forem viáveis do ponto de vista técnico ou não oferecerem completa proteção aos operários. Os EPIs costumam ser, entretanto, um dos bons indicadores das condições de segurança de uma obra. Claro que, se não houver o desenvolvimento de um programa de segurança do trabalho ou se a empresa preferir, ao invés de eliminar os riscos na fonte geradora, apenas proteger os operários com esse tipo de equipamento, os resultados práticos serão nulos. Dispensar os EPIs, porém, seria impossível. 


Tanto que as construtoras têm demonstrado preocupação com a qualidade e a manipulação correta dos equipamentos disponíveis no mercado. Sabe-se, por exemplo, que uma grande construtora paulista chegou a se reunir e discutir com vários fornecedores o ciclo de vida das botinas existentes no mercado. O objetivo era escolher o produto com maior durabilidade. As empresas sabem que cabe ao empregador treinar o operário para o uso apropriado e obrigatório desses equipamentos, responsabilizando-se pela higienização e manutenção periódicas. 


Nem sempre a tarefa é fácil. De acordo com o diretor de construção da paulista lnpar, Luiz Henrique Ceotto, a empresa vem sendo obrigada a dispensar alguns operários que se recusam a utilizar os EPIs. "Alguns trabalhadores argumentam que os equipamentos são desconfortáveis ou dificultam demais a execução do serviço", afirma o engenheiro. Os fornecedores sabem disso. "Conforto é sinônimo de uso", afirma Lévy, da I. C. Leal. "Se o equipamento incomodar, haverá resistência dos operários. Por isso, a qualidade do EPI é tão importante". 


Para acabar com problemas relacionados à qualidade, não apenas no que se refere ao conforto mas, em especial, à eficácia desses equipamentos, existem algumas propostas. Ceotto, da lnpar, por exemplo, propõe que o SindusCon-SP encomende ensaios periódicos para averiguar a qualidade dos EPIs disponíveis no mercado e crie um selo de conformidade para esses equipamentos. "Nesse caso, os construtores só comprariam dos fabricantes com o selo do SindusCon", afirma o diretor da construtora paulista. 


A tendência, porém, é que a tarefa seja delegada ao lnmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). Os fornecedores vêm se movimentando nesse sentido. A idéia é que, além dos testes referentes ao certificado de aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego, os EPIs passem por auditorias de rotina promovidas pelo lnmetro, criando um selo de conformidade semelhante ao adotado para os extintores de incêndio, por exemplo. 


De acordo com Gulin júnior, diretor da Animaseg (Associação Nacional da Indústria de Materiais de Segurança e Proteção ao Trabalho), a medida está prevista para tomar forma no ano 2000 e deve promover uma verdadeira reviravolta no mercado. "Muitos fabricantes obtêm a aprovação do Ministério do Trabalho e depois passam a produzir equipamentos sem qualidade", afirma. A idéia parece encontrar ressonância entre as construtoras. "Uma fiscalização por parte da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) ou do lnmetro seria bem-vinda, pois muitos equipamentos possuem uma durabilidade menor do que a desejada ou não atendem à finalidade para a qual se destinam", afirma Onerom Paraense, vice-presidente do Sinduscon-Rio. 


Isso não retira dos empresários e dos profissionais de segurança que atuam nas construtoras a responsabilidade de adquirir produtos de qualidade. "O profissional precisa ser mais exigente e não pensar apenas no quesito preço", afirma Osny Ferreira de Camargo, gerente técnico do departamento de soluções para saúde ocupacional e segurança ambiental da 3M. "Um certificado de aprovação não constitui, em si, nenhum diferencial de qualidade". 


Outro ponto fundamental é o treinamento. De nada adianta possuir os EPIs apenas para cumprir a lei, sem garantir o uso da maneira adequada. "O treinamento inicial do trabalhador, dentro das seis horas obrigatórias, deve incluir orientações sobre o uso correto dos equipamentos", afirma o engenheiro de segurança do trabalho Bruno Bilbao Adad, assessor do Sinduscon-PR. "Fora os treinamentos periódicos e os específicos para atividades extraordinárias". O Sinduscon-PR desenvolveu, inclusive, um quadro com pictogramas auto-adesivos que, conforme o trabalho a ser executado, indica com desenhos o EPI a ser utilizado, facilitando o entendimento dos trabalhadores. 


"Se não houver treinamento com filmes e palestras, as chances de o operário deixar de utilizar o equipamento aumentam", afirma o consultor paulista Salvador Benevides, da NBS Tech. Pensando também na conscientização dos empresários, o SindusCon-SP pretende promover, no início do ano 2000, um curso de doze meses para empresários e profissionais da construção com cargos de chefia sobre gestão da segurança do trabalho. "Nosso objetivo é oferecer aos associados orientações e caminhos que levem ao desenvolvimento de uma política de segurança do trabalho", afirma Karla de Sá Fioretti, coordenadora da área de relações capital-trabalho do SindusCon paulista. 


Não faltam opções para as construtoras interessadas na implementação de programas de segurança. Tampouco existe qualquer limitação, nem mesmo financeira. De acordo com o Sinduscon-PR, o custo da implantação de sistemas de saúde e segurança nos canteiros costuma girar em torno de 1,5 a 2,5% sobre o valor total da obra. A questão parece ser mais de iniciativa. O sindicato paranaense tem credenciais para falar sobre o assunto: desenvolve, há mais de três anos, com grande sucesso, o PSS (Programa de Segurança e Saúde), que reúne mais de cem empresas e perto de seis mil trabalhadores. Uma saída coletiva que poderia servir de exemplo para todas as construtoras brasileiras. 


A relação abaixo (fonte: PCMat / José Carlos de Arruda Sampaio) mostra, para as funções que os empregados executam na obra, quais os EPIs indicados:
administração em geral - calçado de segurança; 
almoxarife - luva de raspa; 
armador - óculos de segurança contra impacto, avental de raspa, mangote de raspa, luva de raspa, calçado de segurança; 
azulejista - óculos de segurança contra impacto, luva de PVC ou látex; 
carpinteiro - óculos de segurança contra impacto, protetor facial, avental de raspa, luva de raspa, calçado de segurança; 
carpinteiro (serra) - máscara descartável, protetor facial, avental de raspa, calçado de segurança; 
eletricista - óculos de segurança contra impacto, luva de borracha para eletricista, calçado de segurança, cinturão de segurança para eletricista; 
encanador - óculos de segurança contra impacto, luva de PVC ou látex, calçado de segurança; 
equipe de concretagem - luva de raspa, calçado de segurança; 
equipe de montagem (grua torre, guincho, montagens) - óculos de segurança - ampla visão, máscara semifacial, protetor facial, avental de PVC, luva de PVC ou látex, calçado de segurança; 
operador de betoneira - óculos de segurança - ampla visão, máscara semifacial, protetor facial, avental de PVC, luva de PVC ou látex, calçado de segurança; 
operador de compactador - luva de raspa, calçado de segurança; 
operador de empilhadeira - calçado de segurança, colete refletivo; 
operador de guincho - luva de raspa, calçado de segurança; 
operador de máquinas móveis e equipamentos - luva de raspa, calçado de segurança; 
operador de martelete - óculos de segurança contra impacto, máscara semifacial, máscara descartável, avental de raspa, luva de raspa, calçado de segurança; 
operador de policorte - máscara semifacial, protetor facial, avental de raspa, luva de raspa, calçado de segurança; 
pastilheiro - óculos de segurança - ampla visão, luva de PVC ou látex, calçado de segurança; 
pedreiro - óculos de segurança contra impacto, luva de raspa, luva de PVC ou látex, botas impermeáveis, calçado de segurança; 
pintor - óculos de segurança - ampla visão, máscara semifacial, máscara descartável, avental de PVC, luva de PVC ou látex, calçado de segurança; 
poceiro - óculos de segurança - ampla visão, luva de raspa, luva de PVC ou látex, botas impermeáveis, calçado de segurança; 
servente em geral - calçado de segurança (deve sempre utilizar os equipamentos correspondentes aos da sua equipe de trabalho) 
soldador - óculos para serviços de soldagem, máscara para soldador, escudo para soldador, máscara semifacial, protetor facial, avental de raspa, mangote de raspa, luva de raspa, perneira de raspa, calçado de segurança; 
vigia - colete refletivo. 


Nota: os EPI grifados são de uso eventual; os demais, de uso obrigatório.


Observações:
o capacete é obrigatório para todas as funções; 
a máscara panorâmica deve ser utilizada pelos trabalhadores cuja função apresentar necessidade de proteção facial e respiratória, em atividades especiais; 
o protetor auricular é obrigatório a qualquer função quando exposta a níveis de ruído acima dos limites de tolerância da NR 15; 
a capa impermeável deve ser utilizada pelos trabalhadores cuja função requeira exposição a garoas e chuvas; 
o cinturão de segurança tipo pára-quedista deve ser utilizado pelos trabalhadores cuja função obrigue a trabalhos acima de 2m de altura; 
o cinto de segurança limitador de espaço deve ser utilizado pelos trabalhadores cuja função exigir trabalho em beiradas de lajes, valas etc. 


Revista Construção, novembro/1999

Vidros na Arquitetura

Precioso e raro na colônia, o vidro plano popularizou-se no século 20 e hoje empresta luxo e modernidade às mais belas construções arquitetônicas.Entre os presentes e mimos oferecidos por Cabral aos Tupinambás do sul da Bahia em abril de 1500 não havia nada feito de vidro, segundo Pero Vaz de Caminha,testemunha ocular e relator oficial do encontro inaugural da nossa história. Mas com a exploração intensiva do pau-brasil nas décadas seguintes, a troca de árvores cortadas pelos nativos por variados artigos europeus virou prática usual, e a lista de produtos oferecidos aumentou. Em 1549, na construção da cidadela que deu origem a Salvador, a primeira capital do Brasil, o governador Tomé de Souza pagou a madeira fornecida pelos índios com um lote de mercadorias que incluía 14 dúzias de facas, 320 tesouras, 9 200 anzóis - e 70 espelhos.

O escambo e o comércio regular da colônia com a metrópole cresceram, mas não impediram que por um bom período o vidro fosse um personagem furtivo, quase oculto, mais refletindo do que intervindo na paisagem brasileira. Nos primeiros tempos da sociedade colonial, de vida modesta e construções rústicas, a presença do vidro limitou-se a alguns raros utensílios domésticos, como frascos e copos - tão raros que, quando existiam, eram arrolados nos inventários familiares -, e algumas janelas envidraçadas, privilégio de umas poucas edificações. O vidro, no Brasil, era um personagemainda à procura de uma história.

Não há fartura de registros escritos e iconográficos sobre a utilização do vidro na arquitetura dos tempos coloniais, o que dificulta a pesquisa e o conhecimento. Porém, juntando as escassas imagens disponíveis - entre elas, as dos pintores flamengos da primeira metade do século 17 - às descrições de cronistas e viajantes dos séculos 18 e 19 e à permanência de edificações e cidades mais antigas, pode-se reconstituir alguma coisa do cenário da arquitetura.

Existem vários tipos de vidros, vamos conhece-los: 

Vidros para a construção civil: Vidro plano – vidros planos lisos, vidros cristais, vidros impressos,vidros refletivos, vidros anti-reflexo, vidros temperados, vidros laminados, vidros aramados, vidros coloridos, vidros serigrafados, vidros curvos e espelhos fabricados a partir do vidro comum;

Vidros Especiais



Os vidros especiais melhoram o desempenho energético das edificações e colaboram com a redução do uso de luz artificial, ao permitir a passagem de iluminação natural. Além de barrar a entrada de calor e ruído, eles atendem às normas de segurança para utilização em coberturas, fachadas e marquises.

Quanto mais envidraçadas as fachadas, maior a incidência de luz e calor solar no interior das edificações. Caso os raios do Sol não sejam barrados, certamente o edifício será um grande consumidor da energia que aciona os sistemas de ar condicionado, além de gerar desconforto ambiental aos seus usuários. Processos industriais de laminação, metalização e fabricação de insulados, entre outros, têm colocado no mercado vidros com eficiente desempenho para as mais diversas solicitações, em fachadas e coberturas. Eles garantem segurança e elevam os níveis de conforto térmico e acústico no interior das construções. Podem ainda manter a transparência, abrindo a construção para os exteriores.

O vidro ocupa lugar de destaque na arquitetura contemporânea, mas em países de clima tropical, como o Brasil, a atenção deve ser redobrada quanto à especificação do tipo mais adequado. Sempre lembrando que a entrada de luz e a abertura de vistas para o exterior vêm acompanhadas do excesso de energia térmica por radiação, que aquecerá os ambientes internos.


Refletivos



Projetar ambientes com boa iluminação natural, que contribua para a eficiência energética das edificações, é um dos desafios da arquitetura. O desempenho fotoenergético do vidro refletivo, que filtra os raios solares através da reflexão da radiação, garante controle eficiente da intensidade de luz e de calor transmitidos para os ambientes internos.

A transformação do vidro "float" em refletivo consiste na aplicação de uma camada metalizada numa de suas faces, feita pelos processos pirolítico ou de câmara a vácuo. O vidro pirolítico tem desempenho como filtro solar baixo ou intermediário mas, por possuir uma camada mais resistente, pode ser curvado ou termoendurecido e serigrafado após a pirólise. Já o processo de câmara a vácuo resulta em vidros refletivos com melhor desempenho de proteção solar, porém com camada refletiva mais superficial.

Não admite, portanto, a maioria dos beneficiamentos que utilizem calor - como a têmpera ou o processo de serigrafia, que devem ser feitos antes do depósito dos óxidos.

A especificação de vidros refletivos requer estudos de suas características de desempenho e de elementos como a transmissão de luz, calor, refletividade, cor do vidro, região em que se localiza a obra e a finalidade da edificação. Sem esses e outros dados, há riscos de o projeto resultar em problemas como a claridade desconfortável ou o aquecimento dos ambientes internos, ou ainda a quebra de vidros, devido ao stress térmico causado pela alta absorção energética.

O vidro refletivo não é um espelho - ele reflete parcialmente para o lado onde há mais luz. Isso significa que, durante o dia, a reflexão é externa, e durante a noite é interna. Se essa reflexão for excessiva, o resultado pode ser desagradável. Portanto, é importante considerar o percentual de refletividade interna.

Como a radiação refletida não faz parte da energia que passa por transmissão direta, e vice-versa, é importante que haja uma combinação entre os percentuais de radiação transmitida, refletida e absorvida. Essa combinação definirá o desempenho fotoenergético do vidro, que nada mais é do que o balanço desejável entre a transmissão de luz direta e o bloqueio máximo de calor.

A radiação solar se divide da seguinte forma: parte atravessa o vidro, penetrando no ambiente interno (transmissão direta); parte é refletida para fora; e uma terceira porção é absorvida pelo vidro, que se aquece e redistribui essa energia, devolvendo parte para o exterior e parte para o interior. O balanço ocorre matematicamente para cada comprimento de onda e vai muito além de simples cálculos aritméticos. A dificuldade está em encontrar o equilíbrio entre a quantidade de luz e de calor transmitidos para dentro do ambiente e a quantidade de luz refletida internamente. Nesse caso, vale lembrar: se a quantidade de luz direta transmitida for diminuída, haverá um escurecimento do interior, com efeitos negativos sobre a visão e a exigência de mais energia para iluminação artificial.

Segundo o arquiteto e consultor Paulo Duarte, é possível classificar os vidros da seguinte maneira, conforme seu índice de refletividade externa (Re): alta refletividade (Re superior a 25%); média (Re entre 25% e 15%); e baixa (Re inferior a 15%). Os vidros de alto desempenho, por exemplo, como apresentam o coeficiente de refletividade interna (Ri) superior ao de refletividade externa, serão mais refletivos externamente e terão, também, maior refletividade internamente. Para coberturas, segundo Paulo Duarte, são indicados vidros que tenham coeficiente de sombreamento (CS) menor que 0,40, transmissão luminosa (TL) entre 25% e 40%, refletividade interna inferior a 18% e valor UV menor que 3 W/m2.BC.

A utilização de vidros coloridos influencia a cor refletida e altera o desempenho fototérmico do vidro refletivo, reduzindo a transmissão de luz direta, melhorando o fator solar e aumentando a absorção de energia. Por isso, é importante considerar também o efeito da cor ao especificar um vidro refletivo.

Metalizados low-e Transparente, com um leve tom esverdeado ou azulado, o metalizado low-e (baixo emissivo) é importante aliado da estética das fachadas, pois auxilia no controle solar, sem criar o indesejável efeito espelho. É fabricado com a deposição de uma fina camada metálica em uma de suas faces, formando um filme protetor que filtra os raios solares e ultravioleta, permitindo, ao mesmo tempo, a passagem de luz natural.

O vidro metalizado low-e foi criado para atender às necessidades dos países de clima frio, que precisam manter o interior do edifício aquecido. Adaptado com tecnologia de ponta para o clima tropical, ganhou uma camada chamada "low-e para todo efeito", que, além de permitir a passagem de luz, possui propriedades refletivas. O resultado é um vidro com excepcional desempenho energético, que reflete para fora principalmente as radiações no espectro do infravermelho próximo e distante. Sua refletividade externa fica entre 8% e 10% e sua transmissão luminosa, entre 70% e 80%.

Os baixo emissivos exigem muito cuidado com seu manuseio. Muito delicada, a camada metalizada pode ser facilmente destruída em solicitações mecânicas. Os vidros low-e são incompatíveis com o silicone butil, utilizado para produzir o vidro insulado, e/ou com o silicone usado para colagem. Quando esses produtos entram em contato com a camada metalizada, formam um friso dourado no low-e, interferindo na estética da fachada. Uma das soluções para resolver essa questão é manter uma faixa em toda a periferia do quadro de vidro, sem a camada metálica. Os vidros low-e foram utilizados na obra da Torre Almirante (Finestra 40), inaugurada este ano, no Rio de Janeiro.

Vidro insulado


Eficiente como isolante do fluxo de calor por condução, o vidro insulado é composto por duas ou mais chapas, separadas por câmaras de ar. O quadro de vidro é selado em todo o seu perímetro, a fim de evitar que ocorram trocas entre a atmosfera interna da câmara e a do ambiente externo. A câmara interna pode conter uma mistura de ar com nitrogênio, argônio ou outros gases. Devido à inércia térmica do ar, essa câmara constitui um elemento isolante que reduz o coeficiente de transmissão de calor, dificultando a passagem deste de um ambiente para outro.

O desempenho fotoenergético do vidro insulado pode ser melhorado, quando se utiliza para sua composição um vidro refletivo, no lado externo. Dessa forma, parte da radiação é refletida para o exterior, enquanto o insulamento reduzirá o coeficiente de sombreamento do conjunto. Essa solução, aliada ao baixo coeficiente de transmissão, resultará em um vidro com bom controle solar que mantém alta a transmissão luminosa.

Segundo o consultor Paulo Duarte, existe um equívoco quanto ao desempenho acústico dos vidros insulados. Normalmente, as câmaras de ar - de 6 a 25 milímetros - pouco ou nada acrescentam nesse requisito. Na realidade, para a mesma massa de vidro, uma chapa laminada tem melhor desempenho que um insulado. "Não vale a pena especificar um vidro insulado para reduções de até 40 decibéis. Porém, acima desse valor, os insulados superam os laminados comuns", ele recomenda.

Serigrafados

A serigrafia consiste em transferir desenhos ou superfícies de cor de uma matriz para um suporte. A imagem ou desenho geométrico é fixado sobre uma tela de seda ou náilon por meio de processos fotográficos, definindo-se áreas permeáveis e impermeáveis à tinta. A técnica mais utilizada é aquela em que o esmalte cerâmico (tinta vitrificada) é aplicado na lâmina de vidro, que passa depois pela têmpera, para que os pigmentos sejam incorporados a sua massa. Após aquecimento e resfriamento, o vidro float torna-se serigrafado e temperado, sendo mais resistente que o comum.

O vidro serigrafado para arquitetura chegou há menos de dez anos ao mercado brasileiro, e foi explorado em poucos projetos. Entre eles está a cobertura do edifício The Flat, em São Paulo, do escritório Aflalo & Gasperini, e a fachada da indústria Natura, em Cajamar, projeto do arquiteto Roberto Loeb. As caracterísicas de transparência e translucidez, obtidas a partir de cores e desenhos aplicados, resultam em proteção de zero a 100% de cobertura da superfície do vidro, constituindo opção de sombreamento em fachadas e coberturas.

Alguns tipos de vidro refletivo podem ser serigrafados, desde que a metalização resista à têmpera, proporcionando ganhos em controle solar. Porém, se a questão for potencializar o bloqueio de raios do Sol, dependendo dsso caso, consultores e técnicos recomendam a associação de um vidro refletivo a um serigrafado. Quando aplicados em situações que exijam segurança, como fachadas, coberturas, escadas e guarda-corpos, a norma indica que os serigrafados devem ser laminados.

Vidro temperado: É aquecido entre 700° e 750° através de um forno e resfriamento com choque térmico, normalmente a ar, causando aumento da resistência por compactação das camadas superficiais. O vidro temperado é mais seguro e mais resistente que o normal, mas após o processo de têmpera não pode ser submetido a lapidação de suas bordas, recortes e furos;











Outros tipos de vidro mais comuns: 

Vidro laminado: composto por lâminas plásticas e de vidro. É utilizado em pára-brisas de automóveis, clarabóias e vitrines;


Vidros comuns: decorados ou beneficiados – São os vidros lapidados, bisotados, jateados, tonalizados, acidados, laqueados e pintados, utilizados na fabricação de tampos de mesas, prateleiras, aparadores, bases e porta-retratos;


Vidros técnicos: lâmpadas incandescentes ou fluorescentes, tubos de TV, vidros para laboratório, para ampolas, para garrafas térmicas, vidros oftálmicos e isoladores elétricos;


Vidro para embalagens: garrafas, potes, frascos e outros vasilhames fabricados em vidro comum nas cores branca, âmbar e verde.


O vidro está em alta na construção civil por todas suas características e quando o assunto é interiores, os vidros mais espessos são os da vez, quanto mais espesso, mais bonito.

sábado, novembro 05, 2011

Molduras nas paredes

Molduras nas paredes, mas sem quadros ou espelhos. Vi algum tempo atrás em uma revista e achei super legal e fácil de fazer, é uma decoração diferente que pode ficar sensacional naquela parede que está meio vazia mas sem deixar ela muito poluída.