segunda-feira, dezembro 12, 2011

Inspiração setentinha

Móveis e utilitários ganharam releituras retrôs nas últimas temporadas e fizeram muito sucesso. Agora, o guarda-roupa também está cheio de peças que lembram os hippies chiques e a gente aposta sempre que pode no visual, mirado no verão 2012.

Como os imóveis hoje são cada vez menores e soluções de espaço são necessárias, uma ideia é jogar com mobiliário neutro e sob medida e brincar de túnel do tempo na decoração – que também pode mudar de inspiração com mais facilidade do um guarda-roupa, concorda?

Ícone da década de 70, os papéis de parede estão com cartelas cada vez mais amplas e muitos fornecedores apresentam programas que criam estampas sob medida ou mexem nas cores, conforme o projeto do cliente. Um luxo atual, brindando o que de mais bonito temos há 40 anos.







domingo, dezembro 11, 2011

Feliz dia do arquiteto!!!


Arte, criatividade, construção, dedicação, funcionalidade, empenho, precisão, solução, técnica. Capaz de projetar sonhos e transformar em realidade, traduzir desejos em espaços construtivos.   

sábado, dezembro 10, 2011

Ousadia no centro carioca


Grandes dimensões e prazo reduzido levaram a construtora a adotar estrutura em aço no Centro Empresarial Senado, no Rio de Janeiro



Localizado em uma das regiões mais tradicionais da capital carioca, o Centro Empresarial Senado (CES) será, a partir de 2012, referência para escritórios de alto padrão do Rio de Janeiro.


A construção da WTorre possui quatro blocos divididos em dois edifícios que, ao todo, somam 185 mil m² e pouco mais de 95 mil m² de área locável, além das mais de 1.700 vagas de estacionamento, divididas em cinco subsolos. O conjunto foi projetado e construído para uso da Petrobras, que deverá ocupá-lo por um período mínimo de 18 anos.


Com projeto do escritório Edo Rocha Espaços Corporativos e implantado em meio a construções remanescentes e tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como casarões coloniais, uma igreja barroca e um edifício público construído no século passado, um dos maiores desafios da WTorre foi investir em sistemas construtivos capazes de imprimir velocidade à execução da obra e ao mesmo tempo minimizar a geração de entulho, ou quaisquer tipos de resíduos, reduzindo o impacto no entorno.


Segundo o arquiteto Sérgio Ficher, um dos responsáveis pelo projeto, a adoção da estrutura em aço, entre outras vantagens, reduziu significativamente o volume de concreto utilizado na obra. “O emprego de estrutura de concreto seria inviável, devido ao volume de insumo necessário a uma obra com estas dimensões, sem contar o curto prazo para a execução, de 26 a 28 meses”, diz.


A solução estrutural emprega pilares mistos de aço e concreto. O engenheiro Jader Daniel Oliveira de Araújo, gerente geral da obra, afirma que, para garantir a estabilização, foram utilizados pilares retangulares com núcleos em aço e concreto de 1,20 m x 0,60 m. Na parte interna das torres também adotaram-se pilares em aço retangulares de 1,50m x 0,75m e circulares com 1,10 m de diâmetro, além de pilares em “T” de até 3,50 m de comprimento. A estabilização efetiva das torres se dá por meio dos núcleos centrais rígidos, em concreto, das caixas de escada e elevadores, que, ao contrário do modo mais usual, foram executados após o início da montagem da estrutura em aço.





Soluções industrializadas facilitaram a execução do complexo de escritórios. Projeto e montagem encontram-se alinhados: nas torres, a velocidade atingida foi de seis pavimentos a cada três semanas

Montagem

Além do projeto, a execução também teve de ser muito bem planejada. Segundo José Carlos Neuenschwander, gerente de montagem da Codeme Engenharia, a montagem das torres aconteceu em tempos diferentes, onde cada uma foi iniciada na medida em que a escavação evoluía e as fundações eram liberadas. “O canteiro de obras era muito restrito, em via de trânsito intenso. Com isso, a viabilidade da obra, do ponto de vista da logística de movimentação, foi garantida pelo uso das estruturas em aço”, afirma.


As estruturas foram produzidas em duas fábricas, uma em Betim (MG) e a outra em Taubaté (SP). Na sequência, foram transportadas até um canteiro de apoio em Nova Iguaçu, e de lá partiram para a obra, conforme a programação do dia e horário que seriam içadas nas torres.


Um passo para a revitalização

A localização do Centro Empresarial Senado abrigou, no início do século XIX, uma vila de operários, região que mais tarde concentrou adeptos da boemia carioca até culminar em sua decadência. Foi esta degradação e demolição que abriu espaço para a expansão imobiliária desta parte do Centro do Rio de Janeiro.


O arquiteto Sérgio Ficher lembra que a obra do CES tem gerado outras modificações no entorno, como a revitalização do antigo edifício da Polícia Federal, que está sendo transformado em museu, da fachada da igreja barroca de Santo Antônio dos Pobres, bem como a reforma da galeria de águas pluviais. Outra iniciativa será a criação do piscinão na Rua dos Inválidos, para evitar enchentes naquele local. Os investimentos fazem parte de um acordo entre o incorporador e a Prefeitura do Rio.


O complexo está em processo de certificação pelo Leadership in Energy and Environmental Design® (LEED), concedido pelo USGBG. Para tanto, foi concebido de acordo com os mais modernos padrões tecnológicos e sustentáveis, como programas de eficiência energética, ar-condicionado insuflado no piso e sistema de reaproveitamento de água, entre outros. (N.F.)




Passarelas interligam os prédios, que abrigarão as salas de escritórios


Fonte : CBCA Revista Arquitetura & Aço

sexta-feira, dezembro 09, 2011

Projetos do escritório - 3D-ArquiDesign

 Projeto de Reforma de Coberta e Fachada, no bairro da Conceiçãom próximo ao supermercado ideal

Projeto - 3D-ArquiDesign



Projeto de reforma de fachada, muro, coberta, ampliação para o closet e área de lazer com churrasqueira no bairro do Catolé .

Projeto 3D-ArquiDesign

http://3darquidesign.blogspot.com

Sede do Tribunal Superior Eleitoral, de Oscar Niemeyer, será inaugurada na próxima semana

Edifício segue as características arquitetônicas dos outros prédios públicos da capital federal
Mauricio Lima

No próximo dia 15, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) inaugura seu novo edifício-sede, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Localizado no Setor de Administração Federal Sul (SAF/Sul), em Brasília, próximo às sedes do Superior Tribunal de Justiça, do Tribunal Superior do Trabalho e da Procuradoria Geral da República, o prédio é composto por uma estrutura semicircular e conta com três cúpulas na frente e um grande volume para estacionamentos e depósitos.


Fachada frontal será toda em vidro

A obra foi iniciada em 2007 pelo consórcio formado pela OAS e pela Via Engenharia. Ao todo, a obra deverá custar R$ 327 milhões e terá 115.578 m² de área construída. De acordo com a OAS, 44 toneladas de metal foram utilizadas na estrutura. A fundação foi feita com tubulões, utilizando 17.695 m³ de concreto. Foram usados também 30.292 m² de alvenaria e 66.332 m³ de concreto.

O projeto arquitetônico conta com muitas características dos prédios públicos de Brasília, desenhados pelo próprio Niemeyer. A fachada frontal do edifício principal foi construída toda em vidro, enquanto a parte traseira conta com brises em toda a extensão da fachada. Na parte de trás, existe também um volume retangular que funcionará para a circulação vertical dos funcionários do edifício. Sob esse edifício, há um estacionamento subterrâneo. À sua frente, ficam as três cúpulas de concreto armado que contarão com quatro auditórios.

Para minimizar o impacto causado pelas obras, foram plantadas cinco mil árvores. Foram instalados elevadores e lâmpadas de baixo consumo de energia e equipamentos de ar-condicionado que utilizam um gás para refrigerar que não afeta a camada de ozônio e reduz o consumo de energia e água. Haverá também sistemas de captação de água da chuva. Durante a construção, foi instalado um sistema de gestão de resíduos sólidos, para reciclagem de aproximadamente 90% dos resíduos de papéis, metais e plásticos gerados pela obra.
Internamente, o edifício terá um plenário três vezes maior do que o existente na sede atual. Agora, 246 pessoas poderão acompanhar as sessões, que acontecem às terças e quintas-feiras. Haverá também cadeiras reservadas para pessoas com deficiência física. A tribuna, por sua vez, oferecerá conforto aos advogados cadeirantes que realizarem sustentações orais no plenário. Os advogados do tribunal contarão com uma sala ampla, localizada a apenas 20 metros do Plenário, e que será equipada com monitor de TV para transmissão da sessão plenária e rede de acesso à internet.

Volume retangular será responsável por circulação vertical


Cúpulas em concreto armado abrigarão os auditórios do tribunal


Foto mostra a parte dos estacionamentos e espaço já para as cúpulas


Volume ao fundo será usado como estacionamento e depósito

Fonte: Pini web

quinta-feira, dezembro 08, 2011

Objeto de desejo


Sofá Ploum, dos irmãos Ronan e Erwan Bouroullec, para Ligne Roset*


“A simplicidade do desenho orgânico, a forma acolhedora, próxima do chão, e a textura que massageia quem o usa fazem do sofá Ploum (2011), dos irmãos Ronan e Erwan Bouroullec para Ligne Roset, um objeto de desejo imediato. A peça é perfeita para um grande amigo que está refazendo o décor. Em sua casa, que já tem base colorida e viva, o sofá vermelho vai causar ainda mais impacto visual  – e reforçar o conforto.”

Mc Donald’s

Bem… Acredite se quiser, essa é a mais nova unidade do Mc Donald’s na França, mais precisamente em Toulouse.

Já faz algum tempo que a rede tem investido em identidades regionais nas suas unidades, e lá em Londres teve até prêmio pra uma unidade com um design bem peculiar. A ideia é que isso aconteça também em diversos restaurantes da rede lá na França, começando pelo de Toulouse.

O resultado foi um estabelecimento bem contemporâneo, privilegiando ambientes diferentes e grandes grupos. E a razão disso é simples. Com uma associação forte da rede francesa ao público adolescente e à vida urbana, a marca quis atualizar o conceito e voltar às origens de “a família sai pra comer junto” sem perder o outro público que conquistou ao longo do tempo.

Um dos caminhos pra melhorar a percepção da sua marca é o design mutante. Cliente gosta de ver a loja se atualizando, mudando de cara, proporcionando coisa nova… E ainda assim, sem perder a identidade da marca.

quarta-feira, dezembro 07, 2011

Loja de doces


A loja de doces “The Candy Room”, que fica na Austrália, precisava de uma repaginada no seu interior. E isso foi feito muito bem pela Red Design Group, que criou um mobiliário totalmente preto e branco. Como se a loja inteira fosse uma folha de papel, onde uma criança fez vários desenhos!


Veja as fotos:












E assim eles conseguiram algo bonito e útil, criando um ambiente divertido e que destaca os produtos coloridos que estão sendo vendidos ali. Muito legal!

terça-feira, dezembro 06, 2011

Fofuras do Dia



O dálmata Feijão posa para a foto, próximo ao tapete de patchwork e pufe de vinil (Maloca Chic). O jeito mais fácil de acertar nas combinações de estampas é lançar mão de tecidos em composê. Outra saída para fazer composições harmoniosas é usar na parede o matiz que mais se destaca na estampa dos pano.


Na sala de TV, os gêmeos Felipe e Pedro relaxam nas chaises. A irmã, Amelie, se apoia na boiserie, onde estão as luminárias Sticky, da Droog (à venda na Maloca Chic). Nos séculos 17 e 18, as boiseries eram muito utilizadas para decorar palácios. “Esses painéis de madeira conferem um acabamento elegante ao ambiente”, afirma a arquiteta Kátia Menezes. Eles são parafusados na parede e podem ser instalados em todos os cômodos da casa. “Adornados com baixos-relevos, desenhos, pintados ou na cor natural da madeira, valorizam qualquer espaço.




As cores quentes e o uso intenso de madeira imprimem uma atmosfera jovial, acolhedora e, em alguns momentos, até lúdica à casa. Para não carregar ou escurecer os ambientes, contudo, as escolhas precisam ser criteriosas, a fim de criar misturas que não briguem entre si. “Neste caso, o piso, por exemplo, é mais leve e igual na casa toda, feito de madeira maciça”, afirma a arquiteta. A poltrona Luís XV foi revestida com retalhos de jeans e o pufe que a acompanha ganhou mosaico de tecidos e capitonês. A cômoda de madeira vem da Coisas da Doris. Cortina de veludo da Regatta.


Cabeceiras Originais

Os convencionais painéis de madeira abriram espaço para novas propostas: blocos de espuma, patchwork com cores intensas e couro capitonê fazem das cabeceiras peças marcantes no lugar mais gostoso da casa


 Edu Castello


Colorido até o teto


A alegria tomou conta deste quarto de 20 m² com uma criação ousada das designers de interiores Maria Fernanda Corrêa e Fernanda Coifman. Elas fizeram uma cabeceira colorida que utrapassa o limite da parede e invade o teto em cima da cama. Feita de gesso pela Contal, a peça de 9,60 m² é revestida de patchwork com vários tecidos estampados – jacquard, linho e veludo –, da Villa Nova. “Como possui muita costura, precisou ser colocada por um especialista para não ficar torta”, diz Maria Fernanda. Mangueiras de luz foram embutidas entre o teto e o gesso, ao longo de toda a estrutura: 2,55 m de comprimento atrás da cama e 3,10 m no teto por 1,70 m de largura. Colcha Trousseau. Almofadas verdes e manta da Empório Beraldin. Objetos da Conceito Firma Casa e Marché Art de Vie.

 Edu Castello
Suave com degradê 


Dois tons de cinza, compondo um degradê, resultaram na cabeceira que dá o tom ao quarto de 16 m² da arquiteta Flávia Gerab. “Eu quis uma base neutra para ter liberdade de usar acessórios, almofadas e roupas de cama de todas as cores”, diz. Ela escolheu a camurça trançada com palha, da Nani Chinellato, para revestir o painel de compensado de 2,60 m² com espuma de 0,60 m de espessura, executado pelo tapeceiro Jair Lavignini. Ao lado e atrás de parte da cabeceira, um espelho em L dá a sensação de amplitude. “Quis acentuar a forma assimétrica do quarto, brincando com os volumes”, explica Flávia. Colcha da Paola da Vinci. Almofadas Zizi Maria e Coisas da Doris. 
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 Edu Castello
Preto no preto 


Ao buscar um olhar jovem e masculino para este quarto de 24 m², a arquiteta Juliana Grave escolheu a cabeceira de couro preto, que combina com os tons escuros do resto da decoração. “Eu quis dar continuidade ao tapete, que é cor de chumbo, e busquei esta opção porque facilita a limpeza”, conta. Na largura da cama tamanho queen, o painel estofado com capitonê, da Casapronta, mede 1,70 m de largura. Acima dele, quadros do estúdio True Love Tatoo. Sobre a bancada, obra de Rafael Quintino. Todos os objetos são da DBOX. Cobertor e lençol da Trousseau e almofadas da Marché Art de Vie. ____________________________________________________________________________________________________________
 Edu Castello
Jogo de blocos 


Uma cabeceira que pode ser muitas. Basta mudar de lugar os módulos estofados de diferentes tons, entre cru e marrom, deste conjunto criado pelos arquitetos Antonio Ferreira Junior e Mario Celso Bernardes para o quarto de 20 m². Os blocos individuais, da Jocal Móveis, revestidos com chenille, da Again, são presos uns aos outros por pinos, o que facilita o encaixe e o desencaixe. “Isso permite variar a sequência de cores”, afirma Junior. “Ficou confortável e divertido.” Os cubos de 20 cm sobrepostos ocupam toda a largura da parede e chegam a 1,50 m de altura. Neles, dá para apoiar quadros, porta-retratos e outros objetos. Almofadas da Empório Beraldin. Colcha da Trousseau. No criado-mudo, moringa da Pepper. _____________________________________________________________________________________________________________
Ronaldo Rizzutti
Mix de estilos 


É o clássico caso do quarto que cresce junto com a dona. A decoração de bebê mudou aos poucos até se tornar o cantinho de uma adolescente com detalhes românticos. Para dar toques de modernidade ao ambiente de 18 m², a arquiteta Andrea Murao fez a cabeceira com vários tecidos estampados, da Ville Marie. Na tapeçaria executada pela própria loja, veludo, sarja e toile de jouy cobrem o painel de 2,80 m², feito de madeira com espuma. Alta e com avanços nas laterais, a peça ficou bem aconchegante.

fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI222204-16937,00-ELAS+MANDAM+NO+QUARTO.html

segunda-feira, dezembro 05, 2011

Cálculo de tintas

O pessoal no final do ano sempre costuma pintar a casa, achei interessante postar no blog informações sobre o cálculo para tintas, assim é aproximado, o pintor geralmente indica a quantidade que precisa, mas se vc quiser conferir essas dicas, vale a pena. 



O rendimento varia de marca para marca, do tipo utilizado (PVA, acrílica, elástica, etc...) e da quantidade de demãos que serão necessárias para a cobertura perfeita da superfície. O melhor a fazer é consultar as instruções do fabricante contidas no produto e calcular a área a ser pintada (altura x largura) descontando-se os vãos, como portas e janelas. Alguns fabricantes informam uma fórmula básica para descobrir quantos galões de tinta serão necessários. Adote a equação abaixo paratintas, fundos e massas, sem esquecer que o consumo por metro quadrado pode variar em função da porosidade da superfície e da técnica a ser empregada. 


Para evitar desperdícios deixe a pintura para a última etapa, a pintura é o último passo de uma obra ou reforma, portanto deve ser iniciada apenas quando não há mais nenhum serviço a ser executado. Isso evita a perda com retoques ou outras demãos se houver necessidade de fazer a mudança, por exemplo, de um ponto elétrico. 

Para quem for usar cores preparadas em misturadores é preciso aplicar no cálculo a margem de 10% a mais para não correr o risco de o produto acabar antes do fim da pintura, pois será difícil obter novamente a mesma tonalidade. Esse problema não ocorre com as cores prontas.

LED já ilumina como as lâmpadas dicróicas, com mais economia

Atenta aos avanços da tecnologia e à sua iminente popularização, Lâmpadas Golden investe 35% em pesquisa e desenvolvimento no lançamento da linha Ultra LED.

O uso da tecnologia LED (diodo emissor de luz) na iluminação ainda é tímido no Brasil, mas há estimativas de crescimento, mesmo porque aos poucos os profissionais do setor estão se apropriando da nova tecnologia e definindo para quais aplicações seu uso é mais indicado. No entanto, a tecnologia LED conta com vantagens indiscutíveis em relação às lâmpadas incandescentes. Como não têm um filamento que possa queimar, os LEDs têm uma vida mediana até 25 vezes maior e proporcionam economia superior em mais de 80%, em comparação às lâmpadas incandescentes. Ao invés de um filamento, os LEDs são iluminados pelo movimento de elétrons em um semicondutor e são ampliados em uma lâmina, como um chip de computador.

Atenta ao aumento da procura por LEDs para as mais diversas aplicações, a Lâmpadas Golden acaba de lançar a linha Ultra LED, que conta com duas opções de modelo: Dicróica e PAR16. Extremamente eficientes, estes LEDs atingem, com apenas 5W de potência, uma intensidade luminosa muito próxima à proporcionada pela lâmpada dicróica incandescente, que é de 50W. 

A vida mediana estimada das lâmpadas da linha Ultra LED é de 25 mil horas, uma vantagem importante a ser levada em conta para aplicações onde a troca constante poderia se tornar um problema, como por exemplo em ambientes muito altos ou de difícil acesso. A Ultra LED da Golden está disponível nas opções de temperatura de cor amarela (3000K) e branca (6000K), um diferencial diante das lâmpadas dicróicas tradicionais, disponíveis somente na temperatura de cor amarela.

Fonte: Segs

sexta-feira, dezembro 02, 2011

GE vai iluminar Tower Bridge com LEDs



A GE e sua parceira britânica EDF Energy receberam aprovação para instalar a nova e eficiente tecnologia LED da GE, além de um sistema de cabeamento para iluminar a Tower Bridge, um dos principais cartões postais de Londres. A nova tecnologia vai substituir um sistema de iluminação que já funciona há 25 anos e ajudará a reduzir em 40% a quantidade de energia necessária para iluminar a ponte.


A GE e a EDF, um dos maiores fornecedores de energia elétrica em Londres, são patrocinadores dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2012.

O novo sistema é projetado para melhorar as características arquitetônicas da ponte, que foi construída há 117 anos. As lâmpadas LEDs multicores, com intensidade variável, irão iluminar as torres góticas de estilo vitoriano da ponte, os granitos e as torres de pedra, bem como sua passagem aérea e as cadeias de suspensão.

Kinga Kalocsai, da GE Lighting, diz que a nova iluminação vai “enfatizar as linhas de força” da ponte. “A luz vai revelar as tonalidades em harmonia com a arquitetura da estrutura”, diz Kalocsai.

A flexibilidade do design de iluminação permitirá que os londrinos transformem a ponte em uma peça central para outras celebrações e eventos especiais, tais como o Jubileu de Diamante da rainha, em 2012, e as festividades de Ano Novo.

O sistema de iluminação é apenas um dos 75 projetos multifacetados da GE, relacionados aos jogos de 2012. A gama de projetos inclui geradores de energia ininterrupta para o principal estádio olímpico e também equipamentos de saúde de tecnologia avançada para diagnosticar entorses e outras doenças que os atletas podem vir a ter durante os jogos. A GE proporcionará também um grande número de estações de carregamento para uma frota de veículos elétricos Olímpicos.

A iluminação da ponte será instalada pela empresa francesa Citelum, que projetou a iluminação de monumentos como a Torre Eiffel, na França, o Vale dos Reis, no Egito e as Torres Petronas, na Malásia.

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Resort flutua sobre a água



Há vários motivos para as Ilhas Maldivas, no Oceano Índico, serem um dos principais destinos de viagem de luxo entre os europeus. Com uma temperatura que varia entre 24°C e 33°C durante todo o ano, o arquipélago é banhado por um vento constante e refrescante, ideal para apreciar o mar azul e transparente.

É ali, na ilha de Maguhdhuvaa, que recentemente foi inaugurado o Ayada Maldives Resort. Com 112 bangalôs espalhados sobre o mar, o complexo oferece piscinas privativas e uma série de outros serviços exclusivos.



Para atender ao público, o resort tem sete restaurantes, bares, cafés e um espaço de tratamento – o AySpa Spa & Health Club – com 3.500 m² de área. O Ayada inclui, ainda, uma escola de mergulho e um miniclube com uma série de opções em esportes aquáticos.

Nada mal relaxar e apreciar, de sua piscina privada, o azul do Oceano Índico. E, vez ou outra, praticar snorkeling ou mergulho para conferir o fundo do mar de uma das mais intocadas e remotas regiões do planeta.

fonte: Casa Vogue