terça-feira, janeiro 24, 2012

Arquitetos enterram casa na montanha


Casa na montanha ou casa da montanha? No caso da Villa Vals, na Suíça, a resposta é irrelevante. Enterrada na encosta de um morro da cidade de Vals, como se fosse uma toca (ou uma casa de duendes), a residência leva a ideia de morar na montanha às últimas conseqüências – mas sem deixar de lado uma boa dose de arquitetura e design.

A começar pelo seu aspecto brutalista, reforçado pela presença marcante do concreto aparente nos acabamentos internos e pelas pedras da fachada inclinada. Um bom começo para deixar bem claro que, de rústica, ela não tem nada.


Disponível para locação nas férias, a residência totalmente equipada foi desenhado pelos arquitetos Bjarne Mastenbroek e Christian Müller, dos escritórios Search e CMA. Eles queriam integrar a casa na paisagem, a fim de manter a natureza o mais intocada possível.

Dessa maneira, o acesso se dá através de um túnel subterrâneo que parte de um barracão de madeira. A partir daí, o espaço reserva uma surpresa após a outra – seja pela decoração, inteiramente feita com peças de design holandês, seja pelas soluções arquitetônicas de aproveitamento do espaço nas salas, cozinha e dormitórios. Todos abrindo espaço para o protagonista do projeto: a vista para a paisagem da região, repleta de vales e vegetação exuberante, que podem ficar ainda mais bonitos com a neve do inverno.























Fonte : Casa Vogue

quarta-feira, janeiro 18, 2012

Kunsthaus Graz

O Centro Cultural e de Exposições “Kunsthaus Graz”, nasceu de um concurso realizado em 2000, e teve como ganhador os arquitetos Peter Cook e Colin Furnier, que apresentaram sua ideia, uma proposta orgânica, por meio de uma pequena maquete que mais parecia uma bolha azul. Hoje, construído, o edifício surpreende com suas formas inusitadas contrastando contra um meio urbano tradicional da velha Europa.

O ponto alto dessa obra arquitetônica é a cobertura, uma espécie de película ou pele que transforma a fachada do prédio em quase uma bolha e as “janelas” tem a possibilidade de ser reguladas de acordo com a luminosidade.








 
À noite o sistema computadorizado de iluminação faz o prédio brilhar pelo seu revestimento translúcido e por conta disso foi apelidado carinhosamente pelos habitantes da cidade de “Friendly Alien” (alienígena amigável).

A fachada do Kunsthaus pode ser mudada eletronicamente, pois contém vários tubos circulares de luz neon posicionadas uniformemente sob o acrílico, num total de 925 tubos florescentes. Este sistema é denominado BIX (Big Pixel), onde cada tubo funciona como um pixel controlado por computador, que cria animações abstratas, figuras e mensagens textuais, que podem acontecer em 20 quadros por segundo. Dessa maneira, a pele do edifício é usada para que o museu se comunique com a cidade e seja também plataforma para produções artísticas.

O diálogo que se estabeleceu entre essa nova estrutura biomórfica e a antiga arquitetura da torre do relógio do Castelo de Graz, que fica praticamente grudado ao museu, cria uma tensão positiva entre o passado e o futuro.

http://museum-joanneum.at/de/kunsthaus

Via Portal Taste, RKL Arquitetura, Arquitetura.com

Petit hotel em Trancoso

Responsáveis por uma das mais charmosas pousadas de Trancoso, André Zanonato e Conrado Tini são os responsáveis pelo novo destino que vai atrair badalados no próximo verão. Situado em uma antiga propriedade particular onde funcionava um bar de praia, na paradisíaca Itaporoca, o Etnia Clube Mar é um petit hotel repleto de exclusividade, descontração, informalidade e charme rústico da Bahia, para que os hóspedes se sintam em suas casas.

São apenas cinco casas à beira mar, com toda a estrutura para as férias. Para maior privacidade, a dica é se hospedar na casa Quadrado, que tem 110 metros quadrados, sala de estar, copa completa e duas suítes com varanda e vista para o mar. Aos hóspedes são oferecidos mimos como TVs de LCD, internet wireless e camas king size. Uma equipe simpática e um serviço de conciergerie estão sempre à disposição para cuidar de todos os detalhes para uma viagem mais personalizada e incrível.














Depois de um ótimo café na cama, nada melhor do que aproveitar o calor da Bahia, passando o dia à beira da piscina, que tem serviço de bar e um staff que troca suas toalhas de tempos em tempos, indicando os melhores lugares de sombra e se preocupando com o bem-estar dos hóspedes. Quem prefere um mergulho no mar só tem que andar alguns passos até a praia, e ainda pode se refrescar na volta em duchas orgânicas, com água natural e fresquinha.

O jantar é servido no restaurante, que tem deck sobre a areia, uma vista lindíssima das ondas quebrando na praia e um menu de gastronomia contemporânea e muitos clássicos baianos. Outra opção é agendar com um concierge um hotel para dois na areia, com drinks, delícias e uma clima pra lá de romântico. Para já ir programando as férias de verão!

segunda-feira, janeiro 16, 2012

Centro cultural feito com bambu no Vietnã




Um bom exemplo de arquitetura com bambu pode ser visto na província de Vinh Phuc, Vietnã. A estrutura, em forma de asa, é uma maravilha arquitetônica feita deste material. O projeto ganhou o Prêmio Internacional de Arquitetura do Chicago Athenaeum Museum, nos Estados Unidos.

O objetivo principal deste trabalho é explorar as oportunidades na área de projetos estruturais feitos somente com bambu. O local está rodeado por natureza: lagoa e vegetação. Na obra, o bambu é usado não apenas como um material de acabamento, mas também como uma substância estrutural, ou seja, é uma construção de bambu pura. Nenhum material de aço ou outros de madeira foram utilizados.

Muitos países, particularmente os Asiáticos, vêm tentando desenvolver suas economias para permanecer no mundo competitivo atual. Suas condições econômicas estão melhorando rápidamente, mas também levando à destruição do meio ambiente.

Agora é o momento de reavaliar o valor dos recursos naturais e, entre tantos, um dos mais fáceis de ser obtido é o bambu. A planta cresce rapidamente e é encontrada em todo o planeta. Sua capacidade de uso pode levar a população mundial a viver em um ambiente mais sustentável.

A estrutura excepcional, voando sobre o céu, como asas de pássaro, faz com que seja possível entender a existência de um grande espaço livre sem nenhuma coluna. A forma da cobertura [como asas de aves] faz com que o ar circule dentro do edifício e, consequentemente, ajuda na melhoria das condições ambientais, uma vez que minimiza o uso de ar condicionado.

Este espaço “aberto”, no centro cultural, será usado para desfiles de moda, programas musicais, assembleias e seminários. O projeto auxilia na introdução de um novo desenvolvimento com novos recursos disponíveis na natureza. 

 Fonte: http://openbuildings.com/buildings/bamboo-wings-profile-4897#!buildings-media/19
http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/4042/vietna_ganha_centro_cultural_feito_com_bambu/