quinta-feira, março 15, 2012

Apartamento tem Escada feita com Lego





Este incrível apartamento no Soho, New York City. 

Os arquitetos e proprietários trabalharam juntos para desenvolver um plano de criação entre uma variedade de atividades domésticas e profissionais. O local possui uma série de paredes deslizantes  alternando estúdio e exposição paredes que revelam ou escondem diferentes áreas (estúdio, escritório e sala) de acordo com a hora do dia e quem está usando o espaço.

As diferentes funções domésticas seriam delineados e seu uso definido por uma linha sólida de nogueira que circunda o loft para se tornar prateleiras, escadas, batentes de porta, soleiras de janelas, mesas e bancadas, assim o espaço unificador ao diferenciar as várias funções que ali acontecem.

Uma palete mínima de noz, mármore de Carrara e tinta branca foi escolhida como pano de fundo para desenhos de Melissa, alguns dos quais são feitas diretamente na parede. Apenas duas áreas foram dadas um esquema de cores: o corrimão da escada no quarto do seu filho e as paredes do banheiro em que uma variedade de azulejos azuis tinham as mãos colocadas pelos proprietários para evocar um spray de água.

O corrimão da escada é feita de cerca de 20.000 blocos de LEGO ®. I-Beam projetou as escadas, estrutura e aberturas Mondrian inspiradas baseadas em LEGO,  O desenho final é composto de uma série em adições feitas pelas pessoas que vivem, trabalham e se divertem no espaço.





















Photo: Travis Dubreuil and Thomas Loof/Art Department

terça-feira, março 13, 2012

REVESTIR 2012


Revestimentos foscos e também os padrões brilhantes – entre o dourado, o prateado e o rosé – dominam os lançamentos apresentados na Expo Revestir 2012. Completando 10 noas, a feira, que é referência no calendário internacional de arquitetura e uma das maiores do Brasil, Veja as principais tendências  como as composições geométricas, tanto em cores quanto em relevos, ou as peças de bambu .



Chuveiro cromado em tom dourado, linha Aquaplus Quadrato, da Deca





À esq., pastilha mineral, linha Concetto, da Cesar Stone; à dir., pastilha revestido em ouro, linha Allegro, da Mazza





Revestimento feito com reciclagem de garrafa PET e resíduos de pedra, do Studio Marmo





Revestimento feito com reciclagem de garrafa PET e resíduos de pedra, da Castelatto





À esq., coifa de ilha Polyedro, da linha Gourmet, em aço escovado e iluminação em LED, da Franke; à dir., revestimento curvo de crystalato, da Eliane





Painel em fibras de madeira, da Vachromat




Telha de pó cerâmico, da Cerâmica Almeida





Cerâmica, linhas Soft e Shock, da Mazza




Bacia, linha Flut, formas arredondas remetendo a uma taça, da Deca




Pia da linha Ilbagnoalessione, design de Stefano Giovannoni para a Laufen




Piso de bambu colorido, da Neobambu




Revestimento de parede em cerâmica, linha Corner Up, com os cantos arredondados, da Apavisa




Porcelanato com relevo, impressão digital, linha Wood, coleção Gran Formato, da Itagres

Fonte: Casa Vogue

segunda-feira, março 12, 2012

Almoçar sentado em uma privada virou moda entre os chineses



Os chineses e suas bizarrices…A nova moda agora é almoçar sentado no troninho.

Vamos ao Banheiro???



O Modern Toilet Restaurant que fica na cidade de Taipei, resolveu sair da mesmice e investir no Bizarro, oferecendo aos seus clientes refeições servidos em recipientes que imitam as louças dos banheiros.



Sem comentar o fato de almoçar sentado em uma privada.








domingo, março 11, 2012

Sensor de presença na escada

Sensor de presença para a funcionalidade da escada

Edo Kriegsmann. Tem o gosto por móveis e utensílios interativos, e o que passou a fazer parte de seu lar é um sensor sequencial, que pode dar início tanto de cima para baixo como de baixo para cima.



Dog Bark Park Inn

Na Dog Bark Park Inn, o hóspede dorme dentro de um cachorro Beagle de 10 metros de altura.

Conhecida como "o maior Beagle do Mundo", a pousada Dog Bark Park Inn atrai diversos turistas à cidade de Cottonwood, em Idaho, nos Estados Unidos. Isso porque os hóspedes dormem dentro de uma casa no formato de um cachorro.



Na verdade, tratam-se de dois cachorros, um grande e um pequeno. O maior, chamado de Sweet Willy, tem 10 metros de altura. Toby, o menor, tem 3,5 metros de altura. A pousada fica dentro do Sweet Willy. Toby é apenas um objeto de arte.




"Nós construímos o cachorro pequeno como uma atração de beira da estrada para que chamasse atenção para nosso estúdio de arte", explica Frances Conklin, dona da pousada ao lado do companheiro Dennis Sullivan. Foi então que Sullivan, que já tinha experiência em construção, teve a idéia de fazer um cachorro maior ainda que servisse como uma atração e, ao mesmo tempo, tivesse funcionalidade.




"Foi aí que tornamos o cão maior uma casa de hóspedes. As pessoas vêm de todos os Estados Unidos e do mundo para se hospedar aqui", garante Francis. A diária de um quatro duplo na Dog Bark Park Inn fica em torno de R$ 170, com café da manhã incluído.


segunda-feira, março 05, 2012

Cimento queimado

 Tradicional nas casas do interior do país, o piso de cimento queimado virou moda em todos os lugares graças a seu aspecto despojado. Bem-vindo na maioria dos ambientes - exceto nas áreas em contato com água, onde se torna escorregadio -, ele é versátil e de fácil limpeza, vantagens que o fizeram conquistar até os consumidores mais exigentes. 

Mas a frase contida no título alerta para sua fragilidade (especialmente a versão caseira). Trincas, manchas e porosidade podem aparecer. Quando há trincas ou porosidade, convém refazer o piso. "Outra alternativa é recortar as partes trincadas e aplicar tozetos". "É um paliativo, já que a interferência ficará aparente".

O cuidado na aplicação e a escolha de mão-de-obra qualificada são indispensáveis



 Aqui, o pedreiro preparou uma nata de consistência semelhante à de um creme de leite apenas com água e cimento, aplicou no piso e passou a desempenadeira de metal. Antes que a massa secasse, jogou o pó de cimento. Juntas de dilatação de plástico, colocadas a cada metro, isolam a movimentação dos pisos e evitam trincas. Projeto de René Fernandes Filho.

 Para resistir ao corre-corre do buldogue, o xodó da casa, privilegiou-se o cimento queimado em pisos e paredes – o taco original só ficou no living, tingido de branco pelo epóxi. Repare como tom acinzentado do cimento na parede realça as cores da luminária de acrílico e das imagens da TV. Projeto de Letícia Nobell.


 Depois de escolher a seda rústica da cabeceira e a paleta de cores do quarto de casal, a designer de interiores Luciana Penna achava que ainda faltava algo. O arremate foi dado pelo cimento queimado, que, aplicado na parede, destaca o conjunto. Um cuidado fundamental: no dia da aplicação do cimento queimado, a cabeceira precisou ser forrada com plástico para não manchar.


 Depois de escolher a seda rústica da cabeceira e a paleta de cores do quarto de casal, a designer de interiores Luciana Penna achava que ainda faltava algo. O arremate foi dado pelo cimento queimado, que, aplicado na parede, destaca o conjunto. Um cuidado fundamental: no dia da aplicação do cimento queimado, a cabeceira precisou ser forrada com plástico para não manchar.


Nesta sala, o cimento queimado nas paredes e no piso ganhou evidência. Para evitar trincas, há um sulco de uma parede a outra, alinhado também com o piso. Repare que o revestimento é contínuo, sem a interrupção do rodapé. O resultado surpreende pela elegância. Projeto de Alan Chu e Cristiano Kato.









sábado, março 03, 2012

QUARTO ULTRA CONTEMPORÂNEO




Com uma vista dessas, quem precisa de muitos móveis no quarto? Decorado pelos profissionais do estúdio Feenstra Architecture, O apartamento fica em Vancouver e tem 360° de panorâmicas para a cidade portuária, de luz suave e arquitetura arrojada. Neste sentido, o décor do dormitório segue uma linguagem afinada com o lugar. Os acabamentos em tons acinzentados e sóbrios remetem a uma identidade bastante urbana. O mesmo vale para os poucos objetos, como os dois pequenos abajures metálicos. Colorindo a composição, a versão vermelho-vivo da cadeira Heart Cone, de Verner Panton, lembra que este é um ambiente íntimo, familiar, onde deve reinar o conforto.

Fonte: CasaVogue

Uso de contêineres nas construções



No Brasil, aproveitar contêineres para a construção de casas ainda não é comum, no entanto a procura pelo material vem crescendo muito. Para se ter uma ideia, nos últimos dois anos o preço dos contêineres reciclados subiu de R$ 3 mil para R$ 6 mil.

Os equipamentos de carga são usados para o transporte durante dez ou 15 anos. Usá-los na construção de casa é uma forma de reaproveitar este material, que além de ser mais sustentável, pode ser econômico. Construções com contêiner duram até 90 anos e custam muito menos do que os materiais usados tradicionalmente para levantar uma casa.

A arquiteta Lívia Ferraro estudou e apresentou um projeto de casa-contêiner na faculdade. Após o término das aulas, ela resolveu investir em uma empresa pela qual já criou dez casas com os módulos. Localizado em Florianópolis, o negócio investe em inovação arquitetônica. “Nós já fizemos desde casas compactas, de dois contêineres, até residências de 250 metros quadrados. Costumamos dizer que é como brincar de lego. Só precisamos descobrir novas maneiras de ir encaixando as pecinhas”.

O arquiteto paulista Danilo Corbas também tem buscado a especialização neste tema. Em 2011, com quatro contêineres marítimos, ele construiu sua própria casa. Hoje o espaço está aberto para visitação.

Para Corbas os pontos positivos são a economia, de aproximadamente 35%, desde a fundação da casa até o revestimento externo. Sendo assim, quem procura morar em tais residências são pessoas que dão preferência por produtos sustentáveis e que também buscam economizar. Outra vantagem deste tipo de construção é que leva geralmente entre 60 a 90 dias para ficar pronta.

Atualmente, Corbas trabalha com mais quatro novos projetos, sendo um deles localizado em Penedo, no Rio de Janeiro, e terá seis contêineres de aproximadamente 15 metros quadrados cada um.

Empresas, lojas e escritórios também têm investido no uso de contêineres. O grupo Container é um exemplo de empresa que possui uma rede de lojas de roupas com cem franquias espalhadas pelo Brasil. Todos os espaços de venda são construídos com contêineres. Agora a empresa também está investindo em hotéis sustentáveis.

Uma empresa holandesa, que em Amsterdã criou uma vila de estudantes em contêineres, também deve chegar ao Brasil nos próximos meses. Ela venderá seus produtos que incluem escritórios e hotéis.

Corbas acredita que as empresas que reaproveitam este material na construção civil ganham “em termos de economia e imagem”. Já André Krai, sócio-fundador do grupo Container, afirma que é preciso persistência no empreendimento. “Estamos conseguindo mostrar que o contêiner é viável e pode ser utilizado para diversos fins. Nosso início foi muito difícil, me chamaram de louco, mas conseguimos transformar a marca em negócio”. 

Fonte:  O Globo.

quarta-feira, fevereiro 29, 2012

CASA DE VIDRO PARECE GARAGEM DE BARCOS




Um dos mais exclusivos destinos de férias do sul da Alemanha – o Lago de Starnberg, ao sul de Munique, na Bavária – é o local desta residência que pertence e foi desenhada pela arquiteta e designer Susanne Nobis para sua família, composta de quatro pessoas.

Boa parte das propriedades construídas à margem do lago se assemelha a garagens de barcos. Susanne decidiu manter esse padrão, mas com detalhes que tornam sua casa um verdadeiro refúgio no meio da floresta.


O conjunto é composto por dois hangares conectados por uma passagem envidraçada. Em um dos volumes, no térreo, estão as salas de estar e jantar, além da cozinha, com um mezanino que amplia a área de convívio. No outro, escritório e quarto de hóspedes estão acomodados no primeiro andar, enquanto os quartos e banheiros ocupam o segundo.



Para garantir as vistas para o lago e preservar ao máximo a entrada de luz natural, a arquiteta optou por fachadas com grandes panos de vidro que acabam por integrar a construção ao bosque circundante. A estrutura de madeira, porém, respeita a tradição local, e oferece uma sensação de aconchego nos espaços internos.

A maioria das casas da região é de palafitas, construídas sobre o lago, mas a casa de Nobis ergue-se a cerca de 60 centímetros sobre o gramado, em uma altura superior ao do nível que a água atinge em períodos de cheia. Graças à combinação de vidro e madeira, os galpões ganham um sentido minimalista que, no interior dos ambientes, suaviza a volumetria alongada e faz com que a sensação seja de contato seguro e constante com a natureza privilegiada da região.




Fonte: Casa Vogue


sábado, fevereiro 25, 2012

{Inspiração do dia}