segunda-feira, junho 11, 2012

CASA GEOMÉTRICA FAZ REVERÊNCIA À PAISAGEM





Pouco mais de cem imóveis fazem de Glen Echo, a menor cidade do Estado de Maryland, nos EUA, um refúgio do estresse e da correria das metrópoles – isso a apenas 30 minutos da capital, Washington. O escritório do arquiteto Robert Gurney aproveitou o local, de natureza quase intocada, para projetar uma casa onde a arquitetura faz reverência à paisagem arborizada que a cerca.

Os espaços da residência são integrados ao terreno, com os dois andares tendo vista privilegiada para o rio, enquanto a encosta recorta o outro lado da construção. O projeto ficou mais dinâmico com o desenho de dois volumes distintos, unidos por uma ala de vidro sobre um espelho-d’água. O formato perpendicular faz com que as estruturas se cruzem, apesar de separadas, tornando o anexo tão importante como a área principal.

O uso dos materiais também reforça a relação e o fluxo entre os ambientes. Toda a extensão em volta do terraço é envidraçada e aberta para a piscina com borda infinita. A luz natural pinta os interiores nesta área – janelas largas fazem as vezes de paredes, recortadas por estruturas metálicas geométricas que, de longe, parecem até retiradas dos quadros de Piet Mondrian. No segundo pavimento, madeira, concreto e pedras dividem a função de encaixotar e proteger a área mais privada da casa.








































Fonte: Casa Vogue

quarta-feira, junho 06, 2012

MDF X MDP


Semelhantes, mas com particularidades


Utilizados pelos setores moveleiro e de construção civil, painéis de MDF e MDP contam com diferentes atributos em relação a preço, durabilidade e acabamento



MDF e MDP podem ser combinados em projetos de móveis: a marca Favorita Planejados utilizou painéis de 18 mm em MDF na caixa do armário dessa cozinha, e de MDP de 25 mm nas prateleiras.




Já neste dormitório, as prateleiras de 25 mm são em MDP, enquanto as portas de 18 mm foram fabricadas em MDF.


Objetos fabricados com painéis de MDF e MDP estão cada vez mais populares. Eles entraram no mercado mobiliário para substituir os aglomerados de baixa qualidade e as madeiras maciças. Considerados painéis de média densidade, são produzidos por meio de processos semelhantes.

Porém, MDF e MDP têm suas particularidades. Enquanto o MDF é constituído de fibras aglutinadas de madeira, o MDP é feito com partículas pequenas de madeira nas extremidades e delgadas no meio da chapa. Dessa forma, o MDP utiliza menos matéria-prima para a produção, o que o torna um produto com melhor custo-benefício. Mas não é só. Há diferenças significativas na qualidade, durabilidade, aplicação e recomendações de uso entre os materiais. A seguir, as principais diferenças e sugestões de uso para MDF e MDP.

MDF
A sigla significa Medium Density Fiberboard (chapa de fibra de madeira de média densidade). Esse material é o que mais se assemelha à madeira no que diz respeito às possibilidades de manuseio. Os painéis são superfícies grandes perfeitamente homogêneas e sem orientação de fibras. Essa característica possibilita que cortes sejam realizados em qualquer sentido. A sua superfície também é lisa e homogênea ao toque. "Embora muito utilizado no setor moveleiro, o material tem larga utilização na construção civil (pisos, divisórias, portas e revestimentos), indústria automobilística, embalagens e brinquedos. A maior vantagem é que tanto os painéis de MDF como os de MDP são produtos certificados com ISO 9000 (qualidade), 14000 (legislações ambientais) e FSC (correto manejo das florestas)", enumera Laerte Rossi, analista de Assistência Técnica de Painéis da Duratex.


Comparado ao MDP, é mais fácil de manusear, pois tem propriedades mecânicas superiores. Assim, resiste melhor à abrasão e à umidade. As camadas superficiais têm alta densidade, o que assegura um acabamento mais uniforme nos processos de impressão, pintura, usinagem e revestimentos. Essa versatilidade faz com que o MDF seja sempre o predileto nos projetos arquitetônicos e de design.

O MDF pode receber impressão a laser imitando diferentes tipos de madeira. Os motivos mais procurados são imbuia, branco, mel e tabaco. Os móveis feitos com esse material podem ter ainda acabamentos feitos com painéis de tauari (madeira nativa direcionada para o setor moveleiro), laca, fórmica e vítreo (acabamento em verniz acrílico transparente, no qual o padrão ou cor é realçado por um efeito único de profundidade e transparência).




Painéis em MDF e MDP: diferença entre as chapas constituídas por fibras e partículas é visível a olho nu.







Painéis em MDF Duratex: na aplicação em móveis e em objetos da construção civil, o painel pode receber acabamentos que imitam variados tipos de madeira.




A diferença entre MDP e MDF está nos deta lhes. Quem pensa em economizar, deve opta r pelo MDP. Já quem preza beleza e durabilidade, encontra no MDF a melhor solução

MDP
É a abreviação para Medium Density Particleboard (painel de partículas de madeira de média densidade). É o material mais utilizado no mundo todo pelo setor moveleiro. Isso porque sua produção utiliza menos matéria-prima, o que resulta, de certa forma, em custo-benefício melhor, se comparado ao MDF.

Sua utilização é limitada à criação de móveis e portas com linhas retas, formas orgânicas e que não exijam usinagem em baixo-relevo, entalhes e cantos arredondados. Suas principais aplicações são para portas retas, laterais de móveis, prateleiras, divisórias, tampos retos, tampos pós-formados, bases superiores e inferiores, além de frentes e laterais de gavetas.

"Além disso, ele resiste melhor ao arrancamento de parafusos e empena com menos facilidade", garante Kleber Bulgarelli, proprietário da Bulgarelli Planejados.

O MDP é encontrado com revestimento melamínico em BP (Baixa Pressão), FF (Finish Foil) ou sem revestimento para aplicação de lâminas de madeira, laminados de alta pressão para pintura e impressão.

Durabilidade

A vida útil de ambos é semelhante à da madeira natural. É preciso apenas protegê-los da umidade, pois a resistência à água é limitada. "A limpeza dos painéis de madeira deve ser efetuada com pano limpo e macio, isento de impurezas, seco ou levemente umedecido com água e sabão neutro, bem torcido até que não saiam gotas de água. Não devem ser utilizados abrasivos como palha de aço e objetos cortantes. Para remoção de manchas, utilizar pano levemente umedecido com solução de álcool e água em partes iguais", ensina Laerte Rossi.

Em termos de valores, o MDF pode custar 30% a mais que o MDP, porém é mais resistente.

Móveis Infinity Home produzidos 100% em MDF: com melhores atributos mecânicos e de acabamento, MDF é opção de marcas que primam pelo design e qualidade.

FONTE: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/82/artigo259485-2.asp

quinta-feira, maio 31, 2012

CINZA COM TOQUES DE LARANJA




O equilíbrio cromático desta casa em Palo Alto, na Califórnia, é tão estrategicamente calculado que pode irritar aqueles que não ligam muito para a organização da casa. No canto onde cozinha e sala de estar se juntam num único espaço, o cinza, em diferentes tonalidades, domina – dos acabamentos metálicos das banquetas, pia, coifa etc., ao icônico sofá Togo, de Michel Ducaroy. Nem o piso escapa, feito numa madeira de um marrom assaz acinzentado. Para quebrar a sisudez, nada melhor que o brilho cítrico do laranja – nas luminárias, na chaleira, na batedeira KitchenAid, nas flores e até, pasmem, nas próprias laranjas, dentro da fruteira disposta sobre o balcão


Fonte: Casa vogue

quarta-feira, maio 30, 2012

EXPOLUX 2012

A tecnologia e o design as novidades da 13ª Expolux, importante feira do setor de iluminação na América Latina, em São Paulo. Com 200 expositores nacionais e internacionais.



Luminária de mesa Aston, de aço inoxidável, da Littman Lighting

Luminária Orange, de madeira rústica e tecido rústico laminado, design Fernando Bernucci para Art Maison


Pendente Mantra, de metal cromado e cristal, design Jose Ignacio Ballester para B&N




Lustre Spellbound, de polipropileno, da Littman Lighting



Pendente da linha Contemporânea, de madeira certificada e vidro com técnica de Murano, da Madrelustre


Luminária Rosa, feita com sobra de telas e ferro e aplicação de cristais tchecos, da Helizart

Fonte: Casa vogue

segunda-feira, maio 28, 2012

MOSTRA BLACK 2012

Uma casa modernista da década de 1960 reúne até o fim de junho, em São Paulo, mais de 20 profissionais prestigiados da arquitetura e do design de interiores para a segunda edição da Hyundai Mostra Black.

Idealizado pela arquiteta Raquel Silveira, o evento apresenta uma vitrine das tendências da arquitetura, da decoração de interiores, do design de mobiliário e do paisagismo na residência de 5.100 m².


Loft gourmet, de André Piva
Com um luxo sutil e ar contemporâneo, o arquiteto se preocupou em fazer um ambiente amplo e integrado pelo piso, que recebeu uma resina espanhola para reunir a família. O living é o foco do espaço e fica aberto para a sala de jogos e a sala de jantar, colada na adega climatizada. “É um loft brasileiro, com todos os espaços juntos. Tem verde, tem lazer, tem descanso”, explica André Piva.

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Jardim Hana Zaki, de Alex Hanazaki
O paisagista fez uma leitura poética do interior paulista, com os traçados geométricos das plantações e formas soltas dos vales, para criar o jardim de entrada da casa modernista, onde se destacam as centenárias cerejeiras Okinawa sobre o espelho-d’água. O deque de madeira reciclada, as luminárias de chão de LED (de baixo consumo) e as plantas e pedras com certificado verde mostram a preocupação do paisagista com a questão ecológica e sustentável no ambiente.

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Espaço Casa Vogue
O verso Uma Coisa são Duas, de Carlos Drummond de Andrade, inspirou Eder Chiodetto a fazer a curadoria do ambiente, que reúne trabalhos inéditos de 14 fotógrafos. Com projeto da AR Arquitetos, o espaço celebra, portanto, o poder da imagem. A montagem foi da Fresh Design, com apoio da Valchromat, que cedeu os revestimentos, da Galeria Central Ímpar, responsável pelas obras de arte, e da Trust Iluminação, que fez o projeto luminotécnico. Sob patrocínio da Absolut Elyx, o ambiente também abrigará debates sobre o universo imagético.

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Bike lover studio, de Christina Hamoui
Estreante na Mostra Black, a decoradora projetou um moderno studio para um ciclista. O movimento das linhas da chaise amarela de balanço, da Atrium, e do quadro da galeria Rejane Tacchi contrastam o tom sóbrio e masculino do ambiente por conta do revestimento de madeira cinza nas paredes e no teto, da Marcenaria Raízes.

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Sala de jogos, de Dado Castello Branco
O cômodo de 42 m² à beira da piscina possui uma atmosfera alegre e descontraída para abrigar tanto um espaço de leitura quanto um salão de jogos. A base bege e cinza do mobiliário destaca as obras de arte, da galeria ArtEEdições, e as mesas de jogos, desenhadas pelo próprio arquiteto para a Etel.

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Living de praia, de David Bastos
A aposta na descontração e na base branca criou um living confortável. Para dar um ar litorâneo ao ambiente, os móveis italianos foram encapados com linho branco, e as réplicas de barcos e os corais ficam em bases de acrílicos como peças decorativas. Como ponto de cor, o arquiteto baiano pinça o azul, que aparece no tapete, da By Kamy, o vermelho, da Ornare, e o inox da gaveta refrigerada e do frigobar, ambos da Viking.

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Ambiente Mister Black, Guilherme Torres
O espaço representa o lounge de um jovem colecionador de arte e música, que gosta de receber amigos. O espaço é marcado pelas paredes de tecnocimento e pelo mármore branco, da Michelangelo.

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Jardim tropical exótico, de Gilberto Elkis
A piscina do jardim central da casa foi reformada para ganhar uma nova borda, agora com mármore Travertino Anticato, uma prainha e um solário, e os antigos azulejos foram trocados pelas pedras naturais de água-marinha. A vegetação — com destaque para as palmeiras fênix e areca, as baixinhas cicas, os arbustos de manacá-da-serra, os lírios-amarelos, o canto de comigo-ninguém-pode e costela-de-adão, além da forração de grama-preta — forma uma cerca viva e dá textura e volumetria ao espaço de 400 m².

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Gazebo, de Marina Linhares
O espaço privilegia a área verde com uma cobertura translúcida de vidro. A arquiteta revestiu o sofá com tecido da Entreposto, e o teto “invisível”, com ripas de madeira para criar, com a ajuda dos raios solares, um efeito de luz e sombra o dia todo.

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Restaurante, de Renata Serepieri
A grande estrutura de madeira laminada se integra ao paisagismo do pátio interno, ressaltando os materiais naturais, como o barro na parede do bar e a madeira sólida das banquetas da Tora Brasil. As cadeiras tramadas de Harry Bertoia e as plantas da florista Toioco Kamogawa trazem leveza ao restaurante, que será operado pela equipe do Terraço Itália durante o evento.

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Lounge África pop rock, de Roberto Migotto
O desenho solto e despojado do lounge flerta com a mesma intensidade com o rock, que está nas tachas nas poltronas Érea, com o étnico das estampas tribais e da mesa com pé de chifre, da Ivy, e com o clássico das cadeiras e poltronas italianas, da Cassina. Por fim, a caixa de nogueira brilhante valoriza a estrutura modernista da casa e, também, os tons de marrom, bege, havana e cru do ambiente.

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Gabinete, de Rodrigo Almeida
As cores da obra Noite Indormida, obra de Roberto Burle Marx, pulam da tela direto para o escritório, que faz uma sublime reverência ao arquiteto-paisagista. A homenagem também pode ser vista nos painéis que colorem a parede de palha, de Celina Dias, e na mesa de couro verde, que foi desenhada pelo próprio designer respeitando as linhas modernas e fluidas do carioca.

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Sala da colecionadora, de Beto Galvez e Nórea de Vitto
A iluminação das arandelas na parede de madeira, da Vermeil, remete ao efeito usado nas exposições e à paixão da personagem que inspirou o espaço. A fotografia de Frank Thiel, da Galeria Leme, e as formas da poltrona dão leveza na sala feita para uma colecionadora de arte.

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Hyundai Mostra Black
Endereço: rua Professor Fonseca Rodrigues, 664, Alto de Pinheiros, São Paulo
Data: de 22 de maio a 24 de junho
Horário: de terça a sábado e aos feriados, das 11h30 às 21h30; e, aos domingos, das 11h às 19h30
Entrada: R$ 100

Fonte: Casa Vogue

sábado, maio 26, 2012

Ambientes iluminados

 


A iluminação é um ponto muito importante no ambiente, com ela é provável que a intensidade e luminosidade da luz gerem sensações diferentes ao espaço. A partir dos elementos de iluminação facilmente surge à possibilidade de enfatizar um ponto da decoração ou projetar efeitos de luz que tornam o lugar mais aconchegante, agradável, alegre ou romântico.

Veja cômodos com novos conceitos de iluminação!

 

Moderno e diferente

Esta luminária tem um design moderno, diferenciado e bonito. A peça tem um visual artístico, formando um ângulo direto no sofá e na mesma linha do outro ambiente. Dá a impressão que há um espelho ao invés de dois ambientes. A luminária da parede também tem um design contemporâneo e agradável. Com as duas opções de iluminação tem como modificar a visão do ambiente gerando a cada momento uma nova sensação.


Lustres

Em casas com tetos rebaixados os lustres ainda prevalecem e ganham destaque de acordo com seu gosto pessoal. A peça proporciona um ar clássico e sofisticado ao recinto, além de iluminar de forma suave. Para completar o requinte do lustre utilize acessórios e peças que oscilem entre os tons dourado, cobre e creme.


Beleza na iluminação

Neste cômodo foram usados três tipos de iluminação, na parede, no teto e nas mesinhas. As luzes da parede e as do teto estão em sintonia, com um estilo moderno e clean. O abajur de cor escura dá um ar de serenidade à sala. A iluminação indireta na parede reproduz tranquilidade ao cômodo.


Abajur cômodo

Neste caso o abajur gera mais charme e uma sensação de acolhimento, proporcionando pouca iluminação. O abajur está equilibrado e em harmonia com todo o cômodo. As cores estão em sintonia e a própria luz do abajur completa toda a harmonização.

fonte: http://www.westwing.com.br/magazin/inspiracao/ambientes-iluminados/

sexta-feira, maio 25, 2012

Torre de transmissão de TV mais alta do mundo é inaugurada no Japão

Com projeto assinado pelo arquiteto Tadao Ando, Tokyo Sky Tower tem 634 metros de altura

Com 634 metros de altura, a maior torre de transmissão de TV do mundo segundo o Guinness, o livro dos recordes, foi inaugurada hoje no Japão. A construção da Tokyo Sky Tree, localizada na cidade que lhe dá nome, foi finalizada em fevereiro deste ano e tem seu projeto assinado pelo arquiteto Tadao Ando, com construção da Obayashi Corporation.




A Sky Tree foi construída com base na arquitetura japonesa de edifícios como Taipei 101. Sua estrutura central é feita de concreto armado, com um pilar central e pisos independentes, o que minimiza o impacto de terremotos. Já as fachadas são compostas de molduras de aço conectadas à coluna central.

O pilar central foi construído através do sistema de fôrmas trepantes, que possibilita a execução mais rápida. Nas fundações, a construtora utilizou um sistema de estacas escavadas, com estrias, para ajudar na sustentação da torre.

A base da torre tem um formato triangular, que vai se arredondando de acordo com a altura. Aos 350 m está o primeiro observatório, com três pavimentos, e 100 m acima está o segundo, com dois pavimentos e corredor circular.

O projeto de iluminação, feito por Hirohito Totsune, possui conceitos da cultura japonesa. Um dos lados da torre é iluminado com somente uma cor. Do outro lado, a torre fica dividida em segmentos, cada um com uma cor.

As obras da Tokyo Sky Tower começaram em julho de 2008, com investimento de 60 bilhões de ienes, equivalente a US$ 734 milhões. O complexo do qual a torre faz parte também terá um centro comercial e mais de 300 estabelecimentos.

Cerca de oito mil pessoas compraram entradas para visitar a torre hoje, dia de sua inauguração. Até 10 de julho, só serão vendidas entradas que dão acesso ao primeiro observatório.

Projeto de iluminação é de Hirohito Totsune


Torre possui dois observatórios

Fonte: Piniweb

quinta-feira, maio 24, 2012

O in e out

Conheça os ítens que estão na moda para a casa e também os que já estão ultrapassados.



Decoração, assim como moda, está ligada a tendências. Muitas coisas que já fizeram sucesso dentro de uma casa hoje são consideradas totalmente ultrapassadas. Você se lembra de como era considerado luxuoso ter todos os móveis de madeira maciça e cortinas cheias de drapeado? Pois é, hoje em dia, se você quiser ter uma casa que chame a atenção pelo bom gosto tem que ficar bem longe dessas opções. 

A diretora nacional da ABD (Associação Brasileira de Designers de Interiores), Fabianne Brandalise, explica que essas mudanças são baseadas em vários contextos, inclusive externos. “Observamos as tendências na decoração, através das texturas, cores, materiais, acabamentos e formas utilizadas em mobiliários e objetos, apresentados em feiras nacionais e internacionais, como a de Milão. Outro parâmetro é a moda (vestuário). Pode ter certeza que se a moda apresenta estampas de pele de animais, por exemplo, também as encontraremos na decoração”, diz. 

Para você mergulhar de vez no que está em alta e se livrar do passado, Fabianne listou o que está “in” e o que é considerado “out” (fora de moda) na decoração.

In



- Madeira de demolição;
- Materiais sustentáveis, como lâmpadas de LED, visando economia de energia;
- Couro sintético ou natural, inclusive com acabamento metalizado;
- Formas orgânicas para mesas com diferentes níveis;
- Tramados, botonados e matelassados para revestimentos de estofados;
- Papel, painéis e adesivos para revestir paredes.


Out



- Móveis em mogno, marfim natural e lavado (esbranquiçado);
- Pintura especial nas paredes internas, com diferentes texturas, como espatulado, grafiato e outros;
- Carpete revestindo a casa inteira;
- Cortinas com bandô drapeado;
- Mesas de som, que foram sensação nos anos 80;
- Bar no living, com banquetas altas.

terça-feira, maio 22, 2012

Projetos Alex Barros e Lorena Cavalcanti


Escritório de Eng. Civil




Consultório Odontológico 

 Duplex 

Projeto : 3D Arqui-Design