terça-feira, setembro 25, 2012

Ecotelhado

Já imaginou um telhado feito de plantas?
Não, não estamos falando de morar numa cabana nem embaixo da terra, mas sim de uma tendência que em alguns anos vêm ganhando mercado, o ecotelhado, também conhecido com telhado verde, cobertura viva, entre outras denominações.
Na Babilônia os famosos jardins suspensos romperam séculos de história e até hoje são lembrados pelo seu esplendor. Certamente os babilônios não somente nos deixaram construições como os códigos, mas também esta obra prima da arquitetura.  

Muitos séculos se passaram e essa tendência volta a se espalhar por cidades mundo a fora na atualidade. 

Também chamado de ecotelhado, este se caracteriza por ser um telhado vivo com plantas que podem ser desde as ornamentais até as de consumo alimentar. 


No Brasil o maior telhado verde é o da prefeitura da capital paulista. 

Essa biocobertura ajuda na preservação deste prédio público, traz um belo visual a quem o observa dos prédios vizinhos e também amaniza a temperatura trazendo equilibrio térmico.    

Na Alemanha um dos maiores telhados verdes é o do Aeroporto de Frankfurt que possui 45 mil metros quadrados de folhagem desde 1990. O telhado verde deste aeroporto ajuda a abafar o barulho dos aviões. Já na Basileia, suiça este tipo de cobertura é obrigatórios no novos edifícios públicos e privados. Um dos maiores telhados verdes do mundo é o da Ford Motor Company nos Estados Unidos que possui 4,2 hectares de ervas-pinheiras. 


Muitos podem achar que este tipo de telhado pode dar trabalho para ser feito. Certamente, mas o resultado com certeza é bom para os olhos e para a estrutura física das casas e prédios que o tem. Pensando em facilitar a vida de quem não tem tanta habilidade em fazer tais jardins suspensos a Green Roff Blocks de St. Louis comercializa sacos de polietileno que contém plantas que não exigem muitos cuidados e se adaptam bem as estruturas de terraços e telhados. Na suécia inclusive irão fazer um bairro inteiro com telhados verdes.
Hoje na Europa em muitos países os telhados verdes se tornaram uma necessidade para se cumprir as exigências ambientais, estes podem ser visto desde os centros urbanos até em instalações nas fazendas.

Para quem ficou curioso, seguem abaixo as vantagens desta biocobertura com os dados que encontramos no site Eco Telhado:

Qualidade do ar: Através da fotossíntese e da aderência dos poluentes ao substrato, os telhados verdes agem como purificadores do ar urbano. O telhado vivo é também um aprisionador de carbono.

Benefício Educacional:  O telhado ecológico é a metáfora da sustentabilidade com efeito pedagógico para gerações futuras sendo, portanto, a cobertura ideal para prédios institucionais e escolas.

Proteção do prédio: A cobertura vegetal em um prédio elimina a concentração de calor evitando a dilatação e protegendo o prédio contra trincas. O substrato absorve também as chuvas ácidas. Estes dois fatores elevam a vida útil da construção.

Pluvial: Pela retenção de água e diminuição do fluxo a laje vegetada  contribui de forma muito significativa no escoamento de água da chuva. 

Biodiversidade: Com o crescente desenvolvimento das cidades e de áreas rurais, espécies vegetais e animais têm sido expulsas de seu habitat natural. A cobertura vegetal ou telhado de grama é ferramenta fundamental para a sobrevivência e continuidade da manutenção da vida no conceito urbano que se forma a partir de agora. O telhado ecológico é a solução para cidade moderna.
Acústica: O teto verde diminue a reverberação ao absorver e isola ruídos.

Aquecimento Global: O telhado verde diminui significativamente a necessidade de energia para climatização de ambientes, contribuindo assim para a diminuição de emissão de CO2 e de suas conseqüências.  

Conforto Térmico: O telhado verde proporciona excelente conforto ambienta, pois além do isolamento térmico, ele age por evapo-transpiração, perdendo a energia de evaporação da água por ele retida. O telhado vivo também consome energia pela fotossíntese. 

Ilhas de calor: Pela evapo-transpiração auxilia no arrefecimento de centros urbanos. A continuidade dos telhados ecológicos na cidade influi muito significativamente para o conforto ambiental das áreas mais urbanizadas. 

Valorização do Prédio: Pelos seus benefícios confere ao prédio um maior valor no caso de venda.

Psicológica: O ser humano reage positivamente a espaços naturais verdes, opondo-se a aridez do concreto e do asfalto. Aumenta o senso de comunidade. Pesquisas apontam a rapidez de curas em hospitais onde os pacientes tem a oportunidade de entrar em contato com áreas verdes. O telhado de grama ou ecológico é a realização da utopia de viver em meio à natureza mesmo cercado de prédios. 

Lazer: No caso de laje plana o telhado de grama se transforma em uma área de lazer.

Produção de Alimentos: A cobertura verde pode ser aproveitada para horticultura com grandes vantagens principalmente no caso de projetos de casas populares. A produção de alimentos próxima ao consumo, tem sido apontada com elemento de sustentabilidade na idealização da cidade do futuro.

 O Ecotelhado consiste na utilização de plantas, geralmente rasteiras, para a cobertura do telhado, formando um “jardim suspenso”, que melhora o isolamento acústico e térmico da construção além de contribuir com o ambiente e dar um pouco mais de cor e vida ao imóvel.

A instalação do Ecotelhado deve ser feita por uma equipe especializada, pois são necessários vários cuidados técnicos para tal aplicação. O primeiro é um vedamento adequado, para que não haja nenhum tipo de vazamento de umidade para a construção, também devem ser analisados fatores como o declinamento do telhado, estrutura de suporte ao telhado, sistema de irrigação e as plantas adequadas para a aplicação, de forma a evitar a perda de terra e de plantas, ou de infiltrações por vazamentos.
As plantas utilizadas geralmente são aquelas adequadas ao ambiente, que geralmente não necessitam de poda, nem de regagem constante, além de requerer pouca adubação.

A Instalação é relativamente rápida, levando em média 3 a 4 dias dependendo do ambiente e da equipe contratada para o serviço.
As vantagens:

- Fácil Manutenção;
- Isolamento Acústico e térmico;
- Resgate de CO2 do meio ambiente através das plantas;
- Manutenção da umidade relativa do ar;
- Graças ao isolamento térmico diminui a necessidade de condicionador / aquecedor de ar;
- Traz mais harmonia ao ambiente;
- Em grandes centros urbanos, é um atrativo que diferencia seu imóvel dos demais.
 Estrutura do Ecotelhado

Em São Paulo existe um projeto de lei que determina que novos condomínios, com mais de três blocos de apartamentos, deverão implantar um telhado verde.

No Rio, uma lanchonete na Central do Brasil - principal estação de trens da cidade - adotou o telhado verde para diminuir o calor. Também no Rio, já existem prédios sendo construídos com telhados verdes e até há um projeto para implantação do mesmo tipo de telhado em casas da comunidade do morro Dona Marta, localizado em Botafogo.

O telhado verde já é muito usado na Europa e ameniza em até 30% o calor dos ambientes, além de reter a água da chuva, que é absorvida pelas raízes das plantas. Para quem se interessar pela novidade, procure as empresas especializadas nesse tipo de serviço aqui no Brasil.
Telhado verde de um prédio em Chicago
 
1) O ECOTELHADO vegetal atrai insetos?

          Existem insetos que são caracteristicos do interior de casas como baratas, moscas, mosquitos, pulgas, que em geral são atraidos por detritos humanos.
          O Telhado vivo atrai insetos como borboletas, besouros e outros de hábitat externo a moradia. Esses insetos são essenciais a vida de outros seres como pássaros.
          Uma das vantagens dos telhados verdes é reestabelecer o espaço vital para outras espécies nas cidades.

2) Como se dá a manutenção do ECOTELHADO?

          Todo Telhado Verde requer alguma manutenção em algum tempo. Para o ECOTELHADO recomenda-se fazer uma ou duas visitas anuais que possa verificar a presença de espécies indesejadas como arbóreas. Em caso de notar fraqueza nas plantas, pode se utilizar fertilização com algum composto orgânico em pequena quantidade. Esse fertilizante pode ser encontrado em floriculturas, casas rurais e supermercados.

3) É necessário irrigação?

          É recomendável reservar um ponto de água com boa pressão para irrigação  ou sistema de irrigação automatizado para telhados maiores, mesmo que para uso eventual. Em locais do Brasil de estiagens prolongadas o uso da irrigação é imprescindível. As plantas selecionadas para o ECOTELHADO possuem o mecanismo de fotossíntese chamado metabolismo ácido das crassuláceas, que as faz resistentes à seca. Elas fecham os estômatos durante o dia e trocam os gases durante a noite de forma a não perder água. Isto faz com que o metabolismo seja mais lento.

4) É preciso podar o telhado de grama?

          No sistema modular ecotelhado, não recomendamos a grama porque ela exige muita água e tambem cortes frequentes. Utilizamos plantas de porte baixo como os sedum que não exigem poda e requerem pouca água.
          Quando faz-se necessário o uso da grama optamos pelo sistema laminar para lajes planas.

5) As ECOTELHAS (módulo ecotelhado) agüentam uma pessoa caminhando sobre elas?

          Sim, foram projetadas para suportar tráfego ocasional durante as manutenções. Entretanto não é recomendável o pisoteio das plantas.

6) O ECOTELHADO funciona como um telhado comum? Ele passa umidade?

          O ECOTELHADO é composto do conjunto formado pela Ecotelha vegetada e sub-telhado que pode ser de telha de fibrocimento, metálica, laje de concreto impermeabilizada, telha cerâmica e/ou Geomembrana de PEAD. O sub-telhado fornece a estanqueidade do telhado enquanto que a Ecotelha possui os outros atributos que se quer de uma cobertura. A impermeabilização constituída pela telha e/ou Geomembrana PEAD isolam totalmente o interior do ambiente, da umidade, enquanto que a Ecotelha vegetada, que vai sobreposta ao sub telhado, tem a finalidade principal do isolamento térmico e acústico, além dos benefícios ecológicos ao ambiente e à beleza natural da vegetação.

7) Porque eu trocaria meu telhado comum por um telhado de grama?

          Porque o telhado vivo é muito bonito; Porque transmite bem estar e empatia a quem olha; Porque tem excelente conforto térmico no inverno e verão; Porque tem ótimo isolamento acústico, absorvendo ruídos; Porque reduz o calor urbano; Porque reduz o impacto de dióxido de carbono, a poluição de nitrogênio e neutraliza o efeito da chuva ácida; Porque reduz o volume do pluvial e seu impacto sobre cursos d’água; Porque vivem melhor, as pessoas que estão em harmonia com a natureza. Porque o telhado verde proporciona conforto térmico excepcional.

8) O que é a ecotelha? De que é feita?

          A ecotelha é composta de um substrato rígido com características de drenagem ideais e componentes retentores de umidade e nutrientes. O conjunto previamente plantado com espécies selecionadas pode ser transportado com facilidade.

9) O ECOTELHADO não é muito mais pesado que o telhado tradicional?

          O Sistema Modular Ecotelhado é classificado como extensivo e seu peso saturado é de 50kg/m² que é o peso de um telhado cerâmico convencional.

10) Qual a diferença de preço entre o Ecotelhado e os telhados tradicionais?

          O valor do investimento é em geral o mesmo, considerando-se um telhado de boa qualidade.O ecotelhado pode ser colocado diretamente sobre a laje impermeabilizada, não necessitando de armação de madeira.
          Quando levamos em conta os benefícios de conforto térmico, retenção de água, limpeza do ar e vida útil de duas a três vezes maior, a vantagem é grande a favor do telhado verde.

11) O sistema ECOTELHADO é aplicável a grandes terraços ou nesse caso, seria mais adequado utilizar uma cobertura de solo e plantas diretamente sobre a laje?

          O Sistema é vantajoso tanto em casos de pequenas como grandes áreas, planas ou inclinadas. Proporciona uma boa fixação para as plantas com boa drenagem com suprimento de água adequado. A estrutura rígida da ecotelha (módulo ecotelhado) evita a compactação do substrato nutritivo e do sistema radicular das plantas. O módulo Ecotelhado evita a erosão do substrato em telhados inclinados.


          Uma das vantagens é a do módulo do telhado vivo poder ser movido com facilidade em caso de eventual manutenção sem perda das plantas.


          A ecotelha pode ser colocada sobre a geomembrana, proporcionando vantagens de rapidez, drenagem, mobilidade, isolamento térmico e acústico a custo reduzido quando comparada a outros métodos.

12) O Telhado Verde diminui o calor?

          Os telhados convencionais feitos de concreto, telhas cerâmicas, telhas metálicas, ou fibrocimento, acumulam o calor e o transferem para dentro do prédio. No telhado verde a cobertura vegetal se encarrega de dissipar ou consumir esta energia pela evapotranspiração e pela fotossíntese, não restando nada a ser transferido para o interior da casa.

 
 

segunda-feira, setembro 24, 2012

Derrubar paredes cria apartamentos amplos e integrados





Surgidos em Nova York na década de 1970, os lofts revolucionaram a arquitetura ao abolir as divisões entre cômodos e criar amplos espaços integrados. Inicialmente o conceito só se aplicava a antigos galpões transformados em residências, mas hoje é cada vez mais comum ver apartamentos tradicionais em que as paredes são derrubadas para ampliar o espaço útil do imóvel.

Esse tipo de planta garante fluidez ao ambiente, principalmente se os móveis certos forem usados para organizar o espaço. Existem duas opções: utilizar os próprios móveis para dividir o ambiente em subáreas ou transformar tudo em uma grande sala.

Se o apartamento for pequeno, vale a máxima “menos é mais”. “O melhor neste caso é assumir que o lugar é pequeno e investir em um sofá grande em vez de vários moveizinhos. Isso garante que o espaço seja melhor aproveitado e o cômodo não fique atravancado com obstáculos” Se a ideia é economizar espaço, outra boa alternativa são os móveis de dupla função, como uma mesa de centro que tenha prateleiras ou que encaixe um pufe na parte inferior.

Outra dica é manter a unidade na decoração e na cor e não esquecer dos acessórios. “Cores claras ampliam o ambiente, o que é ótimo para locais pequenos. Se for para dar cor, o melhor é eleger uma parede só, e deixar o resto com uma base neutra para não carregar o ambiente. Tem que ter cortina, caso contrário a sala fica pelada, mas pode ser algo mais leve”

Prós e contras
Nem tudo são flores, no entanto, para quem derruba paredes. Se, por um lado, se ganha espaço, por outro, se perde a privacidade. . “Vale a pena se a pessoa mora sozinha e não tem empregada diariamente. Mas tem que ter cuidado com a cozinha para não acabar com cheiro de bife na fronha”.

















quarta-feira, setembro 19, 2012

Aquedutos romanos resistem ao tempo



Com cimento vulcânico, tijolos e pedras, os romanos mostraram ao mundo como distribuir, ao longo de um imenso território, um dos bens mais preciosos que existem: a água. Os aquedutos que construíram por seu vasto império ajudaram a forjar o poder de sua civilização e mudaram a história da engenharia e da arquitetura ocidentais. Além de fornecer água potável para a população de suas distantes colônias, essas estruturas representavam – e ainda representam – o incrível domínio da tecnologia da construção atribuído aos engenheiros da Roma Antiga. É o que provam cinco dos aquedutos mais importantes do império que continuam de pé. 


Aqueduto de Segóvia, Espanha
Construído entre os séculos 1º e 2º d.C., tem 15 km de comprimento e transporta as águas do rio Fuente Fría para o centro da cidade espanhola. A estrutura de blocos de granito é tão sólida que, até o início do século 20, o aqueduto era a principal fonte de abastecimento local. Em seu ponto mais alto, tem 28,5 m de altura, com fundações que avançam mais de 6 m no subsolo. Tanta grandiosidade rendeu-lhe o título de principal herança romana na península Ibérica e faz dele o símbolo e a atração turística máxima de Segóvia.
_________________________________________________________________________

Pont du Gard, Remoulins, França
A Pont du Gard cruza o rio Gardon, no sul da França, e é parte do aqueduto de Nîmes, uma estrutura de mais de 50 km de comprimento erguida no século 1º d.C. O trecho sobre a água tem um caimento de apenas 2,5 cm, o que indica a precisão dos engenheiros da Roma Antiga. A estrutura, que em seu ponto mais alto tem 48,8 m, forneceu água para a cidade até o século 6º e se mantém de pé – quase intacta – por também ser uma ponte e, portanto, ter merecido cuidado desde sempre. No ano 2000, porém, o transporte foi proibido no local, e o aqueduto passou a funcionar apenas como um ponto turístico.
_________________________________________________________________________

Aqueduto de Valens, Istambul, Turquia
O aqueduto de Valens é um dos vários patrimônios históricos de Istambul. Construído no final do século 4º, passou por diversas modificações desde então, sobretudo durante o período do Império Otomano (1299-1922). É parte de um sistema de canais e pontes que totalizam um comprimento superior a 250 km. Seu trecho corresponde a uma linha de quase 1 km de extensão, com altura média de 29 m, e quase totalmente reta, exceto pelo trecho que circunda a mesquita de Fatih, outro dos símbolos da cidade turca.
_________________________________________________________________________

Pont de les Ferreres, Tarragona, Espanha
Também conhecida, em catalão, como Pont del Diable, a estrutura tem 249 m de comprimento e é parte do aqueduto romano de Tárraco, que fornecia água do rio Francolí para a cidade de Tarragona, em um percurso de cerca de 15 km. A data de sua construção é incerta, mas cogita-se que tenha sido erguido no século 1º d.C. Funcionou até o fim da Idade Média e, desde o século 18, passou por uma série de obras de restauro.
_________________________________________________________________________

Acueducto de los Milagros, Mérida, Espanha
Parte do sistema que fornecia água do Lago de Proserpina para a colônia de Emerita Augusta, atual Mérida, na região espanhola de Estremadura, o Acueducto de los Milagros foi quase todo destruído, restando apenas um trecho de 830 m de comprimento, com altura média de 25 m. Sua idade também é incerta, mas cogita-se que ele tenha sido erguido entre os séculos 1º e 4º d.C. O nome refere-se às qualidades milagrosas atribuídas a sua água pela população local.

sábado, setembro 15, 2012

Animal Print





O animalismo é a última moda quando o assunto é decoração de casa. Ele imprime personalidade e charme e deixa o ambiente mais chamativo e elegante.



Estampas de onça, zebra, girafa, cobra e vaca, podem se destacar em qualquer lugar e objeto decorativo. Vai bem do quarto ao banheiro e até em um simples tapete ou cortina da sala. Basta saber equilibrar para evitar que o ambiente fique muito carregado. O mix de estampas também é uma ótima ideia para quem deseja ousar.




Siga a tendência e dê um tom de animal print na sua casa






terça-feira, setembro 11, 2012

Restaurante ou hospital?


Três médicos criam restaurante excêntrico, inspirado em uma sala de cirurgia. Aqui, os pratos são servidos sobre mesas de aço, com a ajuda de bisturis



Em vez de copos, tubos de ensaio e bolsas de soro; no lugar de talheres, bisturis e seringas. Não estamos falando de um hospital e sim de um restaurante nada convencional, localizado na Letônia. Criado por três médicos, o local é todo inspirado em uma sala de cirurgia. Por isso, os objetos de cozinha, como taças, garfos e facas são substituídos por instrumentos típicos de um centro cirúrgico. Para completar, os uniformes dos barmans e das garçonetes dão lugar a roupas de médicos e enfermeiras.

Distribuídas pelos dois andares do Hospitalis, como foi batizado o restaurante, estão outras referências ao universo médico. Nas paredes, os fregueses se deparam com imagens de raios X e vídeos com cenas de séries e filmes que mostram hospitais. Os mais ousados podem até pedir para serem alimentados pelos “médicos” ou pelas “enfermeiras”, enquanto estão presos em uma camisa de força. Também é possível fazer as refeições sentado em uma cadeira de dentista e até de ginecologista. Veja as fotos:



O Hospitalis é um restaurante inspirado em uma sala de cirurgia

As bebidas são servidas em tubos de ensaio

O uniforme dos atendentes imita a roupa de médicos

As garçonetes se vestem como enfermeiras

Instrumentos cirúrgicos substituem os talheres
A fachada do restaurante, na Letônia

sábado, setembro 08, 2012

Pisos de madeira: como fazer uma boa escolha

Conheça os tipos de pisos de madeira e descubra qual deles oferece as características ideais para a sua casa


O piso é um dos itens fundamentais na hora de construir ou reformar a casa. Ao avaliar as opções, é preciso encontrar beleza e funcionalidade no revestimento. É por isso que um dos revestimentos mais requisitados é o piso de madeira. O material é um dos preferidos por ter alta durabilidade e combinar com qualquer decoração, além de trazer charme e transmitir conforto ao ambiente.

Mas entre tantas opções de pisos de madeira, pode ser difícil saber qual opção sai mais em conta e oferece as características ideais para a sua casa. Conheça agora os tipos de pisos de madeira e confira algumas orientações que ajudam a fazer a melhor escolha.

Laminado

Considerado uma evolução do carpete de madeira, esse tipo de piso é feito a partir de um miolo ou substrato de madeira revestido de laminado plástico.
Por ter maior densidade em relação aos carpetes de madeira, é mais resistente a riscos, impactos e abrasão. Outra vantagem é o preço, bem inferior ao assoalho de madeira natural.
O piso laminado é instalado por meio do encaixe macho-fêmea e nem a necessidade de cola. Antes de assentar o piso, é importante colocar uma manta para corrigir irregularidades no contrapiso e diminuir o ruído no ambiente.

Carpete de madeira

O carpete de madeira é formado por réguas de substratos naturais revestidos de lâminas de madeira natural com acabamento em verniz, tudo para diminuir a resistência a riscos, impactos e abrasão. É menos resistente que o piso laminado, por isso recebe o nome técnico de piso laminado de baixa resistência.

Na instalação, uma manta de poliuretano é colocada no contrapiso seco e nivelado, que depois recebe as réguas encaixadas no sistema macho-fêmea. Uma dica importante para esse tipo de piso é usar feltro nos pés dos móveis para evitar riscos no piso.

Tacos

Bem tradicional, esse tipo de revestimento de madeira é encontrado em formato de pequenas placas, com medidas que variam entre 3 a 10 cm de largura e de 10 cm a 1m de comprimento.
A instalação dos tacos é feita com cola asfáltica. Para isso, é importante que a superfície esteja nivelada e bem seca, livre de umidade para evitar que as peças de madeira comecem se soltar com o tempo, um problema muito comum nesse tipo de piso. Depois da aplicação, é feita uma raspagem e o revestimento recebe uma camada de sinteco ou resina a base d’água.

Assoalho

O assoalho é composto por réguas de madeira maciça, que podem ter tamanhos e espessuras variáveis. Ao escolher o assoalho de madeira, é preciso se preocupar com a umidade do ambiente, que pode fazer com que as réguas se dilatem ao longo do tempo. Por isso, na instalação é necessário deixar pequenos espaços entre as placas.
Esse tipo de revestimento pode ser colocado sobre pisos de concreto, cerâmica, granito ou madeira. O assoalho é colado e parafusado no contrapiso com as réguas formando desenhos longitudinais ou diagonais.

 

sexta-feira, agosto 31, 2012

Aqua Building


O Aqua Building, em Chicago, é um edifício que impressiona pelo seu tamanho, sua arquitetura incrível e pela história de sua construção



A arquitetura do Aqua Building, em Chicago.

Com 86 andares, o Aqua Building foi projetado pela arquiteta Jeanne Gang, fundadora e presidente da Studio Gang Architects. É o prédio mais alto do mundo projetado por uma mulher e o mais premiado – foi considerado o arranha-céu de 2009 pelo Emporis Skyscraper Award e ainda esteve na lista dos edifícios laureados pelo Highrise Award, um prêmio bianual que escolhe o melhor da arquitetura.

Com 86 andares, o Aqua Building é um dos mais marcantes arranha-céus de Chicago, cidade que já é conhecida mundialmente por sua arquitetura incrível.

Mas o que realmente chama a atenção não são os prêmios do Aqua Building e sim a sua arquitetura incrível e diferente de tudo que existe. Para capturar a vista dos vários marcos arquitetônicos de Chicago, Jeanne estendeu as varandas em quase quatro metros, só que as projetou em formatos irregulares e ondulados. A intersecção das varandas com o vidro dá a impressão de que o prédio é uma grande onda de 262 metros de altura.


A Aqua Tower em meio a outros edifícios e com vista do Jay Pritzker Pavilion, no Millenium Park. Com visão privilegiada de muitos lugares históricos de Chicago, a arquiteta Jeanne Gang decidiu-se por sacadas compridas e curvilíneas.

Essencialmente residencial, o Aqua Building oferece 5.000m² para escritórios de empresas, 215 quartos de hotel que ocupam os primeiros 18 andares, 476 apartamentos e 263 lofts. Somando tudo, o prédio tem 86 andares, sendo o primeiro a combinar diferentes tipos de uso.

As sacadas do Aqua Building são os principais ingredientes da arquitetura do edifício. Curvas, pasam o efeito de que o prédio é uma gigantesca onda de 250 metros de altura.

Seguindo um saudável costume que se espalha cada vez mais pela arquitetura de Chicago, o Aqua Buildingdestinou o topo de seu prédio para a construção de um bonito jardim a céu aberto, com canteiros de flores, gazebos, piscina, banheiras de hidromassagem e até mesmo uma pista de corrida. A sustentabilidade também foi uma preocupação do projeto: os apartamentos foram aproveitados para aproveitar ao máximo o sol e as sombras, reduzindo custos com energia elétrica e ar condicionado. A água também é reaproveitada da chuva. O Aqua atualmente busca a Certificação LEED (traduzido do inglês, “Líder em Energia e Design Sustentável), título conferido a importantes edifícios, como o Empire State Building, em Nova York.

O Aqua Building é o prédio mais alto e mais premiado do mundo a ser construído por uma mulher, Jeanne Gang.