quarta-feira, março 06, 2013

Ambientes multicoloridos






Capitaneado pelo arquiteto Andy Martin, o estúdio londrino AMA é responsável pelo desenho de hotéis e restaurantes em diversos países. Nas imagens que se vê aqui, entretanto, o negócio é outro.

 Trata-se da Casa Chevron, residência de cinco dormitórios localizada num subúrbio da região oeste de Londres. Mostrando que também entende do riscado quando o assunto é projetar casas, Martin concebeu um desenho capaz de aproveitar a arquitetura da construção original, de estilo eduardiano, típico da Inglaterra do início do século 20.


Uma das grandes ideias do arquiteto foi usar as cores – intensas em sua maioria – como divisores de ambientes, em lugar de paredes ou móveis. Ampliado justamente por meio da remoção de paredes e a anexação de novos espaços, o piso térreo, área de convivência da casa, tornou-se um ambiente único, com divisórias estabelecidas por vermelhos, amarelos e diferentes materiais.


A sala de estar e a cozinha têm portas de vidro que dão diretamente para o jardim. Além da absorção de luz natural, a escolha traz outro efeito favorável – o de aumentar a sensação de amplitude e integração dentro da casa. O uso generoso de espelhos apenas multiplica esse fator, contribuindo para um impacto visual ainda mais contundente por parte das cores fortes e vivas.



Sobre elas, aliás, a aplicação ousada, desejo do dono da casa, foi feita quase que exclusivamente nos móveis, com paredes e tetos se mantendo predominantemente brancos. As exceções são alguns dos pisos, que seguem a toada dos tons escandalosos. O resultado da alvura contrastante é um ar mais leve e fresco que, ao mesmo tempo, reforça as cores marcantes ali presentes e impede uma poluição visual que poderia se instalar com a mistura de tons adicionais.


Serve a mesma função o charmoso piso de taco em espinha de peixe. Junto à claridade do espaço, essas escolhas harmonizaram a forte paleta com seu entorno, suavizando a possível agressividade das cores. Outro elemento atenuante são as obras de arte que adornam as paredes: de traços sóbrios em preto e branco, elas dão um respiro ao excesso de cor circundante.


O gosto pelo minimalismo impera nos banheiros, extremamente espaçosos e de cores alegres. Apesar dos tons vivíssimos, a Casa Chevron atinge um equilíbrio estético que tem sua epítome no contraste com a fachada tradicional de tijolos. Com o passado preservado, o presente vem multicolorido.














































































Fonte: Casa Vogue

domingo, março 03, 2013

Papel de parede, só que do lado de fora



A criatividade muitas vezes consiste apenas em tomar um elemento do cotidiano e aplicá-lo em um contexto inusitado. E o design não foge à regra. Foi o que provou a marca italiana Wall&Decò ao criar uma linha de papéis de parede para uso externo.

Conhecida pelos papéis de parede que definem o clima de ambientes internos, já adotados por restaurantes, hotéis e casas, a Wall&Decò apresentou no Salão do Móvel de Milão de 2012 uma coleção que traz uma rica variedade de estampas, desde padrões geométricos coloridos até a simulação de madeira e azulejos marroquinos. Batizada de OUT – Outdoor Unconventional Texture, os adornos externos podem ocupar desde um pequeno retângulo até um muro completo.

O produto consiste de três partes que permitem a impressão de fotos e desenhos esteticamente cativantes – um adesivo, um tecido técnico e um tratamento de finalização. Será que vai pegar?






























Fonte: Casa Vogue

quinta-feira, fevereiro 28, 2013

Presídio abandonado do século 19 virou hotel de luxo

Holandeses transformam presídio abandonado do século 19 em hotel de luxo.

Mesmo depois da reforma, o edifício manteve suas referências históricas e hoje oferece serviços de alto padrão aos hóspedes

Alguns empresários holandeses souberam aproveitar como ninguém um presídio abandonado num edifício que foi construído no século 19. Eles o transformaram em um hotel luxuoso, o Het Arresthuis. Depois de uma reforma radical, mas mantendo as características históricas do edifício, o local, que antes oferecia serviços básicos aos seus “hóspedes”, hoje disponibiliza suítes de luxo e área esportiva aos visitantes.



As 150 celas deram lugar a 36 quartos e sete suítes, que levam nomes bem-humorados, como Diretor, Advogado, Juiz, entre outros. Os quartos são equipados com TVs, wi-fi, ar condicionado, chuveiro, cama de casal e máquinas de café.





Na área comum, há um bar e um restaurante, incluindo ainda sauna e espaço para atividades esportivas. Com serviços assim, o local promete atrair uma grande quantidade de hóspedes querendo se manter “presos” ali por um bom tempo.

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

SLIMSTONE

O Slimstone é uma renovação no uso do mármore ou do granito. Inovador, permite um diferencial ainda maior - a retroiluminação - trazendo a sofisticação da pedra e da luz e projetando efeitos incríveis. 


O Slimstone é pedra natural com espessura de apenas cinco milímetros que, ao ser aplicada sobre um composite, adquire grande resistência à flexão e ao impacto. Mais que inovar, Slimstone dá personalidade e estilo próprio ao ambiente.

O Slimstone é um novo conceito de acabamento em rocha natural. Com uma tecnologia exclusiva e inovadora é feito um corte na rocha de aproximadamente 5mm.

 A partir daí, todo o requinte e sofisticação do mármore e do granito ganham a leveza necessária para que a pedra possa ser adaptada aos locais mais inusitados.

 De móveis a elevadores, iates ou aviões. Seja nas paredes, no piso ou nos detalhes. 

O Slimstone pode ser aplicado em áreas internas ou externas, sempre com o benefício da redução do número de juntas por metro quadrado. 

Quando associados à retro-iluminação, já que a pedra fica translúcida após o corte, resultam em ambientes ainda mais sofisticados.
MATERIAL

É uma combinação de pedra (mármore ou granito) cortada em 5mm e estruturado com laminado de composite. Esse processo resulta em um painel de 20mm de espessura.

Material sólido, leve, resistente e charmoso - com tecnologia para novos horizontes.




BENEFÍCIOS
TECNOLOGIA: A beleza da pedra natural em 5mm de espessura;
TRANSLUCIDEZ: a passagem de luz na retroiluminação;
LEVEZA: 70% mais leve que a pedra natural de 20mm;
RESISTÊNCIA: 6x superior a impactos em relação à rocha natural 20mm;
MEIO AMBIENTE: melhor aproveitamento da pedra






sexta-feira, fevereiro 22, 2013

Escadas

 

 

Materiais

Antes de qualquer coisa, é importante entender que uma escada sempre possui uma função estrutural, seja qual for seu formato ou material. Algum elemento da escada sempre está realizando uma função estrutural, seja para vencer apenas o desnível, (como no caso de escadas caracóis), seja para vencer o vão existente entre os dois pontos de apoio (como em uma escada reta). É importante lembrar que a estrutura de uma escada é um ponto delicado, pois ela está relacionada com o formato, o material e o resultado estético final.
Escadas podem ser de quase todos os materiais possíveis. 

Dependendo do formato e da função estrutural do material, existem limitações, mas podemos citar como os principais materiais primários: a madeira, o aço e o concreto. Eles são elementos que muitas vezes agem também dentro do papel estrutural na escada. 

Entretanto, o mais comum é encontrarmos combinações de materiais, como uma escada de estrutura metálica com pisadas em madeira ou uma escada de concreto com pisadas em granito.

Outro item que pode ser constituído de diversos materiais é o guarda-corpo. Muito importante na segurança das escadas, é outro elemento que possui extensa variação de materiais e sua presença é sempre impactante no aspecto estético das escadas. Trataremos em um próximo artigo das diferentes possibilidades de guarda-corpos.
Analisando todos os componentes existentes em uma escada e somando-os à variação de materiais que podem existir entre eles, é fácil concluir que a variedade de soluções é muito ampla.

Tipos de escada

Existem alguns tipos básicos de escadas, os chamados formatos de escadas. Esses formatos seguem necessidades espaciais de uma construção, uma vez que ocupam mais ou menos espaço em planta. Ainda seguem também necessidades estéticas: uma escada caracol, por exemplo, tem um resultado muito diferente de uma escada em linha reta, não só em termos espaciais, mas como resultado de seu aspecto em determinado ambiente.

Vamos verificar os formatos mais convencionais, tendo em mente que dentro de cada um deles existem muitas variações, tanto de materiais e componentes, quanto das soluções estruturais adotadas. Vale ainda lembrar que é possível obter ainda mais resultados unindo mais de um formato em uma mesma escada.
Escada em Linha Reta
Essa é o tipo de escada que primeiro vem à mente: uma escada reta, que vence o desnível sem que usuário mude de direção, em apenas um lance. É possível ainda que haja um patamar intermediário de descanso em uma escada reta, dependendo do desnível que a escada está vencendo.

Escada em “L”
A escada em “L” é da mesma família das escadas retas, com a diferença que há uma mudança de direção a 90 graus para um dos lados. Pode haver um patamar quando existe essa mudança ou essa mudança pode ser gradual, com degraus em leque, como é comum em escadas de prédios residenciais ou sobrados antigos.

Escada em “U”
Essa escada também é da mesma família das escadas em linha reta, e é dos modelos mais confortáveis. É quando a escada possui um patamar intermediário e ao chegar nesse patamar há uma mudança de direção para o sentido oposto. É importante lembrar que esse patamar não deve estar sempre exatamente no meio da escada para configurar uma escada em “U”, ele pode estar nos primeiros ou últimos degraus, dependendo da situação.

Escada Curva ou Circular
São as escadas que possuem uma curva, mas não há um eixo central em torno da qual a escada circula dando voltas. São extensas as variações de escadas curvas, pois existem muitas possibilidades diferentes de arcos. É a clássica escada do filme “E o Vento Levou”, ou o caso da escada do Palácio do Itamaraty, por exemplo.
Escada Caracol ou Helicoidal
São as escadas que possuem, em geral, um eixo central em torno do qual os degraus estão orientados, como raios de um círculo. As clássicas escadas caracóis de pré-moldados em concreto talvez sejam o exemplo mais difundido desse tipo. O interessante da escada caracol é que ela cabe em espaços diminutos. A desvantagem é que elas não são muito confortáveis.

Escada Marinheiro
A escada marinheiro é aquela em que é necessário subir com o apoio das mãos e dos pés. A mão segura em uma barra superior enquanto os pés utilizam as barras inferiores. É a clássica escada de brinquedos de playground, como o trepa-trepa. Esse tipo é muito utilizado em caixas d’água, torres de iluminação, de energia ou ainda nas piscinas. Normalmente usadas para fins técnicos, por serem desconfortáveis e perigosas, são um meio de se chegar até um determinado ponto em locais de difícil - e raro - acesso.

Escada Santos Dumont
A escada Santos Dumont é um tipo hibrido entre escada marinheiro e escada reta. É uma escada reta com inclinação bastante acentuada, e possui recortes nos degraus de determinada forma que o usuário consiga trazer o pé do degrau anterior sem batê-lo no próximo. É uma forma de se realizar uma escada reta em locais diminutos em que uma escada é necessária, mas não há espaço suficiente para uma escada reta convencional. No entanto não é uma escada confortável e seu uso é recomendado apenas para locais pouco utilizados em que nenhuma outra solução seria viável.

fonte:http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/arquitetura/quais-sao-os-tipos-de-escada-e-seus-materiais-mais-comuns.jhtm

terça-feira, fevereiro 19, 2013

Apartamento transporta Hollywood a Moscou



Preto, branco, cinema e uma boa dose de extravagância. O clima retrô domina este apartamento em Moscou, criado pelos designers do estúdio russo Geometrix para um milionário de gostos muito peculiares. Com abundância de contrastes, o suntuoso imóvel faz referência a estrelas de Hollywood, como Marilyn Monroe, que decora as paredes de diversos ambientes.

Enquanto as salas de jantar e estar são marcadas pelos objetos de decoração, as paredes dos quartos e do escritório contam com papéis de parede com gráficos 3D que ampliam o ambiente, ao mesmo tempo em que instigam a imaginação. Um dos quartos, aliás, possui uma coluna de mosaico feito com pastilhas de vidro que são refletidas em uma parede espelhada, criando um efeito visual único.




Para enriquecer o contraste entre o preto e o branco, o decór traz detalhes e peças em tons neutros, como marrom e creme.

As referências ao estilo art déco estão por toda a parte: nas cadeiras de couro pretas e nos materiais como a brilhante laca, que contrasta com o tom fosco dos metais, também presente em todos os ambientes.

Uma das exigências do dono milionário foi a presença do mármore, marcante em todos os ambientes, tanto o branco quanto o preto. Para garantir a uniformidade de tons e ranhuras, as pedras foram encomendadas de um mesmo lote, o que garantiu que a proveniência fosse de uma mesma extração.









fonte:http://casavogue.globo.com/interiores/decoracao-transporta-hollywood-a-moscou/

segunda-feira, fevereiro 18, 2013

Estilos de lingerie dão personalidade a espaços internos

A loja tem dimensões generosas, que permitiram a criação de uma sequência de ambientes, um para cada estilo de lingerie
A loja tem dimensões generosas, que permitiram a criação de uma sequência de ambientes, um para cada estilo de lingerie.
Estilos de lingerie dão personalidade a espaços internos
É de autoria do escritório de Patrícia Anastassiadis o projeto de brand experience desenvolvido para os 75 anos da Valisère, marca de lingerie presente em 3 mil pontos de venda mas até então sem loja própria. O conceito da flagship store foi criado em parceria com a cenógrafa Daniela Thomas e a estilista Flávia Lafer. Generosos, os espaços são inspirados nas diferentes fases da vida da mulher e formam um percurso que leva à intimidade de fetiches e segredos.
Convidada a desenvolver a flagship da Valisère - loja a ser reproduzida ou adaptada em outras unidades, estabelecendo uma identidade institucional -, Patrícia Anastassiadis considerou a imersão na marca um processo simples, já que, além de experiente nesse tipo de trabalho, ela é consumidora do produto.
Como cliente, eu gostaria de ter uma experiência diferente na hora da compra. Ficar olhando as peças naquela sequência de cabides pendurados em araras é chato e cansativo”, ela constata.

A partir dessa justificativa, a arquiteta explica a intenção de explorar a percepção espacial e associar os ambientes internos a experiências ligadas à feminilidade, da transição das fases e momentos da vida, passando por segredos e fetiches mantidos na intimidade até as emoções que a lingerie representa.

A vitrine iluminada por leds ganha dinamismo com a mudança de cores. O cobogó em resina reproduz a logomarca e cria o plano que se assemelha a renda
A vitrine iluminada por leds ganha dinamismo com a mudança de cores. O cobogó em resina reproduz a logomarca e cria o plano que se assemelha a renda
Vista interna da fachada com a porta rosa. A luz natural ou a iluminação atravessa os cobogós e modifica constantemente o espaço de entrada
Vista interna da fachada com a porta rosa. A luz natural ou a iluminação atravessa os cobogós e modifica constantemente o espaço de entrada.
O primeiro espaço é o estar que recepciona os clientes. Com paredes revestidas por espelhos ou tecido em capitonê rosa, ele é marcado pela logomarca refletida no piso.

A imagem vem da luz que atravessa os cobogós da fachada, uma estrutura autoportante executada em resina translúcida, posicionada atrás da vitrine.

Seguindo o percurso definido pelo assoalho com colocação do tipo espinha de peixe, um novo espaço é percebido antes mesmo que se vejam os produtos apresentados nos expositores plásticos nas paredes, substituindo as tradicionais araras.

Nessa área predominantemente branca e com desenhos retos e limpos, denominada Básica, está exposta a lingerie de uso diário. A iluminação também reflete a objetividade de um local em que não se esperam compras por impulso, mas sim motivadas pela necessidade do dia a dia.

Uma nova percepção espacial antecede a visualização dos produtos na área Playfull, que compreende linhas também funcionais, porém extrovertidas, enriquecidas por estampas, diversidade de cores e acabamentos.
Lúdico, o espaço apresenta elementos de diferentes proporções e explora plasticamente a logomarca impressa no piso e nas paredes.

Na área Básica, onde estão expostas as lingeries de uso dário, não são esperadas compras por impulso
Na área Básica, onde estão expostas as lingeries de uso dário, não são esperadas compras por impulso
Área Romântica, com lingeries mais delicadas. Espaço reflete a delicadeza de rendas e detalhes
Área Romântica, com lingeries mais delicadas. Espaço reflete a delicadeza de rendas e detalhes
A área Playfull, com lingeries mais descontraídas, brinca com a logomarca da empresa e proporções agigantadas
A área Playfull, com lingeries mais descontraídas, brinca com a logomarca da empresa e proporções agigantadas
Avançando pelo percurso chega-se à área Romântica, setor que expõe as lingeries elaboradas com rendas e detalhes, modelos preferidos pelas noivas, por exemplo. A delicadeza das peças é traduzida pela ambientação contemporânea, que busca inspiração na arquitetura antiga francesa.

Mais alguns passos adiante e chega-se ao clímax do projeto. Com formas curvas, texturas sedutoras e tonalidades de vermelho, a área Sensual configura um espaço intimista para a exposição de lingeries que liberam o lado fetichista e erotizado. Efeitos de iluminação reforçam a dramaticidade do ambiente e valorizam o produto. Os provadores de grandes dimensões repetem a linguagem com apelo à luxúria.

O conceito da flagship da Valisère foi definido por Patrícia em parceria com a cenógrafa Daniela Thomas e a estilista Flávia Lafer, enquanto a vitrine foi desenvolvida com a consultoria do cenógrafo Edgard Octavio, que já realizou trabalhos para marcas como Chanel e Hermès. A loja foi implantada nos Jardins, na rua Oscar Freire, endereço de luxo do comércio de rua paulistano.
A área Playfull, com lingeries mais descontraídas, brinca com a logomarca da empresa e proporções agigantadas
A área Playfull com lingeries mais descontraídas
Elementos da arquitetura francesa antiga, como o trabalho de boiserie e os espelhos bisotados, ganharam reinterpretação contemporânea
Elementos da arquitetura francesa antiga, como o trabalho de boiserie e os espelhos bisotados, ganharam reinterpretação contemporânea
Na área Sensual, o clímax do projeto. Efeitos de iluminação, linhas curvas e o tom vermelho estimulam o erotismo
Na área Sensual, o clímax do projeto. Efeitos de iluminação, linhas curvas e o tom vermelho estimulam o erotismo
As paredes são revestidas por papel de textura aveludada
As paredes são revestidas por papel de textura aveludada
As paredes são revestidas por papel de textura aveludada
Os provadores de grandes dimensões repetem a linguagem com apelo à luxúria
Térreo
Térreo
1. Estar / 2. Básica / 3. Playfull / 4. Romântica / 5. Sensual / 6. Provadores / 7. Sanitário

Mezanino
1. Entreforro / 2. Vazio do jardim interno / 3. Estoque / 4. Circulação / 5. Shaft / 6. Escritório / 7. Copa / 8. Vestiário.