segunda-feira, julho 22, 2013

Rosenbaum - Ladrilho Hidráulico



Pela segunda vez, a Rosenbaum® desenvolve uma coleção especial de ladrilhos para a empresa Brasil Imperial

A coleção São João 2012, inspirada na grande festa popular brasileira, funde a técnica artesanal do ladrilho hidráulico com a diversidade cultural do Brasil.

O resultado dessa união é uma coleção que resgata a cultura popular, a tradição, a arte, as cores e a beleza do nosso país.

“Inspirado justamente pelas tradicionais bandeirinhas caipiras e pela estética dessa grande manifestação popular, o designer Marcelo Rosenbaum desenvolveu uma coleção de ladrilhos hidráulicos coloridos e de desenhos geométricos para aBrasil Imperial, uma das maiores empresas do ramo. A Coleção São João teve sua pré-estreia na própria casa do Marcelo Rosenbaum, com as peças em tons de preto e cinza que cobrem o piso de toda a área externa.” (Texto da Revista Glamour - Junho, 2012).



BANDEIRA

Varais cruzam o arraial, a rua, os quintais.
Cheios de bandeirinhas, colorem a festa junina, balançam sob o vento frio.
Fazer é assim, anote: papel de seda, cola, tesoura, barbante.





XADREZ

Canjica, broa, pipoca, balão. Fique perto da fogueira, é noite junina, noite de São João.
Veja lá o moço arrumado para a festa: a camisa é xadrez, a bebida é quentão.



PALHA

Casamento caipira em noite junina: tem convidado e padrinho, tem padre de batina.
A noiva toda linda de véu, o noivo de chapéu.
É de palha trançada, desenho emaranhado, nem tente desfazer essa união.




BALÃO

A festa é junina, o arraial está cheio.
Sobe alto o balão multicor, vai, leva uma oração a São João, filho de Isabel, primo da Virgem Maria.
No céu ele vai sumindo, feche os olhos, faça um pedido.



CATÁLOGO

Confira algumas imagens do Catálogo. Clique para ampliar.








CRÉDITOS
Rosenbaum®

Direção Geral
Marcelo Rosenbaum

Equipe
Adriana Benguela
Ana Galli

Produção Catálogo
Gabriel Valdivieso

Fotos Ambientes
Evelyn Müller

Texto Ambientes
Silvia Gomez

Design Catálogo
Lin Diniz

CONTATO COM A MARCA

Rua Monsenhor Paulo Fernandes de Barros, 60
Freguêsia do Ó | São Paulo | 02762.100
(55) 11.9419.6099
www.br-imperial.com.br
br-imperial@br-imperial.com.br

quarta-feira, julho 17, 2013

RESTAURANTE RECRIA ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS





O estúdio japonês de design, Fantastic Design Works, criou um ambiente de contos de fadas no interior de um restaurante localizado num shopping de Tokyo. O trabalho é inspirado no clássico de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas, e propôs diferentes cômodos, cada qual com criativas combinações de argumentos psicodélicos. Além disso, as garçonetes são vestidas em trajes de "Alice", ajudando a entrar no clima fantástico do local.

































Leia mais: http://obviousmag.org/sphere/2012/02/restaurante-recria-alice-no-pais-das-maravilhas.html#ixzz2ZKoDlg1U

Uma mansão para o seu cachorro


Tudo é pouco para o melhor amigo do homem

O modelo Cubix tem linhas retas, muito vidro com resistência elevada e as cores típicas da Bauhaus

Iniciativa da dupla Doria Keppler e André Heinermann, o grupo alemão Best Friend’s Home tem uma missão: levar o bom design ao universo canino. Eles acreditam que os (humanos) amantes do design sofrem de uma irreparável urgência que os leva a acumular a todos os âmbitos de sua vida as peças de desenho sofisticado. Assim, é claro que a casa onde vivem seus cães não escaparia ao vício. 

O estúdio criou quatro modelos – cada um deles com um estilo bastante diferente. A morada que mais se destaca, sem dúvida, é a Cubix, que segue as premissas da Bauhaus. Quem disse que a casa de seu cão não pode ter estilo modernista?

Outros modelos são o Fairytale, para os pets mais delicados, o Alabama, inspirado nas construções do Sul dos Estados Unidos, e o Lönneberga, que traz referências da arquitetura sueca. E então, qual seria a ideal para o seu cão?

O modelo Fairytale não tem janelas, sendo ideal para os cães que gostam de descansar no escuro


O modelo Lönneberga, que traz referências da arquitetura sueca, é feito de madeira com telhado de verdade




O modelo Alabama, inspirado nas construções do Sul dos Estados Unidos, é imponente e rico em detalhes, como os pilares na entrada

sábado, julho 13, 2013

Se for beber, fique em casa



Veja projetos cheios de charme de bares alocados na sala de estar:


Esqueça os famosos “barzinhos” com estruturas pesadas, balcões de madeira e padrões repetitivos. Reunir os amigos em casa e tomar alguns drinques em segurança não requer, obrigatoriamente, aquele suporte cheio de taças de cabeça para baixo que fez sucesso entre as famílias na década de 1980. 



Hoje os bares são ambientes contemporâneos, tratados com marcenaria funcional e totalmente integrados ao living. E não pense que é necessário ter muito espaço para construir um cantinho agradável para bebericar e petiscar com os amigos.

Se o tamanho não é problema, vale aproveitar e criar todo um ambiente para o bar, com mesa, bancada e cadeira ou banquetas. Já para quem não dispõe desse espaço todo, basta pensar em uma estrutura de alvenaria ou madeira que comporte as garrafas, os copos e os acessórios.

Selecionamos alguns projetos que mostram que os bares se encaixam em todo tipo de arquitetura. Eles podem ser desde uma grande bancada em uma sala de fazenda com imponente pé-direito até uma estante com porta-camarão em um apartamento.


 

No apartamento de férias em Florianópolis, o azul do mar foi inspiração para o bar projetado pela arquiteta Renata Basques. “A ideia dos proprietários era um espaço no meio do estar para acomodar adega, bebidas e cafeteira”, relata. A estrutura em madeira (Verk Marcenaria) conta com relevos como um lambri e a bancada leva quartzo de mármore no revestimento
Como grande apreciador de bebidas, o proprietário do apartamento em Curitiba desejava um local onde pudesse expor sua coleção de garrafas. A arquiteta Ellen Marques atendeu ao pedido e criou um bar diferenciado usando espelho (Vidraçaria Multividros) e prateleiras de vidro. A iluminação ficou por conta de fitas adesivas impermeáveis de LED (Brazão dos Lustres)



Recém-casados e sempre abertos a receber amigos, o casal de proprietários pediu à Cristiane Schiavoni um bar na área social do apartamento. Em um espaço de 1m², a arquiteta projetou um nicho em madeira laqueada branca (Marcenaria Barbosa) com portas-camarão que, quando fechadas, protegem as bebidas, as taças e os demais utensílios da poeira e afins “Os proprietários queriam um espaço para ser um ‘cantinho de conversa’”, conta Andréia Médice. A solução encontrada pela arquiteta foi transformar o quarto de empregada de 6,80 m² em um bar integrado com a sala. Na parede, prateleiras de vidro acomodam as garrafas e um nicho exibe a coleção de miniaturas de bebidas. Um móvel (Blanco Design) planejado para o local serve de bancada de apoio, tem espaço para armazenar acessórios e ainda comporta uma pia discreta



fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/95/se-for-beber-fique-em-casa-veja-projetos-cheios-292303-1.asp

Cores complementares


Laranja e azul criam um ambiente alegre



Num apartamento londrino que ocupa a cobertura do edifício onde antes funcionava um estúdio da BBC, fica uma sala que comporta um pequeno estar e a área de trabalho. Ali, as cores fortes são o traço decorativo principal. Elas estão nas paredes e no alegre conjunto de estofados. 

O cômodo é caracterizado por duas cores opostas e, assim, complementares. Enquanto o azul aparece sóbrio, acinzentado, o laranja brilha na lateral da escada. O espaço é amplo, o que torna a mescla possível ao amenizar eventuais agressividades cromáticas. Trata-se de um ambiente muito vivo, perfeito para estimular o artista que lá trabalha – note os pincéis no canto inferior da foto.

 O projeto original, feito pelo arquiteto Jonathan Tuckey, na década de 1990, foi alterado de acordo com as preferências do proprietário atual.

fonte: Casa Vogue

quarta-feira, julho 10, 2013

Lar em São Paulo




Há quem se refira à cor predominante de São Paulo com desdém. Estes preferem cores fortes e vibrantes: azuis, verdes e mais. Mas nem todos se posicionam deste modo.


Christina Hamoui, por exemplo, parece entender o valor do cinza. A arquiteta descobriu a ousadia discreta deste tom aparentemente apagado. O cinza é das cores a mais urbana, a mais chique – perdendo só, talvez, para o preto absoluto.

Este apartamento no Itaim Bibi, em São Paulo, foi decorado por Christina. Ela ali ousou acinzentar quase tudo. O jovem casal, que vive com seu filho recém-nascido, apostou na ideia. Outras tonalidades são meras derivações, mais tênues e mais densas, do cinza. 

Com estilo clean, o mobiliário de linhas retas transita entre o moderno e o contemporâneo. Toques de cor são encontrados em pontos estratégicos. Um exemplo é o vaso de Murano, da Tania Bulhões, com seu vibrante azul. 

No home theater aparece também outro ponto fora da curva: a cadeira amarela Husky, design de Patricia Urquiola para B&B Italia, comprada na Atrium. Neste ambiente a mesa de espelho é da Érea. O sofá branco da Artefacto, no estar, contrasta com a mesa de centro preta, também da Érea. O abajur negro para lá de elegante é Tania Bulhões. 

















Fonte: Casa Vogue

quinta-feira, julho 04, 2013

Materiais e cores clássicas compõem o décor





O arquiteto Diego Revollo foi o responsável pela decoração deste apartamento no Itaim, em São Paulo. Com mão leve ele desenhou um ambiente social equilibrado: requintado e ao mesmo tempo discreto. Para balancear a clareza dos tons presentes no mobiliário – cores derivadas do marrom e do cinza – a sala de jantar ganhou acabamento de folha de madeira sobre uma de suas paredes. 

A superfície transforma o ambiente amplo e claro num cenário mais aconchegante. Mesmo que não exista muito espaço livre, a sensação oposta vigora. Isso se dá devido à neutralidade de algumas peças, como a mesa de centro, de vidro, o tapete bege e o conjunto de jantar, que tem traços suaves.

Fonte: Casa Vogue

quinta-feira, junho 27, 2013

Uma rede ou uma banheira?


Splinter Works cria peça para relaxamento


Para alguns, relaxar significa ter um bom lugar para se deitar tranquilamente e assistir o tempo passar. Pode ser uma rede. Ou uma banheira de água quente. Ou, quem sabe, algo novo, que misture essas duas coisas. Pensando nesses símbolos universais do descanso, o estúdio de design Splinter Works criou a banheira Vessel, cujo formato côncavo imita o de uma rede. A peça ainda fica suspensa no ar, tal qual sua inspiração original.




“Desenvolvemos uma peça com intuito de fornecer um escapismo quase que total”, explica o estúdio sobre o projeto. Suspensa e presa pelas duas extremidades por suportes de aço inoxidável, a Vessel é fabricada em fibra de carbono, material resistente que pode ser esculpido em formas curvilíneas complexas, como a do tecido de uma rede quando alguém se deita. Maior que uma banheira regular a Vessel tem 2,70 m de comprimento, mas é adaptável de acordo com o banheiro do cliente. As opções de cores variam entre preto, como nas imagens, vermelho, azul, rosa, prata e bronze.

Para manter a temperatura da água quente por mais tempo, uma espuma foi inserida entre as camadas de fibra, o que prolonga o conforto durante a imersão. O equilíbrio entre solidez e leveza no design aliado a uma experiência de descanso quase total faz dessa banheira um objeto de desejo. 
















Fonte: Casa Vogue

Quarto e banheiro unidos


Suíte paulistana mescla luxo e conforto


Se o requinte é pré-requisito para uma decoração luxuosa, este ambiente, assinado pelo arquiteto Gerson Dutra de Sá, não deixa nada a desejar. O quarto de casal, de um apartamento próximo ao Parque Ibirapuera, em São Paulo, é integrado ao banheiro, oferecendo acesso fácil à elegante banheira de mármore carrara. A cama, com cabeceira de couro e várias almofadas, empresta um ar de conforto ao espaço, enfatizado por meio da comodidade oferecida pela televisão, que pode ser vista tanto da banheira, quanto do leito. Mesmo com a presença marcante de branco, vidro e espelhos, responsáveis por imprimir sofisticação ao espaço, escolhas como o piso de tacão de cumaru e a colcha colorida compõem um ambiente aconchegante e convidativo, sem abrir mão do luxo.

Fonte: Casa Vogue