sexta-feira, julho 10, 2015

Projetos do Nosso Escritório - 2015

"Projetando Sonhos , Construindo a realidade..."

Várias são as questões a considerar antes de pensar em construir: a localização, o terreno, o arquiteto, o estilo da edificação e claro, o quanto se quer (e se pode!) gastar.

O arquiteto é o profissional capacitado para auxiliar em todas as etapas que envolvem a construção.


Com uma assessoria desde o princípio do processo, o arquiteto vai evitar gastos desnecessários como o quebra-quebra de uma obra mal     projetada.


Portanto, se vai construir, CONSTRUA CERTO, CONTRATE UM ARQUITETO!

Nossa meta é trabalhar com agilidade e precisão.


Trabalho totalmente tridimensional ou seja, os projetos são desenvolvidos em maquetes eletrônicas 3D humanizadas desde os primeiros estudos.

O blog com os nosso Projetos: 

http://cavalcantiarquitetura.blogspot.com.br/
Projeto de Clínica de Odontologia - Campina Grande , PB





Projeto de Escritório de Advocacia - Cuité , PB







Edifício - Habitação Multifamiliar no Jardim Quarenta, Campina Grande, PB.






Projeto de Loja /Ateliê



Projeto Edifício 3 Pavimentos , Bodocongó - Campina Grande , PB







Residência de F&M - Condomínio Nações Privê










Home Theater



Residência no Alphaville J&N - Campina Grande, PB











Área de lazer










Projeto de Clínica de - Campina Grande , PB





Projeto de interiores e ambientação em Apartamento em Cabo Branco, JP




Projeto iluminação e ambientação





MAQUETE ELETRÔNICA - CONCURSO DA BIANCOGRES























Projeto da Residência D&L em Cuité, PB



quinta-feira, julho 09, 2015

Churrasqueiras

Pode parecer simples, mas preparar uma carne na churrasqueira requer muitos cuidados. O que nem todo mundo lembra é que, além da técnica do chef, é preciso contar com uma churrasqueira bem dimensionada, que deixe o alimento na altura adequada: nem muito perto, nem muito longe da brasa.

E não é só esta posição que interfere na qualidade do equipamento. É preciso executá-lo adequadamente, de forma a permitir a perfeita vazão da fumaça, a iluminação ideal, a temperatura interna correta, entre outros fatores a execução correta do componente implica diretamente no funcionamento adequado sem ocasionar retornos de fumaça e problemas estruturais, como trincas e fissuras.


O modelo pré-fabricado foi instalado pela arquiteta Gleice Cantero e possui tubo de exaustão de chapa pintada eletrostaticamente, que evita que a peça descasque e perca a cor, em razão do calor e da fumaça. As laterais receberam fechamento com vidro.

De alvenaria ou pré-fabricada? 

Primeiramente é preciso escolher o tipo de churrasqueira. As de alvenaria são construídas no local desde sua base, coifa e chaminé. A execução requer o trabalho de um profissional experiente, pois é feita de forma artesanal. Na construção são usados materiais refratários para manter o calor. Elas podem receber acabamentos que vão dos tradicionais tijolos aparentes a cerâmicas, pedras e texturas.

Onde instalar?

O local de instalação também é importante. As churrasqueiras de alvenaria são pesadas. Para instalação em um sobrado, por exemplo, a laje tem de suportar tal carga. Aconselho que, no projeto da residência, o local da churrasqueira esteja indicado desde cedo, para que seja preparado um eventual reforço estrutural, além da passagem da chaminé.

No local da instalação, o ideal é que a parede esteja rebocada e livre de umidade. O contrapiso deve ser reforçado para sustentar seu peso.

Bem iluminada

As lâmpadas eletrônicas (econômicas) não podem ser usadas dentro da churrasqueira porque não resistem a temperaturas elevadas. Já as lâmpadas incandescentes podem ser usadas com bocal de cerâmica. Hoje em dia, as lâmpadas dicróicas são muito usadas para iluminação interna de churrasqueiras, pois não alteram a cor da carne e a instalação elétrica não deve passar pela caixa de carvão (refratária), pois essa parte da churrasqueira aquece muito, podendo causar derretimento dos fios e, consequentemente, curto-circuito.




De alvenaria, a churrasqueira (1,06 m de largura x 0,65 m de profundidade) projetada sob medida para atender ao projeto das arquitetas Isabella Nalon e Gigi Gorenstein é revestida com tijolinhos aparentes e possui nichos para armazenar a lenha. O projeto foi executado com forno e fogão a lenha acoplados.


A churrasqueira pré-fabricada, que já constava no projeto original do prédio, mede 0,60 m de altura x 0,80 m de largura, e ganhou borda de inox. A arquiteta Jamile Helou aplicou lambris de freijó sobre a cerâmica, para dar um acabamento rústico, emoldurando a churrasqueira. A bancada de mármore carrara e o inox utilizado na borda garantem o requinte.


O modelo escolhido para o projeto da designer Marli Assis foi o pré-fabricado (com 1,20 m de largura, 0,70 m de profundidade e 0,90 m de altura), com sistema de caixa refratária, gaveteiro-cinzeiro, coifa com lâmpada, dutos, chapéu chinês de aço inox escovado e exaustor de aço inox. Marli conta que foi necessário fazer um fechamento de parede e instalar uma chaminé (com 7 m de comprimento e passagem de ar de 10 polegadas) que desviasse a fumaça dos dormitórios. Para revestir, pastilhas de vidro foram escolhidas.


Na reforma executada pela arquiteta Valéria Crespi nessa residência, a área de lazer ganhou destaque especial. A churrasqueira (com 0,92 m de altura, 1,20 m de largura e 0,65 m profundidade) é pré-fabricada, montada no local, e tem a base de alvenaria revestida com tijolos aparentes (boca de 50 cm x 95 cm). A chaminé ultrapassa o pano de vidro de fechamento da área em 1,40 m, é feita de chapa metálica (com pintura de tinta esmalte para metais, grafite escuro) e seu diâmetro é de 25 cm.





Com criatividade, o arquiteto Oscar Leite criou este elemento que se destaca no lazer. A churrasqueira (com 1,10 m de altura, 0,90 m de largura e boca de 0,90 x 2,60 m) foi construída com alvenaria de tijolos de cerâmica, massa grossa desempenada, massa refratária, blocos e plaquetas refratários. Depois, foi revestida com madeira cumaru, mesmo material utilizado em todo o ambiente. A chaminé, feita de chapa de aço galvanizado, tem 4,5 m de altura e duto com 30 cm de diâmetro.


terça-feira, julho 07, 2015

Hotel chileno reverencia o deserto


Projeto sustentável acolhe visitantes no Atacama



Com seus 105 mil km², o deserto de Atacama é considerado o mais alto e mais frio do mundo, com amplitudes térmicas que facilmente superam os 35°C. É também uma das áreas mais áridas do globo terrestre, já que a combinação entre a altitude elevada e as correntes oceânicas frias impede precipitações mais importantes, fazendo com que algumas de suas regiões fiquem mais de 400 anos sem receber chuvas.

A aridez da região foi um dos elementos utilizados pelo arquiteto Francisco Guerrero, do escritório chileno Guerrero y Junemann para a construção do Alto Atacama Desert & Lodge Spa, em San Pedro de Atacama. O projeto levou anos para ser aprovado, tanto pela comunidade indígena como pelo governo local, exigindo acompanhamento para a manutenção do entorno. O resultado foi uma profunda integração à paisagem, com impacto mínimo sobre o meio ambiente e uma filosofia cultural e ambiental voltada para a preservação.



O resultado é um verdadeiro oásis de 3.720 m², com 61 quartos de vistas privilegiadas, seja a Cordillera de la Sal ou os belos jardins internos, criação da paisagista Veronica Poblete, especialista no altiplano andino. Para o Alto Atacama, reproduziu um microcosmo do deserto com base na utilização de matérias-primas e mão-de-obra da região. A coleta de todos os materiais foi feita manualmente – inclusive a produção e entalhe das telhas e tijolos.

A decoração de Enrique Concha também reverencia o deserto, mesclando elementos característicos com tons de terra e tonalidades mais escuras para compensar a luminosidade que vem de fora. A cozinha do povo de San Pedro também está presente no Caur, o restaurante do hotel. Sob o comando do chef Daniel Molina, mescla influências mediterrâneas com ingredientes frescos e orgânicos, entregues diariamente por produtores locais.

A área de lazer conta com seis piscinas de diferentes temperaturas e tamanhos, mais uma jacuzzi ao ar livre. Para mexer o corpo, há guias habilitados para conduzir os hóspedes em trilhas de mountain bike, caminhadas, escalada no vulcão, passeio a cavalo nas dunas e visitas aos gêiseres e ruínas incas. Para descansar, o hotel abriga o Puri Spa, considerado um dos melhores da América Latina. Utilizando a água da neve andina, oferece experiências revitalizantes em massagens, saunas e banheiras.


































































Fonte: Casa Vogue 

segunda-feira, junho 29, 2015

AMBIENTES ATUAIS, MÓVEIS ANTIGOS



A opção por trabalhar com peças antigas, que carregam em seus veios e tramas histórias de outras residências e outros perfumes pode ser uma escolha acertada para relembrar momentos e tornar a decoração mais intimista. Nesses casos, a contemporaneidade é dada por um mix bem dosado de peças atuais, revestimentos e cores inusitadas e composições que valorizem o desenho desses móveis e objetos (LUCILA ZAHRAN TURQUETO)



1) Igualmente vintage, escrivaninha e telefone compõem, junto à cadeira Vitra, um dos cantos desta sala de estar pensada pelos arquitetos Antonio Ferreira Junior e Mario Celso Bernardes

2) Para equilibrar a sobriedade do aparador antigo, um arranjo moderno organizado pelo arquiteto gaúcho Francisco Pinto

3) Os traços bem marcados do sofá anos 50 foram quebrados pelo estofado e, especialmente, pela seleção de móveis contemporâneos. Projeto da arquiteta mineira Nara Cunha

4) Para preservar e expor a antiga mala baú o arquiteto Henrique Steyer desenhou uma mesa de vidro para abrigar a peça

5) A luminária preta e amarela acompanha a linguagem retrô deste apartamento projetado pelos arquitetos Antonio Ferreira Junior e Mario Celso Bernardes

6) Nova roupagem e funcionalidade à cômoda antiga. Projeto das arquitetas da In House

7) Apesar na nova roupagem dada pelo arquiteto Fabio Galeazzo, os traços deste sofá relevam sua idade avançada

8) As arquitetas Mariana Noya e Marie Zancaner reservaram um espaço especial na sala para a escrivaninha e a cadeira antiga pertencentes à avó da proprietária do apartamento

9) No recorte, a luminária antiga divide as atenções com os quadros na casa do arquiteto venezuelano Pedro Useche

10) Na sala o antigo baú chinês faz as vezes de mesa lateral. Projeto de Mariana Noya e Marie Zancaner

sexta-feira, junho 12, 2015

Volumes de concreto e vidro na natureza


Obra aberta ao cenário sul-africano



O briefing era criar uma casa espetacular e aberta à paisagem circundante, que permite uma vista de 360 graus de montanhas, céu e mar. Quem assumiu a tarefa foi o escritório sul-africano SAOTA, tratando de acomodar a residência no terreno íngreme na base de um dos morros da baía da Cidade do Cabo. "Focamos a criação de um edifício contemporâneo, minimalista e escultural", revela Tamaryn Fourie. A arquiteta e os outros membros da equipe moldaram a obra em diferentes camadas, entre blocos que avançam e recuam - ora abertos e outras fechados - em direção à natureza.


“As fronteiras são borradas. Há uma continuidade maravilhosa entre a vida interna e a externa. É uma morada para todas as estações.", continua Tamaryn Fourie. A garagem com pé-direito duplo dá as boas vindas a quem chega. Ali, a escada escultural revestida por folhas de madeira conduz aos dois pisos superiores, que revelam fachada composta por blocos de concreto branco, na estética de um monolito, e volumes envidraçados.




Considerada o coração da planta, a cozinha se estende até a sala de jantar e ao lounge de verão, que enquadra a vista e cria um espaço íntimo com lareira, ideal para encontros mais informais. O concreto aparece como matéria-prima principal. A solução de usá-lo na versão polida para revestir tanto o piso das áreas externas quanto das internas reforçou a impressão de uma fluidez sem costuras entre os ambientes.


Do lado de fora, os blocos do material marcam a transição entre os dois andares, dando forma ao guarda-corpo da varanda dos quartos e estabelecendo um contraste com a estética delicada das paredes envoltórias envidraçadas dos dormitórios e dos beiras finos do telhado de zinco.


O carvalho natural foi celebrado para todo o projeto de marcenaria. No andar dos quartos, ele aparece combinado com elementos escultóricos de latão, que funcionam como elementos vazados. 



Para coroar o projeto, a suíte máster oferece um show à parte. Ali, o casal assiste ao espetáculo orgânico da baía a partir de diferentes ângulos. “O ambiente reforça a importância de conectar-se com a natureza e com a vista infinita do mar”, conclui o arquiteto Philip Olmesdahl, que também cuidou do projeto.






Fonte: Casa Vogue.