quinta-feira, julho 08, 2010

Lustres com lâmpadas de LED

 

Além do advento tecnológico, as peças garantem um visual moderno em ambientes como salas e halls


A tendência LED ganha cada vez mais espaço no universo na decoração. Depois de complementar sofáscortinas, paredes e tantos outros artigos, agora é a vez dos lustres.
As lâmpadas modernas dão uma pitada de estilo a ambientes como salas e halls e são uma ótima pedida para os fãs de tecnologia.


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI129789-16937,00-LUSTRES+COM+LAMPADAS+DE+LED.html

A sagrada Família

 Sou Fascinada pela Sagrada Família:



Templo Expiatório da Sagrada Família, também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico  da cidade catalã de Barcelona  (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão  Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. 

Financiado unicamente por contribuições privadas, o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí. No momento presente o mês de setembro de 2010 é apontado para a conclusão do interior e abertura ao culto e visitas enquanto para a sua consagração está prevista a data de 7 de novembro de 2010.
A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. 

O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres: quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2010) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.



quarta-feira, julho 07, 2010

As lajes,o que são e como se dividem ?

As lajes


As mais comuns são as de concreto armado, executadas no local, ou as pré-moldadas de concreto, compostas de vigotas "T" ou vigotas treliçadas e lajotas (tavelas).
As lajes pré-moldadas são as mais econômicas e mais simples de executar.
O índice de isolamento: As lajes são estruturas destinadas a servirem de cobertura, forro ou piso para uma edificação.
Feitas de concreto armado, elas podem ser pré-moldadas ou concretadas no próprio local.
As lajes concretadas no local, também chamadas de lajes maciças de concreto armado, devem ser projetadas por um profissional habilitado, que também orientará e acompanhará a sua execução.

Quais os tipos de lajes mais usadas?

Podem ser de dois tipos básicos: as maciças e as nervuradas.
As lajes maciças são mais utilizadas em obras grandes e especiais, necessitando de cálculo apropriado executado por especialista.
Dentro do tipo nervurado estão as lajes pré-fabricadas, também chamadas de mistas, que tem utilização mais ampla, atendendo também as obras de menor porte.
As lajes pré-fabricadas são aquelas constituídas por vigas ou vigotas de concreto e blocos que podem ser de diversos materiais, sendo mais utilizados os de cerâmica e os de concreto. Dependendo do tipo de vigota utilizada, as lajes pré-fabricadas podem ser: protendidas, comum ou treliçadas.

Protendidas, comum ou treliçadas

a. Protendidas

A laje protendida possui um tipo de armadura especial e, sendo na maior parte destinada a obras maiores onde é necessário resistir a grandes cargas e se tem grandes vãos, não entraremos em detalhes.

b. Laje comum

As vigotas possuem formato de um "T" invertido e tem internamente uma armadura de barras de aço.
Os blocos (ou lajotas) usados são predominantemente de cerâmica, tendo em média 32cm de largura. As alturas normais dos blocos são 7cm, 10 cm, 12 cm, 15 cm e 20 cm).

Em lajes de forro pode ser utilizado o tipo comum até vãos de 4,30m com espessura de 10cm e, para lajes de piso até 4,80m com espessura de 12cm (mas antes, verificar com o fabricante as limitações). 

As vigotas são fabricadas geralmente com comprimentos variando de 10cm em 10cm.

Este tipo de laje pode apresentar trincas depois de pronta porque o concreto da capa não adere perfeitamente às vigotas, pois as mesmas tem a superfície muito lisa.
Durante o transporte das vigotas dentro da obra, elas também podem trincar, dependendo do comprimento que tenham, por isso deve-se ter muito cuidado ao manusear para não danificar as peças.

A laje pré-moldada 

 

As lajes pré-moldadas são constituídas por vigas ou vigotas de concreto e blocos conhecidos como lajotas ou tavelas.

As lajotas e as vigotas montadas de modo intercalado formam a laje.
O conjunto é unido com uma camada de concreto, chamada de capa, lançada sobre as peças.
As lajes pré-moldadas comuns vencem vãos até 5m entre os apoios.
Em geral, os seus comprimentos variam de 10cm em 10cm.
Outro tipo de vigota, conhecido como vigota treliçada, utilizam vergalhões soldados entre si formando uma treliça. Essa laje pode vencer vãos de até 12m entre apoios.
A execução das lajes pré-moldadas é muito rápida e fácil, mas o fabricante deve fornecer o projeto completo da laje, incluindo as instruções de montagem, a espessura da capa de concreto e os demais cuidados que devem ser seguidos à risca. acústico é uma característica dos elementos construtivos completos e não de uma das suas capas, e por este motivo não se pode falar de índice de isolamento acústico de um material isolante.
A incorporação de Lãs de Vidro no interior dos elementos construtivos (enchendo os buracos) contribui para alcançar índices de isolamento acústicos elevados graças à sua elevada elasticidade, funcionando como uma mola.

Ao construir uma laje pré-moldada deve ter-se em mente os seguintes aspectos:

a ) A laje deve ser protegida com um telhado, caso contrário apresentará infiltração de águas da chuva.

NOTA: Caso não possa construir um telhado logo após a construção da laje, tome as seguintes providências: O concreto da capa deverá ser mais forte (mais rico em cimento), com uma maior espessura e com um aditivo impermeabilizante.

Dê um caimento (0,5cm para cada metro é suficiente) na laje que facilite o escoamento das águas. A superfície deverá ficar bem desempenada.

A colocação de um revestimento na laje, só poderá ser executado, caso seja feito o prévio tratamento de impermeabilização necessária, no caso consulte um especialista.

b) Quando ocorrerem trincas na parte superior das paredes onde se apóiam a laje é sinal de que a necessária cinta de concreto ou foi mal feita ou não foi executada.

Somente um técnico habilitado pode orientá-lo para sanar o problema.


c) Uma laje de forro não permite a construção de outro piso sobre ela. Consulte um técnico habilitado para saber como proceder o reforço ou a substituição da laje.

d) A ferragem adicional pode ser dispensada no caso de vãos de até 2,50m. Para vãos maiores deve-se seguir as instruções do fabricante ou técnico habilitado, quanto à quantidade e posição daquela ferragem ou da negativa.

Revestimento

Para o revestimento da laje proceder como se fosse alvenaria.

Como escolher um piso ecologicamente correto

Dois dos materiais mais comuns para pisos, carpete e vinil, ameaçam a saúde do ambiente e da sua casa. Cerca de 70% dos revestimentos de piso dos Estados Unidos são os carpetes, em sua maioria feitos de náilon. . Por que isso é um problema? O náilon é feito com petróleo, assim a sua fabricação representa um uso tremendo de recursos não-renováveis. O carpete também abriga alergênicos e pode conter substâncias químicas que causam doenças.

Vinil, conhecido como cloreto de polivinil ou PVC, também é feito com petróleo e a sua produção gera dioxina, um perigoso carcinógeno que pode causar problemas de saúde. Nem o vinil e nem o carpete são biodegradáveis.

Como escolher um piso que seja bom para o ambiente e para a casa? Vários materiais naturais para piso estão disponíveis aos consumidores. Eles são renováveis e contêm o mínimo de processamento industrial. A opção por um piso ecológico pode reduzir o seu rastro ambiental, além de reduzir os níveis de toxicidade em sua casa e aumentar a eficiência energética.

Ao pensar num novo piso para a sua casa, considere os materiais naturais



Antes de escolher qualquer piso, vejamos alguns fatores que devem ser considerados.

  • Estética: como o piso vai ficar na casa?
  • Orçamento: quanto os materiais e a instalação vão lhe custar? Uma auto-instalação pode reduzir os altos custos de um material de revestimento.
  • Manutenção: será fácil de limpar? Ele requer um trabalho adicional ao longo de sua vida útil?
  • Desempenho: o quanto esse piso vai se desgastar? Você tem filhos, animais domésticos, uma banda de rock ou muitos sapatos pontiagudos? Alguns pisos são resistentes ao tráfico intenso e suportam mais do que outros. O desempenho também está ligado à função da sala. Por exemplo, o carpete não é uma boa opção para cozinhas, banheiros ou porões, pois estes ambientes apresentam mais umidade do que os outros. Mas o carpete seria uma opção para a sua sala de estar se você deseja um piso extremamente confortável para as suas reuniões de família.

Tenha isso em mente ao considerar diferentes métodos de revestimentos. Vamos começar pela questão da estética. Você gosta do visual do carpete e do vinil, mas ainda deseja evitar potenciais ameaças à sua casa e ao meio ambiente? Na próxima página, nós descobriremos se todo carpete é prejudicial e como obter o visual do vinil de maneira natural.

Opções de pisos ecológicos: carpete e linóleo

Nem todo carpete é ruim para o ambiente. O carpete pode ser feito de materiais naturais, como a lã extraída do pêlo de ovelha ou das lhamas. O carpete de lã oferece uma opção extremamente durável, res­istente ao fogo, resistente às manchas e hipoalergênica quando comparado aos carpetes sintéticos. Este tipo de revestimento é ideal para áreas com grande tráfego por causa das fibras maleáveis que retornam à posição normal após sofrerem pressão. Tapetes de lã podem ser aspirados, mas deve-se tomar cuidado ao limpá-los com certos produtos químicos. Eles são luxuosos, mas há um custo por todo esse luxo. 

O carpete de lã é significativamente mais caro do que outros carpetes.


Sisal
rackermann © istockphoto.com
Sisal
Uma opção mais barata e mais amiga ao meio ambiente é um tapete feito de qualquer uma das várias fibras naturais. O sisal é uma fibra das folhas da planta agave que resulta num revestimento durável, fácil de limpar e que absorve ruídos. A alga marinha é outra opção. Ela cresce debaixo d'água, é barata quando comparada às outras fibras naturais e é fácil de cuidar. Ela é um pouco mais escura, então pode ser a melhor opção para esconder o rastro de sujeira deixado pelas crianças e pelos animais domésticos. A juta é a fibra natural mais leve, mas também a menos durável e uma das mais caras. Entre outras fibras, estão a abaca, que é um material nodoso da família da banana, e a fibra de coco, que é obtida das cascas de coco. A fibra de coco seca rapidamente, tornando-a uma boa opção para um local úmido como o banheiro.


Algumas pessoas adoram a textura rústica das fibras naturais, mas alguns materiais como o sisal, podem causar coceira, então sinta cada um deles antes de decidir. Embora alguns desses materiais estejam disponíveis para a casa toda, eles são mais comumente tapetes de área, pois eles se expandem e encolhem quando molham.

Se as plantas não fazem a sua cabeça, você pode optar pelo linóleo, uma manta que inclui o revestimento vinílico. Você pode pensar que não, mas na verdade, o linóleo é um produto natural feito de óleo de linhaça, serragem de cortiça e de madeira, resinas de árvore, sedimentos do solo e pigmentos. O linóleo natural custa mais do que o vinil, mas dura de 10 a 20 anos mais. É fácil de limpar, embora ele precise ser encerado regularmente. Caso você risque o linóleo, você pode polir a marca e isso funciona bem em cozinhas e banheiros. Entretanto, algumas pessoas são sensíveis ao cheiro do óleo de linhaça. Então, passe algum tempo perto de um piso de linóleo antes de colocá-lo em casa.


As cores vibrantes são uma das marcas do linóleo natural; a empresa Forbo oferece um produto com o nome de "Marmoleum", que possui as cores de uma rocha extraída, e outro produto chamado "Artoleum", que possui cores vivas extraídas das imagens de ressonância magnética. O linóleo natural pode ser adquirido em muitas lojas de construção e revestimentos, mas por causa de muitas pessoas acharem que vinil e linóleo são sinônimos, certifique-se de checar o rótulo para garantir que o projeto fique natural. A instalação da folha de linóleo é complicada, então se procura por um projeto que possa ser feito por você mesmo, talvez seja melhor optar pelos ladrilhos de linóleo.


Ainda não se animou com os materiais naturais para pisos? Não se preocupe pois ainda não terminamos. 


Opções de piso de terra e cortiça

"Flutuando no ar" é uma frase que geralmente serve para descrever uma felicidade eufórica. A cortiça como revestimento para piso pode ser o jeito mais próximo de literalmente atingir esse estado. O piso de cortiça é extremamente macio porque é feito de pequenas bolsas de ar comprimido. As bolsas de ar se mantêm com o tempo. Então, se o piso amassar, ele acabará retornando à posição normal. A cortiça também absorve ruídos e oferece um bom isolamento térmico. Ela tem uma boa resistência à água, fazendo dela uma boa opção para cozinhas e banheiros. Com os devidos cuidados, a cortiça pode durar de quatro a cinco vezes mais do que um piso vinílico.

Comparada em custo com os pisos de madeira, a cortiça é um dos pisos mais fáceis para a auto-instalação, sobretudo os ladrilhos de cortiça que são encaixados. O material esponjoso também pode fazer você flutuar no ar por ele ser amigo do meio-ambiente. Ela é extraída da casca do carvalho sem danificar a árvore e a casca se regenera sozinha.

Onde encontrar materiais de construção naturais


Alguns destes métodos, como o bambu e a cortiça, já fazem sucesso entre os construtores e estão disponíveis em muitas lojas de artigos para a casa. Outros, como o piso de terra, podem vir da terra do seu próprio quintal. Se você estiver à procura de um desses materiais, um bom ponto de partida são os fornecedores online.
Muitas crianças ouvem em algum momento que não devem sujar o piso limpo com terra trazida de fora da casa. Mas e se o piso já for feito de terra? Alguns milhares de pisos de terra foram instalados nos Estados Unidos, sobretudo no oeste, onde os métodos de construção com terra como o tijolo cru, o saco de terra e a terra batida já são populares.

O revestimento de terra é feito com uma mistura de argila, areia e visgo pressionada no piso. Ele precisa de algumas semanas para secar e o piso é protegido com óleo de linhaça e cera alveolada. Essa proteção o torna resistente à água, para que esfregar o chão com água não resulte num lamaçal. Mas os pisos de terra ainda não são recomendados para locais com muita umidade, como banheiros e cozinhas.



Piso de terra
Um piso de terra finalizado


Esses pisos podem cortar os custos com aquecimento por causa da boa massa térmica oferecida pelo material terroso. A massa térmica avalia a capacidade de um material manter-se aquecido e dispersar o calor quando a casa começa a esfriar. O método é barato, com pisos de terra custando US$ 5 cada metro quadrado em comparação com os US$15 ou mais para os pisos de madeira. 

A instalação requer muito trabalho e com poucos pedreiros experientes em revestimentos terrosos, este provavelmente será um projeto de faça você mesmo. O seu gosto pelo visual dos pisos terrosos será uma questão de preferência pessoal. Alguns realmente gostam de como o piso amadurece, e um construtor o comparou com um "sofá velho de couro rachado". Todavia, apreciar o visual de couro envelhecido significa aceitar que um piso de terra realmente racha, amassa e risca facilmente.

Piso de madeira sustentável

Um piso de madeira nos traz à mente imagens de uma floresta totalmente derrubada? Existe um jeito fácil de aliviar a sua consciência ambiental. A madeira certificada pelo Forest Stewardship Council (FSC) cumpre critérios rígidos relacionados à gestão da floresta e aos assuntos ecológicos. A madeira aprovada pelo FSC recebe um selo e até um número especial para que se possa saber de qual floresta ela foi retirada. Esse tipo de madeira está se tornando mais disponível enquanto o número de florestas aprovadas aumenta. Cerca de 15,5 milhões de acres de floresta foram certificados nos Estados Unidos em 2005, comparados com os 1,4 milhões em 1995.

As madeiras disponíveis incluem a maioria dos tipos mais comumente utilizados nos pisos de madeira, incluindo carvalho, cerejeira e bordo, e a madeira aprovada pelo FSC é comparável em custo com outras madeiras.

Muitas pessoas adoram a beleza dos pisos de madeira, que são duráveis e fáceis de cuidar. Porém, os pisos de madeira podem ser barulhentos quando não devidamente isolados, e riscam facilmente. Os pisos de madeira são econômicos, pois você mesmo é capaz de instalá-los.



Bambu
Roel Smart © istockphoto.com
Os pisos de bambu possuem várias tonalidades, como essa parecida com a do piso de madeira
O bambu é uma planta gigante e muito resistente. Ele é uma das plantas de crescimento mais rápido do mundo e pode ser extraído uma vez em poucos anos, ao contrário dos ciclos de vida mais longos das madeiras. Além disso, a extração não afeta as raízes da planta de bambu. Para criar um piso, as varas ocas são fatiadas em tiras chatas e tratadas com conservantes para que elas se mantenham unidas. A instalação do piso de bambu é similar à do piso de madeira. Os pisos de bambu mantêm um peso elevado e são mais duráveis e resistentes do que os pisos de madeira. Porém, eles podem custar um pouco mais por metro quadrado.
É importante verificar os tipos de conservantes utilizados para tratar o bambu, já que eles podem conter substâncias químicas que resultam em VOCs. Outras pessoas já expressaram preocupação com o bambu que não é extraído de maneira ambientalmente responsável em alguns países. Por exemplo, existem evidências de que florestas naturais foram desmatadas a fim de abrir espaço para mais bambu e o bambu não possui um processo de certificação similar ao do Forest Stewardship Council. Se você estiver pensando seriamente no bambu,

O que é um VOC?


Ao comprar um piso, você pode ter observado a sigla "VOC" muitas vezes. VOC - Volatile Organic Compound - significa composto orgânico volátil. Quando compostos orgânicos do carpete, das tintas, dos materiais de limpeza e de vernizes são liberados no ar durante um processo conhecido como "liberação de gás," eles se misturam a outros compostos e substâncias químicas para gerarem os VOCs. Embora muitos desses compostos não sejam prejudiciais sozinhos, eles podem causar uma toxicidade dentro de casa e podem gerar problemas de saúde como asma, perda de memória e câncer. Os VOCs liberados pelos carros causam poluição. Optar por produtos rotulados com VOC baixo pode melhorar a saúde de sua casa.


terça-feira, julho 06, 2010

Cazaquistão ganha barraca gigante


Com 100 metros de altura, ela abriga até praias e cascatas artificiais.
Inauguração em Astana coincide com aniversário do presidente do país.

 


Khan Shatyr, considerada a 'maior barraca do mundo', durante sua inauguração nesta terça-feira (6) em Astana, no Cazaquistão. Projetava pelo arquiteto britânico Norman Foster, ela tem 100 metros de altura e abriga lojas, praias e cascatas artificiais, um minicampo de golfo e jardins. Sua inauguração coincide com o aniversário de 70 anos do presidente do país asiático, Nursultán Nazarbayev. (Foto: Reuters)

Arquiteto Santiago Calatrava divulga projeto do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro


Edifício de 12,5 mil m² terá coletores solares móveis na fachada e zona de microclima com espelho d'água em torno do prédio, para reduzir temperatura.

 


O arquiteto espanhol Santiago Calatrava divulgou nesta segunda-feira, 21 de junho, as primeiras imagens do Museu do Amanhã, que será instalado no Píer Mauá, zona portuária do Rio de Janeiro. Inspirado em elementos da Floresta Atlântica, o projeto prevê a construção de um edifício de 12,5 mil m² com coletores solares móveis na fachada. O investimento é estimado em R$ 130 milhões.
Museu do Amanhã, por Santiago Calatrava

Segundo informações da Fundação Roberto Marinho, o Museu do Amanhã terá dois níveis conectados por rampas. No térreo, ficarão a loja, auditório, restaurante, salas de exposições temporárias e salas de pesquisa e ações educativas, além das áreas administrativas do museu. Já no pavimento superior estarão as salas das exposições permanentes, um belvedere para contemplação da vista e um café.
fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/arquiteto-santiago-calatrava-divulga-projeto-do-museu-do-amanha-no-176826-1.asp

Energia sustentável


O uso de clarabóias e o sistema duplo de pele de vidro com baixa emissão de calor – forma um grande bolsão de ar – que minimiza o aquecimento interno, conseqüentemente, economizando o ar condicional, principal vilão de alto consumo de energia.

O vidro usado também, como parede de alvenaria externa proporciona iluminação natural durante o dia – são recursos para obtenção de luz natural durante o dia, economizando energia elétrica.

O Sol é fonte de energia renovável, tanto como fonte de calor, quanto de luz, é uma das energias mais promissoras para enfrentamento dos desafios do novo milênio. Além de abundante e permanente, não polui e nem prejudica o ecossistema. No Brasil, onde se encontram bons índices de insolação em qualquer território, este tipo de energia soma características positivas e vantajosas. O Sol irradia anualmente o equivalente a 10.000 vezes a energia consumida pela população mundial neste mesmo período .

Na Energia Solar Fototérmica existe vários tipos de coletores, entretanto, os coletores solares planos são largamente utilizados para aquecimento de água em residências, devido ao conforto proporcionado e à redução do consumo de energia elétrica.



A arquitetura vem buscando harmonizar as concentrações ao clima e características locais – é a adoção de soluções urbanísticas adaptadas às condições específicas (clima e hábitos de consumo) de cada lugar. Também busca, ainda, o aproveitamento do calor proveniente do Sol, adequando-o com isolantes ou não, conforme as condições climáticas, para paredes, circulação de ar e de água, iluminação, conservação de alimentos entre outros, com o uso de matérias de conteúdo energético tão baixo quanto possível.

Energia Solar Fotovoltaica é a da conversão direta da luz em eletricidade. O efeito fotovoltaico é percebido através da diferença de potenciais nos extremos de um material semicondutor. A célula fotovoltaica é a unidade fundamental do processo de conversão.No Brasil, por exemplo, 15% da população não possuem acesso à energia elétrica. O atendimento a essa parte de brasileiros se torna difícil, pois vive em núcleos populacionais esparsos, típicos das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte.

Observa-se nos grandes centros urbanos, como na capital paulista e na cidade do Rio de Janeiro a utilização deste meio de geração de energia em projetos arquitetônicos prediais de grande porte ou residenciais para as classes A e B. O caminho vai ser longo até se chegar a uma utilização considerável de energia sustentável em ambientes residências.

A indústria de eletro-eletrônicos já produz aparelhos de consumo mais baixo e o mercado busca lançamentos mais eficientes para uso doméstico, diminuindo o consumo de energia elétrica e protegendo o meio ambiente.

Algumas vantagens são indiscutivelmente sabidas: menores custos operacionais beneficiam os usuários com menores contas de luz e custos de manutenção; aumento de confiabilidade, reduzindo curto-circuito; maior tempo de vida para os produtos etc.


fonte: http://sustentart.blogspot.com/2008/11/energia-sustentvel.html

sábado, julho 03, 2010

CHALÉ ESTILO SUÍÇO

A empresa tecARCHITECTURE projetou essa casa com estilo rústico-chique, como as tradicionais chalés da Suíça. Apesar de um telhado convencional, essa descolada casa de vidro apresenta tudo o que há de mais contemporâneo e original.  A fachada minimalista possui paredes de vidro e seu terraço é aberto e convidativo, com uma vista espetacular.  Cada quarto é naturalmente iluminado (o sol chega a todas as peças) e possui decorações em branco e chão em madeira, fazendo com que o luxo seja o ponto principal dessa arquitetura.

 
http://www.obravipblogs.com.br/arquitetura/arquitetura-casas/chale-estilo-suico/

Um dos prédios mais altos do mundo vai virar ‘verde’

Um dos edifícios mais altos do mundo – o Taipei 101, com 509 metros de altura e 101 andares – deve passar por uma extensa reforma no valor de US$ 1,8 milhão (cerca de R$ 3,09 mi), para se tornar o arranha céu ecológico mais alto do mundo.






Edifício deve se tornar arranha-céu ecológico mais alto do mundo.
A administração do prédio, um marco de Taiwan, espera receber um certificado do programa americano Liderança em Design de Energia e Meio Ambiente (LEED, na sigla em inglês), o maior programa de certificados deste tipo e também o que mais cresce.

A corporação financeira de Taiwan, proprietária do prédio, anunciou o investimento nos próximos 18 meses para cortar o uso de energia e de água e diminuir as emissões de carbono em até 10%.


Para isso, deverão ser instalados novos e mais eficientes sistemas de energia e encanamento. A administração também pretende encorajar as 10 mil pessoas que trabalham no prédio a reciclar, manter o ar-condicionado a uma temperatura de 26 graus e usar o transporte público.

A administração também vai pedir aos ocupantes que comprem comida nos arredores, para cortar a emissão de carbono das entregas de refeições.

A vice-presidente assistente do Taipei 101, Kathy Yang, disse que o projeto deve gerar uma economia de US$ 615 mil (cerca de R$ 1,06 milhão) por ano e atrair como novos locatários empresas que desejam ser ambientalmente responsáveis.

“É realmente importante para a indústria da construção olhar para a questão ambiental, levá-la a sério”, disse Yang. “Então, queremos mostrar para o mundo que mesmo um edifício alto como o nosso pode começar a fazer isso, que podemos fazer o melhor para nos tornar um edifício ‘verde’.”

Como se fossem cidades verticais, os arranha-céus do mundo estão entre alguns dos maiores poluidores em zonas urbanas.

Construído em 2004, o Taipei 101 já foi projetado com algumas características de respeito ao meio-ambiente. O prédio coleta água da chuva, que é usada nas descargas e para regar seu jardim, e suas janelas, de duas folhas de vidro, ajudam a evitar que o calor do exterior entre no edifício.

Há cerca de 3.500 prédios em todo o mundo com certificado de ambientalmente responsável, mas a administração do Taipei 101 espera que ele seja o primeiro arranha-céu a obter o documento.

sexta-feira, julho 02, 2010

Quem é quem entre fissuras, trincas e rachaduras

A empolgação passou. Você já desfruta do aconchego do seu lar e está feliz da vida. Aí um dia assim meio sem querer, olhando em torno e apreciando a obra que você produziu você se depara com uma “rachadura” e, claro, se desespera. Mas será mesmo uma rachadura? Não seria uma trinca ou quem sabe uma fissura?


   Pois é. Isso, realmente, nunca sabemos direito pois, estamos acostumados a chamar tudo de rachadura. Mas, elas são diferentes. Requerem intervenções diferentes na sua solução e podem ser mais ou menos preocupantes. Então, vamos entender melhor isso.


 Fissuras: Apresentam-se como aberturas finas e compridas, mas de pouca profundidade.         Normalmente são superficiais atingindo a massa corrida ou a pintura. Portanto inofensivas. Apesar disto, nada bonitas ou agradáveis.




Trinca: É mais acentuada e profunda provocando a separação das partes. O que pode vir a ser indicativo de que algo grave pode estar ocorrendo. Por isso requer um estado de atenção.


 Rachadura: Abertura grande, acentuada e profunda, também com divisão das partes e de gravidade acentuada uma vez que afetando a alvenaria e elementos estruturais como vigas, colunas e laje, por exemplo, comprometem a estabilidade da edificação tornando-se um risco à segurança dos usuários.


O aparecimento deste tipo de problema tem relação com a qualidade da obra, tanto dos materiais quanto da dosagem de argamassa e concreto, aplicação e a fatores externos como: oscilação de temperatura, infiltração, fadiga por cargas repetitivas e temporárias e fatores estruturais. Por apresentar causas diversas precisam de uma avaliação especializada para a correta intervenção e solução do problema.


   Se a patologia detectada é apenas uma fissura estável a solução é mais simples. Mas fique atento pois, normalmente, tudo começa com uma fissura. Por isso é importante acompanhar para saber se ela se estabiliza ou não. Em caso negativo esta evolução levará a trincas ou rachaduras indicando a presença de uma enfermidade mais grave.

   As trincas  e rachaduras precisam de uma investigação minuciosa afim de preservar a segurança da edificação e, claro, de quem a utiliza. Por isso o ideal é chamar um engenheiro civil e solicitar um laudo técnico

   Para a elaboração do laudo técnico o engenheiro realizará um estudo das causas. Assim entenderá melhor o problema antes de definir a conduta a ser adotada para a solução do mesmo. E apontará, também, outras possíveis patologias encontradas, definindo as prioridades a serem sanadas. A partir disto você terá a segurança necessária para decidir o que fazer antes de reformar.

   Garantias de que nenhuma destas enfermidades irão aparecer na sua edificação você não terá, mas é possível preveni-las fazendo, antes de construir, um bom projeto, um estudo do solo, usando materiais de qualidade, escolhendo mão de obra profissional competente e cobrando controle na execução dos procedimentos construtivos.


Hotel Design – Sax Praga

Hotel temático.  Localizado em Praga, num edifício do século XIV que já abrigou de tudo um pouco e, em 1994, foi decorado por Nadi Sadovska e Jaromír Pitzinger para virar um hotel.

 A fachada, bem clássica. Ele é o prédio da direita.

Ele é temático porque o conceito proposto é recuperar o design dos anos 50, 60 e 70 sem releituras – vintage, mesmo. Cada quarto é diferente do outro, os lençóis, pisos, paredes e móveis são escolhidos a dedo para passar toda a atmosfera dessas 3 décadas de design do século XX.



O lobby já dá o gostinho dos móveis, luminárias e cores que estão espalhados pelo hotel.


Representando os anos 50 estão, entre outros, Arne Jacobsen (da Egg, Formiga e Swan), Charles e Ray Eames (da La Chaise e cadeiras de plástico) e Florence Knollová (ex-presidente da Knoll), os designers clássicos do modernismo.

Olha que sonho ter essas cadeiras no quarto... uma Swan e uma cadeira de balanço dos Eames...


Dos anos 60 eles trouxeram a arte pop. Verner Panton e Eero Saarinen também marcam presença. O futurístico vem dos anos 70, assim como o psicodélico, cores fortes, vibrantes, padronagens e formas inesperadas.

No quarto a gente já observa as estampas, o colorido meio pop meio psicodélico.



 Essa parede no banheiro é perfeita!


quinta-feira, julho 01, 2010

Projeto luminotécnico otimiza distribuição da luz artificial




A luz está presente em nossas vidas desde o mais tênue momento. É ela que dá sentido aos objetos nos permitindo identificar formas e criando a sensação das cores. A partir da invenção da lâmpada começamos a usufruir da luz artificial aprendendo a controlar sua quantidade e qualidade e não paramos mais. Desenvolvemos complexos sistemas e integramos o conceito de iluminação aos ambientes domésticos, profissionais e de entretenimento.

   O conceito de iluminação envolve a arte de aplicar e distribuir a luz natural ou artificial em um espaço ou ambiente de forma a atender as necessidades humanas de bem estar, visibilidade e realização de tarefas e as de arquitetura, imprimindo estilo e ambientando espaços, criando efeitos e destacando objetos.

   O uso da luz natural envolve a elaboração de projetos voltados para o máximo aproveitamento dos recursos naturais. O que significa privilegiar o uso de clarabóias, janelas e portas em quantidade e posição que possam maximizar a ação do sol como fonte de iluminação.  Já para a luz artificial emprega-se a luminotécnica. Que é o estudo das técnicas de iluminação artificial aplicadas à ambientes internos e externos.

   Este estudo objetiva alcançar a otimização da iluminação, produzindo um sistema correto, sem defeitos e que estimule os sentidos através da exata distribuição da luz, integrando a artificial a natural. Levando em conta, também, nossas expectativas e desejos por conforto luminoso, qualidade, controle facilitado, baixo custo, flexibilidade para reposicionamento de luminárias, modulação de intensidade e sensores de acionamento.
   
Os sistemas de iluminação que incluem lâmpadas, luminárias e controles como dimmer, timers, interruptores e detectores de movimento, são a primeira decisão a ser tomada em um projeto luminotécnico. E para definir o mais adequado é preciso estabelecer:

   – Como as luminárias serão distribuídas no ambiente, ou seja, a iluminação geral, a localizada e a de tarefa.
   – Como as luminárias distribuirão a luz?  de forma direta ou indireta? 
   – E qual a ambientação/função que desejamos, como o que será efeito, destaque, decoração e qual a modulação adequada.

   Partindo destes conceitos não será tão aterrorizante encarar a tarefa de pensar na iluminação de sua casa.

Plástico reciclado é usado para construir casas sustentáveis



  Em tempos de sustentabilidade inovar e descobrir novas alternativas construtivas é cada dia mais importante. Quem há alguns anos atrás, poderia pensar em construir móveis de materiais como plástico? Imagine então erguer uma casa com este material. Pois foi exatamente isso que fez uma empresa na Grã-Bretanha.

   A companhia Affresol construiu uma casa com 18 toneladas de plástico reciclável. Utilizando a tecnologia a empresa desenvolveu um produto chamado de Thermo Poly Rock que produzido a partir da mistura de lixo reciclável com resina e polímeros TPR forma placas mais resistentes que concreto, aprova de água, duráveis, resistentes a infestações de insetos, não inflamáveis, 100% recicláveis e capazes de proporcionar um excelente isolamento térmico, entre outras características.

   Construir casas populares de qualidade e de baixo custo é um grande desafio para os governos. 

Principalmente em momentos em que moradias são destruidas por tragédias exigindo a ação da arquitetura de emergência. Contar com esta nova tecnologia para oferecer moradia barata sem deixar de lado a qualidade, promovendo a sustentabilidade e encontrando uma solução para o lixo que se acumula nas grandes cidades, é mais uma opção da qual os governos poderão lançar mão na solução do problema de moradia para as comunidades carentes.

   E é exatamente isso que está fazendo o governo do País de Gales, juntamente com organizações ambientais, ao apoiar o projeto da empresa que já lançou uma linha de casas verdes e construções portáteis modulares de quatro toneladas e que já prevê para logo a construção do primeiro condomínio popular feito de plástico.

  Enquanto isso aqui no Brasil duas empresas, localizadas no Rio Grande do Sul,  a Plásticos Vipal e a Royal do Brasil , já detém a tecnologia para a contrução de casas de com perfis de PVC que podem ser preenchidos com concreto ou  outros materiais. O sistema já foi testado, aprovado e executado com sucesso.

fonte: http://poloservicos.wordpress.com/

quarta-feira, junho 30, 2010

Casa pré-fabricada ganha sofisticação e elegância

É dificil falar em casa pré-fabricada sem que se note uma certa resistência ou uma cara de “Humm, acho que não”. Afinal o conceito que conhecemos, ou pelo menos o mais comum no mercado, não costuma oferecer estética agradável, funcionalidade e para ser bem atual,  sustentabilidade. Mas como vivemos em tempos modernos e precisamos novos conceitos de bem viver surge, então, o Green Home.

  
O “ Lar Verde”, em tradução literal, surgiu a partir da parceria entre o arquiteto italiano Roberto Semprini e a empresa SUBSSATI Wooden Home  e combina elegância, sofisticação e responsabilidade ambiental  em um projeto que mescla  os estilos de casa modular com o de pré-fabricada.

   Elaborada com materiais sustentáveis a casa tem uma estrutura de aproximadamente 100 m², composta com mezanino, grandes janelas e um jardim vertical em uma das faces. A casa pode parecer simples por fora, mas seu interior apresenta um design moderno, inovador e harmonioso.


É, a casa pré-fabricada também já não é mais a mesma. Que bom! Então é só colocar de lado o antigo ranço com relação ao conceito e,  quem sabe, pensar em utilizar esta ideia no seu projeto.

 fonte: http://poloservicos.wordpress.com/

Planta Baixa



Sempre que nos envolvemos com projetos, sejam arquitetônicos, de reforma ou de decoração, automaticamente somos remetidos à planta baixa. Até aí tudo bem. O difícil é saber o que isso significa e para que, realmente, serve. Dúvidas normais uma vez que poucas pessoas a compreendem ou conseguem visualizar, a partir dela, a obra acabada. 

    Na verdade, a planta baixa é o desenho de uma construção contendo todas as informações da edificação. Todos os ambientes são retratados, fielmente, através de suas medidas de largura e comprimento, bem como as especificações das portas e janelas com altura, largura e peitoril. Todo este detalhamento é feito em escala.

   Escala é a relação entre as dimensões de um desenho e as dimensões da peça a ser representada. Na montagem de planta baixa e cortes as escalas, normalmente, utilizadas são 1:50 e 1:100. Isso significa que a dimensão representada será, por exemplo, 50 vezes maior na realidade, ou seja, 1cm corresponde a 50cm reais. Escalas de redução são mais comumente usadas para que a visualização da peça seja possível no papel.

   Uma vez definida a escala a composição do desenho fornecerá a noção exata dos espaços, inserindo o conceito de área útil que é a área, efetivamente, utilizada por nós para viver e que, logicamente, terá peso maior.

   Para organizar uma planta baixa os procedimentos básicos sugeridos são:

1) Escolha da escala
2) Demarcação das paredes
3) Representação da projeção dos beirais
4) Representação da posição e das dimensões das esquadrias bem como dos arcos que demarcam as aberturas das portas
5) Representação das louças sanitárias
6) Representação dos pisos frios
7) Representação de textos e cotagem
   E não esqueça de informar a escala que foi usada na representação.

   Entretanto, dependendo do tipo de obra que estamos executando, projetos complementares como de iluminação, elétrica e hidráulica que fornecerão a localização dos pontos a serem explorados como, por exemplo, os focos de luz que serão usados para destacar quadros, poderão ser necessários. Mas, como são plantas técnicas, devem ficar a cargo de um profissional capacitado para a leitura.

   Assim, a grande vantagem da planta baixa é dar uma clara visualização do que vamos construir, reformar ou do ambiente que estamos decorando. Uma vez que nos permite fazer uma adequação correta dos móveis a serem utilizados. Pois eles também podem ser representados, em escala, dentro da planta baixa, ajudando a identificar a necessidade da fabricação de móveis sob medida, por exemplo. E servirá, principalmente, como ferramenta facilitadora no processo de discussão e execução das ideias com o profissional escolhido para realizar o projeto.

   Para a execução do projeto a planta baixa executiva será o instrumento guia para o empreiteiro.

Tudo o que será feito deverá estar representado com as medidas, absolutamente, corretas. Por isso, se for usar o computador para desenhá-la, use o Autocad que é o programa ideal para este tipo de trabalho. Os outros são mais indicados para ajudar na visualização da obra acabada privilegiando o  layout  não servindo como instrumento executivo.

fonte: http://poloservicos.wordpress.com

ESTRATÉGIAS DE MARKETING PARA PROFISSIONAIS DA ÁREA DE ARQUITETURA, DESIGN DE INTERIORES

Eis aqui uma área na qual o investimento financeiro é praticamente nulo e o seu talento e esforço pessoal são determinantes. Segundo os especialistas de marketing mais eficientes ainda são os mesmos já vastamente difundidos no meio corporativo em geral. O desafio está em utilizar esses instrumentos de maneira correta, explorá-los em suas nuances e ramificações variadas. Uma vez atingido o caminho certo, passa a valer como critério de êxito a habilidade de manutenção permanente das boas práticas. Confira como fazer nos tópicos a seguir.

Limitações de largada - No início da atividade profissional, ações de divulgação mais intensas no mercado têm possibilidades reduzidas de emplacarem. "Primeiro, acho importante construir uma base comercial, um currículo mínimo de obras", recomenda o arquiteto Mario Biselli, sócio do escritório Biselli Katchborian. "Não adianta se apresentar ao mercado com belíssimos desenhos. Os clientes querem ver o que o arquiteto já fez". Daí que, no começo, a luta é conseguir trabalhos dentro do círculo familiar, ou nas amizades próximas, completa."

Rede de contatos - É ainda na universidade que a rede de contatos profissionais cria embriões, junto a colegas e professores, que são potenciais parceiros em trabalhos futuros. Estágios em empresas são outra fonte valiosa de aproximação com integrantes do mercado. "Quando o marketing começa a ser feito dentro da universidade, o aluno já conta com toda uma estrutura para deslanchar assim que se forma", observa o consultor Ari Lima. "Durante os estudos, já deve existir a preocupação em desenvolver o plano de marketing pessoal e a gestão da carreira. Depois da formação, parte-se para o plano de negócios."

Presença em eventos - Congressos, convenções e eventos similares são ambientes férteis para ampliação e fortalecimento do círculo de contatos. O arquiteto também pode se dispor a promover palestras ou cursos gratuitos como forma de criar projeção social. E a presença não deve se restringir a reuniões do setor. "É necessário manter um bom relacionamento também com advogados, médicos e profissionais de outras áreas. Essas pessoas vão construir casas, reformar, e têm um círculo de amizades que pode acabar remetendo ao arquiteto", justifica Lima.

Internet - Ferramenta de baixo custo e elevado retorno, a internet oferece diferentes vieses a serem aproveitados. A utilização mais habitual concentra-se no desenvolvimento de websites para empresa ou profissionais autônomos. No entanto, outros recursos ganham credibilidade e se firmam como alternativas - exemplo típico do blog corporativo. Uma terceira vertente de promoção virtual é a publicação de artigos, no próprio site, blog ou em outros endereços eletrônicos de interesse do público-alvo do arquiteto. "Iniciativas como essas são gratuitas. A exigência é muito mais por uma disposição intelectual", aponta o consultor. "Também não é preciso esperar que o escritório cresça para desenvolver ações nesse sentido, ligadas ao plano de marketing. O importante é desenvolver o plano de marketing para, em seguida, conseguir crescer", acrescenta.

Parcerias - Fazendo uso dos contatos construídos ao longo dos anos, os arquitetos têm, nas parcerias, uma ferramenta poderosa de obtenção de trabalhos. Não é necessária a constituição de empresa. São acordos informais, de ajuda mútua, a serem feitos com outros arquitetos cujo segmento de atuação seja diferente, ou com engenheiros e construtoras. "Eles vão trocando informações, favores, apoios, um indicando o outro", explica Ari Lima. "É uma das principais ferramentas de promoção, hoje. Um nível adequado de parcerias por si só é capaz de manter um escritório de arquitetura num bom ritmo de atividade."

Força da indicação - Note-se que, comparada com o recurso da publicidade e da propaganda paga, a indicação profissional - livre de custos - traz muito mais resultados ao prestador de serviços do setor. "É mais forte a indicação de um arquiteto por um engenheiro que já está na obra, já tem um grau de relacionamento ali dentro, do que se o proprietário recebesse a informação daquele profissional de arquitetura por um jornal, ou outra publicação qualquer", considera Ari Lima. Já Mario Biselli enfatiza que não se faz leilão para contratação de arquitetos. "Cliente gosta de trabalhar na confiança. Ou ele viu sua obra, ou alguém fez uma indicação muito incisiva do seu trabalho", expõe. "Chega a ser constrangedora, na arquitetura, a propaganda direta", opina Biselli.

Manutenção dos contatos - A rede de contatos não existe para ser acessada apenas quando há interesses imediatistas. A alimentação precisa ser freqüente, sem que se tente planejar retorno. "O marketing não é uma ciência exata. As coisas dão certo por maneiras indiretas", lembra Mario Biselli. "Se sua rede estiver bem alimentada, o nome do profissional será lembrado quando surgir uma necessidade", ressalta Ari Lima. O engenheiro Manoel Botelho, que oferece cursos de marketing nos setores de engenharia e arquitetura, sugere que os profissionais se manifestem formalmente pelo menos duas vezes ao ano, por cartas ou e-mails. "Tem que avisar que você está vivo, está atuando, e qual sua especialidade. As pessoas esquecem", afirma Botelho.

Comunicação visual - Estabelecer um padrão visual nos meios de contato com os clientes ajuda na fixação do nome do arquiteto ou escritório. A dica se aplica do cartão de visita à placa de obra, passando pelo papel timbrado e pelos desenhos do profissional. "Em tudo que for feito, tem de haver uma marca característica, personalizada com uma lembrança indiscutível", salienta Manoel Botelho.

Auxílio especializado - Além do próprio consultor de marketing (cuja atuação costuma ser vigorosa nas primeiras semanas e mais aliviada posteriormente), outro profissionalmídia está entre os instrumentos que mais geram resultados aos arquitetos. "As publicações são fundamentais", frisa Mario Biselli. "Quando você vai a um cliente novo e mostra uma obra sua publicada, ele gosta, mesmo que não tenha tido acesso ao material pelas vias normais." Segundo o arquiteto, esses casos costumam ocorrer quando se está em busca de empreendimentos de grandes dimensões. "Aí tem que haver uma ação mercadológica mais ativa do arquiteto, visitar pessoalmente, deixar um currículo, um portfólio", explica, complementando que, no caso de obras de menor vulto, como residências, os veículos de imprensa economizam esse trabalho de campo, na medida em que conseguem atingir diretamente o consumidor final.

Presença na mídia - Quem quiser evitar o custo com a assessoria especializada ou a considera desnecessária, pode procurar, por conta própria, a interação com a mídia. O engenheiro Manoel Botelho dá um exemplo de como já conseguiu presença considerável nos maiores jornais do País: "Quando chega janeiro, mês de aniversário de São Paulo, começo a mandar uma série de pautas contendo curiosidades sobre a construção civil na cidade, assunto do qual gosto muito. De vez em quando, os jornalistas vêm falar comigo. Já houve ocasião de eu dar entrevista de duas páginas no Estado de S.Paulo." O arquiteto Mario Biselli utiliza a proximidade que estabeleceu com revistas do setor, desde os tempos de faculdade, para apresentar projetos e pleitear publicações. Ele conta que esse relacionamento foi facilitado também pelo seu hábito de oferecer artigos aos veículos. "É importante, principalmente nas revistas especializadas, que você estabeleça posições, mostre o que pensa, desenvolva raciocínios", destaca.

Ética - Por fim, vale registrar que os resultados positivos das estratégias de marketing estão atrelados à ética do dia-a-dia. "Acontece muito de um profissional denegrir a imagem de outro para tentar ganhar um cliente, o que demonstra falta de profissionalismo e incapacidade de trabalhar dentro de um sistema organizado", exemplifica o consultor Ari Lima. É muito provável que o cliente se dê conta de uma manobra dessa natureza, o que fatalmente acarretará em conseqüências desastrosas ao envolvido.

Ferramentas de promoção - Super Dicas!!!

Contatos pulverizados - Busque relacionar-se com profissionais de diferentes segmentos. Todos são potenciais clientes e ajudam na propagação de seu nome ou de seu escritório.

Parcerias - Arquitetos com focos distintos de atuação, engenheiros e construtoras podem estabelecer acordos informais em que um indica o outro para trabalhos em geral.

Rede bem alimentada - Desenvolva o hábito de trocar informações com colegas, parceiros e clientes.

Internet - Utilize para criação de um website, blog ou publicação de artigos em endereços de interesse de seu público-alvo.

Comunicação visual - Padronize cartões de visitas, placas de obras, papel timbrado. Isso ajuda a fixar sua marca ou nome no mercado.

Assessoria de imprensa - Contrate para promover seus projetos em revistas especializadas e demais veículos.

Fonte: revistaau.com.br
Por Thiago Oliveira

terça-feira, junho 29, 2010

Bambu

Você sabia que o bambu é classificado como uma planta C4? Pois é, o bambu possui uma via adicional que incorpora carbono e, com isso, faz mais fotossíntese!



Os bambus, assim como as árvores e os oceanos, usam o carbono através da fotossíntese, para gerar carboidratos. Quando uma árvore ou bambu cresce, é retirada da atmosfera certa quantidade de carbono que fica retido na planta. O bambu gera mais O2 que o equivalente a três árvores. Algumas espécies de bambu chegam a absorver mais de 12 toneladas/hectare de CO2 da atmosfera e é a planta que tem a maior taxa de crescimento da terra, isso contribui para o bambu ser um importante seqüestrador de carbono.

No primeiro ano, ele já alcança 70% de seu tamanho total. Levando em conta que em média brotam 10 colmos de bambu por moita (10 brotos) no mínimo, nota-se que uma muda tem grande potencial de seqüestro. Uma moita normalmente possui de 30 a 40 colmos.

Segundo o instituto do bambu, a planta é composta por 48% de carbono. Dez colmos ou uma moita adulta, no mínimo seqüestraram 604 kg de CO2. Isto equivale a 240 litros de gasolina, por exemplo. Com isso, se você gastar um tanque de 50 litros de gasolina por semana, plantando onze mudas de bambu, irá compensar esta poluição por um ano!




 Como absorve maior quantidade de CO2, que é um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global devido ao efeito estufa, o bambu favorece a manutenção ambiental do planeta.