terça-feira, julho 27, 2010

Jardim suspenso de Londres


 O conceito de teto verde consiste no uso de vegetação sobre a cobertura de edificações, visando uma melhoria nas condições de conforto térmico e acústico e, também, no resultado formal.

No verão, a transmissão de calor pelo telhado pode ser reduzida em mais de 90% se for utilizado o sistema de teto verde. O mesmo ocorre no inverno, onde é possível observar uma diferença na temperatura de mais de 10°C entre o interior e o exterior.

Além de melhorar o micro-clima da cidade, há outros benefícios no uso dessa técnica, como a formação de um micro-ecossistema, já que vários tipos de plantas, insetos e pássaros são atraídos por esses “jardins suspensos”. Em Londres, os greenroofs (tetos verdes) ganharam fama depois do sucesso do trabalho de um observador de pássaros que começou a reproduzir nos telhados da cidade o ambiente natural de um pássaro que estava em extinção. Aos poucos, os animais conseguiram aumentar sua população, com espaço para viver e se reproduzir. E, claro, a cidade ficou mais charmosa e saudável também.
Não há dúvida de que um telhado em forma de jardim deixa a casa mais agradável internamente e mais bonita, convidativa e interessante de se ver. Em pontos comerciais, esse sistema pode ser utilizado para torná-los mais atrativos, mais visíveis, podendo transformá-los em ponto de referência no bairro ou na cidade.

Para se fazer um teto verde há alguns aspectos técnicos que devem ser observados. A estrutura do telhado, a inclinação, a manta específica para impermeabilização, a drenagem, a espessura e o tipo de substrato, bem como as espécies a serem plantadas devem receber especial atenção durante o projeto e em sua execução.
As espécies mais adequadas para o telhado verde são aquelas que exigem pouca manutenção. Procura-se utilizar espécies mais rústicas de grama, preferencialmente da própria região onde está localizada a edificação. Podem ser utilizadas também plantas da família das suculentas, flores e até mesmo arbustos (em telhados com maior estrutura e camada de substrato mais profunda).

Depois de implantado, o teto verde requer pouca manutenção, podendo essa ser feita por qualquer pessoa. Não é preciso preocupar-se com podas ou adubação contínua e nem irrigação periódica.
Mas atenção, não basta subir no telhado e começar a plantar. A instalação de um teto verde requer mão de obra especializada e infra-estrutura adequada, para que, com o tempo, o cliente não venha a ter problemas com vazamentos e infiltrações.

Atualmente, o sistema de teto verde pode ser considerado uma tendência mundial, com experiências sendo desenvolvidas em vários centros urbanos e instituições de ensino. Pode-se dizer, inclusive, que há uma tentativa de disseminação desta técnica, visando a adaptação urbana às novas condições de mudanças do clima, impostas pelo aquecimento global.

Patrick Blanc colocou 12 mil plantas no exterior dos 8 andares do Athenaeum Hotel, em Londres. A nova versão dos míticos jardins suspensos da Babilônia!




















































































































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 Hotel 
boutique em Londres

Hotel boutique em Londres

Com uma decoração renovada em cada estação e um jardim suspenso, é a grande sensação em Paddington. Visita mais do que obrigatória

O primeiro Hotel Índigo da Europa inaugurado em Londres, Paddington, tem sido o centro das atenções dos turistas e de quem passa também. Para além de uma decoração renovada a cada temporada, de forma a conservar a sensação de novidade e o interesse dos clientes, o hotel exibe, numa das suas laterais, o maior jardim suspenso do mundo.

A estrutura tem uma altura de seis por três metros, pesa mais de um quarto de tonelada e inclui acima de 100 variedades diferentes de plantas e flores de temporada. O enorme “vaso” está suspenso a 7,5 metros de altura, tendo sido precisas três semanas para concretizar tal sonho, inspirado nos Jardins suspensos da Babilónia, considerados uma das sete maravilhas do mundo.

Sendo o primeiro Hotel Índigo da Europa - o conceito tem sido popularizado na América do Norte - destina-se, sobretudo, a pessoas que viajam por negócios ou prazer, para quem o design é importante, mas que não estão interessadas nas inúmeras comodidades ao dispor num hotel de luxo. Querem simplesmente um hotel boutique que proporcione os benefícios de uma grande empresa hoteleira.
Sem dúvida, uma forma diferente de se acomodar em Londres, de apreciar tão bonita cidade e de poder partilhar esta experiência com os seus amigos.



segunda-feira, julho 26, 2010

Casa sustentável

Casa sustentável de A a Z. O desafio da eficiência ambiental, social e econômica



Diferente da construção ecológica ou natural, que pode ser definida como aquela que permite a integração entre homem e natureza com um mínimo de alteração e impactos sobre o meio ambiente, a “Construção Sustentável” pode ser um produto da moderna sociedade tecnológica. Esse conceito de construção e decoração, além de contribuir para a preservação do meio ambiente, reduz o tempo de obra, o volume de lixo e os custos da produção.

Sustentabilidade na Construção

O uso de matérias-primas naturais renováveis, obtidas de maneira sustentável ou por biotecnologia não-transgênica, bem como a reciclagem de material sintético por processos tecnológicos limpos (sem a emissão de poluentes e sem o uso de insumos agressivos) permitem classificar um produto a partir de critérios ambientais. Hoje, muitas empresas já trabalham com esse processo, oferecendo ao consumidor final uma infinidade de produtos para este setor. Tijolos, coberturas, revestimentos, pisos, entre outros, já são encontrados no mercado. Já os sistemas hidráulicos podem ser planejados com controle racional ou reaproveitamento de água em reservatórios, receptor de águas pluviais para pias e drenagem de jardim, que devem receber cuidados na manutenção e preservação. Outros produtos, considerados aceitáveis na ausência de outras opções, devem ser usados de maneira bastante criteriosa, principalmente no interior de casa, como compensados e OSBs (colados com cola à base de formaldeído). O mesmo vale para madeiras de reflorestamento tratadas por autoclave (sistema CCA, CCB ou CCC), as quais são imunizadas com um veneno à base de arsênico e cromo - este tipo de madeira, segundo a EPA norte-americana e os próprios fabricantes daquele país, já não pode mais ser usada em áreas públicas. A solução sempre é buscar produtos à base de água ou 100% sólidos, isso é, que em contato com o oxigênio não emitem gases ou odores.

O Brasil engloba uma série de panoramas climáticos diferentes e a construção sustentável deve respeitar e aproveitar o clima na qual será inserida, além de ser um dos países mais ricos do mundo em matérias-primas naturais renováveis e com lixo abundante, motivo este que faz do país um verdadeiro celeiro de ecoprodutos e materiais reciclados, gerando emprego e levando cidadania a muitas pessoas

Sustentabilidade na Decoração

Pensar na decoração ou no paisagismo de uma residência é sempre motivo de satisfação. Nada mais agradável do que criar em seu lar um ambiente bonito, organizado e personalizado. Mas este bem-estar pode ser ainda mais interessante, se na hora de elaborar o projeto o fator “ecologicamente correto” estiver presente, transformando em uma moradia mais “verde” e harmoniosa. A busca pelo equilíbrio ambiental fez nascer uma série de produtos e soluções capazes de proporcionar uma decoração sustentável, com materiais que tragam benefícios reais ao meio ambiente. Sofás, poltronas e cadeiras, por exemplo, podem ser revestidos com materiais recicláveis, tais como: tecidos de garrafas pet, fibras naturais ou couro ecológico. Já o piso, as paredes, as telhas e os móveis podem ser feitos com madeira ou cerâmica de demolição e embalagens prensadas, além dos produzidos com fibra vegetal. Peças de designer também são encontradas com este material, trazendo equilíbrio ao meio ambiente sem deixar o glamour de lado. Verificar a procedência dos móveis e objetos de decoração deve ser uma rotina para o consumidor, como, por exemplo, a origem da madeira utilizada na mobília, exigindo o certificado do produto (FSC- Conselho de Manejo Florestal), certificado este que assegura a origem não predatória da madeira, o selo verde mais respeitado no mundo.

Começar a utilizar os recursos naturais de maneira controlada em todos os detalhes da decoração e construção só trará benefícios para o planeta e as futuras gerações e o resultado são espaços com móveis versáteis, toques criativos e recursos de acordo com o bolso e gosto do consumidor.

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    Pastilhas Ecoglass - 100% vidro...
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    Telhas em fibra vegetal - Onduline
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    Revestimento Street Beig

domingo, julho 25, 2010

Lareira a gás

Foto: Alan Vistochi


Foto: Divulgação


Foto: Vera Enderle
Longe da fumaça!
Com instalação rápida, as lareiras a gás são práticas, seguras e têm fácil manutenção


Na estação mais fria do ano  a boa notícia é que ainda é possível realizar o sonho de ter uma lareira em casa. Os modelos a gás têm instalação mais rápida do que os convencionais a lenha. A LCZ Lareiras, por exemplo, realiza a construção completa em apenas três dias.
Além disso, os kits são seguros e muitos dispensam o uso da chaminé, uma vez que não produzem fumaça. A praticidade e a fácil manutenção também são pontos altos. Além de ajustar a intensidade das chamas pelo controle remoto, o usuário não precisa se preocupar com resíduos de lenha ou possíveis fagulhas.

Aquecendo a sala de tevê
O modelo projetado pela LCZ Lareiras confere um clima aconchegante à sala. A peça foi construída em alvenaria e revestida de massa corrida com pintura que suporta altas temperaturas. "Os proprietários buscavam praticidade e economia, além de estarem preocupados com a questão ambiental", explica o gerente de vendas João Odilon. Além de garantir a segurança, o vidro temperado instalado na estrutura auxilia na decoração. O equipamento ainda conta com válvulas de segurança que bloqueiam o gás quando há queima de oxigênio acima do permitido ou quando as chamas se apagam.

Foto: Divulgação
Mosaico decorativo
O apartamento no bairro de Higienópolis, em São Paulo, não dispunha da infraestrutura necessária para a construção de uma lareira convencional. Para resolver a questão, a arquiteta Andréa Cardoso Estevam optou pelo equipamento a gás. O kit foi inserido em uma caixa de mármore travertino de 40 cm de profundidade, 1 m de largura e 50 cm de altura. "O volume acima da lareira foi revestido com mosaico de pedra travertina e é somente decorativo, já que o equipamento não precisa de duto de exaustão", explica Andréa. O vidro temperado cristal de 20 mm foi embutido no mármore e colado com silicone incolor.
Imponência
"A proposta era transformar a lareira em um elemento de destaque na sala", conta a arquiteta Flavia Caldeira, responsável pelo projeto. A peça original era pequena e foi concebida para ser utilizada com lenha. Como o apartamento já disponibilizava um registro de gás no local, a transformação foi rápida e o projeto ficou pronto em 15 dias. Na hora da escolha, os proprietários levaram em conta a praticidade e a segurança da lareira a gás. Os revestimentos escolhidos foram o mármore piguês e o granito preto absoluto, que suporta altas temperaturas. A estrutura em alvenaria acima da lareira abriga a coifa e o duto de exaustão, que foram executados em latão. A caixa que abriga o lenho linear tem 1,40 m de largura, 0,65 m de profundidade e altura de 0,30 m.

Estética valorizada
A lareira projetada pela arquiteta Claudia Sovierzoski foi revestida em mármore branco paraná, material também utilizado no piso do apartamento. "Optamos por manter o mesmo padrão para não poluir o espaço", explica a profissional. As medidas da base são 1 x 0,15 x 0,50 m. A estrutura superior, executada em drywall com pintura acrílica, imita o duto de exaustão de uma lareira a lenha. Na parede do fundo, o pinus com pintura envelhecida simula madeira de demolição e confere um tom rústico ao ambiente.





Foto: Divulgação
Vista para o jardim
O proprietário dessa residência na Granja Viana, em São Paulo, desejava criar um ambiente com vista para o jardim com muito conforto térmico. O desafio foi entregue à arquiteta Vilma Massud, que idealizou uma lareira a gás no centro do living. Construída em mármore travertino romano bruto, a peça se assemelha a uma mesa de centro e possui tampo em vidro temperado - resistente a variações bruscas de temperatura. Os vãos existentes possibilitam a saída do calor e facilitam o acesso à válvula de abertura do gás.

Madeira e mármore
Idealizada pela arquiteta Adriana Consulin, a lareira foi revestida com madeira de demolição e ganhou tampo em mármore nero marquina - a peça tem 15 cm de largura, 80 cm de altura e 20 cm de profundidade. Na abertura, foram utilizadas pedras vulcânicas, que retêm o calor no ambiente. "A vantagem da lareira a gás é a praticidade de girar o botão e acender o fogo em apenas alguns segundos, sem a necessidade de despejar a lenha e depois limpar as cinzas", diz Adriana. Para evitar acidentes, o equipamento conta com um dispositivo contra possíveis vazamentos.

fonte:  http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/46/artigo139978-2.asp

Não descarte nada! Objetos antigos podem ser reaproveitados na decô

Designer cria luminárias com objetos inutilizados, como garrafas vazias e até antigas máquinas de escrever


Divulgação
A máquina de escrever virou uma linda luminária de mesa
Muita gente guarda coisas antigas mesmo sem saber o que fazer com elas, por dó de descartá-las. Saiba que elas podem voltar à ativa na decoração da casa, com funções totalmente diferentes da original. A designer sul-africana Katie Thompson pega alguns desses objetos velhos, que iriam para o lixo, e os transforma em bases para lindas luminárias. São louças, garrafas, bonecos, guarda-chuvas e até máquinas de escrever... Confira algumas das ideias:


Divulgação
Trabalho feito com garrafas de leite
Divulgação
Até os guarda-chuvas viraram itens de iluminação


sexta-feira, julho 23, 2010

Adesivo de parede


Em uma das paredes da cozinha, o divertido adesivo, desenvolvido pelo designer Renato Gave, retrata os membros da família e a paixão do casal de moradores pela culinária.
Uma parede branca de 5 metros de altura ganhou vida com dois kits, de 1,80 m x 0,40 m cada, de adesivos pretos.


O adesivo de árvore preto ficou ainda mais interessante – e exclusivo – com frutos e personagens pintados com tinta látex.


Em forma de mapa-múndi, o adesivo complementa a decoração do quarto em estilo australiano.

Sala de almoço com as paredes decoradas. Onde não há adesivo, vê-se o revestimento de palha asiática em tom de caqui


A parede e o painel atrás da cama ganharam unicidade com os adesivos de flores e as pinturas dos caules. O projeto é assinado pelas arquitetas Regina Adorno e Juliana Mammana.


Na parede deste quarto, os adesivos vinílicos feitos sob encomenda seguem o mesmo padrão da almofada dianteira.


A parede branca ganha um toque de cor com o adesivo em tom de roxo, com desenho delicado.

A posição em que o adesivo é colocado também influencia no resultado. Este, com ramos e folhas, foi colocado entre o teto e a parede, dando um efeito criativo à decoração.

Living com parede em que fica o bar, laqueado de verde. Para personalizar o espaço, um grande adesivo roxo usa motivos de arabescos e flores.


Este quarto de dormir projetado pela arquiteta Vanessa Biasi tem um .painel de madeira todo adesivado com quadrinhos da arte pop


Adesivo de castiçal fixado junto à coleção de castiçais de cristal, disposta sobre bufê laqueado de preto. Ideia da dupla de arquitetos Silvana Quintas e Vicente Parmigiani



Living com parede em que fica o bar, laqueado de verde. Para personalizar o espaço, um grande adesivo roxo usa motivos de arabescos e flores


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,GF71040-16765,00-ADESIVO+DE+PAREDE.html#fotogaleria=11

quinta-feira, julho 22, 2010

Maquete eletrônica