sábado, agosto 28, 2010

Saiba como o jornalista Fernando Gazzaneo, que mora em um loft de 30 m² no centro de São Paulo aproveitou bem o espaço pequeno

Com simplicidade e economia, apê de 30 m² fica prático



O apartamento retangular tem distribuição simples. No ambiente reservado ao quarto, a cama também atua como sofá (1). A sala cumpre o papel de estar e canto de leitura. A bancada em uma das laterais (2) é usada como mesa de refeições, acompanhada de charmosas banquetas. Como a metragem é enxuta e não há muitas divisórias, a ventilação e a luz natural são favorecidas. Os móveis foram destinados às regiões rentes às paredes, deixando o centro livre. Assim, Fernando não tem problemas para receber os amigos, que estão sempre na sua casa.


 Sobre a cama, ficam as almofadas de 45 x 45 cm. A Punapra (preta e branca, de algodão) custa R$ 43 cada e a Fujian (cru, de poliéster) R$ 51,23 cada no Espaço Til. Os vários pôsteres vieram do amigo Apo Fousek, dono de uma empresa especializada. Os presentes agradaram em cheio, já que o morador é fã de arte pop. Pregado na parede roxa, um dos quadros favoritos é uma sequência de fotos de Otto Stupakoff que retratam o músico Tom Jobim. Este foi encontrado no Instituto Moreira Salles e emoldurado no Lojão, tupo por R$ 240.


Sob o aparador, os banquinhos do tradicional modelo Pop 70 (que fez parte da infância de Fernando), comparecem em roxo fluorescente junto à bancada de refeição. Eles foram encontrados na Tok & Stok, por R$ 29,90 cada. Um dos destaques do canto é o retrato da pintora mexicana Frida Kahlo, assinado pela artista Saramello para a Urban Arts, foi arrematado por R$ 98 no site da loja. A poltrona.

 

 Em todo o apartamento, os poucos móveis são soltos do chão, acoplados às paredes - dessa forma, fica fácil varrer e passar pano úmido no piso cerâmico branco que cobre toda a quitinete. O trabalho em madeira é do Marceneiro Marcos, e saiu por R$ 3663, entre apoiadores, estante e cama. O tapete preto produzido a mão, delimita a área reservada à sala. Foi feito pela artesã Sonia e saiu por cerca de R$ 400. Ao fundo, o armário pequeno: um cabideiro, cinco gavetas, uma sapateira e um maleiro onde ele consegue guardar suas roupas e o enxoval da casa, sem aperto. Quando recebe hóspedes para dormir, abre o colchão inflável (guardado no maleiro) e acolhe a visita com conforto. A poltrona de couro sintético modelo Nest, comprada na Manicor Decorações por R$ 699, ajuda a acomodar as visitas. E se nem ela, nem os banquinhos derem conta de receber tantos amigos em encontros sociais, o tapete assume seu lado cadeira. Sem a menor cerimônia.


 Jornalistas adoram ter um monte de espaço para guardar material de consulta. Como sempre foi contra o excesso de móveis no apartamento, Fernando imaginou que prateleiras seriam uma boa alternativa para organizar seus livros e cadernos, sem juntar coisas demais. Apostou em três pranchas acima da bancada do computado e se deu por satisfeito..



 No quarto, o tapete cru de chenile (0,90 x 1,50 m) da Espaço Til custou R$ 112,56. Ele combina com a cadeira giratória Rany, que conta com regulagem a gás, da Manincor Decorações, R$ 429. A leitura é parte importante no cotidiano do morador. Por preferir a iluminação indireta, ele espalhou vários abajures pela casa. No teto, o pendente Life, de alumínio escovado, tem cara de modelo de uso industrial. Foi comprado na Telhanorte por R$ 112,90. Sobre a mesa, a luminária articulada Nairóbi, da Tok & Stok, custou R$ 199. Já no batente que dá passagem a corredor, a charmosa luminária japonesa – um fio com bolas vermelhas de papel – foi presente, vindo de uma lojinha na Liberdade, bairro da capital paulista.

fonte: http://casa.abril.com.br/materias/apartamentos/simplicidade-economia-ape-30-m-fica-pratico-586558.shtml#1  Revista Minha Casa

sexta-feira, agosto 27, 2010

Fish House em Cingapura, uma casa ecologicamente correta

A Fish House é um projeto de Guz Architects, uma empresa que pretende produzir arquitetura inspirada pela natureza, mas em escala humana. O projeto Fish House em Cingapura é uma casa ecologicamente correta à beira-mar onde todos os moradores de cada quarto tem vistas para o oceano, bem como para o jardim e para a sua enorme piscina.

“O nosso principal objetivo era criar uma residência com uma integração perfeita da natureza ao seu redor, portanto, a água tinha um papel fundamental para alcançar isso.”

 

Esta casa é simplesmente surpreendente. Eles conseguiram misturar elementos muito interessantes, como estruturas de madeira, objetos de tecnologia de ponta e um jardim no telhado, que torna o ambiente ser totalmente integrado com seu entorno. 






































Apê de 25 m²: feminino, descolado e multifuncional

Adorei este projeto, saiu na revista Minha Casa. Muito interessante, Belíssimo, Se eu morasse sozinha meu apê seria nesse estilo. 

Saiba como a advogada Denise Tunchel, que mora sozinha no espaço compacto em São Paulo fez ótimo proveito dos ambientes.


 A quitinete de Denise tem uma planta diferente da convencional, além de um pilar redondo estrutural (1). Para ganhar área livre e ter a sensação de amplitude, Denise investiu em poucos móveis. Na parte mais larga, foi possível reservar uma área para a sala, com o sofá e as estantes, e outra para o quarto, representado pela cama suspensa (2). O pé-direito alto, de 2,90 m, facilitou a instalação do móvel. A televisão fica na parede oposta à da janela, o que possibilita que seja vista do sofá e da cama. O janelão acolhe a entrada de muita luz natural, e por causa disso, a solução foi adotar uma cortina curta, que não sobrecarregasse o ambiente, já enxuto. O tecido encorpado filtra a entrada de luz e colabora na hora de ver TV.



 Peça-chave, a mesa de centro Chiclets é assinada pelo designer Felipe Reis. Tem rodízios e foi produzida em tamanho especial para Denise: 1x0,75x0,20m. Saiu por R$ 420 há cerca de um ano. O porta guarda-chuva modelo Hidrante é um cinzeiro sem tampa! Foi comprado nas Lojas Tokyo, por R$ 216. O sofá Origami (1,80 x 0,80 x 0,85 m) de Fernando Jaeger custou R$ 1800 (peça de mostruário), e os barquinhas coloridos que Denise encontrou em uma loja da rua do Gasômetro, em São Paulo, por R$ 10, foram personalizados por Denise com papéis colados.

 Charmosa, a minigeladeira fica em plena sala. Dessa forma, poupa espaço na cozinha, que tem apenas 2,20 m2. Mas, para que fizesse parte da decoração do ambiente mais importante do apê, Denise elegeu um modelo retrô e de cor forte, sobre o qual arruma copinhos em uma bandeja – assim, ainda facilita o serviço no dia a dia. O modelo Retrô (48x51x80cm), de 76 litros, é da Brastemp. Fast Shop, R$ 897,83 (ou 10 x R$ 99,90). Para completar, o pinguim arremata o visual descolado.

 A manutenção simples do piso frio, de cerâmica, agiliza a limpeza da quitinete. Como Denise tem duas gatinhas, isso é fundamental. Quando recebe os amigos, o que é frequente, Denise oferece, além do sofá, as almofadas com jeitinho de futon, tudo bem informal - cada uma delas sai por R$ 140, na Cinerama. Do lado direito do refrigerador, o rack Access é da mesma linha do modelo de parede. Mede 1,20 x 0,40 x 0,39 m, e é encontrado na Tok & Stok por R$ 220.

 Uma das últimas grandes aquisições foi a estante que se estende pela parede de 4m.Com o móvel cheio de nichos, a moradora conseguiu organizar livros, objetos decorativos e mimos como os muitos porta-retratos. O móvel é composto por duas unidades Access pequenas (1,20 x 0,30 x 0,91 m) e uma grande (1,40 x 0,30 x 2,02 m), da Tok & Stok. De MDF com laminado melamínico, a combinação sai por R$ 1018.


Mesmo com pouco espaço, Denise conseguiu delimitar ambientes valendo-se de uma forma esperta de distribuir os móveis: o tapete é entrada para o quarto e os banquinhos demarcam as fronteiras da sala. A cama de casal suspensa feita sob medida pelo Marceneiro Jairo, por R$ 1900, fica cerca de 1 m abaixo do teto – assim Denise pode sentar sem risco de bater a cabeça. Embaixo, sobrou 1,70 m de altura para o closet, que tem duas araras metálicas e uma prateleira alta, fixada na própria estrutura da cama, resistente porque é feita de madeira maciça. O desafio é manter as coisas em ordem, já que ficam aparentes: uma cortina (Cinerama, R$ 140) esconde os pertences quando a preguiça bate mais forte que o desejo de arrumação. De quebra, o varão é aproveitado como guarda-corpo. Lindos, a cadeira de balanço e o lustre completam o ambiente. A primeira, da Zingara Design, foi arrematada por R$ 700 no Mercado Livre, e o último, da Etna, custou R$ 90.


fonte: http://casa.abril.com.br/materias/apartamentos/ape-25-m-feminino-descolado-multifuncional-589397.shtml#4

Lembranças engaioladas

Belíssima instalação artística “Recuerdos Enjaulados” concebida pelo grupo Luzinterruptus com 400 gaiolas douradas funcionando como luminárias na Plaza de Ministriles. As gaiolas continham lembranças pessoais dos moradores e visitantes no bairro de Lavapiés em Madrid.

As gaiolas ficaram expostas durante 20 dias em janeiro deste ano, levando aproximadamente 35hs para a sua montagem com a ajuda de um guindaste.



fonte: http://rodrigobarba.com/blog/2010/08/24/lembrancas-engaioladas/

terça-feira, agosto 24, 2010

A primeira impressão

O hall apresenta a casa e, por isso, merece atenção no momento em que o projeto é definido

A sensação de bem-estar de uma casa deve ser transmitida logo que se chega. Esta é uma das funções do hall, que deve ser bem planejado e decorado, para cumprir este papel. Além disso, o ambiente deve apresentar a casa e conduzir quem entra. No hall acontece o primeiro ponto de contato entre o visitante e o ambiente interno. Depois da fachada, é o elemento que incitará curiosidade sobre a proposta do projeto. Além disso, deve permitir facilidade de fluxo e ser acolhedor, já que deve receber com conforto - diz-se que o hall funciona como ante-sala de espera.  E é justamente por essas características que o hall deve receber, na concepção da planta da casa, atenção especial do profissional. 

Recursos
Não há regras para a projeção de um hall de entrada, mas algumas soluções são comuns e proporcionam resultados interessantes. A iluminação, aliada a efeitos arquitetônicos e decorativos, pode criar a atmosfera necessária. "Ela normalmente é suave e sem exageros", explica Kethlen Durski, da KRD Arquitetura. A iluminação indireta é ideal para deixar um clima aconchegante e não ofuscar, mas a direta, focada nos elementos certos, é uma solução para valorizá-los.

O arquiteto também pode apostar em recursos mais ousados, como quedas d'água, ou nos tradicionais espelhos, papéis de parede, aparadores, nichos e obras de arte. Porém, é preciso cautela para não exagerar na quantidade de móveis e objetos, pois é um espaço de passagem. Invista somente no necessário para acomodar os pertences dos visitantes, e tornar o espaço interessante. Na hora de escolher os materiais e a decoração, não se esqueça de que é preciso harmonizar a entrada com o ambiente seguinte. O estilo, as cores e os revestimentos devem ser pensados de acordo com os cômodos que vêm a seguir. Vale lembrar que, se o hall for pequeno, as cores escuras devem ser usadas com cautela. Os tons claros podem ser bons aliados, neste caso.

Outro elemento importante para o sucesso do projeto é a porta de entrada. "Ela deve ter coerência com o restante da casa, desde o conjunto arquitetônico, até a proposta de decoração", afirma Cidomar Biancardi.
O pé-direito também deve ser levado em consideração. Se for alto, ajuda na ventilação e transmite ideia de grandeza. Além disso, possibilita o uso de portas altas, grandes vãos verticais e diversas opções de iluminação. Porém, tudo dependerá do projeto da casa e da impressão desejada. Um pé-direito baixo pode trazer a sensação de aconchego e conforto térmico - importante para regiões de clima frio.


Soluções diferenciadas
Para o espaço de 42 m², a arquiteta Josanda Ferreira escolheu elementos que pudessem proporcionar claridade e leveza. O destaque do hall de tons neutros é o espelho d'água, construído a um nível abaixo do piso. Uma claraboia acima do tanque, amplas janelas e detalhes de círculos abertos na porta são responsáveis pela entrada da iluminação natural. O piso escolhido - mármore crema marfil, com peças de 15 x 15 cm - é o mesmo aplicado no projeto todo, dando continuidade visual ao hall. O forro de madeira do teto delimita o espaço de entrada. O pé-direito deste ambiente é de 2,80 m. 

 Diversos acessos
A proposta deste hall de 10,8 m², desenvolvido pela arquiteta Adriana Consulin, é a de funcionar como um espaço de distribuição. Nele, encontram-se os principais acessos da casa: as portas da garagem, a entrada e o acesso à escada. A ideia foi a de um ambiente imponente, mas ao mesmo tempo delicado. A opção foi pela projeção de um pé-direito baixo, com 2,60 m, para criar a sensação de horizontalidade. O piso é revestido de granito flameado e porcelanato branco polido e a parede, de pintura de massa corrida lisa e detalhes de couro. A porta de madeira de demolição mede 1,60 x 2,60 m, e ganhou pintura branca na parte voltada para o interior. Os espelhos em ângulos diversos funcionam como uma escultura na parede, e a iluminação direcionada valoriza esse recurso.

 Aposta na iluminação
A ideia de Sonia Engler para este hall foi de um espaço imponente e contemporâneo, que disfarça a área pequena de 3 m². Neste caso, o terreno em aclive possibilitou a criação de um pé-direito de 4 m, e a divisão do hall em dois níveis. No primeiro, foi projetado um lavabo e uma chapelaria, do lado direito. A iluminação dos degraus de mármore arabescado chama atenção. No fundo, um grande espelho trabalhado, com moldura de demolição, quebra o clima futurista e amplia visualmente o espaço. A grande porta de entrada acompanha a altura do pé-direito e é um elemento importante na composição.

Na linguagem da casa
Rústico, o hall de 5,20 m² dessa residência foi desenvolvido pelo arquiteto Cidomar Biancardi. O piso é o mesmo aplicado nos demais espaços, a fim de servir como uma prévia do interior: arenito vermelho, dividido em placas de 40 x 40 cm. A parede da esquerda foi revestida de argamassa apicoada e selada com verniz, e nas demais foi feita uma pintura acrílica sobre massa corrida, na cor branco-neve. Outro detalhe interessante é que os móveis e objetos de arte utilizados são herdados da família dos proprietários da casa. A porta é revestida de almofadas de madeira paginadas. Como o pé-direito não é muito alto (2,80 m), a iluminação é feita por duas minidicróicas e duas AR 111.


fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/43/artigo128031-2.asp

Cozinha flutuante é construída com 1700 garrafas PET



Localizada em Vancouver, Canadá, esta sala de jantar flutuante pode chamar atenção pela beleza e sofisticação. No entanto, por debaixo de muito luxo, há a simplicidade dos materiais reciclados. Foram usadas cerca de 1700 garrafas PET para que o ambiente pudesse se sustentar em cima das águas.

Desenvolvida pelo escritório Good Weather, a sala de jantar é também um projeto acadêmico da Fish Foundation, organização que tem como objetivo formar novos chefs de cozinha que se preocupem com a pesca sustentável.

Mais de 1700 garrafas plásticas foram usadas como piso no projeto
 
A "cozinha-balsa" pode acomodar cerca de 12 pessoas e abre todas as noites. Para a construção do piso, as garrafas foram arrumadas em fileiras e sobrepostas por um piso de madeira, o que garantiu a segurança do projeto.

Até setembro, os chefs da cozinha flutuante estarão ministrando um curso sobre vinhos. Para fazer parte do time seleto, o interessado terá que desembolsar cerca de R$400.

 fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/cozinha-flutuante-e-construida-com-1700-garrafas

segunda-feira, agosto 23, 2010

The CS House, Portugal



Desenhada por Pitagoras Architects e construída em Guimarães, Portugal, esta é a CS House, uma casa magnífica com piscina, oferecendo inúmeros terraços individuais na frente e um deles coberto por uma fachada da casa para desfrutar do ar livre.

 De acordo com  os arquitetos, a casa possuia um terreno com um declive acentuado  e foi construída de acordo com a topografia irregular do terreno. a proposta dos arquitetos foi construir o com 3 andares distintos. 

No segundo andar que está situado ao nível da rua estão localizados a entrada e a garagem. No primeiro andar estão localizados os espaços privados  e no térreo estão situados os espaços sociais e o contato direto com o solo na área de lazer.

Todos os andares são  contemplados com varandas e pátios que são abertos para a paisagem, criando várias possibilidades de aproveitamento de luz e aproveitamento do espaço de acordo com as estações do ano. 


Uma arquitetura marcante que resulta em um contraste com a utilização de todo o seu volume  na cor branca com as suas grandes aberturas e uso de diferentes materiais.


fonte: http://www.contemporist.com/2010/08/15/the-cs-house-by-pitagoras-architects/

Papel de parede interativo

Além de revestir as paredes, o papel controla a iluminação, o som e até envia mensagens

 


Interruptores, botões, controle remotos... Nada disso será necessário quando esse papel de parede chegar à sua casa. É que os designers norte-americanos da High-Low Tech criaram o Living wall (“parede viva”, em português), que será apresentado pela primeira vez na feira New Materiality, em Boston. A ideia é que a casa possa ser controlada pelo papel de parede. Funções como apagar e acender luzes, controlar o som e até enviar mensagens para amigos poderão ser realizadas por meio de toques na parede. “É um jeito bonito e discreto de enriquecer os ambientes com computação”, dizem os criadores do papel de parede.

 fonte:http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI164822-16937,00-PAPEL+DE+PAREDE+INTERATIVO.html

Jardim da Juliana Paes: global tem um deck delicioso

Nesta área de lazer, o corredor lateral era 40 cm mais baixo que a borda da piscina. Isso comprometia o uso do espaço, que parecia mais estreito, e incomodava a moradora, a atriz Juliana Paes. 

Para incorporá-lo, a paisagista Mônica Chaffin, sócia de Luciana Leal no escritório carioca Terratech, sugeriu nivelar o terreno com um deck de cumaru. “Assim, escondemos também caixas de gordura, esgoto e o acesso às máquinas da piscina, além de criar um ambiente de estar”, aponta ela. Plantas que aceitam bem a farta insolação compõem o jardim.O pé de jasmim-manga também foi um pedido dela”.




Por exigirem pouca manutenção, diferentes bromélias, como a imperial (Vriesea imperialis), forram o canteiro.

 Pequenos arbustos de triális (Galphimia brasiliensis) formam uma moldura em volta do banco. “Nativa e resistente, essa espécie floresce o ano inteiro”.

 As flores fúcsia do jasmim-manga (Plumeria sp.) surgem principalmente na primavera e no verão e exalam um aroma suave. “É uma árvore de porte pequeno, que gosta de muito sol”.

fonte:  http://casa.abril.com.br/materias/jardins/jardim-juliana-paes-global-tem-deck-delicioso-584047.shtml

domingo, agosto 22, 2010

Cabeceiras de vários estilos e materiais

Sonhos de cabeceiras: painéis originais estofados ou de madeira, biombo articulável e madeira torneada com jeito antigo são algumas das opções para complementar sua cama box com estilo.



 A arquiteta Adriana Da Riva queria conferir ao seu quarto um toque original e uma atmosfera tranquila. “Decidi projetar o biombo no lugar da cabeceira e escolhi cores claras”, explica ela. A estrutura, executada pela Marcenaria A Inglesa, foi revestida de laminado de madeira com tratamento especial para ficar com um fundo de tom acinzentado. Sobre ele, aplicou-se pintura azulpálido (Coral, ref. 50BG74/130*). O painel central mede 3,10 m de comprimento x 1,26 m de altura, enquanto as abas articuláveis têm 60 cm. Almofadas, manta da Missoni e luminária com cúpula da Conceito Firma Casa, porta-travesseiros da Lady Decorações.

 


































 Linhas sóbrias e elegantes definem o quarto do casal projetado pelas arquitetas Denise Abdalla e Christiane Sacco. “Na parede, instalamos um painel de madeira (Marcenaria Filarte) com pintura fosca, nicho forrado de palha de seda (Nani Chinelato) e equipado com iluminação embutida”, explica Denise. A proposta ganha o complemento da cabeceira revestida de couro, da Artefacto (modelo Valencia, 2,21 x 1,20 m de altura, por 4 551,68 reais), fixada no painel. Na lateral, o criado feito sob medida recebe uma luminária de Philippe Starck da La Lampe. A colcha, os porta-travesseiros e o cobertor são da Blue Gardenia.


Com um painel colorido que faz as vezes de cabeceira, o quarto discreto ficou cheio de vida. “Sempre utilizo em meus projetos as criações de marchetaria da artista plástica Tissi Mousinho. A cliente viu uma delas e pediu um desenho especial para seu quarto”, conta a arquiteta Paula Neder, que assina a ambientação. “Desenvolvi esse trabalho em placas de 80 x 60 cm de altura, que foram fixadas diretamente na parede, totalizando 5,50 m”, explica Tissi. A composição de folhas de madeira +de várias cores (2,5 mil reais, o metro quadrado) revela uma inspiração modernista e é realçada pela luminária do Estúdio Grabowsky e pelo criado-mudo art déco.




O contraste entre a parede rústica de tijolos à vista e as linhas clássicas dos móveis cria uma agradável surpresa neste quarto de casal. O ponto alto do ambiente é a cabeceira (modelo Nice, 1,60 x 1,35 m de altura. Preço: 8,4 mil reais) da Madeira Bonita. A peça de madeira entalhada e acabamento dourado é estofada e revestida de sarja e vem com um suporte próprio de fixação. Nas laterais, foram instaladas as duas mesinhas redondas e a cômoda, com tampo e frente de gavetas revestidas de espelho bisotado.


Para o quarto de um jovem médico solteiro, o designer de interiores Hans Heim propôs um ambiente moderno com poucos elementos, porém marcantes. No lugar da cabeceira, ele instalou um painel de MDF com laqueação brilhante (3 x 1,20 m de altura). A peça conta com nicho fechado por vidro jateado, que apoia uma serigrafia de Claudio Tozzi. “A estrutura fica afastada 10 cm da parede, de forma a dar espaço à iluminação _ uorescente de cor amarelada”, explica Heim. A roupa de cama é da MMartan, e a mesa lateral Tulipa, da Arquivo Contemporâneo.


A peça de pau-marfim, com acabamento canela, mede 1,80 m x 25 cm x 1,30 m de altura (6 110 reais), mas pode ser feita em qualquer tamanho. “O nicho no painel central é perfeito para acomodar os itens do dia a dia, como brincos, remédios e cremes, deixando o criado livre e organizado”, explica a arquiteta. No detalhe, a escrivaninha-penteadeira é uma opção de complemento (7 543 reais).

 
Reunir estilo e praticidade era o objetivo das arquitetas Gabriela Prado, Eliane Zogbi e Veridiana Zobar no projeto deste quarto. “Pensamos em utilizar algo com um visual de marcenaria personalizada, mas que pudesse ser comprado pronto”, conta Gabriela sobre a cabeceira da Quartos & Etc.

fonte: http://casa.abril.com.br/materias/moveis/sonhos-cabeceiras-587594.shtml#8

5 dicas imbatíveis para vender a sua casa

Você está pensando em colocar no mercado o seu imóvel? Saiba que uma boa propaganda com fotos de qualidade ajuda - e muito - a capturar a atenção de futuros compradores. Veja como 

 Vender ou alugar uma casa nem sempre é uma tarefa fácil. Mesmo se você for contar com a ajuda de uma imobiliária, algumas medidas simples e baratas podem valorizar ainda mais o seu imóvel.

 

 

 1 - Aparência é tudo! Capriche na pintura, faça uma revisão em encanamentos e na fiação elétrica. Um pequeno jardim bem cuidado também colabora para conquistar um futuro comprador.

2 -
Enfatize as comodidades locais que valorizam o seu imóvel. Deixe claro, por exemplo, qual é a proximidade do metrô, do ponto de ônibus ou as facilidades do comércio local.

3 -
O seu imóvel é rico em áreas verdes, varandas ou terraços? Tal comodidade agrega mais valor ao preço final da compra.

4 -
Ao divulgar a sua casa na internet não se esqueça de priorizar pela qualidade das fotografias. Opte pelos ângulos diagonais, que ampliam a sensação de espaço do ambiente e não deixe de registrar a vista do apartamento. E um último aviso: evite o uso objetos de decoração em excesso, pois eles podem prejudicar a visão geral dos cômodos.

5 -
Pequenos detalhes que não são facilmente observados à primeira vista devem ser mencionados, mas com sutileza. Descreva quais materiais foram utilizados na construção, a posição do nascer do sol e alguns dos detalhes de acabamento.


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI164872-16940,00-DICAS+IMBATIVEIS+PARA+VENDER+A+SUA+CASA.html

sábado, agosto 21, 2010

Prédio chinês é lançado e se destaca pelo enorme telhado verde



Prédio possui grande telhado verde que servirá de área de encontro

Diante de tantas construções convencionais que estamos acostumados a ver nas ruas, é normal que um grande bloco composto por várias cavidades seja estranho aos nossos olhos. Mas há sustentabilidade por trás de tamanha ousadia arquitetônica. O edifício TED, como foi chamado, foi desenvolvido por um grupo de arquitetura chinês para ser uma área de uso misto em Taiwan e é um grande quadrado com 57m de altura.

O edifício intercala uma série de cavidades (que permitem maior ventilação e um fluxo maior de pessoas), com um parque verde localizado no terraço. A função do telhado verde é atenuar problemas ambientais, como excesso de poluição, poeira e barulho, presença de ilhas de calor, por exemplo, além de atrair espécies de animais.



As cavidades no prédio servem como entrada de ar

O recorte na fachada principal do TED atua quase como uma rua, permitindo que os visitantes caminhem através do edifício. Para fazer o uso inteligente do espaço, os arquitetos utilizaram um grande túnel em espiral que vai do chão até o último piso. Além disso, este piso verde servirá como área de encontro.

Não há informações sobre a data de inauguração do prédio, entretanto, o projeto serve de inspiração para tantas construções brasileiras.

sexta-feira, agosto 20, 2010

Em edifício histórico, vidro e metal criam espaço para as minas

Inaugurado na segunda quinzena de junho, o Museu das Minas e do Metal, em Belo Horizonte, ocupa um imóvel histórico na praça da Liberdade, habilitado para o novo programa por Paulo e Pedro Mendes da Rocha. Volumes envidraçados, que contêm elevador e escadas, e blocos em forma de U, com revestimento metálico em tom vermelho, foram as soluções que os arquitetos - pai e filho escolheram para resolver a circulação interna.


O convite veio pouco antes de Paulo Mendes da Rocha ser contemplado com o Pritzker, em 2006: sem ter nenhuma obra em Minas Gerais, ele foi chamado pelo governo do estado para desenvolver um dos projetos do Circuito Cultural Praça da Liberdade, programa idealizado para dar novo uso aos edifícios históricos que ficariam desocupados com a transferência da administração pública para a Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves.

A proposta previa que o imóvel construído em 1897 (projeto do pernambucano José de Magalhães), cujo último ocupante foi a Secretaria da Educação estadual, abrigasse o Centro de Indústria, Arte e Cidade (Ciac). A pretensão inicial não prosperou, mas foram mantidos a idéia de uso cultural e o convite ao arquiteto, que desenvolveu a adaptação do prédio para receber o Museu das Minas e do Metal, financiado pelo grupo EBX (do empresário Eike Batista), que atua na área de mineração. O grupo informa ter investido 25 milhões de reais no projeto.


As mais de 40 atrações do Museu das Minas e do Metal são, sobretudo, virtuais e interativas, tratando de temas que vão da importância dos metais na vida das pessoas à sua relevância para a economia do país. Os espaços expositivos espalham-se pelo três pavimentos aflorados da edificação (no embasamento ficam a biblioteca, a administração e a reserva técnica). No térreo, chamado de nível Liberdade, são apresentadas informações sobre a cidade de Belo Horizonte, a praça da Liberdade e a implantação do museu. No primeiro andar estrutura-se o Museu das Minas e no segundo estão distribuídos os equipamentos com as atrações do Museu do Metal (por exemplo, uma maquete interativa que exibe as operações de uma mina de ferro).

A intervenção no prédio de Belo Horizonte se aproxima do projeto do Museu da Língua Portuguesa (leia PROJETO DESIGN 315, maio de 2006), dos mesmos arquitetos, não só por apostar na interatividade e compartilhar também o autor do projeto museológico, Marcelo Dantas. Em ambos os casos, a principal exigência era acrescentar às edificações um sistema de circulação eficiente para receber um grande número de visitantes. Diferente do museu paulista, porém, no mineiro o acréscimo evidencia-se também na parte externa, estabelecendo um contra ponto com a construção original.
O projeto concentrou-se no corpo posterior. Acrescentado ao prédio original na década de 1960 e arquitetonicamente irrelevante, ele foi parcialmente removido e sobre a parte remanescente implantou-se o volume cego, composto de chapas metálicas de cinco milímetros. Também metálicas, fundações que independem da construção anterior sustentam a nova edificação, evidenciada pela cor vermelha dada pela pintura automotiva.


O pavimento novo, em forma de U, envolveu o vazio existente entre o edifício histórico e seu anexo. A conexão criou uma galeria que se junta aos salões expositivos do prédio antigo. Foram agregados ao bloco contemporâneo dois volumes de vidro laminado que equacionam a circulação de visitantes. 

O primeiro, que contém um elevador para passageiros e cargas, fica no extremo norte da edificação; o outro abriga a escada.

Se externamente o destaque da intervenção são os volumes novos, no interior chama a atenção o grande vazio central, o coração do espaço, que tem a altura de três andares. A cobertura envidraçada dessa área, segundo os autores, consolida uma intervenção executada nos anos 1980. Ela foi atualizada com o emprego de uma estrutura metálica de vigas-calha de seção Vede vidros transparentes.