quinta-feira, setembro 02, 2010

Em Breve

quarta-feira, setembro 01, 2010

PASTILHA DE CÔCO


REVESTIMENTOS de PAREDE
Os revestimentos são especialmente indicados quando se deseja um acabamento diferenciado em pouco tempo de execução. Sem sujeira, sem bagunça e nem quebra-quebra eles tem um efeito milagroso na decoração: cola-se e o ambiente fica outro. Outra de suas vantagens é a durabilidade - de oito a dez anos, sendo muito mais resistente que a pintura.
Existe uma grande variedade de padronagens, texturas e acabamentos: papel de parede, palha coreana e natural, fibra de vidro e pastilhas de côco.
Pastilha de Côco - Revestimento Ecológico
O pastilhado EKOBE é um revestimento natural recomendado para utilização em pisos, paredes e mobiliário. Fabricado a partir da casca dura do côco da Bahia este produto da natureza não causa impacto ambiental.
As pastilhas são feitas com tamanhos de 2 x 2 cm e 3 x 3 cm, em várias texturas e tonalidades, conferindo aos projetos de arquitetura e design uma ótima solução de acabamento ecológico.

 
Pastilhado de Côco Rústico

42 x 42 cm/ 42 x 84 cm

Cada pastilha tem a dimensão de 20mm. Elaborado a partir da parte exterior da casca de côco, as pastilhas apresentam um relevo convexo, de superfície irregular, formando o seu conjunto uma superfície irregularmente uniforme de cor escura.


  
Pastilhado de Côco Natural

42 x 42 cm/ 42 x 84 cm

Cada pastilha tem a dimensão de 20mm. Elaborado a partir da parte interior da casca de côco, as pastilhas apresentam um relevo convexo, de superfície irregular, formando o seu conjunto uma superfície irregularmente uniforme de cor clara.


  

Pastilhado de Côco Polido

42 x 42 cm/ 42 x 84 cm

Cada pastilha tem a dimensão de 20mm. As pastilhas apresentam uma superfície lisa com textura natural do côco, formando o seu conjunto uma superfície lisa com textura uniforme de cor escura.



Pastilhado de côco natural clareada
Medida: 20 x 20 mm

As pastilhas apresentam um relevo côncavo de superfície irregular de cor Marfim

A superfície obtida é extremamente agradável ao tato.



   
Pastilhado de Côco Natural

42 x 42 cm/ 42 x 84 cm

Cada pastilha tem a dimensão de 30mm. Elaborado a partir da parte interior da casca de côco, as pastilhas apresentam um relevo côncavo, de superfície irregular, formando o seu conjunto uma superfície irregularmente uniforme de cor clara.


Pastilhado de Côco Rústico

42 x 42 cm/ 42 x 84 cm

Cada pastilha tem a dimensão de 30mm. Elaborado a partir da parte exterior da casca de côco, as pastilhas apresentam um relevo convexo, de superfície irregular, formando o seu conjunto uma superfície irregularmente uniforme de cor escura.













fonte: http://www.studiocenternet.com.br/site2/eco.asp

terça-feira, agosto 31, 2010

Acenda a torneira

Torneira lançada por marca italiana é iluminada por lâmpadas LED.

 

 

Depois desta torneira, você vai poder tirar até as manchinhas mais escondidas da sua louça. Isso porque ela tem, ao redor do bocal, uma bela estrutura iluminada por 30 lâmpadas tipo LED. Criada pelos designers da marca italiana Nobili SpA, a peça decora a pia de um jeito original. Os controles para abrir a torneira e acender a luz são separados. Portanto, dá para deixar a luz acesa, mesmo quando você não está lavando a louça e vice-versa. A peça tem preço sob consulta e, por enquanto, não está à venda no Brasil.

fonte:http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI166524-16937,00-ACENDA+A+TORNEIRA.html

Funcionais, volantes e lindos

Usar um banco apenas como divisória de ambientes ou apoio no corredor é subestimar o seu poder. Versátil, esse móvel pode virar estante, se passar por mesa de centro, peseira de cama e mais.

 Biblioteca criativa


Empilhados, os bancos Ipanema, da Butzke, feitos de eucalipto certificado (1,20 x 0,42 x 0,43 m), formam um móvel original para guardar livros e objetos. Com acabamento laqueado, cada um sai por R$ 575, na Isto é Brasil


Poltrona da Marché Art de Vie com almofadas do Empório Beraldin. Banco de ferro, potiche e taça do Depósito São Martinho. Despertador da Art Mix. Vaso rococó e quadrinho amarelo da Corporação de Ofícios. caixas organizadoras da Org Store.Naparede, acrílico sobre tela de Miriam de Los Angeles, da Arterix. Piso patinado da Linha Antiquity, da Indusparquet. Tapete kilim Patchwork, da Século Tapetes.
 
 

Mistura boa no jantar

A rusticidade
do banco de peroba com pés de bandeira (1,80 x 0,45 x 0,35 m), R$ 390, do Depósito Santa Fé, traz calor ao ambiente que exala elegância e design

Na parede, papel de parede Bobinex, encontrado na Etna, e espelho da Tok&Stok. Mesa de jantar da Estar Móveis e zabutons da Futon&Home. Inspiradas na Panton, poltronas da Bali Express. Banqueta DBOX. Piso patinado da linha Antiquity, da Indusparquet.


 Quarto quente

O banco de ferro
forgè Albertas (1,20 x 0,50 x 0,45 m), R$ 1.444, da Secrets de Famille, dá o apoio informal e até romântico ao pé da cama


Na parede, tintas acrílicas marrom, da Lukscolor, e em tons de azul, que deram o efeito executado com carimbo, da Coisas da Doris, de onde também são o vaso e a xícara. colcha e almofadas (sobre a cama e decoração), da Casa da Besica. A listrada é do Empório Beraldin.Manta Missoni e caixa da Conceito Firma Casa. Notebook Sony.Mala de chenile da Villa Nova. Gaiola de bamboo da Wharehouse. Poltrona Womb Chair da Tok & Stok. Piso da Indusparquet. Tapete da Tabacow.


fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI159717-16937,00-FUNCIONAIS+VOLANTES+E+LINDOS.html

domingo, agosto 29, 2010

Tecnologia OLED desafia LCD com menor consumo de energia





Uma nova geração de telas ultrafinas e com baixo consumo de energia está abrindo caminho até o mercado, estendendo a duração das baterias a novos limites e talvez representando um futuro desafio aos monitores de cristal líquido (LCD), mais pesados e de maior consumo energético.

Novas telas que brilham sozinhas estão chegando para concorrer com os mais complicados monitores de LCD —os quais requerem iluminação de fundo—, oferecendo imagens de vídeo mais nítidas para celulares inteligentes, consoles de videogame e players portáteis de mídia.

Mas os observadores do setor dizem que vai demorar alguns anos para que surja um vencedor claro entre os novos formatos, capaz de derrotar o LCD.

Os diodos orgânicos emissores de luz (OLED) e as tecnologias de bi-estabilização são os desafiantes mais prováveis ao domínio do LCD.

Uma tela OLED funciona com até 40% menos energia do que um LCD de dimensões comparáveis, e pode ser duas vezes mais fina, porque não precisa da iluminação de fundo.

Tecnologias como essa já estão em uso em aparelhos portáteis de menor porte, como os players de música da Samsung Electronics e da Reigncom, e em um celular ultrafino da Kyocera.

E a Sony planeja vender televisores de pequeno porte equipados com telas OLED a partir do segundo semestre deste ano.

"Nos aparelhos portáteis, são as telas que mais consomem energia. A questão essencial é a energia, e o brilho", disse James Kim, analista da Lehman Brothers na Coréia do Sul.

Os analistas calculam que o iPhone, da Apple, lançado sexta-feira nos Estados Unidos, talvez venha a ser equipado com tela de maior eficiência energética, como os modelos OLED, dada a curta duração das baterias em seus modelos piloto equipados com telas LCD.

"Faz sentido que a Apple adote telas OLED. Eles estão trabalhando para melhorar a questão das baterias", disse Kim Woon-ho, analista na Prudential Investment & Securities.

"Os fabricantes de OLED têm certa expectativa de que a Apple promova essa mudança, embora não existam planos firmes, no momento", acrescentou.

sábado, agosto 28, 2010

Cubas



Do ateliê Daniele Drummond, a Cuba M tem 38 cm de diâmetro e pode ser encontrada nas cores laranja, vermelho, lilás, turquesa, pistache, branco, caramelo e verde folhagem. A cerâmica é vitrificada e selada a 1240ºC. O preço sugerido é R$1,2 mil


As cubas de resinas da Sicmol estão disponíveis em várias cores e formato. O preço varia entre R$ 100 e R$ 450.


A cuba de cerâmica Milão, da Astra, dispensa o uso de torneira, pois já cumpre a função de saída de água. O preço para o consumidor final deve girar em torno de R$ 650.


Lançamento da Astra, a cuba Las Vegas é feita de silicone e é ideal para áreas litorâneas, já que esse material inibe a ação da maresia. O valor para o consumidor final será, em média, R$ 950.
A linha Milão, da Sicmol, é feita de madeira curvada com a proteção frontal de vidro, vedada para evitar o vazamento de água. O preço de mercado deve variar entre R$ 700 e R$ 800.



Feito de resina de poliéster, a Cuba Redonda com 50 cm de diâmetro foi desenhada por Rubens Szpilman. O formato lembra uma nave espacial invertida. O preço de mercado será de R$ 2,5 mil. Disponível em 30 cores diferentes.
A Cuba Quadrada de 44 x 44 cm do ateliê Daniele Drummond será comercializada após a Revestir. Feita de cerâmica vitrificada, o preço estimado é de R$1,2 mil.


 Com cuba de vidro acoplada, o gabinete Ravel, da Astra, é composto por tampo de vidro, detalhes cromados e base de madeira.

fonte: http://casa.abril.com.br

Cubas




A cuba Strip, da Brascor, é feita de Corian, uma superfície sólida mineral. A combinação em preto e branco garante a o visual moderno da peça.




Feita de cerâmica, a Cuba Milão, da Japi, é autossuficiente: não precisa de torneira para funcionar. Com um toque no botão metálico localizado na parte frontal da peça, a água é liberada na forma de cascata.





Personalizável, a cuba Duo, da Brascor, permite que o cliente escolha a cor e o desenho da peça. Também é feita de Corian.



A linha Brasil, da Japi, traz dois modelos produzidos em madeira certificada. As cubas Petrópolis e Guarujá são impermeabilizadas e protegidas contra fungos e insetos que atacam a madeira. A limpeza das peças deve ser feita somente com pano úmido e sabão neutro.


A artista plástica Daniele Drummond cria, a partir da cerâmica de alta temperatura, peças únicas. A Cuba Bowl tem a superfície externa toda desenhada.

 O charme deste banheiro feminino, de 4,20 m2, ficou por conta da cuba de apoio vermelha e das pastilhas salpicadas na área da bancada e do box. Detalhe simples e barato, de acordo com a arquiteta. Para que as pastilhas fossem inseridas, os azulejos de 9,5 x 9,5 cm foram cortados na obra no canto superior ou inferior.



A cuba de cerâmica marrom, de 50 x 30 cm, com 18 cm de altura, combina perfeitamente com o vermelho forte deste lavado. Da Espaço 2, sai por R$ 400.


 A transparência do vidro de 15 mm se confunde com a da água na cuba Canoa, que mede 77 x 37 cm. Da Bergan, custa R$ 827,33.


 Ousada, a louça em cor preta se destaca em qualquer ambiente. A cuba ICA3, fabricada pela Icasa, mede 39 x 36 cm, com 14,5 cm de altura, e vale R$ 280.


Vencedora do IF Design 2008, a cuba em meia-lua L1036, da Deca, é de fine fireclay. Mede 38 cm de diâmetro, e suas bordas inclinadas têm altura variável entre 9,5 e 19,5 cm. Custa R$ 250.



A cuba Ondina, da Bergan, tem dimensões diferenciadas: 70 x 42 cm, com 11 cm de altura. Feita de corian dupont, custa R$ 1 145,10.



A cuba de apoio Água mede 50 x 38 cm, com 15 cm de altura. A peça de louça faz parte da linha Essencial, da Celite. Vale R$ 353,10.


 De poliéster macio, a cuba Almeria, da Produza, é quase quadrada (34 x 34,5 cm, com 14 cm de altura). O interessante é que, em seu interior, o desenho é arredondado. Sai por R$ 930.



Fabricada pela Produza, a cuba de alumínio fundido Espanha mede 36,5 cm de diâmetro e 12 cm de altura. Custa R$ 990.


 Com design diferenciado, a cuba de louça Donna tem 43 cm de diâmetro e 52,5 cm de altura e afunila na parte que fica apoiada sobre a bancada. Da Roca, sai por R$ 171,20.

A Hortência (34 x 34 x 14 cm) é de resina de poliéster. Sicmol, R$ 299, na Creare

 
 Nome da linha: Enseada Fabricante: Brascor
Opções de cores: branca
Opções de acabamento: corian
Porque é novidade: A cuba é feita de corian, material sem porosidade, que não acumula cheiro nem microorganismos e possui design inspirado na orla brasileira.


 Lançamento da Brascor, a Craquelada Redonda é constituída pelo material Magic Stone nas laterais e por vidro craquelado em sua superfície. Com diâmetro de 35 cm ela ganha vida ao ser iluminada por neon. Preço estimado de R$1,3 mil.



Pedras de efeito

O aspecto natural é a característica que mais favorece o uso de pedras no jardim. Mesmo rústicas, elas dão um visual sofisticado a muros, paredes e pisos.

 

 Seixos em escalada

Esconder um muro de 4m de altura é um desafio. A primeira alternativa viável geralmente é o plantio de trepadeiras para encobrir a parede e dar profundidade ao jardim. Nesta casa paulistana no alto de Pinheiros, no entanto, essa possibilidade foi descartada por conta da presença de um lençol freático a 1m de profundidade do solo. Como solução, o paisagista Alex Hanazaki usou o muro para criar um cenário e dar impacto à área verde. a parede foi revestida com seixos rolados de rio, colocados um a um sobre um fundo de argamassa. O trabalho artesanal previu o encaixe de pedras menores nos vãos para tirar completamente a visão do cimento. maciços de fórmio (1) ladeiam a parede a fim de suavizar sua altura. O deque de itaúba frisada foi elevado na área de acesso à casa de máquinas da piscina. Alex aproveitou e fez do ressalto um banco. a jabuticabeira (2) ganhou mais terra, sustentada dentro de uma caixa de concreto aparente, que ficará encoberta com o tempo. isso porque, os aspargos-rabo-de-gato (3) foram estrategicamente posicionados no entorno para ninguém notá-la – tarefa nada difícil com tantos elementos para admirar. 



Quase um lago

Mesmo fechada em uma caixa de cimento de 1,60m de comprimento, a fonte parece desaguar no caminho de seixos maranhão que percorre este corredor nos Jardins, em São Paulo. autora do jardim com jeitinho brejeiro, a paisagista Paula Galbi apostou em maciços ordenadamente volumosos, que dão a sensação de estarem dentro d’água. Bromélias diversas (1), barbas-de-serpente variegadas (2), clúsias (3), dracenas-arbóreas (4), íris-tigresa (5) e papiros (6) correm pelos dois lados da construção em “U”, aproximando o verde dos grandes panos de vidro.sema finalidade de ser uma área de circulação de pessoas, o corredor foi explorado com espécies mais cheias. ao lado da fonte, que abriga vasos com minipapiros (7) e minicopos-de-leite (8), a paisagista incluiu um banco de sucupira clara. dele, sim, dá para curtir a paisagem.

fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI159724-16939,00-PEDRAS+DE+EFEITO.html