Moonlight é uma almofada que oferece estilo aliado à saúde: o produto vem equipado com um sistema de luzes de LED coloridas que garantem um visual descolado e ainda um tratamento de cromoterapia. Até quem não acredita vai relaxar, nem que seja só pela maciez do produto. Para ativar o sitema de iluminação basta apertar o objeto, que funciona com 3 pilhas AA. O apetrecho tecnológico custa 25 libras e pode ser comprado no site Thumb Supuk.
fonte:http://revistacasaejardim.globo.com
quinta-feira, outubro 21, 2010
Banheiro
As plantas praticamente iguais tornaram possível repaginar o banheiro dos filhos e o do casa.
Como a moradora gostava da disposição dos banheiros, a ideia foi repaginar os ambientes sem mudar a localização de pia, vaso e chuveiro nem alterar as instalações elétrica, hidráulica e sanitária.
Como a moradora gostava da disposição dos banheiros, a ideia foi repaginar os ambientes sem mudar a localização de pia, vaso e chuveiro nem alterar as instalações elétrica, hidráulica e sanitária.
Portas de correr de vidro translúcido fecham as amplas áreas de chuveiro – neste banheiro, o boxe tem 1,20 m², e no dos filhos, 1,10 m². A escolha foi fundamental para permitir a passagem da luz.
Somados, o móvel de marcenaria, o tampo de vidro e a cuba atingem a altura de 90 cm – medida ergonômica. Mas a largura e a profundidade diferem levemente de um banheiro para o outro para se adequarem ao espaço: a bancada dos filhos tem 1,10 x 0,48 m, enquanto a do casal ficou com 1,20 x 0,46.
O projeto previa pontos de luz embutidos no topo das prateleiras. Para evitar alteração nas instalações elétricas, a moradora voltou atrás e manteve o ponto original, sobre o espelho e com luminária dupla. A marcenaria de MDF recebeu acabamento de laminado melamínico no padrão madeira.
Combinar acabamentos neutros foi a saída para agradar tanto Mikaela, de 16 anos, quanto Pedro Henrique, de 12. O piso de porcelanato que imita madeira de demolição (placas com 32 x 59 cm) conquistou os irmãos logo de cara. Faixinhas de pedra contornam as paredes e imprimem o ar rústico desejado. O investimento não foi baixo: mais de R$ 970 pelos 53 filetes. Mas a harmonia perfeita com o porcelanato bege determinou a compra.
fonte: http://casa.abril.com.br/materias/banheiros/projeto-identico-dois-banheiros-trazem-revestimentos-diferentes-600670.shtml#5
Como a moradora gostava da disposição dos banheiros, a ideia foi repaginar os ambientes sem mudar a localização de pia, vaso e chuveiro nem alterar as instalações elétrica, hidráulica e sanitária.
Como a moradora gostava da disposição dos banheiros, a ideia foi repaginar os ambientes sem mudar a localização de pia, vaso e chuveiro nem alterar as instalações elétrica, hidráulica e sanitária.
Portas de correr de vidro translúcido fecham as amplas áreas de chuveiro – neste banheiro, o boxe tem 1,20 m², e no dos filhos, 1,10 m². A escolha foi fundamental para permitir a passagem da luz.
Somados, o móvel de marcenaria, o tampo de vidro e a cuba atingem a altura de 90 cm – medida ergonômica. Mas a largura e a profundidade diferem levemente de um banheiro para o outro para se adequarem ao espaço: a bancada dos filhos tem 1,10 x 0,48 m, enquanto a do casal ficou com 1,20 x 0,46.
O projeto previa pontos de luz embutidos no topo das prateleiras. Para evitar alteração nas instalações elétricas, a moradora voltou atrás e manteve o ponto original, sobre o espelho e com luminária dupla. A marcenaria de MDF recebeu acabamento de laminado melamínico no padrão madeira.
Combinar acabamentos neutros foi a saída para agradar tanto Mikaela, de 16 anos, quanto Pedro Henrique, de 12. O piso de porcelanato que imita madeira de demolição (placas com 32 x 59 cm) conquistou os irmãos logo de cara. Faixinhas de pedra contornam as paredes e imprimem o ar rústico desejado. O investimento não foi baixo: mais de R$ 970 pelos 53 filetes. Mas a harmonia perfeita com o porcelanato bege determinou a compra.
fonte: http://casa.abril.com.br/materias/banheiros/projeto-identico-dois-banheiros-trazem-revestimentos-diferentes-600670.shtml#5
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Arquitetura de interiores,
Banheiro
A cor de 2011
Especialistas apostam em um tom cítrico, entre o amarelo claro e o verde limão, para a decoração.
A cada ano uma ou duas cores predominam na decoração. Já tivemos a lavanda, a berinjela, o azul acinzentado e céu californiano. Depois destes tons frios e etéreos, a aposta dos especialistas em tendências para 2011 é uma cor fresca, calma e brilhante, que fica entre o amarelo canário e o verde limão. “Passado o pior da crise econômica mundial, o momento é de apreciar o que temos: de um limão fazer uma limonada. É um retorno ao estilo de vida simples, informal e relaxado”, diz Paola Vieira, gerente global de Colour Marketing.
Com base nesta indicação de tendência para o próximo ano, a indústria Coral lança a tinta Toque de Limão, que fica bem em todas as paredes de um ambiente ou apenas em um ponto focal. Pode ser empregada em qualquer cômodo da casa e, combinada a outros materiais, proporciona efeitos diferentes. Fica alegre na cozinha e no banheiro com revestimentos, móveis e acessórios brancos. Deixa o quarto aconchegante misturado à madeira do piso e dos móveis. E dá um ar moderno na sala em contraste com o tom cinza do concreto ou do cimento queimado.
Para o arquiteto Mauricio Arruda, a indicação dessa cor aponta caminhos. Mas ele prefere não ficar apenas em um tom. “Procuro outros para dar identidade aos projetos, que resultam em casas únicas”, afirma. Na opinião dele, estamos saindo de uma fase de tons de cinza para outras paletas de neutros, nas quais entram os marrons. Mas ele sugere uma mistura de amarelo e cinza que chega ao tom de pistache, próxima da cor do ano, que remete à natureza e ao conforto do chá da tarde.
Veja exemplos de como usar a cor de 2011
fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI179510-18066,00-A+COR+DE.html
quarta-feira, outubro 20, 2010
A IMPORTÂNCIA DA BOA ARQUITETURA PRESENTE EM SEU COMÉRCIO!

Não há dúvidas de que um ambiente bonito, funcional e confortável favorece o bom desenvolvimento do trabalho dos funcionários de uma loja e estimula as compras por parte dos clientes.
Essa preocupação, é claro, deve estar presente em todo o conjunto da loja, desde seus depósitos e áreas de serviço, passando pela área de vendas até alcançar a fachada. Isto demonstra a preocupação do empreendedor com os detalhes e com certeza, em um mundo altamente competitivo, são os detalhes que fazem a diferença.
Daí a importância de que uma loja já tenha uma boa apresentação naquela sua parte que pode ser considerada um verdadeiro cartão de visitas: a fachada. Sendo a fachada a primeira
referência física da loja para o público, pode fazer realmente a diferença e transformar um pedestre, um motorista ou um passageiro, efetivamente, em um cliente.
Não é recomendável aguardar até que a fachada apresente um aspecto deteriorado para reformá-Ia: o empreendedor deve estar permanentemente atento a manter sempre 100% este elo de comunicação com sua clientela atual e potencial. Não bastasse o desgaste natural dos elementos que fazem parte de uma unidade de varejo, o mundo dos negócios muda muito velozmente e é importante acompanhar as transformações nas expectativas do mercado.
Não é por acaso que as fachadas geralmente são bem elaboradas. Sem causar uma boa impressão desde o primeiro momento, os esforços de vendas terão que ser redobrados quem sabe, apenas para suprir uma primeira comunicação deficiente.
Esta é pois a palavra chave quando se fala de fachadas para uma loja: comunicação. A fachada será tão mais eficiente como elemento de apoio às vendas, quanto maior for sua capacidade de comunicar às pessoas tudo aquilo que a loja que lhe está por trás pode potencialmente oferecer.
A primeira idéia que deve ser passada de imediato é a de cuidado, asseio e limpeza. Não adianta criar uma bela fachada se não for realizada uma manutenção adequada, que muitas vezes não vai além da água e sabão. Ou seja, para combater aquele indesejável depósito de poeira e fuligem que tanto prejudica a leitura correta dos elementos da fachada e para demonstrar que o empreendedor trata com carinho seu negócio, a fachada deve ser mantida sempre limpa e bem conservada. Eventualmente, uma limpeza básica deve ser suficiente. Se já houver sinais de deterioração, porém, é recomendável que se providencie uma reforma, nem que seja apenas um retoque na pintura - para que a fachada continue com seu grande poder de comunicação. É indispensável, portanto que os elementos da fachada sejam de fácil manutenção e que o acesso a eles seja prático.
Em se falando de limpeza, existe um outro tipo de poluição que ataca muitas das fachadas de lojas: não se trata desta vez de poeira, fuligem, nem chuvas ácidas: estamos falando da tão temida poluição visual. Às vezes, envolvidos pelo entusiasmo de faturar um pouco mais, alguns empreendedores fazem um verdadeiro loteamento de suas fachadas para informações de seu negócio ou publicidade de fornecedores. Não queremos dizer que estas formas de comunicação e faturamento são erradas, muito pelo contrário, podem contribuir positivamente para o negócio, desde que guardados certos limites. Deve-se portanto, evitar uma poluição visual excessiva que prejudique a leitura por parte do público pelo excesso de informações, ou que transmitam uma idéia de bagunça, desorganização.
Uma vez definidos estes critérios, a preocupação imediata deve ser com a harmonia dos elementos que compõem a fachada. O próprio prédio que abriga a loja tem algumas características arquitetônicas específicas: volumes, reentrâncias, janelas, portas, marquises, frisos, telhado, etc. que devem ser consideradas.
Outro elemento importante são os materiais de revestimento. A escolha correta dos materiais pode enriquecer visualmente a fachada transmitindo diversas idéias. Materiais nobres como pedras, alumínio, vidros especiais tendem a valorizar o projeto. Entretanto, materiais simples, como pintura podem também causar boa impressão desde que utilizados com critério, buscando harmonia com o conjunto e mantidos sempre bem conservados. O que não funciona, por exemplo, é escolher materiais caros, sofisticados, mas que não combinem entre si. Ou que pela falta de manutenção adquiram rapidamente um aspecto de desleixo e decadência. É importante, em todos os casos, manter em mente o público-alvo a quem se destina o estabelecimento. Como exemplos, um excesso de materiais nobres pode causar a impressão da prática de preços altos em um bairro periférico de baixa renda, enquanto um acabamento excessivamente simples pode comprometer o visual de estabelecimentos instalados em regiões de maior poder aquisitivo da cidade. Deve-se dar preferência aos materiais mais resistentes, duráveis, que não acumulem poeira e que sejam de fácil manutenção. Os materiais perto dos olhos do público e dos clientes também devem receber um melhor acabamento, enquanto aqueles vistos apenas à distância podem ter um acabamento simplificado.
Toldos e marquises especiais, bastante comuns em lojas de varejo, são elementos que merecem toda a atenção. Uma vez que têm uma função prática bem definida, que é a de proteger os clientes das intempéries quando estão chegando ou saindo da loja com suas compras, este toldos e marquises devem combinar, devem dialogar com o restante da fachada. Deve-se evitar a sensação de que foram colocados às pressas, que foram forçosamente adaptados ou que não combinem visualmente com o prédio ou com a comunicação visual.
Outro elemento que deve se harmonizar com os restantes é exatamente a comunicação visual. Os letreiros da loja, assim como os de patrocinadores, devem manter uma ordem que, como recomendamos acima, não venha a poluir e transmitir uma idéia de desorganização na fachada. Em termos de hierarquia, o nome da loja deve sempre vir em destaque. Ou seja, o usuário não pode ter dificuldades para identificar o nome e ramo de atividade de uma loja de varejo. Isso pressupõe que os letreiros que identificam a loja estejam em local de destaque, com boa visibilidade e iluminação adequada e que tenham "peso" visual compatível. Não vale exagerar em painéis de patrocinadores minimizando o nome do estabelecimento. Tudo deve ter sua importância relativa e equilibrada na fachada. Os letreiros, painéis e semelhantes também devem ser bem conservados. Se estiverem sujos ou com lâmpadas queimadas podem fazer até o efeito contrário que se deseja: assustar os consumidores. Os clientes poderão tirar conclusões às vezes erradas: "se 'ele' cuida tão mal assim da fachada, que é seu cartão de visitas, como estará cuidando das suas dependências internas?".
Os custos de manutenção e operação de uma Unidade de Varejo, desde o layout da loja até a fachada também podem ser minimizados a partir de um bom projeto de arquitetura e programação visual. Ao projetar, todos os fatores que concorrem para a construção de uma fachada bonita e eficiente podem ser estudados e harmonizados antes da execução, garantindo um melhor resultado final.
Um bom Projeto de Arquitetura para a fachada de uma Unidade de Varejo deve buscar ao mesmo tempo relacionar a loja com a vizinhança, sem agredi-Ia, sem causar transtornos desnecessários aos vizinhos (que enfim, são clientes também) mas também fazendo com que a edificação marque sua presença e seja rapidamente identificada pelo público consumidor como uma Unidade de Varejo competitiva.
Abaixo incluímos uma lista de rápida sobre o que fazer e o que evitar quando o assunto é reformar a fachada de uma loja de varejo:
O QUE FAZER:
Fachadas que se harmonizem com a vizinhança mas que marquem sua presença;
Fachadas com espaços previstos e adequados para publicidade/merchandising;
Fachadas que reforcem a personalidade da Unidade de Varejo, eventualmente podendo se tornar uma "marca registrada" da loja, inclusive em futuras expansões
Fachadas que agradem ao maior número de pessoas, principalmente, é claro, os clientes;
Fachadas de manutenção simples
Fachadas e acesso à loja bem iluminados, dando ampla visão à comunicação visual e outros elementos do prédio que mereçam um destaque;
Cuidar da calçada como parte integrante da fachada, estabelecendo locais apropriados para o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção e para a guarda de carrinhos de compras;
Manter a frente da loja sempre limpa e organizada, inclusive com lixeiras e, quem sabe, espaços ajardinados que amenizam o ambiente;
Reservar áreas apropriadas para o estacionamento de veículos para que estes não ocultem trechos importantes da fachada (que é um apelo de vendas) e não prejudiquem o trânsito de pedestres e dos próprios clientes.
Instalar elementos de comunicação visual como letreiros elou tótens que destaquem a loja com elegância e que possam ser vistos a uma maior distância ou rapidamente lidos por condutores de veículos, indicando acessos e outras informações que forem importantes aos clientes
O QUE EVITAR:
Fachadas que se destaquem excessivamente na paisagem causando transtorno para a vizinhança;
Fachadas poluídas com excesso de publicidade ou com peças colocadas em locais inadequados;
Fachadas repetitivas ou que simplesmente copiem a concorrência sem demonstrar personalidade;
Fachadas cuja principal ou única vantagem seja a facilidade de execução, ou preço reduzido, ou o gosto do empreendedor. O mais importante é o gosto do cliente e do mercado.
Fachadas de difícil manutenção, pois uma fachada simples mas bem mantida é melhor do que uma sofisticada mas deteriorada;
Trechos escuros e sem vida, penumbras e acessos complicados à loja que provoquem insegurança nos clientes ou na vizinhança.
Calçadas sujas, mal executadas, com buracos ou ressaltos, com degraus desiguais - muito baixos ou muito altos, ou ainda, com o meio-fio muito alto.
Frente da loja tumultuada, suja pela falta de lixeiras para os freqüentadores; caixas de madeira ou papelão empilhadas; Frente da loja muito árida sem árvores ou jardins ou até mesmo sem coberturas que ofereçam sombra e abrigo da chuva para os clientes e pedestres. Lembremos que um jardim bem cuidado sempre transmite uma idéia de zelo.
Abaixo incluímos uma lista de rápida sobre o que fazer e o que evitar quando o assunto é reformar a fachada de uma loja de varejo:
O QUE FAZER:
Fachadas que se harmonizem com a vizinhança mas que marquem sua presença;
Fachadas com espaços previstos e adequados para publicidade/merchandising;
Fachadas que reforcem a personalidade da Unidade de Varejo, eventualmente podendo se tornar uma "marca registrada" da loja, inclusive em futuras expansões
Fachadas que agradem ao maior número de pessoas, principalmente, é claro, os clientes;
Fachadas de manutenção simples
Fachadas e acesso à loja bem iluminados, dando ampla visão à comunicação visual e outros elementos do prédio que mereçam um destaque;
Cuidar da calçada como parte integrante da fachada, estabelecendo locais apropriados para o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção e para a guarda de carrinhos de compras;
Manter a frente da loja sempre limpa e organizada, inclusive com lixeiras e, quem sabe, espaços ajardinados que amenizam o ambiente;
Reservar áreas apropriadas para o estacionamento de veículos para que estes não ocultem trechos importantes da fachada (que é um apelo de vendas) e não prejudiquem o trânsito de pedestres e dos próprios clientes.
Instalar elementos de comunicação visual como letreiros elou tótens que destaquem a loja com elegância e que possam ser vistos a uma maior distância ou rapidamente lidos por condutores de veículos, indicando acessos e outras informações que forem importantes aos clientes
O QUE EVITAR:
Fachadas que se destaquem excessivamente na paisagem causando transtorno para a vizinhança;
Fachadas poluídas com excesso de publicidade ou com peças colocadas em locais inadequados;
Fachadas repetitivas ou que simplesmente copiem a concorrência sem demonstrar personalidade;
Fachadas cuja principal ou única vantagem seja a facilidade de execução, ou preço reduzido, ou o gosto do empreendedor. O mais importante é o gosto do cliente e do mercado.
Fachadas de difícil manutenção, pois uma fachada simples mas bem mantida é melhor do que uma sofisticada mas deteriorada;
Trechos escuros e sem vida, penumbras e acessos complicados à loja que provoquem insegurança nos clientes ou na vizinhança.
Calçadas sujas, mal executadas, com buracos ou ressaltos, com degraus desiguais - muito baixos ou muito altos, ou ainda, com o meio-fio muito alto.
Frente da loja tumultuada, suja pela falta de lixeiras para os freqüentadores; caixas de madeira ou papelão empilhadas; Frente da loja muito árida sem árvores ou jardins ou até mesmo sem coberturas que ofereçam sombra e abrigo da chuva para os clientes e pedestres. Lembremos que um jardim bem cuidado sempre transmite uma idéia de zelo.
Áreas de estacionamento mal projetadas, em espaços exíguos ou em vias de alto tráfego que dificultem as manobras; áreas de estacionamento que ocultem a própria entrada da loja exigindo malabarismos dos clientes; Dar prioridade aos veículos quando a prioridade correta é para as pessoas que podem ter sua segurança comprometida por um fluxo inadequado de veículos.
Letreiros mal proporcionados, muito pequenos que não possam ser lidos rapidamente ou muito grandes e que agridam ao prédio da loja, aos vizinhos e à cidade; Sinalização inadequada que confunda ou desoriente os clientes ou que possa provocar acidentes.
terça-feira, outubro 19, 2010
Cores
Baseada em tonalidades neutras como os diversos matizes de cinza no sofá, tapete e cortina, a paleta de cores desta sala de estar ganhou o reforço de tons marcantes como pink, amarelo e roxo. O resultado desse mix, assinado pelo designer de interiores Francisco Cálio, reflete o espírito alegre da dona da casa.
Com mais de 20 tons de esmalte sintético, o painel executado pelos artistas plásticos Sandra Mara Sanches e Mauro Coelho quebrou o domínio do branco e se tornou ponto forte da decoração da sala de jantar assinada pela consultora de interiores Antonia Benedita Mendes.
“O amarelo do pufe ilumina o espaço, criando um contraste interessante em relação ao vermelho do sofá”, define o decorador Ari Lyra, que assina a decoração deste ambiente. A mistura de estampas – floral na parede, listras no sofá e bolas na almofada – empresta ainda mais personalidade ao conjunto.
No ambiente criado por Bénédicte Salles, o sofá é a base neutra que garante uma boa convivência entre as cores. Com presença marcante no tapete e mais discreta nas almofadas, tons calmos que vão do lilás ao roxo ganharam mais vida com os acréscimos vibrantes de vermelho e vinho.
Idealizado por um casal de colecionadores de arte popular brasileira, o arranjo de arte naïf apresenta obras que reproduzem a Santa Ceia. Adquiridos ao longo dos anos e assinados por diversos artistas, os quadros foram dispostos na parede numa ordem espontânea a partir do centro.
As tonalidades marcantes tomam conta de móveis
Deixe a cor entrar e ficar. As tonalidades marcantes tomam conta de móveis, anunciando a tendência de decorar a casa com alegria. Um pequeno detalhe pode renovar todo o ambiente, móveis e acessórios em tons fluorescentes, uma tendência vinda do mundo da moda.
Para criar um visual alegre e harmônico no hall de entrada da casa habitada por um casal jovem, a designer de interiores Luciana Penna destacou no centro do ambiente a mesa (Micasa) laqueada de amarelo sobre o tapete de retalhos de mantas iranianas de lã com algodão (By Kamy). Tudo em contraste com o estilo clássico da construção. Os vasos italianos da década de 1950 são do antiquário Ivy.
A mesa lateral Urbana (76 x 50 x 34 cm de altura), assinada por Cristiano Schneider, é feita de MDF com acabamento melamínico. Da Marché Art de Vie, por 2 690 reais.
Estrutura de aço maciço com assento e encosto de espaguete de PVC compõe a poltrona Spaghetti (57 x 65 x 75 cm de altura). De Fernando Jaeger, sai por 375 reais.
O banco Pino (35 x 46 cm de altura) tem estrutura de MDF e acabamento laqueado. Da Líder Interiores, custa 744 reais.
Um jovem casal que morava num apartamento todo neutro deu carta branca à arquiteta Cida Moraes para colorir a nova morada. “Na pesquisa de cores, decidimos adotar a cor púrpura no móvel que eu projetei para a sala de estar”, diz. A peça, feita pela Moraes Marcenaria, serve de apoio para esculturas em preto e branco (Arango), letras cromadas, urso e apoio de livros (Conceito Firma Casa), fotos, serigrafias e vaso de Vera Souto (Arterix). Junto ao móvel, cadeira Forest (Marché Art de Vie) e luminária de pé (Lumini).
Os três módulos de madeira pintada (33 x 17 x 27 cm de altura, 45 x 22 x 33 cm de altura e 53 x 27 x 38 cm de altura) podem ser usados como mesas ou banquetas. Na Etna, o conjunto custa 349,90 reais.
É divertido escolher em qual dos nichos da estante Jeepy (1,08 m x 33 cm x 75,5 cm de altura) colocar as três gavetas. De MDF, o móvel custa 518 reais na Tok & Stok.
De madeira com laca brilhante e pés de aço inox, o Home Danúbio (2,60 m x 50 cm x 60 cm de altura) possui nichos e gaveteiro. Da Breton Actual, sai por 10 177 reais.
Com estofamento bicolor, a poltrona Ergo Soft (68 x 59 x 74 cm de altura) tem base giratória de aço carbono. Da Clássica Design. Preço sugerido 2 270 reais.
Um toque retrô aparece no aparador Orfeu (1,80 m x 70 cm x 75 cm de altura) com acabamento de resina de poliéster. Na Estar Móveis, vale 3 280 reais.
fonte: http://casa.abril.com.br/materias/moveis/tendencia-cores-tons-marcantes-moveis-603299.shtml#10
Para criar um visual alegre e harmônico no hall de entrada da casa habitada por um casal jovem, a designer de interiores Luciana Penna destacou no centro do ambiente a mesa (Micasa) laqueada de amarelo sobre o tapete de retalhos de mantas iranianas de lã com algodão (By Kamy). Tudo em contraste com o estilo clássico da construção. Os vasos italianos da década de 1950 são do antiquário Ivy.
A mesa lateral Urbana (76 x 50 x 34 cm de altura), assinada por Cristiano Schneider, é feita de MDF com acabamento melamínico. Da Marché Art de Vie, por 2 690 reais.
Estrutura de aço maciço com assento e encosto de espaguete de PVC compõe a poltrona Spaghetti (57 x 65 x 75 cm de altura). De Fernando Jaeger, sai por 375 reais.
O banco Pino (35 x 46 cm de altura) tem estrutura de MDF e acabamento laqueado. Da Líder Interiores, custa 744 reais.
Um jovem casal que morava num apartamento todo neutro deu carta branca à arquiteta Cida Moraes para colorir a nova morada. “Na pesquisa de cores, decidimos adotar a cor púrpura no móvel que eu projetei para a sala de estar”, diz. A peça, feita pela Moraes Marcenaria, serve de apoio para esculturas em preto e branco (Arango), letras cromadas, urso e apoio de livros (Conceito Firma Casa), fotos, serigrafias e vaso de Vera Souto (Arterix). Junto ao móvel, cadeira Forest (Marché Art de Vie) e luminária de pé (Lumini).
Os três módulos de madeira pintada (33 x 17 x 27 cm de altura, 45 x 22 x 33 cm de altura e 53 x 27 x 38 cm de altura) podem ser usados como mesas ou banquetas. Na Etna, o conjunto custa 349,90 reais.
É divertido escolher em qual dos nichos da estante Jeepy (1,08 m x 33 cm x 75,5 cm de altura) colocar as três gavetas. De MDF, o móvel custa 518 reais na Tok & Stok.
De madeira com laca brilhante e pés de aço inox, o Home Danúbio (2,60 m x 50 cm x 60 cm de altura) possui nichos e gaveteiro. Da Breton Actual, sai por 10 177 reais.
Com estofamento bicolor, a poltrona Ergo Soft (68 x 59 x 74 cm de altura) tem base giratória de aço carbono. Da Clássica Design. Preço sugerido 2 270 reais.
Um toque retrô aparece no aparador Orfeu (1,80 m x 70 cm x 75 cm de altura) com acabamento de resina de poliéster. Na Estar Móveis, vale 3 280 reais.
fonte: http://casa.abril.com.br/materias/moveis/tendencia-cores-tons-marcantes-moveis-603299.shtml#10
domingo, outubro 17, 2010
A necessidade de atender às exigências de um mundo cada vez mais preocupado com a sustentabilidade tem mexido com a criatividade de arquitetos e engenheiros mundo afora. Esse movimento não traz apenas os benefícios mais óbvios, como o reaproveitamento de materiais que seriam descartados na natureza e o uso consciente dos recursos naturais; o processo de descoberta de novas possibilidades de uso faz toda a diferença no momento da escolha dos elementos, revestimentos e adornos que vão ser empregados na obra. Nas próximas páginas você encontra uma incrível seleção com 6 ideias de profissionais para compor deliciosos banheiros, lavabos e salas de banho, que podem ganhar beleza, durabilidade e sofisticação com materiais corretos em todos os sentidos.
Os belíssimos ladrilhos hidráulicos (R$ 150 o m² na Ladriminas) que revestem e adornam a parede do lavabo de 6,5 m² concebido pela arquiteta Silvia Diniz necessitam de impermeabilização imediatamente após sua colocação para que não absorvam outras substâncias. Apesar de delicado, o material, quando bem aplicado, é extremamente resistente. Unidos à madeira e às linhas retas da decoração, os ladrilhos, muito utilizados no início do século passado, ganharam ar contemporâneo.
Restos de mármore cortados em cubos e colocados em placas de 30 x 30 cm (R$ 214,50 o m2 na Vitra Revestimentos) revestem a parede desta moderna sala de banho concebida pelos profissionais Vanessa Barbosa, Carlos de Abreu e Patrícia Castro, que também inovaram no piso feito de bambu carbonizado (R$ 381,10 o m2 na Vitra Revestimentos). Além de ecologicamente correto, o material se mostra super-resistente. Outro destaque é a banheira de alvenaria, uma alternativa às banheiras prontas, que podem ser mais caras e frágeis.
O designer Luciano Costa investiu em uma proposta visual luxuosa para o Banheiro de Hóspedes com estar, cujos itens mais marcantes são peças reaproveitadas. A banheira vitoriana que dá o tom clássico da composição foi angariada em um ferro velho e customizada. Já na parede feita de cimento natado (R$ 55 o m2) que dispensa pintura, há um impactante painel (R$ 350) de autoria do artista Wallace Barros em parceria com o designer, que tem como matéria-prima velhas câmaras de ar.
Um lavabo de cinco metros quadrados que estende o conceito de estar para servir confortavelmente moradores e convidados foi a proposta da arquiteta Roberta Antunes e da designer Cláudia Martins. Resistentes blocos cimentíceos reutilizados (aproximadamente R$ 35 a placa na Vitra Revestimentos) e fornecidos em placas de 30 x 30 cm revestem as paredes. Um pequeno jardim na parte inferior do lavatório deixou a solidez do concreto e da geometria das formas mais suave.
fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/62/artigo187317-3.asp
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