quarta-feira, novembro 10, 2010

As cores do ano

A cada início de temporada, estudiosos e empresas dos mercados da moda e da decoração se apressam para ditar tendências e adaptar conceitos de cor e de estilo. Em 2010, os tons previstos apareceram - e muito - em lindas composições nos projetos de quarto de bebê. Veja como!

 

Os conceitos seguidos para que se ditem as tendências de cores e estilo são os mais variados. Para 2010, aguçar e representar os sentidos foram as apostas dos especialistas nas cores. Nas paletas do ano, azuis e violetas se mostraram em tons mais aquosos, marcando um momento de introspecção. Já os vermelhos apresentaram-se mais rosados e, por vezes, acrescidos de um tom alaranjado e mais luminoso.

Os amarelos foram inspirados nos tons naturais como mel e os campos de trigo. Enquanto os verdes vieram das águas profundas, exaltando a esperança e a natureza. Por fim, os marrons e neutros mantiveram a atmosfera natural e reforçaram a influência dos tons terrosos. Nos quartos de bebê, o azul foi belissimamente explorado, tanto em projetos masculinos, quanto em femininos, seguido pelo vermelho que, cada vez mais, se mostra forte e presente em paredes, enxoval e acessórios. Amarelos e alaranjados, verdes e marrons foram usados de modo mais tímido, mas encantaram ainda assim.
As paletas mais alegres convivem em harmonia pela simplicidade de suas cores. Isso se faz pela emoção dos vermelhos e a sensação de dia a dia dos verdes, azuis e amares. Tudo em delicadas composições

 

Mais delicado, o violeta dá lugar ao seu tom pastel: o lilás. No projeto da arquiteta Carla Basiches, a cor aparece nos detalhes do enxoval, nas amarrações do kit de berço, nos acessórios, na pintura das paredes e no papel listrado do painel de madeira com recortes de borboletas vazadas. Celina Dias Bebê

 

O azul foi explorado em três tons no projeto masculino. Sempre quebrado pelo branco, aparece em listras na parede, no toile de Jouy de parede e roupa de berço, e no bordado richilieu dos protetores. Projeto: Mariela Romano
O mobiliário branco, em composição com o piso de taco em cor natural mel, permitem que o destaque das cores laranja e verde se desse por meio de enxoval e acessórios, como no futon com almofadas que formou um sofá que vida cama de apoio, e na cortina de voal com tiras de algodão. Projeto: Família Ripinica
Muito em voga, os marrons e beges reforçam as influências terrosas, assim como das nuances de areia e caqui. No ambiente masculino, sem muitos elementos ou tema definido, a arquiteta Ludmila Grammont faz uso dos tons neutros nas paredes, no piso, nas prateleiras e na madeira natural do berço, estrela do espaço. Casa Pronta Kids
Os violetas estão cada vez mais discretos, em composição com tons neutros ou contrastantes. O quadro de madeira tem fundo forrado de tecido xadrez e aplicação de galhos, flores e pássaros de tecido. Canto de Anjo. 
Como não poderia ser diferente, os marrons e neutros exaltam os tons terrosos, mas essa neutralidade pode se mostrar muito fina também. Um exemplo é a dupla de caixa laqueada com detalhes de fita de cetim e strass, coordenada com porta-retratos. Decoragora.

Crédito: Kit Gaion
Em tons mais delicados, os verdes foram inspirados nas águas profundas e destacam o sentimento da esperança. O quadro com tema selva tem moldura de madeira e aplicação de tecido. Formatual Baby & Kids.

Os azuis e violetas se apresentaram mais aquosos e introspectivos, mas, no quarto do bebê, a mistura de diferentes tonalidades deu belos resultados. O quadro de madeira tem fundo jeans, moldura revestida de tecido com detalhe de pérolas e aplique de menina. Atelier RA

 fonte: http://decorababy.uol.com.br/ESDB/ambientes-enxoval/38/artigo187340-4.asp

Da terra nasce o lar

Quando adquiriu o terreno de 1.000 m² no alto da montanha, em Ubatuba (SP), o arquiteto Sergio Leal sabia que tinha um desafio pela frente: o acesso. A dificuldade em chegar ao topo da serra o fez retardar a construção de sua casa de veraneio. Foram anos até que sua amiga, a arquiteta Marcia Macul, lhe deu uma ideia: erguer ali uma casa sustentável, ecológica, econômica. O uso de recursos locais, como terra, pedras, bambu e mão de obra, barateou em aproximadamente 40% o custo da obra, se comparada à construção de alvenaria. E com o projeto voltado à sustentabilidade, cerca de 50% do trabalho também foi reduzido. "A execução não foi fácil, devido à novidade da construção, mas tornou- se prática e rápida, economizando tempo e dinheiro"


Construção caiçara
O arquiteto explica que a casa de 110 m² foi desenhada na área mais plana da propriedade, o que
poupou maquinário e mão de obra para a terraplanagem: "Fizemos um pequeno recorte no local definido e aproveitamos a mesma terra retirada para realizar a construção". O material deu origem aos pilares de sustentação: em vez dos comuns, feitos de cimento, o profissional optou por uma técnica antiga, a taipa de pilão. Nesse método, primeiramente, é preciso peneirar toda a terra a ser usada, junta-se então "baba de cupim" - apesar do nome, esse não é um produto encontrado na natureza e, sim, um aditivo industrializado à base de óleo e resíduos vegetais, criado para estabilização de solo, usado em pavimentação de asfalto - e, por fim, soca-se a mistura num pilão.


Sustentabilidade é economia por inteiro

Esse conceito não está ligado apenas ao respeito à natureza ou à redução de gastos. Para seguí-lo, "é preciso pensar de forma macro", como explica Sergio Leal. A contratação de mão de obra local, estimulando o desenvolvimento regional, também faz parte do pensamento. Dessa forma, os carpinteiros de Ubatuba Mané da Almada e Baeco do Sertão do Ubatumirim, a quem Sergio faz questão de citar, tiveram participação importante e estratégica. A redução de recursos naturais, como água, e a tentativa de evitar desperdício durante a obra são outras obrigatoriedades, como diz o arquiteto: "Tudo o que é possível reduzir ou reciclar está inserido nessa ideia".





Contribuição da história

O madeiramento estrutural é convencional, teve de sair do depósito e subir a serra para ocupar sua função. Mas as portas e janelas foram feitas no local, com as sobras do material comprado. Para executá-las, usou-se a técnica de encaixe (sem o uso de pregos), típica de construções bandeirantistas. Essa sabedoria popular também ajudou a reduzir o custo da obra.






 Natureza, grande aliada

A casa de três quartos, dois banheiros e sala e cozinha integradas foi posicionada para potencializar o sistema de ventilação e tirar proveito da vista para o mar. "O estilo é bem caipira e simples", conclui Sergio, que ainda pretende instalar aquecedor solar alternativo com garrafas PET e rede hidráulica com captação de água da chuva.



O bambu que havia ho terreno deu origem ao mezanino e ajudou a criar detalhes para melhorar a ventilação 
 




Os sistemas de hidráulica e elétrica são aparentes, o que diminui problemas e evita gastos com instalação


fonte: http://portalcasaecia.uol.com.br/ESCM/economia-obra/1/artigo188940-3.asp

terça-feira, novembro 09, 2010

Niemeyer projeta monumento para Museu Pelé

Escultura em concreto com 20 m de altura será instalada em frente ao museu, em construção no centro histórico de Santos, no litoral paulista.

 

Desenhado por Oscar Niemeyer, o monumento que ficará em frente ao Museu Pelé, em Santos (SP), eternizará a imagem do "soco no ar" de Pelé, comemoração que o atleta fazia após os seus gols. A escultura de concreto com 20 m de altura receberá a imagem da comemoração, que será vazada e terá aproximadamente 5 m de altura. O monumento contará também com uma bola de concreto com 7 m de diâmetro que, segundo Niemeyer, está "ligada a Pelé". A apresentação do projeto aconteceu ontem (4), no Rio de Janeiro, e também contou com a presença do prefeito de Santos, João Paulo Papa, que afirmou que o local deve se tornar um ponto turístico na cidade, juntamente com o museu, que está sendo construído desde o começo do ano, no perímetro do Casarão do Valongo, no centro histórico de Santos.
"É muito bom ser homenageado em vida. E essa homenagem poderá ser vista pelas novas gerações por muito tempo", disse Pelé.

Museu Pelé
O museu prevê a preservação e restauração da fachada e a reconstrução de todo o interior do imóvel, onde será abrigado um espaço moderno, amplo e iluminado. Com aproximadamente 3,5 mil m², o Casarão do Valongo foi construído em 1865 e já abrigou a sede da Câmara e da Prefeitura de Santos. Atualmente, o imóvel encontra-se desgastado, em função das ações do tempo e de alguns incêndios que destruíram as paredes internas e a cobertura. 
 
Museu Pelé - Projeto da fachada       
O museu terá três blocos interligados. No central, com 550 m², ficará a entrada e espaço para lojas, café e sanitários. O bloco 1, de 1.405 m², abrigará as exposições temporárias, um auditório de 80 lugares em forma de esfera e o setor administrativo. O bloco 2, por fim, é formado por uma área de 1.232 m², onde ficará o acervo de objetos e documentos conservados por Pelé durante sua carreira. Os próximos passos da obra do Museu Pelé são a execução dos blocos de fundação, a restauração das paredes remanescentes e a execução da estrutura. 

A criação do Museu constitui uma importante etapa no processo de revitalização turística e cultural da zona portuária da cidade, que nos próximos anos receberá empreendimentos como a nova sede da Petrobras, o Porto Valongo e a Fundação de Tecnologia e Conhecimento. O projeto, elaborado pela prefeitura da cidade, está avaliado em R$ 19 milhões. A restauração deve começar em janeiro e ser finalizada ainda em 2011.
Vista interna do Museu



Vista interna do Museu




Auditório do Museu Pelé
 
 

segunda-feira, novembro 08, 2010

Como pendurar os quadros na parede?

Se a obra de arte for importante, de um artista renomado, a dica é pensar na disposição dos móveis do ambiente em função do destaque que você pretende dar ao quadro. “Na sala de estar, escolha a parede de maior visibilidade, aquela para a qual o olhar se volta naturalmente”, diz. Para não haver erro na hora de perfurar a parede planeje a composição primeiro. “Um bom truque é recortar papel kraft no mesmo tamanho das molduras e colar as folhas com fita adesiva na parede para simular o arranjo. Assim é possível ter uma ideia real de como os quadros ficarão organizados”. Outra forma de testar a composição é espalhar as obras no chão em frente à parede e ensaiar a arrumação. Quer começar uma coleção de artes? 


Na parede atrás do sofá
Segundo Fernando Piva, o jeito clássico de pendurar o quadro é centralizá-lo em relação à largura do sofá. Centralize-o também na altura, dividindo ao meio o espaço entre o topo do estofado e o teto. “Assim temos a simetria total”, diz. É o que se vê no ambiente abaixo, à esquerda. Quem preferir uma disposição mais moderna poderá deslocar a tela na parede. “Nesse caso, fixe o quadro a 5 cm da lateral do sofá”, afirma Piva. A decoradora Ana Maria Índio da Costa lembra que é fundamental considerar a proporção da obra em relação ao estofado. Se você tem quadros pequenos demais, uma solução é associá-los num arranjo que preencha bem a parede – como na foto abaixo –, posicionado a pelo menos 25 cm de distância do topo do móvel.



Em uma parede livre
Sem móveis recostados ou outras interferências, uma parede livre é um ótimo local para brincar com vários quadros, sendo que alguns deles podem ser fixados numa altura próxima ao piso. A sugestão é buscar algum elemento para criar um alinhamento. No caso do ambiente acima, foi o batente da porta. é de bom gosto deixar espaços em branco para a chegada de novas obras.


Hall de entrada e corredor
Um quadro bem colocado na entrada de casa tem o poder de causar uma boa primeira impressão nos visitantes. “Gosto de apostar numa tela grande porque aí não é preciso mais nada para vestir a parede”, acredita a arquiteta Tania Eustaquio. Ela lembra que o ideal é escolher um trabalho que conte um pouco da história dos moradores. Fixe a obra centralizada e alinhada com o batente superior da porta. Se preferir uma composição de vários quadros, um arranjo que sempre funciona é pendurá-los em sequência na horizontal, alinhados pelo alto da moldura e bem juntinhos, deixando de 8 a 10 cm entre eles. A altura deve ser a do olhar de uma pessoa média. Esse tipo de composição também fica muito bem em corredores, ambiente no qual pode-se ainda aplicar as mesmas regras usadas em paredes livres, descritas no item acima.


Acima do aparador A disposição clássica é pendurar um quadro sobre o móvel, centralizado tanto na largura como na altura. Outra opção é uma mistura de obras maiores e menores, distribuídas dentro da área delimitada pela largura do aparador. “Procure fixar primeiro o quadro maior, alinhando-o com uma das laterais do móvel. Em seguida, monte o outro lado da parede, brincando com os quadros menores até descobrir a melhor arrumação. Novamente, o alinhamento com a lateral precisa existir”, ensina o arquiteto Antonio Ferreira Jr., autor do ambiente abaixo. Ele dá mais uma dica: o arranjo precisa ficar pelo menos 20 cm acima do tampo do aparador, pois assim não atrapalhará a colocação de objetos sobre a peça.

Na sala de jantar
Se houver um aparador no ambiente, basta seguir as indicações acima. Porém, caso a parede destinada a receber os quadros não tenha mobília recostada, é importante pendurá-los um pouco mais alto do que o habitual porque a sala de jantar é uma área em que as pessoas circulam com as mãos ocupadas com alimentos, louças e copos e um esbarrão numa moldura pode causar um acidente. “Em espaços exíguos, nos quais as paredes ficam muito próximas aos móveis, recomenda-se fixar os quadros 10 cm acima do espaldar das cadeiras”, diz Lia Strauss. Isso permite afastar as cadeiras sem que elas batam nas molduras. Segundo a profissional, para otimizar a circulação no ambiente, o ideal é ter uma mesa centralizada e um quadro idem na parede principal da sala de jantar.

Quarto de casal
Trabalhar com um par de quadros, alinhado com as laterais do colchão, é a sugestão da arquiteta Patrícia Martinez para quartos de casal. No ambiente da foto, as obras ficam apenas apoiadas na cabeceira – na verdade, uma caixa de 20 cm de profundidade, que serve de prateleira. “Quando as obras não estão presas, é mais fácil mudá-las de lugar, dando um novo charme ao ambiente”, afirma. Esta proposta é uma variação do jeito mais usual de pendurar quadros em quartos: uma obra centralizada na parede atrás da cama. A arquiteta Tania Eustaquio, por sua vez, defende que esse espaço deve permanecer livre para que as obras não disputem a atenção com a cabeceira, que, segundo ela, é um item de decoração que está cada vez mais valorizado. “As novas cabeceiras
são muito bonitas. Por isso, é melhor eleger uma parede vazia para colocar os quadros”, aconselha. “Até porque, assim, o casal que está deitado na cama poderá apreciar melhor as obras.”

domingo, novembro 07, 2010

B House in Italy by Damilano Studio





sábado, novembro 06, 2010

Vamos Doar

Com 60 anos dedicados ao próximo a AACD é uma verdadeira união de super amigos. E é com esse clima que o SBT, desde 1998 faz o TELETON, e acredita na causa: a de ajudar ao próximo, de levar qualidade de vida e oportunidade a mais de 15 milhões de pacientes. E nunca é demais!
Durante os dias 5 e 6 de novembro a programação do SBT é toda voltada para o Teleton.
Você será fundamental nessa grande maratona de solidariedade. A meta deste ano: a construção de uma nova unidade no Brasil (o local só será revelado no final do programa, por Silvio Santos e Hebe Camargo) com o valor de 20 milhões de reais.

E não esqueça dias 5 e 6 de novembro.

Para doar $5 reais, ligue para 0500 12345 05
Para doar $10 reais, ligue para 0500 12345 10
Para doar $30 reais ou mais, ligue para 0800 775 2010
Acesse www.teleton.org.br e doe qualquer valor
Quem doar $60 reais ganha um mascote do Teleton (Tonzinho OU Nina).
Se doar $100 reais, leva os dois!


Portfólio


sexta-feira, novembro 05, 2010

Abertos para a natureza, porém protegidos

Como abrigos, os gazebos permitem momentos agradáveis na área externa sem preocupação com o tempo frio.

Proteger e revelar. A dualidade de funções do gazebo remete às sensações de aconchego e liberdade oferecidas pela construção.
Usada em jardins desde a Grécia antiga, a estrutura coberta oferece a possibilidade de aproveitar os espaços externos sem exposição direta ao sol ou à chuva.
As paredes laterais em alvenaria - ou pelo menos parte delas - inexistem. No frio, o fechamento em vidro ou com persianas mantém o espaço visualmente livre.

Essas estruturas são uma alternativa para quem não pretende deixar o inverno sabotar os momentos de desfrute da natureza. Voltados ao convívio familiar, ao relaxamento, a momentos de leitura ou para receber visitas, as construções por si só já chamam a atenção. Os materiais usados para obter conforto variam. Metal, madeira e alvenaria combinam-se com vidros e persianas para obter a luminosidade e o grau de integração com o exterior nos níveis desejados. 

Cada vez mais elaborados, os gazebos atualmente contam com bons móveis e equipamentos eletroeletrônicos, como tevê e ar-condicionado, que otimizam o aproveitamento dos espaços nas mais diversas ocasiões. Eles podem ser posicionados em um canto do terreno, na continuidade da casa, no terraço do apartamento ou independentemente e com vista para o mar.
Integrado à casa
Ao reformar a residência, o proprietário fez questão de criar um espaço para tomar café da manhã, ler, relaxar e vislumbrar a natureza. A proposta era deixar com "cara" de casa de campo, mas que fosse clean e moderna.
O casal, com três filhos adultos e um neto, queria um local amplo que não parecesse um hotel. Projetado pela arquiteta Carolina Prearo em Campos do Jordão, o gazebo - de madeira pintada de branco e envidraçado - tem 20 m² e pé-direito de 4 m, e serve como principal ponto de encontro da família. A estrutura integra o verde da área externa à sala de lareira da casa e protege os moradores do frio. A porta que existia entre os dois espaços foi retirada.
O vidro temperado, com espessura superior a 10 mm, permite o aquecimento interno pela incidência dos raios solares. As persianas brancas, inclusive na cobertura, privilegiam a luminosidade natural. À noite, arandelas e um abajur clareiam a escuridão. De acordo com a arquiteta, a preocupação principal foi respeitar a arquitetura da casa, fazendo com que o gazebo seguisse o mesmo estilo. A pedra mineira integra o gazebo ao jardim. O piso interno recebeu porcelanato rústico.
Para invernos ensolarados
A estrutura de madeira peroba chumbada no terreno nivelado sustenta uma cobertura de vidro laminado a 2,80 m de altura. Inspirada na arquitetura alemã do século XVI, a solução proposta pela arquiteta Emilia Garcia permite o aproveitamento da parte externa da residência nos dias ensolarados de inverno em Campos do Jordão (SP).
A proteção serve também para o uso do espaço nos dias de chuva. Segundo a profissional, o terreno de 3.500 m² foi o que motivou criar o gazebo de 90 m². A área total é delimitada pelos paralelepípedos de granito assentados sobre contrapiso.

Leve e resistente
A laje do apartamento dúplex de cobertura em São Paulo recebeu um gazebo de 75 m² leve e ao mesmo tempo resistente à força dos ventos. O arquiteto Glen Finch usou metal e vidros de 8 a 10 mm para ampliar o espaço de convivência da família no terraço, sem perder a vista da cidade. A estrutura foi toda fixada em sapatas e com um sistema de vigas chamado de cinturão de amarração. A partir dessa base metálica foi instalada a cobertura e foram feitos os fechamentos do teto, portas e janelas.

Os materiais leves, escolhidos para não comprometer a estrutura do prédio, levaram o profissional a um segundo desafio: oferecer conforto térmico ao espaço. Para isso, ele optou por um isolamento com manta de lã de rocha sobre o forro de gesso interno e pela colocação de Insulfilm refletivo nos vidros.

O ar quente acumulado sob o teto nos dias de sol não fica represado graças às venezianas fixas sobre as janelas e portas. O ar-condicionado tipo "cassete", embutido no teto, controla a temperatura abaixo do forro, que fica a uma altura de 2,50 m. O sistema de aquecimento, as cortinas e as persianas de madeira permitem o fechamento total do gazebo e servem como refúgio nos dias mais frios. No piso, placas de cimento brancas de 1 m² oferecem durabilidade. Para acessar o espaço, que conta com ambientes de estar e de lazer, há duas alternativas: uma escada de acesso no meio da sala no piso inferior e da varanda da piscina.




Inspirado em Bali
Um gazebo que remetesse a Bali foi solicitado pelos proprietários dessa casa de praia. Com 14m² e pé-direito de 2,40 m, o ambiente projetado pelo paisagista Roberto de Sá e executado pelo engenheiro Renato Araújo, inspirado naquela ilha da Indonésia, é totalmente aberto e liga-se sem barreiras físicas a toda a área de lazer externa da casa. De um lado pode-se ver a sala de jogos, do outro, a porta leva ao vestiário e à cozinha de apoio a uma quadra de tênis. 

Sobre a cobertura, uma proteção de polipropileno transparente e persianas rolo embutidas no teto protegem o local nos dias mais frios. O polipropileno é vantajoso por ser um plástico de alta resistência e boa estabilidade térmica. Após drenagem, sobre o contrapiso, a madeira perobinha foi colocada em sistema macho-e-fêmea com espaço de 1 cm entre as peças. Só depois foram erguidas as bases laterais de sustentação e instalada a cobertura: um pergolado em ipê sobre a base em madeira maciça. A obra e a ambientação foram concluídas em 45 dias. O profissional explica que foi importante tratar e curtir a madeira em estufa antes de deixá-la exposta ao sol e à chuva.


fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/46/artigo139992-1.asp

quinta-feira, novembro 04, 2010

{ Momento fofura }


As salas de estar e jantar estão ligadas e integradas à varanda, de onde vem a iluminação natural que amplifica a ideia de deixar o espaço mais livre possível.
O mobiliário tem linhas retas, com peças de design bastante objetivo, seja na mesa redonda de peroba de demolição (Zoboli Marcenaria) ou nas cadeiras Bertoia (Tok&Stok). As formas dão harmonia para a planta irregular do apartamento. Os engradados antigos foram arrematados numa feira de antiguidades.

terça-feira, novembro 02, 2010

Componentes de bike viram lustre

Ao olhar estes lustres, a impressão que se tem é de que são antigos e caros. No entanto, além de supermodernos, eles são feitos de materiais reciclados, mais especificamente com componentes de bicicletas. A ideia é da designer mexicana Carolina Fontoura Alzaga, que atualmente mora em Los Angeles, nos Estados Unidos. As peças são vendidas sob encomenda no site da designer.
 

 
fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI181434-16802,00-BICICLETAS+PARA+ILUMINAR+COMPONENTES+DE+BIKE+VIRAM+LUSTRE.html

Parede caça-palavras




 fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI182767-16937,00-PAREDE+CACAPALAVRAS.html