segunda-feira, fevereiro 07, 2011

M / Y Biscuit 95 'Yacht



Se você é do tipo que tem pernas bom mar (como eu)  e é  fã de design italiano contemporâneo, você vai adorar este luxuoso iate over-the-top.

O 30 metros-M / Y Biscuit 95 "é uma colaboração com o construtor de iates Filippetti Yacht e Hot Lab , uma empresa italiana iate interiores.
  
  O iate tem dois pavimentos, bem como uma área de solário, duas cabines e uma área de tripulação. O quarto principal inclui um piso de couro, não foi poupado! 
Na área da vida, você vai encontrar um sofá e poltronas Moroso oversized, e uma mesa de café Poltrona Frau. 
A sala de estar dispõe de uma pintura pelo artista Di Paola Iusto.

  Na área de jantar, há uma mesa de 10 lugares com poltronas Moroso Saarinen e até uma adega.
 
Mesmo a área da cozinha é abastecido com componentes de alta qualidade a partir de Gaggenau incluindo dois refrigeradores e freezers, microondas, máquina de lavar roupa e máquina de café. 

  Existe uma grelha, há dois sofás, para refeições ou relaxar e até pode ser convertida em uma área de banhos de sol.

M/Y Biscuit 95’ Yacht 







M/Y Biscuit 95’ Yacht
M/Y Biscuit 95’ Yacht
M/Y Biscuit 95’ Yacht
M/Y Biscuit 95’ Yacht
M/Y Biscuit 95’ Yacht
M/Y Biscuit 95’ Yacht

M/Y Biscuit 95’ Yacht



fonte: http://design-milk.com/my-biscuit-95%E2%80%99-yacht/

Iluminação de lojas com soluções de LED

O projeto






 
Greggs Plc, a padaria líder no Reino Unido, é provavelmente a primeira loja na Europa a iluminar
a área de venda de sua loja inteiramente com LED, desenhadas e fornecidas pela Philips, na sua
 nova loja de conceito em Bromley, Kent. Em comparação com lojas que utilizam iluminação
convencional, prevê-se que a nova instalação proporcione uma economia de 50% no consumo
de energia com iluminação, com uma redução das emissões de carbono de 2 toneladas por ano.
A baixa emissão de calor destas luminárias LED permitirá também reduzir as necessidades em
termos de ar condicionado, permitindo uma economia de energia adicional nos meses de verão.

Este projeto inovador é uma entre uma série de medidas de economia de energia no portfólio da Greggs,
que inclui mais de 1.400 lojas a nível nacional. “Estávamos há algum tempo acompanhando o progresso
da iluminação de LED, a espera que oferecesse tanto os níveis de desempenho como a eficiência de
custos de que necessitávamos”, explicou Garry Graham, Greggs’ Shop Premises Manager.
“Estamos muito satisfeitos com os resultados em Bromley e iremos avaliar o desempenho da
iluminação com o objetivo de expandir o conceito futuramente para outras lojas lojas”, acrescentou.

Além da economia de energia, a Greggs também terá uma redução nos custos de manutenção,
já que durabilidade dos LEDs é alta, significando que não será necessária substituição durante
a vida útil da loja. Outra vantagem é que não haverá lâmpadas para descartar, em linha com a
Directiva WEEE (Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos).


A solução

A loja utiliza uma combinação de iluminação embutida no teto de foco e ambiente, complementada
com iluminação sob as prateleiras. Todas os produtos são alternativas de LED às lâmpadas
fluorescentes e CDM que seriam normalmente utilizadas numa loja Greggs, proporcionando
comparativamente uma redução da carga eléctrica instalada superior a 1,5kW.
LuxSpace
LuxSpace

Luz branca

Combatendo a escuridão com novas tecnologias


A luz natural é fundamental para nossas vidas, mas à noite dependemos da iluminação artificial para iluminar nosso mundo. A luz branca de alta qualidade oferece uma série de benefícios quando comparados com a luz amarela tradicional. Além de economizar energia, os ambiente ficam melhor iluminados.

 Muitas pessoas ficam apreensivas de andar por determinadas ruas à noite. Isso geralmente tem a ver com a desconfiança do desconhecido; em áreas mal iluminadas, os rostos são mais difíceis de se reconhecer e alguém pode se esconder nas sombras. Em uma pesquisa recente na Polônia, quase ¾ dos participantes afirmaram que temiam por sua segurança ao caminhar em uma área mal iluminada.

Tranquilidade com a luz branca

A luz branca ajuda as pessoas a se sentirem mais seguras e protegidas. Com a alta reprodução de cor e o maior brilho, facilita a distinção de objetos, cores, formas e outros detalhes. Em particular, o reconhecimento facial é mais fácil, mesmo de uma distância, o que ajuda bastante a eliminar a ansiedade. A luz branca também oferece a iluminação mais uniforme que há, sem as temidas áreas de sombra.

Segurança e Bem-estar

A luz branca cria um efeito segurança e bem-estar. Se os moradores da cidade se sentirem mais seguros em suas ruas, eles as usarão com mais frequência. Com um maior número de pessoas caminhando, pedalando e brincando, as ruas se tornam convidativas e menos abandonadas. Isso também desestimula atos de vandalismo e crimes, tornando a cidade ainda mais atraente para os moradores e os visitantes.

Reduzindo o crime e o medo

Estudos recentes sugerem que áreas com mais iluminação e uniformidade reduz o medo do crime. Segundo um porta-voz do Neath Port Talbot Council, no País de Gales, “a luz branca ajuda a reduzir o crime ao aumentar os níveis de iluminação e o reconhecimento facial e de cores. Isso intimida os criminosos e ajuda a polícia.” A luz branca também melhora a qualidade da imagem de circuitos fechados de TV, proporcionando mais nitidez.

A melhor iluminação das ruas na redução do crime

Em 2000, dois projetos de pesquisa, realizados pelo Instituto de Criminologia da Universidade de Cambridge, investigaram os efeitos da melhor iluminação de rua no crime em duas áreas urbanas no Reino Unido. Em Dudley, os crimes diminuíram em 41% na área experimental em relação a uma redução de 15% em uma área de controle. Em Stoke, os crimes diminuíram em 43% na área experimental e em 45% em duas áreas adjacentes, em relação a uma redução de apenas 2% em duas área de controle. A conclusão foi que a economia resultante da redução dos crimes excedeu de 2,4 a 10 vezes os custos da melhoria na iluminação de rua depois de um ano. Portanto, a relação custo-benefício foi excelente.

Aprimoramento estético

A luz branca realça o que há de melhor na paisagem noturna urbana

A iluminação arquitetônica desempenha um papel fundamental no modo como as pessoas sentem o ambiente em que vivem. Ao cair da noite, a arquitetura de uma cidade expressa-se através das luzes e não mais pelas estruturas isoladamente. Com a A luz branca utilizada de forma criativa, é possível criar harmonia com as luzes deixando habitantes e visitantes encantados e seguros.

Um ambiente natural

A luz branca também é perfeita para áreas públicas e iluminação de rua funcional, resultando em um ambiente natural, preferida por muitas pessoas quando comparada a iluminação amarela tradicional, quase 90% dos entrevistados em uma pesquisa recente a acharam mais autêntica. Além de proporcionar maior sensação de segurança, a luz branca é a escolha natural para tornar as ruas mais habitáveis e agradáveis

Embelezamento da cidade

A luz branca realça os espaços e as ostraços arquitetônicos, destacando detalhes decorativos que normalmente não seriam visíveis à noite. Ela pode ser uma contribuição positiva à forma como as pessoas se sentem em relação às suas cidades, instigando-as a sair mais à noite e gerando uma sensação real de orgulho.

Esteticamente agradável

As administrações municipais levam muito a sério o impacto que a luz tem em suas cidades. Nesse aspecto, a luz branca também é a melhor opção. O presidente da Associação de Moradores de Somosaguas em Madri, Espanha, afirmou: “A iluminação cumpre nossos rigorosos requisitos estéticos. A luz branca é muito próxima à visão natural, o que aumenta a qualidade de vida dos habitantes locais - além de valorizar os imóveis.”

Medindo a percepção das pessoas em relação à cor da luz

Um teste de campo EVALUM* foi executado em 2005 na cidade de Lyon, na França. Os estudantes que moravam no campus INSA e os moradores do 6º distrito da cidade foram solicitados para avaliar diversos tipos de iluminação. Houve uma clara preferência pela luz branca quente produzido por lâmpadas como a MASTERColour 3000K e a MASTER CosmoWhite. Os níveis de satisfação com essas lâmpadas foram maiores do que o registrado para as lâmpadas de sódio de alta pressão e a luz branca fria (4000-4200K).

* EVALUM: Evaluation de lumieres urbaines pour un eclairage durable (avaliação de fontes de luz para iluminação sustentável).

Tornando as ruas mais seguras para motoristas e pedestres

A maior visibilidade representa uma importante contribuição para a segurança na estrada. A luz branca ajuda os motoristas a detectarem o movimento da estrada mais rapidamente e de uma distância maior. Além disso, o motorista tem um tempo extra para parar caso uma criança, um ciclista, um pedestre ou um animal cruze seu caminho inesperadamente, evitando lesões graves ou até mortes.

Protegendo pedestres

A recíproca também é verdadeira; a probabilidade de os pedestres verem o tráfego próximo e reagirem da maneira adequada também é maior. Existe ainda uma nova pesquisa que prova que a melhor visibilidade também reduz os índices de acidentes entre pedestres, pois diminui as chances de eles tropeçarem em obstáculos ou superfícies irregulares em caminhos ou calçadas.

Reduzindo o tempo de resposta

Driving down response timesEstudos realizados no Lighting Research Center em Troy, Nova York, testaram se a luz branca melhora a visão (periférica) dos motoristas. Foi colocado ao lado de um trecho da estrada um painel especial que simulava o movimento de aproximação e afastamento da estrada. Treze itens passaram por uma série de testes durante o dia, e depois à noite com a iluminação amarela de sódio de alta pressão e a CosmoWhite.

Os resultados são claros

The results are clearUm total de 686 testes distintos foram realizados com o painel movendo-se em padrões aleatórios. Ao ser movido para fora da estrada, a resposta correta era acelerar; ao ser movido em direção a ela, a resposta esperada era o motorista frear. Os resultados mostraram uma diferença significativa, do ponto de vista estatístico, nos tempos de resposta entre a luz branca e a amarela para frear e acelerar. Em ambos os casos, o tempo de resposta com a luz branca foi menor.

A ciência por trás da história

Para que um objeto seja visto, é preciso haver uma certa diferença de luminância (ou seja, contraste) entre o objeto e seu plano de fundo. O limite de detecção de contraste é a diferença mínima exigida para que você possa perceber o objeto (sem necessariamente ser capaz de perceber a cor ou os detalhes). Um limite de contraste menor significa que é mais fácil detectar um objeto. Os testes mostram que a luz branca oferece um limite de luminância menor do que a luz amarela, principalmente em grandes ângulos de dispersão e níveis baixos de luminância. Isso significa que é mais fácil ver pessoas ou outros objetos com a luz branca, o que contribui para a maior segurança do motorista e de outros usuários da estrada.
 

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Ladrilho

Mais do que revestir pisos, eles estão em paredes, bancadas e até correm pelo teto.  Inspire-se nestes 11 modelos (com preços) de 20 x 20 cm.



Os ladrilhos da RochBeton são confeccionados em tons quentes e terrosos com mesclas de verdes e azuis em versões florais, lisas ou geométricas. O modelo Quatro Pontas sai por R$ 100 o m² ou R$ 5 cada um. Como vende sob encomenda, o endereço aceita pedidos personalizados.

Com desenho limpo, o revestimento Bolas, da Terratile, pode ser fabricado em até 60 cores. Esse modelo faz parte da busca de modernização da marca a partir de novos pigmentos, alguns vindos da Alemanha, como os matizes vermelho, roxo e lilás. Custa R$ 180 o m² ou R$ 7,20 a unidade

Inspirada nos desenhos do holandês Maurits Escher, de intrincada geometria, a estampa Gobeto (R$ 138 o m² ou R$ 8,90 a peça) produz inusitado efeito visual. Além do arranjo preto e branco, há 76 cores. A Ladrilar aceita encomenda de tons exclusivos, que custam cerca de 20% mais.

Criada por Marcelo Rosenbaum para a Brasil Imperial, a linha São João resgata a brasilidade típica dos trabalhos desse designer paulista com as estampas balão, xadrez, bandeirinha e palha. Aposta numa versão mais limpa para criar ambientes urbanos atuais. Preço sob consulta..

O Zig Zag, disponível pela Ville Rose Cerâmica, vale R$ 164,80 o m² ou R$ 8 a peça. A loja oferece uma coleção variada que contempla os estilos romântico, clássico e contemporâneo com cerca de 200 modelos. Fabrica os ladrilhos com base numa cartela de 15 cores.

Especializada em restauro de peças de prédios tombados ou casarões antigos, a Ornatos Nossa Senhora da Penha mantém uma oferta de 600 estampas, como a Florão, clássico dos anos 60, vendida por R$ 115 o m² ou R$ 4,60 a unidade. Para substituir os tons rosa, pêssego e pistache, existe uma cartela com 50 cores.

Devido ao arabesco do desenho, a peça à venda na Ibiza segue um padrão clássico com releitura moderna. Estampas mais atuais, algumas assinadas por profissionais, como os arquitetos Sig Bergamin e Gustavo Jansen, são um diferencial da loja. R$ 151 o m² ou R$ 15,90 a peça.

É da Casa Franceza o delicado floral (ref. 329) que custa R$ 30 a placa ou R$ 146 o m². O tom amarelo dourado pode dar lugar a qualquer um dos 22 matizes da paleta de cores. Possui incrementado catálogo com 300 desenhos, cujos preços variam de R$ 110 a R$ 250 o m²

Cheio de detalhes, o ladrilho de nuances mais fechadas (ref. FD 121) tem inspiração colonial bem marcada. Vendido por R$ 170 o m² ou R$ 6,80 a unidade, na Pisos Paulista, vai bem em projetos mais sóbrios. Pode ser executado no matiz desejado pelo cliente – há uma infinidade de tons.

Todo em flor, o modelo de quatro cores da Fábrica de Mosaicos (ref. L01) ganhou o nome de Marroquino. Sai por R$ 330 o m². Os ladrilhos com um só tom estão à venda por R$ 110 o m². Há mais de 300 padrões com estilos art déco, art nouveau, florais e geométricos. A loja aceita pedidos mínimos de 3 m².

Têm visual vibrante as peças da Casa Antiga, como o modelo colonial de misturas quentes que custa R$ 170 o m² ou R$ 10 a unidade. O endereço mantém um acervo com itens fora de linha para compor painéis de patchwork em paredes e pisos. Cria estampas dentro de uma cartela de 54 cores, com custo maior.

Clima de campo na churrasqueira: O morador queria que o canto da churrasqueira, na varanda, tivesse ares de casa de fazenda. Ao projetar o espaço, a designer de interiores Lizandra Maluf e a arquiteta Melissa Ferraz sugeriram cobrir a parede atrás da pia com ladrilhos hidráulicos. “Escolhemos peças com estampas diferentes, mas sempre de tons de azul e amarelo para o resultado ficar harmônico”, diz Lizandra. Após a instalação, os ladrilhos (Ville Rose) foram lavados e receberam verniz óleo fugante, que evita manchas de gordura. O armário é de peroba de demolição (execução da Sevom Rios), e o frigobar, da Brastemp.

Mezanino exibe painel gráfico: No apartamento de dois andares, os arquitetos Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz mandaram quebrar parte da laje da sala para criar esta área de pé-direito duplo. “Queríamos um elemento que ligasse visualmente os dois pavimentos. Por isso, projetamos o painel de ladrilhos hidráulicos. Ele faz um resgate de nossa tradição modernista de unir arte e arquitetura”, conta Rodrigo. Assinada pelo artista plástico Fabio Flaks, a estampa gráfica foi reproduzida em peças de 20 x 20 cm, numeradas para facilitar a montagem. Um instalador experiente, que seguiu um desenho impresso, assentou as peças do painel, de 4,40 x 2,80 m, fabricadas pela Rochbeton. Além disso, houve a supervisão do artista Fabio Flaks.

Tons suaves colorem o terraço: O pequeno terraço, no alto de um prédio, ganhou colorido graças à parede coberta de ladrilhos hidráulicos. “Como no paisagismo impera o verde, quis trazer outras cores para o espaço”, conta a paisagista Claudia Muñoz, autora do projeto. A ideia também era propiciar uma atmosfera feminina para a moradora. “Suaves, os tons de azul, amarelo e rosa cumpriram o propósito sem que eu precisasse recorrer a uma estampa floral”, diz. Sobre os ladrilhos, não foi aplicada nenhuma resina. “Mas isso só é possível em paredes, nunca em pisos.” Plantados em vasos, fícus, buchinho, azaléia e minirrosa ganham realce em frente à parede de ladrilhos (Brasil Imperial). Deque do Empório dos Dormentes, cadeira da Schuster

Estampa valoriza a varanda: Fechar a varanda com vidro foi a solução encontrada pelas arquitetas Camilla Saba Guimarães e Ana Guimarães para criar a área gourmet que o morador queria. “Ele pediu um espaço para receber os amigos que não fosse a cozinha do dia a dia”, conta Camilla. Resistente ao calor, o ladrilho hidráulico valorizou a parede da churrasqueira. “Mandamos o projeto para o fabricante e selecionamos algumas estampas no catálogo da empresa”, diz Camilla. “Recebemos de volta simulações de como ficaria o resultado, o que facilitou a escolha.” Depois de instalados, os ladrilhos da Fábrica de Mosaicos ganharam a proteção de resina acrílica. Balcão de peroba (Marcenaria Via Madeira) com tampo de granito (Itu Mármores). Deque da Eco Madeiras

Piso resgata a tradição artesanal: Para o designer Marcelo Rosenbaum, os ladrilhos hidráulicos são uma expressão da arte popular e da tradição. “O material tem uma produção completamente artesanal. Desde que surgiu, o jeito de fazê-lo permanece o mesmo”, afirma. Por carregar essa memória, o revestimento foi escolhido para o piso do restaurante Dalva e Dito, em São Paulo, cujos ambientes são assinados por Marcelo. “Todo o projeto remete ao período colonial brasileiro. Entre os elementos que evocam essa época, estão os grandes tapetes de ladrilho”, conta. O designer escolheu ladrilhos com estampas e cores de catálogo da Brasil Imperial e com eles criou a composição do piso. Biombo de muxarabi (Artífice) e cadeira do tipo medalhão (Pérola Negra).

Materiais em harmonia na fachada: Linhas contemporâneas caracterizam esta casa, localizada em Teresina. Na fachada, para fazer um contraste, os arquitetos José Ribeiro e Yamara Santos instalaram um mural de ladrilhos hidráulicos. “A estampa suaviza o desenho reto da arquitetura. Além disso, usar um acabamento conhecido gera aconchego”, diz José Ribeiro. A escolha das cores dos ladrilhos – preto, cinza e branco – atualizou o visual do revestimento e garantiu a harmonia com os outros materiais: vidro, textura branca e cerâmica cinza (nos degraus). O painel de ladrilhos (Fábrica de Mosaicos Raimundo Lages) fica resguardado por uma marquise. No interior da casa, poltrona da Lilia Design com tecido do Estúdio Zero.


fonte: http://casa.abril.com.br/materias/materiais-construcao/11-modelos-ladrilhos-hidraulicos-610841.shtml#4

Boxel: um pavilhão de cerveja

Estudantes criam estrutura arquitetônica usando caixas de cerveja recicladas


Engradados de cerveja – daqueles, encontrados em qualquer bar – podem virar material de construção. Criativos, os estudantes da Universidade de Ciências Aplicadas, em Detmold, na Alemanha, recolheram 2 mil caixas plásticas abandonadas e fizeram um pavilhão de verdade, com a ajuda de ripas, parafusos e concreto. A ideia é que o local abrigue eventos, como festas, apresentações e concertos, entre outros. Os alunos foram orientados pelo professor Marco Hemmerling.



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fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI164111-16938,00-BOXEL+UM+PAVILHAO+DE+CERVEJA.html

Cor para renovar a fachada

Prédio chileno da década de 1970 ganha visual mais leve com placas coloridas, que ainda filtram raios ultravioleta


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Os arquitetos chilenos da Murtinho + Raby Arquitectos tinham uma missão: renovar completamente o prédio da Caja de Compensación Los Heroes (uma instituição sem fins lucrativos que administra fundos de segurança social e faz pequenos empréstimos para aposentados), localizado em Santiago, no Chile, sem gastar muito dinheiro. Assim, derrubar ou prédio ou mexer a fundo nas estruturas estava fora de cogitação, já que isso teria um custo muito alto e estouraria o orçamento disponível para a obra. A solução? Transformar completamente a fachada, usando painéis coloridos por toda a extensão. Além de deixar o edifício com um visual muito mais alegre, as placas filtram os raios ultravioleta, protegendo o interior das temperaturas muito elevadas e, consequentemente, diminuindo a necessidade de uso do ar-condicionado.


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fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI195471-16938,00-COR+PARA+RENOVAR+A+FACHADA.html

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Prédio em forma de cacto no Catar

Edifício adaptado ao clima desértico será sede do Ministério de Municípios e da Agricultura


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A paisagem desértica é uma das imagens mais marcantes quando pensamos no Oriente Médio. Por conta disso, o novo prédio do Ministério de Muncípios e da Agricultura no Catar, um emirado da Península Arábica, terá o representativo formato de um cacto gigante. Desenvolvido pelos arquitetos da empresa tailandesa Aesthetics Architects, o edifício não terá apenas uma semelhança visual com a planta típica do clima de deserto. A construção também contará com um sistema que, de acordo com o calor e com a iluminação, abre e fecha as janelas, criando sombras e deixando a temperatura interior mais amena. A inspiração vem da maneira com que o cacto “transpira” durante a noite, para poder reter a água ao longo do dia.


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fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI207919-16938,00-PREDIO+EM+FORMA+DE+CACTO+NO+CATAR.html

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Bjarke Ingels projeta pista de esqui sobre cobertura de usina geradora de energia

Fachada do edifício em concreto terá várias aberturas para entrada de luz natural


O escritório dinamarquês BIG, do arquiteto Bjarke Ingels, venceu um concurso para o desenvolvimento da fachada de uma usina de geração da energia elétrica a partir de lixo, na cidade de Copenhagen, na Dinamarca.

Divulgação: BIG
Usina terá fachada "verde"
O concurso previa o desenvolvimento da fachada da usina Amagerforbraending, mas Ingels fugiu da proposta e transformou o espaço. Segundo o projeto do BIG, a usina de 40 anos será envolvida por uma capa de concreto com várias aberturas, por onde entra a luz natural e onde são colocadas plantas, formando uma parede verde.
A forma da usina fez com que o arquiteto tivesse que aumentar uma das pontas do edifício para acomodar a torre de fumaça. Depois, a "capa" foi estendida para que houvesse espaço para uma área de administração. Por último, um dos lados foi rebaixado, possibilitando o acesso do público à cobertura do edifício.
Para não criar um telhado vazio, o escritório imaginou uma pista de esqui sobre a cobertura, que é viável devido à inclinação do edifício. Segundo o projeto, existirão três pistas de nível diferenciado, que ficarão ativas o ano inteiro. O acesso às pistas será feito através de um elevador adjacente à torre de fumaça, levando ao ponto mais alto do edifício.
A torre receberá um sistema que soltará um anel de fumaça toda vez que uma tonelada de CO2 for liberada pela usina. O sistema armazena a fumaça até o reservatório ficar cheio, quando então o anel é liberado. O objetivo é demonstrar o quanto a usina produz de CO2 diariamente.

Divulgação: BIG
Serão três pistas de esqui com níveis diferenciados

Divulgação: BIG
Perfurações na fachada permitem a entrada de iluminação natural
Divulgação: BIG



Torre soltará um anel de fumaça toda vez que uma tonelada de CO2 for liberada pela usina.

fonte: http://www.piniweb.com.br//construcao/arquitetura/bjarke-ingels-projeta-pista-de-ski-sobre-cobertura-de-usina-208110-1.asp?utm_source=Virtual+Target&utm_medium=email&utm_content=PINIweb.com.br+%7C%A0Bja&utm_campaign=NL+Arq+31%2F01&

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Para fazer um segundo andar

Uma reforma segura para duplicar a moradia exige realização de cálculos específicos e contratação de profissionais capacitados

O primeiro passo é consultar um profissional que faça a sondagem do terreno, pois alguns solos não são resistentes a muita carga. Em seguida, é necessário consultar o calculista (engenheiro que faz o cálculo da construção inicial) e checar a memória das fundações, pilares e vigas, para saber se a estrutura foi dimensionada com “folga de carga” para receber mais peso, como uma laje de piso, elevação dos pilares existentes, novas vigas, revestimentos cerâmicos e outros. Paralelamente, um arquiteto deverá ser contratado para realizar o projeto de ampliação da residência, cuidando para que o novo pavimento seja bem distribuído, fique funcional e criativo. Ele também deve projetar uma escada de acesso ao novo piso, além da realocação do reservatório de água, e ainda criar uma fachada estética.


Não se deve apostar na criação de um pavimento superior quando o calculista der um parecer negativo, alegando que a estrutura não suporta excesso de carga, ou no caso da construção ser implantada sobre um terreno instável, como massapê, ou muito arenoso. O tipo de solo tem influência decisiva na ampliação de uma residência

Reforço nas estruturas

Muitas vezes, o engenheiro calculista encontra uma solução para reforçar o alicerce da casa. Isso pode ser feito com a introdução de jatos de concreto sobre a estrutura ou a criação de novas vigas e pilares. E assim, juntamente com uma boa solução do projeto arquitetônico, o projeto de uma casa de dois andares pode ser realizado.
Acesso e cobertura
Para unir o pavimento térreo ao superior, o arquiteto poderá projetar uma rampa ou escada – esta pode ser linear, helicoidal ou em “L”, em materiais como concreto, madeira ou aço. O profissional poderá projetar a cobertura desse segundo andar com uma laje de forro, um telhado colonial (com madeiras e telhas cerâmicas) ou telhas em fibrocimento.
Analise as possibilidades
Se a ideia dos proprietários for construir um segundo andar parcial, os passos serão os mesmos seguidos no caso de um patamar completo. Porém, a diferença no quadro de cargas tornará a obra mais viável, já que a estrutura será mais leve.


LEGALIZE JÁ
O projeto de duplicação de uma residência precisa de autorização municipal. O arquiteto consultado deve entrar com um pedido de autorização junto à Prefeitura para um projeto de ampliação. Primeiro conseguese o alvará para reforma e, quando a obra estiver pronta, solicita-se novo Habite-se.