domingo, abril 03, 2011

Las Chicas: garagem que virou restaurante

















O lado plebeu da luxuosa Oscar Freire, em São Paulo, no quarteirão entre a avenida Rebouças e a rua Artur de Azevedo, foi brindado com a nova investida da criativa, irrequieta e talentosa chef Carla Pernambuco, dona do Carlota. Ao lado de uma simpática vila e no térreo de um predinho dos anos 50, onde já funcionou uma casa de carnes silvestres, uma quitanda e originalmente era a garagem do respectivo prédio, Carla inaugurou, no mês de fevereiro, o novo espaço gastronômico.

Na fachada de vidro, um luminoso vermelho traz em letras cursivas a inscrição Las Chicas, anunciando o espírito divertido, feminino e cosy do lugar. Pequeno, com pé direito baixo e poucas mesas, o Las Chicas foi pensado para ter o astral de uma casa, um lugar para ficar com os amigos sem vontade de ir embora. Mas oferece também refeições rápidas, muito ao estilo das delis novaiorquinas, onde você passa para matar a fome, mas o faz com estilo: uma tartine fria de presunto de Parma ou um polpetone com queijo gouda na ciabatta, por exemplo.

O assunto aqui não é exatamente gastronomia, mas o espaço. Porém, como diz Tania Eustáquio, arquiteta responsável pelo projeto e amiga de Carla, “comida e restaurante conversam”. Para a chef, “o Carlota é o dining room, e o Las Chicas é a copa”. Com essa ideia, Tania manteve a comunicação da cozinha com o salão, separando-os por um móvel com prateleiras vazadas.

“Eu queria esse espírito de garage gourmet, de deli, que era o projeto original do Carlota”, revela Carla. O ambiente é salpicado de cores fresh e apimentadas. É uma alegria só e uma ambientação com um pé nos anos 60. “O mobiliário tem cara de cozinha old fashion americana”, diz a arquiteta Tania.

Por que esse clima retrô? “Porque eu tinha saudades dessa época em que eu cresci, do calor humano que a cozinha representava. E também estava cansada da onda da tecnologia na cozinha”, explica Carla, uma das duas chicas. A outra é a chef Carolina Brandão, há dez anos seu braço direito e agora sócia nesse projeto.

fonte: http://casavogue.globo.com/interiores/las-chicas-garagem-que-virou-restaurante/

sábado, abril 02, 2011

Adesivos imitam cabeceira e deixam a decoração do quarto mais divertida

 Divulgação

Comprou uma cama box e ficou em dúvida na hora de escolher a cabeceira? A resposta é simples: não compre nenhuma! Brincadeiras à parte, esta é a intenção da coleção de adesivos lançada pela marca canadense Blik. Feitos em vinil, os desenhos podem ser colados à parede, atrás da cama, funcionando como cabeceiras “de mentira”. Cada modelo custa cerca de US$ 40, mas, por enquanto, eles não são vendidos no Brasil.



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Colado na parede, o adesivo de vinil substitui a cabeceira com bom humor
 Divulgação
Cada um custa cerca de US$ 40

fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI133438-16802,00-CABECEIRA+DE+FAZ+DE+CONTA.html

Engradados para organizar e decorar



Esta cobertura, reformada pela equipe do WHYDESIGN, é supermoderna. Essencialmente bruta, tem vigas estruturais de concreto aparente e piso de ladrilho hidráulico. Mas o destaque fica mesmo para a decoração despojada. Aqui, os engradados de plástico geralmente usadas em supermercados ganharam novo uso. Servem também para decorar e organizar a sala.
Marcelo Magnani
Marcelo Magnani



fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI165748-16776,00-ENGRADADOS+PARA+ORGANIZAR+E+DECORAR.html


quarta-feira, março 30, 2011

Construção do Estádio Olímpico de Londres é finalizada

Somente superfície da pista de atletismo ainda não foi colocada


A ODA (Olympic Delivery Athority), responsável pela coordenação das obras de todo o Parque Olímpico de Londres, anunciou o término da construção do Estádio Olímpico após 34 meses de construção. O último pedaço de grama foi colocado hoje no estádio. Falta somente a superfície da pista de atletismo, que deverá ser concluída ainda no primeiro semestre. Segundo John Armitt, presidente da ODA, "tudo foi terminado a tempo e dentro do orçamento".

Divulgação: ODA
Após a Olimpíada, estádio servirá para jogos do West Ham  
O estádio conta com uma estrutura mista de concreto e aço. A arquibancada inferior do estádio, com capacidade para 25 mil pessoas, e toda a infraestrutura de vestiários e administração têm estrutura de concreto. Já a arquibancada superior, que é removível e terá capacidade para 55 mil espectadores, tem estrutura em aço.

O terreno que vai abrigar o Estádio foi adquirido em julho de 2007, numa região degradada da parte Leste de Londres, com o intuito de promover a revitalização da área.  Os 33 galpões locais foram demolidos e o solo, contaminado no século passado por uso industrial, passou por um processo de remediação. Aproximadamente 800 mil t de terra foram retiradas durante a terraplenagem e reutilizadas em outras obras do Parque Olímpico.

No dia 22 de maio de 2008 começaram os trabalhos para a construção da fundação de estacas escavadas do estádio. As 4 mil de estacas de 25 m de profundidade foram finalizadas. Em seguida, foram construídas as lajes que dão base para o campo, para a pista de atletismo e para a construção da estrutura da arquibancada inferior.

Já em agosto daquele ano, as peças pré-moldadas da arquibancada inferior foram instaladas. Enquanto as arquibancadas inferiores estavam sendo montadas, a execução da estrutura de aço para as arquibancadas superiores era iniciada.

Após um ano de construção, parte da estrutura de aço que sustenta a cobertura do estádio já estava terminada. As 28 peças que formam a estrutura já estão colocadas, assim como a cobertura, que cobrirá aproximadamente 2/3 das arquibancadas. Os 14 holofotes, instalados a 60 m de altura do campo, foram testados no final de dezembro do ano passado.

Além das cerimônias de abertura e encerramento dos jogos, o estádio receberá as competições de atletismo, já que as partidas de futebol serão realizadas no Estádio de Wembley. A expectativa é que o local seja inaugurado no dia 27 de julho, um ano antes do início da Olimpíada de 2012. Após a Olimpíada, o estádio servirá como estádio do clube londrino West Ham.


terça-feira, março 29, 2011

Norman Foster

Norman Foster utiliza elementos da arquitetura marroquina em sedes do BMCE


Materiais locais, cúpula e desenhos islâmicos fazem parte dos edifícios




As sedes do Banque Marocaine du Commerce Exterieur (BMCE) nas cidades de Rabat e de Casablanca, no Marrocos, tiveram suas construções finalizadas na última semana. Com projetos praticamente iguais, feitos pelo escritório Foster + Partners, os edifícios são os primeiros a serem construídos pelos arquitetos no continente africano, juntamente com a terceira sede do BMCE em Fez.

Divulgação: Foster + Partners
Terceiro edifício, em Fez, deverá ser concluído brevemente
Construídos com estrutura de concreto, os edifícios têm características muito semelhantes, diferenciando-se por padrões de cor e tamanho, dependendo da sua localização.

Uma das principais características do projeto é ligação com a arquitetura local: "Os edifícios reinterpretam elementos da arquitetura tradicional marroquina, combinando-as com um design de interiores contemporâneo", explica Norman Foster.

As cúpulas dos dois edifícios têm o interior revestido de gesso, de acordo com técnica local, enquanto o exterior é revestido com telhas tradicionais de cerâmica. Da parte interior da cúpula, surge uma coluna de concreto, que forma um banco no centro do edifício.
Além disso, painéis de vidro e telas de 200 mm de profundidade feitas de chapas de aço inoxidável cortado reproduzem desenhos geométricos característicos da cultura marroquina. As chapas são feitas de uma mistura de ferro de baixa densidade que não aquece sob o sol. 

Os edifícios se caracterizam pela colunata de entrada e pela divisão em uma série de ambientes que se repetem em grade modular. As sedes foram desenhadas para ter alta eficiência energética, além de contar com materiais provenientes do próprio local. Os edifícios contam com um sistema de resfriamento que não utiliza energia: o ar é puxado por um cano que circula o edifício subterraneamente e, depois de ser naturalmente resfriado pela terra, ele é liberado no interior do edifício.





Divulgação: Foster + Partners
Banco de concreto surge da parte interior da cúpula
Divulgação: Foster + Partners
Edifícios são muito parecidos, diferenciando-se por tamanho e cores
Divulgação: Foster + Partners
Placas criam sombra e permitem climatização do ambiente
Divulgação: Foster + Partners
Desenhos geométricos são característicos da cultura islâmica
fonte:http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/norman-foster-utiliza-elementos-da-arquitetura-marroquina-em-sedes-do-212727-1.asp

Uma das maiores estruturas de madeira do mundo, é inaugurado na Espanha

Metropol Parasol


Estrutura servirá como revitalização da Plaza de La Encarnación, em Sevilha




Foi inaugurado ontem, em Sevilha, na Espanha, o Metropol Parasol, projeto de revitalização de uma das principais praças da cidade, a Plaza de La Encarnación. O projeto, do escritório alemão J. Mayer H. Architects, é considerado uma das maiores estruturas de madeira do mundo. O concurso para a revitalização da praça foi realizado em 2004.

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Estrutura é feita toda de peças de madeiras cobertas por uma fina camada de poliuretano
Toda a estrutura do local é feita de madeira coberta por uma fina camada de poliuretano. Inicialmente, o terreno seria transformado em um estacionamento, mas após descobertas arqueológicas no local, a prefeitura de Sevilha decidiu transformar o local em um centro cultural. O edifício abrigará um museu, uma praça elevada, um restaurante e observatórios no topo da estrutura.

Abaixo da estrutura, haverá uma praça coberta, visando a interação entre os moradores da região. Segundo os arquitetos, "o Metropol Parasol explora o potencial da Plaza de La Encarnación de se tornar o novo centro urbano de Sevilha". "A infraestrutura bem desenvolvida ajuda a praça a se ativar, tornando-a um destino atrativo para turistas e para moradores locais", relatam os arquitetos.

O edifício é formado por peças de madeira encaixadas umas nas outras. As peças deixam um espaço livre para a passagem do sol. Além disso, as cores neutras da estrutura contrastam com as cores fortes das construções da região.

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Construção demorou aproximadamente seis anos
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Espaço deverá se tornar um destino atrativo na cidade de Sevilha
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Vista aérea da Plaza de la Encarnacion durante a construção do Metropol fonte: http://www.piniweb.com.br//construcao/arquitetura/metropol-parasol-uma-das-maiores-estruturas-de-madeira-do-mundo

Centro comercial


Projeto  Centro Comercial em Campina Grande - PB
 Projeto: 3D ARQUI-DESIGN




Ambientação - Sala de estar e cozinha

Projeto 3d ArquiDesign - Alex Barros, Lorena Cavalcanti, Laura Braga

Cliente: Jr Flor

Fotos atuais






Proposta do Projeto










segunda-feira, março 28, 2011

Guarda-chuva de luz

O designer francês Philippe Starck reinventa lustre de cristal clássico utilizando um guarda-chuva


A combinação entre um elemento clássico de decoração, como um lustre de cristal, e um objeto banal e cotidiano, como um simples guarda-chuva, é improvável. No entanto, não é impossível. Que o diga o designer Philippe Starck, que uniu as duas coisas para criar o Marie Coquine Chandelier para a marca francesa Baccarat.

Além de ter um visual diferente, tornando-se quase uma escultura na sala, a peça tem utilidade, já que a parte de cima do guarda-chuva ajuda a difundir a luz de forma suave no ambiente. O inusitado lustre faz parte da linha Highlights Collection, que será apresentada em abril durante o Salão do Móvel de Milão.

Divulgação

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Expo Revestir: texturas em alta


Texturas: muitas, de todos os tipos, formas e tamanhos. Esse era o panorama que o visitante da última Expo Revestir – realizada em São Paulo na semana passada – podia conferir nos stands dos fabricantes de todo o Brasil. Não importava o material: madeira, cerâmica, cimento, mármores, porcelanato, a maioria absoluta das empresas trazia suas opções de revestimentos com relevos ou texturas visuais planas.


O mosaico Due, criado por Renata Rubim, foi uma das linhas apresentadas pela Solarium (Foto: Divulgação)

 Além das novidades em pisos e revestimentos, a Solarium apresentou bancos em cimento desenhados por Guto Índio da Costa (Foto: Casa Vogue Online)

A linha Prisma Due de revestimentos cimentícios era um dos lançamentos da Castelatto (Foto: Casa Vogue Online)

 Dentre as novidades da Revelux, destacamos o mosaico Arenite, também de base cimentícia (Foto: Casa Vogue Online)





As ripas de “madeira de demolição” acima são peças da linha Cor Velha, outro lançamento da Revelux (Foto: Casa Vogue Online)

Padrão Canela de Demolição, na linha Ecollection, da Portobello (Foto: Casa Vogue Online)

A linha de revestimentos de parede Color Trend, da Eliane, se destaca pelo formato, acabamento em alto brilho e, claro, pelo frescor das cores (Foto: Casa Vogue Online)



Outro lançamento da Eliane foi o porcelanato Peroba, que reproduz a aparência da madeira com fidelidade (Foto: Casa Vogue Online)
 Assinado pela artista Calu Fontes, o mosaico Calu Oriente também foi lançado pela Eliane – desta vez integrando a Decor Tiles, sua linha Premium (Foto: Casa Vogue Online)
 A Colortil aproveitou a feira para lançar a Natus, sua nova divisão de revestimentos. Na foto, mosaico criado com a linha Relevo, em pedra natural (Foto: Casa Vogue Online)
 Também integrando a Natus, a linha Madeira oferece três opções de mosaicos, planos ou com relevo (foto), todos fornecidos em placas de 30 x 30 cm (Foto: Casa Vogue Online)
 Texturas visuais chamam atenção no piso vinílico apresentado pela Interfloor (Foto: Casa Vogue Online)
 A Marmoraria Capixaba apresentou padronagens criadas a partir de sistema computadorizado de corte das peças; o desenho pode ser definido pelo cliente (Fotos: Casa Vogue Online)
 A Ace Revestimentos apresentou o piso vinílico Symbioz, produzido pela empresa francesa Gerflor. Ecológico, o piso é feito com plastificantes são 100% a base de milho e trigo (Foto: Casa Vogue Online)
 Produzida com impressão digital de alta definição, a linha Skin HD, da Portinari, é composta de porcelanatos no formato 45 x 90 cm. Na foto, o modelo Paulista (Foto: Casa Vogue Online)

O escorredor é pop!

Fundamental na cozinha, o escorredor de macarrão também pode se transformar em objeto iventivo para os outros ambientes da casa. As versões coloridas e com design moderninho são perfeitas para isso. É só abusar da criatividade!

 




Qual o tipo de escorredor para uma luminária ? Opte por modelos de inox, e não de plástico. O diâmetro não deve ultrapassar 25 cm, senão a cúpula fica muito grande

fonte: http://www.revistadecorarmaispormenos.com.br/ESDM/espaco-conforto/5/artigo211473-1.asp