segunda-feira, maio 02, 2011

Acompanhamento de Obra

Projeto 3d ARQUI-DESIGN 


ARQUITETOS: ALEX BARROS E LORENA CAVALCANTI
Residência no Bairro do Catolé - Campina Grande - PB



























sexta-feira, abril 29, 2011

Porque não tem alagamento em Tóquio?



 Com o crescimento da economia brasileira
a partir de meados da década de 90, acredito que já podemos
dispor de investimentos na área de "prevenção de enchentes".
Segue abaixo algumas soluções aplicadas pelos japoneses.
Lembrem-se que o Japão é um país muito rico, há muito tempo.

Vejam porque não tem alagamento em Tóquio....
Anualmente uns 25 tufões assolam o território japonês.
Desses, dois ou três atingem Tóquio em cheio,

com chuvas fortíssimas durantre várias horas ou até um dia inteiro.
Mas nem por isso ocorrem enchentes ou alagamentos na cidade.
Por que será? Veja as explicações abaixo.

Subterrâneos de Tóquio





O subsolo de Tóquio alberga uma fantástica infraestrutura cujo aspecto se assemelha ao cenário de um jogo de computador ou a um templo de uma civilização remota. Cinco poços de 32 m de diâmetro por 65 m de profundidade interligados por 64 Km de túneis formam um colossal sistema de drenagem de águas pluviais destinado a impedir a inundação da cidade durante a época das chuvas.

A dimensão deste complexo subterrâneo desafia toda a imaginação.  É uma obra de engenharia sofisticadíssima realizada em betão, situada 50 m abaixo do solo, fato extraordinário num país constantemente sujeito a abalos sísmicos e onde quase todas as infraestruturas são aéreas.  A sua função é não apenas acumular as águas pluviais como também evacuá-las em direção a um rio, caso seja necessário. Para isso dispõe de 14.000 HP de turbinas capazes de bombear cerca de 200 t de água por segundo para o exterior.









Conclusão: Não existe problema insolúvel. Basta querer enfrentá-lo.

Para esse nível de tecnologia, as "enchentezinhas" de São Paulo, Rio, Campina Grande etc. são tiradas de letra.

quinta-feira, abril 28, 2011

Acompanhamento de obra

Acompanhamento da Reforma da Residência de Verbena e Oliveiros.


Projeto 3d ARQUI DESIGN 
ALEX BARROS, LORENA CAVALCANTI E LAURA BRAGA









Clínica de Ortopedia - Campina Grande - Altamir Cavalcanti


Acompanhamento de obra

Residência Verbena e Oliveiros

Fotos do local  antes da reforma


 O projeto:








 Acompanhamento da obra:
Obra em andamento:





 Projeto: 3d arqui design -Alex Barros, Lorena Cavalcanti e Laura Braga.




Sala de vigilância da CHESF

Projeto feito através da Usina de Projetos





terça-feira, abril 26, 2011

Rio Tâmisa, em Londres, terá teleférico de quase 50 milhões de libras

Sistema de transporte ficará pronto antes da Olimpíada de 2012


O Grupo Mace será responsável pela construção do primeiro teleférico sobre o rio Tâmisa, em Londres. As cabines do teleférico serão conduzidas por meio de fios de aço de 50 mm de diâmetro, que cruzarão o rio e terão aproximadamente 1 km de extensão, ligando a península de Greenwich e as docas reais. O projeto é assinado pelo escritório Aedas.

Divulgação: Mace Group

Torres de aço de 90 m de altura darão sustentação aos cabos. Cada uma das 34 cabines poderá transportar até 10 passageiros. "Será uma nova e excitante travessia do rio e nós estamos orgulhosos em participar do projeto", disse Mark Reynolds, chefe executivo do grupo.

A construção deverá custar aproximadamente 50,5 milhões de libras e deverá ficar pronta antes dos jogos olímpicos de 2012, que serão realizados em Londres. Segundo o grupo, aproximadamente 2,5 mil pessoas deverão ser transportadas de um lado a outro do rio por hora.

Divulgação: Mace Group 

                

domingo, abril 24, 2011

À moda antiga

Dois visuais que sempre figuraram em ambientes infantis - o romântico e o retrô - unem-se para encantar ainda mais o primeiro ambiente do bebê


Uma atmosfera nostálgica repleta de mix de estampas e cores - nas quais o marrom faz parceira ora com o rosa ora com o azul -, móveis de família e objetos de decoração garimpados com esmero vem rondando o imaginário dos pais, que encontram no estilo retrô romântico a fonte ideal para criar um clima aconchegante e repleto de boas lembranças e excelentes vibrações para seus bebês. 

A palavra derivada do prefixo latino retro - que carrega o significado de para trás ou em tempos passados - ressurgiu à cena muito mais em referência a um estilo atemporal, que traz imbricado a qualidade, por isso a durabilidade que ultrapassa gerações. "Dizem que a moda sempre volta, mas o estilo retrô é a demonstração mais evidente de todas, pois incorpora os projetos das décadas de 1950, 1960 e 1970, inspirando sempre a criação de novas peças. O melhor disso tudo é que conseguimos ousar na decoração, sendo ela contemporânea ou clássica".

Transposto a uma fase em que a mulher está mais sensível e com um imaginário repleto de lembranças de sua infância, a ternura romântica adiciona o ingrediente perfeito para florescer um estilo delicado, aconchegante e atemporal - o retrô romântico -, perfeito para acolher o novo integrante da família.

"O sentimento de tempos passados marca presença em todas as atividades do projeto, desde a decoração em si, como nos tecidos, móveis, cartela de cores etc. Talvez o aspecto mais interessante seja um grau de versatilidade que permite que cada temporada tenha sua identidade especial".

Pequenos detalhes, grandes efeitos

É sabido que pequenos detalhes fazem a diferença. E se por meio deles conseguimos modificar um ambiente, é na tendência retro romântico que certamente eles são extremamente valiosos, até porque muitos desses elementos carregam consigo não apenas um apelo decorativo, mas as memórias da família passadas com carinho para o mais novo integrante do clã através de objetos, móveis e acessórios que atravessam gerações. Por isso, misturar objetos de diferentes épocas e estilos, mas que conversem entre si, respeitem uma unidade e o espaço físico, são alguns dos passos fundamentais para se encontrar a harmonia - e não trazer a impressão de um monte de relíquias empilhadas sem propósito no quarto do bebê. 

"O primeiro passo é clarear tudo. Das paredes ao mobiliário, elegendo como cor base o branco", indica a decoradora Viviane Caetano, proprietária da Anos 60 Decoração, ressaltando a necessidade de traduzir a tendência em algo ora mais finas ora mais espessas; poás, grandes e pequenos; padronagens geométricas; e florais de temática liberty, as bem miúdas importadas da década de 1970.

As cores e estampas também podem tingir paredes, forrar a poltrona de amamentação, embalar kits de higiene, se instalar em objetos e acessórios de decoração. "Os papéis de parede com as mesmas padronagens dos tecidos que encapam os estofados, em fundo em tons pastel, são ótimos instrumentos para reviver a história. Um truque excelente é usá-los para envolver os móveis e principalmente as gavetas. Os modelos que já vêm aromatizados são úteis para criar um clima e amenizar o cheiro forte, ou de mofo, dessas peças antigas que poderiam por ventura incomodar o bebê.
Lembrando que os adesivos de parede também entram nessa onda", aconselha Viviane. extremamente delicado. 

Se a ideia é clarear o mobiliário - que, no caso dos herdados, podem ser repaginados -, o enxoval pode ousar, flertando com o mix de estampas características do retrô romântico, como listras, ora mais finas ora mais espessas; poás, grandes e pequenos; padronagens geométricas; e florais de temática liberty, as bem miúdas importadas da década de 1970.

As cores e estampas também podem tingir paredes, forrar a poltrona de amamentação, embalar kits de higiene, se instalar em objetos e acessórios de decoração. "Os papéis de parede com as mesmas padronagens dos tecidos que encapam os estofados, em fundo em tons pastel, são ótimos instrumentos para reviver a história. Um truque excelente é usá-los para envolver os móveis e principalmente as gavetas.

Os modelos que já vêm aromatizados são úteis para criar um clima e amenizar o cheiro forte, ou de mofo ,dessas peças antigas que poderiam por ventura incomodar o bebê. Lembrando que os adesivos de parede também entram nessa onda".

fonte: http://decorababy.uol.com.br/ESDB/ambientes-enxoval/41/a-moda-antiga-dois-visuais-que-sempre-figuraram-em-213446-1.asp

Arquitetura sustentável no MAM

Construções que levam em conta a preservação do meio ambiente são o foco de duas mostras do Museu de Arte Moderna, em São Paulo


Divulgação
Parque residencial Sandgrubenweg, na Áustria. Projeto do grupo Ritsch, Hörbuerger,
Schweizer e Kuess
 
Não dá mais para pensar no mundo sem se preocupar com sua preservação. Cada vez mais, o design, a decoração e a arquitetura se ligam à sustentabilidade, em um caminho que – felizmente – parece não ter mais volta. Duas exposições simultâneas, em cartaz no MAM (Museu de Arte Moderna), em São Paulo, até 26 de junho, jogam os holofotes sobre as construções “verdes”.

Morada ecológica, com curadoria da arquiteta e jornalista francesa Dominique Gauzin-Müller, é uma exposição itinerante com origem em Paris. Com fotos de mais de 50 projetos, realizados em diversas partes do mundo, o objetivo é abordar as novidades da arquitetura contemporânea e a influência da sustentabilidade nas construções e no desenvolvimento urbano. Tudo com um olhar voltado também para o futuro. “Foi uma pesquisa apaixonante a respeito de um conceito ao mesmo tempo tangível e em pleno movimento: como adaptar o mundo à crise energética e às mudanças climáticas. A exposição apresenta pesquisas sem encerrá-las: a próxima década será ainda mais prolífica”, explica Dominique.

O evento simultâneo Razão e ambiente aborda o mesmo assunto, mas, desta vez, com foco no Brasil. As principais referências são os trabalhos de Lucio Costa, Lina Bo Bardi e Sergio Bernardes. Com curadoria do arquiteto Lauro Cavalcanti, a mostra tem 25 obras que destacam o pioneirismo da arquitetura brasileira modernista na utilização de soluções ecológicas e seus desdobramentos nas construções sustentáveis de hoje. “Razão e ambiente quer sublinhar que as rupturas do modernismo brasileiro estiveram sempre permeadas pelos melhores aspectos de nossa tradição construtiva. E, por meio de alguns exemplos contemporâneos, reintroduzir a arquitetura, em suas dimensões técnica, artística e social, no centro do debate ecológico atual”, diz Lauro.

Confira algumas das fotografias que poderão ser vistas pelo público nas exposições:
Divulgação
O arquiteto Frank Lloyd Wright projetou esta casa nos Estados Unidos em 1925
Divulgação
À esq., 100 moradias sociais, na França, de Jakob Macfarlane. À dir., interior de casa projetada por Werner Sobek na Alemanha

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À esq., desenhos de Sergio Bernardes. À dir., de Lina Bo Bardi