terça-feira, maio 08, 2012

3d-ArquiDesign

Maquete eletrônica para a Construtora Confort Residence.

 


O Príncipe de Gales Residence alia uma arquitetura moderna com espaços planejados para se ter qualidade de vida. O Edifício dispõe de Espaço Gourmet, Elevador, Solarium, Central de Gás, Medições Individuais de água e energia, guarita e garagem coberta. Com apartamentos de 47,70; 49,00; 59,50 e 61,50 m².







Projeto Reforma Fábrica no Distrito Industrial

 

Levantamento, Reforma e Ampliação




 

domingo, maio 06, 2012

Impermeabilização


Calcular o custo do descuido na impermeabilização é simples: se feita preventivamente, ela equivale a 2% do valor total da construção. Consertar o problema com a obra pronta sobe esse índice para 15%. Além das infiltrações, a falta de proteção contra umidade gera uma das dores de cabeça domésticas mais comuns: “Mais da metade dos problemas com pintura surge por causa de impermeabilização irregular”, alerta Wadson Marques, coordenador de projetos da Sika. Outro ponto crítico reside na troca de revestimentos. “O processo costuma agredir a impermeabilização antiga. Antes de colocar o acabamento, faça uma nova”, sugere Vicente Panizotto, gerente técnico da Mactra. A boa notícia: todos os problemas têm solução.

“Encontrar a solução completa no quesito impermeabilização para as diferentes etapas da construção é a saída certa para ter proteção e economia”, aponta o engenheiro civil Alexandre Rodrigues, gerente de produtos impermeabilizantes da Anchortec Quartzolit. Versões mais simples, como aditivos, são mais baratas e adequadas para fundações. Já as poliméricas, mais caras, protegem acabamentos e são de aplicação fácil. As mantas, instaladas a quente ou a frio, cobrem áreas maiores, expostas às intempéries.

Novidades do setor

Nos últimos anos, a indústria tem se esmerado em desenvolver produtos versáteis para facilitar essa etapa da obra. O investimento visa principalmente simplificar a aplicação, já que a tarefa exige capacitação. “Encontrar bons profissionais ainda é um dos maiores desafios do setor”, avalia o arquiteto Marcos Moraes, diretor da Impermol, aplicadora de São Paulo. Com a evolução do segmento, já existem curingas para todas as etapas da construção, mas eles ainda pesam no bolso.











O boxe é o maior culpado por infiltrações domésticas. Em casas, o problema torna-se visível, normalmente, no rodapé do cômodo vizinho. Em apartamentos, no andar de baixo. A solução passa pela proteção de toda a área, com cimento ou argamassa poliméricos também nas paredes, até uma altura média de 1,50 m. “Aplica-se o produto em três ou quatro demãos cruzadas, cada hora num sentido”, explica o arquiteto Marcos Moraes, da aplicadora paulista Impermol. Além disso, cuide da dispersão do vapor. “Ele invade outros ambientes, por isso garanta a boa circulação de ar no espaço”, conta Vicente Panizotto. Dentro do ralo, recorra a uma tela estruturante entre as camadas de impermeabilizante. Ela deve descer cerca de 30 cm para garantir o isolamento. No vaso sanitário, atente à vedação na entrada de água e na saída do esgoto. 


Ambientes internos aceitam soluções leves (como argamassas), pois não sofrem com contrações e dilatações da exposição ao clima. 


“Na cozinha, o ponto que mais requer atenção é a junção entre piso e parede. Se mal instalado, o rejunte não impedirá a água de atravessar o contrapiso”, fala Alexandre Rodrigues. Aqui, a saída é aplicar cimento ou argamassa polimérica no solo e subir pela lateral do rodapé até 20 ou 30 cm. No frontão da pia (encontro entre a bancada e a parede), ocorrem infiltrações por falta de rejuntamento correto. Produtos de vedação (como silicone líquido ou em pasta) protegem as frestas e evitam a passagem da água. A mesma solução serve para barrar a entrada da chuva em paredes com janelas ou basculantes. Vale lembrar que, do lado de fora, a parede pede impermeabilização até a altura em que a chuva bate – cerca de 1,80 m em casas térreas com beiral. Em edifícios, o cuidado precisa ser feito previamente em todas as faces da construção. 






Na área de serviço dos apartamentos novos, nem sempre há ralos. “É um jeito de dizer que não se deve lavar o espaço com baldes de água”, interpreta Alexandre Rodrigues, da Anchortec Quartzolit. No entanto, como esse é um hábito arraigado, a água que não escoa cria pontos de infiltração. A saída mal colocada da máquina de lavar também dá problema. Dimensionar o cano de forma a impedir vazamentos soluciona a questão. Em imóveis antigos, aplique cimento ou argamassa polimérica subindo pela lateral do rodapé por mais 30 cm.

domingo, abril 29, 2012

Construtora cobre canteiro com "balão inflável" para proteger obra das chuvas


Estrutura pneumática, constituída por membrana flexível de PVC e reforçada com poliéster, é ancorada ao solo por meio de tubos de aço


A chuva é uma das principais variáveis que podem atrapalhar o cumprimento dos prazos de construção. Para evitar que este fenômeno climático atrase a obra, algumas empresas utilizam uma tecnologia conhecida como "balão inflável" para cobrir os canteiros.



Insufladores e antecâmara são acoplados depois que a estrutura do balão é fixada à fundação por meio de tubos de aço

O equipamento é recomendado para obras que sofrem com frequentes intervenções de chuvas e outras intempéries. "O custo dos balões ainda é elevado, mas, se for uma obra que tem o cronograma apertado, o método é valido", diz o engenheiro Valmir Barbosa, da construtora Premium, que adotou o sistema em uma de suas obras em Manaus.

O balão inflável é uma estrutura pneumática, pressurizada em seu interior. Constituído por uma membrana flexível feita de PVC e reforçada com poliéster, é ancorado ao solo por meio de tubos de aço. Uma antecâmara também faz parte da estrutura, sendo revestida com a mesma membrana e insufladores de ar.

Para erguer a estrutura, é preciso fixá-la aos tubos de aço e à fundação. Em seguida, são acoplados os insufladores e a antecâmara. O material pode ser reaproveitado, desde que não sofra danos. De acordo com uma empresa fabricante, não existe limite de área para o uso do equipamento, que pode se adaptar às necessidades de cada obra.

Segundo o engenheiro da Premium, o produto requer gerador, caso contrário, pode esvaziar se faltar energia na obra. Ele diz também que a montagem pode ser demorada, levando até cinco dias para ficar completa. "Se a atividade tiver muita rotatividade, isso é bastante relevante", finaliza.



Não há limite de área para o uso do sistema


Fonte: PINIweb

sexta-feira, abril 27, 2012

LUZ CÊNICA SOBRE O BRANCO




Um galpão industrial transformado em residência na capital da Moldávia, Chisineau, serve de exemplo para a importância de um bom projeto de iluminação.

As grandes dimensões do pé-direito e a predominância do branco poderiam impedir a criação de uma atmosfera aconchegante, mas são aproveitadas para a instalação de um variado sistema luminotécnico que explora desde trilhos com lâmpadas do tipo LED, direcionadas para as paredes, até modelos pendentes e de piso. Sobre a mesa de jantar e ao fundo, as luminárias esbanjam design e quebram com a rigidez do conjunto. 

A luz, por sua vez, proporciona diferentes ambientações, podendo estabelecer uma situação funcional, como a retratada na foto, ou climas mais intimistas, no caso de as lâmpadas serem acionadas separadamente.

Fonte: Casa Vogue

AS CIDADES MAIS COLORIDAS DO PLANETA


Concreto e metal fazem das cidades um cenário quase sempre cinza. Mas há locais no mundo – de comunidades a grandes metrópoles – que resistem à mesmice com uma cartela de cores cheia de graça.






1. Guanajuato, México

Na região central do México, as cidades surgiam em torno das minas que produziam 30% da prata comercializada na época colonial. A escalada de construções espanholas refletiu a prosperidade, e o colorido das fachadas, o espírito latino do povo.


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2. San Juan, Porto Rico

A parte antiga da cidade é um verdadeiro mosaico de estilos. Dos tons quentes aos pastéis, as cores revestem toda a região, das fachadas até as ruas — os paralelepípedos que vieram da Espanha no século 16 ganharam uma leve coloração azulada com o passar do tempo.
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3. Valparaíso, Chile

O colorido das residências que vão de uma ponta à outra é um dos charmes da cidade portuária. Cercada por aproximadamente 40 colinas, a região ganhou o apelido de São Francisco do Sul.
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4. St. Johns, Canadá

O clima gélido do ártico destaca ainda mais essa cidadezinha que fica no Canadá. Quanto mais perto do canal, mais intensas são as cores dos imóveis de madeira.
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5. Cinque Terre, Itália

Na costa da Riviera Ligure, situada entre cinco praias, as comunidades tingem o mediterrâneo com suas casinhas que escalam o morro. De tons pastéis, as vilas de pescadores recebem durante a temporada de verão celebridades de todo mundo.
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6. Wroclaw, Polônia

Wroclaw fez parte da Alemanha, da Prússia e da Aústria antes de entrar para o domínio da Polônia, na 2ª Guerra Mundial. Embora tenha passeado pelo mapa, a identidade cultural foi mantida, principalmente nas residências coloridas.
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7. Rio de Janeiro

Favela Painting, projeto dos holandeses Jeroen Koolhaas e Dre Urhahn, desembarcou na comunidade de Santa Marta para revitalizar seu cartão-postal: a praça Cantão, que fica na entrada do morro. Raios coloridos transformaram 34 casas (e até a quadra da escola de samba local) em um monumento vivo da arte ótica.
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8. Jodhpur, Índia

A “cidade azul” brotou no mapa a partir da separação de castas que há no país. Os Brâmanes, que pertecem à linha sacerdotal, pintaram suas casas de azul para diferenciá-las das do restante. Quando o local começou a crescer, os novos moradores, religioso ou não, construíram seus imóveis e pintavam as paredes com a mesma cor, até que a cópia virou uma tradição – não se vê outro tom que não o índigo.
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9. São Francisco, EUA

As fachadas de casas antigas formam um mar de cores nas ruas de São Francisco. Os moradores pintaram suas residências para criar uma identidade visual e, ainda, ressaltar os detalhes da arquitetura vitoriana, que caracteriza a cidade.
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10. Cidade do Cabo, África do Sul

Um quarteirão do bairro Bo-Kapp é uma das maiores atrações da capital da África do Sul. A área residencial que abrigou muçulmanos, descendentes de escravos que vieram de países asiáticos no século 19, ganhou um colorido especial: nem a mesquita escapou da pintura vibrante.

Fonte: Casa Vogue

terça-feira, abril 24, 2012

Bubble



Bubble, um bar que é  impressionante como o nome diz, fica dentro de uma bolha gigante de 50 m² no coração de Paris. O lounge-bar temporário está no meio do jardim do Hilton Arc de Triomphe, é aquecido e conta com um visual único.

 Isso inclui um minijardim de luzes coloridas e neve falsa projetado por Jean-Hugues de Chatillon, o designer de vitrines da Louis Vuitton.


terça-feira, abril 17, 2012

14 modelos de tijolos reinventados

Seja para compor paredes, seja apenas para revesti-las, a intenção é deixá-los à mostra.

Nesta seleção de 14 modelos (com preços), há opções escuras, para quem gosta do tipo inglês, e peças com aparência de demolição.



1. Ecológicos, os modelos de solocimento da Tijol-ECO não são queimados, evitando a liberação de CO2. O milheiro do meio-tijolo (15 x 15 x 7,5 cm*), com um furo por onde passam vigas e tubulação, custa R$ 800.

2. O USA Bricks, do tipo inglês, é fabricado no Brasil pela Cia. Das Telhas com pigmento americano. Mede 22 x 5 x 7 cm e vem com um corte longitudinal que permite usá-lo inteiro ao erguer a parede ou dividi-lo ao meio, como revestimento. R$ 2204 o milheiro.

3. Esta versão de solocimento (25 x 12,5 x 6,25 cm), da Construvan, tem as bordas arredondadas. R$ 520 o milheiro.

4. Com 21 furos, o tijolo laminado da Cerâmica Santa Clara pode compor paredes, com vigamento na vertical, ou ser adotado em churrasqueiras para apoiar espetos. Tem 24 x 11,5 x 5,7 cm e vale R$ 630 o milheiro.

5. Com acabamento chanfrado, o tijolo bico curvo, da Cerâmica Forte, é perfeito para fazer colunas ou balcões. Tem 22,5 x 10,5 x 5 cm e o milheiro vai de R$ 760 a R$ 1440.

6. O revestimento da empresa americana Old Carolina Brick é feito a mão e passa por uma queima em alta temperatura que ajuda a fundir o barro e deixar o produto mais resistente. Há 14 tons, como o Low Country. Na Sama Brasil, o milheiro varia de R$ 5130 a R$ 6 mil (cerca de R$ 156 o m²). Mede 21,6 x 10,2 x 7 cm.

7. Esta opção maciça traz os cantos irregulares porque a ideia é torná-la parecida com os tijolos de demolição. Custa R$ 600 o milheiro, na Cerâmica Leme. Medidas: 27,5 x 12 x 6,5 cm.

8. Feita com pigmentos americanos, a versão (23 x 10,5 x 5,5 cm) da R.O Materiais de Construção dispõe das cores tabaco, café, vermelho e preto. Oferece um corte longitudinal no centro da peça. R$ 2600 o milheiro.

9. Com aparência de tijolo de demolição, o exemplar da Olaria 1921 também vem com um corte longitudinal. Mede 27 x 13 x 7 cm. O milheiro sai por R$ 1800, na Padroeira.

10. Esta versão que imita as peças de demolição é da Matone Tijolos. Com 27 x 13 x 7 cm, há diversos matizes, dos vermelhos aos requeimados (mais escuros). R$ 1300 o milheiro.

11. Graças ao aspecto envelhecido, este tijolo (27 x 13 x 7 cm) tem visual de demolição. Da Cia. Das Telhas, custa R$ 1783 o milheiro.

12. O tijolo (22,5 x 10,5 x 5 cm) da Cerâmica Forte também é bipartido, oferece um corte longitudinal. O milheiro varia entre R$ 734 e R$ 864.

13. O modelo gigante maciço da Olaria DS inclui corte longitudinal e mede 34 x 17 x 9 cm. O milheiro sai por R$ 6 mil, na Padroeira.

14. As plaquetas da Olaria Spina possuem diversos tamanhos, entre eles, a peça no tom salmão de 22,5 x 10,5 x 3,5 cm. Na Tijotelhas, por R$ 857,82 o milheiro.

* Comprimento x largura x altura. Preços aproximados pesquisados em São Paulo em setembro de 2010. Não incluem frete.

segunda-feira, abril 16, 2012

Revestimentos coloridos à base de ouro



Esmalte à base de folhas de ouro dá aos revestimentos da linha Brick cor dourada, prateada ou de bronze. A linha foi inspirada nos tijolinhos britânicos e têm superfície texturizada, que realça o seu brilho. A Lepri utiliza na fabricação do produto materiais reciclados, como vidros de lâmpadas fluorescentes e de telas de TV. As peças medem 6 cm X 23 cm e custam R$ 130, cada.






domingo, abril 15, 2012

Casa em Manhattan tem piscina no meio da sala





Quem disse que para ter uma piscina em casa é preciso contar com uma área externa de medidas generosas? Essa residência, localizada no bairro de Chelsea, em Manhattan, em Nova York, prova o contrário. 

A excêntrica propriedade conta com um tanque com capacidade para 100 mil litros de água bem no meio da sala. De acordo com o jornal americano Wall Street Journal, o lugar pertencia a um homem solteiro, que o deixou de herança para sua irmã, Evelyn McMurray Van-Zeller. A nova dona colocou-o à venda por US$ 11 milhões, mas ainda não encontrou um comprador. 

Para Evelyn, um dos maiores desafios foi redecorar a área ao redor da piscina, com obras de arte e antiguidades, como uma armadura medieval. Ela precisou usar uma espécie de jangada para chegar até uma escada, que colocou perto da parede de tijolos aparentes. “Improvisar é muito importante quando você tem uma casa assim”, disse ela à publicação. “Mas a boa notícia é que se você cair, vai direto para a água”, completa. 

Além da sala com piscina, a residência conta com outros ambientes de luxo. São seis quartos, cinco banheiros e um jardim na cobertura, com outra piscina menor, usada pelas tartarugas de estimação de Evelyn. A casa tem ainda uma sauna e uma academia.


A casa em Nova York tem uma piscina bem no meio da sala

De acordo com a proprietária, foi preciso usar uma jangada para decorar as paredes

fonte: Casa e Jardim

sexta-feira, abril 13, 2012

Pizzaria em Barcelona é feita com contêineres e caixas velhas de madeira


Toda a sala de jantar da pizzaria Los Sopranos é coberta por materiais que antes haviam sido usados em transporte .
 Os ambientes internos são divididos em: cozinha, balcão e área de jantar dupla, com um mezanino com vista para a cozinha, onde os clientes podem acompanhar todo o processo de preparo da pizza, através de uma parede de vidro.

 O arquiteto espanhol Pedro Scattarella utilizou contêineres e caixas usadas no transporte de materiais para construir uma pizzaria em Barcelona.
 Os ambientes internos são divididos em: cozinha, balcão e área de Outros contêiineres e caixas de armazenamento estão espalhadas pelas paredes do escritório, atendendo a funções diferentes, como banheiro, estantes e área VIP, por exemplo.
 O ambiente foi todo inspirado no porto de Nova York e aproveitou diversos materiais que estavam fora de uso
 Os tons sutis dos materiais de transporte usados na decoração são compensados com cadeiras coloridas e azulejos em vermelho escuro, que levam as cores do forno a todo o restaurante.

Toda a sala de jantar da pizzaria Los Sopranos é coberta por materiais que antes haviam sido usados em transporte, mas que foram reaproveitados através da técnica de upcycle.

O arquiteto espanhol Pedro Scattarella utilizou contêineres e caixas usadas no transporte de materiais para construir uma pizzaria em Barcelona. O ambiente foi todo inspirado no porto de Nova York e aproveitou diversos materiais que estavam fora de uso.

Os tons sutis dos materiais de transporte usados na decoração são compensados com cadeiras coloridas e azulejos em vermelho escuro, que levam as cores do forno a todo o restaurante. Toda a sala de jantar da pizzaria Los Sopranos é coberta por materiais que antes haviam sido usados em transporte, mas que foram reaproveitados através da técnica de upcycle.

Os ambientes internos são divididos em: cozinha, balcão e área de jantar dupla, com um mezanino com vista para a cozinha, onde os clientes podem acompanhar todo o processo de preparo da pizza, através de uma parede de vidro.

Pequenas caixas de papelão ondulado foram convertidas em prateleiras que armazenam copos e outros utensílios do restaurante. Outros contêineres e caixas de armazenamento estão espalhados pelas paredes do escritório, atendendo a funções diferentes, como banheiro, estantes e área VIP, por exemplo.

A pizzaria foi estruturada para receber clientes em grupos pequenos ou grandes. Por isso, existem mesas de quatro lugares, mas também está instalada uma mesa gigante, com lugar para 16 pessoas, bem no centro da área de jantar.



Fonte:  Inhabitat.