sexta-feira, abril 22, 2016

Projeto - Lorena Cavalcanti

Uma forma Inovadora de trabalhar com a arquitetura.

"Projetando Sonhos , Construindo a realidade..."

Várias são as questões a considerar antes de pensar em construir: a localização, o terreno, o arquiteto, o estilo da edificação e claro, o quanto se quer (e se pode!) gastar.
O arquiteto é o profissional capacitado para auxiliar em todas as etapas que envolvem a construção.
Com uma assessoria desde o princípio do processo, o arquiteto vai evitar gastos desnecessários como o quebra-quebra de uma obra mal     projetada.

Portanto, se vai construir, CONSTRUA CERTO, CONTRATE UM ARQUITETO!
Nossa meta é trabalhar com agilidade e precisão.
Trabalho totalmente tridimensional ou seja, os projetos são desenvolvidos em maquetes eletrônicas 3D humanizadas desde os primeiros estudos.



Projeto de Clínica de Odontologia - Campina Grande , PB.




View 1



View 2




Projeto de Escritório de Advocacia - Cuité , PB





Projeto de Loja /Ateliê









Projeto de habitação de uso misto em Pocinhos,PB








Projeto Duplex Germinado, Catolé, Campina Grande, PB




Projeto de Reforma de Clínica, Campina Grande,PB






Projeto de área de lazer , Barra de Santa Rosa, PB



Projeto de Habitação de Uso comercial no Centro, Campina Grande. Loja e Salas.






Edifício - Habitação Multifamiliar no Jardim Quarenta, Campina Grande, PB.






Projeto  de 6 residências no Portal Sudoeste, Campina Grande, PB











Projeto de Residências Geminadas no Portal Sudoeste



Reforma de Residência A&B



Loja Icasa em Ingá com Galeria. 


Projeto de habitação Multifamiliar em Bodocongó, Campina Grande, PB.






Projeto Edifício 3 Pavimentos , Bodocongó - Campina Grande , PB





Residência de F&M - Condomínio Nações Privê







Residência no Alphaville J&N - Campina Grande, PB







Área de lazer





Projeto da Residência F em Queimadas, PB







Projeto da Residência D&L em Cuité, PB



terça-feira, abril 19, 2016

Novo estilo das capas de sofá


Esse acessório se tornou além de moderno, um coringa na hora de repaginar um cômodo da sua casa. Muitos pontos são levados em consideração na hora de escolher uma capa bacana para compor a sua decoração.








2-Como escolher a capa ideal
Você tem a opção de comprar uma manta pronta ou customiza-la escolhendo o tecido que mais gosta.
Certos cuidados devem ser tomados para que a capa possua um bom caimento e não pareça que está faltando ou sobrando tecido. Caso você opte por comprar lá pronta, é recomendável que contrate um serviço de tapeçaria para fornecer as devidas recomendações, inclusive tirar a medida exata, desenhar o molde e até mesmo reduzir o desperdício de tecido.



1-Vantagens
·         Mudam e revitalizam a decoração
·         Mais barato e fácil de trocar quando se quer esconder um furinho ou alguma manchinha
·         Protegem diversos moveis na sua casa ou apartamento
·         São versáteis, podendo ser usadas em várias ocasiões
·         Fáceis de guardar e lavar




3- Como escolher o tecido ideal
Além de ser um item de proteção, a capa é um item de decoração e é por isso que elas devem ser feitas com tecidos mais nobres e sofisticados, proporcionando um contraste bacana.
Os tecidos mais usados para a confecção de mantas são:
·         Sarja 
·         Sarja peletizada
·         Brim
·         Chantung
·         Veludo
·         Lona


O importante é ficar atento ao processo de conservação e manuseamento que cada tecido precisa, o Chantung por exemplo, necessita de lavagens especiais para resguardar suas fibras.



 
4- Estampas e Cores
Há muitas opções no mercado de tecidos lisos, estampados ou com texturas. Caso seu sofá seja liso e com uma cor neutra, a capa deve ser estampada, com cores e texturas fortes, ou vice e versa.
 
Além capas de sofá, as almofadas também são bem-vindas, além de ser confortáveis, ajudam a compor a decoração e dão ar de aconchego em qualquer cômodo da sua casa. Só não pode esquecer de pensar na combinação de cores e estampa.
Use e Abuse dessa nova tendência elegante e que está tomando conta das capas de revista de decoração.


quinta-feira, abril 14, 2016

Milão 2016: tendências para a cozinha e o banheiro



Novidades da EuroCucina e do Salone Internazionale del Bagno



Novo projeto de Antonio Citterio, o modelo PRINCIPIA de Arclinea propõe a cozinha como baricentro da casa.


Caso exemplar é a cozinha Hi-Line da Dada, reedição de sistema originariamente projetado por Ferruccio Laviani em 2007, que ganha nova e sofisticada elegância graças à assinatura de Vincent Van Duysen, para Molteni&C:


Primeiro experimento no universo cozinha para o designer belga, Hi-Line VVD é um jogo de contrastes entre espessuras diferentes e o uso dialético de materiais, entre os quais há pedras naturais, madeiras e alumínio preto

A cozinha do futuro está presente

Longe de apresentar peças e conceitos revolucionários, as palavras chaves da EuroCucina 2016 são perfeição estilística, praticidade, customização e abertura.

Cozinha living
A cozinha ja não é mais um cômodo fechado no qual somente operacionalizamos a comida. É um ambiente em que acolhemos a família, os amigos, os hóspedes e onde conseguimos 15 minutos de fama, nos exibindo em pequenos shows de culinária. Daí a exigência de criar pequenos palcos, espaços sofisticados, com geometrias limpas e detalhes refinados, para que se integrem com elegância ao living.


A cozinha Genius Loci de Valcucine parte de um elemento simples, a gaveta, que transforma o espaço em uma preciosidade. “Projetei uma cozinha inovadora com forte signo artesanal” conta o designer Gabriele Centazzo

Segundo Charles Eames, os detalhes “não sao detalhes. Eles são o projeto”. E os detalhes são a verdadeira obsessão dos projetistas.

A cozinha living é elegante, discreta, quase invisível. Fendi e Rossana apostam em tampas de pedra que com apenas um leve toque revelam pias e fogões, além de paredes tecnológicas que escondem geladeiras, pratos, lava-louças e demais eletrodomésticos.


Fendi

Fendi

Rossana

Rossana
Falmec apresenta coifas que parecem luminárias de living




Uma cozinha só minha

Outra tendência forte é a extrema personalização do ambiente, com uma enorme variedade de acabamentos e materiais. A cozinha reflete os mais diversos gostos e estilos de vida, além de se tornar cada vez mais elegante e funcional.


Exemplo disso, a Bellagio Collection de SCIC, com sua delicada textura 3D inspirada no clássico matelassê.



Os estilistas Dolce&Gabbana personalizam a geladeira fab28 da Smeg. São 100 peças únicas, decoradas com motivos tradicionais sicilianos, realizados por artistas da região

Polaris reinterpreta alguns signos de Bruno Munari para criar totens móveis e bases ocas


Muito cuidado é dedicado também à pesquisa de materiais. Vale tudo, dos tons mais quentes da madeira natural, aos materiais mais inovadores, passando pelo mix de ambos.


No stand da Team 7, a provocação: um tronco maciço vira mesa.

Nature Design também acredita no valor do material cru, com inserções tecnológicas e contrastes de texturas

No extremo oposto, o projeto “Rational” de Karim Rashid para Snaidero


A performance tecnológica protagoniza a TFK - Technology For the Kitchen, área dedicada a fogões e eletrodomésticos embutidos. Aqui fica claro que, na casa conectada, a cozinha é o centro nevrálgico das atividades.


Exemplar o caso da Grundig, que propõe uma experiência no estilo Back to the future, onde a cozinha é o cérebro de todas as atividades dos habitantes



Franke aposta na Frames, do Studio Noa. Trata-se de um sistema modular de 67 elementos de cristal, permitindo infinitas combinações. Ativando a modalidade noturna, o lavabo e a coifa desaparecem enquanto os comandos tornam-se invisíveis



Bertazzoni continua apostando em mais de um século de tradição, combinando indução e gás. Na foto, um detalhe do queimador em bronze





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Banheiros: mini maxi oasis




A marca Ágape apresenta reedição da pia Vinques, de Patricia Urquiola, e sanitários Pear 2

Quanto à seção dedicada aos banheiros, reduzir parece ser uma das tendências principais. Passados os tempos das maxi banheiras hidromassagem cheias de funções, os projetos de 2016 procuram dimensões mais íntimas.

Entre materiais tecnológicos e décor sofisticados como se fossem elementos de um living, os projetos buscam criar pequenos oásis privados, onde podemos desacelerar e tomar conta de nós mesmos. As dimensões de lavabos, pias, e sanitários são reduzidas para caber nos espaços urbanos. As próprias banheiras de centro são repropostas em versões mignon.



Moab 80 continua buscando elementos que criem diálogos criativos com o décor geral da casa


O minicabinet da Novello

A proposta de Arcom

Vasca freestanding I Bordi Mini, em duralight® branco. Design de Carlo Colombo para Teuco. Linhas curvas e dimensões contidas.

A proposta de Inbani, multipremiada marca espanhola, vai no sentido da redução de medidas


Ainda assim, algumas marcas propõem grandes objetos icônicos. É o caso das banheiras de Noorth e Kaldewei, por exemplo.



O projeto de Noorth privilegia elementos de grandes dimensões
Vasca freestanding Incava, design Anke Salomon


Outra tendência é o retorno ao banheiro neovintage, revisitando formas clássicas, que utilizam materiais preciosos e acabamentos retrô.


A nova coleção de Antoniolupi, por exemplo, é inspirada nos anos 1950 e 1960, confirmando o papel protagonista da empresa na decoração do banheiro.


Devon&Devon propõe uma ideia de banheiro inspirada em atmosferas do começo do século passado


A customização também é outra grande direção dos projetos deste ano. Os materiais são os mais variados: dos tons quentes das madeiras, às pedras mais diversas, do tecido ao vidro.


A Kreoo amplia a utilização do Branco Estremos. A pedra portuguesa é empregada não somente nas pias e a banheira, mas também nos painéis que compõem o revestimento.



A Bette propõe uma vasca com acabamento externo em tecido colorido


No luxuoso décor do estande da Paralume Marina, o cabinet é de vidro

Nome histórico na industria das pedras, a Neutra apresenta seu mais novo modelo de banheira esculpida

Um toque de brasilidade na coleção Kartell by Laufen, que convidou 10 artistas nacionais para personalizar a técnica do saphirkeramik

Quanto aos revestimentos, a Mutina continua apostando em grandes nomes, como Patricia Urquiola e os irmãos Bouroullec. Novidade de 2016, as experimentações geométricas desenvolvidas com o duo londrino Barber & Osgerby: a coleção Puzzle permite infinitas combinações e composições únicas


A marca de calefação Tubes mimetiza os elementos em complementos lúdicos e decorativos

fonte: Casa Vogue

quarta-feira, abril 13, 2016

Por que as casas vitorianas são tão assustadoras?



Mansão do filme “Psicose”, de Alfred Hitchcock.

Os norte-americanos têm uma idéia muito específica sobre o que faz uma casa parecer assustadora. Se você procurar por “casa assombrada” nas imagens do Google, apenas um tipo de arquitetura aparece nas primeiras 25 imagens: mansões vitorianas. A historiadora de arte Sarah Burns, da Universidade de Indiana, escreveu sobre o fenômeno em 2012:


“Certamente, existem outros tipos de lugares que nós associamos com fantasmas: castelos do velho mundo, masmorras, e criptas […] no entanto, nenhuma permanece e domina a paisagem visual de assombrações como a casa vitoriana hoje”.

Por que nós consideramos a arquitetura com design caracteristicamente vitorianas, como escadas íngremes, torres, pilares ornamentares e varandas cavernosas como tão assustadoras? O fenômeno pode ter suas raízes nas mudanças culturais do início do século 20, bem como duas marcantes produções da cultura pop: A Família Addams e o filme Psicose, de Alfred Hitchcock.


A mansão mal-assombrada da Disney conta também com “fantasmas” vitorianos.

A arquitetura vitoriana não era considerada particularmente sinistra até por volta da década de 1930, quando as revistas começaram a apresentar esse estilo de construção como algo a ser odiado. “Havia um medo mais intenso e repugnância ao estilo vitoriano durante esse período“, disse Burns, professora emérita da Universidade. “Os escritores e artistas e designer simplesmente rejeitaram-na. E eles falavam sobre isso nos mais exagerados termos – que elas eram sujas, assustadoras, perversas, terríveis e monstruosas”. O estilo vitoriano de arquitetura residencial estava na moda especialmente na década de 1860 na América, mas nas décadas posteriores passou a ser identificado com um consumo vulgar, excessivo e visível.

Até o século 20, a arquitetura vitoriana era vista como ultrapassada: a arquitetura mundial era agora moderna, evitando a decoração ornamentada de habitação vitoriana para algo mais simples e arejado. Isso foi parte de uma mudança cultural mais ampla: nos Estados Unidos, tudo era sobre o progresso tecnológico, social, e industrial, e era necessário varrer o passado para fora. As casas vitorianas estavam na contramão do discurso arquitetônico dominante. Elas eram o oposto de casas limpas,


 abertas e leves.A “Murder House” usada na série American Horror Story era uma mistura do período vitoriano, renascentista e gótico.

Por isso, faz sentido que as pessoas começaram a associar as casas ornamentadas vitorianas, onde talvez seus avós tinham vivido, como algo velho, decadente e cheio de teias de aranha. Além disso, as casas vitorianas eram escuras, eram usadas cortinas pesadas para proteger os tapetes e móveis contra o sol – e o que há de mais assustador do que uma casa cheia de mofo, coberta de papel de parede e cortinas pesadas?

No final da dos anos 30, a reputação da mansão vitoriana assombrada foi solidificada pela criação da Família Addams, que estreou com um elenco de personagens macabros a partir de 1938. A casa da família era retratada como uma decrépita casa vitoriana, e em 1964 a adaptação televisiva começou com uma cena da casa de família vitoriana assustadora.

Depois veio Alfred Hitchcock, o mestre dos filme de terror. Muitos de seus filmes envolvem mansões vitorianas, mas Psicose, feito em 1960, realmente tornou a arquitetura em um ícone. A mansão da família Bates é a definição do assustador, e tem todas as armadilhas da casa arquétipo vitoriana: o telhado íngreme, o ornamento floral, escada, móveis e cortinas, assim como segredos obscuros.


Hoje em dia, é difícil dizer o que veio primeiro: que nós pensamos nas mansões vitorianas como assustadoras ou que a cultura pop nos apresentou-as como mansões assustadoras. Mais por quase um século os potenciais fantasmas estão espreitando as casas vitorianas atrás da nossa imaginação. Isso não quer dizer que a arquitetura vitoriana é o único tipo de imobiliário que tendemos a rotular como assustador: há uma longa lista de histórias de terror envolvendo as grandes fazendas de escravos, assim como castelos medievais. Mas se você está procurando por uma mansão assombrada, são grandes as chances de que ela seja vitoriana.


TRADUZIDO E ADAPTADO DO ARTIGO “WHY ARE VICTORIAN HOUSES SO CREEPY?” ESCRITO POR SHAUNACY FERRO.

sexta-feira, abril 08, 2016

Cuidados ao começar a construir a sua casa





Saiba mais antes de começar a construir a sua casa

Construir o sonho da casa própria pede atenção, cuidados especiais e conhecimento desde a compra do terreno, seja em loteamento ou condomínio fechado, passando pela contratação de um arquiteto ou engenheiro para cuidar do desenvolvimento e aprovação do projeto, até chegar à obra e passar por todas as suas etapas.

Segundo Igor Rochavetz, arquiteto da Jorasa Incorporações, antes de começar a construir é preciso cumprir algumas obrigações legais, assim como contratar profissionais qualificados, saber a localização exata do terreno e, no caso de um condomínio fechado, seguir o que foi estabelecido na convenção. “Isso ajuda a evitar problemas como, por exemplo, a construção da casa no terreno do vizinho. Ou seja, de uma hora para outra, o sonho de construir a casa própria pode virar pesadelo”, exemplifica o arquiteto. “Inclusive, para dar início à obra é preciso identificá-la através da instalação de tapumes de proteção, além de organizar o fluxo de chegada e saída de materiais e equipamentos, cuidar da limpeza e da segurança”, acrescenta.

Confira abaixo os principais cuidados para construir a sua casa:

• Contratar um profissional devidamente inscrito junto ao Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura.
• Colocar tapumes na frente da obra ou ao seu redor, pois eles servem de proteção para os passantes e evitam a entrada de crianças, além de oferecer segurança contra furtos de materiais e equipamentos da obra.
• Seguir as normas constantes na convenção do condomínio, quando se trata de obra em condomínio fechado.
• Seguir a legislação vigente e normas técnicas.
• Para evitar transtornos futuros, conferir a localização e medidas do lote dentro do condomínio com a ajuda de um profissional da área de topografia.