quinta-feira, agosto 11, 2016

Quebra-sol | Trespa Brasil



Trespa® nos apresenta seu produto Sunblinds®, quebra-sol, um sistema de placas arquitetônicas desenhadas para o fechamento de fachadas e segundas peles. É ideal para gerar uma boa proteção à radiação, reduzindo a carga térmica necessária para a refrigeração. Seus desenhos permitem o emprego de luz natural, ventilação e não obstaculizam a relação visual com o exterior.


Este produto tem um excelente comportamento no exterior, é muito fácil de manipular e apresenta um baixo conteúdo de energia primaria LCA (Life Cecle Analesis).

As treliças podem ser colocadas em diferentes direções dependendo da orientação solar da fachada. Assim, para uma fachada norte, se utiliza uma treliça horizontal fixa, para uma orientação poente-nascente, horizontais móveis e praticáveis, em uma fachada noroeste – nordeste, lâminas verticais fixas.


SOLUÇÕES PARA CONSTRUÇÃO
Existem 5 soluções construtivas disponíveis no mercado. Cada uma delas, com um desenho particular, que não apenas conta com as funções descritas anteriormente, mas que também pode dar ao projeto uma singular estética:

1. Sistema de Lâminas horizontais fixas: Treliça fixa ou de correr de lâminas fixas horizontais de 0º ou 60º realizada com painel de resinas termo-endurecíveis Trespa Meteon® FR (Fire Retardant) DS (acabamento por ambas as faces). 
As placas irão fixadas com um sistema de clipes em alumínio e fixação oculta com parafusos EJOT segundo a espessura do painel. As lâminas vão fixadas a um marco de alumínio fixo ou de correr.

2. Sistema de Lâminas horizontais móveis: Sistema de lâminas móveis horizontais com placa de Resinas termo-endurecíveis Trespa Meteon® 13 mm FR DS fixada nos extremos e que se fecham no plano vertical mediante sistemas manuais ou motorizados automatizados. 
As lâminas mecanizadas no canto superior e inferior permitem que se fechem no mesmo plano vertical. O conjunto de lâminas horizontais podem ir fixadas a um bastidor de alumínio fixo, de correr ou de abrir.

3. Venezianas de correr: Veneziana de correr composta por uma placa de Resinas termo-endurecíveisTrespa Meteon® de 10 o 13 mm FR DS, sem bastidor perimetral e fixada com um sistema de guias de correr na parte superior e inferior. A placa pode ir mecanizada segundo desenho seguindo as recomendações deTrespa®.

4. Venezianas de abrir: Veneziana de abrir composta por uma placa de Resinas termo-endurecíveis Trespa Meteon® de 10 ou 13 mm FR DS, com bastidor perimetral. O bastidor irá fixado à esquadria da superfície vertical mediante articulações de aço inoxidável. A placa pode ser mecanizada seguindo desenho do arquiteto e seguindo as recomendações da Trespa®.

5. Mecanização Personalizada

Society Hill. TianJin Guoming / LaiYinZhiHua design group
Este edifício está localizado em Tianjing, China, e foi desenhado pelo arquiteto LaieinZhiHua design group. Sua fachada foi revestida com placas Trespa Meteon® Metallics cor vermelho-cobre. 
Em certas zonas a placa é mecanizada por perfurações alargadas, permitindo o ingresso de luz e ventilação, além de gerar um desenho particular na fachada.

- Sistema de Lâminas horizontais móveis + Venezianas de correr 

Veneziana de correr composta por uma placa de Resinas termo-endurecíveis Trespa Meteon® de ≥ 8 mm FR DS com bastidor perimetral e fixada com um sistema de guias de correr na parte superior e inferior ao bastidor. 

O bastidor não deve sobrepassar as medidas indicadas na tabela 2. A placa pode ser mecanizada segundo desenho do arquiteto e seguindo as recomendações entregues pela Trespa®.











Fassade Internat BBZ / Pook, Leiska & Partner





Este edifício de habitação localizado em Magdeburg, Alemanha, utiliza um revestimento de cores alternadas. Placas Trespa Meteon® cores creme, ocre e vermelho carmim vão se alternando, gerando o revestimento.

O ritmo da fachada se transforma no grande atrativo visual deste projeto. Por outro lado, as placas podem ser movidas, mudando o aspecto da fachada e variando a proteção solar.


- Venezianas de abrir


Hotel mod05 / Enrica Mosciaro, Fusina 6 Verona, Itália.


Foi revestido com placas verticais utilizando ripas de Trespa Meteon® da linha Wood Decors® (Italian Walnut, Montreux Amber e Elegant Oak).
Durante a noite, a luz do interior passa por entre as placas, o revestimento adquire um aspecto mais leve. O efeito resulta numa estética bastante atrativa.








Complexo Residencial / Arquiteto Michele Sfregola


Edifício localizado em Barletta, Itália, do arquiteto Michele Sfregola





College of Music / SIZ-IX Architectes






Esta escola se encontra localizada em Tassin La Demie Lune, França. Aqui, o arquiteto de SIZ-IX Architectesdesenha uma fachada rítmica de cor negra e diferentes tonalidades verdes, mecanizando as placas que cobrem as janelas.


Para mais informações, você pode visitar o espaço de TRESPA® em nosso Catálogo de Produtos ou ir diretamente a http://www.trespa.com/pt/






Fonte: http://www.archdaily.com.br/catalog/br/products/3615/quebra-sol-trespa-brasil

domingo, julho 31, 2016

Jardim vertical




Os jardins verticais têm conquistado espaço no paisagismo brasileiro. Eles foram criados para amenizar a falta de áreas verdes nos centros urbanos e também para modificar a paisagem de locais com espaços pequenos.

O jardim vertical é um sistema que pode revestir qualquer tipo de parede ou muro interna ou externamente. Os sistemas podem possuir irrigação automatizada por gotejamento ou o cuidado pode ser feito manualmente, dependendo do tamanho.

A fachada externa verde é uma ótima forma de revitalizar edifícios e combater as ilhas de calor urbano. No caso de paredes internas, a parede verde pode purificar e limpar o ar, pois retém compostos orgânicos voláteis (COV), materiais particulados, fumaça de cigarro, além de manter o conforto térmico agradável.

O CicloVivo separou oito sistemas de jardins verticais que já chegaram ao mercado brasileiro. Cada um deles possui características específicas.

1. Blocos Pré-Moldados

O método de bloco pré-moldado foi criado pela empresa Neo Rex. Eles existem em dois modelos: bloco de concreto fundido, com jardineiras contínuas, e o bloco de concreto socado, com jardineiras em zigue-zague. “Ambos os modelos podem ser instalados rente a muros impermeabilizados ou até sem nenhum apoio, pois os blocos têm nichos para passar vigas de sustentação” explica Roberto Hess, diretor da empresa em entrevista à Revista Natureza. Veja como eles funcionam:


2. Técnica Wall Green

O sistema Wall Green é vendido em kits, que deve ser montado por um sistema de encaixe e forma uma estrutura com capacidade para receber 18 plantas. O sistema modular é do tipo faça você mesmo, e você pode compor jardins verticais ou horizontais, da maneira que preferir. A estrutura é de plástico injetado e pode ser fixada em diferentes tipos de superfícies. O vaso e o sistema de regas precisam ser adquiridos separadamente. O kit pode ser comprado pelo site da Thermogreen.


3. Green Wall Ceramic

A técnica da empresa Green Wall Ceramic utiliza blocos cerâmicos que podem ser fixados em paredes em muros utilizando argamassa. É necessário descascar a pintura da parede para que o bloco seja fixado mais facilmente. Após a instalação é necessário impermeabilizar o painel com produtos atóxicos, como os utilizados em reservatórios de água, para não prejudicar as plantas. As jardineiras podem ser pintadas ou receberem outro tipo de acabamento. Para painéis grandes, é necessário instalar um sistema profissional de irrigação por gotejamento.


4. Treliças e Vasos

Para construir este jardim vertical é necessário primeiramente chumbar uma treliça metálica à parede ou muro. Depois disso é só pendurar vasos meia lua à treliça. A treliça metálica precisa ser tratada para resistir às intempéries. Se o jardim for grande e alto, será preciso investir em um sistema de irrigação. Também pode ser utilizada a tela de alambrado, que já vem pronta e tratada, para utilizar este método. O paisagista Alex Hanazakié especialista na técnica.


5. Técnica PET

Este método, desenvolvido pelo arquiteto Marcelo Rosenbaum, reutiliza garrafas plásticas para compor um lindo jardim vertical. A sugestão é ideal para casas que não têm grandes áreas para jardins. Além disso, se torna também uma solução para os resíduos, que deixam de ser descartados e ganham uma utilidade diferente da original. As garrafas ficam suspensas, amarradas em cordas de varais. Clique aqui para ver o passo a passo.


6. Fibra de Coco

Esta técnica é perfeita para espaços pequenos como varandas e apartamentos. Por ser confeccionada por um material natural, parte dela pode ficar aparente, sem prejudicar o visual. Deve-se impermeabilizar a parede que vai receber o painel antes. O painel de fibra de coco pode ser parafusado na estrutura. A empresa Coquimcomercializa as peças para todo o Brasil.


7. Técnica Vasos Meia Lua

Este sistema é ideal para decorar pequenos espaços. “A distribuição dos vasos depende do estilo e do gosto particular” explica a ceramista Vanisa Cury à Revista Natureza. Utilizar vasos do mesmo material é uma boa solução para garantir a harmonia do jardim vertical, porém não existem regras. No site do paisagista Bruno Carettoni também é possivel encontrar muitas ideias.


8. Técnica Quadro Vivo

Os quadros verdes foram desenvolvidos pela paisagista Gica Mesiara. É só escolher um local iluminado na casa e trazer o verde para dentro. O quadro é fixado com parafusos e buchas. A estrutura é vedada para evitar vazamentos e umidade, o sistema de rega pode ser computadorizado ou manual.


Fonte Revista Natureza e  CicloVivo

quarta-feira, julho 06, 2016

Persianas


As persianas têm diversas funcionalidades. Elas mantêm a privacidade do ambiente, algumas oferecem bloqueio acústico, deixam o local mais aconchegante, protegem os móveis, mas geralmente, o motivo pelo qual as pessoas realmente decidem instalar persianas em suas casas é o controle de luminosidade.

Muitas dúvidas costumam surgir relacionadas à qual tipo de persiana é melhor para o bloqueio da luz. Uma questão importante, é que tanto uma persiana branca quanto uma persiana da cor preta oferece exatamente o mesmo controle de luminosidade. Mas então, o que faz com que alguns modelos escureçam mais e outros menos? o tecido.

Em relação a persianas, não será a cor que irá interferir no bloqueio da luminosidade. Nesse caso, o tecido é que será determinante. Por exemplo, para quem quer realmente escurecer o ambiente, o mais indicado é o uso do blackout. Uma grande vantagem, é que praticamente todos os modelos de persianas possuem a opção do uso do blackout, além de deixar o ambiente ainda mais bonito.

As persianas, indicadas para uso residencial e comercial, tornaram-se populares pela sua praticidade. Hoje, o mercado coloca à disposição produtos com designs arrojados, que deixam o ambiente sofisticado, aliando à funcionalidade. “Atualmente, há uma variedade de materiais, texturas, formas, cores e modelos de persianas, que permitem que se conceba os mais diversos ambientes, dos clássicos aos mais modernos”.
 Modelos em tecido permitem maior luminosidade ao ambiente, se nele acrescentarmos o ‘Black out’, temos o efeito contrário, impedindo a passagem de luz. Essa é uma solução indicada para os dormitórios. A persiana em PVC ou alumínio deve ser instalada na cozinha, porque é mais fácil para limpar a gordura oriunda de frituras. As persianas horizontais atraem pela sensação de leveza que proporcionam. 
A durabilidade e sofisticação são garantidas pela alta qualidade e beleza das lâminas em alumínio. “Com cores suaves e harmoniosas, elas tornam a decoração mais sóbria e elegante, proporcionando maior privacidade e proteção do ambiente” cortinas ou persianas podem garantir ambientes belos e requintados, basta acertar na combinação: função, praticidade e beleza. 


As persianas Metais Preciosos Diamond da Luxaflex são o que há de mais contemporâneo.






 Persiana da coleção Metais Preciosos da Luxaflex

 Cortina Pirouette Luxaflex e cortina em tecido - By Floor Handmade

domingo, junho 19, 2016

Por que comprar uma casa antiga e renová-la pode ser melhor do que uma casa nova?


Texto em Parceria com o BlogLopes

Antes de procurar uma imobiliária para achar o lar ideal, muitas decisões devem ser tomadas, por exemplo, em qual bairro morar ou quantos quartos o imóvel precisa ter. Inúmeras perguntas devem ser respondidas e aqui vai uma: É melhor construir uma casa nova ou comprar uma já pronta? 

Embora a compra de uma casa antiga dê bastante trabalho, os benefícios são muitos! 



Adaptável ao seu estilo

Você pode adicionar elementos modernos e criar uma decoração ao seu estilo em um ambiente clássico. Uma oportunidade de viver em um pedaço da história.

Espaços para jardins

A maioria das casas antigas têm bastante espaço externo com jardins e árvores que resistem durante centenas de anos. Imagine-se morando em uma casa cercada de árvores e vegetação, tendo opção de entretenimento ao ar livre.

Alta qualidade

Há boas chances de conseguir qualidade maior comprando uma casa antiga e bem construída do que muitas propriedades novas. Se ela ainda está em bom estado então foi obviamente construída para durar. Os materiais de construção eram mais fortes e tijolos eram pouco usados. 


Veja esse exemplo e inspire-se!


Uma igreja abandonada no Reino Unido foi transformada em uma casa moderna e aconchegante. O jeito como aproveitaram a estrutura e decoraram cada ambiente foi muito inteligente. As janelas altas deixam os espaços bem iluminados e os quartos estão instalados confortavelmente no telhado. O resultado é esse aqui:







O lugar ficou tão incrível que foi vencedor do UK Property Awards 2015-2016.
Na Lopes você encontra a sua casa ideal, do tamanho do seus sonhos. Clique aqui e confira!

Texto feito por: Blog da Lopes

quinta-feira, junho 09, 2016

Estilo industrial leva descontração a apartamento gaúcho



Preto, verde e tijolos aparentes tornam o mix atraente


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Quando adquiriu o imóvel antiguinho, o casal com uma filha planejava fazer transparecer ali o clima animado que vivem. Eles não imaginavam que o imóvel de 80 m² os surpreenderia tanto, após a reforma inteligente promovida pelas arquitetas Marta Kessler, Martina Jacobi e Paula Arnold, do Maxma Studio, de Porto Alegre.






O apartamento 5, como as profissionais chamam o projeto, localizado na cidade gaúcha, no bairro Rio Branco, era compartimentado demais para eles e o cão de estimação. O novo layout, apontaram os clientes, deveria focar ambientes integrados e informais, capazes de unir amigos em torno da cozinha e da bateria eletrônica de música, que se torna atração uma vez ou outra. 






Com isso em mente, as arquitetas derrubaram paredes entre a sala e a cozinha, além de uma pequena área anexa aos ambientes e um quarto que ficava próximo à sala. Assim, nasceu um living alongado, com cozinha aberta. 








Em vez de esconder os elementos surgidos da demolição, o trio conseguiu aproveitar diversos remanescentes, e a proposta de exibi-los de forma moderna agradou a família. Pronto: o estilo industrial se impôs no projeto e deu o tom que os moradores queriam a toda a reforma.


Com dutos aparentes de iluminação e instalação elétrica, a linguagem foi reforçada. Ao descascar parte do reboco de uma das paredes, a textura dos tijolos maciços originais surgiu, e transmite o mood descontraído a quem chega. 








O pavimento original de tacos de madeira foi recuperado e desenha geometrias que se impõem no décor. Assim, as arquitetas o levaram em consideração para criar um entorno mais limpo visualmente. O piso de porcelanato cinza se encontra com ele, em alguns pontos, e conduz ao lavabo, único que se manteve de pé, na reconstrução. 










Uma estrutura de gesso acartonado, no meio da sala, foi revestida de tinta lousa e emoldura a mesa de jantar. Em frente à bancada da cozinha, o elemento dá personalidade à criação do Maxma.


Como um dos três quartos foi derrubado, ganhou-se espaço para uma longa bancada de trabalho, com prateleiras e a bateria eletrônica. Por ali é possível também estender a rede de balanço e curtir o clima.






Na área íntima, o quarto do casal surpreende pela simplicidade aliada ao design. Um grande armário com portas revestidas de espelhos amplia o espaço, que tem uma das paredes pintadas de preto.


O lugar tem cama sobre pallets pintados e o banco Cobogó, de autoria das arquitetas, usado como mesa de cabeceira. A iluminação é indireta, com pendentes simples e vintage.






O quarto da menina, alegre e prático, deixa bicicleta exposta na parede, sobre um suporte. As paredes receberam tinta-lousa, para anotações e desenhos. 




O banheiro, de identidade forte, traz linhas diagonais nas paredes, no teto, no espelho e em pontos da iluminação – um ponto extra para o projeto do Maxma! Tudo muda a partir desse desenho e dos revestimentos despojados, escolhidos a dedo para criar sensações.







Fonte: Casa Vogue

sexta-feira, junho 03, 2016

Grupo Nóbrega

Pessoal hoje vou mostrar o belíssimo trabalho do Grupo Nóbrega  de André Nóbrega, que é Mestre em Visual Arts, residente em Recife, PE, cada obra de arte belíssima. 



Um verdadeiro Sonho ter em casa.  Confira as imagens:











Mulher Rendeira l desenhos e esculturas de parede l escritório @arquitetamarylianogueira







Escultura Anéis 1.0 l Projeto@dualarquitetos l



Escultura Cardume 5.60 x 0.40 l Mostra RioMar Casa l









Queria agradecer a André a atenção em enviar essas belíssimas imagens do seu trabalho. 


Contato: 

NÓBREGA
Artista Visual l Designer I Dentista

Instagran I @gruponobrega
Facebook I andrenobrega